Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 200758Apresentou prestação de contasMecenato

CICLO EXPOSITIVO DA ARTE CONTEMPORÂNEA BRASILEIRA

INSTITUTO DE CULTURA CONTEMPORANEA - ICCO
Solicitado
R$ 1,22 mi
Aprovado
R$ 1,08 mi
Captado
R$ 1,08 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (6)
CNPJ/CPFNomeDataValor
***913428**Sylvia Leda Amaral Pinho de Almeida1900-01-01R$ 740,8 mil
55720908000161SOLENIS ESPECIALIDADES QUIMICAS LTDA.1900-01-01R$ 250,0 mil
10804908000101Messem Agente Autonomo de Investimento S/S LTDA1900-01-01R$ 80,0 mil
36589831000198CCP - CASA DE CULTURA DO PARQUE LTDA1900-01-01R$ 9,7 mil
***221598**Eduardo Pannunzio1900-01-01R$ 400,00
***147838**RICARDO RIBEIRO1900-01-01R$ 150,00

Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
III.Exposições de Artes
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2023-01-01
Término

Resumo

O Ciclo Expositivo da Arte Contemporânea Brasileira é composto por doze exposições de artes visuais com desdobramentos educativos. A proposta também contempla os custos operacionais para o pleno funcionamento e execução das atividades aqui propostas no espaço Casa de Cultura do Parque, incluindo custos de produção, montagens e desmontagens, divulgação e gestão do projeto.

