| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33050196000188 | COMPANHIA PAULISTA DE FORCA E LUZ | 1900-01-01 | R$ 200,0 mil |
| 01472720000384 | Motorola Industria Ltda | 1900-01-01 | R$ 150,0 mil |
| 43999630000124 | Avery Dennison do Brasil Ltda | 1900-01-01 | R$ 105,0 mil |
| 00609634000146 | Ci&T Software S/A | 1900-01-01 | R$ 100,0 mil |
| 05439635000103 | Antibióticos do Brasil Ltda. | 1900-01-01 | R$ 30,0 mil |
| 04807924000155 | MERCALF DIESEL LTDA. | 1900-01-01 | R$ 29,1 mil |
| 00756149000871 | RUFF CJ DISTRIBUIDORA DE PETROLEO LTDA | 1900-01-01 | R$ 20,0 mil |
| 61418042000131 | CIRURGICA FERNANDES - COMERCIO DE MATERIAIS CIRURGICOS E HOSPITALARES - SOCIEDADE LIMITADA | 1900-01-01 | R$ 17,3 mil |
| 46677860000165 | Risel Combustíveis Ltda. | 1900-01-01 | R$ 16,0 mil |
| 44144293000156 | CRODA DO BRASIL LTDA | 1900-01-01 | R$ 12,2 mil |
| ***482518** | Mário Roberto dos Anjos | 1900-01-01 | R$ 1,0 mil |
| ***738908** | VANDERLI PIRES | 1900-01-01 | R$ 900,00 |
| ***957786** | WU SHIN TING | 1900-01-01 | R$ 150,00 |
O projeto "Hospitalhaços", realizado desde 1999, prevê a manutenção das atividades da Associação Hospitalhaços, ONG sem fins lucrativos, que promove a humanização hospitalar por meio das artes cênicas (prática do clown), Jogos e brincadeiras, contação de histórias e da música, capacitando e formando mais de 450 voluntários, cuja atuação, beneficia anualmente, mais de 360.000 pessoas, entre pacientes, acompanhantes e profissionais da área da saúde. Atualmente o trabalho é realizado em 31 hospitais, localizados em 18 cidades do estado de São Paulo, 2 hospitais na cidade do Recife - PE e 2 hospitais na cidade do Rio de Janeiro - RJ.
Não se adequa a proposta.
Objetivos Gerais 1. O propósito do projeto é manter as atividades da Associação Hospitalhaços, contribuindo para a criação de uma atmosfera lúdica nos hospitais, por meio de apresentações artísticas e culturais das 38 equipes de palhaços, de modo apropriado às condições específicas da população envolvida; e das atividades de 07 equipes de brinquedistas (com atuação de contadores de histórias e realização de oficinas de artes plásticas), como uma importante ação cultural; 2. Realizar a formação e a capacitação artística e cultural, por meio de oficinas de Artes Cênicas, Introdução a arte da palhaçaria, Repertórios e Gags, Libras, Música, e Biodanza, nos treinamentos para os voluntários. 3. Promover o acesso à Arte e à Cultura, por meio das atividades das Oficinas de Artes Plásticas nas Brinquedotecas hospitalares, e das apresentações dos palhaços voluntários no ambiente hospitalar, em hospitais localizados em área de alta vulnerabilidade; 4. Fortalecer e ampliar as atividades da cidade do Recife - PE, com a abertura de mais 1 Brinquedoteca; 5 Fortalecer e ampliar as apresentações artísticas dos palhaços e dar manutenção e sustentabilidade na cidade do Rio de Janeiro - RJ; Objetivo específico 1. Realizar 1060 apresentações de palhaços/ano, dentro de 31 Hospitais, beneficiando 360 mil pessoas; 2. Realizar 20 Oficinas de Formação de Arte Teatral, totalizando 80 horas/ano, para a capacitação de novos 100 palhaços humanitários; 3. Realizar 14 Oficinas de Formação de Arte Teatral, totalizando 56 horas/ano, para a requalificação de 350 palhaços humanitários; 4. Realizar 180 Oficinas de Artes Plásticas, totalizando 360 horas/ano na Brinquedoteca de 7 Hospitais,beneficiando 1600 pessoas; 5. Realizar 180 Oficinas de Auto Maquiagem artistica, totalizando 180 horas/ano, para a capacitação de 180 palhaços humanitários; 6. Realizar 7 Oficinas de Gags e Repertório, totalizando 28 horas/ano, para a capacitação de 175 palhaços humanitários; 7. Realizar 7 Oficinas de Iniciação a Palhaçaria, totalizando 28 horas/ano, para a capacitação de 175 palhaços humanitários; 8. Realizar 7 Oficinas de Musicalização, totalizando 28 horas/ano, para a capacitação de 175 palhaços humanitários; 9. Realizar 7 Oficinas de Biodanza, totalizando 28 horas/ano, para a capacitação de 175 palhaços humanitários. 10. Realizar 7 Oficinas de Libras, totalizando 28 horas/ano, para a capacitação de 175 palhaços humanitários.
