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Jú Conta Histórias: Contos Africanos

Início: 01/02/2027Término: 01/09/2027Aceite: 30/04/2026

Resumo

O projeto visa à realização de apresentações de contação de histórias africanas para crianças, acompanhadas de oficinas de contação de histórias e jogos teatrais voltadas a educadores. A proposta contempla ações de difusão cultural, formação e acessibilidade, com recursos de Libras, materiais acessíveis e conteúdos digitais com medidas de acessibilidade.

Sinopse

“Jú Conta Histórias: Contos Africanos” é uma apresentação cênico-narrativa de contação de histórias voltada ao público infantil, especialmente crianças de 7 a 12 anos. A obra parte de contos africanos de domínio público para criar uma experiência de escuta, imaginação e encontro com narrativas ligadas à oralidade, à ancestralidade, à diversidade cultural e aos modos simbólicos de transmissão de saberes.Em cena, a contadora de histórias conduz o público por diferentes narrativas, utilizando a palavra falada, expressões corporais, objetos de cena, figurinos e elementos artesanais que auxiliam na criação de imagens, personagens e atmosferas. A proposta não se estrutura como uma peça teatral convencional com dramaturgia linear, mas como uma apresentação de narração performática, em que cada conto abre um universo próprio e estimula a participação sensível das crianças por meio da escuta, da imaginação e da interação com a narrativa.A temática central da obra é a valorização da cultura africana por meio da literatura oral. As histórias apresentadas abordam temas como sabedoria, convivência, respeito, coragem, pertencimento, memória, natureza, coletividade e transmissão de conhecimentos entre gerações. A construção cênica busca aproximar o público infantil dessas narrativas de maneira lúdica, acessível e educativa, sem perder o caráter artístico da contação de histórias.Os personagens surgem a partir dos próprios contos narrados, podendo envolver figuras humanas, animais, seres simbólicos e elementos da natureza, conforme a narrativa apresentada. Esses personagens são evocados pela voz, pelo corpo, pelos gestos, pelos objetos cênicos e pela relação direta da contadora com o público, criando uma experiência em que a imaginação das crianças participa ativamente da construção das cenas.O roteiro da apresentação será organizado em uma sequência de contos africanos selecionados para o público infantil, intercalados por breves mediações da contadora, que contextualizam as histórias, aproximam os temas do cotidiano das crianças e favorecem a compreensão dos conteúdos apresentados. A dinâmica da obra permite adaptação ao espaço de realização, mantendo sua estrutura artística, sua temática principal e sua abordagem cênico-pedagógica.

Objetivos

Realizar apresentações gratuitas de contação de histórias africanas e oficinas de contação de histórias e jogos teatrais nos municípios de Iguape, Cananéia, Ilha Comprida, Pariquera-Açu e Registro, promovendo o acesso de crianças à literatura oral africana, à cultura da infância e a práticas educativas vinculadas à oralidade, à imaginação e à diversidade cultural.OBJETIVOS ESPECÍFICOS1. Espetáculo de Artes Cênicas / Apresentação de Contação de Histórias: realizar 10 apresentações gratuitas de contação de histórias africanas, sendo 2 apresentações em cada um dos municípios contemplados: Iguape, Cananéia, Ilha Comprida, Pariquera-Açu e Registro.2. Oficina/Capacitação: realizar 5 oficinas gratuitas de contação de histórias e jogos teatrais voltadas a educadores do ensino básico e fundamental, sendo 1 oficina em cada município contemplado pelo projeto.3. Atender o público infantil de 7 a 12 anos, prioritariamente estudantes do ensino fundamental, por meio de apresentações presenciais que utilizem narração oral, elementos cênicos, objetos de cena, figurinos e recursos lúdicos.4. Capacitar até 150 educadores, considerando a previsão de até 30 participantes por oficina, oferecendo ferramentas práticas para o uso da contação de histórias e dos jogos teatrais como recursos pedagógicos.5. Garantir medidas de acessibilidade nas atividades do projeto, incluindo interpretação em Libras, mediação de acessibilidade, materiais informativos em braile e recursos acessíveis nos conteúdos digitais de divulgação e registro.6. Disponibilizar registros e conteúdos digitais acessíveis do projeto, com recursos como legendagem, Libras, audiodescrição ou descrição de imagens, conforme a natureza do material produzido.7. Fortalecer ações culturais voltadas à infância, considerando o brincar, a oralidade, a imaginação simbólica, a escuta e a formação de vínculos comunitários, em alinhamento com a categoria de Cultura da Infância prevista no edital.

