| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 08902291000115 | CSN MINERACAO S.A. | 1900-01-01 | R$ 600,0 mil |
| 17192451000170 | BANCO ITAUCARD S.A. | 1900-01-01 | R$ 150,0 mil |
| 19749539000176 | VERDE ASSET MANAGEMENT S.A. | 1900-01-01 | R$ 60,0 mil |
| ***527388** | MARCELO BICALHO BEHAR | 1900-01-01 | R$ 20,0 mil |
| 07670088000106 | V. FAIR TRADE COMERCIO E EXPORTACAO DE CALCADOS E ACESSORIOS LTDA. - EPP | 1900-01-01 | R$ 19,8 mil |
| 07689403000139 | AUTONOMY INVESTIMENTOS LTDA | 1900-01-01 | R$ 15,0 mil |
| ***913298** | Celso Lafer | 1900-01-01 | R$ 15,0 mil |
| ***554731** | JULIANO RIBEIRO SALGADO | 1900-01-01 | R$ 7,0 mil |
| ***859688** | Ciro Biderman | 1900-01-01 | R$ 7,0 mil |
| ***627288** | BRUNO FUSER | 1900-01-01 | R$ 6,8 mil |
| ***541308** | Eduardo Brenner | 1900-01-01 | R$ 5,5 mil |
| ***497088** | GILAD JOSEPH SALOMON | 1900-01-01 | R$ 5,0 mil |
| ***288688** | Roberto Zular | 1900-01-01 | R$ 5,0 mil |
| ***625618** | Jairo Okret | 1900-01-01 | R$ 4,0 mil |
| ***247218** | ANATOLIO MAMONTOW | 1900-01-01 | R$ 4,0 mil |
| ***642508** | Ricardo Meyerhof Salama | 1900-01-01 | R$ 4,0 mil |
| ***589058** | RICARDO INDIG TEPERMAN | 1900-01-01 | R$ 3,5 mil |
| ***298568** | Renato Cymbalista | 1900-01-01 | R$ 3,0 mil |
| ***016286** | JOCHEN VOLZ | 1900-01-01 | R$ 3,0 mil |
| ***138438** | MARCELO COSTA DANTAS | 1900-01-01 | R$ 3,0 mil |
| ***318658** | VIRGINIA SANTOS LISBOA | 1900-01-01 | R$ 2,8 mil |
| ***800458** | Maria José de Carvalho B Sodré | 1900-01-01 | R$ 2,8 mil |
| ***808818** | Luis Rheingantz Barbieri | 1900-01-01 | R$ 2,0 mil |
| ***393048** | MARLENE PERLINGEIRO CRESPO | 1900-01-01 | R$ 2,0 mil |
| ***737168** | SAMUEL KILSZTAJN | 1900-01-01 | R$ 2,0 mil |
| ***375818** | Fernando Waldman Villa | 1900-01-01 | R$ 2,0 mil |
| ***596088** | HELIO GOLDENSTEIN | 1900-01-01 | R$ 2,0 mil |
| ***877918** | Homero Silveira Santiago | 1900-01-01 | R$ 1,8 mil |
| ***418518** | Sarah Feldman | 1900-01-01 | R$ 1,8 mil |
| ***689218** | ANTONIO DUARTE | 1900-01-01 | R$ 1,6 mil |
| ***397318** | Felipe Lanna Verillo | 1900-01-01 | R$ 1,6 mil |
| ***324608** | ISO SENDACZ | 1900-01-01 | R$ 1,5 mil |
| ***110558** | RAQUEL ROLNIK | 1900-01-01 | R$ 1,5 mil |
| ***069058** | LUIS ALBERTO OLIVEIRA DALLAN | 1900-01-01 | R$ 1,2 mil |
| ***358428** | PEDRO VALADAO CARELLI | 1900-01-01 | R$ 1,2 mil |
| ***544728** | Denise Grinspum | 1900-01-01 | R$ 1,0 mil |
| ***420058** | Nabil Georges Bonduki | 1900-01-01 | R$ 1,0 mil |
| ***948058** | Bela Feldman | 1900-01-01 | R$ 750,00 |
