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Tesouro Musical de Igatu

Início: 01/03/2027Término: 30/07/2027Aceite: 29/04/2026

Resumo

O projeto Tesouro Musical de Igatu é resultado do resgate do repertório de música instrumental da filarmônica Lyra Wanderley, da Vila de Igatu, extinta há quase um século. O projeto propõe apresentações musicais de um conjunto de partituras centenárias que foram restauradas, em cinco municípios do território, acompanhadas de oficinas musicais e gravação de áudio e vídeo do concerto em Igatu, na Igreja do padroeiro São Sebastião, importante espaço cultural e histórico da Chapada Diamantina.

Sinopse

O espetáculo Tesouro Musical de Igatu é a etapa de difusão e circulação do acervo recuperado pelo projeto Arqueologia Musical de Igatu, após décadas de esquecimento. O repertório é constituído por músicas instrumentais centenárias da antiga Philarmônica Lyra Wanderley de Igatu, cujas partituras foram localizadas e editadas, a partir de 9 maços de documentos históricos, digitalizados em 655 páginas. O concerto apresenta 7 obras editadas que revelam a conexão da Vila de Igatu com a cultura musical brasileira do final do século XIX: as marchas Paris ao Longe, Elpídio Januário e Agrippino Batista; os dobrados Evilásio Cássia e Cazuza; a polaca Miná e o bolero Carmito Reis. A Classificação Indicativa é Livre (Público Geral).Produtos Secundários: Oficinas, Gravação e Repositório Digital- Oficinas: Ciclo de qualificação técnica para jovens, focado na prática de conjunto e na interpretação do repertório histórico da Lyra Wanderley.- Gravação e Repositório: Registro fonográfico e audiovisual das 7 obras com duração de até 40min.- Repositório: Disponibilização das partituras na web para acesso público e gratuito.

Objetivos

Objetivo Geral:Difundir, registrar e transmitir o repertório centenário da antiga Lyra Wanderley de Igatu por meio de apresentações musicais de uma banda mista, formada por professores e músicos da região, em 5 municípios da Chapada Diamantina, além da gravação de 7 obras criadas por compositores de Igatu, e realização de oficinas de qualificação musical ministradas por 10 professores instrumentistas, garantindo a perpetuação e salvaguarda do patrimônio imaterial, a formação de novos agentes culturais e a democratização do acesso à música de matriz tradicional produzida por compositores antigos da Vila de Igatu.Objetivos Específicos:Considerando os produtos que serão oferecidos à população, em consonância com os critérios de seleção e classificação estabelecidos no edital, temos em nossa proposta os seguintes objetivos específicos e mensuráveis, com seus respectivos enquadramentos: 11.2.2.- Acesso gratuito à todas as apresentações musicais, oficinas e produtos gerados pelo projeto.- Participação plena de pessoas com deficiência em todas as apresentações musicais e oficinas, através da escolha de espaços com acessibilidade arquitetônica (rampas e banheiros adaptados).- Criação de um repositório digital aberto para que todos os interessados possam acessar às sete partituras centenárias gratuitamente.- Divulgação das 7 partituras centenárias e recentemente resgatadas, da antiga Lyra Wanderley de Igatu, através da realização das primeiras apresentações musicais após um século de esquecimento, sendo elas: Evilasio Cassia (dobrado), Carmito Reis (bolero), Paris ao Longe (marcha), Elpídio Januário (marcha), Miná (polaca), Cazuza (dobrado), Agrippino Batista (marcha).- Realização da primeira gravação em áudio e vídeo das 7 partituras centenárias da antiga Lyra Wanderley de Igatu e disponibilização gratuita em plataformas virtuais.