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Exposição Fotográfica itinerante JUREMA SAGRADA

Início: 01/03/2027Término: 20/12/2027Aceite: 29/04/2026

Resumo

"JUREMA SAGRADA" consiste em uma exposição fotográfica itinerante, composta por 30 imagens de autoria do fotografo Francis Azevedo, que documentam práticas e expressões culturais relacionadas à Jurema Sagrada. A proposta será realizada em cinco municípios da Chapada Diamantina (BA), com acesso gratuito, visando à difusão de saberes tradicionais afro-indígenas e à ampliação do acesso à produção cultural no interior. Além da exposição, o projeto realizará oficinas de fotografia em cada cidade, com foco na participação de pessoas idosas, incentivando a produção de imagens sobre o território e suas vivências. As fotografias produzidas nas oficinas serão impressas e exibidas ao final de cada etapa, ampliando o protagonismo dos participantes e o diálogo com a comunidade local.

Sinopse

Exposição FotográficaExposição fotográfica itinerante com circulação prevista em 5 municípios da Chapada Diamantina (BA), com acesso gratuito, visando à democratização do acesso à cultura e à difusão do patrimônio cultural afro-indígena brasileiro. A mostra apresenta 30 fotografias documentais de autoria de Francis Azevedo, resultado de aproximadamente três anos de pesquisa de campo e acompanhamento em espaços de culto da Jurema Sagrada.A exposição propõe uma imersão no universo simbólico, espiritual e ancestral dessa tradição, por meio de imagens que retratam rituais, elementos sagrados, territórios e vivências de seus praticantes. As obras serão acompanhadas de textos curatoriais e materiais interpretativos, oferecendo contextualização histórica, social e simbólica, ampliando a compreensão e a experiência do público.A montagem será realizada por meio de sistema expositivo desmontável e modular em bambu, desenvolvido especialmente para a circulação itinerante do projeto. A escolha do material considera aspectos de sustentabilidade, leveza, facilidade de transporte e adaptação a diferentes espaços, além de dialogar com o território da Chapada Diamantina e com a proposta estética da exposição.A itinerância em diferentes municípios contribui para a descentralização do acesso aos bens culturais, a formação de público e o fortalecimento do diálogo entre arte, memória, espiritualidade e diversidade cultural, promovendo a valorização de saberes historicamente marginalizados.Oficinas de FotografiaSerão realizadas 05 oficinas de fotografia, uma em cada município contemplado, com foco na participação de pessoas idosas. As atividades abordarão noções básicas de linguagem fotográfica, estimulando a produção de imagens relacionadas ao cotidiano, memória e território dos participantes. As fotografias produzidas serão incorporadas a um setor da exposição no final de semana de encerramento em cada localidade.Mediação CulturalA exposição contará com mediação cultural durante o período de visitação, com o objetivo de facilitar a compreensão do conteúdo expositivo, promover o diálogo com diferentes públicos e ampliar o alcance educativo da proposta.Classificação indicativaLivre para todos os públicos.

Objetivos

Promover a difusão e valorização de saberes tradicionais afro-indígenas relacionados à Jurema Sagrada, por meio da realização de uma exposição fotográfica itinerante e ações formativas em cinco municípios da Chapada Diamantina (BA), ampliando o acesso à cultura, fortalecendo a memória coletiva e incentivando o protagonismo comunitário.- Realizar 01 exposição fotográfica itinerante, composta por 30 imagens, com circulação em 05 municípios da Chapada Diamantina (BA);- Garantir acesso gratuito à exposição em todas as localidades contempladas;- Realizar 05 oficinas de fotografia, sendo uma em cada município participante;- Atender, no mínimo, 15 participantes por oficina, com foco na participação de pessoas idosas;- Produzir e imprimir fotografias autorais dos participantes das oficinas em cada município;- Promover mediação cultural durante o período expositivo em cada cidade;- Estimular o reconhecimento e a valorização das práticas culturais ligadas à ancestralidade e cultura afro-indígena;- Fortalecer a participação de agentes culturais locais nas atividades do projeto.