| ***800878** | JULIA HATAKEYAMA JOIA | 1900-01-01 | R$ 600,00 |
| ***496268** | LIA DEBORAH SZTULMAN | 1900-01-01 | R$ 600,00 |
| ***137648** | SARAH SZTULMAN | 1900-01-01 | R$ 600,00 |
| ***374808** | Orlando Joia | 1900-01-01 | R$ 500,00 |
| ***162968** | MOMTCHILO RUSSO | 1900-01-01 | R$ 500,00 |
| ***354967** | Suely Belinha Rolnik | 1900-01-01 | R$ 500,00 |
| ***936378** | PEDRO GOLDENSTEIN | 1900-01-01 | R$ 500,00 |
| ***025894** | JAIME PORTUGHEIS | 1900-01-01 | R$ 350,00 |
| ***275038** | Nilce Cristina Aravecchia Botas | 1900-01-01 | R$ 300,00 |
| ***558148** | EUNICE OSTRENSKY | 1900-01-01 | R$ 300,00 |
| ***678108** | ENIO ALTERMAN BLAY | 1900-01-01 | R$ 250,00 |
| ***957786** | WU SHIN TING | 1900-01-01 | R$ 150,00 |
Esta proposta apresenta as atividades a serem realizadas na Casa do Povo em 2020. As ações contempladas visam preservar a memória da instituição e do bairro do Bom Retiro, assim como modernizar a biblioteca da entidade, e fomentar novas práticas e pesquisas artísticas e culturais. A programação cultural considera também feira de livros, exposições, programação artística e educativa, acessibilidade, e manutenção e conservação do equipamento cultural.
Publicação Nossa Voz: é uma publicação de arte ao mesmo tempo em que funciona como jornal comunitário e colaborativo que circula gratuitamente pelo bairro. Nossa Voz é um espaço público em papel, criado e desenvolvido a partir de colaborações e parcerias com artistas contemporâneos, frequentadores da Casa do Povo, membros das comunidades do Bom Retiro, entre outros. Faz parte do processo de retomada da Casa do Povo como espaço de arte independente na cidade de São Paulo. Pretende ser um jornal experimental que se conecta com a história da Casa do Povo e do bairro do Bom Retiro, evidenciando contextos políticos do passado e atuais, as discussões urbanísticas relacionadas aos espaços independentes na vida artística e cultural de São Paulo hoje, e o cenário contemporâneo das artes visuais. O conteúdo da publicação é elaborado em colaboração com participantes convidados, compartilhando temáticas levantadas pela coordenação editorial da Casa do Povo. Em 2020, além dos diálogos já criados com outras cidades nas edições passadas, o jornal pretende também abordar a noção de "branquitude", discussão fundamental tanto na reconstrução da história como “memória oficial”, como no debate de questões agudas da atualidade. A publicação é, ao mesmo tempo, uma ferramenta de diálogo crítico com as atividades da Casa do Povo, e um espaço em papel a ser programado.
