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PRONAC 192901Apresentou prestação de contasMecenato

PROGRAMAÇÃO ANUAL - BRASILIA 60 ANOS DE CHORO

CLUBE DO CHORO DE BRASILIA
Solicitado
R$ 702,1 mil
Aprovado
R$ 674,3 mil
Captado
R$ 674,3 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (2)
CNPJ/CPFNomeDataValor
01378407000110ALIANCA DO BRASIL SEGUROS S/A.1900-01-01R$ 637,7 mil
28196889000143BRASILSEG COMPANHIA DE SEGUROS1900-01-01R$ 36,6 mil

Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Planos anuais e plurianuais
Ano
19

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2021-01-01
Término

Resumo

O projeto apresenta as necessidades administrativas, de manutenção e da programação do Clube do Choro de Brasília para o ano de 2022. Pleiteia recursos visando garantir o pleno funcionamento da instituição nesse período. Apresenta o projeto musical que marcará o ano de 2022, com o tema BRASILIA - 60 ANOS DE CHORO, detalhando os artistas homenageados, o número de espetáculos, a estimativa de custos e o prazo de duração.

Objetivos

OBJETIVO GERALO Clube do Choro de Brasília é uma entidade cultural sem fins lucrativos que funciona há 42 anos na Capital Federal. Ocupa um moderno café-concerto de 400 lugares especialmente projetado por Oscar Niemeyer na área central da cidade. Responde pelo mais duradouro e bem sucedido projeto de música instrumental da história da MPB, que todos os anos homenageia, divulga e atualiza a obra de um grande compositor brasileiro. Já realizou mais de três mil shows para um público total de mais de 800 mil pessoas (os espetáculos são gravados e apresentados por tevês públicas para o país inteiro), sempre a preços populares.Por isso foi condecorado com a Ordem do Mérito Cultural da Presidênciada República e tombado como Patrimônio Imaterial de Brasília. O objetivo geral do presente projeto é assegurar a manutenção e o funcionamento do Clube no ano de 2022, incluindo sua administração e conservação, e também a produção dos shows de música popular brasileira que o tornaram, nas palavras do crítico e historiador da MPB Sergio Cabral, "uma das instituições culturais mais importantes do Brasil". O objetivo do projeto "Brasília _ 60 Anos de Choro" é, paralelamente às comemorações pelas seis décadas de fundação da Capital República, fazer uma reconstituição da história do Choro na cidade, com shows que evoquem a vida e a obra de seus protagonistas e o precioso legado que deixaram. Para tanto, nada mais adequado que o palco do Clube do Choro, um espaço democrático de arte e cultura conquistado pela população de Brasília. E que nas últimas décadas reuniu autoridades e funcionários públicos, empregados e patrões, estudantes e embaixadores em torno de uma das nossas maiores riquezas: a autêntica música popular brasileira. OBJETIVO ESPECÍFICOAo longo dos anos, o Clube do Choro de Brasília já promoveu temporadas anuais em homenagem a Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Chiquinha Gonzaga, Waldyr Azevedo, Ernesto Nazareth, Villa-Lobos, Ary Barroso,Tom Jobim, Garoto, Dorival Caymmi, Baden Powell, Dominguinhos, Chico Buarque, Paulinho da Viola, João Donato e Radamés Gnatalli. Todos esses criadores tiveram sua obra revista e atualizada pelos mais destacados instrumentistas brasileiros em atividade. Com o projeto "BRASÍLIA - 60 ANOS DE CHORO", o Clube pretende realizar 20 shows de grandes solistas e grupos instrumentais de todo o País, de março a dezembro de 2022, revisitando a trajetória histórica que relatamos a seguir. "Brasília, 10 de novembro