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Fonte Viva de Memórias: Patrimônio, Infância e Saberes de Brazlândia

Início: 11/01/2027Término: 10/07/2027Aceite: 30/04/2026

Resumo

O projeto Fonte Viva de Memórias: Patrimônio, Infância e Saberes de Brazlândia realizará um processo de educação patrimonial, escuta comunitária, registro cultural e difusão pública do patrimônio cultural imaterial de Brazlândia, com participação prioritária de crianças, adolescentes, jovens, mulheres, famílias, artistas locais, mestres da cultura popular, moradores antigos, educadores, artesãos, produtores culturais e lideranças comunitárias.A proposta será desenvolvida por meio de oficinas gratuitas de memória, oralidade, fotografia, escrita criativa, cartografia afetiva e valorização dos saberes locais; rodas de memória com moradores e detentores de saberes; levantamento participativo de referências culturais do território; produção de registros audiovisuais curtos; publicação digital acessível; exposição comunitária; mostra cultural gratuita em Brazlândia; e ações de circulação em Ceilândia e Planaltina.

Sinopse

Sinopse da obraO projeto Fonte Viva de Memórias propõe a realização de um processo cultural, educativo e participativo voltado à valorização do patrimônio cultural imaterial de Brazlândia-DF, com ações complementares em Ceilândia e Planaltina. A iniciativa reunirá crianças, adolescentes, jovens, moradores, artistas, educadores, lideranças comunitárias e agentes culturais locais em atividades de escuta, memória, oralidade, escrita criativa, fotografia, artes visuais e educação patrimonial.A proposta terá como eixo central o reconhecimento dos saberes, histórias, modos de fazer, celebrações, práticas sociais, memórias afetivas e manifestações culturais presentes no território, fortalecendo o sentimento de pertencimento da comunidade e estimulando a preservação da identidade cultural local.O projeto será composto por oficinas de educação patrimonial, rodas de memória com moradores e representantes da comunidade, atividades de registro cultural, produção de conteúdos audiovisuais curtos, elaboração de uma publicação digital acessível e realização de uma mostra cultural gratuita. A mostra final apresentará ao público os registros, relatos, imagens, textos e produções desenvolvidas ao longo do projeto, promovendo o encontro entre gerações e a difusão da memória comunitária.Todos os produtos do projeto terão acesso gratuito, caráter educativo-cultural e classificação indicativa livre, respeitando a diversidade do público participante e garantindo medidas de democratização do acesso, inclusão e acessibilidade. O projeto não possui finalidade religiosa, partidária ou proselitista, tratando a espiritualidade, quando presente nas memórias locais, apenas como manifestação simbólica, cultural e comunitária.

Objetivos

Objetivo geralPromover a preservação, valorização, difusão e salvaguarda do patrimônio cultural imaterial de Brazlândia, estimulando o protagonismo de crianças, adolescentes, jovens, famílias, agentes culturais e moradores do território na construção de um acervo comunitário de memórias, saberes, práticas culturais, celebrações, modos de fazer e referências afetivas locais.Objetivos específicos1. Realizar oficinas gratuitas de educação patrimonial, memória, oralidade, fotografia, escrita criativa e cartografia afetiva para crianças, adolescentes e jovens de Brazlândia.2. Mapear, por metodologia participativa, referências culturais, saberes, práticas, celebrações, religiosidades, modos de fazer, memórias comunitárias e expressões artísticas do território.3. Promover rodas de memória com moradores antigos, lideranças comunitárias, artistas, artesãos, produtores culturais, mulheres, educadores e detentores de saberes populares.4. Produzir registros audiovisuais curtos e materiais digitais de difusão cultural, com linguagem acessível e circulação gratuita.5. Organizar uma exposição comunitária e uma mostra cultural gratuita em Brazlândia, reunindo produções dos participantes, registros de memória e apresentações de expressões culturais locais.6. Realizar ações de circulação e partilha dos resultados em Ceilândia e Planaltina, ampliando o acesso ao conteúdo cultural produzido.7. Disponibilizar uma publicação digital acessível e um acervo online simples, reunindo os principais resultados do inventário participativo.8. Fortalecer oportunidades de trabalho para profissionais da cultura, educadores, comunicadores, produtores, artistas e mestres locais, em alinhamento com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável 8 e 11.

