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PRONAC 202302Apresentou prestação de contasMecenato

MAPA DA CULTURA ALIMENTAR - EXPOSIÇÃO DE ARTE

MONTENEGRO PENSAMENTO CRIATIVO PRODUCOES & EVENTOS LTDA
Solicitado
R$ 1,49 mi
Aprovado
R$ 2,01 mi
Captado
R$ 1,55 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (10)
CNPJ/CPFNomeDataValor
60744463000190Syngenta Proteção de Cultivos Ltda.1900-01-01R$ 578,7 mil
02992446000175Banco CNH Capital / New Holland Brasil1900-01-01R$ 400,0 mil
04370282000170COPEL GERACAO E TRANSMISSAO S.A.1900-01-01R$ 150,0 mil
78242849000169Atlas Industria de Eletrodomésticos Ltda.1900-01-01R$ 100,0 mil
86791928000157FUTURAGRO DISTRIBUIDORA DE INSUMOS AGRICOLAS LTDA1900-01-01R$ 100,0 mil
79379491000183HAVAN S.A1900-01-01R$ 100,0 mil
76484013000145COMPANHIA DE SANEAMENTO DO PARANA SANEPAR1900-01-01R$ 80,0 mil
00069957000194Porto a Porto Comércio Importação e Exportação Ltda1900-01-01R$ 30,0 mil
79687588000153Videplast Industria de Embalagens Ltda1900-01-01R$ 7,0 mil
04768477000253ITALO SUPERMERCADOS LTDA1900-01-01R$ 2,0 mil

Eficiência de captação

77.2%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Pesquisas
Ano
20

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2022-10-01
Término
2023-10-31

Resumo

O projeto consiste na realização de exposição de arte, utilizando a gastronomia com linha condutora e prevê um mapeamento histórico dos estados do Paraná e São Paulo, entendendo a culinária como fator de diferenciação cultural e construção do patrimônio, considerando aspectos antropológicos, sociológicos e econômicos. O resultado desse trabalho será apresentado ao público por meio de uma mostra sensorial com experiências visuais que farão a representação desse trabalho aos visitantes, garantindo a preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico brasileiro.

Sinopse

EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAIS O resultado do trabalho de pesquisa será apresentado em uma exposição de artes visuais, utilizando ferramentas interativas para apresentar os dados, descobertas, entrevistas, registros em vídeo e foto. A curadoria desenvolverá seu trabalho com base na estética visual dos resultados por meio de plataformas sensoriais que estimularão a experiência do usuário. Os artistas serão selecionados após a captação de recursos para o projeto e desenvolveram seus estudos com exclusividade para a mostra, levando em conta do materiais pesquisados. Dentre os segmentos artísticos que estarão presentes na mostra, destacamos: a cerâmica, arte digital, pintura, ilustração e design . Os ambientes expositivos farão referência uma uma casa e espaços que tenham relação direta com os alimentos, criando proximidade e ampliando o entendimento do visitante. Formato: quadrado/ 20mts x 20mts: 400 mts área total. O projeto exposigráfico encontra-se anexado em documentos da proposta.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Estudar, pesquisar e mapear a gastronomia do Paraná entendendo-a como um pilar do patrimônio cultural imaterial do povo brasileiro e apresentar esse resultado ao público por meio de uma Exposição de Artes Visuais, garantindo uma experiência cultural e de preservação do patrimônio. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Pesquisar elementos componentes dos padrões e das tradições alimentares, ou seja, quais os ingredientes, receitas e técnicas mais comuns e que constituem o patrimônio imaterial da arte culinária paranaense e paulista; as receitas transmitidas entre gerações, seja oralmente ou através de documentos familiares (livros ou cadernos de receitas) e que se constituem em tradições da culinária e da gastronomia; - Realizar uma pesquisa de campo com uma amostra de 500 pessoas; - Realizar uma exposição de artes visuais com o resultado da pesquisa para 10 mil pessoas; - Realizar debates sobre a cultura alimentar e patrimônio nacional, com público total de 2.500 pessoas; - Realizar como contrapartida social rodas de conversa ONLINE sobre a cultura do desperdício na alimentação e como mudar esse cenário. O público beneficiado será de 1250 pessoas. - Incentivar o fomento à produção de artes visuais; - Possibilitar a fruição artística; - Estimular o debate e a formação crítica a partir de mensagens apresentadas nos produtos secundários a pesquisa.