A Associação Hospitalhaços é uma organização não governamental, sem fins lucrativos, fundada no ano de 1999, por Walkiria Camelo, cujo objetivo é promover a humanização hospitalar, com base no processo de reflexões médico-paciente, que teve início na década de 1960, com o trabalho do médico Hunter Doherty Adams (Patch Adams), que desenvolveu um trabalho que visa a adaptação do paciente ao cotidiano hospitalar, oferecendo um ambiente agradável, que favorece a receptividade ao tratamento. O Art. 1o da lei nº11.104, de 21 de Março de 2005, decretou que os hospitais que ofereçam atendimento pediátrico contarão, obrigatoriamente, com brinquedotecas nas suas dependências. A Brinquedoteca Hospitalar foi concebida com fundamentação na visão de pesquisadores que acreditavam na eficácia do brincar para propiciar um crescimento e desenvolvimento saudável às crianças em internação. No Brasil, a Brinquedoteca ganhou impulso na década de 1980. Entre seus precursores, destacam-se os trabalhos desenvolvidos por Petrillo; Sanger e Lindquist, entre outros, que enfocaram a importância do brincar para a criança hospitalizada e seu potencial terapêutico, no sentido de colaborar com sua recuperação. Estudos científicos comprovaram que as oficinas de artes auxiliam a superar os traumas inerentes aos processos de enfermidade e internação. A Brinquedoteca é também fundamental na recuperação de pacientes e na humanização do ambiente hospitalar. As brinquedotecas propiciam ambiente lúdico aos pacientes pediátricos, com condições de locomoção, mas aqueles que não têm a possibilidade de deslocar-se, ficam apartados destes ambientes. Desta maneira, as atuações em duplas ou trios, de palhaços humanitários, leva ao paciente com mobilidade reduzida, a possibilidade do lúdico e do criativo. Este projeto, manterá brinquedotecas e atuações de palhaços humanitários em 31 Hospitais, em 8 cidades da Região Metropolitana de Campinas, além de Mogi-Guaçu, Cerquilho, Francisco Morato, Jaguariuna, Porto Feliz, São Paulo, Tatuí, Tietê, Mogi Mirim, Laranjal Paulista, Rio de Janeiro e Recife. São eles: - Hospital das Clínicas da Unicamp (Campinas - SP); - Hospital Municipal Dr. Mário Gatti (Campinas - SP); - Hospital Estadual de Sumaré (Sumaré - SP); - Hospital Estadual de Francisco Morato (Francisco Morato - SP) - Hospital Municipal de Paulínia (Paulínia SP); - Hospital Municipal Ouro Verde (Campinas - SP); - Hospital Municipal de Americana (Americana - SP); - Centro Infantil Boldrini (Campinas - SP); - Hospital e Maternidade Celso Pierro (Campinas - SP); - Hospital Vera Cruz (Campinas - SP); - CAISM _ Centro de Atenção Integral Saúde da Mulher (Campinas - SP); - Hospital Municipal Dr. Tabajara Ramos Mogi-Guaçu (Mogi Guaçu - SP); - Hospital São Francisco de Mogi-Guacu (Mogi-Guaçu - SP); - Hospital Municipal Gov. Mario Covas (Hortolândia - SP); - Hospital Municipal Walter Ferrari (Jaguariuna - SP); - Irmandade da Santa Casa de Porto Feliz (Porto Feliz - SP); - Santa Casa de Misericórdia de Mogi-Guaçu (Mogi Guaçu - SP); - Santa Casa de Misericórdia de Tatuí (Tatuí - SP); - Centro Médico de Campinas (Campinas - SP); - Santa Casa de Cerquilho (Cerquilho - SP); - Santa Casa de Valinhos (Valinhos - SP); - Santa Casa de Misericórdia de Tietê (Tietê - SP); - Santa Casa de Laranjal Paulista (Laranjal Paulista - SP); - Hospital da Restauração (Recife - PE); - Hospital Sírio Libanês (São Paulo - SP); - Hospital Augusto de Oliveira Camargo (Indaiatuba - SP); - Hospital 22 de Outubro (Mogi Mirim - SP); - Hospital Federal Cardoso Fontes (Rio de Janeiro - RJ); - Hospital Federal do Andaraí (Rio de Janeiro - RJ); - Hospital São Camilo (Salto - SP); - Hospital Otávio de Freitas (Recife - PE). * O projeto está enquadrado na Lei 8313/91 nos incisos I,III e V do Art. 1° e nos incisos IIc, IVa, IVb e Vb do Art. 3°.
Oficinas de iniciação de palhaço/clown. Projeto Pedagógico das oficinas teatrais: Responsável oficinas de São Paulo: Ana Elvira Wuo 1. INTRODUÇÃO Para construir o palhaço/clown é necessário sair da lógica preestabelecida da sociedade e abrir um espaço para a criatividade clownesca. Essa lógica diferenciada traz a alegria de ser criança novamente, o retorno às nossas ingenuidades, à criança interior que, no picadeiro, se torna arte, através da exposição de nossas emoções primárias. O clown penetra no mundo de atos ingênuos, de alegria, de descobertas, de ações fora da lógica preestabelecida, enfim o mundo da pureza de coração propiciado pelo processo de criação do clown em cada um. Curso de iniciação à técnica teatral de clown (palhaço teatral) com possibilidade de sua aplicação no teatral ou contexto hospitalar e áreas afins. O Clown/palhaço Clown se traduz por palhaço, mas as duas palavras têm origens diferentes. Clown, no inglês, segundo Ruiz (1987), está ligado ao termo camponês -clod-, ao rústico, a terra. Já palhaço vem do italiano ?paglia? (palha), usada para revestir colchões: a primitiva roupa do palhaço era feita do mesmo tecido grosso e listrado do colchão. Outra origem é -palhaço- na língua celta que, originalmente, designa um fazendeiro, um campônio, visto pelas pessoas da cidade como um indivíduo desajeitado e engraçado (Masetti, 1998). Para Fellini (1986), o palhaço é mais de feira e praça, o clown de circo e palco. Tessari1 coloca que, tanto na língua comum italiana quanto na linguagem especializada do espetáculo, hoje não existe nenhuma diferença entre palhaço e clown, pois os dois termos se têm essências cômicas. 2. OBJETIVO Inicialmente desenvolver um trabalho prático com o participante, proporcionando-lhe conhecimentos básicos necessários para atuar no ambiente hospitalar, com enfoque numa metodologia que utiliza a corporeidade cômica como veículo expressivo. Posteriormente indicar possíveis caminhos para elaboração de repertório condizente com o contexto. Complementando a prática, conduzir uma discussão sobre a lógica não linear do clown sob uma perspectiva da corporeidade cômica e da lógica não linear do palhaço como construtor do conhecimento na atuação . 3. JUSTIFICATIVA O participante da oficina penetra no mundo de atos ingênuos, de alegria, de descobertas, de ações fora da lógica preestabelecida, enfim o mundo da pureza de coração propiciado pelo processo de criação do clown. A sensibilização do palhaço teatral e sua relação com a plateia, depende de uma compreensão dialógica que o participante da oficina precisa desenvolver para que haja interlocução com o espectador, para isso o aprendizado de uma escuta e de um olhar afinado e sensível, são atributos importantes a serem apreendidos pelo palhaço em diferentes contextos, mas primordialmente no contexto hospitalar por conta de ser um espaço que requer adequações corpóreo vocais, artísticas e técnicas adequadas a situação e as demandas do setor e do corpo clínico . 4 - METODOLOGIA A metodologia da oficina que prepara a construção do clown é fundamentada na Pedagogia de Luís Otávio Burnier, Jacques Lecoq e Ana Wuo e será desenvolvida como um aprendizado prático-experimental. 1º momento- Bases preliminares da preparação do Clown visitador, o corpo comicizado e a escuta do olhar palhacesco. O programa do workshop consta de jogos teatrais, brincadeira no picadeiro, triangulação e a máscara vermelha, triangulação e jogos de dupla, a roda dos andares e o andar clownesco. 