Sinopse

ARTES VISUAIS O Ciclo Expositivo de Arte Contemporânea Brasileira tem como foco a produção de artes visuais no Brasil a partir dos anos 70 do século passado até a recente, apresentando uma diversidade de linguagens – pintura, escultura, vídeo, fotografia, performance, instalações – e artistas de diferentes gerações, criando um rico panorama da produção visual no país.Realizaremos três exposições coletivas na Galeria do Parque, três individuais no Gabinete, três instalações no Projeto 280 x 1020 e três exposições de esculturas no projeto No Deck. Como desdobramentos, a programação oferece atividades do Núcleo educativo e de difusão cultural. São elas: 1. GALERIA DO PARQUE Exposição coletiva com curadoria de Ana Cândida de Avelar e os artistas Ana Mazzei [São Paulo - SP, 1979], Débora Bolsoni [Rio de Janeiro - RJ, 1975], Esvin Alarcón Lan [Guatemala, 1988)] e Renata Pedrosa Tremenbé - SP, 1967]. Nesta coletiva apresentamos trabalhos realizados em técnicas diversas, como desenho, escultura, objetos e instalações realizadas com materiais saídos de uma experiência cotidiana com a cidade e seus materiais. Mais que isso, esse grupo de artistas tem na experiência da casa, do ser criativo em sua habitação, os materiais de reflexão e prática de produção. Essa experiência perpassa a criação artística e lança um novo olhar sobre a possibilidade de dar a ver um universo particular e alcança o outro de forma inusitada e transformadora.2. GABINETE: Desali [Belo Horizonte - MG, 1983] Desali eÌ? formado em Artes PlaÌ?sticas pela Escola Guignard (UEMG) e criador do Coletivo Piolho Nababo, haÌ? dez anos em Belo Horizonte, viaja por muÌ?ltiplas linguagens, incluindo grafite, fotografia, viÌ?deo e intervenção urbana, promovendo o contato entre a margem e o centro, questionando as instituições artiÌ?sticas tradicionais e seu colonialismo, contaminando esses espaços com as ruas. 3. PROJETO 280 X 1020: Teodoro Carvalho Dias [Poços de Caldas - MG, 1954] Especialmente realizada para o projeto 280x1020, um universo de mundos possíveis em suas combinações de cores, os tamanhos diferentes das faixas de cor produzem, uns entre os outros, uma musicalidade que lembra composições “minimalistas”, com repetições que variam e variações das repetições. É possível perceber andamentos nos diversos tamanhos dos campos de cor, diferentes tonalidades nas variações das cores, não em si mesmas isoladamente, mas umas em meio às outras. Nesta sintonia com a pintura reside a antítese da alienação que anestesia o olhar. 4. NO DECK: Jp Acácio [São Paulo - SP, 1976] Produz trabalhos em fotografia, vídeo, instalação, performance e artes gráficas. Sua pesquisa investiga as possibilidades de diálogo envolvendo elementos e tecnologias naturais e humanas, a coexistência entre diferentes meios e linguagens e a constituição da imagem sob o prisma da construção temporal, espacial e narrativa. Dentre os principais temas de seu interesse estão as relações entre o espaço e o audiovisual, os experimentos envolvendo elementos e paisagens do universo natural, o uso de equipamentos e tecnologias diversas e de épocas distintas e a confecção de trabalhos contendo técnicas híbridas. DIFUSÃO CULTURAL Uma mesa composta pelos artistas e Ana Avelar 5. GALERIA DO PARQUE Com curadoria de Taísa Helena Palhares, essa exposição coletiva é composta pelos artistas Felipe Cohen [São Paulo - SP, 1976], Laura Vinci [São Paulo - SP, 1962], Lucas Arruda [São Paulo - SP, 1983] e Paulo Pasta [Ariranha - SP, 1959]. Essa coletiva apresenta a obra de quatro artistas de gerações distintas que têm na sua produção o sentido do sublime e atemporal. São trabalhos que evocam uma ideia de realização de um mundo perfeito, onde a matéria pode transformar-se em algo impalpável e ainda assim nos levar a uma reflexão sobre a existência e a possibilidade de superação da experiência mundana da vida. São epifanias de transformação do espírito. 