Justificativa

O projeto "Jú Conta Histórias: Contos Africanos" justifica-se pela necessidade de ampliar o acesso de crianças e educadores a ações culturais gratuitas que articulem literatura oral, artes cênicas, cultura africana, educação, acessibilidade e formação de público. A proposta será realizada nos municípios de Iguape, Cananéia, Ilha Comprida, Pariquera-Açu e Registro, contribuindo para a descentralização do investimento cultural e para o fortalecimento da circulação artística em territórios fora dos grandes centros urbanos.A contação de histórias é uma linguagem artística de grande relevância cultural e pedagógica, pois reúne oralidade, presença cênica, escuta, imaginação, expressão corporal e construção coletiva de sentidos. Ao apresentar contos africanos para crianças de 7 a 12 anos, o projeto possibilita o contato com narrativas que ampliam repertórios simbólicos, valorizam matrizes culturais africanas e contribuem para a formação de uma percepção mais diversa sobre os povos, histórias e expressões que compõem a sociedade brasileira.A realização da proposta nos municípios contemplados pelo Programa Rouanet no Interior dialoga diretamente com os objetivos do edital, que busca democratizar, descentralizar, regionalizar e nacionalizar o investimento cultural realizado por meio do mecanismo de incentivo fiscal. Ao circular por cinco cidades do Vale do Ribeira, o projeto amplia o acesso a ações culturais gratuitas, favorece a formação de público infantil e fortalece a presença de atividades artísticas em localidades com menor concentração de investimentos culturais.O projeto também se relaciona com a perspectiva da cultura da infância, ao considerar linguagens próprias das crianças, como o brincar, a oralidade, o movimento, a imaginação simbólica e a escuta. As apresentações foram pensadas para criar uma experiência cênica acessível e lúdica, utilizando narração, figurinos, objetos de cena e elementos artesanais que favorecem o envolvimento do público infantil com as histórias apresentadas.Além das apresentações, a proposta prevê oficinas de contação de histórias e jogos teatrais voltadas a educadores do ensino básico e fundamental. Essa ação amplia o impacto do projeto, pois oferece ferramentas práticas para que os participantes possam utilizar a oralidade, o teatro e a literatura como recursos pedagógicos em suas atividades com crianças. Dessa forma, o projeto não se limita à fruição artística imediata, mas contribui para a multiplicação de práticas culturais e educativas nos territórios atendidos.A acessibilidade constitui outro eixo fundamental da proposta. O projeto prevê interpretação em Libras, mediação de acessibilidade, materiais informativos em braile e recursos acessíveis nos conteúdos digitais de divulgação e registro. Essas medidas buscam garantir melhores condições de participação para pessoas com deficiência, fortalecendo o compromisso da proposta com a inclusão, a equidade e a democratização do acesso à cultura.A iniciativa conta com a atuação da atriz e arte-educadora Jussara Vicente, cuja trajetória nas artes cênicas e na contação de histórias contribui para a qualidade artística e pedagógica da proposta. Sua experiência com narração, criação de ambientes cênicos, figurinos, objetos de cena e mediação com o público infantil fortalece a viabilidade técnica do projeto, especialmente por se tratar de uma ação itinerante, de pequeno porte e com foco em crianças e educadores.A utilização de recursos incentivados se justifica pela natureza gratuita da proposta, pela circulação em cinco municípios, pela oferta de ações formativas e pela previsão de medidas de acessibilidade. A realização do projeto demanda recursos para equipe artística e técnica, deslocamentos, produção, materiais cênicos, acessibilidade, comunicação, registros e organização das atividades. Sem o apoio do mecanismo de incentivo fiscal, a execução da circulação com esse alcance territorial e social ficaria limitada.Nos termos do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, a proposta se enquadra nas seguintes finalidades:I _ Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. O projeto promove apresentações e oficinas gratuitas, ampliando o acesso de crianças, educadores e comunidades locais a ações culturais presenciais.II _ Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais. A proposta será realizada em municípios do Vale do Ribeira contemplados pelo Programa Rouanet no Interior, contribuindo para a descentralização da circulação cultural.III _ Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. O projeto difunde a contação de histórias como linguagem artística e valoriza a atuação de profissionais das artes cênicas, da arte-educação e da mediação cultural.IV _ Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional. Ao trabalhar contos africanos e referências da oralidade, a proposta contribui para o reconhecimento das matrizes africanas como parte fundamental da formação cultural brasileira.VIII _ Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. As apresentações e oficinas promovem a circulação de narrativas, saberes e práticas culturais que contribuem para a formação de repertório, memória e conhecimento.IX _ Priorizar o produto cultural originário do País. A proposta será realizada por profissionais brasileiros, em território nacional, com foco na formação cultural de crianças e educadores.Nos termos do Art. 3º da Lei nº 8.313/91, a proposta atende aos seguintes objetivos:I, alínea "c" _ Instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura. O projeto prevê oficinas de contação de histórias e jogos teatrais voltadas a educadores, contribuindo para a formação cultural e pedagógica dos participantes.II, alínea "c" _ Realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. A proposta contempla apresentações de contação de histórias vinculadas às artes cênicas e à oralidade, com realização gratuita nos municípios contemplados.IV, alínea "a" _ Distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Todas as apresentações serão gratuitas, garantindo acesso público às atividades culturais previstas.