2º momento ? Apresentação dos clowns iniciados e apontamentos de lógica linear para desenvolvimento de repertório no contexto hospitalar, discussão sobre a prática do palhaço no hospital e indicações teóricas para estudos futuros. Recepção e apresentação dos participantes; aquecimento; apresentação de textos didáticos, dinâmicas e avaliação. Total por formação = 16 horas para os novos voluntários(formação inicial) e 8 horas para os antigos(qualificação). Cada formação acontece em Módulos da seguinte forma: Módulo I, II, III e IV com 4 horas cada. Realização de 20 oficinas de formação inicial, com duração de 4 horas, totalizando 80 horas por ano. Realização de 14 oficinas de qualificação, com duração de 4 horas cada, totalizando 56 horas por ano. Oficina de Figurino - Módulo V Responsável: Adriele Fernanda Gianoni 1 - Introdução O figurino e seus acessórios são elementos necessários para a caracterização do palhaço. A Ong Hospitalhaços estimula a criação do figurino de seus palhaços humanitários de maneira responsável e sustentável, incentivando a composição da identidade visual por meio da utilização de peças de vestuário oriundas de lojas de revenda de peças usadas. Desta maneira, além de criar-se figurinos de baixo custo, que não se assemelham a peças de animação de festas. Este procedimento contribui para a sustentabilidade do planeta, reaproveitando material em bom estado, desistimulando o consumismo. 2 - Justificativa A composição de figurino é um processo de extrema importância para o palhaço. Por meio dela se externaliza características muito específicas e peculiares do artista. Por meio do figurino serão evidenciadas características capazes de criar a identidade do palhaço, que estará diretamente relacionada ao seu agir. Esse processo dialoga diretamente com a aplicação de jogos, pois por meio deles, podemos visualizar os palhaços e aquilo com o que mais se identificam. 3 - Objetivos Evidenciar, por meio de jogos cênicos, características expressivas do individuo, permitindo assim, que se possa extrair de cada participante pontos específicos. Trabalhar com a desconstrução cênica e exposição do ridículo, para em seguida iniciar um processo criativo de composição de figurino. A oficina segue um processo de construção com base no módulo II, onde houve a iniciação e desconstrução do corpo. Permitir que o participante seja livre para criar seu próprio figurino por meio de jogos, sendo mediado pelo ministrante da oficina, que apontará para pontos específicos de cada um. Mostrar aos participantes por meio da sensibilidade, um processo de composição de figurino ideal para o ambiente hospitalar, que se difere completamente dos palhaços de circo e de animação. 4 -Metodologia Recepção e apresentação dos partipantes; aquecimento; jogos utilizando peças de roupas levadas pelos participantes; Apresentação de composições de peças de vestuário e acessórios escolhidos pelo oficineiro e sua equipe. Realização de 7 Oficinas, com duração de 4 horas, totalizando 28 horas por ano. Projeto Pedagógico das oficinas de artes plásticas: -OFICINAS DE ARTES EM AMBIENTE HOSPITALAR Responsável: Lucila Fernanda Guedes Bertolini INTRODUÇÃO A Brinquedoteca Hospitalar foi concebida com fundamentação de pesquisas que comprovam a eficácia do brincar para propiciar um crescimento e desenvolvimento saudável às crianças hospitalizadas. No Brasil, a Brinquedoteca ganhou impulso na década de 1980. Entre seus precursores, destacam-se os trabalhos desenvolvidos por Petrillo, Sanger e Lindquist, entre outros, que enfocaram a importância do brincar para a criança hospitalizada e seu potencial terapêutico, no sentido de colaborar com sua recuperação. Justificativa A Lei nº 11.104, de 21 de março de 2005, dispõe sobre a obrigatoriedade de instalação de brinquedotecas nas unidades de saúde que ofereçam atendimento pediátrico em regime de internação. Art. 1º Os hospitais que ofereçam atendimento pediátrico contarão, obrigatoriamente, com brinquedotecas nas suas dependências. Parágrafo único. O disposto no caput deste artigo aplica-se a qualquer unidade de saúde que ofereça atendimento pediátrico em regime de internação. Art. 2º Considera-se Brinquedoteca, para os efeitos desta Lei, o espaço provido de brinquedos e jogos educativos, destinado a estimular as crianças e seus acompanhantes a brincar. HISTÓRICO DAS BRINQUEDOTECAS HOSPITALHAÇOS A primeira Brinquedoteca da ONG Hospitalhaços, foi implantada no Hospital Estadual de Sumaré, na grande região de Campinas, no ano de 2002 e atende 16 leitos. A segunda Brinquedoteca, foi implantada no Hospital de Clínica da Unicamp, em Barão Geraldo, no ano de 2004 e atende 36 leitos; A terceira unidade foi implantada, em 2006, no Hospital da Restauração, em Recife, no ano de 2006 e atende 86 leitos; A quarta Brinquedoteca, foi implantada no Hospital e Maternidade Celso Pierro, em Campinas, no ano de 2010 e atende 29 leitos; O quinta Brinquedoteca, foi implantada no Hospital Mário Covas, em Hortolândia, no ano de 2016 e atende 09 leitos; A sexta Brinquedoteca, foi implantada no Centro Médico de Campinas, em 2016 e atende 13 leitos; A sétima Brinquedoteca foi implementada no Hospital Otávio de Freitas, no ano de 2018, em Recife. A Hospitalhaços, trabalha em conformidade com a lei, por meio de suas brinquedotecas. A manutenção e a ampliação do trabalho se faz necessária para atender um número cada vez maior de pessoas. OBJETIVO GERAL A Brinquedoteca hospitalar é um espaço lúdico na ala pediátrica, com o objetivo de assegurar o direito do brincar, acolher, promover a humanização, socialização, cooperação, fantasias, imaginação e integração entre brinquedistas, crianças, adolescentes, acompanhantes e profissionais da área da saúde, por meio de jogos, brincadeiras, contação de histórias e oficinas de artes plásticas. Ela possibilita a relação e exploração de técnicas e materiais, trabalhando a capacidade afetiva e cognitiva e a coordenação motora no decorrer das atividades sugeridas. Tendo como ponto de partida o lúdico e o prazer das descobertas. Para a realização das atividades além das pessoas contratadas é necessário uma busca contínua de novos voluntários que serão capacitados por meio de treinamento específico. Objetivos Específicos - Estimular o aprendizado de técnicas, promovendo a criatividade interativa e divertida. - Favorecer a utilização do tempo vago das crianças e adolescentes hospitalizados e seus acompanhantes, com atividades de artes plásticas. -Visar a recuperação mais rápida dos pacientes através das atividades propostas em conjunto aos acompanhantes, estimulando suas emoções e sentimentos. - Otimizar através de atividades criativas, o tempo de internação. - Suavizar o esgotamento provocado pela doença, e ausência de atividades cotidianas e de seu ambiente. - Suscitar o conhecimento sobre a arte, avivar a criatividade, aprimorar a concentração. - Expandir a imaginação, estimular a coordenação motora. - Vivenciar a própria expressão, fazendo uso de total liberdade, para encorajamento da autoconfiança. Metodologia Para alcançar os objetivos propostos, adotamos como estratégia o projeto ?Oficinas de Artes em Ambiente Hospitalar??. Por meio das oficinas, serão realizados trabalhos artesanais diversos como: porta?lápis, cartões, colagens, porta?retratos, desenhos, modelagem, pinturas etc, sendo sugerido partilhar suas experiências no decorrer das atividades, finalizando e levando consigo sua