GERAIS • Contribuir com os processos de preservação da memória, por meio de formação cultural e debate; • Articular a Casa do Povo e suas atividades com a vizinhança e com as comunidades ali presentes; • Difundir questões ligadas ao bairro, à memória coletiva, e às ações comunitárias; • Promover um espaço de exposição, investigação, produção de conteúdo, intercâmbio e divulgação de propostas culturais contemporâneas, nacionais e internacionais; • Atuar na formação de público e na formação artística por meio das atividades realizadas e programação oferecida; • Realizar um cronograma de atividades relacionado às principais linhas de atuação da instituição. ESPECÍFICOS (1) Manutenção de acervo e biblioteca: Com 8.000 livros em português, inglês, espanhol, francês, russo, polonês, iídiche, etc., contamos também com arquivo contendo um acervo de fotografias, pinturas, objetos, fichas, atas e registros da instituição desde antes de sua fundação, em 1953. (2) Evento literário: Tijuana _ Feira de obras impressas, durante dois dias reúne editoras brasileiras e estrangeiras com publicações de distintos formatos. (3) Exposições: 2 mostras temporárias apresentando instalações inéditas de artistas visuais contemporâneos, com duração de longa duração (mais de 1 ano) cada. (4) Residências artísticas: contemplando diversas linguagens (artes visuais e cênicas, música, literatura), serão atendidos 2 grupos/artistas, gerando um evento de performance. (5) Performance: Festival sonoro _ Black Shabat _ 4 noites por ano com 2 artistas em cada evento, apresentando artistas nacionais e internacionais; montagem 'O Sonho de Goldfadn' com 16 apresentações; Yael Barana, um evento de performance. (6) Oficinas e cursos: contemplando as disciplinas gestão cultural, produção gráfica, preparação corporal e performance, e jornalismo. (7) Publicação: Nossa Voz - 2 edições, 3.000 exemplares cada, e versão online; e uma publicação sobre a história do TAIB, o teatro da Casa do Povo que completa 60 anos em 2020. (8) Manutenção do espaço cultural: conservação e melhorias prediais, contratação de equipe, gestão e divulgação das atividades. (9) Ações Formativas (CONTRAPARTIDA SOCIAL): 12 visitas guiadas com palestras para alunos e professores da rede pública de ensino, 3 encontros ‘Passeios Sonoros’ e 3 encontros para professores. Doação de exemplares do jornal Nossa Voz para Bibliotecas Públicas.
Desde sua criação, em 1953, a Casa do Povo, posiciona-se como um espaço de memória dedicado à vanguarda artística e práticas experimentais, ao mesmo tempo em que se tornou um lugar de encontro de diversas comunidades do bairro. Fundada por judeus progressistas, imigrantes do Leste Europeu, que carregavam a cultura iídiche, a Casa do Povo abrigou, entre outros projetos, a escola construtivista Sholem Aleichem, o teatro TAIB (lugar importante das vanguardas teatrais e da resistência à ditadura militar), o jornal Nossa Voz e diversos grupos e associações do bairro. A Casa do Povo atravessou décadas mostrando grande resiliência perante o seu contexto, a própria arquitetura maleável do prédio, continuamente adaptada, permitiu tal flexibilidade. Nos últimos anos, em paralelo ao fortalecimento das instituições culturais paulistanas, a necessidade de espaços voltados para práticas culturais não convencionais tornou-se fundamental. A Casa do Povo se inscreve neste contexto. Enquanto as principais instituições culturais da cidade identificam, preservam e divulgam práticas artísticas existentes, a Casa do Povo visa incentivar a criação de novas práticas e formas de pensamento. Mais de 60 anos após sua inauguração, esse projeto busca seguir a tradição de vanguarda da Casa do Povo, construindo uma programação voltada à reflexão, pensamento crítico e experimentação, capaz de integrar diferentes comunidades e grupos em um mesmo espaço. O desenvolvimento do Plano Anual de Atividades se insere no processo de fortalecimento e restabelecimento da Casa do Povo como centro de cultura contemporânea ativo para a cidade de São Paulo. A partir dos principais eixos de atuação (apresentados nos objetivos), a Casa do Povo pretende oferecer atividades diversas, que possam servir à comunidade artística, aos antigos frequentadores do espaço e também às comunidades do bairro do Bom Retiro. Sobre o atendimento aos Incisos do artigo 1° da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Sobre o atendimento aos Incisos do artigo 3° da Lei 8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes / e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; Sobre a necessidade de obter o benefício da Lei Federal de Incentivo à Cultura, o mesmo se dá na medida em que se trata do principal mecanismo de apoio do país, oferecemos atividades de forma gratuita para a população em geral sem restrição, o que contribui diretamente com os processos de democratização de acesso à Cultura através das atividades desenvolvidas pelo projeto.