Etapas

PRÉ-PRODUÇÃOTempo estimado: 60 diasReunião inicial de alinhamento com a equipe artística, técnica, pedagógica, de produção, comunicação e acessibilidade. Definição do plano operacional de circulação nos municípios de Iguape, Cananéia, Ilha Comprida, Pariquera-Açu e Registro. Articulação com secretarias municipais, escolas públicas, equipamentos culturais, bibliotecas, instituições comunitárias e lideranças locais para definição dos espaços de realização. Vistoria técnica dos locais das apresentações e oficinas, considerando acessibilidade, segurança, circulação do público, capacidade de atendimento, iluminação e sonorização. Definição do cronograma de apresentações e oficinas em cada município. Seleção e organização dos contos africanos que serão apresentados, com adequação da narrativa ao público infantil de 7 a 12 anos. Revisão e preparação dos elementos cênicos, figurinos, objetos de cena e materiais de apoio utilizados nas apresentações. Planejamento pedagógico das oficinas de contação de histórias e jogos teatrais voltadas a educadores. Contratação e alinhamento da equipe de acessibilidade, incluindo intérprete de Libras, mediação de acessibilidade e produção de materiais acessíveis. Produção dos materiais informativos em braile e organização das orientações de acessibilidade para o público. Planejamento da comunicação do projeto, incluindo identidade das peças, cronograma de divulgação, articulação com imprensa local, redes sociais e parceiros institucionais. Preparação dos instrumentos de controle e comprovação, como listas de presença, registros fotográficos, registros audiovisuais, autorizações de uso de imagem quando aplicável e relatórios de acompanhamento. PRODUÇÃO/EXECUÇÃOTempo estimado: 90 diasRealização das ações de divulgação local e digital nos municípios contemplados. Mobilização do público em parceria com escolas, instituições públicas, equipamentos culturais e organizações comunitárias. Organização logística da circulação da equipe, incluindo deslocamentos, hospedagens, alimentação, transporte de materiais cênicos e equipamentos necessários. Montagem, organização e preparação dos espaços antes de cada apresentação. Realização de 10 apresentações gratuitas de contação de histórias africanas, sendo 2 apresentações em cada município: Iguape, Cananéia, Ilha Comprida, Pariquera-Açu e Registro. Atuação da intérprete de Libras e da mediação de acessibilidade durante as apresentações. Distribuição de materiais informativos em braile e orientação ao público sobre os recursos acessíveis disponíveis. Realização de 5 oficinas gratuitas de contação de histórias e jogos teatrais voltadas a educadores do ensino básico e fundamental, sendo 1 oficina em cada município. Aplicação da metodologia das oficinas, contemplando técnicas de narração, expressão corporal, jogos teatrais, improvisação, integração pedagógica e troca de experiências entre educadores. Registro fotográfico e audiovisual das apresentações, oficinas, bastidores e ações de acessibilidade, para fins de divulgação, memória e prestação de contas. Acompanhamento de público e coleta de informações sobre participação nas apresentações e oficinas. Organização dos certificados das oficinas, quando aplicável. Monitoramento da execução física e financeira do projeto, com conferência das entregas previstas, notas fiscais, recibos, contratos e demais documentos comprobatórios. PÓS-PRODUÇÃOTempo estimado: 45 diasOrganização e conferência dos registros fotográficos, audiovisuais, listas de presença, certificados, relatórios de público e demais documentos comprobatórios. Sistematização dos dados de execução, incluindo número de apresentações realizadas, oficinas realizadas, público atendido, educadores participantes e municípios contemplados. Edição e disponibilização de conteúdos digitais de registro do projeto, com recursos acessíveis conforme a natureza do material, como legendagem, Libras, audiodescrição ou descrição de imagens.