produção.Serão realizadas pesquisas para ampliar e aprimorar as atividades já oferecidas descritas anteriormente Busca continua durante todo o ano de novos voluntários. Capacitação de novos brinquedistas 2 vezes ao ano por meio de 10 oficinas de 4 horas, totalizando 40 horas por ano. Realização de 180 Oficinas, com duração de 2 horas, em 7 brinquedotecas, totalizando 420 horas por ano. OFICINAS Musicalização Responsável: Valdir Luciano Pfeifer da Silva 1. Objetivos Principais: Favorecer a formação continuada dos palhaços humanitários do Hospitalhaços durante o ano de 2019 por meio da expressão artística e musical de seus participantes. Específicos: Promover o desenvolvimento da imaginação musical e da percepção auditiva do som; ampliar a capacidade expressiva e reflexiva com relação ao uso da linguagem musical; promover também o desenvolvimento de outras capacidades, tais como: integração no grupo, autoafirmação e cooperação, ouvir com atenção, interpretar e fundamentar propostas pessoais, facilitar o comportamento comunicativo dentro de grupos; descobrir formas próprias de expressão musical. 2. Justificativa O trabalho de musicalização desenvolvido com instrumentos alternativos e tradicionais proporciona meios eficazes e agradáveis para definir a motivação à atuação artística diferenciada dos palhaços humanitários em ambientes hospitalares por meio de recursos que ofereçam o máximo de possibilidades para que os indivíduos vivam a música, utilizando-se de seus dons naturais que são: instinto rítmico, audição, emotividade, inteligência ordenadora e criadora. Os bons resultados da música são alcançados pela perfeita adequação de atividades que propiciam situações enriquecedoras, organizando experiências que garantam a expressividade dos participantes. 3. Metodologia Aplicação de oficinas de formação, que trabalha os seguintes aspectos: aquecimento, alongamento, exercícios de percepção, sonoridade de materiais, elaboração de instrumentos musicais, improvisação, conjunto instrumental e música de despedida. Musicalização I Descrição: Elaboração/criação e execução de 3 instrumentos musicais inusitados feitos a partir de materiais reutilizáveis (clavas percussivas, pente musical, chocalhos divertidos); Musicalização II Descrição: Elaboração/criação e execução de 3 instrumentos musicais inusitados feitos a partir de materiais reutilizáveis (colheres percussivas, kazoo musical, palitos cantantes); Realização de 7 Oficinas, com duração de 4 horas, totalizando 28 horas por ano. OFICINAS DE REPERTÓRIO/GAGS Responsável: FAMÍLIA BURG (Ivens Burg Cacilhas e Joana de Toledo Piza) 1 - Introdução A oficina de repertório/Gags é um processo de pesquisa e autoconhecimento, habilidade e competência, que foi desenvolvida com base em estudos da arte da palhaçaria, artes cênicas e artes circences. O Palhaço humanitário se utiliza da arte da improvisação para realizar suas atuações no ambiente hospitalar. A união das Gags/repertório a improvização potencializa o desempenho dos mesmos abrindo novas oportunidades para interação entre ambiente, pessoas e o palhaço. 2 - Justificativa Devido a especificidade da perfomance do palhaço humanitário, que trabalha com o imprevisto das reações das pessoas visitadas, faz-se necessário lançar mão de todos os recursos para a excelência na realização das atividades. Desta maneira embora o foco seja a improvização, elementos previamente determinados podem colaborar para atingir o motivo principal: oferecer arte, cultura e entretenimento aos pacientes, acompanhantes e profissionais da saúde. 3 - Metodologia Preparação e aquecimentos de grupo. Instrumentalização corporal. Identificação de particularidades e traços cômicos individuais. Exploração de esquetes clássicas. Levantamento de pequenas gags que podem ser úteis nos quartos e corredores do ambiente hospitalar. Realização de 7 Oficinas, com duração de 4 horas, totalizando 28 horas por ano. Oficinas de automaquiagem para leigos Responsável: Adriele Fernanda Gianoni 1 - Introdução Um dos elementos necessários para a caracterização do palhaço é a maquiagem que foi desenvolvida com base em estudos da transformação da caracterização do palhaço durante vários séculos desde a sua criação até hoje. A caracterização do palhaço humanitário foi baseada na figura do palhaço tradicional.Para criar essa caracterização são utilizados elementos como: Figurino, nariz, acessórios, expressão corporal além de outros elementos, como a maquiagem. 2 - Justificativa O voluntário palhaço humanitário, não tem, necessariamente formação anterior em artes cênicas e portanto não tem prévio conhecimento de caracterização para utilizar-se de produtos específicos de maquiagem cênica. Existe uma grande extensão na faixa etária dos voluntários, sendo necessário facilitar o aprendizado da técnica específica da maquiagem cênica. Devido a proximidade do palhaço humanitário com as pessoas no ambiente hospitalar, faz-se necessária uma adequação a partir da maquiagem tradicional, criando uma maquiagem específica para o palhaço humanitário. Como existe um grande número de voluntários palhaços, não há viabilidade econômica de contratar profissionais de maquiagem para atender todos, desta forma é imprescindível incentivar a prática da automaquiagem. 3 - Objetivos Difundir uma nova diretriz de maquiagem junto aos voluntários. Requalificando aqueles com experiências anteriores e qualificando novos membros. Implementar nos módulos de treinamento, novas técnicas, utilizando as cores: branca, preta e vermelha, como base para criação de diversas possibilidades de maquiagem. Essa nova diretriz traz uma maquiagem mais singela ao voluntário e visa aprimorar o aspecto do palhaço em suas visitações hospitalares. Criar uma identidade visual, a partir da maquiagem, do palhaço humanitário da Ong Hospitalhaços. 4 - Metologia Por meio de explanações teóricas e práticas, oferecer melhores alternativas, baseadas na nova perspectiva de treinamento da ONG, onde: a menor quantidade de cores utilizadas, traz melhor resultado para a interação palhaço, ambiente e pessoas. Agendamentos diários individuais, com duração de aproximadamente uma hora por atendimento. Padronizar técnicas de higienização, utilização adequada dos produtos, bem como técnicas específicas de aplicacão de maquiagem como, por exemplo: esfumado, contorno e iluminação. Incentivar a repetição da automaquiagem criada para caracterizar a personagem de cada um dos palhaços humanitários para aperfeiçoamento da técnica e agilidade. Oficinas de Biodanza Reponsável: Claudia Ugarte Novelo 1 - Introdução A dança é uma das primeiras manifestações culturais da raça humana. Ela pode ser utilizada para integrar divesas outras manifestações culturais. O palhaço se apropria de diversos elementos de diferentes manifestações culturais, descaracterizando-as para conseguir a jocosidade. Desta maneira, o palhaço humanitário pode se utilizar de elementos da dança para compor a sua identidade e atingir os seus objetivos. 