Justificativa

Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, esse projeto cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderá os seguintes objetivos: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; No Brasil ainda não há levantamento sistemático da culinária, tal como acontece na França, por exemplo, para servir de base para cozinheiros, artistas e intelectuais, que cria uma cultura de valorização da gastronomia como patrimônio cultural de uma região/de um país. As teorias sobre a culinária são antigas e é preciso vê-las com um viés cultural, faz-se necessário um levantamento das tradições alimentares regionais a começar pela parte mais antiga do estado, e possibilitanto a sequência do trabalho ampliado para as demais regiões. O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) não fornece certificado de originalidade, mas garante com o registro do bem imaterial para que as tradições, muitas vezes orais, não morram e possam ser recuperadas, pesquisadas e transmitidas. Entre os bens imateriais já registrados estão os ofícios das paneleiras de Goiabeiras (ES) e das baianas de acarajé (BA). O sanduíche de Bauru (SP) e a empada de Goiás (GO) estão em processo de reconhecimento. Assim como o croissant é servido no Mac Donald's francês, a cidade paulista conseguiu incluir o bauru no cardápio da lanchonete local. Entende-se que há o risco de se perder algum ingrediente, ou ofício, como já aconteceu com o pinhão, que foi inscrito por Santa Catarina, e não pelo Paraná, na Arca do Gosto do Slow Food Internacional, que relaciona itens ameaçados de extinção no mundo. A definição de Cultura Alimentar, segundo as diretrizes do Setorial da Cultura Alimentar de Curitiba aprovado em 2016 pela Fundação Cultural de Curitiba é a seguinte: a gastronomia "expressa a identidade de povos e grupos sociais ao longo do tempo. Está intimamente ligada à história, ao ambiente e às exigências específicas impostas ao grupo social pelo dia-a-dia. Cada sociedade estabelece um conjunto de códigos alimentares, que tem nas suas práticas a consolidação de suas tradições e inovações. Esse conjunto de práticas pode ser considerado patrimônio cultural de uma comunidade. Através delas, um grupo social se reconhece e se fortalece, materializando suas identidades tanto em aspectos simbólicos quanto materiais. No Brasil, matizado pela colonização, a Cultura Alimentar está fortemente relacionada às origens indígena, africana e portuguesa. Em outro momento e no caso paranaense, a presença da imigração de famílias de origem italiana, alemã, espanhola, polonesa, ucraniana, japonesa, árabe, entre outras, introduziu diferentes hábitos na nossa alimentação. Os movimentos migratórios intensificados no século XIX e as trocas culturais continuam a introduzir novas características aos hábitos alimentares dos povos". Nesse projeto se estará entendendo o alimento como ponto central para se entender a transmissão de saberes acadêmicos e populares, a construção de tradições e a condução delas através das gerações e a apropriação cultural que envolve uma receita feita com ingredientes locais, frutos da terra daquele ambiente. Ou seja, o alimento se constitui como uma categoria de análise social e histórica de uma determinada região. E com esse projeto, visamos divulgar as riquezas dos estados do Paraná, valores e os donos do saber cultural, por meio de uma Exposição da MAPA da Cultura Alimentar.

Estratégia de execução

De acordo com a INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 23 DE ABRIL DE 20193º, no que diz respeito ao limite de 1 milhão de reais, o projeto enquadra-se entre as excessões, a saber: Limitado ao valor da carteira, aplica-se o valor máximo de R$ 6.000.000,00 (seis milhões de reais) por projeto de: I - inclusão da pessoa com deficiência, educativos em geral, prêmios e pesquisas; II - óperas, festivais, concertos sinfônicos, desfiles festivos e corpos estáveis; III - datas comemorativas nacionais com calendários específicos; e IV - eventos literários, ações de incentivo à leitura e exposições de artes visuais

