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PRONAC 203120Apresentou prestação de contasMecenato

Em busca da infância prometida

LUCIANA BRITO PRODUCOES CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 252,5 mil
Aprovado
R$ 339,2 mil
Captado
R$ 315,3 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (7)
CNPJ/CPFNomeDataValor
01387625000110DOCTOR CLIN OPERADORA DE PLANOS DE SAUDE LTDA1900-01-01R$ 68,0 mil
96736350000190Ferramentas Gedore do Brasil S.A1900-01-01R$ 62,8 mil
08336783000190CELESC DISTRIBUICAO S.A1900-01-01R$ 50,5 mil
24502351000169PIRELLI COMERCIAL DE PNEUS BRASIL LTDA.1900-01-01R$ 45,0 mil
87315099000107Bebidas Fruki Lta.1900-01-01R$ 34,0 mil
96418264021802LOJAS QUERO-QUERO S.A.1900-01-01R$ 34,0 mil
61234985000104Comércial e Importadora de Pneus Ltda.1900-01-01R$ 21,0 mil

Eficiência de captação

92.9%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2020-10-01
Término

Resumo

O projeto "Em busca da infância prometida" pretende capacitar professores de educação infantil que atuem em abrigos de três cidades situadas na região Norte, Centro Oeste e Sul do país, com o intuito de fomentar o fazer artístico para crianças. Usando como mote a história clássica do imaginário infantil "Peter Pan", será realizada uma releitura desta narrativa a partir do processo formativo com os professores e com a participação de crianças de zero a seis anos residentes em abrigos, a partir das vivencias presenciadas no período do trabalho.

Objetivos

Objetivo Geral Realizar capacitação a professores para trabalho artístico com crianças de abrigos e instituições públicas de educação infantil, finalizando o trabalho com uma montagem cênica a partir dessa vivência. Objetivo específico Realizar cinco apresentações cênicas pelos alunos beneficiados pelo projeto; Possibilitar que o espetáculo seja composto por artistas, professores e crianças envolvidas no período deste trabalho; Oferecer uma ação formativa em formato de debate, como contrapartida social, para a comunidade próxima aos locais trabalhados; Oferecer oficina de 40 horas para professores que tenham interesse no fazer artístico voltado para crianças; Desenvolver em crianças a possibilidade de conhecer meios de criação a partir de suas realidades; Capacitar profissionais da educação para que mantenham o trabalho artístico na região mesmo após finalização do período do projeto.