- Realização de oficinas gratuitas de qualificação musical, baseadas na prática do repertório centenário da Lyra Wanderley, unindo a divulgação musical do patrimônio imaterial (partituras) com a formação de novos músicos, ministradas por 10 professores convidados, especialistas nas seguintes áreas: saxofone, flauta, clarinete, trompete, trompa, trombone, bombardino, tuba, percussão e regência. 11.2.3. - Promoção do protagonismo, cidadania e diversidade cultural através de uma equipe diversa, composta por no mínimo 50% de mulheres, pessoas negras, quilombolas, pessoas do segmento LGBTQIA+, e outros grupos minorizados, deixando claro que Igatu é uma vila de passado garimpeiro, resiliente ao grande abandono ocorrido com a decadência do ciclo diamantino, cuja população remanescente é predominantemente de descendentes de mineradores e pessoas escravizadas.11.2.4. - Promoção da diversidade do público beneficiário através da oferta de oficinas de qualificação musical para o público da região de Andaraí e Vila de Igatu, em sua grande maioria composto por pessoas negras e em situação de vulnerabilidade social, observando as especificidades territoriais, raciais, étnicas, culturais, de gênero e geracionais.11.2.5. - Valorização da cultura musical tradicional da Chapada Diamantina, através das apresentações musicais e gravação do repertório instrumental de 7 partituras centenárias, criadas por músicos de Igatu.- Inclusão nas apresentações musicais de uma parte didática para o público, realizada por professores estudiosos da cultura musical brasileira, que informarão o público sobre a importância histórica e estética do repertório apresentado.11.2.6. - Valorização dos conhecimentos, modos de fazer, celebrações e festividades de Igatu, através da realização de apresentações musicais com uma banda de música mista, formada por professores e músicos da região, tocando um repertório instrumental centenário criado por músicos de Igatu, intimamente ligado à cultura das bandas filarmônicas da Chapada Diamantina, parte importantíssima de uma série de rituais, celebrações e festividades tradicionais da comunidade, tanto religiosas quanto profanas. 11.2.7. - Realização de todas as ações musicais com sustentabilidade, respeito ao meio ambiente e à cultura local, com as apresentações musicais e oficinas executadas de forma inteiramente acústica, sem amplificação, com repertório e recursos didáticos inteiramente vinculados ao ambiente e cultura musical local.- Revitalizacão dos espaços públicos, com a ocupação de coretos, praças, igrejas, de Andaraí (Vila de Igatu), Lençóis, Palmeiras, Mucugê e Ibicoara, por meio de ações musicais inteiramente vinculadas à cultura local.- Realização da gravação das 7 músicas na Igreja de São Sebastião, importante espaço cultural e histórico da Vila de Igatu, de forma inteiramente acústica.- Realização das oficinas musicais na Vila de Igatu, na Galeria Arte & Memória, espaço cultural, artístico e museológico integrado com a natureza.11.2.8. - Promoção de todas as ações musicais de forma alinhada com a geração de emprego decente, criatividade e inovação, auxiliando na promoção do turismo sustentável nos municípios alcançados pelo projeto, todos eles situados em uma região turística de grande importância para a Bahia, gerando empregos e promoção da cultura e produtos locais, promovendo, fortalecendo, protegendo e salvaguardando o patrimônio imaterial de Igatu, representado pelo repertório centenário de peças musicais criadas por compositores da comunidade.11.2.9. - Realização das apresentações musicais com uma banda formada por professores e músicos da região em 5 municípios da Chapada Diamantina, a saber: Lençóis, Mucugê, Ibicoara, Palmeiras e Vila de Igatu (Andaraí).