2 - Justificativa A Ong Hospitalhaços incentiva a pesquisa para utilização de diversos elementos, das diversas áreas culturais, para a composição da identidade de seus palhaços, com a finalidade de se apropriar do maior número possível de ferramentas para atingir os seus objetivos. A dança estimula novos comportamentos, atitudes e descobertas através de vivências integradoras induzidas pela música e pela dança, com movimentos espontâneos, desenvolvendo a possibilidade de renovar-se. A prática da Biodanza coloca o indivíduo em contato com seus verdadeiros sentimentos, aumentando a vinculação consigo mesmo, com o próximo e com o universo, proporcionando felicidade e prazer de viver o momento presente o aqui e agora. Os benefícios gerados pela Biodanza são: superar a solidão e os medos, despertar coragem para mudanças significativas no estilo de vida, melhorar a capacidade de comunicação e expressão, fortalecer a autoestima e a autoconfiança, liberar emoções e sentimentos, ativando potenciais humanos de vitalidade, alegria, amor e criatividade, fortalecer vínculos gerando relações mais saudáveis, ter maior flexibilidade frente à vida, abrir-se para consciência coletiva, ter maior interação nas adversidades. 3 - Objetivo: Criar condições através de vivências e dinâmicas para que as pessoas possam desenvolver os próprios potenciais, proporcionando um melhor desempenho na atividade profissional e na vida. A integração corpo e música acessa as emoções dos participantes, para que, num clima protegido, alegre e afetivo, possam buscar o equilíbrio vital, o resgate da alegria de viver e de uma existência plena, criativa e prazerosa. Melhorar a comunicação entre as pessoas para que a assertividade e compreensão tenham maior eficácia. Biodanza como Sistema Biocêntrico nas Organizações. Sistema basicamente vivencial, de integração e desenvolvimento humano. O aprendizado não se dá somente pela via racional, mas pelo corpo em movimento, que nos abre caminho para a vida e para transformações. É uma aprendizagem do cuidar, do nutrir, do partilhar, do dar e receber. 4 - Metodologia: Desenvolver vivências para: Integração, vinculação afetiva, comunicação, trabalhar as diversidades, fortalecimento da identidade, expressão das emoções, flexibilidade, comprometimento, confiança, feedback, relacionamento Interpessoal, respeito, cooperação e solidariedade, celebração da vida e gratidão. Realização de 7 Oficinas, com duração de 4 horas, totalizando 28 horas por ano. Oficinas de Libras Reponsável: Letícia Navero Silva 1 - Introdução A oficina foi desenvolvida para voluntários da Ong que necessitam ou tenham interesse em comunicar-se com pessoas surdas (ambiente organizacional; hospitalar; família; instituições educacionais, religiosas, públicas e privadas), como também profissionais. 2 - Objetivo: Conhecer a Língua Brasileira de Sinais ? Libras, a partir de Vivência prática e Sinalário básico para iniciação para comunicação com pessoas Surdas. Possivelmente desenvolver o básico da conversação em Libras, após o oferecimento da oficina de Libras. As aulas contam com a prática e a teoria, trabalhando, com o participante, o conhecimento em várias áreas da Libras. Conteúdo programático: - Reconhecimento da Libras (Língua Brasileira de Sinais) - Descobrindo a Comunidade Surda - Aprofundamento sobre a Cultura e Identidade Surda - Abordando assuntos polêmicos sobre a diferença de Surdos e Deficientes Auditivos - Alfabeto Datilológico - Números - Cumprimentos - Sinalário dos Hospitais de atuação dos voluntários - Sinalário das cidades de atuação dos voluntários - Sinalário de Sentimentos. - Iniciação aos verbos residenciais locais e atuação. 3 - Justificativa: A oficina estimula os voluntários à conhecer e se interessar por essa importante linguagem, que além de proporcionar a inclusão tem a finalidade de conscientizar o maior número possível de voluntários para atingir uma melhor comunicação nas atuações. 4 - Metodologia: A Oficina engloba a prática da língua a partir de situações contextualizadas do dia a dia dos sujeitos surdos; afetividade com a Comunidade Surda; Técnicas de Expressões corporal e faciais; jogos, vídeos documentários e dinâmicas; E também a neurolínguisticos. Realização de 7 Oficinas, com duração de tres horas, totalizando 21 horas por ano. Projeto Pedagógico das oficinas teatrais: Responsável oficinas do Rio de Janeiro: Florencia Santangelo Formento 1 - As oficinas proporcionam a formação e visão de mundo do palhaço, um novo olhar sob a hospitalização, ética das relações: a alegria como filosofia de potência da saúde e especificidades de comunicação com doenças e limitações específicas. Artístico-relacionais: qualidades do contato consigo, com o parceiro, com a criança, com o ambiente físico e humano, com a equipe, familiares e outros. Desenvolvimento da presença em relação ao outro e uma empatia saudável. Trabalhar seus próprios medos face à dor, à doença, à hospitalização e à morte. Desenvolvimento de uma atitude de brincar: O universo da infância e trabalhar a liberdade em si e no outro. Construção de metáforas de resiliência com bases de improvisação (Exercícios: Consciência do espaço, tempo, dispositivos materiais e humanos) Empoderamento: celebração/adaptação ao outro. Especificidade dos diferentes tipos de população idade, religiões. 2 - Justificativa Para a Ong Hospitalhaços, trabalhar além do artista cênico é fundamental. Espera-se que o voluntário seja mais do que um artista capaz de fazer rir. É necessário antes de mais nada, despertar em si mesmo um ser humano que entenda as suas fragilidades e as aceite, para expô-las ao público. 3 - Objetivo Aprimorar técnicas de relação direta com o público; Ampliar o imaginário do artista enquanto elemento de transformação social; Desenvolver estratégias para alcançar pessoas de todas as idades, de todas as classes sociais, em qualquer estado cognitivo; Aguçar a sensibilidade do artista para transcender relações pré-estabelecidas; Aprimorar e construir o jogo com e a partir do outro, utilizando-se do ambiente, parceiro de cena ou espectador enquanto fontes criativas. Para isso serão trabalhados: Presença cênica, a partir dos 5 elementos de base do palhaço, técnicas de teatro físico como ?base da conversa emotiva? com o público. (Ponto fixo, triangulação, porcentagem de energia, dizer sim.), as 3 janelas, artística, relacional e terapêutica, conceito e técnicas de adaptação do jogo, imaginário específico de cada performer, através de técnicas de improvisação (a partir de objetos e relação com o parceiro) 4 -Metodologia A metodologia utilizada se baseia em exercícios, jogos e brincadeiras visando trabalhar alguns princípios que regem a atuação do palhaço no hospital, assim como observações guiadas de duplas de palhaços trabalhando no ambiente hospitalar. A intenção é que cada participante entre em contato com questões relacionadas ao tema abordado de forma prática, utilizando o seu próprio universo sensível como material de trabalho. Durante os exercícios serão enfatizadas a atuação e a observação ativa, com igual importância. Ao final de cada bloco de atividades, rodas de conversa em grupo são organizadas proporcionando reflexões sobre os exercícios dados, além de conteúdo teórico a ser estudado. Módulo I - cada voluntário novo realizará 16 horas de treinamento Módulo II,III e IV - cada voluntário fará 32 horas de treinamento em campo, 8 visitas assistidas/treinamentos no ambiente hospitalar com o acompanhamento de palhaços profissionais. Módulo qualificação - cada voluntário antigo realizará 16 horas de oficinas. Realização de 2 oficinas de formação inicial, totalizando 8 horas por ano. Realização de 2 oficinas de qualificação, com duração de 4horas cada, totalizando 8 horas por ano.