Justificativa

O Estatuto da Criança e do adolescente, criado em 1990 é um conjunto de normas de ordenamento jurídico que visa a proteção integral da criança e do adolescente no território brasileiro. Nele vemos requisitos básicos para que o ser humano possa se desenvolver com plenitude, crescer com segurança e integridade e alcançar a vida adulta com as condições necessárias para o desenvolvimento de sua cidadania.Dentre tantos artigos estabelecidos no estatuto, temos como referência o artigo 16, que assegura a liberdade a partir de diversos aspectos. Estes aspectos abrangem direitos como o ir e vir, a participação da vida familiar e comunitária, o brincar, a prática de esportes, a diversão, o direito à opinião, dentre outros elencados no artigo. Antes mesmo de nascermos, a sociedade já introjeta na criança uma visão romantizada da infância, com promessas de felicidade, segurança e amor, ser criança é estar rodeada de beleza e carinho. A criança quando nasce se depara com esse mundo, que anseia uma infância feliz e estável. Porém essa vida que é prometida para a criança, entra em choque com a realidade social humana, que prioriza mais a matéria do que o humano.Em uma sociedade marcada pela desigualdade social, o machismo, o racismo e a intolerância ao diferente, criar uma criança dentro dos padrões mínimos estabelecidos pelo ECA é um desafio, enfrentado por famílias de todo o país. Diante de uma sociedade cada vez mais hipnotizada pelo individualismo, muitas das crianças geradas em situações frágeis acabam em situações de abandono, seja em abrigos ou mesmo na rua, ficando à mercê do crime e da marginalidade, tendo que lutarem para sobreviver.A infância que lhe foi prometida, enquanto estava na barriga da mãe é um sonho que se despedaça, e as condições para que essa criança se torne um adulto socializado ficam fragilizadas e incertas. Essas crianças abandonadas, que aguardam todos os dias um adotante, que sonham com um lar, com a garantia do zelo e do carinho, que querem usufruir o que lhes foi prometido pela sociedade, são o alvo deste projeto.Partimos da história do Peter Pan, peça escrita por James Barrie em 1904, e posteriormente como romance em 1911, nos ensina valores como amizade, lealdade e coragem, e a importância de sonhar e brincar. Peter escolheu ser criança para sempre. A possibilidade da fantasia traz consigo a redução dos desesperos e crises de ansiedade que podem vir junto com a vida adulta e a rotina.Da fábula existem filmes e no Brasil diversas traduções foram feitas. Em 2017 no país, a história ganhou também uma versão musical nos Teatros Bradesco de São Paulo e Rio de Janeiro.A história teria surgido após a morte do irmão mais velho do autor, que faleceu enquanto brincava durante sua pré-adolescência. Através do lúdico que viveu com seus sobrinhos, Barrie nos faz pensar onde está a ?terra do nunca? de cada um, seja criança ou adulto.Diversos profissionais defendem a importância de se trabalhar com histórias desde a infância para a formação moral das crianças, no que se refere a identificação do bem e do mal, por exemplo. A criança ainda não tem o peso que os adultos entendem. Quando Peter convida Wendy para ir à terra do nunca, e ela acaba cuidando dele e dos meninos perdidos, não há o entendimento de que ele queria um relacionamento, mas sim de que queria ter a mãe que não teve, alguém que pudesse contar histórias para ele. No fim da história, Wendy leva os meninos perdidos para sua casa, onde são adotados. Contudo, Peter prefere voltar à terra do nunca, onde poderá viver sua infância para sempre. O Capitão Gancho, personagem adulto da história, mostra o indesejável através da preocupação com o tempo e as responsabilidades que o acompanham, à medida que seu problema principal é fugir do crocodilo que lhe tirou o pulso e o relógio. Também há o entendimento que Peter não decide voltar para a terra do nunca apenas porque quer ser criança, mas por não querer sofrer pressões da vida adulta com papéis que são impostos desde cedo pelos adultos, como ser médico, ser pai, ou outros possíveis sonhos que os pais não puderam realizar.Outro profissional que defende a formação do adulto desde a primeira infância é o economista James Heckman, que ganhou no ano de 2000 o Prêmio Nobel da sua área devido ao assunto. Para ele, o engajamento na vida das crianças é a melhor estratégia para desenvolvimento econômico. O economista, de mesmo nome do nosso autor de estudo, relaciona os seis primeiros anos de idade de uma criança com a desigualdade social e a possibilidade que elas possuem para que possam tirar pessoas da pobreza. Para ele, o tema trata de eficiência econômica. Crianças possuem um cérebro mais maleável e aprendem mais rapidamente que adultos. Heckman defende que essas crianças desenvolvem habilidades de planejamento, de cumprimento de tarefas, de interação com pessoas, e quando se olha para os índices de empregabilidade e criminalidade futura dessas pessoas, se vê um avanço considerável na melhora desses índices. A desigualdade nesse sentido, segundo ele, segue ocorrendo porque os pais das crianças com condições menos financeiras do presente sequer sabem o que faz com que essa desigualdade ocorra, além de possuírem menor tempo para trabalhar esse relacionamento de aprendizagem com os filhos. Para ele, investir na educação em crianças em vulnerabilidade social é uma estratégia para redução de custos sociais futuros como um todo.Se para crianças com família formada a caminhada é longe, para aqueles que não possuem essa referência, o processo pode ser mais longo. De acordo com o Cadastro Nacional de Adoção, atualmente existem 9252 crianças entre 0 e 17 anos em adoção, disponíveis ou vinculadas, no Brasil, sendo que 2553, ou seja, 31,92% delas, estão na idade entre 0 e 6 anos.São com esses atravessamentos que surge o desejo de levar, a partir da desconstrução e adaptação para a realidade brasileira da fabula de Peter Pan, criada por Barrie, uma formação aos profissionais da educação, não só para que possam aplicar com crianças durante o período de trabalho proposto nesse projeto, mas também que seja uma formação adicional para que estes profissionais estejam aptos a manter esse investimento e trabalho com estes ou outros indivíduos da primeira infância.Heckman também acredita que o investimento com crianças cria um ambiente encorajador para elas, Peter tinha medo das responsabilidades que vinham junto com a vida adulta. Através da identificação com os personagens da história, pretende-se trabalhar a partir de questões que abordam os medos e responsabilidades que vem com a vida adulta, de modo que toda a comunidade local possa refletir acerca das questões que estabelecem as próximas gerações, atentando às relações humanas na vida adulta, com menos medos e mais sonhos.A proposta deste projeto é estabelecer um intenso processo formativo em abrigos e/ou escolas de educação infantil públicas. A partir da reformulação da história de Peter Pan, discutiremos através de um exercício cênico elaborado junto com os professores e crianças, sobre a importância de termos coragem para enfrentar a vida adulta, mas sem deixar de sermos eternas crianças, ou seja, não só ter esperança e acreditar em um país melhor, mas também atuar para que ele de fato seja. Esse trabalho atinge não só as crianças e profissionais da educação envolvidos diretamente ao processo, mas também a comunidade local, que ao prestigiar o espetáculo de conclusão da formação, também deve repensar estas questões em suas próprias vidas.Para a execução do trabalho, pretendemos nos inserir nestes ambientes onde a ausência se faz presente, e introduzir no cotidiano destas crianças um pouco de arte e esperança de um futuro mais lúdico.Por fim, como forma de registro dessa intensa vivência, pretende-se realizar uma série de captações de imagens a partir de diversos olhares: das crianças, dos educadores, dos produtores. Será disponibilizada uma câmera que funcionará como um olhar sensível captando pontos de vista da vivência. Esse material será coletado e editado em formato de um vídeo, para cada instituição visitada como forma de preservação da memória.Como finalização a vivência, cada instituição participante ganhará uma cópia do vídeo produzido e uma cartilha metodológica de práticas artísticas para que os adultos possam exercer quantas vezes quiserem com suas crianças.No intuito de alinhar o projeto aos preceitos que regem a Lei 8.313/91, acreditamos que o projeto enquadra-se nos incisos I, II, III, V do Art.1°, que versam sobre: contribuir para facilitar a todos, os meios para o livre acesso às fontes de cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais, apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores, salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar.Da mesma forma, acreditamos que o projeto tem como finalidade o incentivo à formação artística e cultural, mediante: instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; de acordo com o Art. 3ºinciso II, alínea c.

