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GIC - Sons da Chapada

Início: 15/03/2027Término: 30/11/2027Aceite: 29/04/2026

Resumo

O projeto 'GIC - Sons da Chapada' realiza a circulação artístico-formativa do Grupo Instrumental do Capão por cinco municípios da Chapada Diamantina, com 5 shows gratuitos, 15 oficinas e lançamento de 5 singles autorais. A proposta integra criação, formação e difusão, ampliando o acesso à música instrumental brasileira contemporânea e fortalecendo a cena cultural regional por meio de ações descentralizadas e continuadas.

Sinopse

Shows musicais: Apresentações do Grupo Instrumental do Capão com repertório autoral que dialoga com a música brasileira contemporânea, incorporando influências regionais e experimentações sonoras. Classificação livre.Oficinas formativas: Atividades práticas voltadas à iniciação e aprofundamento musical, abordando ritmo, improvisação, escuta e criação coletiva, destinadas a jovens, estudantes e interessados em geral.Singles autorais: Produção e lançamento de cinco obras musicais inéditas, registrando e difundindo a identidade sonora do grupo e ampliando seu alcance para o público digital.

Objetivos

Objetivo GeralPromover a democratização do acesso à música instrumental brasileira e fortalecer o ecossistema cultural da Chapada Diamantina por meio da circulação artístico-formativa do Grupo Instrumental do Capão, integrando criação autoral, formação de público e difusão cultural.Objetivos Específicos- Realizar 5 apresentações musicais gratuitas, uma em cada município participante- Oferecer 15 oficinas formativas gratuitas (3 por município)- Produzir e lançar 5 singles autorais, com distribuição em plataformas digitais- Alcançar diretamente mínimo de 600 beneficiários nas oficinas- Promover ações de formação de público e sensibilização musical- Fomentar o intercâmbio cultural entre artistas e comunidades locais- Estimular a economia criativa regional, envolvendo profissionais e serviços locais- Produzir registros audiovisuais das ações para difusão e memória do projeto

Justificativa

A realização do projeto por meio do Mecanismo de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91) é fundamental para viabilizar o acesso gratuito às atividades propostas, especialmente em territórios do interior como a Chapada Diamantina, que historicamente enfrentam limitações no acesso a bens e serviços culturais estruturados.A proposta se enquadra diretamente nos objetivos do Art. 1º da Lei Rouanet, ao promover o acesso democrático à cultura e estimular a produção e difusão de bens culturais, bem como nos princípios do Art. 3º, ao contribuir para:- a valorização da diversidade cultural brasileira- a formação e qualificação de agentes culturais- a democratização do acesso aos meios de produção e fruição cultural- o desenvolvimento da economia da culturaApesar de sua riqueza simbólica e criativa, a Chapada Diamantina ainda enfrenta desafios estruturais relacionados à circulação de produções autorais e à oferta contínua de formação artística. Nesse contexto, o Grupo Instrumental do Capão, com mais de 15 anos de atuação, consolida-se como agente estratégico na promoção da cultura regional, articulando criação, formação e difusão de forma continuada.O projeto responde de maneira objetiva a essas demandas ao:- ampliar o acesso gratuito à música instrumental- fortalecer a produção autoral no interior- gerar oportunidades formativas para jovens e músicos locais- dinamizar a cadeia produtiva cultural da regiãoAlém disso, ao integrar circulação, formação e lançamento de obras, a proposta gera impacto estruturante e legado, alinhando-se às diretrizes contemporâneas de políticas públicas culturais baseadas em descentralização, inclusão e sustentabilidade.Assim, o incentivo via Lei Rouanet não apenas viabiliza a execução do projeto, mas potencializa seu alcance e impacto, garantindo que a cultura chegue onde ela é mais necessária — e onde, muitas vezes, ela transforma mais profundamente.

Etapas

Pré-produção (3 meses)- Planejamento executivo e alinhamento da equipe- Articulação com municípios e parceiros locais- Definição de cronograma detalhado- Produção e lançamento dos singles (fase inicial)- Desenvolvimento do plano de comunicação- Abertura de inscrições para oficinasExecução (3 meses)- Circulação artística nos 5 municípios- Realização de 5 apresentações musicais- Realização de 15 oficinas formativas- Captação de registros audiovisuais- Ativação das ações de comunicação e mobilização de públicoPós-produção (2 meses)- Edição e organização dos registros audiovisuais- Finalização e distribuição dos singles- Sistematização de resultados e indicadores- Elaboração de relatórios e prestação de contas- Avaliação interna e documentação de memória do projeto

Estratégia de execução

O projeto se destaca por sua integração entre criação artística, formação e difusão, promovendo impacto estruturante no território.Diferenciais relevantes:Atuação consolidada do grupo no território há mais de 15 anosIntegração entre produção musical e ação formativaFoco em municípios do interior, contribuindo para descentralização culturalGeração de impacto direto na economia criativa localProdução de conteúdo com potencial de circulação ampliadaAlém disso, o projeto contribui para o fortalecimento de redes culturais regionais e para a valorização de práticas colaborativas, alinhando-se às diretrizes contemporâneas de políticas públicas culturais.Mais do que um circuito de apresentações, trata-se de uma ação continuada que ativa territórios, forma pessoas e deixa legado.