Especificação técnica

PROPOSTA METODOLÓGICA DA PESQUISA Muitos pratos que conhecemos são parte de saberes transmitidos ora literal, ora oralmente, os temperos e as técnicas podem ser classificados como “síntese de paladares ancestrais, afinados por hereditariedade através das gerações humanas e dos tempos...”, como afirma Luís da Câmara Cascudo. Esse e outros pensadores e pesquisadores que em algum momento focaram sua atenção em questões relativas à alimentação e, por extensão, à gastronomia do país, reforçam a importância de se fazer esse resgate como forma de conhece mais nossas raízes e formas de comensalidade. É também em torno da mesa que a sociedade se organiza, estabelece valores, rituais e formas de interação que, por fim, acabam de alguma maneira construindo um patrimônio cultural. E, como se pretende com esse projeto, para que se resgate práticas e conhecimentos culinários, é preciso pesquisar (com base em métodos científicos), documentar (de maneira sistemática, também de acordo com critérios já consolidados) e, finalmente, expor (de diferentes formas, para atingir o maior número possível de pessoas). Metodologia: Os critérios metodológicos a serem utilizados para esta pesquisa são da investigação hermenêutica, muito presente no campo científico, em que o objetivo é aprofundar o conhecimento sobre o objeto de estudo. Como ferramentas hermenêuticas, os profissionais envolvidos lançarão mão do método da etnografia: em que o pesquisador observa o sujeito de pesquisa, descrevendo seus hábitos e reconstruindo para os termos científicos, os caminhos encontrados pelos agentes da cultura estudada; também da pesquisa documental: em que se bucarão as tradições registradas em jornais, revistas e outros documentos que contenham registros das tradições gastronômicas paranaenses; e por último, dos elementos de história oral: essa técnica consiste em registrar a história contada pelos povos e as tradições transmitidas sem registro documental e que passam de uma geração para outra através da fala e da demonstração, o que funciona particularmente muito bem para o caso de ensinamento de receitas. Todos esses dados serão centralizados pela equipe científica - historiadora, socióloga e antropólogo, dirigidos pelo corpo técnico responsável pela execução do projeto – e trabalhados de maneira sistemática a fim de compor a descrição necessária do prato, técnica, ingrediente ou outros elementos ali expostos. Revisão Bibliográfica/Fundamentação Teórica: No Brasil, matizado pela colonização, a Cultura Alimentar tem suas origens em elementos culturais e ingredientes advindos das culturas indígena, africana e portuguesa, contudo é de se ressaltar a influências das grandes levas migratórias ocorridas a partir do século XIX e que trouxeram para esta terra centenas de milhares de europeus e asiáticos das mais diversas origens, e que toda essa presença gerou influência nos modos de fazer, celebrar, trabalhar e apreciar os alimentos. Considerando a variedade étnica do estado do Paraná, surge a necessidade de mapear a história do estado através de sua gastronomia – entendendo-a como fator de construção de identidade cultural - e apresentá-la ao público como patrimônio cultural do estado. Existem alguns inventários semelhantes ao que propomos, como por exemplo o Inventário Cultural dos Quilombos do Vale do Ribeira[1], desenvolvido por São Paulo e também através de leis de incentivo à cultura, em junho de 2013, embora esta seja uma pesquisa que aborda vários aspectos da cultura das populações quilombolas ali listadas. Outro trabalho específico sobre a gastronomia do estado é o livro Culinária Paranaense, de Jan Strasburger e Eduardo Sganzerla[2], em que o chef de cozinha retrata tradições e fazeres antigos dentro das cozinhas e ao longo da história com receitas de 30 pratos. E para citar um terceiro trabalho, este com viés um pouco mais acadêmico, há o texto de ALGRANTI (2011) À Mesa com os Paulistas: Saberes e Práticas Culinárias (Séculos XVI-XIX)[3],em que a autora faz uma historiografia dos hábitos alimentares de habitantes de São Paulo na fase colonial, falando sobre saberes e técnicas para cozinhar e produzir alimentos. O diferencial deste projeto é aliar uma pesquisa de teor científico a fim de organizar o inventário dentro dos critérios metodológicos exigidos, e aplicar saberes do ramo da gastronomia que ajudem a explicar as técnicas utilizadas, as razões para combinação de certos ingredientes ou o uso de determinados utensílios. Além também de unir o texto escrito ao conteúdo imagético, como fotos e ilustrações, que ajudam a conduzir melhor o leitor para dentro do tema aqui trabalhado. Não somente um livro de receitas, tampouco um levantamento exclusivamente teórico sobre o patrimônio cultural imaterial, o projeto se propõe aliar os saberes culinários e popularizá-los, com fundamentos históricos e antropológicos que o próprio campo nos proporcionará. [1] Inventário Cultural de Quilombos do Vale do Ribeira © ISA, 2013. Dsiponível em: https://acervo.socioambiental.org/sites/default/files/publications/pdf-publicacao-final_inventario.pdf Acesso em 20/11/2019. [2] SGANZERLA, Eduardo; STRASBURGER, Jan. Culinária Paranaense. Curitiba: Editora Esplendor, 2011.[3] ALGRANTI, Leila M. À Mesa com os Paulistas: Saberes e Práticas Culinárias (Séculos XVI-XIX). Anais do XXVI Simpósio Nacional de História – ANPUH • São Paulo, julho 2011.

