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Festival Rolling Rock´n Vale

Início: 01/03/2027Término: 31/08/2027Aceite: 29/04/2026

Resumo

Realizar a IV edição do Rolling Rock’n Vale, um festival musical independente idealizado por um coletivo de mulheres produtoras que celebra as manifestações culturais urbanas do interior da Bahia, promovendo 2 dias de atrações musicais, com 6 shows com bandas locais e regionais, VJs, intervenções artísticas de rua (grafite) e oficinas, no coração da Vila do Capão, no município de Palmeiras/BA, na Chapada Diamantina.

Sinopse

O Rolling Rock’n Vale é um festival musical independente, gratuito e de caráter contra-hegemônico, idealizado e executado por um coletivo de mulheres produtoras. Em sua quarta edição, o evento consolida-se como uma das principais manifestações culturais urbanas do interior da Bahia, especificamente no coração da Vila do Capão, distrito de Palmeiras, na região da Chapada Diamantina. A seguir, destacam-se as principais realizações e impactos do projeto:1. Programação Multicultural e Articulação de Linguagens ArtísticasO festival promove dois dias de programação intensa, integrando:- 6 shows musicais com bandas locais e regionais, com ênfase no rock e seus desdobramentos estéticos e contestatórios;- Atuação de VJs, valorizando a cultura audiovisual e a música eletrônica aplicada à cena ao vivo;- Intervenções artísticas de rua (grafite), ocupando os muros e espaços públicos da Vila do Capão com arte urbana;- Oficinas formativas, com destaque para uma oficina de grafite voltada exclusivamente para mulheres, promovendo equidade de gênero em um campo historicamente desigual.2. Democratização do Acesso à CulturaToda a programação é gratuita, aberta e acessível à comunidade local e aos visitantes. O festival reafirma o direito à fruição cultural em espaços públicos, rompendo barreiras econômicas e geográficas, e levando diversidade artística a uma região onde o acesso a programações culturais de qualidade é historicamente limitado.3. Fortalecimento da Cultura de Rua e da Liberdade de ExpressãoAo ocupar as ruas da Vila do Capão com rock, grafite e VJing, o Rolling Rock’n Vale resgata e valoriza a essência das culturas de rua — expressões associadas à liberdade, à contestação, à diversidade e à produção artística independente. O festival atua como um agente de resistência cultural fora dos circuitos comerciais e institucionais tradicionais.4. Incentivo à Cena Musical Independente e LocalO projeto prioriza bandas locais e regionais, criando um palco profissional e visibilidade para artistas que muitas vezes não têm acesso a grandes festivais. Isso estimula a continuidade da produção artística na região e fortalece a economia criativa local.5. Dinamização da Economia Local e do Turismo CulturalA realização do festival no Vale do Capão movimenta o comércio local (alimentação, hospedagem, transporte, artesanato), gera circulação de pessoas e impulsiona o turismo cultural na Chapada Diamantina. O evento já está inserido no calendário cultural do município de Palmeiras, contribuindo para a descentralização do turismo na Bahia.6. Protagonismo Feminino na Produção CulturalO coletivo de mulheres produtoras que idealiza e realiza o festival representa uma ruptura com a histórica masculinização da produção de eventos de rock e cultura de rua. A oficina de grafite para mulheres amplia esse protagonismo, formando novas artistas e ocupando espaços simbólicos e físicos antes negados.7. Sustentabilidade, Acessibilidade e Compromisso SocialO projeto explicita seu compromisso com a sustentabilidade (embora não detalhe ações ambientais no texto, o contexto de ocupação responsável do espaço público é implícito), a acessibilidade (programação gratuita e aberta) e a diversidade (recorte de gênero, regionalidade e liberdade artística). Contribui assim para o desenvolvimento cultural, econômico, ambiental e social da Chapada Diamantina.8. Consolidação Institucional e Busca por Mecenato via Lei RouanetO Rolling Rock’n Vale já é um evento consolidado em sua 4ª edição, com potencial de continuidade e reconhecimento local. Contudo, o texto aponta que o apoio municipal é insuficiente para seu crescimento. Por isso, o projeto busca incentivo por meio da Lei Rouanet (Ministério da Cultura), visando ampliar seu alcance, melhorar sua infraestrutura, dar maior visibilidade aos artistas e garantir a sustentabilidade financeira do festival. Essa busca por mecenato no interior da Bahia evidencia a dificuldade de acesso a políticas públicas culturais em regiões periféricas e reforça o papel democratizante da lei federal.9. Impacto a Médio Prazo e Vocação de Referência RegionalO festival projeta-se como futura referência do cenário musical da Chapada Diamantina, atuando como polo irradiador de cultura independente, formação artística e mobilização comunitária. A continuidade do evento fortalece a identidade cultural do Vale do Capão e promove a autoestima da população local.Em síntese, o Rolling Rock’n Vale – IV Edição é muito mais que um festival de rock. É uma ação estruturante de cultura de rua, um dispositivo de equidade de gênero, um motor de economia criativa e um exercício prático de democratização cultural no interior da Bahia. Ao unir música, grafite, VJing e formação artística, o projeto ocupa o espaço público com arte, política e afeto, reivindicando o direito à cidade e à expressão para grupos historicamente marginalizados. A busca pela Lei Rouanet evidencia a maturidade do coletivo produtor e a necessidade de políticas de incentivo que alcancem territórios fora dos grandes centros urbanos.