Justificativa

As bandas filarmônicas representam, historicamente, importantes polos de ensino e difusão musical. Na Vila de Igatu, a antiga Lyra Wanderley não era apenas um grupo musical, mas um pilar da identidade comunitária e da memória coletiva local. A divulgação desse repertório de partituras centenárias através de um projeto de apresentações musicais e gravações, que une a expertise de professores de instrumento com músicos da região, promove um impacto direto na consolidação da identidade cultural regional e na formação de novos agentes. A realização de oficinas para jovens proporcionará um intercâmbio entre músicos da região e músicos profissionais com carreiras consolidadas, promovendo a troca de saberes e vivências em torno de uma cultura musical tradicional na Chapada Diamantina. Além disso, a ocupação de espaços históricos, como a Igreja de São Sebastião, revitalizará o patrimônio material, estimulando o turismo cultural sustentável, transformando a memória em um vetor de desenvolvimento econômico local. A realização das apresentações musicais e gravações de 7 obras centenárias inéditas amplia a disseminação deste acervo, rompendo as barreiras geográficas da Chapada Diamantina. Ao criarmos um registro digital das composições possibilitamos que este patrimônio possa ser acessado, estudado e apreciado por diferentes grupos sociais e pesquisadores. Esse é justamente o caso das 7 músicas que serão gravadas, todas instrumentais na sua escrita e tradição musical, próximas ao universo popular e ancestral de sua comunidade. Outro fato que justifica a realização da presente proposta é a necessidade de continuidade das ações musicais iniciadas pelo projeto Arqueologia Musical de Igatu, levando ao público da região um repertório de partituras centenárias, um Tesouro Musical de Igatu, patrimônio imaterial que foi criado por compositores locais, fortalecendo um núcleo musical na região.Considerando ainda a importância do alinhamento do projeto ao Art. 1º da Lei 8313/91, o projeto Tesouro Musical de Igatu se enquadrará especificamente nos seus incisos I, II, III, IV, V, VI, VIII, IX das seguintes maneiras:I - Facilitará o livre acesso à uma importante fonte cultural, representada por um conjunto de composições musicais instrumentais centenárias, que ficaram perdidas e esquecidas por décadas, permitindo ainda o pleno exercício dos direitos culturais pela própria comunidade de Igatu, que tomará parte em todas as ações do projeto, reincorporando nas suas atividades cotidianas um repertório com grande valor cultural e identitário.II - Promoverá e estimulará a regionalização da produção cultural e artística brasileira, trazendo ao público um produto cultural gerado na Vila de Igatu, valorizando compositores locais e produtos culturais que se encontravam esquecidos, e capacitando recursos humanos locais através de oficinas de formação. III - Irá apoiar, valorizar e difundir um repertório musical centenário que é parte importantíssima do conjunto de manifestações culturais de Igatu, além disso trará ao público o conhecimento sobre o grupo de criadores desse repertório e a importância de suas contribuições para a cultura e identidade da região. IV - Protegerá uma expressão cultural importantíssima na formação da sociedade brasileira, representada pela tradição das bandas de música, presentes em todo o território nacional desde o século XIX, sendo parte indispensável do pluralismo da cultura nacional.V - Irá salvaguardar a sobrevivência e o florescimento de um conjunto de partituras musicais centenárias criadas por músicos de Igatu, intimamente conectadas com os modos de fazer e viver da sociedade brasileira.VI - Irá difundir e preservar um conjunto de composições musicais centenárias, que se constituem em um bem material (manuscritos em papel) e imaterial (criação musical) de valor inestimável, parte importante do patrimônio cultural e histórico brasileiro.VIII - Estimulará a produção e difusão de um bem cultural de valor universal, considerando que as bandas de música são um fenômeno global, presentes em todos os continentes, e que se constituem em formadoras e informadoras de conhecimento, cultura e memória, principalmente no caso do Brasil, em que as bandas de música, com seus repertórios situados em um âmbito ao mesmo tempo erudito e popular, representado por valsas, boleros, marchas e dobrados, se tornaram os principais difusores de conhecimentos musicais nas cidades do interior, desde o século XIX até os dias atuais.IX - Priorizará um conjunto de composições musicais centenárias que se constituem em produto cultural inteiramente originário do Brasil, criado por compositores brasileiros da Vila de Igatu, representantes da cultura e identidade de sua região.

Etapas

1. PRÉ-PRODUÇÃO (Duração: 2 meses)- Contratação e Gestão: Formalização da equipe técnica; - Logística de Território: Agendamento e reserva dos espaços para concertos e oficinas nos 5 municípios da Chapada (Lençóis, Mucugê, Andaraí, Palmeiras e Ibicoara).- Preparação Artística: Ensaios do grupo musical para o repertório centenário da Lyra Wanderley e preparação dos materiais didáticos para as oficinas.- Desenvolvimento de ID Visual - Início da divulgação do projeto 2. PRODUÇÃO (Duração: 1 mês)- Circuito de Apresentações (10 dias);- Ciclo de Formação: Execução das oficinas de qualificação musical para jovens da região, integradas ao período de permanência no território.- Gravação em áudio e vídeo das 7 obras inéditas de forma acústica em espaço histórico na Vila de Igatu.- Registro e publicação de pílulas de vídeo nas redes sociais sobre o andamento do circuito e curiosidades das obras.3. PÓS-PRODUÇÃO (Duração: 2 meses)- Edição, mixagem e masterização do áudio, além da edição final dos vídeos com legenda descritiva e audiodescrição.- Divulgação dos resultados online e publicação nos canais de streaming- Clipping - Elaboração do relatório de resultados e prestação de contas

Especificação técnica

Apresentações Musicais (Circulação)- Duração: 60 minutos por concerto.- Repertório: Paris ao Longe, Evilásio Cassia, Elpidio Januário, Miná, Carmito Reis, Cazuza e Agrippino Batista.- Locais: 5 municípios da Chapada (Andaraí/Igatu, Lençóis, Palmeiras, Mucugê e Ibicoara).Registro Fonográfico e Audiovisual- Conteúdo: 7 faixas de áudio e vídeo - Acessibilidade: Inclusão de legendas e audiodescriçãoOficinas de Qualificação Musical - Carga Horária: 40 horas totais de formação intensiva.- Público-alvo: Atendimento direto a 40 jovens das comunidades de Igatu e Andaraí, mantendo o alcance social estabelecido na fase de recuperação do acervo.- Metodologia e Continuidade: O projeto pedagógico é uma progressão técnica do trabalho iniciado na Arqueologia Musical de Igatu. O conteúdo avança no ensino musical e prática de conjunto, utilizando as partituras editadas de compositores locais como material didático principal.Intersetorialidade: Inclui noções de preservação e manutenção de instrumentos de sopro, fortalecendo a autonomia dos músicos locais.