Justificativa

Brazlândia possui forte identidade comunitária, rural, urbana, familiar, religiosa, popular e afetiva. O território guarda memórias de ocupação, práticas de trabalho, festas, expressões de fé, culinária, modos de fazer, oralidades, histórias de famílias, trajetórias de mulheres, saberes transmitidos entre gerações e práticas culturais muitas vezes preservadas fora dos espaços formais de memória.Apesar dessa riqueza, parte significativa dessas referências culturais permanece invisibilizada, pouco registrada ou pouco acessível às novas gerações. Crianças, adolescentes e jovens muitas vezes convivem com o território sem terem oportunidade de reconhecer a história local como patrimônio vivo, nem de se verem como sujeitos capazes de registrar, interpretar e valorizar a cultura da própria comunidade.O projeto responde a esse desafio por meio de uma metodologia participativa, intergeracional e acessível. Em vez de tratar o patrimônio como algo distante, monumental ou restrito a especialistas, a proposta reconhece o patrimônio imaterial como prática viva: aquilo que as pessoas fazem, celebram, narram, cantam, cozinham, ensinam, cuidam, lembram e transmitem.A atuação do Instituto Fonte Viva em Brazlândia fortalece a pertinência territorial da proposta, pois permite articular cultura, convivência comunitária, desenvolvimento humano, proteção social e educação patrimonial. A proposta também se alinha ao Programa Rouanet no Interior ao descentralizar o investimento cultural, estimular novos agentes culturais, democratizar o acesso, apoiar grupos em situação de vulnerabilidade e valorizar a cultura como instrumento de cidadania, memória coletiva e desenvolvimento local.A escolha pela área de Patrimônio Cultural é a mais coerente porque o núcleo do projeto está na salvaguarda do patrimônio cultural imaterial, nos saberes e modos de fazer, nas celebrações, nas festividades, nas religiosidades como expressão simbólica da comunidade e na preservação de memórias transmitidas pela oralidade. Humanidades aparece como linguagem de apoio, especialmente nas oficinas de escrita criativa, leitura de território e produção de narrativas, mas não como eixo principal.

Etapas

Pré-produção e planejamentoMês 1Validação do plano de trabalho, reuniões de equipe, articulação territorial, definição dos espaços, calendário, fichas de inscrição, protocolos de autorização de imagem e mobilização comunitária.Mobilização e inscriçõesMês 1 e 2Divulgação gratuita, contato com escolas e organizações comunitárias, seleção dos participantes e organização de turmas.Oficinas formativasMeses 2 a 4Realização de 12 encontros de educação patrimonial, memória, oralidade, fotografia, escrita criativa e cartografia afetiva.Rodas de memória e inventário participativoMeses 3 a 5Realização de 6 rodas de escuta, entrevistas autorizadas, registro de saberes e organização das referências culturais levantadas.Produção de registros e publicação digitalMeses 4 a 6Edição dos vídeos curtos, organização da publicação digital acessível, preparação do acervo online e curadoria da exposição.Mostra cultural em BrazlândiaMês 6Realização de evento gratuito de apresentação dos resultados, exposição comunitária, apresentações locais e roda pública de partilha.Circulação em Ceilândia e PlanaltinaMês 7Duas ações gratuitas de difusão com exibição de registros, conversa pública e acesso aos materiais digitais.Finalização e prestação de contasMês 7Organização documental, relatório de resultados, consolidação de indicadores, registros de público, comprovações e prestação de contas.