Estratégia de execução

PLANO DE DIVULGAÇÃOO plano de divulgação do projeto “Jú Conta Histórias: Contos Africanos” será desenvolvido com o objetivo de mobilizar o público das apresentações e oficinas, fortalecer a visibilidade das ações culturais nos municípios contemplados e garantir o registro adequado da execução para fins de memória, transparência e prestação de contas.A comunicação será realizada de forma territorializada, acessível e educativa, priorizando linguagem simples, informações objetivas e articulação direta com escolas, equipamentos culturais, instituições públicas, lideranças comunitárias, educadores, famílias e público interessado nas atividades de contação de histórias, cultura da infância e literatura oral africana.As ações de divulgação serão realizadas nos municípios de Iguape, Cananéia, Ilha Comprida, Pariquera-Açu e Registro, respeitando o recorte territorial do Programa Rouanet no Interior. A estratégia buscará alcançar tanto o público escolar quanto a comunidade em geral, considerando que as apresentações serão gratuitas e voltadas prioritariamente a crianças de 7 a 12 anos, enquanto as oficinas serão direcionadas a educadores do ensino básico e fundamental.Objetivos da divulgaçãoInformar a população sobre a realização gratuita das apresentações e oficinas. Mobilizar crianças, famílias, educadores, escolas e instituições locais para participação nas atividades. Divulgar os locais, datas, horários, formas de participação e recursos de acessibilidade disponíveis. Fortalecer a visibilidade da contação de histórias como linguagem artística e ferramenta educativa. Valorizar a circulação cultural no Vale do Ribeira, em alinhamento com os objetivos de descentralização e democratização do Programa Rouanet no Interior. Registrar e divulgar as etapas do projeto, incluindo bastidores, apresentações, oficinas, acessibilidade e resultados alcançados. Produzir materiais de comprovação para a prestação de contas, como registros fotográficos, audiovisuais, clipping de imprensa e relatórios de alcance. Público-alvo da comunicaçãoCrianças de 7 a 12 anos. Estudantes do ensino fundamental. Educadores do ensino básico e fundamental. Famílias e responsáveis. Escolas públicas e privadas. Secretarias municipais de Cultura, Educação e Assistência Social. Bibliotecas, centros culturais, espaços comunitários e instituições locais. Pessoas com deficiência e seus familiares. Comunidade interessada em literatura, oralidade, cultura africana, cultura da infância e artes cênicas. Estratégias de divulgação1. Divulgação digitalA divulgação digital será realizada por meio de redes sociais, site ou página informativa do projeto, grupos comunitários e canais digitais de parceiros locais. As publicações terão linguagem simples, visual acessível e informações diretas sobre a programação.Serão produzidos conteúdos como:cards de lançamento do projeto; cards individuais por cidade; cards com datas, horários e locais das apresentações; cards de divulgação das oficinas; posts explicativos sobre a proposta do projeto; publicações sobre contação de histórias, oralidade africana e cultura da infância; vídeos curtos ou reels com chamadas da artista/equipe; bastidores da preparação; registros das apresentações; registros das oficinas; depoimentos curtos de educadores, participantes ou parceiros, quando autorizados; postagens de agradecimento e encerramento. As redes sociais serão utilizadas para ampliar o alcance da informação, mas a comunicação não dependerá apenas delas. Como o público principal envolve crianças e educadores, a mobilização direta com escolas e instituições locais será essencial.2. Site ou página informativa do projetoSerá criado ou utilizado um espaço digital com informações essenciais sobre o projeto, contendo:apresentação do projeto; programação por cidade; descrição das apresentações; descrição das oficinas; público-alvo; gratuidade das atividades; informações de acessibilidade; formas de participação; equipe principal; registros das ações; contatos para informações. O conteúdo será elaborado em linguagem clara e objetiva. Sempre que possível, as imagens terão descrição, os vídeos contarão com legendas e os materiais audiovisuais oficiais disponibilizados ao público deverão conter recursos acessíveis, como Libras, legendagem e/ou audiodescrição, conforme o formato produzido. A IN 29 exige medidas de comunicação e divulgação acessíveis, incluindo materiais em formatos acessíveis com informações sobre as medidas de acessibilidade do projeto. 3. Assessoria de imprensaA assessoria de imprensa atuará na divulgação institucional do projeto junto a veículos de comunicação locais e regionais, buscando ampliar o conhecimento público sobre as atividades gratuitas.As ações de imprensa poderão incluir:elaboração de release de lançamento do projeto; envio de release para jornais, rádios, portais e blogs locais; envio de sugestão de pauta sobre cultura da infância, oralidade e contos africanos; articulação de entrevistas com a artista, proponente ou equipe de produção; divulgação da programação em rádios locais; envio de agenda cultural para veículos dos municípios contemplados; acompanhamento de publicações e clipping. A assessoria de imprensa é pertinente ao projeto e está prevista entre os custos possíveis de comunicação e divulgação acessíveis na IN 29, dentro do limite aplicável aos custos de acessibilidade, comunicação e divulgação. 4. Divulgação em rádios locaisSerão priorizados contatos com rádios comunitárias, educativas e comerciais dos municípios contemplados e da região do Vale do Ribeira. A rádio é estratégica porque ainda possui grande alcance local, especialmente para mobilização de famílias, educadores e comunidades.A divulgação poderá ocorrer por meio de:entrevistas com a equipe do projeto; chamadas de programação cultural; notas informativas; convites à comunidade; divulgação das datas e locais das atividades. O foco será informar que as ações são gratuitas, voltadas ao público infantil e aos educadores, e que contarão com medidas de acessibilidade.5. Divulgação impressaSerá realizada divulgação impressa de apoio, especialmente para alcançar escolas, bibliotecas, equipamentos públicos e espaços comunitários. Essa ação é importante porque nem todo público acompanha redes sociais ou canais digitais com frequência.Poderão ser produzidos:cartazes; filipetas ou folhetos informativos; materiais de apoio para escolas e instituições parceiras; informativos com programação por cidade. Os materiais impressos deverão conter informações objetivas: nome do projeto, tipo de atividade, cidade, local, data, horário, público-alvo, gratuidade, acessibilidade e canais de contato. As peças também deverão respeitar a aplicação obrigatória das marcas da Lei de Incentivo à Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal, conforme Manual de Uso de Marcas; a IN 29 também prevê que os materiais sejam submetidos previamente ao Ministério da Cultura antes da circulação. 