1. Acessibilidade física. As atuações serão sempre dentro de hospitais e abrigos para idosos, lugares nos quais há obrigatoriedade de acessibilidade. Além de áreas comuns, os palhaços humanitários atuam dentro dos quartos individuais e coletivos, portanto todos os espetáculos terão acessibilidade física. 2. Acessibilidade de conteúdo Durante o período de capacitação do palhaço humanitário para a atuação, é oferecida a oficina de libras. Estão no roteiro as atuações utilizando mímica e pantomima. Desta maneira, há real acessibilidade para pessoas surdas. Para atender pessoas cegas ou com baixa visão, há a atuação utilizando narrações e também canções. Todas as palestras oferecidas em contrapartida para os parceiros terão intérprete de libras, desde que feito aviso prévio da necessidade com pelo menos duas semanas de antecedência.
1. Todas as atuações realizadas por palhaços humanitários, serão gratuitas para a população atendida nos hospitais; 2. Os hospitais visitados não terão despesas para que as atuações aconteçam; 3. Não há cobrança para o ingresso e utilização dos espaços de brinquedotecas; 4- Não há custo para novos palhaços humanitários participarem de oficinas de capacitação; 5. Não há custo para palhaços humanitários com experiência anterior, para participar de oficinas de requalificação. O Projeto comtempla os incisos III, V e VII do Art. 56 da IN n 01/2017 do MINC O projeto prevê a realização de atividades programadas, fundamentadas ideologicamente na humanização hospitalar, durante o ano de 2020, visando atender cerca de 360.000 pessoas anualmente, numa média de aproximadamente 30.000 pessoas por mês. Todas as visitas/apresentações são gratuitas e realizadas nos hospitais. É essencial ressaltar que o projeto permite que pessoas impossibilitadas de se deslocar, por estarem hospitalizadas, tenham acesso à arte e à cultura. Esse público é composto por crianças, jovens, adultos e idosos, oriundos de todas as camadas sociais. As vagas (ingressos/exemplares/produtos gratuitos) inseridas no Plano de Distribuição dizem respeito ao número de voluntários que serão capacitados e formados para as atividades.
Associação Hospitalhaços (Proponente do projeto) A dirigente da instituição Sr.a Elizabeth Silva Cavedini(proponente do projeto), realizará a supervisão dos trabalhos de forma voluntária. Realizará reuniões com a Diretoria e a Coordenação do projeto; Trabalhará para manter a união e estímulo de todas as equipes envolvidas; Zelará para que todos os processos trabalhem dentro da conformidade, legalidade, impessoalidade, moralidade, ética e eficiência; Manterá relações com instituições públicas e privadas para mútua colaboração em atividades de interesse comum; Será responsável por representar a Instituição juridicamente e em eventos. Será responsável pelo acompanhamento sistemático, desde o planejamento até a sua prestação de contas. Funções a serem exercidas: Acompanhamento das contratações dos Hospitais parceiros; (Entrevistas, reuniões, negociação de contratos com parceiros e fornecedores) Acompanhamento de compras de materiais e pagamentos diversos; Acompanhamento de contratações de pessoal; Reuniões sistemáticas e/ou pontuais com todos as coordenações envolvidas no projeto; Realização de palestras e rodas de conversas nas comunidades em geral; Elaboração de relatórios em geral (dirigentes e comunidade envolvida); Leitura e avaliação de relatórios em geral; Acompanhamento da prestação de contas dos projetos. A instituição proponente indica para a Coordenação do Projeto o Sr. Nelson Roberto Bovo. Currículo do Gestor Nelson Roberto Bovo Bacharel em Administração de Empresas pela Pontíficia Universidade Católica de Campinas, com mais de 40 anos de experiência , na iniciativa privada, em empresas multinacionais, com 2 anos de treinamento em gestão nos Estados Unidos, e outras viagens internacionais de treinamento e negócios.. Com ampla experiencia de liderança em projetos em diversas áreas das empresas , por onde passou. Responsável por implementação e desenvolvimento de estrategias, processos e procedimentos em varias áreas e criação de sistemas de controle e de liderança. Responsável pelas oficinas Teatrais (palhaçaria) - Região Campinas Ana Elvira Wuo DRT: 014.420 Graduada em Artes Cênicas pelo Departamento de Artes Cênicas-Instituto de Artes pela Universidade Estadual de Campinas (1993), pesquisadora em técnicas de ator -LUME - UNICAMP (1994-1998), Mestre em Estudos do Lazer em Educação Física pela Universidade Estadual de Campinas (1999), Doutora em Pedagogia do Movimento-Corporeidade em Educação Física pela Universidade Estadual de Campinas (2005) e Doutora em Artes da Cena-Instituto de Artes da UNICAMP( 2016). Pós-doutora em Linguística no IEL - Instituto de Estudos da Linguagem - UNICAMP (2008- 2011). Endereço para acessar currículo Lattes http://lattes.cnpq.br/0861896066422077 Família Burg (Instrutores de oficinas de repertório/Gags para palhaços) A ?Família Burg? é formada pelos irmãos Hugo Burg Cacilhas, Ivens Burg Cacilhas, e pela atriz Joana de Toledo Piza. Os artistas iniciaram seu percurso como clowns em 2000, durante a pesquisa ?Uma Viagem Através da Sombra ? O Clown Segundo a Metodologia do Lume?, da pesquisadora Érika Lenk que teve orientação de Ricardo Puccetti (Lume Teatro). Esta pesquisa propiciou um longo período de mergulho na descoberta do clown, aprendizado de técnicas e criação de uma metodologia própria de criação números. Paralelamente, os três artistas co-fundaram o Espaço Cultural Semente, em 2002, onde movimentaram com grande êxito o Ponto de Cultura nesta sede em Barão Geraldo, proporcionando mais de oito anos de intensa atividade cultural, através de oficinas, debates e espetáculos. Atualmente o grupo está sediado no Centro Cultural Casarão e integra um coletivo de mais de vinte artistas e profissionais da cultura que desenvolvem a gestão colaborativa e atividades de natureza artístico-cultural neste espaço público. De 2006 a 20012, o trio reúne a essas experiências em sua sede, o treinamento acrobático com a tradicional família circense dos ?Brede?, residentes em Campinas. Em 2007 cria o espetáculo: ?Um Dia Com a Família Burg?, apresentando-se por mais de dez anos em diversos festivais, programas de cultura, encontros e mostras no Estado de SP. Os