Especificação técnica

PROJETO PEDAGÓGICO Em busca da infância prometida Metodologia da formação artístico-pedagógica A Janela Aberta A Janela Aberta é uma residência onde uma equipe de arte-educadores realiza uma formação artístico-pedagógica com educadores, cuidadores, responsáveis e todo adulto interessado na educação de crianças em situação de abrigo. Durante 5 dias, as pessoas serão atravessadas por diferentes linguagens artísticas que compõem as artes cênicas com o objetivo de fomentar o ensino das artes na primeira infância. A formação se dá tanto no campo teórico das artes, através de debates, estudos e leituras, como no campo prático com jogos, brincadeiras e experimentações artísticas. Além disso, é proposto a criação de uma obra cênica com os educadores e suas crianças para que, ambos, coloquem em prática todas suas investigações e se experimentem enquanto artistas-criadores. Ao percebermos as artes cênicas como uma linguagem transversal que atravessa outras formas de pensar arte, a Janela Aberta utiliza uma metodologia de maneira sensível, investigativa e transdisciplinar. Sensível, porque essa, é uma habilidade necessária ao artista e ao educador, no sentido de estar atento e aberto ao que ocorre entre um grupo de pessoas durante um processo em arte. Ao aceitarmos nossa sensibilidade e a do outro, nos tornamos capazes de compreender as manifestações artísticas que são produzidas por diferentes maneiras de ver o mundo. Nos tornamos adaptáveis às mudanças, aceitamos opiniões distintas, diminuímos nossos preconceitos e construímos, ao longo do tempo, a capacidade de conviver com outras pessoas. É investigativa quando propomos que a metodologia seja vista com a curiosidade de uma criança. Porque para ela, que está brincando, não existe um caminho certo, não existem regras rígidas nem motivações estanques. Uma bola pode ser usada dezenas de vezes sem que se perca a vontade de brincar. Um pega-pega pode se transformar constantemente com as regras que vêm e vão. A investigação precisa ser camaleônica. É preciso exercitarmos a prática de não chegar em algum lugar. De olhar o processo como resultado da educação, sobretudo na primeira infância, onde se aprende tentando, caindo, se machucando, tocando, cheirando, mordendo e muitas outras ações curiosas. A criança precisa de autonomia para tentar e descobrir, do contrário, estará fadada ao medo de errar. Sem o prazer da liberdade, ela se torna omissa e apática com o mundo em sua volta. Por fim, a metodologia não poderia deixar de ser transdisciplinar, afinal, as artes cênicas são, por si só, em sua gênese um atravessamento de habilidades. Um híbrido do teatro, da dança e do circo. Uma miscelânea de movimento, de voz, de música, de brincadeiras, de visualidade e de estímulos que pulsam através do corpo. Colocamos arte-educadores de diferentes formações para provocar e estabelecer que não existem fronteiras para uma criança, assim como não precisa haver na arte. Do desenho no papel para o movimento da dança. Do improviso no teatro para uma canção à capella. Da contação de histórias para a caracterização. Cada passo com seu estímulo, cada brincadeira permitindo a livre expressão que transita e que se transforma. Uma criança atravessada e estimulada por diferentes saberes e conhecimentos, não terá dificuldades para solucionar problemas futuros. Ao estabelecermos os conceitos da metodologia, quando abrirmos uma janela, estamos propondo um espaço de criação, de pensamento e de inovação. Estamos possibilitando conhecer outros mundos para além da nossa realidade. As artes cênicas entram em ação, nos provocam e nos transformam. Estimulam nossas capacidades de socialização, coletividade e trabalho em equipe; Promovem a humanização e a sensibilização de pessoas (crianças e adultos); Renovam nossa criatividade e autonomia; Contribuem para a desenvoltura física e expressão corporal; Facilitam a dicção, oratória e expressão vocal; além de muitos outros benefícios intelectuais, sociais e físicos. COMO FUNCIONA? A Janela Aberta tem duração de seis dias e divide sua formação artístico-pedagógica em três etapas que se apoiam em provocações vindas da história de Peter Pan: Criações entre Adultos, partindo da reflexão sobre o que é uma Casa; Criações entre Crianças, a partir da investigação sobre qual a identidade dos Meninos Perdidos; e Criações Conjuntas em Arte, que parte da ideia que para toda criança existe uma Terra do Nunca. A equipe de trabalho é formada por um arte-educador de Teatro, uma arte-educadora de Dança, um arte-educador Música, um arte-educador de Artes Visuais e uma psicóloga e psicopedagoga. Todos estarão inseridos na formação da parte teórica à parte prática, além de colaborarem na criação da obra cênica. É importante constar que antes de começar as formações nos abrigos, a equipe passará por uma formação interna entre si. A equipe está equilibrada com artistas, educadores, psicólogos e assistentes sociais, que já possuem experiência na área, mas que farão uma intensa pesquisa e investigação sobre as realidades de cada abrigo, educação infantil, psicologia da infância e os fatores de aprendizagem para fortalecer a metodologia e os aspectos pedagógicos da formação. Entenda melhor cada passo dessa formação: 1) Criações Entre Adultos (A CASA): Peter Pan propõe várias reflexões sobre o que é uma casa, o que é um lar e o que é uma família. Wendy é uma garota que vive com sua mãe, pai e dois irmãos numa grande casa. Peter Pan, vive numa ilha com outros seis meninos perdidos, além de piratas, fadas, sereias e índios. Durante a história, os personagens entram em choque com suas diferentes realidades e entendimentos sobre o que é uma casa e onde se sentem amados. Por isso, o primeiro contato da equipe formativa se dá a partir da referência CASA. E entendemos aqui como casa, todo o contexto que se insere nestes abrigos. CASA como os espaços de segurança que estas crianças habitam. CASA como corpo, local de cuidado, de proteção e de amor. Para essa investigação, começaremos primeiro com os adultos que habitam os abrigos, os assistentes sociais e pedagogos. Iremos conhecer quem são os responsáveis e interessados pela educação daquelas crianças. Antes de ensinar, é necessário ouvir, aprender, para então, compartilhar. DIA 1 - Chegada, Acolhida e Escuta (8 horas/aula): compartilhamento e investigação dos saberes, da equipe, dos recursos, das vontades, dos sonhos, da cultura, dos dialetos, da linguagem, das crenças, das brincadeiras, das comidas e de todo contexto social, cultural, artístico, político e educacional. Aqui faremos rodas de conversa, leituras em conjunto, jogos de socialização e criações de grupo. DIA 2 - Imagem, Som e Movimento (4 horas/aula): no segundo dia de residência, propomos a curiosidade, o jogo, a brincadeira. Queremos trazer os atravessamentos artísticos. É o momento de investigar as competências e habilidades dos adultos e notar como se relacionam com o novo, com o inesperado, com a surpresa. Aqui começa um reeducação corporal através da dança, do corpo-espaço, da improvisação, da fala, do som, das cores e das texturas. O segundo dia é o momento de deixar-se levar pela criatividade sem nenhuma pretensão, apenas fluir. Afinal, o educador precisa aceitar a sua criatividade para aceitar a do aluno. DIA 3 - Provocação, Atravessamento e Investigação (4 horas/aula): Partindo das informações do local, dos saberes das pessoas e daquilo que foi produzido no segundo dia, é chegado o momento de começar a experimentar e criar. Atravessando os antigos e novos saberes. É neste dia que os desejos, as inquietações e os assuntos dos quais as pessoas tem vontade de falar serão transformados em arte. Usando as linguagens cruzadas para compor cenas, improvisos, coreografias, canções, figurinos e material de composição cênica. Aqui também trabalha-se o desenvolvimento artístico das fases da criança de 