6. Articulação com escolas e secretarias municipaisA mobilização junto às escolas será uma das principais estratégias do projeto, considerando que as apresentações são voltadas prioritariamente a crianças de 7 a 12 anos e as oficinas serão destinadas a educadores.Serão realizadas ações como:contato com Secretarias Municipais de Educação e Cultura; envio de convite institucional às escolas; articulação com diretores, coordenadores pedagógicos e professores; organização de turmas para participação nas apresentações; convite aos educadores para inscrição nas oficinas; envio de materiais informativos para circulação interna nas escolas; alinhamento prévio sobre horários, acessibilidade e logística. Essa estratégia fortalece o alcance do público-alvo e contribui para que as ações sejam organizadas de forma compatível com a rotina escolar e comunitária.7. Comunicação com equipamentos culturais e instituições locaisAlém das escolas, o projeto buscará apoio de equipamentos e instituições locais para ampliar a divulgação e fortalecer a participação comunitária.Poderão ser acionados:bibliotecas públicas; centros culturais; casas de cultura; associações comunitárias; coletivos culturais; espaços de assistência social; conselhos municipais; grupos de educadores; lideranças locais. Esses parceiros poderão auxiliar na divulgação da programação, indicação de públicos, cessão de espaços, mobilização comunitária e circulação das informações.8. Divulgação acessívelA comunicação do projeto deverá observar medidas de acessibilidade desde a criação das peças até a divulgação dos registros. A proposta original já previa Libras, materiais em braile e recursos acessíveis nos registros digitais, e esse eixo deve ser mantido de forma mais técnica no plano. Serão adotadas as seguintes medidas:linguagem simples e objetiva nas peças de divulgação; cards com boa legibilidade; contraste adequado entre texto e fundo; informações organizadas de forma clara; descrição de imagens nas publicações digitais; legendagem em vídeos publicados; janela de Libras nos registros audiovisuais oficiais, quando aplicável; audiodescrição ou descrição acessível em conteúdos audiovisuais oficiais, conforme o formato; divulgação prévia dos recursos de acessibilidade disponíveis em cada atividade; materiais informativos em braile durante as apresentações; orientação da equipe de produção sobre acolhimento e comunicação acessível. Cronograma de divulgaçãoPré-produção — antes das atividadesDefinição da identidade visual das peças de divulgação. Elaboração do plano de comunicação por cidade. Criação do cronograma de postagens. Produção dos textos-base do projeto. Produção de releases para imprensa. Contato com rádios, jornais, portais e blogs locais. Articulação com escolas, secretarias, bibliotecas e equipamentos culturais. Produção dos materiais gráficos. Organização das informações de acessibilidade. Submissão dos materiais de divulgação e aplicação de marcas ao Ministério da Cultura, quando exigido. Início da divulgação digital e institucional. Produção/execução — durante as atividadesDivulgação da programação de cada cidade. Reforço de comunicação na semana de cada apresentação/oficina. Publicações de bastidores e chamadas para participação. Cobertura fotográfica e audiovisual das atividades. Registro das ações de acessibilidade. Publicação de conteúdos nas redes sociais. Envio de notas à imprensa sobre a realização das atividades. Coleta de depoimentos, quando autorizados. Acompanhamento de público e engajamento. Pós-produção — após as atividadesDivulgação de registros finais do projeto. Publicação de agradecimentos aos municípios, escolas, instituições e participantes. Organização do clipping de imprensa. Sistematização dos registros fotográficos e audiovisuais. Organização das métricas digitais. Produção de relatório de divulgação. Seleção de materiais para prestação de contas. Disponibilização de conteúdo digital acessível, quando previsto. Peças e materiais previstosIdentidade visual do projeto. Cards digitais de lançamento. Cards por cidade. Cards de programação. Cards das oficinas. Stories para redes sociais. Reels ou vídeos curtos de chamada. Release de imprensa. Sugestão de pauta. Cartazes impressos. Filipetas ou informativos impressos. Materiais digitais para envio às escolas. Registros fotográficos. Registros audiovisuais. Clipping de imprensa. Relatório de divulgação. Registro fotográfico e audiovisualO projeto contará com registro fotográfico e audiovisual das principais etapas de execução, incluindo:preparação das atividades; chegada e montagem nos espaços; apresentações de contação de histórias; oficinas com educadores; participação do público; ações de acessibilidade; bastidores; depoimentos autorizados; encerramento das ações. Os registros serão utilizados para divulgação institucional, memória do projeto e prestação de contas. Quando disponibilizados publicamente em vídeo, os conteúdos deverão observar recursos acessíveis, como legendagem, Libras e/ou audiodescrição, conforme a natureza do material produzido.Monitoramento e indicadores de divulgaçãoA efetividade da divulgação será acompanhada por indicadores simples e comprováveis, como:número de publicações realizadas; alcance e engajamento nas redes sociais; quantidade de materiais impressos distribuídos; número de escolas e instituições contatadas; número de veículos de imprensa acionados; número de matérias, notas ou entrevistas publicadas; público presente nas apresentações; número de educadores inscritos e participantes nas oficinas; registros fotográficos e audiovisuais produzidos; clipping de imprensa consolidado.