de 1956. O presidente Juscelino Kubitschek inaugura o primeiro prédio oficial da cidade: o Catetinho, casa de madeira projetada por Oscar Niemeyer e que serviria de residência provisória do chefe do governo até sua mudança para o Palácio da Alvorada, em 1960. Na comitiva, além de parlamentares, jornalistas e assessores, uma presença revela a paixão de JK pela música popular brasileira: o violonista Dilermando Reis, chorão, seresteiro e autor de Exaltação a Brasília, canção composta em homenagem à cidade que começa a sair do chão. Pelas cordas do violão de Dilermando, o choro e a seresta ecoam na noite estrelada do Planalto Central, quando a nova capital ainda não passa de um sonho. Onze anos depois, Jacob do Bandolim está praticamente entrevado na cama de sua casa em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, vítima de uma crise na coluna cervical, e recebe a visita de dois médicos vindos de Brasília. Na verdade são dois chorões, que pretendiam assistir a um dos lendários saraus realizados por Jacob e foram surpreendidos pela situação. Um deles de fato é médico e decide submeter o doente a uma terapia neural que aprendeu recentemente na Alemanha. O outro, advogado, apresenta-se como "ginecologista" e auxilia o amigo no preparo da injeção. Para surpresa da família, no dia seguinte Jacob pula da cama, de onde não saía há quatro meses, e volta a tocar bandolim. Mais: fica tão entusiasmado com a própria recuperação que resolve prosseguir o revolucionário tratamento em Brasília. Durante os seis meses em que Jacob do Bandolim morou na Capital da República, sua presença atraiu muitos chorões transferidos para Brasília na condição de funcionários púbicos. Assim como fazia em Jacarepaguá, todos os sábados ele reunia os melhores instrumentistas da cidade para saraus memoráveis, que resultaram na formação do "Época de Prata" (no Rio ele já tinha o "Época de Ouro"), regional que passa a acompanhá-lo. A fama do grupo se espalha, chovem convites e até o presidente Arthur da Costa e Silva quer uma apresentação exclusiva no Palácio da Alvorada. Jacob morre do coração duas semanas depois de regressar ao Rio de Janeiro, mas sua passagem por Brasília, para onde pretendia voltar, deixa plantada uma semente que iria frutificar. Em nove de setembro de 1977, o Clube do Choro de Brasília é fundado por músicos que se reuniam na casa da flautista francesa (naturalizada brasileira) Odete Ernest Dias. O citarista Avena de Castro, grande amigo de Jacob do Bandolim, é eleito por aclamação o primeiro presidente. Fazem ainda parte do grupo Pernambuco do Pandeiro, que tocou com Carmen Miranda; o flautista Bide, primo de Pixinguinha; o trombonista Tio João, da Orquestra da Rádio Nacional; o bandolinista Arnoldo Veloso, médico que aplicou a terapia neural em Jacob; seu amigo cavaquinista e boêmio Assis Carvalho (o "ginecologista") e outros 23 instrumentistas, jornalistas e apreciadores do choro. O então governador do Distrito Federal, Elmo Serejo, cede o vestiário do recém- inaugurado Centro de Convenções para as reuniões musicais. Embora não participe diretamente da criação do Clube, o mestre do cavaquinho Waldyr Azevedo, considerado o instrumentista mais popular do país, vivia em Brasília desde 1971. Entusiasmado com a movimentação em torno do Choro, ele resolve retomar a carreira interrompida pelo trauma da morte de uma filha. Com sua contribuição, o gênero musical centenário faz sucesso e se firma definitivamente como forma de expressão e linguagem musical típica da cidade mais moderna do País."