espetáculos da Família Burg já integraram o Circuito SESC de Artes/2010, o Festival Paulista de Circo, a Palhaçaria Paulistana, Palhaçaria do Litoral, o Circuito Cultural Paulista, Virada Cultural, Festival Litoral em Cena, FENATIB, FEVERESTIVAL, Encontro Geraldo Riso, Encontro Internacional de Mulheres Palhaças, Mostra de Teatro de Rua de Barueri, Anjos do Picadeiro, entre outros. O grupo mantém em sua sede oficinas regulares de acrobacia criativa e jogos corporais circenses além de atuar em projetos como "Alquimia Jovem" do Instituto Rhodia onde desenvolvem atividade circense para crianças e adolescentes da cidade de Campinas e Paulínia e "Hospitalhaços", contribuindo para a formação e instrumentalização de palhaços no contexto hospitalar. Dentre as pesquisas que o grupo desenvolve hoje estão as técnicas de palhaçaria, as entradas cômicas, o estudo e investigação das esquetes de palhaço e mais recentemente o grupo vem se dedicando a conhecer e se apropriar do repertório das comédias de circo-teatro brasileiras e farsa cômica italiana apresentadas ao grupo por grandes palhaços: Tubinho e Leris Colombaioni. O grupo ainda integra e colabora atualmente com o PROJETO DE PESQUISA PEDAGÓGICA EM AUTONOMIA CRIATIVA & CIRCO sob orientação de Lu Lopes (palhaça Rubra) Currículo dos Artistas: Ivens Burg Cacilhas DRT- Palhaço- 25252 /SP Atuação como palhaço, ator, produtor e apresentador. Sócio-fundador da Associação Cultural Semente em Campinas. Membro do Grupo Semente do Jogo de Angola de pesquisa e cultura popular - Capoeira Angola e Samba de Roda. Experiência Profissional Entre os anos de 2000 e 2002 participou do curso para criação do clown pessoal com Ricardo Pucetti do LUME Teatro, em 2002 funda junto com outros artistas o Espaço Cultural Semente e desde então desenvolve seu trabalho como palhaço apresentando-se em shows de variedade e nos espetáculos da sua companhia: Um dia com a Família Burg e Piparote. Sua formação inclui a participação em cursos de aprimoramento com: Esio Magalhães, André Casaca, Sue Morrinson e Leris Colombaioni. Ivens Burg é técnico responsável por três projetos aprovados pela Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo: Dandis Burg, aprovado pelo Proac 07- Criação de número circense, incentivado para resgatar importante modalidade circense do dandis acrobático e O Circo Raro, aprovado pelo Proac ICMS para a realização de vinte apresentações do espetáculo Piparote pelo estado de SP e O Dono da Bola recentemente aprovado para a captação de recursos para a criação do mais novo espetáculo da companhia. Como ator integrou o elenco de Arlequim e seus dois patrões, adaptação de Neide Venesiano no Parque temático Hopi Hari; o Sonho de Ícaro do Lume Teatro, atuou em filmes de curta e longa metragem: Só não tem quem não quer de Hidalgo Romero e ainda o longa Espadas de papel de Renato Tapajós com preparação de elenco de Marcelo Lazarato. Currículo - Hugo Burg Cacilhas - Função no projeto: Artista Circense (Elenco) Joana de Toledo Piza DRT- Atriz- 24709 /SP Bacharel em Artes Cênicas - Universidade Estadual de Campinas Mestrado pelo Instituto de Artes - Unicamp Experiência Profissional A atriz é graduada pelo Departamento de Artes Cênicas do Instituto de Artes da UNICAMP (1996-2000). Teve como referência na formação clownesca o brasileiro Ricardo Puccetti, a canadense Sue Morrison, os argentinos Abel Saavedra e Lily Curcio, e o mestre italiano, Leris Colombaioni. Atuou, entre outros, nos seguintes espetáculos teatrais: Cabrália da Peste, livre adaptação de Albert Camus, Prêmio Estímulo da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo (1999), Caixa de Pandora (Festival Universitário de Santhiago de Compostela e Lugo em 2000), Arlequim e seus dois Patrões de Neide Veneziano (2006), Pipoca e Circo (Fundo de Investimento à Cultura de Campinas 2007), Um dia com a Família Burg, (espetáculo de criação coletiva em que dirige, atua e produz desde (2007), PIPAROTE e Incantesimo (direção de Leris Colombaioni). Produziu, em parceria com o LUME Teatro, Cláudia Zuqueratto e Seres de Luz Teatro, quatro encontros/oficinas com Leris Colombaioni, entre os anos de 2005 e 2010. Foi amparada pela FAPESP em sua pesquisa de mestrado ?O Clown e a Criação do Roteiro Cômico? e hoje atua como colaboradora da gestão participativa do Centro Cultural Casarão do Barão em Campinas, onde também atua e dirige as produções artísticas do espaço. Claudia Ugarte Novelo. (Oficinas de preparação corporal e Biodanza) Educadora e Facilitadora Didata de Biodanza EDUCAÇÃO.- Química Bióloga pela Universidad La Salle. Mexico. 1981-1985.- Facilitadora de Biodanza, Sistema RolandoToro, pela Escola de Formação deFacilitadores de Biodanza: Escola Paulista de Biodanza Sistema Rolando Toro. 2007-2011- Didata de Biodanza desde 2014.- Extensão em “Biodanza, Identidade e os Quatro Elementos”. Santo Antonio de Areco,Argentina.- Extensão em “Biodanza e Adolescentes”. São Paulo, Brasil.- Extensão em “Biodanza e Gerontologia”. Belo Horizonte, Brasil.- Extensão em “Biodanza e Neurociencias”. Belo Horizonte, Brasil.- Extensão em “Biodanza, Voz e Percussão”. Porto Alegre, Brasil.LINGUAS: Espanhol e Português fluentes.EXPERIÊNCIA:- Desde 2005 participa de Grupos Semanais de Biodanza em diversos estados de Brasil.- Desde 2011 facilita Encontros de Biodanza em diversos lugares (academias, clubes,festivais) do Brasil.- Desde 2011 facilita Grupo Regular Semanal de Biodanza no Centro de Convivencia Jd.Aurélia, Campinas (vinculado ao Centro de Saúde Jd. Aurélia, Campinas, SP).- Em 2016 foi uma das fundadoras do Coletivo Niuvenius de Biodanza.- Em 2017 e 2018 facilitou Encontros Mensais abertos para todas as pessoas emparques públicos, principalmente no parque Pedreira Chapadão, Campinas.- Desde 2017 facilita Grupo Regular Semanal de Biodanza na “Clinica Friends House,espaço diurno de dinâmicas terapêuticas para idosos e adultos” em Campinas, SP.- Desde 2017 facilita Grupos Regulares Semanais de Biodanza no espaço “Gente comGente” em Valinhos, SP.- Desde 2018 facilita Grupo Regular Semanal de Biodanza no IPEC, Instituo de Pesquisae Estudos da Consciencia, em Campinas, SP.- Frequentemente organiza Aulas Abertas de Biodanza no espaço “Gente com Gente” emValinhos, SP.