0 a 6 anos. DIA 4 - Idealização, Composição e Criação (4 horas/aula): Entendendo cada vez mais as especificidades de cada área das artes cênicas, o quarto dia é voltado para a criação e composição de uma obra. Como recortar e costurar criações? Como atravessar e inserir organicamente num espetáculo uma dança, uma música, um figurinos, uma cenografia, etc. Aqui é trabalho o roteiro, a justificativa, a poética, as escolhas, o que entra e o que sai. A valorização e o entendimento que para cada artista pulsa uma inspiração diferente. Ao mesmo tempo que entende-se como a arte é mais fluida para a criança. Como o jogo e a brincadeira são os fatores fundamentais para o desenvolvimento da criança. DIA 5 - Fomento, Manutenção e Realização (4 horas/aula): no último dia, são pensadas formas de multiplicar as práticas artísticas. De juntar o que se produz e dar mais visibilidade, reconhecimento e autonomia. Durante toda a formação trabalhou-se com o intuito de capacitar os educadores e cuidadores para que se sintam confiantes, instrumentalizados e estimulados para criar, pesquisar e ensinar. Este é o momento para deixar as janelas abertas da educação e da arte. 2) Criações Entre Crianças (OS MENINOS PERDIDOS): Na história de Peter Pan, temos vários meninos perdidos que se separaram de suas famílias por diferentes motivos. Não é uma realidade muito distinta do Brasil, onde temos milhares de crianças em situação de abrigo e de rua. Contudo, a grande diferença entre essas realidades, ficcional e brasileira, está justamente onde estão estes meninos perdidos. Enquanto Peter e seus amigos vivem numa terra mágica onde a aceitam e são felizes, no Brasil temos outras situações: o abandono, a violência, as drogas, a evasão escolar e a falta de recursos de muitos abrigos que tentam fazer daquele espaço um lar para muita criança. Por isso, no contraturno da formação, vamos trabalhar com as crianças. Vamos conhecer suas identidades, suas vozes, seus desejos e suas produções artísticas. Quais são seus estímulos diários e suas ideias para o mundo? O que fazem durante o dia? Quanto tempo passam brincando e estudando? Quais são as relações entre elas? Elas já fizeram teatro alguma vez? A segunda parte da formação quer conhecer quem são os meninos perdidos e as meninas perdidas do Brasil. As aulas com as crianças contarão com a participação dos educadores e cuidadores que colocarão em prática jogos e brincadeiras junto com os arte-educadores da formação. DIA 2 - Liberdade, Brincadeira e Imaginação (4 horas/aula): As crianças começam suas atividades no segundo dia, já que no primeiro, a formação é exclusiva para conhecer a Casa e os adultos, educadores e cuidadores. O primeiro contato se dá através da brincadeira e da livre expressão criativa. Serão utilizados diferentes materiais de desenho, de pintura, figurinos, tecidos, elementos cênicos, acessórios, perucas, brinquedos e jogos. Aqui é o primeiro gatilho para se abrir a janela da imaginação, do lúdico e da criatividade. Os adultos se colocarão a mediar jogos de imaginação, de faz-de-conta, entrando nas narrativas e regras criadas pelas crianças. Deixando-as livre para descobrirem seus caminhos. DIA 3 - Criação, Mediação e Investigação (4 horas/aula): No segundo dia, trabalha-se os atravessamentos criativos mais direcionados, de contação de histórias, experimentação de desenhos em grandes telas e representação das obras através dos corpos. A ideia é que o grupo se experimente criando e recriando suas próprias invenções tudo como numa grande brincadeira de criatividade e ousadia. De acordo com as necessidades do grupo, cada linguagem artística poderá ser mais explorada ou não. As experimentações poderão seguir um caminho mais visual, ou mais teatral, ou mais corporal, etc. As características do grupo vão influenciar diretamente a condução da atividade. A observação nos dois primeiros encontros é fundamental, pois poderemos notar as aproximações de cada criança com objetos, escolhas artísticas e como elas escolhem participar de jogos e brincadeiras. DIA 4 - Histórias, Canções e Movimentos (4 horas/aula): Este é o momento de criação e composição. Vamos criar movimentos em grupo para uma composição coreográfica, aprender uma canção que represente a casa e os meninos perdidos, e por final, brincar com a história do peter pan. Finais alternativos, a construção de uma nova ilha com novos personagens, a inserção da cultura e da realidade local na narrativa, a idealização de uma visualidade com figurinos e acessórios. Aqui, crianças e adultos trabalham juntos numa grande brincadeira de faz-de-conta, numa grande improvisação teatral. DIA 5 - Jogo coletivo, brincadeira de grupo, espetáculo de todos (4 horas/aula): No último dia, vamos trabalhar a fixação e o exercício da repetição espontânea. A construção de uma oficina-espetáculo que se transforma a cada vez que é apresentado. Aqui percebemos o quanto a criança é aberta a transacionar, a mudar, a criar, a inventar. A proposta de não ter um roteiro fixo estabelecido com uma história pronta, proporciona a ventilação de ideias. Existe, sim, uma estrutura do espetáculo com ações, mas o final da história será sempre criada e improvisada pelas crianças na hora da apresentação. Aqui o medo de errar é lentamente esquecido dando lugar para a vontade, para a alegria e para a autonomia. 3) Criações Conjuntas em Arte (A TERRA DO NUNCA) (10 horas/aula): Depois de passar por uma semana intensa de jogos de interação social, de improvisação, de práticas corporais, vocais e manuais, é chegado o momento de dar cara para uma nova Terra do Nunca. No livro, Peter Pan diz que toda criança tem uma ilha esperando ela para ser descoberta, com lugares e seres fantásticos que podem ser acessadas sempre que deixar a janela aberta. Depois de uma semana cheio de criações com cenas, canções, coreografias e visualidades, no sexto dia, produziremos, dentro das políticas internas de cada abrigo, uma pequena mostra do trabalho criado para que toda a comunidade possa ver. O dia será longo e toda a equipe estará na função de se caracterizar, fazer maquiagem e cabelo, arrumar o espaço cênico, o cenário, as luzes, o som, as cadeiras, a plateia. Além disso, o último dia é nossa despedida, por isso, será uma confraternização e uma festa. Haverá lanche para todas as crianças, haverá muita janela aberta, música, dança, jogos e brincadeiras. E no final da tarde, a apresentação da releitura de Peter Pan naquele espaço e para a comunidade. Crianças produzindo arte. Adultos juntos lado a lado incentivando e se arriscando a criar e, sem medo, apresentar sua história. Deixaremos como lembrança uma janela cênica para o abrigo, uma cartilha metodológica de práticas artísticas para que os adultos possam exercer quantas vezes quiserem com suas crianças, além de material complementar digital. No último mês do projeto, cada abrigo participante receberá um livro ilustrado com as três histórias montadas. ESPECIFICAÇÕES E NECESSIDADES TÉCNICAS: Duração: 50h de prática (em sala de aula) e 60h de teoria (com leituras e materiais complementares). Indicação: Para adultos, cuidadores, educadores, artistas e curiosos da arte e educação. Público: 30 pessoas. Espaço: A Formação precisa de um espaço amplo e limpo onde seja possível utilizar o chão para atividades físicas, além de permitir o uso de tintas e materiais que possam explorar texturas, formas e cores. Deve haver tomada próxima ao local para equipamentos eletrônicos. Iluminação: A Formação deve ser realizada durante o dia ou em espaços que forneça iluminação. Durante as aulas podem ser utilizados recursos visuais que estabeleçam diferentes iluminações como estímulos para criação em arte. Som: A Formação utiliza som para suas atividades Montagem: O espaço deve estar disponível cerca de 1 hora antes da atividade para a equipe poder preparar todos os materiais. E 30 minutos para desmontagem.