Acessibilidade

Como sugestão de local, a exposição está prevista para acontecer no MON, em Curitiba, local que atende os pré-requisitos de acessibilidade físical e oferece suporte para o atendimento das acessibilidades visuais e auditivas. O projeto em sua totalidade cumprirá os critérios da Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018, no que diz respeito a acessibilidade física. CAPÍTULO IX, DO DIREITO À CULTURA, AO ESPORTE, AO TURISMO E AO LAZER, Art. 42: a pessoa com deficiência tem direito à cultura em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, sendo-lhe garantido o acesso: I - a bens culturais em formato acessível; II - a programas de televisão, cinema, teatro e outras atividades culturais e desportivas em formato acessível; Art. 44. Nos teatros, cinemas, auditórios, estádios, ginásios de esporte, locais de espetáculos e de conferências e similares, serão reservados espaços livres e assentos para a pessoa com deficiência, de acordo com a capacidade de lotação da edificação, observado o disposto em regulamento. § 1º Os espaços e assentos a que se refere este artigo devem ser distribuídos pelo recinto em locais diversos, de boa visibilidade, em todos os setores, próximos aos corredores, devidamente sinalizados, evitando-se áreas segregadas de público e obstrução das saídas, em conformidade com as normas de acessibilidade. § 2º No caso de não haver comprovada procura pelos assentos reservados, esses podem, excepcionalmente, ser ocupados por pessoas sem deficiência ou que não tenham mobilidade reduzida, observado o disposto em regulamento. § 3º Os espaços e assentos a que se refere este artigo devem situar-se em locais que garantam a acomodação de, no mínimo, 1 (um) acompanhante da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, resguardado o direito de se acomodar proximamente a grupo familiar e comunitário. § 4º Nos locais referidos no caput deste artigo, deve haver, obrigatoriamente, rotas de fuga e saídas de emergência acessíveis, conforme padrões das normas de acessibilidade, a fim de permitir a saída segura da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, em caso de emergência. § 5º Todos os espaços das edificações previstas no caput deste artigo devem atender às normas de acessibilidade em vigor. § 7º O valor do ingresso da pessoa com deficiência não poderá ser superior ao valor cobrado das demais pessoas. Acessibilidade do projeto: EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAIS Acessibilidade física: 􀂋 Área reservada 􀂋 Banheiros adaptados 􀂋 Obstáculos nivelados por rampa 􀂋 Vagas de estacionamento reservadas Acessibilidade auditiva: intérprete de libras Acessibilidade visual: audiodescrição PALESTRAS: Acessibilidade física: 􀂋 Área reservada 􀂋 Banheiros adaptados 􀂋 Obstáculos nivelados por rampa 􀂋 Vagas de estacionamento reservadas Acessibilidade auditiva: intérprete de libras Acessibilidade visual: audiodescrição AÇÕES EDUCATIVAS/ FORMAÇÃO DE PLATEIA/ CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: 􀂋 Área reservada 􀂋 Banheiros adaptados 􀂋 Obstáculos nivelados por rampa 􀂋 Vagas de estacionamento reservadas Acessibilidade auditiva: intérprete de libras Acessibilidade visual: audiodescrição

Democratização do acesso

As ações de democratização de acesso, conforme o art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, compridas nesse projeto serão: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22 - conforme descrição abaixo. APLICAÇÕES PRÁTICAS: 1. 20% (vinte por cento) dos ingressos exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística; 2. 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadores; 3. 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; 4. Desenvolvimento de plataforma online para divulgação dos conteúdos apresentados nas exposições e debates; 5. Realizar debates abertos sobre a cultura alimentar e patrimônio nacional, com público total de 5.000 pessoas; PALESTRAS: Durante a realização do projeto serão ministradas palestras sobre os patrimônios imateriais que compõem os estados do PR e SP e que ajudam a contar como essas regiões do Brasil se constituiu. A proposta pedagógica desta ação é compartilhar os resultados da pesquisa prioritariamente entre os profissionais do setor gatronômico – restaurantes, cafés, bares – um ambiente de reconhecimento das tradições orais do estado – em que o participante tem acesso também à alguma memória gastronômica sua ou de seus antepassados ou a informações oralmente transmitidas por seus antepassados no âmbito culinário - proporcionando maior apropriação dos elementos culturais ali envolvidos, gerando pertencimento regional, e afirmando ainda mais a identidade. Isso certamente reforça os aspectos históricos e sociais pesquisados no produto final. As palestras serão abertas ao público e de participação gratuita.