Objetivos

Objetivo Geral:Promover a quarta edição do Festival Rolling Rock'n Vale, um evento gratuito e acessível com 2 dias de apresentações musicais, VJs, oficinas, intervenções artísticas de rua (grafite) a ser realizado na praça central da Vila do Capão (Palmeiras/BA).Objetivo Específico:Ampliar o protagonismo feminino na produção cultural, por meio da realização do evento Rolling rock´n Vale, idealizado, planejado e executado por mulheres;*Promover a apresentação de bandas locais e independentes, ampliando sua visibilidade e fortalecendo a cena musical da Chapada Diamantina;*Democratizar o acesso à cultura, oferecendo programação gratuita, com acessibilidade e aberta ao público;*Estimular o uso de equipamento cultural público como ambientes de convivência, expressão artística e cultura de rua;*Fortalecer o senso de pertencimento e identidade das minorias por meio da música e de experiências coletivas;*Promover a integração entre artistas, moradores e visitantes, incentivando trocas culturais e redes de colaboraça~o;*Realizar ação formativa por meio da oficina de grafite, incentivando a participação feminina;*Realizar intervenção artística coletiva, fruto do aprendizado adquirido durante a oficina de grafite para mulheres;*Fortalecer a consolidação do festival como evento cultural recorrente no território, com potencial de crescimento e continuidade anual;*Estimular o fluxo de público em período de demanda com intermediária intensidade turística, por meio da realização do evento, contribuindo para a impulsionamento da economia local e o fortalecimento de serviços como turismo, assim como do comércio e alimentação (acessado por moradores e turistas);*Promover a sustentabilidade a partir de ações ambientais junto ao Recicla Capão e brigada voluntaria do Vale do Capão, assim como, plantio de mudas nativas, campanhas ambientais nas redes sociais e durante o evento.

Justificativa

O rock, o VJing e o grafite são expressões culturais, historicamente associado à liberdade de expressão, à contestação e à diversidade. Suas origens e desdobramentos dialogam diretamente com práticas de cultura de rua, ao ocupar espaços públicos e dar voz a manifestações artísticas independentes e contra-hegemônicas. Incentivando a livre expressão, a circulação de artistas independentes e a construção de espaços de convivência e troca fora dos circuitos culturais tradicionais.Apesar de sua relevância, iniciativas voltadas a esse segmento ainda são pouco presentes em regiões do interior, como a Chapada Diamantina, onde o acesso a programações culturais diversificadas pode ser limitado. O Rolling Rock’n Vale surge, portanto, como uma ação de fortalecimento da cultura de rua no território, promovendo a ocupação qualificada de espaços públicos por meio da música e criando oportunidades para que artistas locais apresentem seus trabalhos em diálogo direto com a comunidade.Além disso, o projeto contribui para a democratização do acesso à cultura, ao oferecer uma programação gratuita, acessível e aberta, tanto para moradores quanto para visitantes, fortalecendo o direito à fruição cultural em espaços públicos.A realização do festival no Vale do Capão também promove a dinamização da economia local, estimulando o comércio, a circulação de pessoas e o turismo.Outro aspecto relevante é a valorização da cena musical independente, incentivando a continuidade da produção artística local e ampliando sua visibilidade.O projeto também incorpora ações formativas, como a oficina de grafite para mulheres, ampliando seu impacto ao promover a equidade de gênero e incentivar a participação feminina na cultura de rua, historicamente marcada por desigualdades.A proposta apresenta viabilidade técnica e por ser a 4° edição já tem potencial consolidado de continuidade, - considerando que ele esta´ inserido no calendário cultural de Palmeiras - e, a médio prazo, como referência no cenário musical da Chapada Diamantina.Considerando que o apoio municipal é insuficiente para o crescimento do festival, buscamos o apoio da lei de incentivo através da Rouanet no interior, para ampliar alcance das ações e dar mais visibilidade ao festival. Assim, o projeto reafirma seu compromisso com a promoção da cultura, a valorização do território e o incentivo à produção artística independente, a sustentabilidade, acessibilidade e diversidade, contribuindo para o desenvolvimento cultural, econômico, ambiental e social da região.