Ficha técnica

Coordenação Artística e Geral: Marcos Zacariades é um artista baiano, nascido em Salvador, que vive e trabalha em Igatu, na Chapada Diamantina. Graduado pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia, Marcos desenvolve seu trabalho a partir da observação social e da pesquisa antropológica dos lugares por onde transita e interage.Seu trabalho aborda a relação do homem com a natureza e seus arquétipos pessoais, interagindo no cenário social onde as relações de poder, a memória coletiva e as questões universais são temas recorrentes em suas obras. A utilização de materiais naturais e elementos de uso cotidiano estão sempre presentes na concepção e na construção de instalações e assemblagens. Restos de madeiras de lei, proveniente da derrubada e da queimada de florestas na região onde vive, são a base das suas esculturas e objetos. Suas videoinstalações trazem imagens e ingredientes que atestam o caráter social do seu trabalho. Marcos participou de diversas exposições, entre elas a XVI Bienal de São Paulo, premiado pela Taipei Artist Village com uma residência artística em Taiwan, 2007 e pela Rockefeller Foundation com uma residência artística no Bellagio Center – Itália, em 2013.João Liberato - É Professor do Departamento de Graduação em Música da Universidade Federal de Sergipe. É Doutor em música pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e pela Lund University/Malmö Academy of Music, na Suécia, onde foi bolsista da CAPES. Possui também Mestrado e Bacharelado em Flauta Transversal pela UFBA. Desenvolve um intenso trabalho artístico com apresentações no Brasil, Suécia e Áustria. Ocupou o cargo de Primeiro Flautista da Orquestra Sinfônica do Estado de Sergipe e foi Professor do Conservatório de Música do mesmo estado. Entre suas premiações, destacam-se: Prêmio Melhor Intérprete de Música Brasileira no I Concurso Norte/Nordeste de Música de Câmara; Primeiro Prêmio no Concurso Estadual Flauta no Barroco e Finalista do I Concurso Nacional Nelson Freire para jovens solistasLucas Robatto - É Professor da Universidade Federal da Bahia e flautista principal da Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA). Realizou sua graduação e mestrado na Escola Superior de Música de Karlsruhe, na Alemanha, e Doutorado na Universidade de Washington, em Seattle (EUA). Foi bolsista de instituições renomadas como DAAD, Fundação Vitae e CAPES. Já realizou apresentações no Brasil, Itália, Alemanha, Suíça, Argentina, Estados Unidos e Canadá. Atuou em diversas orquestras, como a OSESP e a Bach Akademie-Stuttgart. Recebeu importantes prêmios nacionais e internacionais, incluindo: Concurso Eldorado; Concurso de Música de Câmara Santa Marcelina - SP; Concurso Internacional de Música de Câmara de Buenos Aires; Concerto Competition da Universidade de Washington e Prêmio BRASKEM Arte e Cultura - Bahia.2 dos 10 professores: Leandro Oliveira - É formado em Flauta Transversal pela Universidade Estadual Paulista (UNESP). Atuou como flautista principal da Orquestra Sinfônica Heliópolis. Já se apresentou como solista em palcos importantes como a Sala São Paulo e o MASP. Com uma carreira versátil, realizou turnês internacionais com a Orquestra Heliópolis e com o grupo de choro ‘Dois por Quatro’, apresentando-se em países como Alemanha, Holanda, Inglaterra, França e Rússia. Já se apresentou com importantes orquestras brasileiras, como a Filarmônica de Goiás e a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. Foi vencedor de importantes concursos nacionais em diferentes gêneros musicais: Concurso de Interpretação de Música Brasileira (2009); Concurso Nacional de Jovens Flautistas da ABRAF (2010) e Prêmio Nabor Pires Camargo (Choro) em 2013 e 2017.Rafael Dias - É Doutorando em Performance Musical na Universidade Federal da Bahia (UFBA), onde também realizou sua graduação e mestrado em Flauta Transversal. Sua pesquisa acadêmica explora as tensões na relação entre compositor e performer. Entre 2012 e 2016, atuou como flautista e professor no NEOJIBA (Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia). Em 2017, foi o vencedor do Concurso Horst Schwebel para Jovens Solistas da UFBA. Além de integrar o Quarteto de Flautas da Bahia, é membro fundador do grupo Troca Interativa, onde atua como performer e compositor. É flautista da Orquestra Filarmônica da Bahia.ProdutoraGabrielle Guido - Produtora cultural graduada em Produção em Comunicação e Cultura pela UFBA e mestranda em Economia e Política da Cultura e Indústrias Criativas pela UFRGS/Itaú Cultural. Atua desde 2017 na produção executiva de shows e espetáculos, com experiência em diferentes formatos de montagem e turnês no Teatro Castro Alves e na Orquestra Sinfônica da Bahia. Trabalhou na assistência artística do Festival de Verão 2020 e na logística de transmissão do BandFolia entre 2017 e 2020. Foi responsável pela análise técnica de projetos nos Editais Setoriais da SECULT-BA (2019), parecerista nos editais de artesanato do Sistema de Incentivo à Cultura de Recife (2023) e professora dos cursos de Agente Cultural e Produção Cultural no projeto Educar para Trabalhar (SENAC, 2021). Também atuou como correspondente da Agência Mural (2020–2021) e assistente de produção do Club Renaissance Salvador, prestando suporte direto à equipe de Beyoncé (2023). É cofundadora da Teia! e da Entre Becos, plataforma de comunicação que realiza reportagens com foco nas periferias de Salvador. Em 2024, foi Coordenadora de Projetos da Economia da Cultura na SECULT Salvador e atualmente é Assessora de Projetos na IDW COMPANY.Outras ContrataçõesAs demais contratações para os cargos de Logística Territorial, Acessibilidade (Libras e Audiodescrição) e Comunicação serão realizadas visando o cumprimento integral dos critérios de pontuação do Edital nº 01/2026. O projeto assegura que, no mínimo, 50% dos membros da equipe principal serão compostos por perfis de diversidade (mulheres, pessoas negras ou indígenas, pessoas com deficiência, idosos ou pessoas LGBTQIAP+). Além disso, priorizaremos a contratação de profissionais locais da Chapada Diamantina, visando o fortalecimento da economia da cultura regional e o atendimento ao critério 11.2.9 do certame.