Justificativa

O projeto "JUREMA SAGRADA" justifica-se pela necessidade de ampliar o acesso à cultura em municípios do interior, promovendo a difusão de saberes tradicionais afro-indígenas por meio de uma exposição fotográfica itinerante e ações formativas gratuitas. A proposta apresenta relevante interesse público ao valorizar práticas culturais historicamente marginalizadas, contribuindo para o reconhecimento da diversidade cultural brasileira e o enfrentamento da intolerância religiosa.Em muitos municípios do interior, como os contemplados na Chapada Diamantina, observa-se a escassez de equipamentos culturais permanentes, como museus e galerias, bem como a limitada circulação de exposições artísticas, o que restringe o acesso da população a bens culturais. Nesse contexto, a itinerância do projeto se configura como estratégia fundamental para a democratização do acesso, levando diretamente às comunidades uma produção artística de relevância estética, social e antropológica.A realização do projeto por meio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais da Lei nº 8.313/91 se mostra fundamental, uma vez que viabiliza o financiamento de iniciativas culturais de caráter não comercial, com acesso gratuito e forte impacto social, especialmente em territórios com menor acesso a recursos culturais e investimentos privados diretos.O projeto enquadra-se nos incisos II, III e IV do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, ao promover e estimular a regionalização da produção cultural, apoiar, valorizar e difundir manifestações culturais e artísticas brasileiras e proteger as expressões culturais dos diferentes grupos formadores da sociedade.Adicionalmente, a proposta atende aos objetivos do Art. 3º da referida Lei, ao contribuir para a democratização do acesso à cultura, a valorização da diversidade cultural, a promoção da cidadania cultural e o estímulo à produção e difusão de bens culturais em diferentes regiões do país.Ao contemplar ações formativas e inclusivas, com destaque para a participação de pessoas idosas, o projeto também fortalece o papel da cultura como instrumento de desenvolvimento social, integração comunitária e valorização da memória coletiva, alinhando-se às diretrizes de descentralização e impacto territorial promovidas pelo Programa Rouanet no Interior.

Etapas

PRÉ-PRODUÇÃO GERAL (2 meses)- Levantamento técnico dos espaços expositivos nos municípios contemplados, priorizando equipamentos públicos;- Articulação institucional e confirmação de pauta dos espaços culturais;- Definição do cronograma final de circulação da exposição itinerante;- Produção do suporte expográfico (em anexo) para montagem da exposição;- Impressão das fotografias previamente selecionadas (em anexo) pela curadoria;- Desenvolvimento da identidade visual e desdobramentos gráficos (materiais impressos e digitais);- Planejamento logístico (transporte de equipe e obras, hospedagem e alimentação);- Contratação da equipe técnica e fornecedores (montagem, mediação e acessibilidade);- Mobilização de público para as oficinas, com foco na participação de pessoas idosas através de cartas convite;- Estruturação metodológica das oficinas de fotografia.PRÉ-PRODUÇÃO LOCAL (5 dias em cada cidade)- Reunião de alinhamento com equipe e parceiros locais;- Preparação e adequação do espaço expositivo;- Montagem da exposição;- Orientação da equipe de mediação;- Organização da recepção do público (abertura e oficina).EXECUÇÃO (9 dias em cada cidade)- Recepção dos participantes das oficinas, com acolhimento e atividade inicial;- Realização das oficinas de fotografia;- Seleção e edição das imagens produzidas pelos participantes;- Impressão das fotografias das oficinas;- Abertura oficial da exposição, com mediação cultural e acessibilidade;- Visitação pública gratuita ao longo do período expositivo;- Incorporação das fotografias produzidas nas oficinas a um setor da exposição no final de semana de encerramento.PÓS-PRODUÇÃO LOCAL (5 dias em cada cidade)- Entrega das fotografias aos participantes das oficinas;- Desmontagem da exposição;- Organização e devolução do espaço utilizado;- Reunião de avaliação com equipe local.PÓS-PRODUÇÃO GERAL (3 meses)- Sistematização de registros e documentação do projeto;- Organização de dados de público e participação;- Elaboração de relatórios técnicos e financeiros;- Prestação de contas junto ao SALIC;- Arquivamento do material produzido.