6. GABINETE: Deborah Paiva [Campo Grande - MS, 1950] Deborah Paiva apresenta nesta mostra, no espaço Gabinete, uma série de pinturas e desenhos em pequena escala realizados nos últimos três anos. Intitulada de "Bordadeiras", a série apresenta óleos sobre tela, nanquins e aquarelas sobre papel que comentam a finitude e a solidão, mas apontam para o porvir de cada uma dessas pessoas e, portanto, de todos nós que já nos tornamos cúmplices dessa jornada.7. PROJETO 280 X 1020: Alexandre Canônico [Pirassununga - SP, 1974] Convidaremos o artista Alexandre Canônico para ocupar uma parede com as mesmas dimensões com um trabalho pensado especialmente para o espaço. O artista começa a exibir seus trabalhos em meados dos anos 2000, com uma poética que versa sobre o uso de matérias [na maioria das vezes industriais] em instalações que ativam espaços. 8. NO DECK: Elizabeth Jobim [Rio de Janeiro - RJ, 1957] Fundamentada na sólida tradição latino-americana da abstração geométrica, Elizabeth Jobim subverte o modo com que os artistas das décadas de 40, 50 e 60 empregavam linhas e volumes – como expressão lógica, racional e semi-científica do desejo utópico pela tecnologia e a industrialização. Diferentemente da obra dos concretistas brasileiros, cuja abstração geométrica era predominantemente um jogo conceitual de organização de formas no espaço, as formas de Jobim são, na verdade, baseadas em naturezas mortas. Suas telas jogam com o ato de revelar e ocultar, entre a abstração e a figuração.DIFUSÃO CULTURAL Uma mesa composta pelos artistas e Thaísa Helena Palhares 9. GALERIA DO PARQUE Os artistas Alexandre da Cunha [Rio de Janeiro - RJ, 1969], Eduardo Climachauska [São Paulo - SP, 1958], Karen de Picciotto [São Paulo - SP, 1968]e Rochelle Costi [Caxias do Sul, 1961] irão compor a coletiva da Galeria do Parque, com curadoria de Rafael Vogt Maia Rosa. Estes artistas fazem parte de diferentes gerações, com produções muito distintas, mas que no uso de materiais e tecnologias sugerem uma conexão. Os temas de cotidianidade são transverssais em suas produções. Karen de Picciotto cria pinturas sem uso do pincel, com estrutras que desenvolvem o processo pictórico. Eduardo Climachauska faz uso de materiais industriais, criando tensões espaciais que remetem a canteiros e obras e situações urbanas. Alexandre da Cunha se apropria de materiais do uso cotidiano para criar esculturas pouco reconhecíveis, mas que geram sensação de uma memória visual já obtida. 10. GABINETE: Danilo Oliveira [Santo André - SP, 1981] O espaço Gabinete receberá uma individual do artista paulista Danilo Oliveira. Nos últimos dois anos o artista vem pesquisando as possibilidades pictóricas entre a abstração e a figuração, além de explorar meios como gravura, desenho, projetos murais e instalações. Para essa mostra, o artista fala dos amores do mundo, dos animais, das inúmeras áreas arborizadas, aprazíveis da cidade através de suas pinturas.11. PROJETO 280x1020: Sonia Guggisberg [São Paulo - SP, 1964] O Projeto 280x1020 irá apresentar um novo trabalho de Sonia Guggisberg, que atua como artista, diretora de cinema e pesquisadora. Em suas obras mais recentes, compostas por videoinstalações, Sonia explora alguns temas sobre identidade e cidade. Suas mídias e suportes são apresentadas geralmente em fotografia, site specific, instalação em vídeo e som, e documentário experimental. 12. NO DECK: Ester Grinspun [Recife - PE, 1955] As obras de Ester Grinspum habitam o espaço entre a escultura e o desenho, tendo este como elemento basilar da pesquisa. Da escultura, Grinspum toma a fixidez dos volumes e a ocupação do espaço; do desenho, a transitoriedade das linhas. Ao contrário do que se possa imaginar, a interseção entre desenho e escultura não constitui um híbrido apaziguado, mas mantém-se como um espaço de indefinição onde subsiste a tensão entre a forma fixa que ocupa o espaço e a linha orgânica que o movimenta, constantemente evocando relações de diálogo e delimitação. O vocabulário de Grinspum, presente tanto nos desenhos da produção inicial quanto nas esculturas criadas após a década de 1980, é um desdobramento de longos processos de depuração e lapidação em que ícones da história da arte misturam-se àqueles criados pela artista. DIFUSÃO CULTURAL Uma mesa composta pelos artistas expositores e Rafael Vogt Maia Rosa EDUCATIVO | CONTRAPARTIDAS SOCIAIS O núcleo educativo promoverá uma série de atividades contínuas de expansão