- Como Didata de Biodanza participa com regularidade nas Escolas de Formação deFacilitadores de Biodanza de Recife, Belo Horizonte e Poços de Caldas, Brasil. Valdir Luciano Pfeifer da Silva - Nome artístico: Luciano Pfeifer (Oficinas de musica) Bacharel em Linguística pela Universidade Estadual de Campinas; Mestre em Linguística pela Universidade Estadual de Campinas; Doutorando em Linguística na Universidade Estadual de Campinas; Endereço para acessar currículo Lattes http://lattes.cnpq.br/7785988139820979 Lucila Fernanda Guedes Bertolini (Responsável pelas oficinas de artes plásticas) Formação Graduação: Artes Plásticas - Educação Artística (conclusão em 1998) PUCC - Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Pós Graduação: Psicopedagogia (conclusão em 2009) Faculdades Unisal - Campinas/SP. Arteterapia - Centro de Formação e Assistência à Saúde (conclusão em 2010) CEFAS - Campinas/SP. Psico-Oncologia - Extensão (conclusão em 2011) Curso de Aperfeiçoamento: Palestra Psicopatologia Fenômeno estrutural USP (2010) III Fórum Paulista de Arteterapia USF (2009) II Fórum Paulista de Arteterapia FMU (2009) Colóquio Modernidades no Brasil Unicamp (2009) Atividades Desenvolvidas: - Voluntariado na Associação Hospitalhaços, responsável pelas oficinas artes plásticas nas brinquedotecas localizadas dentro das unidades de pediatria; - Voluntariado na Instituição Norberto de Souza Pinto (Instituto de Pedagogia Terapêutica - Prof. Norberto de Souza Pinto) - Trabalhos autônomos na área de Artes (Pintura, Aquarela, Artes Plásticas, Arteterapia e Decoração de Ambientes); - Trabalhos em Escola de Arte (pintura e trabalhos manuais para o público adulto e infantil); - Trabalhos voltados para Arteterapia (crianças e adolescentes com necessidades especiais); - Trabalhos auxiliares voltados para a área pedagógica em escola infantil. Exposições: Pintura: Futebol Arte- Clube Campineiro de Regatas e Natação (2010) Arte Postal: Ser ou Não ser Arteterapia - USF - Campinas/SP (2009) Pintura :Caminhos Percorridos - Clube Campineiro de Regatas e Natação (2009) Adriele Fernanda Gianoni (Responsável pelas oficinas de maquiagem para leigos) Maquiadora profissional Experiência: Associação Hospitalhaços Clown Make Up Período: 03/2017 ao presente momento. Maquiagem Social Casual e Eventos Período: 2016 ao presente momento Formação: Curso Iniciante e Avançado Maquiagem Social e Técnicas Artísticas -Clown ;MakeUp Profissional: Carol Freitas - Telefone de contato: (19) 98201-0075 Carga Horária: 18 horas Conteúdo do curso: Maquiagens clássicas, ênfase em esfumados e maquiagens artísticas (voltadas ao trabalho da ONG Hospitalhaços). Técnicas estudadas: preparação de pele, higienização, contorno e iluminação e aplicação correta dos produtos. Letícia Navero Silva (Responsável pelas oficinas de libras) LIBRAS- Fluente (Língua Brasileira de Sinais). Formação de guia-intérprete - ABRASC Associação Brasileira de Surdocergueira Carga horária de 160 horas - 24 horas presenciais, 56 horas online, 80 horas estágio. Curso de Tradução e interpretação de LIBRAS ? (Igreja do Nazareno Central) Curso de LIBRAS - Básico, Intermediário e Avançado - 310 horas tendo atividades complementares fora de sala de aula (Centro de vida independente - CVI CAMPINAS) Curso Básico de LIBRAS - Concluiu 2004 de 33 horas (Igreja do Nazareno Central) Contendo: Datilologia, Pantomima, Interpretação e características psico-sociais do d.a (deficiente auditivo) e técnicas de ensino ao surdo. FLORENCIA SANTANGELO FORMENTO - Responsável pelas oficinas Teatrais (palhaçaria) - Região Rio de Janeiro Formada pela Escuela Multidisciplinaria de Arte Dramatico (EMAD, 2001) realiza pós-graduação na mesma instituição com a diretora Mariana Percovich em Dramaturgia do ator e teatro de rua (2002) É Preparadora corporal para as artes cênicas formada pela Escola e Faculdade Angel Vianna (2014) Em 1998 inicia seus estudos na arte do palhaço com Danielle Finzi Pasca (diretor do espetáculo Corteo do Cirque du Solei) Em 2002 estreia o espetáculo de rua Proyecto Feria, realizado em feiras livres da cidade de Montevidéu, através da linguagem do palhaço. Em 2004 participa do Oficinão do Grupo Galpão em BH, criando o espetáculo In Memoriam, (pesquisa em cultura popular) com direção de Chico Pelúcio e Lydia Del Picchia. Em 2005 estreia o espetáculo de rua Papo de Anjo, que realiza mais de 100 apresentações em diversos festivais de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Em 2007 é selecionada para participar como palhaça na ONG DOUTORES DA ALEGRIA no Rio de Janeiro. Ao encerrar suas atividades de intervenção regular em enfermarias, o projeto dá lugar a criação do GRUPO RODA GIGANTE, do qual é fundadora, e onde trabalha ininterruptamente desde sua criação em 2009. Com esse grupo participou dos espetáculos TROCA DE PLANTÃO (2010) e O SENTIDO DA VIDA (2011), que cumpriram diversas temporadas e participaram dos mais importantes festivais de palhaçaria no Brasil (Anjos do Picadeiro, Festclown entre outros) Em 2018, comemorando dez anos de grupo estreia SOBRE O QUE NÃO SABEMOS com direção da bailarina e coreografa Denise Stutz. Desde 2005 realiza oficinas com palhaços como Avner Eisenberg, Sue Morrison, Esio Magalhães, Cristiane Paoli Quito, Marcio Libar, Juliana Jardim, Julie Goel, Grindl, Chacovachi, entre outros. Funda em 2012 a CIA QUATRO MANOS de teatro junto ao ator e palhaço Marcos Camelo. A pesquisa da companhia é justamente a mistura da palhaçaria com outras linguagens como o teatro físico a partir de textos não dramáticos.Seus espetáculos (O monólogo ACORDA AMOR! E o infantil CONTOS DO MAR) participam de diversos festivais dentro e fora do Brasil, obtendo prêmios de melhor atriz, melhor diretor e melhor espetáculo, assim como circulações através do SESC e SESI em Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná. Desde sua criação a Cia ministra oficinas de palhaçaria para atores. Em 2016 é selecionada para residência no Polo de Circo Teatro Anônimo para criação de um numero cômico com direção de Maria Angélica Gomes. Atualmente integra também o coletivo feminino LAS PANAMERICANAS que investiga o encontro entre o Burlesco, o teatro de revista e a palhaçaria.
Resposta à diligência (objeto) encaminhada via "solicitações" do SALIC e devidamente disponibilizada no sistema (aba "documentos anexados"). Aguarda análise por parte do corpo técnico.