Especificação técnica

Formato: apresentação presencial de contação de histórias em linguagem cênico-narrativa. Título da atividade: Jú Conta Histórias: Contos Africanos. Quantidade: 10 apresentações gratuitas. Distribuição territorial: 2 apresentações em cada município: Iguape, Cananéia, Ilha Comprida, Pariquera-Açu e Registro. Público-alvo: crianças de 7 a 12 anos, especialmente estudantes do ensino fundamental. Classificação indicativa: livre. Duração estimada: 45 a 50 minutos por apresentação. Linguagem artística: contação de histórias, artes cênicas, oralidade, expressão corporal e interação com o público. Conteúdo: contos africanos de domínio público, selecionados e adaptados para o público infantil. Temas abordados: oralidade, ancestralidade, memória, imaginação, convivência, respeito, coletividade e diversidade cultural. Recursos cênicos: figurino, objetos de cena, elementos artesanais, expressão corporal, voz e gestualidade. Estrutura necessária: espaço livre para apresentação, assentos para o público, iluminação geral do ambiente e sonorização básica quando necessário. Locais possíveis: escolas, bibliotecas, centros culturais, auditórios, salas multiuso ou espaços comunitários acessíveis. Montagem: estrutura de pequeno porte, transportável e adaptável aos espaços de realização. Desmontagem: realizada pela equipe após cada apresentação, sem intervenção permanente no local. Acessibilidade: intérprete de Libras, mediação de acessibilidade, materiais informativos em braile e organização de assentos reservados. Comprovação: registros fotográficos e audiovisuais, listas ou relatórios de público, materiais de divulgação, registros das medidas de acessibilidade e relatório de execução. Produto: Curso/Oficina/Capacitação — Oficina de Contação de Histórias e Jogos TeatraisFormato: oficina presencial, prática e participativa. Quantidade: 5 oficinas gratuitas. Distribuição territorial: 1 oficina em cada município: Iguape, Cananéia, Ilha Comprida, Pariquera-Açu e Registro. Público-alvo: educadores do ensino básico e fundamental, mediadores de leitura, agentes culturais e profissionais que atuem com crianças. Capacidade: até 30 participantes por oficina. Total estimado de participantes: até 150 educadores. Carga horária por oficina: 4 horas. Carga horária total: 20 horas. Objetivo da oficina: capacitar educadores para o uso da contação de histórias e dos jogos teatrais como ferramentas pedagógicas. Metodologia: exposição dialogada, exercícios práticos, jogos teatrais, improvisação, expressão corporal, atividades em grupo e troca de experiências. Conteúdo programático:contação de histórias como linguagem artística e recurso pedagógico; técnicas de narração oral; uso da voz, ritmo, pausa e entonação; expressão corporal e presença cênica; criação de personagens por meio da oralidade; jogos teatrais para imaginação, cooperação e escuta; estratégias de mediação de histórias para crianças; aplicação das técnicas em sala de aula e espaços educativos. Critério de participação: inscrição gratuita, com mobilização junto a escolas, secretarias municipais, equipamentos culturais e instituições parceiras. Critério de prioridade: educadores da rede pública de ensino e profissionais atuantes nos municípios de realização, caso haja mais interessados do que vagas disponíveis. Materiais utilizados: objetos cênicos simples, tecidos, adereços, materiais de apoio, listas de presença e certificados. Espaço necessário: sala ampla, ventilada, iluminada, com assentos móveis e área livre para dinâmicas corporais. Acessibilidade: linguagem simples, adaptação das dinâmicas conforme necessidade dos participantes e preferência por espaços com condições adequadas de circulação. Comprovação: listas de presença, registros fotográficos, certificados, relatório de realização e materiais de apoio utilizados.