Acessibilidade

ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física: Os espaços escolhidos para realizarmos as oficinas e apresentações serão dotas de acessibilidade física com rampas, elevadores, banheiros adaptados e reserva de vagas no estacionamento para pessoas com deficiências físicas.Acessibilidade para deficientes visuais: Contaremos com monitores especializados para, em caso de necessidade, apoio das atividades por parte de pessoas com deficiências visuais.Acessibilidade para deficientes auditivos: As apresentações contarão com a participação de um intérprete de libras. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: O local escolhido para a realização da oficina será dotado de acessibilidade física com rampas, elevadores, banheiros adaptados e reserva de vagas no estacionamento para pessoas com deficiências físicas.Acessibilidade para deficientes visuais: Contaremos com monitores especializados para, em caso de necessidade, apoio das atividades por parte de pessoas com deficiências visuais.Acessibilidade para deficientes auditivos: Em caso de necessidade, durante a oficina haverá a participação de um intérprete de libras.

Democratização do acesso

Buscando consonância com Art.21 da IN 2019/01, pretende-se atender os parágrafos III e IV que versam sobre disponibilizar na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial e permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias. Desta forma, iremos disponibilizar o registro em formato de mini documentário em todas as plataformas virtuais do projeto, visando compartilhar com o público o que fora desenvolvido durante essa vivência nos abrigos.