Justificativa

Ao completar 42 ANOS, o Clube do Choro de Brasília atingiu uma marca histórica. Não há notícia de nenhuma outra instituição cultural similar no Brasil que tenha alcançado tamanho êxito durante tanto tempo. Há 23 anos o Clube desenvolve o projeto de música instrumental mais duradouro e bem sucedido da MPB. Cerca de 800 mil pessoas já assistiram a mais de 3200 shows, levados a todo o país por emissoras públicas de TV. Por sua contribuição à cultura brasileira, o Clube do Choro foi tombado como Patrimônio Imaterial de Brasília e condecorado com a Ordem do Mérito Cultural da Presidência da República, a mais alta comenda oficial na área da cultura. Como reconhecimento ao trabalho que realiza, recebeu sem custos das mãos do arquiteto Oscar Niemeyer o projeto da sede onde funciona desde 2011, no Setor de Divulgação Cultural de Brasília. Considerado um dos locais mais democráticos da Capital da república, onde autoridades, estudantes, embaixadores, artistas, profissionais liberais e funcionários públicos podem confraternizar e sentar-se lado a lado para curtir música de qualidade a preços módicos, o Clube doChoro de Brasília tornou-se referência para a criação de entidades afins em outros estados e até no exterior. E hoje exporta delegações de músicos que viajam pelo mundo atendendo a convites de festivais, universidades e escolas interessadas em conhecer a riqueza e as possibilidades do Choro, gênero seminal da MPB. O Clube do Choro é uma vitória da cultura brasileira, em especial da nossa música popular, dos artistas que a ela se dedicam e da população de Brasília e do Brasil que prestigia e acompanha a programação do Clube, ao vivo ou pelas emissoras públicas de TV com o melhor da música instrumental que o talento brasileiro é capaz de produzir. Por sua vez, a Lei de Incentivo à Cultura é a ferramenta de financiamento cultural mais apropriada, testada e aprovada na prática para ser utilizada por entidades que dedicam seu trabalho ao fortalecimento da identidade cultural do nosso País e à divulgação deo trabalho de nossos artistas. A proposta está enquadrada no Art. 1° Incisos I, VIII e IX e Art. 3º Inciso II alinea "e" da Lei 8.313/91

Acessibilidade

O Espaço Cultural do Choro é um projeto do arquiteto Oscar Niemeyer, construído pelo Governo do Distrito Federal no Setor de Divulgação Cultural do Eixo Monumental, em Brasília. Na obra foram cumpridas as determinações constantes da Lei 10.098, de 19 de Dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, regulamentada pelo Decreto-Lei 5296 de 2 de Dezembro de 2004. O Espaço Cultural do Choro (onde se inserem o Clube do Choro de Brasília e a Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello) dispõe de rampas de acesso, amplas portas, banheiro exclusivo para portadores de necessidades especiais e até elevador com acesso aos três pavimentos da construção. Será adotada como Ação de Promoção do Acesso ao Conteúdo Cultural a destinação de uma cota de ingressos de cortesia a ser entregue à Associação Brasiliense de Deficientes Visuais, com sede em Brasilia, DF, entidade representativa das pessoas com deficiência visual voltada para a promoção e defesa dos direitos deste segmento social com a impressão de folheteria, contendo a descrição do local onde serão realizados os espetáculos e um relato sobre como se desenvolverá a programação musical do Projeto. O Clube do Choro já reserva uma mesa preferencialmente para portadores de deficiência. Antes de cada espetáculo, o apresentador faz um breve resumo da carreira do artista, acessível a deficientes visuais por meio da programação impressa em braille. Infelizmente, não há como imprimir previamente uma sinopse da programação para cada show, dado que o projeto prevê nada menos que 80 espetáculos com 40 intérpretes ou grupos musicais diferentes, que escolhem a seu critério a lista de músicas a serem tocadas, sempre sujeita a mudanças de última hora, de acordo com o gosto, a conveniência e a vontade do artista. Para atendimento ao que determina o Artigo 21 da Instrução Normativa nº 02/2019 MinC, serão adotadas as seguintes ações: - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos. O material será disponibilizado no site: clubedochoro.com.br - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;