Ficha técnica

Coordenação Geral e CURADORIA: Carolina Montenegro Tyrka Guanabara COORDENAÇÃO GERAL : EMPRESA MONTENEGRO PENSAMENTO CRIATIVO & EVENTOS LTDA (portfolioanexo)Proprietária: CAROLINA MONTENEGRO TYRKA GUANABARAO proponente desempenhará a coordenação geral/ administrativa e financeira do projeto, sendo encarregado da coordenação de toda sua execução artística, operacional, técnica, de comunicação, contábil e financeira. A CURADORIA dos artistas convocados para participarem do projeto também será de responsabilidade do proponente. Jornalista e gestora cultural com especialização em marketing, comunicação institucional e práticas dirigidas a elaboração de projetos de incentivo e fomento a cultura, eduação e economia criativa. É diretora da Montenegro Produções Culturais, com sede em Curitiba. Atuando no mercado de produção e gestão cultural há treze anos, é responsável por elaborar, captar e executar projetos proprietários e parceiros. Em seu histórico de produção constam mais de 40 projetos desenvolvidos e aproximadamente 120 investidores. Já produziu sete edições de Festivais de Teatro Infantil, quatro edições do Festival No Improviso Jazz & Blues, a série de encontros Conversarte, exposições artísticas, oficinas culturais, de gastronomia, seminários de sustentabilidade, educação, economia criativa e outros. Traz ainda como experiência o gerenciamento de conteúdos, a publicação de livros, catálogos de arte e revistas. Atualmente também desenvolve projetos voltados para formação e aperfeiçoamento de gestores culturais, na constituição de cursos e oficinas práticos sobre a atuação desses profissionais. Projetos culturais em andamento e executados, funções: coordenação geral, artística e comunicação. • I e II Festival de Jazz e Blues – No Improviso / I Festival de Teatro Infantil – Brinque / II Festival de Teatro Infantil – Era uma, eram duas, eram três / II Festival Brinque / I Conversarte/ II Conversarte/ Exposição de arte Eu vejo assim / III Festival de Teatro Infantil Brinque – Folclore do Brasil / II Festival Era uma vez...eram duas, eram três / Casa dos Sentidos/ Exposição de artes Mágico de Oz/ Prêmio de Fotografia Aérea – Pakuá/ Orquestra Cor Brasil. Clientes em atendimento da elaboração e gestão de projetos culturais: PUC/PR, Seven Entretenimento, Usina 5, Oda Design, Instituto Ayoshi. Pesquisa: ELIANE ALEIXO Historiadora e especialista em elaboração de projetos culturais. Dentre os projetos executados, destaque para o restauro do Museu da Imagem e do Som de Curitiba, para a Secretaria de Estado da Cultura; a construção do Museu da Caixa Econômica Federal em Curitiba; a coordenação do Projeto Arte nas Fábricas da Volvo em 2004 etc. Consultoria Técnica: ALMIR RIBEIRO NETO ABPASS - Assoc. Bras. Para a Promoção da Alimentação Saudável e Sustentável Brasileiro com experiência em criação, desenvolvimento e gestão de negócios no Brasil e América Latina, tendo atuado como empreendedor, gestor em diversos níveis, Diretor Geral e Conselheiro de corporações nacionais e internacionais. Líder de equipes e resultados destacados no Brasil, México, Chile, Argentina, Colômbia, Venezuela, Peru e Costa Rica. Sólida experiência em trabalhos envolvendo planejamentos e decisões estratégicas, qualificado para comunicação eficaz com diversos os níveis. Coordenação dos trabalhos internos e externos. Promoção de cultura e ações acerca da prevenção da obesidade e das Doenças Crônicas Não Transmissíveis. Palestras, entrevistas e debates sobre gestão preventiva de saúde, alimentação e estilo de vida.

Providência

DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.

Locais de realização (1)
Curitiba Paraná