Ficha técnica

BRUNO PRANDINI – PROFESSOR DE TEATRO Com 15 anos de experiência em teatro, é graduado em Teatro: Licenciatura na UERGS (2019), onde atuou como Bolsista no Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência – PIBID (2015-2018). Fundador e Arte-Educador no Laboratório-Escola de Arte Popular (2018-2020) em Canoas. É Diretor, Produtor e Arte-Educador no Coletivo de Artes Galegos & Frangalhos (2011-2020) com mais de dez espetáculos e com quatro prêmios. É oficineiro de Teatro na Maturidade Ativa do Sesc Canoas (2015-2020). Foi contrarregra no espetáculo Look Up do Fuerza Bruta (2019). Foi produtor de palco no 25o Porto Alegre em Cena (2018). Foi performer na 11a Bienal do Mercosul (2018). Foi membro da Cambada de Teatro Levanta Favela (2015-2016) no espetáculo "Sepé: Guarani Kuery Mbaraeté", contemplado pelo edital Prêmio Artes na Rua 2014 da FUNARTE. Foi Assistente de Produção do Grupo TIA no projeto “Alô Comunidade, a Hora é Essa!”, contemplado pelo edital Programa de Incentivo à Cultura de Canoas (2014), e Coordenador de Atividades Formativas no 4º e 5o Festival Internacional de Teatro em Canoas – FESTIA (2014-2015). Assistente de Produção do Projeto "Bicicletada Caminhos de Sepé" (2014-2016) da Equipe Ecoprofetas, patrocinado pela Petrobrás. Participou do Núcleo de Pesquisa Beckett-We (2013-2014). Mediador de Leitura (2014-2016) e Agente de Leitura (2013) pelo Programa de Incentivo à Leitura PROLER. Coordenador dos Diálogos Cênicos – RS que integrou o 1º Canoas Multicultural (2013) e foi contemplado pelos editais Programa Microcrédito Cultural (2014) e Programa de Incentivo à Cultura (2015). Foi Oficineiro de Teatro pelo Programa Escola-Comunidade Mais Educação e Escola Aberta da EMEF Prof. Thiago Würth (2009-2016) em Canoas. Produziu e atuou no espetáculo "Sepé Tiarajú Herói-Riograndense" (2012) com o Ponto de Cultura Nosso Modo de Ser Mais Cultura, Pontinho de Leitura LERARTE e Horta Comunitária da Vila União dos Operários. Participou da Oficina de Teatro Popular com a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz (2011-2014) e atuou no espetáculo "Os Sinos da Candelária". Foi Ator, Produtor e Oficineiro de Teatro do Grupo Pode Ter Inço no Jardim (2006-2013) em sete espetáculos. Hoje, trabalha com atuação, direção teatral, produção cultural, projetos, oficinas, mediações de leitura, contações de histórias e aulas de teatro em escolas públicas e particulares. CARINI PEREIRA – PROFESSORA DE DANÇA Artista. Graduada em Dança – Licenciatura – pela universidade Estadual do RS/UERGS. Bailarina profissional com 20 anos de experiência. Desenvolve a prática experimental de dança, caracterizando contemporaneamente as danças urbanas, apoiada nas práticas de Educação Somática e Dança Contemporânea. Diretora de Dança no Sindicato dos Artistas e Técnicos em espetáculos de diversões do Estado do Rio Grande do Sul - SATED 2018/2021. Delegada do Colegiado Estadual de Dança/RS. Secretária do Colegiado Municipal de Dança de Canoas. Coreógrafa, bailarina e Diretora da Art & Dança - Canoas/RS. Participa do projeto de extensão da ESEFID/UFGRS: Dança, Educação Somática e Criação com a coordenação de Cibele Sastre. Bolsista no projeto Estudos do Corpo – Corpo Político, ministrado por Wagner Ferraz. Interprete/criadora e ensaiadora do Canoas Coletivo de Dança, que iniciou como projeto piloto para a Cia Municipal de Canoas, dirigido por Carlota Albuquerque. Obras do Coletivo: “ANATOME” contemplado com o prêmio Klauss Vianna 2015 e convidado para o festival Porto Alegre em Cena 2016; “Whatsapp para Shakespeare” convidado para o festival Porto Alegre em Cena 2017 e para o festival Palco Giratório 2018. Contemplado na Mostra de artes cênicas do teatro Glênio Peres da Câmara Municipal de Porto Alegre 2018; “Buraco – discurso do invisível” Festival Gestos Contemporâneos 2016; No ano de 2019 estreia do Espetáculo “SAMBARACOTU” contemplado no Ponto de Teatro do Instituto Ling, Porto Alegre, dirigido por Simone Rasslan, Álvaro RosaCosta e Carlota Albuquerque. Bailarina da Geda Cia de Dança Contemporânea de Maria Waleska Van Helden, Lê Cousa Contemporânea de Eduardo Menezes. Jurada do prêmio Açorianos de Dança 2019 – Porto Alegre. Diretora de Dança do Festival Guaju Art Festival 2019, promovendo a Batalha do Passinho nas escolas do Município. Produtora do primeiro Reality Show do Rio Grande do Sul: “Influencers Live Show”, promovido pela TVS Santa Cruz/RS. Atriz no Espetáculo “Atentados – operação onde estão os porcos” de Bruno Prandini 2019. Professora do Laboratório-Escola de Arte Popular do Coletivo de Artes Galegos & Frangalhos de Canoas. Performer do projeto realizado pela Casa de Cultura Mário Quintana A CASA DANÇA “TU CUM TU - performance coletiva em forma de intervenção urbana” com os músicos Dylan Romero, Emerson Costa e a interprete/poetisa/bailarina Danielle Costa (como a mulher negra invisível) 2019. Diretora do Núcleo Danças Urbanas e Dança Contemporânea do espetáculo “Revolução Farroupilha, uma História de Sangue e Metal” com direção geral de Clóvis Rocha, financiado pela Câmara de Vereadores de Porto Alegre 2018. Coreógrafa da Parada Livre de Canoas 2018 “Dança contra a Homofobia”, promovido pela Secretaria de Cultura de Canoas. Atriz e bailarina do Grupo Eclipse – Teatro de Sombras 2017/2018. Bailarina do espetáculo ILUMINUS da New School Dreams 2017, dirigida por Gustavo Silva vencedor do prêmio Açorianos 2016 e Brasken 2017 no festival Porto Alegre em Cena. Trabalhou com a preparação de bailarinos para o espetáculo “Rubro Almodóvar” 2016 da Cia Khaôs Cênica direção, Denisson Gargione. Coreógrafa do espetáculo “Burlesque Show Bar” 2016, direção de Juliano Canal. Contemplada com o prêmio