Etapas

ETAPAS1. Pré-produção - Duração: 3 meses *Planejamento geral do projeto (Início 5 meses antes do evento)*Contratação de bandas e acordos e contratações de equipe (a partir de 4 meses antes do evento) *Definição de fornecedores - som, luz, palco, transporte, hospedagem, etc. (a partir de 4 meses antes) *Início da divulgação (a partir de 3 meses antes do evento)*Organização da oficina (a partir de 3 meses antes do evento)*Articulação com comunidade local (a partir de 5 meses antes do evento)2. Produção - Duração: 2 meses (Início 2 meses antes do evento)*Intensificação da divulgação (a partir de 2 meses antes do evento)*Confirmação logística - transporte, hospedagem, som, palco, luz, etc. (a partir de 1 mês antes do evento) *Montagem de estrutura (dia anterior ao evento)*Organização do espaço (dia anterior ao evento)Festival (2 dias de evento)Dia 1:*Realização de oficina (tarde) *Apresentações musicais (noite)Dia 2:*Realização de oficina (tarde) *Apresentações musicais (noite)3. Pós-produção - Duração: 1 mês (Início a partir do dia seguinte do evento) *Desmontagem (dia seguinte do evento) *Pagamentos finais (até 15 dias após o evento) *Registro e documentação (até 1 mês após o evento) *Prestação de contas (até 1 mês após o evento)

Estratégia de execução

LINKS:https://chapadanews.com.br/2024/07/05/sequencia-de-shows-comemora-o-dia-do-rock-no-vale-do-capao/https://drive.google.com/drive/folders/1zcKBTvp063PBT8uZLxjRYrm85iUodHk1?usp=share_linkhttps://drive.google.com/file/d/10cA7jsMqwhF1AFpSYO5-APY4tDBJbr9Q/view?usp=share_linkhttps://www.instagram.com/rollingrocknvale/