Especificação técnica

Shows:Duração média: 60 a 80 minutosFormato: grupo instrumental ao vivoNecessidades técnicas: sistema de som, microfonação, retorno e energia elétricaClassificação: livreOficinas:Duração: 2 a 3 horas cadaMetodologia: prática coletiva, escuta ativa e experimentaçãoCapacidade média: 20 a 40 participantes por oficinaMateriais: instrumentos musicais (dos participantes ou disponibilizados parcialmente), recursos básicos de apoio pedagógicoSingles:Quantidade: 5 faixas autoraisFormato: distribuição digital (streaming)OFICINASOficina de Linhas de Baixo e Groove em Métricas não usuaisObjetivos: Com esta proposta queremos envolver os (as) músicos (musicistas) locais em uma vivência de capacitação musical, especificamente no universo das métricas não usuais, por exemplo: compassos compostos e/ou aditivos. Também será uma forma de comunicação e intercâmbio dos (as) participantes da oficina com o repertório do GIC.Público e duração: A oficina tem como público alvo jovens e adultos com experiência musical. Terá uma duração de três horas onde se trabalhará, através da ludicidade, grooves, linhas de baixo, levadas, exercícios, células rítmicas, com o objetivo de capacitar os músicos em métricas não usuais.Limite de participantes:Terá um limite de 20 vagas.Ementa: É uma coletânea de grooves, levadas e linhas de baixo (arranjos autorais e versões). Ao vivenciar essas métricas pretendemos o intercâmbio dos (as) participantes com a linguagem musical do Grupo Instrumental do Capão e, principalmente, com a linguagem do repertório do grupo.Metodologia:Vivencial; experimentação lúdica de grooves, levadas e linhas de baixo.Recursos metodológicos:2 Caixas de som (entrada mínima para 4 instrumentos plugados; 4 entradas P10), instrumentos pessoais e/ou voz.Oficina de Percussão CorporalObjetivos: Com esta proposta queremos envolver os (as) músicos (musicistas) locais e o público em um percurso de formação, co-criação e apreciação musical instrumental que seja uma vivência musical integral, e agregar às tradições e percursos musicais locais as técnicas e percepções musicais próprias da música instrumental e especificamente do estilo do GIC.Público e duração: A oficina “Percussão Corporal”, tem como público alvo jovens e adultos com ou sem experiência musical. Terá uma duração de três horas onde se trabalhará, através da ludicidade, exercícios, células rítmicas, e jogos percussivos com o objetivo de estimular o potencial latente de cada ser de se desenvolver como artista.Limite de participantes:Terá um limite de 40 vagas.Ementa: É uma coletânea de exercícios (e arranjos) autorais e de referências de grupos (ou personalidades) como Keith Terry, Barbatuques, Taketina, e outros. Ao vivenciar esses arranjos percussivos pretendemos o intercâmbio dos participantes com a linguagem musical do Grupo Instrumental do Capão, possibilitando uma experimentação de elementos musicais contidos no repertório do grupo.Metodologia:Vivencial; experimentação lúdica de arranjos percussivos propostos e criados.Recursos metodológicos:Caixa de som, e corpo. Oficina Coletiva de Composição, Improvisação e ArranjoObjetivos: O encontro visa compartilhar técnicas e estratégias de composição, arranjo e improvisação coletiva, utilizando material do repertorio do Grupo Instrumental do Capão e/o materiais originais dos alunos.Por isso o trabalho será focado em aprender ferramentas sobre improvisação individual e coletiva , através de jogos e praticas lúdicas como a condução, composição instantânea, composição aleatória....., para, no final tocar uma ou mais musicas do repertorio do grupo instrumental e/ou compor trechos "novos" e praticar a improvisação tanto na área idiomática, que na improvisação livre/tímbrica/sensorial (free).O objetivo é agregar ferramentas para que os músicos locais integrem conceitos e práticas típicos da música instrumental ao repertório deles e assim se desenvolvam como multiplicadores de um estilo musical de qualidade e inovador.Limite de participantes:Terá um limite de 20 vagas. (em caso de Filarmônica, atenderemos todos (as) músicos (musicistas)).Ementa: É uma coletânea de exercícios (e arranjos) autorais e de referências de grupos (ou personalidades) como Keith Terry, Barbatuques, Taketina, e outros. Ao vivenciar esses arranjos percussivos pretendemos o intercâmbio dos participantes com a linguagem musical do Grupo Instrumental do Capão, possibilitando uma experimentação de elementos musicais contidos no repertório do grupo.Metodologia:1-Em roda será feito o uso de jogos e dinâmicas de grupo, onde os músicos começarão a ter contato com os elementos da música de forma lúdica e espontânea. Este momento visa aproximar os músicos envolvidos aos assuntos básicos da música, e à prática musical coletiva consciente e a criar um ambiente de criação distenso e informal;2-O GIC mostrará uns trechos das músicas do repertório para recriar estratégias e jogos de composição e arranjo coletivo; se for preciso, neste momento, se realizará uma divisão do grupo por famílias (ritmo, harmonia e melodia), e serão feitas as propostas e argumentações por parte dos professores, fomentando a criatividade individual e coletiva3-Montagem final, ensaios, mostra e avaliação dos trabalhos realizados. Neste momento o grupo dará significado aos trabalhos tocando e vislumbrando na prática o que foi trabalhado durante a oficina, e esta oportunidade servirá também como ensaio geral para uma eventual apresentação na noite com o GIC.Recursos metodológicos:Instrumento pessoal (pode ser vocal) e estantes de partitura.