Ficha técnica

Jussara Vicente — Atriz, contadora de histórias, arte-educadora e ministrante das oficinas Jussara Vicente é uma mulher preta, atriz, arte-educadora, contadora de histórias e brincante, com DRT 22035/SP e mais de 20 anos de atuação nas artes cênicas. Sua trajetória reúne trabalhos em teatro, contação de histórias, formação artística e projetos culturais contemplados por mecanismos como ProAC, Lei Paulo Gustavo e Lei Aldir Blanc. No projeto, será responsável pela condução das apresentações de contação de histórias, pela seleção e adaptação dos contos africanos, pela criação da dinâmica cênico-narrativa e pela realização das oficinas de contação de histórias e jogos teatrais voltadas a educadores. Ativaz Produções — Produção Executiva A Ativaz Produções atuará como produtora executiva do projeto, sendo responsável pelo planejamento operacional, organização das etapas de execução, apoio à articulação com municípios, escolas, equipamentos culturais e instituições parceiras, acompanhamento logístico das apresentações e oficinas, organização documental, apoio ao controle de comprovações, registros de execução e suporte à prestação de contas. A empresa possui experiência em elaboração, produção executiva, divulgação especializada, prestação de contas e gestão de projetos culturais, com atuação em diferentes leis de incentivo e projetos realizados no interior paulista. Seu portfólio informa atuação em mais de 25 cidades, aprovação de projetos em mais de R$ 10 milhões e alcance superior a 100 mil pessoas por meio de ações culturais. A Ativaz Produções é liderada por uma mulher e possui equipe composta majoritariamente por mulheres, contribuindo para o fortalecimento da diversidade de gênero na equipe técnica do projeto. Sua participação reforça a capacidade operacional da proposta e o compromisso com uma produção cultural organizada, acessível, territorializada e socialmente comprometida.

Acessibilidade

Produto: Apresentações de Contação de HistóriasMedidas de acessibilidade no aspecto arquitetônicoAs apresentações serão realizadas, preferencialmente, em espaços públicos, escolares ou culturais que disponham de condições básicas de acessibilidade, como entrada acessível, circulação adequada, sanitários acessíveis quando disponíveis no equipamento, boa iluminação, segurança para circulação do público e possibilidade de organização de assentos reservados.Será prevista a reserva de lugares em área de fácil acesso para pessoas com deficiência, pessoas com mobilidade reduzida, pessoas idosas e acompanhantes. A equipe de produção fará vistoria prévia dos espaços, sempre que possível, para verificar as condições de acesso, circulação, permanência e evacuação, ajustando a disposição do público, da equipe e dos elementos cênicos conforme as características de cada local.Quando a atividade ocorrer em espaços que não estejam sob gestão do proponente, serão priorizados locais com melhores condições de acessibilidade disponíveis no município. Caso sejam identificadas limitações estruturais, a equipe adotará medidas razoáveis de adaptação, orientação e acolhimento, sem comprometer a segurança do público.Medidas de acessibilidade no aspecto comunicacional e de conteúdoAs apresentações contarão com intérprete de Libras, garantindo acesso ao conteúdo narrado por pessoas surdas usuárias da Língua Brasileira de Sinais. A presença do intérprete será posicionada de forma visível ao público, em local adequado em relação à atriz/contadora e à plateia.Também será prevista mediação de acessibilidade, com profissional responsável por orientar o público antes, durante e após as apresentações, apoiar a recepção de pessoas com deficiência, auxiliar na organização dos assentos reservados e facilitar a comunicação entre equipe, público e instituições parceiras.Para pessoas cegas ou com baixa visão, serão disponibilizados materiais informativos em braile, contendo informações principais sobre o projeto. Além disso, antes do início das apresentações, a equipe poderá realizar uma breve descrição oral do espaço, dos elementos cênicos, dos objetos de cena, do figurino e da dinâmica da atividade, favorecendo a compreensão do contexto visual da apresentação.Para crianças com deficiência intelectual, pessoas autistas e demais públicos que se beneficiem de recursos de acessibilidade cognitiva, a equipe utilizará linguagem simples nas orientações iniciais, acolhimento cuidadoso e organização do espaço de forma a reduzir barreiras de participação. Sempre que possível, será reservada área com menor fluxo de pessoas para crianças que necessitem de menor estímulo sonoro, visual ou de circulação.Medidas de acessibilidade na comunicação e divulgação acessíveisAs peças de divulgação digital do projeto serão produzidas com linguagem clara, objetiva e acessível, informando as medidas de acessibilidade disponíveis em cada atividade. As publicações nas redes sociais deverão conter descrição de imagem quando aplicável, textos com boa legibilidade e informações diretas sobre data, local, horário, classificação indicativa, gratuidade e recursos acessíveis.Os registros audiovisuais oficiais do projeto, quando disponibilizados ao público, contarão com recursos acessíveis, como legendagem, janela de Libras e audiodescrição ou descrição acessível, conforme a natureza do material produzido. O site ou página digital do projeto também deverá apresentar informações em linguagem simples e acessível, incluindo descrição das atividades e indicação dos recursos de acessibilidade previstos.Produto: Oficinas de Contação de Histórias e Jogos TeatraisMedidas de acessibilidade no aspecto arquitetônicoAs oficinas serão realizadas em espaços com condições adequadas de circulação, permanência e participação dos educadores inscritos. Serão priorizados locais acessíveis, com entrada adequada, assentos organizados de forma flexível e circulação interna que permita a participação de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.A organização da sala considerará a necessidade de deslocamento dos participantes durante jogos teatrais e dinâmicas corporais, mantendo espaços livres de obstáculos e garantindo que as atividades possam ser adaptadas conforme as necessidades dos participantes.Medidas de acessibilidade no aspecto comunicacional e de conteúdoAs oficinas utilizarão metodologia participativa, com linguagem simples, instruções objetivas e adaptação das dinâmicas sempre que necessário. Caso haja participantes surdos ou com deficiência auditiva inscritos previamente, será assegurada a presença de intérprete de Libras, conforme a demanda identificada e a programação do projeto.Os conteúdos trabalhados nas oficinas serão apresentados de forma oral, prática e visual, com explicações claras sobre os exercícios de narração, expressão corporal, improvisação e jogos teatrais. As atividades poderão ser adaptadas para diferentes níveis de mobilidade, comunicação e participação, garantindo que os educadores possam vivenciar as práticas propostas de modo seguro e inclusivo.Medidas de acessibilidade na comunicação e divulgação acessíveisA divulgação das oficinas informará previamente o público-alvo, a gratuidade, a carga horária, o local, o horário e os recursos de acessibilidade disponíveis. Os materiais digitais relacionados às oficinas, como cards, comunicados, certificados e registros, deverão observar critérios de legibilidade, linguagem clara e descrição de imagens quando aplicável.