Especificação técnica

PRODUTO 1: FESTIVAL / APRESENTAÇÕES Dia 1 - Show 1 - banda local - 50 min de duração- Intervenção grafite ao vivo - 20 min de duração- Show 2 - banda local - 50 min de duração- Intervenção VJ - 30 min de duração- Show 3 - banda regional - 1 hora de duraçãoDia 2 - Show 1 - banda local - 50 min de duração- Intervenção grafite ao vivo - 20 min de duração- Show 2 - banda local - 50 min de duração- Intervenção VJ - 30 min de duração- Show 3 - banda regional - 1 hora de duraçãoPRODUTO 2: OFICINA DE GRAFITEOFICINA: Mulheres no Grafite — Arte Urbana e Expressão Visual🌿 ConceitoA oficina “Mulheres no Grafite — Arte Urbana e Expressão Visual” propõe uma vivência formativa voltada à inserção de mulheres nas práticas de arte urbana, com foco no grafite como linguagem de expressão, identidade e ocupação do espaço público.Historicamente associada às culturas de rua, a arte do grafite ainda apresenta baixa participação feminina, especialmente em territórios do interior. A oficina busca contribuir para a democratização desse acesso, incentivando a presença de mulheres em práticas artísticas contra-hegemônicas. A proposta dialoga com o universo do rock e da cultura urbana, explorando estéticas visuais ligadas à música, atitude e identidade cultural.Objetivo GeralPromover a formação artística de mulheres por meio do grafite, incentivando sua participação nas culturas de rua e fortalecendo a expressão visual no território da Chapada Diamantina.Objetivos EspecíficosIntroduzir conceitos básicos do grafite e da arte urbanaApresentar técnicas de pintura, traço, preenchimento e composiçãoTrabalhar noções de cor, estilo e identidade visualIncentivar a expressão individual e coletivaEstimular a ocupação artística de espaços públicosDesenvolver uma intervenção artística coletivaPúblico-alvoMulheres e pessoas que se identificam com o feminino, com prioridade para jovens (14+) e moradoras da comunidade local, sem necessidade de experiência prévia.Número estimado: 15 a 20 participantesCarga Horária2 dias de oficina3 horas por dia (14h às 17h)Total: 6 horasMetodologiaA oficina será dividida em dois encontros, articulando teoria e prática:Dia 1 – Introdução e Fundamentos14h00 – 17h00Acolhimento e apresentaçãoIntrodução ao grafite e à arte urbanaContexto histórico e cultural (cultura de rua)Mulheres no grafiteApresentação de estilos (tags, throw-ups, murais, etc.)Noções de cor, composição e identidade visualDemonstração de materiais e técnicasExercícios iniciais em papelDia 2 – Prática e Intervenção14h00 – 17h00Revisão rápida dos conceitosDesenvolvimento de esboços individuais e coletivosDefinição de conceito visual (tema: estética rock / cultura urbana)Prática com tinta spray e técnicas de aplicaçãoIntervenção artística coletiva em espaço autorizadoResultados EsperadosFormação inicial em grafite para mulheresFortalecimento da presença feminina na arte urbanaDesenvolvimento de uma intervenção artística no territórioEstímulo à expressão criativa e identidade visualCriação de vínculos entre participantesEquipe1 oficineiro/a (artista de grafite)1 assistente de apoioEstrutura NecessáriaEspaço aberto (Coreto / área próxima)Parede autorizada para intervençãoMateriais:Tintas sprayLuvas e máscarasPapel para rascunhoLápis e marcadoresImpacto SocioculturalA oficina fortalece a presença feminina nas culturas de rua, promovendo acesso a linguagens artísticas historicamente marcadas pela desigualdade de gênero. Ao propor uma intervenção no espaço público, a ação contribui para a valorização do território, a produção artística local e a construção de uma paisagem cultural mais diversa e representativa.Integração com o FestivalA oficina dialoga diretamente com a proposta do festival ao incorporar a estética do rock e da cultura urbana, podendo resultar em uma intervenção visual integrada ao evento ou ao espaço da vila.

Ficha técnica

EQUIPE PRINCIPAL:Coordenação de Produção: Coral BornProdução Executiva: Paloma RegalaProdução Executiva: Mariana AntunesCuradoria: Cassio NobreOficineiro: Digo CardosoBIOS:Coral Born - Produtora cultural, criadora de bebidas artesanais, cozinheira, mãe e LGBTQIA+, atuante na Chapada Diamantina, no Vale do Capão. Iniciou sua trajetória na produção de eventos e audiovisual, participando de projetos como a Bienal do Livro do Rio de Janeiro, e ao longo dos anos construiu um percurso independente marcado por viagens, vivências e experiências em diferentes territórios. É fundadora da Alquimias da Coral – Bebidas Ancestrais e cofundadora da Muito Cremosa Cerveja & Contracultura. Seu trabalho nessas frentes envolve a criação de receitas autorais e o desenvolvimento de experiências sensoriais que transitam entre a cerveja artesanal e outras bebidas experimentais. Atua e já atuou na produção e articulação de eventos culturais independentes, como o bloco Beleza de Creuza, o bloquinho Bereguedê, a 1ª Mostra do Coletivo de Musicistas e o festival Sonora. É idealizadora do festival Rolling Rock’n Vale, iniciativa independente voltada ao fortalecimento da cena do rock no Vale do Capão. Seu trabalho conecta cultura, território e experimentação, com foco em processos criativos autônomos, protagonismo feminino, diversidade e fortalecimento da cena cultural local. Paloma De Sousa Regala – Mulher negra, turismóloga, guia de turismo e brigadista voluntária na chapada Diamantina, doutoranda em desenvolvimento e meio ambiente, atua também como produtora de eventos culturais, na produção, planejamento, gestão e execução de eventos. Em 2009 organizava e executava eventos acadêmicos (na Empresa Junior de Turismo da UFPB). Produziu eventos como 1° e 2° edição do Festival Rolling Rock ́n Vale (e atualemnte produzindo a 3° edição que acontecerá em 2026), também produziu o Tudo junto e misturado (festival de música e diversidade no Vale do Capão em 2025), e o Bailinho Pemelê (no carnaval 2026), além de auxiliar as bandas locais em apresentações no Coreto do Vale do Capão. Mariana Antunes - Agitadora cultural por paixão. Formada em Engenharia de Pesca, hoje é a responsável pela hospedaria Chales da Villa, um refúgio acolhedor na Chapada Diamantina. Começou a produzir eventos na época da faculdade, realizando diversas festas icônicas. No Vale do Capão já colaborou com a produção de eventos culturais e independentes como bloquinho de carnaval Bereguedê, bazares e brechós musicais como o Pão do Sol, Bazar Delas, e festas no Coreto. É uma das idealizadoras e produtoras do Festival de Rock do Capão, o Rolling Rock'n Vale, que já conta com duas edições. Também é a criadora e a gestora da Agenda Cultural do Vale do Capão, uma página voltada para a difusão da cultura local.Cassio Nobre - Cassio Nobre é Doutor em Música (Etnomusicologia) pela UFBA. Ao longo de 30 anos de carreira artística apresentou-se em mais de 20 países e trabalhou em gravações, trilhas sonoras, festivais e turnês com diversos artistas da música popular da Bahia, tais como Baiana System, Mariene de Castro, Lazzo Matumbi, Letieres Leite, Gerônimo, Roberto Mendes, Mariella Santiago, Rebeca Matta, Nancyta, Julio Caldas, Juliana Ribeiro, Lívia Mattos, Calu Manhães, Yayá Massemba, Mestra Nicinha do Samba, Dona Dalva Damiana, Mestre João do Boi, Raimundo Sodré, Xangai e Elomar, dentre outros/a. Como artista e compositor lançou 4 álbuns autorais instrumentais, dentre os quais o álbum Viola de Arame (2011), uma obra experimental em torno das violas brasileiras. Dentre as premiações nacionais e internacionais destacam-se o Prêmio Funarte de Produção para Internet (2010), o Prêmio Música como Respiro/Itaú Cultural (2020) e o Prêmio Ibermúsicas (2022). Como produtor/diretor musical, atuou na produção de mais de 20 álbuns de grupos das tradições afro-brasileiras, incluindo trabalhos premiados como o Samba Chula de São Braz (Prêmio Pixinguinha Funarte, 2008), o Samba de Nicinha (Programa Petrobrás Cultural, 2010) e o Mestre Aurino de Maracangalha (Natura Musical, 2020).Digo Cardoso - Autodidata, encontrou na arte urbana seu meio de expressão, especialmente na Street Art. Desde 2003 participa de diversas exposições, oficinas e projetos culturais. Seu trabalho e estilo tem como foco tudo aquilo que é relacionado à cultura de rua, sendo o cotidiano e seus filhos as suas fontes de inspiração.