Especificação técnica

1. Oficinas de Educação Patrimonial, Memória e Criação CulturalAs oficinas terão caráter formativo, educativo-cultural e prático, voltadas prioritariamente para crianças, adolescentes e jovens, podendo contar também com a participação de educadores, agentes culturais, moradores e representantes da comunidade.Quantidade prevista: até 12 encontros/oficinas.Carga horária estimada: 2 horas por encontro, totalizando até 24 horas de atividades formativas.Formato: presencial, com metodologia participativa, dinâmica de grupo, escuta ativa, atividades práticas e produção coletiva.Conteúdo pedagógico: introdução ao conceito de patrimônio cultural material e imaterial; memória comunitária; oralidade; identidade territorial; reconhecimento de saberes locais; escrita criativa; fotografia básica com celular; artes visuais; registro de relatos; construção de mapa afetivo-cultural; valorização de histórias de vida, práticas sociais, celebrações, modos de fazer e referências simbólicas do território.Materiais utilizados: papel sulfite, cartolina, canetas, lápis, pincéis, tintas, pranchetas, impressos de apoio, materiais de papelaria, equipamentos de registro fotográfico e audiovisual, celular ou câmera, computador para organização dos registros e recursos de acessibilidade quando necessário.Classificação indicativa: livre.2. Rodas de Memória e Escuta ComunitáriaAs rodas de memória serão encontros presenciais com moradores, lideranças comunitárias, artistas locais, educadores, mestres populares, agentes culturais, representantes de famílias tradicionais, mulheres, idosos e demais participantes interessados em compartilhar histórias, experiências e referências culturais do território.Quantidade prevista: até 6 rodas de memória.Duração estimada: 2 horas por encontro, totalizando até 12 horas.Formato: presencial, com mediação cultural, escuta orientada, registro de relatos e sistematização de informações.Metodologia: conversa mediada por perguntas orientadoras sobre memória local, infância, festas, modos de fazer, religiosidades como manifestação cultural, práticas comunitárias, espaços de convivência, cultura popular, trajetórias de vida e transformações do território.Materiais utilizados: gravador de áudio, câmera ou celular, fichas de registro, termo de autorização de uso de imagem e depoimento, lista de presença, materiais de apoio e equipamento de som simples quando necessário.Classificação indicativa: livre.3. Inventário Participativo de Patrimônio Cultural ImaterialO inventário participativo será um produto de registro, organização e sistematização das referências culturais levantadas durante as oficinas, rodas de memória e atividades de campo. O objetivo é reunir informações sobre memórias, saberes, celebrações, práticas sociais, espaços simbólicos, modos de fazer, manifestações culturais e histórias comunitárias vinculadas ao território.Formato: documento digital em PDF.Extensão estimada: entre 25 e 40 páginas.Conteúdo previsto: apresentação do projeto; metodologia de escuta e registro; breve contextualização do território; relatos selecionados; fotografias; identificação de práticas culturais; memórias de moradores; saberes locais; mapa afetivo-cultural; síntese das oficinas; resultados das rodas de memória; considerações finais sobre preservação e valorização do patrimônio imaterial.Material: arquivo digital diagramado, com textos, imagens, legendas, ficha técnica e linguagem acessível.Produção técnica: curadoria de conteúdo, organização de relatos, revisão textual, tratamento simples de imagens, diagramação e exportação em PDF.Distribuição: gratuita, em formato digital, podendo ser disponibilizada por meio de redes sociais, site, link de acesso ou envio para instituições parceiras, escolas, bibliotecas comunitárias e espaços culturais.Classificação indicativa: livre.4. Publicação Digital Fonte Viva de MemóriasA publicação digital será um material de difusão cultural complementar ao inventário, com linguagem mais acessível e visual, reunindo os principais resultados do projeto de forma sintética e atrativa para a comunidade.Formato: e-book ou revista digital em PDF.Paginação estimada: entre 20 e 30 páginas.Conteúdo previsto: apresentação do projeto; textos curtos sobre memória, patrimônio e identidade; fotografias das atividades; produções dos participantes; relatos breves de moradores; registros das oficinas; frases e memórias selecionadas; imagens da mostra cultural; créditos e ficha técnica.Projeto gráfico: layout simples, limpo e acessível, com boa leitura em celular e computador, uso de fontes legíveis, contraste adequado, organização por seções e imagens em boa resolução.Material: publicação digital, sem impressão em larga escala, priorizando sustentabilidade e redução de resíduos.Distribuição: gratuita em formato digital.Acessibilidade: linguagem clara, estrutura organizada, possibilidade de leitura em dispositivos digitais e produção com atenção à legibilidade.Classificação indicativa: livre.5. Vídeos Curtos de Registro CulturalSerão produzidos vídeos curtos com caráter documental, educativo e cultural, voltados ao registro das atividades e à difusão do patrimônio imaterial identificado durante o projeto.Quantidade prevista: até 6 vídeos curtos.Duração estimada: entre 1 e 3 minutos cada.Formato técnico: vídeo digital em formato horizontal ou vertical, conforme estratégia de divulgação, com resolução mínima Full HD, captação de imagens das oficinas, rodas de memória, território, depoimentos autorizados e mostra cultural.Conteúdo: registros das atividades, depoimentos de participantes, imagens de espaços comunitários, trechos de oficinas, relatos de memória, bastidores da construção coletiva e síntese dos resultados culturais do projeto.Recursos técnicos: câmera ou celular com boa resolução, microfone quando necessário, iluminação natural ou de apoio, edição simples, inserção de título, legendas quando possível, identificação do projeto e créditos.Finalidade: documentação, prestação de contas, divulgação cultural gratuita e ampliação do acesso aos resultados do projeto.Classificação indicativa: livre.6. Mostra Cultural Fonte Viva de MemóriasA mostra cultural será o produto de culminância do projeto, aberta gratuitamente à comunidade, reunindo os resultados das oficinas, rodas de memória, inventário, publicação digital e vídeos.Formato: evento cultural presencial gratuito.Duração estimada: 1 dia de realização, com programação de até 4 horas.Local: espaço comunitário, cultural, educacional ou público em Brazlândia-DF, com possibilidade de participação de público das demais regiões contempladas.Conteúdo da mostra: exposição de fotografias, textos, desenhos, relatos, mapa afetivo-cultural, exibição dos vídeos curtos, apresentação da publicação digital, compartilhamento de experiências dos participantes e momento de valorização dos moradores, artistas e agentes culturais envolvidos.Materiais utilizados: painéis expositivos simples, impressões selecionadas, projetor ou televisão, caixa de som, microfone, mesas, cadeiras, sinalização, materiais de apoio, lista de presença e recursos de acessibilidade conforme necessidade.Estrutura técnica: organização de espaço expositivo, montagem, mediação cultural, acolhimento do público, exibição audiovisual e registro fotográfico do evento.Classificação indicativa: livre.