PIC/2014/2015, Canoas “Verão Canoas com Art”. Microcrédito Cultural – Canoas 2014/2015 com o projeto “Dança na Vitrine – o que o outro vê” e 2012 com o projeto “Dança de Rua na Rua”. Jurada da primeira edição do prêmio Açorianos de Dança - Destaque Danças Urbanas. Coreógrafa da Comissão de frente da Escola de Samba Nossas Raízes, cinco vezes Estandarte de Outro – Canoas 2008/2014. Bailarina no espetáculo “Do Seival aos Porongos” de Marcelo Restori, 2012/2013. Como atriz/bailarina vale destacar a participação no musical “Godspell a Esperança” com direção geral de Zé Adão Barbosa financiado pela Secretaria de Cultura de Canoas. Atriz da companhia teatral Dejavú de Vanja Cá Michel, no espetáculo “Adolescer” 2011/2014. Primeira bailarina do Rio Grande do Sul a integrar as Companhias de Octávio Nassur, Curitiba/PR 2000/2011 ganhador de vários festivais competitivos de dança no Brasil, entre eles Festival de Dança de Joinville. Bailarina do Espetáculo “Engrenagens” de Mario Nascimento e Octávio Nassur 2011 Curitiba/PR. Contemplada com o prêmio Rumos Itaú Cultural (Dança) com a pesquisa coreográfica intitulada Consequência do Som 2009/2010 São Paulo/SP. Ministrou aulas de Danças Urbanas em Projetos Sociais e Programa Mais Educação, Ponto de Cultura de Canoas-RS e no projeto Formação para Bailarinos da Secretaria de Cultura de Canoas. Experiências profissionais em Países como Argentina e China. Iniciou suas vivências em Danças Urbanas com o diretor e coreógrafo Carlos Nunes no grupo “Batido de Rua” em 1997, pioneiro na modalidade no RS. Desde estão se envolve com a cultura Hip Hop através da dança, fomentando e abrindo espaço para este segmento que mais cresce no país e no mundo. MARÍLIA PAPALÉO FICHTNER - PSICOPEDAGOGA Psicóloga, Professora e Doutora em Letras, área de concentração Teoria da Literatura. Atua em um campo interdisciplinar que relaciona formação de leitores e capacitação de professores às teorias de aprendizagem. Coautora do livro Era uma vez...na escola, formando educadores para formar leitores: prêmio Altamente Recomentdável − Teórico, 2001, da FNLIJ. Membro do Centro de Literatura Interativa da Comunidade, PUCRS (1996−2005): menção honrosa no 9º Concurso de Melhores Programas de Incentivo à Leitura, 2004, da FNLIJ. Coautora do livro Metodologia do ensino de literatura, UCG (2009), citado no Anuario sobre el libro infantil y juvenil 2010 − Fundación SM (p. 92) (em http:ƒƒcilelij.comƒsitesƒdefaultƒfilesƒpublicacionesƒ2010.pdf ) Professora em nível de Graduação e Pós−Graduação. Coterapeuta em Grupos de Psicoterapia Infantil (1983−1991). Realizou vídeos educativos junto ao Banco Mundial e a Pastoral da Criança em nível de marketing social (1991−1995). Palestrante e assessora pedagógica da Editora Saraiva (2009−2011). Formadora de mediadores de leitura junto a Biblioteca Municipal João Palma da Silva em convênio com a Secretaria de Cultura−CanoasƒPROLER−MinC (2013−2016). Avaliadora do Prêmio RBS de Educação com foco na mediação de leitura (2013 − ). Atualmente trabalha no Consultório da Leitura, que foca as relações entre leitura e produção textual a partir de um olhar que contempla o desenvolvimento infantojuvenil e as dificuldades de aprendizagem. Autora da disciplina de Psicologia da Aprendizagem do curso de Pedagogia à Distância (EAD) do Centro Universitário La SalleƒCanoas (material produzido entre 2017−2018). Coautora da disciplina Metodologia da Educação Infantil II (4 a 5 anos) do curso de Pedagogia à Distância (EAD) do Centro Universitário La SalleƒCanoas (material produzido em 2019). Licenciada em Letras pela UFRGS (1978) e Doutora em Letras pela PUCRS (2005). Psicóloga, graduada pela PUCRS (1997). Professora, psicóloga e co−terapeuta em grupos de psicoterapia infantil. Atualmente trabalha no Consultório da Leitura, também desenvolve parcerias com escolas, prefeituras, secretarias, editoras e universidades, criando projetos de promoção da leitura e do livro. Assessora pedagógica das Edições SM (2007−2008); Palestrante e assessora pedagógica da editora Saraiva (2009−2011). Professora de Psicologia da Educação e de Literatura InfantoJuvenil em nível de Graduação e Especialização do curso de Letras, FACOS (2001 − 2006); Professora em nível de Graduação da UFRGSƒFACED (2005−2006), Professora da Especialização em Educação Infantil, articulações com o ensino fundamental, UFRGSƒFACED (2008), professora de Literatura infantil na Especialização em Literatura Brasileira, UFRGSƒLetras (2009 − 2012). Projetos Educativo-Culturais Realizou vídeos educativos em São Tomé e Príncipe junto ao Banco Mundial e também na região Nordeste do Brasil, junto à Pastoral da Criança, 1990−1995. Integrante da Comissão Julgadora Estadual da 30 Olimpíada da Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro, (2012 − 2013). Professora no Curso de formação do Projeto Cidadania e Leitura ƒ Mediadores de Leitura PROLER− Canoas (2013− 2015). Coordenadora do Programa Mais Cultura na Escola − uma parceria com a Secretaria de Educação de CanoasƒSMED e o Ministério da CulturaƒMINC (2013−). Avaliadora do Prêmio RBS de Educação (2013 − ). Formadora do Projeto Leitura nas Praças − Prefeitura de Canoas ƒ Secretaria de Cultura ƒPROLER − Canoas (2016) Publicações e premiações Co−autora do livro Era uma vez...na escola, formando educadores para formar leitores, Formato editorial, agraciado com o prêmio Altamente Recomendável − Teórico, 2001, da Fundação Nacional do Livro Infanto−Juvenil − FNLIJ; membro do Centro de Literatura Interativa da Comunidade − PUCRS, 1996− 2005 −, agraciado com menção honrosa no 9 Concurso de Melhores Programas de Incentivo à Leitura, 2004, da FNLIJ. Coautora do livro Metodologia do ensino de literatura, do olhar