Publicação Nossa Voz: formato: 350x500 mm (fechado); papel jornal 56g, é impresso em 2 cores; aproximadamente 24 pag. / por edição; tiragem: 3.000 unidades por edição; número de edições para 2020: 2.
Procuramos atender aos quesitos de acessibilidade previstos na legislação brasileira para idosos e pessoas com deficiência motora. No âmbito físico e arquitetônico, conta-se com acesso por meio de elevador a todos os espaços da Casa do Povo. As EXPOSIÇÕES serão providas de mobiliário e equipamentos adequados à circulação de públicos específicos com deficiência. As PALESTRAS E OFICINAS contarão com intérpretes de LIBRAS sob demanda e atendimento especializado para portadores de deficiência visual (quando for o caso). Para PERFORMANCES E APRESENTAÇÕES CÊNICAS oferecemos audiodescrição e intérpretes de LIBRAS sob demanda. Para a publicação Nossa Voz (PERIÓDICO) pretendemos disponibilizar em versão digital no site da Casa do Povo. Nesta proposta, solicitamos recursos para a legendagem e áudio-descrição dos vídeos do ACERVO, instalação de mais rampas de acesso, e troca de elevadores.
Todas as atividades oferecidas ao público pela Casa do Povo são gratuitas. As informações sobre as exposições, artistas e programação completa do espaço estarão disponíveis no site da Casa do Povo, facilitando o acesso do público à programação (www.casadopovo.org.br). Vale destacar também a forte atuação na divulgação das atividades por meio das mídias digitais, principalmente as redes sociais: facebook e instagram, no intuito de ampliar o alcance da programação. O conteúdo das publicações do Jornal Nossa Voz (publicação de arte), também serão disponibilizadas para download no site, além da distribuição gratuita na Casa do Povo, no bairro e nas principais instituições culturais da cidade de São Paulo. Contamos ainda com parceiros em outras cidades do Brasil para distribuição fora do Estado de São Paulo. As palestras e oficinas com artistas estrangeiros contam com tradução simultânea ou consecutiva. Agendamento de visitas guiadas para alunos de escolas da região central, especialmente do bairro Bom Retiro, onde a Casa do Povo está situada. Para atendimento ao Artigo 21 da IN 02/2019, optamos pelos Incisos IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias.
O proponente será responsável pela coordenação geral do projeto e pelo processo decisório no projeto, será remunerado pela rubrica de mesma nomenclatura, e possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional, como pode ser verificado nos projetos realizados PRONAC 1410908, 158527, 163898, 177223 e 185145. Realização/Coordenação Geral: Instituto Cultural Israelita Brasileiro/Casa do Povo A Casa do Povo é uma associação cultural sem fins lucrativos que existe desde 1946. Foi construída logo após a Segunda Guerra Mundial por meio de um esforço coletivo da comunidade judaica progressista recém-chegada no bairro do Bom Retiro. Atualmente, é formada por uma rede de associados, uma diretoria voluntária, um conselho deliberativo e uma equipe responsável pela gestão, programação e manutenção da instituição. Há mais de 60 anos, atua como lugar de memória e centro cultural em sintonia com o pensamento e a produção artística contemporânea. A programação da Casa do Povo é flexível e se adapta a cada projeto. Direção Artística: Benjamin Seroussi Vive e trabalha em São Paulo, Brasil. Curador, editor e gestor cultural. Dedica-se ao projeto cultural de gestão coletiva Casa do Povo, no Bom Retiro e ao programa para America do Sul da Fundação Suíça para a Cultura, Pro Helvetia. Integrou a equipe de curadores da 31ª Bienal de São Paulo (2014) e foi diretor de programação do Centro de Cultura Judaica (2009 - 2012). É mestre em sociologia