Democratização do acesso

Os ingressos para os espetáculos serão postos à venda na bilheteria do Clube do Choro no Espaço Cultural do Choro, no Setor de Divulgação Cultural, Lote 3 que estará aberta ao publico de segunda a sexta feira, no horario de 10:00 às 22:00 horas, e aos sábados, de 19:00h as 21:30 horas. a) Como ação de formação de platéia e democratização de acess, a título de contrapartida social serão franqueadas 1.000 (mil) entradas gratuitas a alunos e professores da Escola de Música de Brasilia e Departamento de Música da UnB no decorrer do projeto. O atendimento às medidas III e IV do Artigo 21 da IN 02/2019 do MinC se dará da seguinte forma: serão gravados depoimentos dos alunos e professores após as apresentações musicais. Essas gravações serão veiculadas no Site do Clube do Choro de Brasilia e disponibilizadas nas redes sociais. Serão realizados, ainda, uma série de 5 bate-papos com os "artistas selecionados" sem ônus para os participantes, em Sala do Espaço Cultural do Choro, reservada para esse fim, de modo a ampliar a "capacidade de compreensão musical" dos participantes devendo o atendimento ao § 2º do Artigo 22 da IN 02/2019 se dar atraves da gravação de depoimentos dos presentes, ao final das atividades. Essas gravações serão veiculadas no Site do Clube do Choro de Brasília e disponibilizadas nas redes sociais”. As ações propostas pelo proponente visam cumprir o estabelecido no Art. 21 da IN nº 02/2019. b) Além dos ingressos especificamente destinados à ação supra referida, serão disponibilizados gratuitamente 8.600 ingressos para os 80 espetáculos previstos no projeto, assim distribuidos: - 800 destinados à população de baixa renda, sendos 560 encaminhados à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social do DF, e 240 ingressos serão destinados à Associação Brasiliense de Deficientes Visuais, com sede em Brasilia, DF, entidade representativa das pessoas com deficiência visual. - 800 destinados ao(s) patrocinador(es) para marketing de relacionamento; - 800 destinados à divulgação do Projeto, distribuidos entre os diversos meios de comunicação (Midia impressa, midia radiofonica, midia televisiva, sorteios via midias sociais) Em cumprimento ao que determina Portaria SECULT/MTur n. 44 de 05/11/2021, serão adotados para a execução deste Projeto, todos os protocolos e medidas de segurança definidos pelo Governo Federal para prevenir a Covid-19, tais como, aferição de temperatura, exame de testagem para Covid e uso de materiais de higiene e não será exigido em hipótese alguma, a apresentação do passaporte vacinal para acesso aos eventos programados.