e desenvolvimento. A proposta é promover reflexões sobre as etapas do fazer, aprender, apreender e estimular o senso crítico e estético nos públicos, oferecendo opções para todas as idades por meio de uma equipe de educadores. As atividades educativas terão as exposições aqui propostas como principal referência e são fundamentais na formação de indivíduos desde a infância, pois são atividades nas quais os conceitos – principalmente no que diz respeito à leitura de imagens, apreciação de obras artísticas, fruição e ampliação de repertório de linguagens diversas, assim como também questões relacionadas à diversidade, afeto, escuta, vocalização, respeito, autoestima e leitura de mundo – podem ser aprofundados. Na abertura dos ciclos expositivos, ofereceremos: 60 [quarenta] visitas agendadas da equipe educativa do ICCo às escolas públicas para apresentar os materiais e conteúdos à equipe pedagógica em reunião no horário de trabalho pedagógico coletivo (HTPC) e uma atividade de apresentação e conversa com o grupo agendado orientada pelos educadores. No dia seguinte, um ônibus é enviado à escola para levar os 60 [quarenta] grupos à Casa de Cultura do Parque para realizar uma visita pelas exposições e uma oficina educativa em ateliê. O projeto oferece o transporte, lanche e materiais impressos para tornar a experiência ainda mais completa. No início de cada temporada de exposições, educadores de escolas e instituições serão convidados à visitarem à instituição, apreciarem as obras e conteúdos em primeira mão, conversar à respeito e participar de uma atividade prática. Assim, em formação recíproca, a equipe educativa do ICCo amplia seu olhar sobre as exposições e oficinas, e os professores têm uma base para avaliar a pertinência dos conteúdos em relação aos planos de aula e incorporações de temas e abordagens que contextualizem a visitação de seus alunos. Os encontros serão propostos presencialmente em atenção aos horários de trabalho dos professores e emitirão certificado de participação para comprovação de horas de atividade cultural. Dentro da ação formativa serão oferecidos 3 [três] encontros para professores e educadores em geral ao longo do ano. As oficinas educativas #NoQuintal promovem o diálogo entre público e obras instigando o questionamento nas relações entre vida e arte. A reflexão se dá de maneira dialógica e especialmente prática, através do contato com as obras e com o fazer artístico. Para unir ação e pensamento, as propostas combinam técnicas artesanais, saberes tradicionais e abordagens inovadoras sobre a experiência artística, em que pessoas de todas as idades com interesse em desenvolver trabalhos manuais e intelectuais podem participar. São previstas 40 [quarenta] oficinas presenciais, abertas e gratuitas ao público em geral que comparecer à Casa de Cultura do Parque nos dias e horários divulgados e 09 [nove] oficinas virtuais que serão gravadas e disponibilizadas no site e redes sociais da Instituição. O #GaleriasdoParque é um programa digital pensado para aproximar o público dos modos de fazer, pensar e dizer dos artistas e curadores que fazem parte do núcleo expositivo do projeto. Por meio de depoimentos e visitas às suas exposições em audiovisual, os artistas nos transportam para suas obras e processos criativos. Pensadas especialmente para o público escolar, o programa conta também com gravações de 15 [quinze] visitas mediadas, uma de cada exposição, com a equipe educativa. O material oferece um convite à contemplação das exposições e às questões tratadas nas obras. Os episódios serão disponibilizados no site e redes sociais do ICCo. PÚBLICO-ALVO O projeto é voltado especialmente para alunos e professores da rede pública de ensino e interessados em arte, cultura e educação de todas as idades. A jovens de regiões afastadas com pouco ou nenhum equipamento cultural, e aos que se interessam por diferentes formas narrativas, culturais, artísticas. Nossas atividades online e gratuitas viajam virtualmente pelo país levando artes e ideias plurais a quem se interessa por sociedade e comportamento e a quem produz e consome cultura. CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: LIVRE