Acessibilidade

As ações presenciais (apresentações e oficinas) serão planejadas para garantir a autonomia e segurança de pessoas com mobilidade reduzida ou deficiência física, conforme os seguintes critérios:- As apresentações em todos os municípios priorizam locais que já possuam rampas de acesso e banheiros adaptados.- Caso o espaço histórico apresente barreiras arquitetônicas, o projeto prevê o uso de rampas portáteis e sinalização adequada para garantir o ingresso de todos.- Haverá reserva de assentos e espaços sinalizados voltados para atendimento preferencial em todas as apresentações musicais.E quanto ao acesso de conteúdo o projeto realizará: - Audiodescrição Digital: Os vídeos das 7 obras gravadas e disponibilizados no repositório digital contarão com recurso de audiodescrição para o público com deficiência visual.- Material em Braille e Fonte Ampliada: Serão produzidos programas das apresentações em Braille e em fonte ampliada para distribuição gratuita ao público presente.- Legenda Descritiva: Todos os registros em vídeo e peças de divulgação digital terão legendas descritivas para pessoas com deficiência auditiva.

Democratização

O projeto Tesouro Musical de Igatu assegura a gratuidade total de todas as suas ações, não havendo cobrança de ingressos ou taxas de inscrição. A distribuição dos produtos culturais será realizada da seguinte forma:- 100% dos ingressos para os concertos nos 5 municípios (Lençóis, Mucugê, Andaraí, Palmeiras e Ibicoara) serão distribuídos gratuitamente ao público local.- Criação de um repositório online de acesso livre para download das 7 partituras centenárias da Lyra Wanderley, permitindo que músicos, pesquisadores e filarmônicas de todo o país utilizem o material.- As 7 obras gravadas em áudio e vídeo serão disponibilizadas gratuitamente em plataformas de streaming musical e de vídeo, garantindo que o patrimônio de Igatu rompa barreiras geográficas.E, para maximizar o impacto social e a participação da comunidade, o projeto adotará também uma oficina de qualificação de forma gratuita para jovens locais, unindo o ensino técnico instrumental à preservação da memória musical do território; e realizará a divulgação de pílulas de vídeo com trechos das oficinas e dos concertos nas redes sociais do projeto, acompanhadas de explicações didáticas sobre a história das composições.