Ficha técnica

Coordenador Geral:Henrique Lima Santos Filho, o Reco do Bandolim, é jornalista, músico, produtor cultural, fundador da primeira Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello, presidente do Clube do Choro de Brasília. Está em fase de implementação de um Centro de Memória e Referência do Choro através de Acordo de Cooperação Científico e Tecnológico estabelecido com a Universidade de Brasília e com apoio do IBRAM. É responsável pelo projeto de música instrumental mais duradouro e bem sucedido da história da MPB, em cartaz há 20 anos no Clube do Choro de Brasília, com mais de 3.000 shows realizados para um público estimado em 700 mil pessoas. Foi eleito cidadão honorário de Brasília por unanimidade pela Câmara Distrital e na sua gestão o Clube do Choro recebeu a Medalha de Honra ao Mérito Cultural da Presidência da República, a mais alta comenda do gênero no país, a Medalha Rio Branco, concedida pelo Ministerio das Relações Exteriores além de ter recebido do GDF o título de Patrimônio Imaterial de Brasília. Nos últimos 20 anos representou o Brasil diante do mundo nos eventos promovidos pelo Governo brasileiro nos cinco continentes, realizando apresentações musicais e palestras sobre a história do CHORO em Universidades e Instituições Culturais. Com o patrocínio do Ministério da Cultura, EMBRATUR e Ministério das Relações Exteriores, visitou mais de 20 países. Durante 30 anos apresentou e produziu o programa Choro Livre na Rádio Nacional AM e FM. Caberá a ele proceder um levantamento de artistas locais e nacionais em condições de participar do projeto, garimpando, classificando e escolhendo os convidados, assumindo a responsabilidade de montar a grade de espetáculos musicais. Dentre os critérios a serem utilizados na seleção dos artistas convidados, destacam-se os seguintes: a) relevância cultural e excelência artística; b) potencial de visibilidade e mobilização de público c) viabilidade operacional e de custo-benefício; d) importância do artista e de sua obra no cenário da musica instrumental brasileira; Marco Antonio Muniz Guedes: RG 613788-SSP/DF - CPF 221449601-78 Marco Guedes é músico (baterista) e produtor cultural. Trabalha no Clube do Choro de Brasília há 17 anos, integrando a equipe que transformou a casa de shows em uma das maiores referências para música instrumental brasileira no país. Soma-se a isso sua experiência em produção cultural no cenário brasiliense em diferentes espaços da cidade como shoppings, restaurantes tradicionais, casas de show, teatros, empresas. Produziu bandas e cantores de diferentes linguagens musicais. O Produtor executivo organiza, planeja, administra e controla recursos profissionais e serviços necessários para a realização dos espetáculos musicais, atuando diretamente nas diversas fases de execução do Projeto: pré-produção, produção e pós produção. Diretor Artístico e Musical - Nome do profissional: IVAN SERGIO DE ALMEIDA SANTOS - Responsável pela concepção artística do Projeto e da sua programação musical, atuando também no agendamento dos artistas convidados e no roteiro dos shows apresentados, tabalhando em harmonia com o produtor executivo. Currículo resumido: Ivan Sergio de Almeida Santos (Ivan Sergio Santos), jornalista, músico, compositor e Bacharel em Comunicação pela UnB/1980. Estagiário da Sucursal de Brasília do jornal O Estado de S. Paulo; Repórter da Sucursal de Brasília do jornal Folha de S. Paulo; Editor-chefe do Jornal da Capital, da TV Capital-DF; Redator e apresentador de programas musicais na Rádio Nacional FM; Editor de telejornalismo da TV Globo/DF (DFTV, BDB e JN); Editor-chefe do Jornal da Manchete 2º Edição/Brasília - Diretor, editor e entrevistador da série de documentários Memória Política da TV Câmara; Editor de telejornalismo da TV Senado; Redator e apresentador de programas sobre MPB na Rádio Câmara FM; Produtor do programa Clube do Choro, realizado pela EBC - Empresa Brasileira de Comunicação para exibição na TV Brasil e rede pública afiliada. Responsável pela concepção artística do Projeto e da sua programação musical, atuando também no agendamento dos artistas convidados e no roteiro dos shows apresentados, tabalhando em harmonia com o produtor executivo. Assistentes de produção: Serão contratados dois assistentes de produção que serão selecionados mediante análise curricular. Os nomes dos artistas selecionados só poderão ser definidos depois que o projeto for aprovado e os patrocínios autorizados. Não há como bloquear datas nas agendas dos músicos por antecipação. - A responsabilidade pela gestão administrativa /técnico-financeira do projeto estará a cargo da Diretoria Administrativa e Financeira, conforme estabelece o Artigos 16 e 17 Inciso II do Estatuto Social do Clube do Choro de Brasilia (documento já anexado ao SALIC) para tanto foi eleito em 22 de abril de 2016 pelo Conselho de Administração para o cargo de Diretor Administrativo e Financeiro, conforme ata também já anexada aos documentos do proponente, o Sr. Raimundo Luiz Barreto de Sá Teles. CURRICULO VITAE - RAIMUNDO LUIZ BARRETO DE SÁ TELES- End: SQN 312 Bl J apt. 405 70.765-100 BRASILIA –DF 061 -30344478 - (Res.) (061) 981771906- Email: raimundosateles@bol.com.br - Filiação: José Francisco de Sá Teles e Rute Ana B.de Sá Teles- Data de Nascimento: 01.07.51 - Salvador (BA)Est.Civil:Casado Ident. 821.487(DF) CPF 066904591-87 CTPS 55851-Serie 292 - Atua na área cultural, como Diretor Administrativo e Financeiro do Clube do Choro de Brasilia, entidade sem fins lucrativos, elaborando os Projetos Culturais submetidos ao MINC e aprovados de acordo com a Lei 8.313/91 e Convênios com recursos orçamentários, sendo responsavel pela sua execução administrativa, acompanhamento e Prestação de Contas junto aos órgãos de controle. Centenário de Pixinguinha (1997); JACOB DO BANDOLIM 80 anos (1998); 50 ANOS DE BRASILEIRINHO – TRIBUTO A WALDIR AZEVEDO (1999); CHIQUINHA GONZAGA – ABRE ALAS PARA A MPB ( 2000) – ERNESTO NAZARETH-Pai do Choro Moderno (2001) CAINDO NO CHORO (2002), TRIBUTO A GAROTO (2003) e O BRASIL BRASILEIRO DE ARY BARROSO (2004); Villa Lobos (2005); RADAMES GNATALLI (2006); CLUBE DO CHORO 30 ANOS(2007); TOM JOBIM(2008); DORIVAL CAYMMI(2009) até 2017 com o Projeto CLUBE DO CHORO 40 ANOS.

Providência

Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.

2023-06-30
Locais de realização (1)
Brasília Distrito Federal