Objetivos

OBJETIVO GERAL: A execução da programação expositiva de artes visuais e seus desdobramentos do Instituto de Cultura Contemporânea, a ser realizada na Casa de Cultura do Parque. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: A proposta compreenderá a seguinte programação: 1. Artes Visuais: Contempla doze exposições de arte contemporânea com curadores convidados e seus desdobramentos: _ 03 exposições coletivas na Galeria do Parque; _ 03 individuais no Gabinete; _ 03 individuais no Projeto 280 x 1020; _ 03 individuais no No Deck. Curadores: Ana Cândida de Avelar, Taísa Helena Palhares e Rafael Vogt Maia Rosa. 2. A manutenção do núcleo educativo, cujo conteúdo é desdobramento das exposições e contrapartida social: _ 03 encontros com professores da rede pública de ensino oferecendo apresentações teóricas e práticas, de modo que os docentes possam, posteriormente, trazer seus alunos para a mostra; _ 60 recepções durante o período letivo, incluindo visitas mediadas e oficinas educativas; _ 09 programas educativos online #NoQuintal; _ 15 vídeos educativos sobre as exposições de arte visual no #GaleriasdoParque. 3. A manutenção dos custos operacionais para a realização da programação proposta.

Justificativa

O INSTITUTO DE CULTURA CONTEMPORÂNEA - ICCo é o braço institucional do espaço cultural privado, independente e aberto ao público Casa de Cultura do Parque, tornando as leis de incentivo seus principais alicerces para a execução dos nossos objetivos estatutários, que se norteiam em: - a formação e difusão cultural e a Cultura como vetor do desenvolvimento sustentável; - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes de cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; - apoiar, valorizar e difundir as manifestações culturais e seus criadores. O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3o. da Lei 8313/91, o fomento a produção cultural artística mediante a realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.

Estratégia de execução

N/A

Especificação técnica

Exposições de arte contemporânea brasileira: >> 3 exposições coletivas >> 9 exposições individuais >> Frequência: três ciclos expositivos [1 coletiva + 2 individuais] por ano >> Casa aberta para visitação de quarta-feira a domingo das 11h às 18h >> Capacidade de 300 pessoas. Entrada gratuita. Encontros de formação com professores e educadores: Os encontros serão propostos presencialmente com a duração de 1 hora, em atenção aos horários de trabalho dos professores e emitirão certificado de participação, para comprovação de horas de atividade cultural: >> 03 encontros ao longo do ano com duração de 1 hora e capacidade de 20 pessoas/cada >> Frequência: dois ao início de cada ciclo expositivo >> Total de atendimentos: 60 Visitas agendadas às escolas e instituições para apresentar os materiais e conteúdos à equipe pedagógica: >> 60 visitas com duração de 1 hora e capacidade de 35 pessoas/cada >> Frequência: 20 visitas por ciclo expositivo >> Total de atendimentos: 2100 >> Observação: As vistas acontecem no horário de trabalho pedagógico coletivo (HTPC) com uma atividade de apresentação e conversa com o grupo agendado orientada pelos educadores Visitas mediadas à Casa de Cultura do Parque para professores e estudantes da rede pública com transporte e lanche: >> 60 visitas com duração de 2 horas e capacidade de 35 pessoas/cada >> Frequência: 20 visitas por ciclo expositivo >> Total de atendimentos: 2100 Oficinas educativas gratuitas presenciais: >> 40 visitas com duração de 1 hora e capacidade de 35 pessoas/cada >> Frequência: todos os sábados [horários e temas serão divulgados nos canais de comunicação da instituição >> Oficinas abertas ao público em geral, gratuitas e sem necessidade de inscrição prévia >> Total de atendimentos: 1400 >> Observação: Para grupos agendados de instituições parceiras como OSCs, CCA, Abrigos, etc, é oferecido transporte e alimentação para participar da programação cultural de final de semana Vídeos educativos com visitas mediadas no #GaleriasdoParque sobre as exposições de arte visual: >> 15 visitas mediadas às exposições com duração de até 40 minutos/cada >> Frequência: 05 visitas mediadas em cada ciclo expositivo >> Total de atendimentos: 22.500 views [1500 por vídeo] #NoQuintal oficinas educativas: >> 09 vídeos com duração de até 20 minutos/cada >> Temas: Pintura, colagem, desenho, escultura, impressão e corpo >> Frequência: 03 vídeos a cada ciclo expositivo >> Alcance esperado: 13.500 views [1.500 por vídeo]