Democratização

O projeto “Jú Conta Histórias: Contos Africanos” adotará como principal medida de democratização a gratuidade integral de todas as atividades previstas. As apresentações de contação de histórias e as oficinas de contação de histórias e jogos teatrais serão oferecidas gratuitamente ao público, sem cobrança de ingressos, inscrições ou qualquer taxa de participação.As ações serão realizadas nos municípios de Iguape, Cananéia, Ilha Comprida, Pariquera-Açu e Registro, contribuindo para a descentralização do acesso à cultura e para a circulação de atividades artísticas em cidades contempladas pelo Programa Rouanet no Interior, que tem entre seus objetivos democratizar, descentralizar e regionalizar o investimento cultural. As apresentações serão voltadas prioritariamente a crianças de 7 a 12 anos, especialmente estudantes do ensino fundamental, podendo também receber familiares, educadores e comunidade em geral, conforme a capacidade dos espaços. A mobilização do público será realizada em parceria com escolas públicas, secretarias municipais, equipamentos culturais, bibliotecas, instituições comunitárias e lideranças locais, buscando garantir que a informação sobre as atividades chegue a diferentes públicos e territórios.O projeto prevê a realização de 10 apresentações gratuitas, sendo duas em cada município, com organização do acesso conforme a capacidade de cada local. Quando necessário, poderá ser adotado controle prévio de público por meio de agendamento com escolas, inscrições gratuitas ou distribuição antecipada de vagas, sempre preservando o caráter público, gratuito e democrático das atividades.As oficinas de contação de histórias e jogos teatrais serão oferecidas gratuitamente a educadores do ensino básico e fundamental, com previsão de 5 oficinas, uma em cada cidade, e capacidade de até 30 participantes por oficina. Essa ação amplia o acesso ao projeto para além das apresentações, pois oferece aos educadores ferramentas práticas para utilização da oralidade, da literatura e dos jogos teatrais como recursos pedagógicos junto às crianças.Como medida de ampliação de acesso, o projeto adotará a realização gratuita de atividades formativas paralelas, por meio das oficinas, e a realização de ação cultural voltada a crianças, educadores e comunidade escolar, em consonância com as medidas previstas na IN 29/2026. A divulgação será realizada com linguagem simples, objetiva e acessível, utilizando redes sociais, materiais digitais, articulação com escolas, comunicação com instituições locais e apoio de parceiros comunitários. As peças de divulgação informarão claramente a gratuidade das ações, os locais, horários, público-alvo, formas de participação e recursos de acessibilidade disponíveis.O projeto também adotará medidas para ampliar o acesso de pessoas com deficiência, incluindo intérprete de Libras nas apresentações, mediação de acessibilidade, materiais informativos em braile e conteúdos digitais com recursos acessíveis, conforme a natureza dos materiais produzidos. Essas medidas reforçam o compromisso do projeto com a participação de crianças, educadores e públicos diversos.Os registros audiovisuais e fotográficos do projeto poderão ser utilizados para divulgação, memória e prestação de contas. Quando disponibilizados ao público em ambiente digital, os conteúdos deverão contar com recursos acessíveis, como legendagem, Libras, audiodescrição ou descrição de imagens, conforme o formato do material. A disponibilização de registros audiovisuais acessíveis é uma das medidas de ampliação de acesso previstas pela normativa da Rouanet. Dessa forma, a democratização de acesso será garantida por meio da gratuidade integral, da circulação em cinco municípios do Vale do Ribeira, da articulação com escolas e instituições públicas, da oferta de oficinas gratuitas para educadores, da comunicação acessível e da adoção de recursos que favoreçam a participação de pessoas com deficiência.