Ficha técnica

Proponente / Direção Geral Responsável pela concepção, coordenação geral, articulação institucional e acompanhamento de todas as etapas do projeto.Grupo Instrumental do Capão (Núcleo Artístico) Coletivo com mais de 15 anos de atuação na Chapada Diamantina, dedicado à criação e difusão da música instrumental brasileira. Atua em shows, processos formativos e projetos culturais, consolidando-se como referência regional.Funções principais:- Produção geral- Direção musical- Execução das apresentações- Condução das oficinas formativasEquipe Técnica:- Produção Executiva: planejamento e execução operacional- Produção Local: articulação territorial em cada município- Técnico de Som: operação e qualidade sonora- Comunicação: gestão de redes, design e assessoria- Audiovisual: registro e documentaçãoSíntese: O grupo acumula quase duas décadas de atuação contínua, com participação em festivais, projetos culturais, ações formativas e circulação regional, destacando-se pela integração entre criação artística e impacto social.Equipe principal:Ari Vinicius – Flauta, berimbau de boca, pandeiro, berimbau e efeitosTiago Gusmão – Violão, Sanfona, kalimba, e flauta chinesaStefano Cortese – Piano e pandeiro italiano; Diretor MusicalJoão Weber – Baixo; ProdutorKiko Dorea – Bateria; Assistente de ProduçãoMaria Begoña - Assistente de ProduçãoFelippe Gonçalves - Registro fotográfico Arian Pinho - Técnico de SomAna Belém - Produtora ExecutivaMarcelo Nishimori - Roadie

Acessibilidade

O projeto incorpora a acessibilidade como princípio transversal, contemplando dimensões físicas, comunicacionais e atitudinais, de forma integrada:Acessibilidade Física:- As atividades serão realizadas em espaços com condições adequadas de circulação, incluindo - sempre que possível - acesso por rampas, áreas reservadas para pessoas com mobilidade reduzida, banheiros acessíveis (quando disponíveis nos equipamentos culturais parceiros) e organização espacial que favoreça a permanência segura e confortável de todos os públicos.Acessibilidade de Conteúdo:- Disponibilização de mediação cultural acessível, com linguagem clara e inclusiva- Uso de comunicação não discriminatória e acessível em todos os materiais- Produção de conteúdos digitais com legendas descritivas- Estratégias de escuta ativa e adaptação pedagógica nas oficinas, respeitando diferentes ritmos e formas de aprendizagemAcessibilidade Atitudinal:- A equipe será orientada para atuação com base em princípios de inclusão, respeito à diversidade e comunicação empática, garantindo um ambiente acolhedor e acessível para todos os públicos.

Democratização

O projeto adota como princípio a gratuidade integral de todas as atividades, garantindo acesso amplo e irrestrito à população dos municípios contemplados.A democratização de acesso será realizada por meio de:- 5 apresentações musicais gratuitas, em espaços públicos ou de fácil acesso- 15 oficinas formativas gratuitas, com vagas abertas à comunidade- Distribuição dos singles autorais em plataformas digitais, com acesso livre- Realização de ações de mobilização comunitária com apoio de instituições locais- Divulgação por meios digitais e físicos, alcançando públicos diversos, inclusive fora dos circuitos culturais tradicionaisMedidas ampliadas de acesso:- Realização de momentos abertos de interação artística durante as oficinas- Registro audiovisual das atividades com posterior disponibilização online- Transmissão online dos principais produtos envolvidos do projeto- Estímulo à participação de jovens, estudantes e artistas locais- Parcerias com escolas, coletivos e espaços culturais- A proposta prioriza territórios do interior, contribuindo diretamente para a descentralização das políticas culturais e para a ampliação do acesso à produção artística contemporânea.