Acessibilidade

PRODUTO: EXIBIÇÕES ARTES VISUAIS - ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, elevadores, corrimões, banheiros adequados, assentos adequados a obesos e idosos e guias táteis. - DEFICIENTES AUDITIVOS: Textos impressos.- DEFICIENTES VISUAIS: audiodescrição. PRODUTO: PALESTRAS / VISITAS MEDIADAS / OFICINAS - ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, elevadores, corrimões, banheiros adequados, assentos adequados a obesos e idosos e guias táteis. - DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras.- DEFICIENTES VISUAIS: audiodescrição. Além da variada programação, a Casa de Cultura do Parque também investe no oferecimento de um espaço seguro, acessível e acolhedor que contemple sua diversidade de público. Com acessibilidade estrutural e a construção de processos de acessibilidade comunicacional e atitudinal em suas ações, a instituição procura transpor barreiras físicas e sociais. Dessa forma, a disposição dos materiais virtuais e presenciais, assim como os atendimentos educativos, procuram disponibilizar alternativas que viabilizem a fruição de pessoas com deficiência, oferecendo visitas traduzidas em libras, sinalização e publicação em braille, audioguia e descrição nos vídeos, materiais táteis e ferramentas assistivas. As facilidades voltadas à acessibilidade física não geram custos ao projeto, visto que o espaço já oferece as mesmas.

Democratização do acesso

VISITAS MEDIADAS, OFICINAS CULTURAIS E PROGRAMAS EDUCATIVOS ONLINE AOS ALUNOS DA REDE PÚBLICA DE ENSINO: Toda a nossa programação do projeto é aberta ao público e gratuita. Além disso, para as 60 visitas mediadas e oficinas culturais oferecemos transporte gratuito, lanche e material educativo aos alunos da rede pública de ensino. Com foco na difusão da arte contemporânea, na experimentação de linguagens e pluralidade de ideias, mesclando práticas formativas tradicionais de mediação presenciais com a tecnologia digital, foram elaborados 24 programas educativos, abertos e gratuitos, cujo conteúdo será disponibilizado em perfeitas condições de áudio, imagem e em full HD. A programação ficará disponível no site e redes sociais da Instituição, proporcionando, assim, acesso a todos os interessados e sociedade em geral, em nível nacional.