Ficha técnica

Amanda Miranda de OliveiraCoordenadora GeralCoordenação geral do projeto, gestão executiva, relação institucional, supervisão do cronograma, validação de entregas, acompanhamento do orçamento, interface com SALIC e organização da documentação final.Diekson Rosa dos SantosCoordenador de Produção e Articulação TerritorialCoordenação da produção local, articulação com espaços comunitários, escolas, lideranças e parceiros, organização logística das oficinas, rodas, mostra e ações de circulação.Gustavo Gomes FernandesEducador Patrimonial e Coordenador PedagógicoPlanejamento das oficinas, condução metodológica da educação patrimonial, apoio ao inventário participativo, mediação com crianças, adolescentes e jovens e sistematização dos conteúdos formativos.Alex SpindolaResponsável por Comunicação, Registro Audiovisual e Acervo DigitalRegistro fotográfico e audiovisual, organização dos materiais digitais, apoio à edição dos vídeos curtos, alimentação do acervo online, peças de divulgação e identidade visual básica do projeto.Maria Luisa de Oliveira BispoMobilizadora Social e Mediadora ComunitáriaMobilização de participantes, acolhimento das famílias, apoio nas inscrições, presença nas oficinas e rodas de memória, mediação comunitária e apoio às ações de acessibilidade e democratização.Gabriel dos Santos SilvaProdutor Executivo e Assistente de LogísticaApoio à produção executiva, cotações, compras, organização de materiais, transporte local, montagem das atividades, lista de presença, registros administrativos e apoio operacional nos eventos.

Acessibilidade

O projeto adotará medidas de acessibilidade física, comunicacional e atitudinal, de acordo com a natureza de cada atividade e com o orçamento disponível.Acessibilidade físicaPrioridade para espaços com acesso facilitado, banheiros adaptados ou estrutura equivalente, assentos reservados para pessoas idosas, gestantes, pessoas com deficiência e pessoas com mobilidade reduzida.Acessibilidade comunicacionalLegendagem dos vídeos, intérprete de Libras nos principais eventos públicos, linguagem simples nos materiais de comunicação e orientação oral nas atividades.Acessibilidade visualPublicação digital estruturada, contraste adequado nos materiais, descrição textual de imagens principais e mediação oral na exposição.Acessibilidade atitudinalEquipe orientada para acolhimento, respeito à diversidade, escuta ativa e atendimento humanizado.Cultura DEFReserva de vagas e convite ativo para participação de pessoas com deficiência, quando houver interesse e disponibilidade no território.

Democratização

Plano de democratização de acesso1. Todas as atividades serão gratuitas, sem cobrança de ingresso, matrícula, taxa de participação ou contribuição obrigatória.2. As oficinas reservarão vagas prioritárias para crianças, adolescentes, jovens e famílias em situação de vulnerabilidade social de Brazlândia.3. A exposição e a mostra cultural serão abertas à comunidade, com ampla divulgação local e linguagem acessível.4. A publicação digital, os vídeos e o acervo online serão disponibilizados gratuitamente.5. As ações de circulação em Ceilândia e Planaltina ampliarão o acesso aos resultados para outros territórios elegíveis do Distrito Federal.6. Sempre que houver material impresso, será priorizada tiragem reduzida, uso consciente de papel e distribuição dirigida para escolas, bibliotecas, espaços culturais e organizações comunitárias.7. Os registros audiovisuais serão publicados em formatos de fácil compartilhamento, contribuindo para ampliar o alcance sem aumentar custos de produção.Sustentabilidade e respeito ao meio ambiente1. Priorização de materiais digitais, reduzindo impressões e desperdícios.2. Uso de impressos apenas quando necessários, em tiragem reduzida e com distribuição dirigida.3. Reaproveitamento de estruturas simples na exposição, evitando cenografia descartável.4. Valorização do território, da memória ambiental, dos modos de vida comunitários e das práticas culturais ligadas ao cuidado com a cidade.5. Contratação prioritária de profissionais e fornecedores locais, reduzindo deslocamentos e fortalecendo a economia do território.6. Adoção de orientação para descarte correto de resíduos nos eventos e incentivo ao uso de garrafas reutilizáveis pela equipe.7. Ocupação cultural de espaços comunitários já existentes, evitando obras, reformas ou intervenções físicas desnecessárias.