Estratégia de execução

A exposição itinerante “JUREMA SAGRADA” insere-se de forma direta no território da Chapada Diamantina, sendo proposto por agentes culturais que atuam e residem na região, o que contribui para a construção de uma proposta alinhada às dinâmicas locais e às demandas de acesso à cultura no interior.A realização do projeto prevê articulação com espaços públicos, como a escola estadual em tempo integral de Palmeiras, instituições locais e agentes culturais dos municípios contemplados, fortalecendo redes de colaboração e ampliando o alcance das ações propostas.Destaca-se, ainda, a consistência da pesquisa artística que fundamenta a exposição, desenvolvida ao longo de aproximadamente três anos, o que confere solidez conceitual e relevância documental ao projeto.A proposta contribui para a valorização de saberes tradicionais afro-indígenas e para o enfrentamento da intolerância religiosa, ao promover o reconhecimento da Jurema Sagrada como expressão significativa do patrimônio cultural brasileiro.Por fim, o projeto reforça seu compromisso com a democratização do acesso à cultura, por meio da gratuidade, da itinerância e da realização de ações formativas, contribuindo para a formação de público e para o fortalecimento da produção cultural em territórios descentralizados.

Especificação técnica

Exposição FotográficaFormato: exposição fotográfica itinerante.A mostra será composta por 30 fotografias de autoria de Francis Azevedo, resultado de aproximadamente três anos de pesquisa de campo em contextos relacionados à Jurema Sagrada.As obras serão apresentadas em ampliações com dimensões aproximadas de 60 x 90 cm, podendo variar conforme adaptação aos espaços expositivos. A impressão será realizada em papel fotográfico de alta qualidade (fine art ou similar), com sistema de apresentação desenvolvido a partir de estrutura expositiva desmontável e modular em bambu, concebida especialmente para a circulação itinerante do projeto.O sistema expográfico em bambu possibilita leveza, resistência e facilidade de montagem e transporte, adaptando-se a diferentes espaços culturais, como centros culturais, galerias e espaços públicos. A escolha do material também considera aspectos de sustentabilidade e diálogo com o território da Chapada Diamantina, contribuindo para a identidade estética e conceitual da exposição.A montagem expográfica será organizada de forma sequencial e/ou temática, com estrutura adaptável a diferentes contextos espaciais. A exposição contará com painel de entrada e legendas explicativas para cada obra, contendo informações técnicas, contextuais e conceituais, além de materiais interpretativos e educativos sobre a Jurema Sagrada.A duração da exposição em cada município será de aproximadamente 9 dias, incluindo dois finais de semana. No período de encerramento, será incorporado um setor específico com as fotografias produzidas nas oficinas realizadas com a comunidade local.A exposição circulará por 5 municípios da Chapada Diamantina (BA), com acesso gratuito e classificação indicativa livre. Os textos curatoriais serão elaborados em linguagem acessível, e a proposta contará com mediação cultural, contribuindo para a ampliação do acesso e da compreensão do conteúdo expositivo.Do ponto de vista pedagógico, a exposição é concebida como ferramenta educativa, promovendo reflexões sobre patrimônio imaterial, diversidade cultural e religiosa, ancestralidade e saberes tradicionais afro-indígenas, podendo incluir atendimento a grupos escolares e público em geral.Oficinas de FotografiaSerão realizadas 05 oficinas de fotografia, com duração média de 4 horas cada, preferencialmente no turno da manhã do dia de abertura da exposição em cada município, para os idosos da comunidade.O conteúdo programático abrange noções básicas de linguagem fotográfica, incluindo enquadramento, composição, luz e narrativa visual, aliado a atividades práticas de registro do cotidiano e da memória dos participantes.O projeto pedagógico adota abordagem participativa e inclusiva, com foco na valorização das experiências individuais e no estímulo à produção autoral, especialmente junto ao público idoso. As fotografias produzidas serão selecionadas, editadas e impressas para integração a um setor da exposição no final de semana de encerramento, além de serem entregues aos participantes.Mediação CulturalA mediação cultural será realizada durante o período expositivo, com atuação de mediadores capacitados para acolher o público e facilitar a compreensão do conteúdo da exposição. A abordagem prioriza linguagem acessível e diálogo com diferentes perfis de público, incluindo estudantes, idosos e visitantes em geral.

Ficha técnica

Francis Gleidson Silva AzevedoFunção: Coordenação, Criação Artística e FotografiaFotógrafo e pesquisador baiano, nascido em Marcionílio Souza (BA), com trajetória que articula pesquisa social e prática artística. Graduado em Serviço Social pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), realizou estudos de pós-graduação na França, com mestrado em Sociologia pela Université Paris 8 (Vincennes) e formação em Filosofia pela Université Paris 1 (Sorbonne), desenvolvendo um olhar crítico e sensível sobre dinâmicas sociais, culturais e políticas. Iniciou sua prática fotográfica em 2015, de forma autodidata, com foco na documentação de contextos urbanos e movimentos sociais. Em 2016, acompanhou as mobilizações em torno da reforma trabalhista francesa (Loi Travail) e o movimento Nuit Debout, produzindo um conjunto de imagens que resultou na publicação do livro Nuit Debout: Lumières d'une longue nuit de mars, consolidando sua atuação na fotografia documental. Atualmente, desenvolve pesquisa fotográfica entre o Brasil e a França, com foco na documentação de manifestações culturais e religiosas, com destaque para a série “Jurema Sagrada”, resultado de um processo continuado de investigação e acompanhamento de práticas espirituais afro-indígenas. Seu trabalho investiga dimensões simbólicas, rituais e coletivas dessas expressões, contribuindo para a valorização de saberes tradicionais e do patrimônio cultural imaterial brasileiro. Integra a agência internacional de fotografia Studio Hans Lucas, mantendo portfólio em circulação internacional, e difunde sua produção por meio de plataformas digitais, ampliando o alcance de seu trabalho em contextos nacionais e internacionais.No projeto “JUREMA SAGRADA”, atua como autor das obras expostas, responsável pela criação artística, concepção conceitual da série fotográfica e acompanhamento da apresentação expositiva. Sua participação envolve a cessão de direitos de uso das imagens, orientação estética e narrativa da exposição e contribuição nas atividades formativas, assegurando a integridade artística e conceitual do projeto. Sua trajetória evidencia o compromisso com a fotografia como ferramenta de registro, reflexão e valorização de expressões culturais, consolidando uma produção autoral relevante no campo da documentação social e cultural.Ludmila Pinto da Cunha de FreitasCPF: 023.431.365-05Função: Produção Executiva, Curadoria e Design GráficoNatural de Salvador (BA), com atuação consolidada na Chapada Diamantina, onde reside há mais de 8 anos, no distrito de Caeté-Açú (Palmeiras/BA). Possui formação acadêmica em Design e trajetória profissional marcada pela articulação entre comunicação visual, produção cultural e desenvolvimento de projetos colaborativos com enfoque territorial. Atua como designer na PAN VISUAL e já integrou equipes de comunicação de importantes veículos, como os jornais A TARDE e CORREIO, onde exerceu a função de supervisora de arte. Também atuou como educadora em Design Gráfico no Projeto Pelourinho Digital, da ONG Kabum, com experiência em processos formativos e mediação de conhecimento. É integrante e produtora do coletivo PROSA CULTURAL, onde desenvolve iniciativas culturais voltadas à comunicação, cultura e território. Possui experiência em produção audiovisual, tendo atuado como still e produtora executiva no documentário Do Nosso Jeito (Produtora Figuerêdo Boing Boing) e como produtora de campo no videoclipe Oração aos Pretos Moços, de MahalPita.No projeto “JUREMA SAGRADA”, é responsável pela produção executiva, coordenação geral e acompanhamento da execução nas diferentes etapas, incluindo articulação institucional, gestão de equipe, logística e circulação do projeto. Atua também na curadoria da exposição, contribuindo na organização conceitual e narrativa das obras, e no desenvolvimento do design gráfico, responsável pela identidade visual e materiais de comunicação.

Acessibilidade

O projeto “JUREMA SAGRADA” adotará medidas de acessibilidade física e de conteúdo, visando garantir o acesso amplo e inclusivo às atividades propostas.Acessibilidade FísicaAs atividades serão realizadas, prioritariamente, em espaços públicos, culturais ou comunitários que possuam condições adequadas de acessibilidade, como rampas de acesso, banheiros adaptados e circulação facilitada para pessoas com mobilidade reduzida. A equipe de produção atuará em articulação com os parceiros locais para assegurar que os espaços expositivos atendam às condições mínimas de acessibilidade, promovendo a inclusão de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, como os idosos que vão se beneficiar com as oficinas.Acessibilidade de ConteúdoA exposição contará com recursos de acessibilidade comunicacional, incluindo:- Audiodescrição das obras fotográficas, disponibilizada por mediação presencial no dia da abertura, permitindo o acesso de pessoas com deficiência visual ao conteúdo expositivo;- Textos curatoriais acessíveis, com linguagem clara e objetiva, ampliando a compreensão do público em geral;- Mediação cultural acessível, com equipe preparada para acolher diferentes públicos e adaptar a comunicação conforme as necessidades dos visitantes;- Durante as oficinas de fotografia, serão adotadas estratégias inclusivas, respeitando o ritmo e as especificidades dos participantes, com atenção especial à participação de pessoas idosas e à promoção de um ambiente acessível e acolhedor.- Intérprete de Libras na abertura da exposição e na oficina, em cada município, garantindo o acesso de pessoas surdas às informações institucionais e curatoriais do projeto;Compromisso com a inclusãoO projeto busca promover a acessibilidade de forma transversal, compreendendo-a como parte integrante das ações culturais, contribuindo para a democratização do acesso à arte e à cultura e garantindo a participação de públicos diversos.

Democratização

O projeto “JUREMA SAGRADA” adotará como princípio a ampla democratização do acesso à cultura, por meio da oferta gratuita de todas as suas atividades e da realização de ações em municípios do interior da Bahia, contribuindo para a descentralização da produção e fruição cultural.A exposição fotográfica será realizada com acesso integralmente gratuito, em espaços públicos ou comunitários nos municípios contemplados, garantindo a participação livre do público, sem cobrança de ingressos ou qualquer forma de comercialização.Como estratégia de ampliação de acesso, o projeto será realizado de forma itinerante em cinco municípios da Chapada Diamantina, alcançando diferentes comunidades e ampliando o impacto territorial da proposta.Além da exposição, serão realizadas oficinas de fotografia gratuitas em cada município, com foco na participação de pessoas idosas, moradores locais, promovendo inclusão social, formação cultural e estímulo à produção artística.As fotografias produzidas nas oficinas serão selecionadas, impressas e incorporadas a um setor específico da própria exposição durante o final de semana de encerramento em cada município, ampliando a participação do público e incentivando o protagonismo dos participantes.O projeto também contará com mediação cultural durante o período expositivo, facilitando a compreensão do conteúdo por diferentes públicos, bem como com recursos de acessibilidade, como audiodescrição por mediação presencial e interpretação em Libras nas aberturas.Serão utilizadas estratégias de divulgação digital por meio de redes sociais permitindo o acompanhamento das atividades também por públicos não presenciais e estratégias locais, como carros de som nas cidades e carta convite para os idosos para a partiicpação nas oficinas.Dessa forma, o projeto contribui para a democratização do acesso à cultura, promovendo inclusão, diversidade e participação social.