Ficha técnica

A dirigente Maria Regina Amaral Pinho de Almeida será responsável por toda a gestão e processo decisório projeto de forma voluntária. Maria Regina Pinho de Almeida – Diretora executiva Colecionadora de arte contemporânea latino-americana, Regina Pinho de Almeida é também a fundadora e presidente do ICCo - Instituto de Cultura Contemporânea - instituição sem fins lucrativos fundada há cinco anos, com o objetivo de realizar ações culturais de caráter contemporâneo que promovam a valorização da experimentação artística brasileira, o intercâmbio internacional e o resgate da memória cultural de seu país. É integrante do a Conselho do MASP, patrona da Pinacoteca do Estado de São Paulo, membro do Núcleo Contemporâneo do MAM/SP, e acionista do portal de cultura O Beijo. Cláudio Cretti – Diretor artístico Artista e professor. Já realizou exposições em espaços como a Pinacoteca do Estado, São Paulo, MAM, São Paulo, MAC, São Paulo, CCSP, entre outros. Fez parte da equipe de coordenação do serviço educativo do Instituto Tomie Ohtake de 2003 a 2009, onde esteve a frente do serviço de atendimento ao público e dos cursos de formação do Espaço do Olhar. Foi curador de programação educativa do Paço das Artes de 2010 a 2012. Ministrou cursos em espaços como o Centro Cultural Banco do Brasil, Oficina Cultural Oswald de Andrade, e no Centro de Formação da Escola da Vila em São Paulo, onde foi professor de 1995 a 2009. Realizou ainda projetos de ações educativas para diversas exposições para o Sesc - Pinheiros, Bom Retiro, São José do Rio Preto, entre outros. Atualmente é diretor artístico do ICCo. Natalia Harue Kondo - Coordenadora executiva Licenciada em Artes Visuais e especialista em Produção Cultural pela Fundação Armando Álvares Penteado - FAAP, trabalhou durante seis anos no departamento de comunicação - FACOM da mesma fundação, em São Paulo; foi coordenadora de produção do Instituto de Cultura Contemporânea - ICCo e da Confederación Sindical dos Trabajores y Trabajadoras de las Américas - CSA. Viveu na Espanha e Japão onde trabalhou como assistente nas galerias Senda, em Barcelona e Arataniurano, em Tóquio. Atualmente é coordenadora executiva do ICCo. Gabriel Campos – Programador De formação eclética nas Humanidades, passou pelo cinema da FAAP e da EICTV, em Cuba, fez mestrado na Letras da USP e trancou um doutoramento em artes pela Universidade de Lisboa. Trabalha como roteirista de cinema, foi premiado na Itália e no Brasil, com os curtas-metragens Ferroada (2014) e Verão (2011) e com o longa-metragem Madrigal para um Poeta Vivo, ainda visitando festivais por diversas regiões do Brasil e da América Latina. Como expectador e pesquisador diletante, conhece e tem afinidades eletivas com grupos de teatro tão díspares nas suas linguagens como Cemitério de Automóveis e Companhia do Latão. Atualmente, trabalha na finalização de seu mais recente longa-metragem como roteirista e co-diretor, Praia do Silêncio e está buscando recursos para montar um seu primeiro texto dramatúrgico, Billy & Hannah. Mayra Oi Saito – Coordenadora educativa Estudou Artes Visuais na Faculdade de Belas Artes e Letras na Universidade de São Paulo. Trabalha desde 2004 com educação, arte e literatura em instituições de ensino formal e não formal. Trabalhou com mediação de obras em exposições, pesquisa e formação de educadores no Instituto Tomie Ohtake e na Fundação Bienal de São Paulo. Deu aula na Escola da Vila, ALEF-Peretz, Politeia e na Escola indígena Gwyrá Pepó na aldeia Guarani Mbyá de Tenondé Porã em Parelheiros-SP. Coordenou os educativos dos projetos Espaço de Leitura, Espaço de Convivência do Idoso, e Projeto Intergeracional do Fundo Social de São Paulo no Parque da Água Branca. Atualmente coordena o setor Educativo da Casa de Cultura do Parque, participa do projeto Yoga para Todes, que propõe a yoga como caminho de reflexão política e estudo da diversidade e inclusão, coordena o grupo de estudos feministas no Lugar de Ler e compõe a Lótus, coletiva feminista asiática pró-interseccional. Desiree Helissa Casali – Educadora sênior Está envolvida com praÌ?ticas de arte e educação desde 2012, trabalhando em diversas instituições culturais e coletivos (Memorial da Inclusão, Bienais de São Paulo, exposições e oficinas em SESC’s). Enquanto mulher com deficieÌ‚ncia, busca em sua praÌ?tica refletir sobre os processos de inclusão com base no movimento social das pessoas com deficieÌ‚ncia. Tem como foco abordagens que facilitem a compreensão sobre as barreiras atitudinais junto aÌ€s praÌ?ticas de mediação e outras viveÌ‚ncias, que envolvem o bordado, a arte e a educação, identidade, deslocamento e corpo. Recentemente, atuou como educadora no Espaço de Leitura, projeto idealizado por Tatiana Fraga; eÌ? fundadora do Coletivo Filomena, integra o coletivo Feminista Helen Keller e Yoga Para todos Brasil, idealizado