pela École Normale Supérieure e École de Hautes Études en Sciences Sociales e em Gestão Cultural pela Sciences-Po. Produção executiva: Marilia Loureiro Formada em Relações Internacionais pela PUC-SP, com parte dos estudos na Sciences-Po Paris e máster no Programa de Estudos Independentes do MACBA de Barcelona em parceria com a Universidade Autônoma de Barcelona. Transita entre curadoria, pesquisa e crítica de arte. Foi assistente curatorial no MAM-SP e no MASP, atuou em espaços independentes como o Ateliê397 (SP), Casa Tomada (SP) e CAPACETE (RJ). Foi curadora do lugar a dudas (2015-2016), em Cali e realizou as exposições de Danilo Dueñas e Herlyng Ferla no Pivô em 2017 e organizou parte dos programas públicos da 33 Bienal de São Paulo. Coordenação de Comunicação: Ana Carolina Druwe Formada em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da UNESP. Integrou o educativo de instituições culturais como Fundação Bienal São Paulo, Sesc Pompéia e Instituo Tomie Othake e trabalhou com produção audiovisual na O2 Filmes e Prodigo Filmes. Atualmente faz parte da equipe da Casa do Povo atuando na produção e comunicação. Direção de Produção: Alita Mariah Possui graduação em Comunicação Social - Relações Públicas pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - Bauru (1998) e mestrado em Artes pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2013). Foi produtora de Frestas- Trienal de Artes, professora titular da ESAMC Sorocaba, sócia proprietária do Ateliê Música Viva e perita da Secretaria de Cultura de Sorocaba. Tem experiência na área de Artes e Comunicação, com ênfase em Artes, atuando principalmente nos seguintes temas: artes visuais, vídeo, cinema, performance e economia criativa. Coordenação editorial do jornal Nossa Voz: Isabela Rjeille É curadora, crítica e editora. Atualmente integra a equipe curatorial e editorial do Museu de Arte Assis Chateaubriand; é editora do jornal Nossa Voz / Casa do Povo (São Paulo). Foi assistente curatorial da 32ª Bienal de São Paulo - Incerteza Viva; curadora das exposições TOTEMONUMENTO, na Galeria Leme (2016); O que caminha ao lado, Sesc Vila Mariana (2015). Foi curadora assistente da exposição Artevida (2014) que aconteceu no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Casa França Brasil e Escola de Artes Visuais do Parque Lage, com Adriano Pedrosa e Rodrigo Moura. Curadoria/performances: Maurício Ianês É formado pela Faculdade de Artes Plásticas da Fundação Armando Álvares Penteado, São Paulo, SP. Seu trabalho questiona a linguagem verbal e artística, suas possibilidades expressivas e limites, suas funções políticas e sociais, muitas vezes propondo a participação do público em suas ações para criar situações de troca onde a linguagem e os seus desdobramentos sociais entram em jogo. Ianês busca referências e influências em filosofia, poesia, crítica social, literatura e música. Ações e performances que buscam questionar a relação entre espectador e artista, tirando o espectador do papel de observador passivo e transformando-o em parte importante da criação da obra são parte importante do trabalho de Ianês. Já participou de importantes exposições nacionais e internacionais, como as 28ª e a 29ª Bienais Internacionais de São Paulo, SP; “Des Choses en Moins, Des Choses en Plus”, Palais de Tokyo, Paris, França; “Avante Brasil”, KIT Kunst im Tunnel, Düsseldorf, Alemanha; “Il Va se Passer Quelque Chose”, Maison de L’Amérique Latine, Paris, França; “Chambres Sourdes”, Parc Culturel de Rentilly, França. ATENÇÃO: TODOS OS ARTISTAS AINDA SERÃO SELECIONADOS PELA COORDENAÇÃO ARTÍSTICA DA CASA DO POVO.
Prestação de Contas Aprovada, conforme Portaria n° 522 de 08 de setembro de 2022, publicada no DOU em 09/09/2022.