Acessibilidade

Acessibilidade Física:- Serão priorizados locais para a realização das apresentações musicais e rodas de conversa que atendam às normas arquitetônicas de acessibilidade, com estrutura adequada para pessoas idosas, com deficiências motoras e/ou mobilidade reduzida.- Serão oferecidos banheiros acessíveis e haverá instalação de rampas e guias táteis nos locais onde a acessibilidade física for limitada.- Haverá reserva de assentos (10%) nos locais de realização de todas as atividaes do projeto, com fácil acesso para permitir a entrada e saída de pessoas usuárias de cadeiras de rodas ou mobilidade reduzida;Acessibilidade de Conteúdo/Comunicacional:- Uso de linguagem simples nas atividades formativas e nos materiais de divulgação.- Divulgação acessível com uso de texto alternativo para imagens.- Postagens com bom contraste e leitura facilitada.- Haverá inserção de Libras, LSE e audiodescrição em todos os produtos audiovisuais gerados.- Haverá equipes especializadas e locação de equipamentos específicos para a audiodescrição em todas as atividades do projeto.- Haverá tradução de Libras em todas as atividades do projeto.OBS: O projeto contará com um profissional especializado em acessibilidade, que assumirá a Coordenação de Acessibilidade.

Democratização

O IV FESTIVAL ROLLING ROCK'N VALE tem como base a gratuidade e o acesso universal a todas as suas ações. Além da programação musical que integra a proposta, suas atividades formativas serão ofertadas prioritariamente para mulheres, como contrapartidas sociais aos municípios envolvidos. O projeto é voltado especialmente para crianças, jovens e adultos, estudantes da rede pública e profissionais locais, turistas e moradores de comunidades do município de Palmeiras (no distrito Vale do Capão) e demais municípios da Chapada Diamantina, além de público de cidades pólo de outras regiões, como Irecê, Feira de Santana e Vitória da Conquista. Prioriza público mediante acesso irrestrito à cultura, abrangendo faixas etárias diversas e observando a diversidade racial e de gênero, promovendo inclusão e formação cultural gratuita.