adulto ao olhar infantil, Universidade Católica de Goiás − UCG (2009), agraciado com o prêmio mérito editorial pela Universidade Católica de Goiás (2009). Publicações infantojuvenis: A árvore falante (2013); A cartola do velho mágico (2015); Um mundo melhor, coisas que você precisa saber urgente (2016). Participação em seminários e eventos como palestrante e/ou oficineira 21º Encontro do PROLER Blumenau, Ciclo de palestras e 1º PROLER Teen. Ciclo de palestras. A leitura literária: entre oralidade, teia global, hipertexto e games (16.05.2016); Painel Gaúcho de Bibliotecas Escolares, realizado dentro da 32ª Feira do Livro de Canoas. Mesa: Práticas de Mediação de Leitura - Canoas, Porto Alegre e Esteio" (28.06.2016); Encontro de Agentes de Leitura das Bibliotecas Comunitárias, realizado na 32º Feira do Livro de Caxias do Sul. Oficina com os Agentes de leitura das Bibliotecas Comunitárias. (04.10.2016); Seminário Internacional de Bibliotecas Comunitárias, Escolares e Públicas: O Papel da Biblioteca e da Leitura no Desenvolvimento da Sociedade, realizado dentro 62º Feira do Livro de Porto Alegre. O desafio de formar leitores: bibliotecas e projetos de leitura para públicos−nichos (11.11.2016). GUSTAVO DINSTMANN DINIZ – Figurinista Figurinista, ator, diretor e professor. Graduando do 7°semestre em Teatro: Licenciatura da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (Uergs). Trabalha como professor e diretor artístico da Escola de Educação Infantil e Fundamental CRESCER. Concebeu como figurinista nos trabalhos: SAMBARACOTU (2019), direção de Carlota Albuquerque. Ramal 340: sobre a migração das sardinhas ou porque simplesmente as pessoas vão embora (2015), direção de Jezebel De Carli. Agraciado com o Prêmio de Melhor Figurino Açorianos de Teatro. O Menino das Estrelas (2019), curta-metragem da Colateral Filmes sob direção de Eduardo Cristofolli. DISPOSITIVO-GAIOVOTA (2018), direção de Francisco Gick, Indicado a Melhor Figurino Prêmio Açorianos de Teatro. YERMA ou quanto tempo leva para transbordar um balde (2017), direção Gustavo Dienstmann, indicado a Melhor Figurino Prêmio Açorianos de Teatro. A Arca de Noé (2016), direção Zé Adão Barbosa, Indicado a Melhor Figurino Prêmio Tibicuera de Teatro. ANDARILHO (2015), direção de Alex Limberger, Indicado a Melhor Figurino Prêmio Tibicuera de Teatro. Nina, o Monstro e Coração Perdido (2014/2015), direção de Lucia Bendati. Indicado a Melhor Figurino Prêmio Tibicuera de Teatro. BAKAS (2018), direção de Zé Adão Barbosa, Larissa Sanguiné e Carlota Albuquerque. Espetáculo de Formação de Atores da Casa de Teatro de Porto Alegre. H404: um corte para Dinamarca (2017), direção de Jezebel De Carli e Francisco Gick. Espetáculo de Formação de Atores da Casa de Teatro de Porto Alegre. Ninguém me disse que haveria tempos como estes (2017), Direção de Liane Venturella e Nelson Diniz. Espetáculo de Formação de Atores da Casa de Teatro de Porto Alegre. ZUCCO: A espetacularização do Brutal (2016). Direção de Zé Adão Barbosa, Larissa Sanguiné e Carlota Albuquerque. Espetáculo de Formação de Atores da Casa de Teatro de Porto Alegre. OSSO – No Fuck Life on Mars(2016), direção de Zé Adão Barbosa, Larissa Sanguiné e Denis Gosch. Espetáculo de Formação de Atores da Casa de Teatro de Porto Alegre. Uma Comédia Quase Dell’Arte (2015), direção de Adriane Mottola. Espetáculo de Formação de Atores da Casa de Teatro de Porto Alegre. Trabalhos de Amor Perdidos (2015), direção de Zé Adão Barbosa e Larissa Sanguiné. Espetáculo de Formação de Atores da Casa de Teatro de Porto Alegre. MacBodas – Tequila, Guacamole y algo más (2014/2015), direção de Jezebel de Carli. Aqui, Ali e Acolá (2013), direção coletiva.O Mágico de Oz (2011), direção de Eraldo Junior. Foi figurinista dos 6 cursos de montagem da CASA DE TEATRO DE PORTO ALEGRE de 2013 a 2018. Como ator é consagrado como Melhor Ator Coadjuvante Prêmio Açorianos de teatro, pelo espetáculo DISPOSITIVO-GAIVOTA (2019); Melhor Ator Prêmio Tibicuera de Teatro, pelo espetáculo Andarilho (2016); Melhor Ator Coadjuvante Prêmio Tibicuera de Teatro, pelo espetáculo PLUGUE: um desvio imaginativo (2017). Indicado a Melhor Ator Prêmio Tibicuera por Nina, o Montro e o Coração Perdido (2015). A Historia da Cobra Grande (2005), recebendo 7 prêmios como Melhor Ator nos Festivais de Teatro do Estado, entre eles o 19° festival de Teatro de Canela. Como diretor foi indicado a Melhor Direção para o Prêmio Mais Teatro Revelação, pelo espetáculo Pequenos Fatos: A vida real pode ser fantástica (2012). Dirigiu também Yerma ou quanto tempo leva para transbordar um balde (2017); FANTOCHES (2012); A Caravana da Ilusão (2006) entre outros. FRANCIELLE DALTROZO – PRODUÇÃO EXECUTIVA Atriz e produtora do Núcleo de Pesquisa Beckett-we. Tem participação em mais de cinco peças de teatro e alguns curta metragens. Formou-se em economia, pesquisando a relação entre a renda dos estados brasileiros e o volume de investimento cultural sobre eles. LUCIANA TONDO – COORDENAÇÃO GERAL Mestre em Artes Cênicas pela UFRGS, graduada em Teatro pela UFRGS, formada pela Escola de Atuadores da Terreira da Tribo de Atuadores, atriz, diretora, pesquisadora, produtora e Iluminadora. Atualmente coordena o Núcleo beckett-we. Faz parte do grupo Ato Cia Cênica. Dirigiu o espetáculo Ruídos, indicado ao prêmio Açorianos de Melhor Direção 2018, é diretora do espetáculo Ao Filho Torpe (2019). Venceu o prêmio Açorianos 2020 como melhor iluminação.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2025-07-31
Locais de realização (7)
Cascavel ParanáArroio do Meio Rio Grande do SulCanoas Rio Grande do SulGravataí Rio Grande do SulLajeado Rio Grande do SulNovo Hamburgo Rio Grande do SulSão Leopoldo Rio Grande do Sul