por Vanessa Joda. Danilo de Paulo Santos – Designer É formado em Design Gráfico pela Universidade Anhembi Morumbi e dirige o mercurio.studio em São Paulo, colaborando com empresas e eventos nas áreas de cultura e terceiro setor. Co-dirige o ateliê gráficafábrica, abordando investigações gráficas diversas e facilitando oficinas. Selecionado para exposições de design como Bienal Iberoamericana de Diseño – Madrid (2016, 2018), Bienal Brasileira de Design Gráfico (2018) e para mostra coletiva “Como se pronuncia design” em português – Brasil hoje (Lisboa, 2017). Amarilio Junior – Produtor Estudou fotografia no CCA SENAC-SP. Atua como produtor, cenógrafo, designer gráfico e de objetos. Trabalhou como técnico de laboratório e estúdio no CCA SENAC. Foi produtor no Estúdio Milo onde desenvolveu materiais graficos e de cenografia para festivais da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo e o Museu da Imagem e do Som. Foi assistente de arte na Aba Filmes produzindo cenografia para cinema e publicidade. Foi editor da revista digital 2die4, que circulou em festivais de Barcelona e na FILE - SP. Atualmente faz assistência para artistas plásticos, é produtor cultural da Casa de Cultura do Parque e tem a marca de design de iluminação Gabinete Amarelo. João Augusto Guedes – Coordenador de comunicação É pós-graduando em arquitetura e urbanismo, com graduação na mesma área. Com experiência em gestão de comunicação no campo de artes visuais, atualmente compõe a equipe da Casa de Cultura do Parque nesta área. Atua também como designer gráfico e artista visual no campo de fotografia. Fernando Pereira – Assistente de comunicação Com graduação em Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), tive experiências profissionais em instituições culturais como o Centro Cultural São Paulo (CCSP) e Museu de Arte Assis Chateaubriand (MASP), exercendo as funções de produtor audiovisual e ditorial, assessor de imprensa e social-media. Anteriormente, trabalhei na redação do portal de artes visuais O Beijo, onde colaborei como jornalista e desenvolvi matérias acerca do circuito de artes visuais, cinema e artes cênicas. Também fui colaborador da Revista Vaidapé, publicação independente fundada em 2012. Estefani Passos Rodrigues – Educadora É artista visual, nascida em 1995 em Campinas/SP, e reside hoje em São Paulo. Está cursando Artes Visuais – Bacharelado, na Faculdade Santa Marcelina, onde é cofundadora do coletivo feminista “Roda das Minas”. Escreveu o artigo “Pandemia X Arte e Feminismo”, publicado na PDI (Publicação Digital Interdisciplinar). Atualmente, é educadora na Casa de Cultura do Parque como educadora. Lucas Lago Scarabotto - Educador É artista visual, nascido em 2000 em São Paulo, onde reside até hoje. Está se graduando pela Faculdade Santa Marcelina, onde participou da exposição coletiva “Textura Viva” em 2019, e em 2020 fez parte do grupo “Colaboração e Arte Pública na Pandemia” da PDI (Publicação Digital Interdisciplinar). Atualmente estagia na Casa de Cultura do Parque como educador, acompanhando nas exposições e auxiliando na produção do material de vídeo e gráfico da casa. Se relaciona com diversas técnicas, desvinculando a ideia de “bordas” onde uma técnica termina e outra começa, e experimentando resoluções de uma técnica em outra. Dariane Lima – Educadora sênior É bacharel em Ciências Sociais na PUC-SP, direcionando sua pesquisa para temas como arte, política, educação e direitos humanos. Apresentou o trabalho de conclusão de curso sobre o tema “Teatro, Política e Educação: Perspectiva do teatro político e da educação como construção da consciência crítica”. Para desenvolver este trabalho pesquisou as companhias de teatro político em São Paulo no período de ditadura militar, realizando entrevistas e levantamento de dados nesse período histórico. Trabalhou no Centro de Documentação e Pesquisa (CEDIC) no projeto Brasil Nunca Mais digital, uma iniciativa que visa catalogar os processos judiciais do Superior Tribunal Militar sobre o período correspondente a tortura política ocorrida no país, no Instituto de Organização Racional do Trabalho (IDORT) como pesquisadora responsável do tema relacionado a população em situação de vulnerabilidade social. Clais Ferreira – Contadora Contadora independente com experiência de mais de 20 anos em empresas do ramo de agronegócio, assessoria a assuntos do patrimônio familiar, rotinas de contabilidade, área fiscal e departamento pessoal a empresas comerciais, industriais, prestação de serviços e terceiro setor, assessoramento e representação administrativa a empresas internacionais com operações no Brasil. Integrante do Grupo Mulheres do Brasil participando ativamente nos grupos de empreendedorismo e lutas raciais.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2024-09-30
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo