Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 204081Apresentou prestação de contasMecenato

“SÃO PAULO COMPANHIA DE DANÇA - PLANO TRIENAL 2021/2022/2023”

ASSOCIACAO PRO-DANCA
Solicitado
R$ 5,06 mi
Aprovado
R$ 5,05 mi
Captado
R$ 4,30 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (23)
CNPJ/CPFNomeDataValor
23025711000116Cia Itaú de Capitalização1900-01-01R$ 900,0 mil
61557039000107ITAU SEGUROS S/A1900-01-01R$ 520,0 mil
33311713000125Itaú Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A1900-01-01R$ 500,0 mil
62418140000131Intrag Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda1900-01-01R$ 400,0 mil
61190096000192Eurofarma Laboratórios Ltda.1900-01-01R$ 400,0 mil
61194353000164Itaú Corretora de Valores S/A1900-01-01R$ 300,0 mil
02988231000180DTT Assessoria e Consultoria1900-01-01R$ 294,1 mil
00000776000101ITAÚ ADMINISTRADORA DE CONSÓRCIOS LTDA1900-01-01R$ 280,0 mil
17298092000130Banco Itáú BBA S.A1900-01-01R$ 200,0 mil
43644285000106ITAU CORRETORA DE SEGUROS S.A.1900-01-01R$ 200,0 mil
49930514000135SODEXO DO BRASIL COMERCIAL S.A.1900-01-01R$ 130,0 mil
***943018**Rodolfo Villela Marino1900-01-01R$ 55,0 mil
02189924000103DELOITTE TOUCHE TOHMATSU CONSULTORES LTDA.1900-01-01R$ 50,0 mil
60579703000148Empresa Folha da Manhã S.A.1900-01-01R$ 24,5 mil
49928567000111Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes1900-01-01R$ 19,9 mil
09212610000123VOKI SERVICOS DE INFORMATICA S/A1900-01-01R$ 12,5 mil
***440758**JOSE MAURO SILVEIRA PEIXOTO1900-01-01R$ 6,2 mil
33036252000120Deloitte Brasil Auditores Independentes Ltda1900-01-01R$ 6,0 mil
***020798**Eric Alexander Klug1900-01-01R$ 3,0 mil
***245748**BARBARA BUGNO MORAL1900-01-01R$ 3,0 mil
***808718**Patricia Daniele Biazoto1900-01-01R$ 500,00
***435833**AMANDA QUEIROS GONDIM BEZERRA1900-01-01R$ 100,00
***180928**MARIA STELLA GAZETTA PALERMO1900-01-01R$ 100,00

Eficiência de captação

85.3%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Planos anuais e plurianuais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2021-01-01
Término

Resumo

SÃO PAULO COMPANHIA DE DANÇA - PLANO BI-ANUAL 2021-2022 tem como meta viabilizar as atividades regulares da São Paulo Companhia de Dança constituídas por: Criações de 04 Novas Obras de Dança, 40 Espetáculos de Dança com obras de seu repertório pré existente e/ou as novas obras criadas no âmbito deste projeto, Criação de 2 novos documentários audiovisuais e lançamento de Websérie Educacativa com 10 episódios.

Sinopse

SINOPSES DAS 6 NOVAS COREOGRAFIAS, WEBSÉRIE E OBRAS DO REPERTÓRIO DA CIA =========================================================SINOPSE | COREOGRAFIA 1 | VALSAS DE ESQUINA O coreógrafo Antonio Gomes toma como ponto de partida as 12 Valsas de Esquina, de Francisco Mignone (1897-1986). Compostas entre 1938 e 1943, originalmente para piano solo, as faixas evocam o universo da música urbana da época de sua criação e buscam imprimir uma identidade brasileira ao gênero da valsa. Esse trânsito entre popular e erudito deve resvalar na criação coreográfica de Gomes, que pretende criar uma cena independente para cada valsa de forma a estabelecer diferentes combinações entre elas, transformando a obra a cada nova apresentação. Valsas de Esquina terá 10 bailarinos em cena e duração aproximada de 25 minutos. As Doze Valsas de Esquina de Francisco Mignone estão impregnadas pela atmosfera romântica e seresteira dos chorinhos e serenatas e seus instrumentos mais característicos, a flauta e o violão. O compositor se inspirou nas lembranças de sua juventude, quando compunha e tocava música de gêneros populares em cinemas e bailes e fazia serenatas pelas esquinas de São Paulo. Esses elementos improvisatórios e traços da música popular e da valsa nacionalizada foram trazidos para a música erudita, servindo ao forte movimento nacionalista do Modernismo Brasileiro da época, fortemente influenciado por Mário de Andrade, que foi sem dúvida o mentor intelectual de Mignone. Proposta: Nesta obra, especialmente criada para a SPCD, minha intenção será de imprimir nos corpos, justamente gestos com algumas dessas características dos ares de intemporalidade, de espontaneidade, de ingenuidade, porém com uma forma coreográfica bem definida e estruturada, tal como se apresenta a escritura musical de Francisco Mignone. Ao escutar as Valsas de Esquina tive, à principio, a sensação de uma grande improvisação, porém me aprofundando nas escutas, conclui : que essas valsas evoluem dentro de uma escritura musical totalmente trabalhada e refinada e que é nessa precisão que se encontra o segredo da magia que nos oferece essa impressão de simplicidade e espontaneidade. Conseguir captar o clima efêmero e singêlo das serestas, agregando elementos contemporâneos, me inspirando desses traços da música popular presente nas valsas , onde a descontração está em contraponto com a nostalgia, será o objeto da linha temática que pretendo percorrer. O romantismo que emana dessas Valsas de Esquina, me remetem a explorar o elevado conteúdo expressivo numa forma de exaltação sentimental, e a me introduzir num vórtex de movimentos alinhados a diversas situações de conteúdo teatral com as evoluções físicas dos intérpretes desenhadas no ar, no solo e no espaço, dessa forma procurarei transmitir aos bailarinos as sensações íntimas que me desencadeiam os devaneios dessas VALSAS. EQUIPE Coreografia: Antonio Gomes Trilha Sonora: Valsas de Esquina, de Francisco Mignone (1897-1986), executadas ao piano por Marcel Worms ou em versão orquestral com regência do maestro Cláudio Cruz Figurinos: Fábio Namatame Iluminação: a definir Cenografia: a definir ========================================================= SINOPSE | COREOGRAFIA 2 | Giselle (II Ato) (2021) Giselle foi o segundo ballet de estilo romântico criado e é um marco na história da dança. A obra conta a história de amor entre a aldeã Giselle e Albrecht, um nobre disfarçado de camponês. Quando ela descobre a verdade, fica inconsolável e morre. No Segundo Ato da obra, o jovem, apaixonado e por remorso, vai visitar o túmulo de Giselle quando é atacado pelas willis, donzelas que morreram por amor antes do casamento e, para vingar-se dos homens que as fizeram sofrer, obrigam-nos a dançar até a morte. Para salvar seu amado, o espírito de Giselle passa a dançar no lugar dele, quebrando o encanto das willis e salvando-o da morte. EQUIPE Coreografia: Lars Van Cauwenbergh Trilha Sonora: Adolphe Charles Adams (1803-1856) Iluminação: a definir Figurinos: a definir Cenografia: a definir ========================================================= SINOPSE | COREOGRAFIA 3 | ?UMBÓ? ?Umbó? é uma variação da expressão ?Vamos embora?, popularmente usada em Salvador quando se refere a um convite para seguir a um respectivo lugar. ?Umbó? na língua Yoruba significa: cultuar. O título da obra parte destes dois significados atribuídos a uma mesma palavra/expressão popular, com a intenção de fazer um convite ao público para apreciar e conhecer os trabalhos de três grandes artistas pretos e soteropolitanos que alcançaram prestígio em suas respectivas trajetórias e ?cultuá-los? no sentido de dar devido valor às suas obras de arte. Em ?Umbó?, Leilane Teles desenvolve uma pesquisa de movimento em que o objeto de estudo são as sensações e reações geradas pelo objeto inspirador no corpo do sujeito inspirado. Ela baseia a construção da sua obra em uma teoria que chama de ?a criação do desejo?: o resultado do que foi criado a partir de um estímulo, a musa do poeta, sua fonte de inspiração. Se manifesta através de um estímulo causado por uma centelha, do choque entre dois corpos, que é em geral acompanhada por emissão de luz e som. Então estabelece-se uma conexão entre os corpos, ou entre um corpo e um som, ou ?entre o corpo e uma luz. Fala da representatividade, força de inspiração, que é fator importante na construção de uma identidade. Para fundamentar o conceito da obra, usando da representatividade e para visibilizar trajetórias de artistas que alcançaram prestígio em suas carreiras, a trilha sonora reúne composições de Tiganá Santana e canções na voz de Virgínia Rodrigues e tem como estímulo de criação de movimento com referência nas obras criadas pelo bailarino e coreógrafo Matias Santiago (mestre em dança pela UFBA), ao longo de sua carreira e no Balé Jovem de Salvador, companhia de dança fundada e dirigida por ele, com foco na formação de bailarinos profissionais para o mercado de trabalho. EQUIPE Coreografia: Leilane Teles Figurino: a definir Desenho de luz: a definir Trilha sonora: ?Nzambi Kakalaye Bikamazu? –Tiganá Santana; ?Mama Kalunga? –Vírgínia Rodrigues ; ?The invention of color? – Tiganá Santana ; ?Muloloki?– Tiganá Santana ========================================================= SINOPSE | COREOGRAFIA 4: O QUEBRA NOZES – (Remontagem) O coreógrafo russo Marius Petipa era apaixonado pelo Livro ?The Nutcracker and the Mouse King? escrito por Ernst Theodor Amadeus Hoffman (1776-1822). Quando surgiu a oportunidade de criar esta obra junto com o coreógrafo Lev Ivanov, eles utilizaram a adaptação da versão francesa de Alexandre Dumas (1802 – 1870) ?The Tale of the Nutcracker?. Pediu para Peter Ilyich Tchaikovsky em 1891 compor esta obra, de início não gostou muito do projeto, queria ser mais livre em suas partituras e Petipa deu instruções detalhadas para cada composição. Em 1892 Tchaikovsky lançou a Suíte do Ballet O Quebra Nozes divididos em dois atos, três cenas e quinze números. A estreia foi realizada em dezembro de 1892 no Mariinsky Imperial Theatre em São Petersburgo na Rússia, a obra não foi um sucesso, obteve muitas críticas por não ser fiel ao Livro. Somente no século XX tornou-se popular nos Estados Unidos e em diversos países, sendo exibido sempre na época do Natal por várias companhias de Ballet. A história se inicia na Véspera de Natal, no momento em que toda a família e amigos estão reunidos para festejar este dia. Clara ganhou de presente um boneco (Quebra-Nozes) esculpido na madeira, mas Fritz muito ciumento acaba quebrando o seu boneco, o seu avô conserta e ela com o passar do tempo acaba pegando no sono ao lado da árvore. A segunda parte ocorre em seu sonho: Ela começa a diminuir de tamanho e de repente surgem vários ratos liderados pelo Rei dos Ratos em sua sala. O Quebra-Nozes acorda e começa uma batalha contra os ratos, mas acaba perdendo e sendo capturado. Desesperada, Clara joga seu sapato no Rei Rato, que cai inconsciente e é levado pelo seu exército de ratos. O Quebra-Nozes se transforma em um Príncipe, e leva Clara para uma floresta encantada, e logo em seguida para a Terra dos Doces. O Príncipe encontra a Sugar Plum Fairy, diz como ele foi salvo pela Clara do Rei Rato e como se tornou Príncipe novamente. Ela comemora com diversas danças emocionantes e mágicas. Uma Valsa Final é realizada por todos, depois que Clara e o Príncipe foram coroados os governantes da Terra de Doces. Após a Valsa Final os habitantes da Terra dos Doces começam a desaparecer um a um, até que o Príncipe Quebra-Nozes desaparece e Clara é encontrada dormindo na sala. Clara acorda, pensando que era tudo um sonho, mas depois descobre a coroa ao seu lado, levando a se pergunta, realmente foi um sonho? EQUIPE Coreografia e concepção: Marcia Haydée Figurino: a definir Cenografia: a definir Desenho de luz: a definir =========================================================SINOPSE | COREOGRAFIA 5: Petrushka Um dos balés mais populares do cenário mundial, estrelado por Vaslav Nijinsky, em 1911, Petroushka, conta a história de amor e ciúme de três bonecos que ganham vida. Este é o tema da mais nova criação do coreógrafo espanhol Goyo Montero para a São Paulo Companhia de Dança. Nesta releitura inédita, bonecos infláveis gigantes ganham novos contornos – Petroushka, Boneca e Lutador –, contam esta história de amor, morte, alegria, tristeza, rejeição e manipulação. Petroushka ama a Boneca, mas ela prefere o Lutador, que mata Petroushka, cujo fantasma aparece quando a noite cai. ?É um teatro dentro de outro teatro, para que eu possa contar essa história de diferentes perspectivas?, fala o coreógrafo. Essa é segunda montagem de Goyo Montero para a SCPD, para quem já criou ?Anthem’ (2019=========================================================SINOPSE | COREOGRAFIA 6: BrasilCoreografia: Stephen ShropshireDesde 2020, Stephen Shropshire é coreógrafo residente da São Paulo Companhia de Dança, para quem já criou: Rococó Variations (2020), Marmórea (2021) e Partita (2022). Juntos, esses trabalhos revelam uma linha de pesquisa que começou com a (re)investigação de Shropshire sobre a técnica do balé clássico, a fim de descobrir novas maneiras de pensar e se envolver com seu processo coreográfico. Em The Eighth (2024), seu último trabalho para a Companhia, ele oferece ao público uma nota de rodapé a estes três trabalhos distintos, porém interligados. A convite do Bruckner Festival, em Linz, na Áustria, Shropshire cria esta obra sob a Oitava Sinfonia, de Anton Bruckner (1824-1896), uma composição emocionante, assim como disse o jornalista musical Tom Service, ?que não pode ser explicada pelas regras e regulamentos musicais; em vez disso, sua ?forma’ é fenomenológica e é algo você precisa experimentar?================================================================================================================== SINOPSE DOS 15 EPISÓDIOS DO PROJETO BRINCAR E DANÇAR Separadas por faixa etárias, as primeiras cinco brincadeiras são voltadas a crianças de 4 a 6 anos. Brincadeiras de relação gestos-palavras, brincadeiras de imitação, colaboram com a distinção entre esquerda e direita, com a identificação de partes do corpo e com a afirmação de noções espaciais (alto-baixo; dentro-fora). O segundo bloco de brincadeiras, voltadas para crianças de 7-10 anos, exigem maior desafio para as crianças, com equilíbrio, sustentação, atenção, força muscular. Ajudam na aquisição de ritmo. Primeiro BLOCO (4-6 anos) 1) Vamos fazer pastel? Sentados no chão, com as pernas cruzadas formando um balão (pé com pé) na frente do corpo ou abertas (formando um V), iniciamos preparando a massa. A tigela imaginária está no vão das pernas. Vamos colocando os ingredientes, um por um, mexendo o corpo todo, ora pegando a farinha á esquerda do tronco, ora pegando o sal à direita. Podemos inventar sabores bem diferentes e aí vamos perguntando à criança onde está e o quê ela quer colocar no pastel. Amassa a massa (pressionar, torcer)Abre a massa (deslizar)Recheia com recheio (chacoalhar)Corta a massa (talhar)Frita o pastel (vibrar)Come o pastel – hum!!! (flutuar) 2) O feijão da vovó Vovó, você fez feijão?Eu fiz.Pensando bem... eu não. Foi o fogão.Fogão, você fez feijão?Eu fiz.Pensando bem... eu não. Foi a panela de pressão.Panela de pressão, você fez feijão?Eu fiz.Pensando bem... eu não. Foi a água fervendo.Água fervendo, você fez feijão?Eu fiz.Pensando bem... eu não. Foi o fogo.Fogo, você fez feijão?Eu fiz.Pensando bem... eu não. Fomos todos nós.O FOGO ferveu a ÁGUA na PANELA DE PRESSÃO em cima do FOGÃO.Mas o tempero, foi da vovó. 3) Cadê o toicinho que estava aqui? Cada frase é acompanhada por um gesto correspondenteCadê o toicinho que estava aqui?O gato comeu.Cadê o gato?Fugiu pro mato.Cadê o mato?O fogo queimou.Cadê o fogo?A água apagou.Cadê a água?O boi bebeu,Cadê o boi?Tá puxando trigo.Cadê o trigo?A galinha ciscou.Cadê a galinha?Tá botando ovo.Cadê o ovo?O frade comeu.Cadê o frade?Tá rezando a missa.E como faz para ir à missa?Vai por aqui, por aqui, por aqui, por aqui... 4) Elefante desengonçado! De que forma? Baseada na brincadeira do ?Elefantinho Colorido?, na qual o propositor grita: Elefantinho colorido!! As crianças perguntam: Que cor? E o proponente fala a cor e todos têm de correr para tocar na cor indicada, a proposta aqui é sugerir uma forma corporal para a criança. Forma de um bicho rastejante: cobra, minhoca, lagarta; forma de um bicho que pula: sapo, pulga, grilo e por aí vai. Também pode ser forma de objetos que tem na sala (como, forma de uma cadeira, forma de uma mesa, de um abajur)de objetos que tem na cozinha (forma de uma garrafa, da geladeira, do fogão, do liquidificador) de objetos que tem no ambiente em que a criança está. Assim, a criança olha o objeto e tenta imita-lo com o corpo todo. 5) E se eu contasse essa história de outra forma? A ideia aqui é contar uma história já conhecida (mas pode ser também uma história inventada pela criança) usando outras partes do corpo, como pés, cotovelos, dedos das mãos, dentre outras. Essa brincadeira é intermediária, pois funciona tanto para crianças pequenas quanto para maiores. A diferença está no foco. Enquanto para as pequenas, a repetição de histórias conhecidas funciona bem, para as maiores, bolar/ inventar uma história diferente a partir de objetos, por exemplo, pode ser bem desafiador. Segundo BLOCO (7-10 anos) 6) Pular elástico Brincadeira muito comum na hora do recreio quando eu era criança, pular elástico demanda ao menos 3 pessoas para brincar (colegas ou irmãos), sendo dois para segurar o elástico e um que irá pular. Na ausência de colegas e de irmãos, pode-se pular fixando o elástico nas pernas de móveis como cadeiras e mesas. Para confeccionar o elástico que será pulado é muito simples: Basta pedir para a mamãe ou a vovó comprar 3 metros de elástico branco (1 cm) de costura e dar um nós nas pontas para se formar um círculo. Com os colegas afastados segurando o elástico esticado, a brincadeira começa com o elástico preso à altura das canelas. À medida em que o jogador vai pulando sem errar, a dificuldade vai aumentando. Há duas formas de dificultar os pulos, afastando as pernas, aumentando o vão a ser pulado ou subindo a posição do elástico, da canela para o meio da panturrilha, da panturrilha para os joelhos, dos joelhos para as coxas (auge da dificuldade). No caso do elástico estar fixado na perna de móveis, somente a altura é regulável, a não ser que se use mais de uma cadeira para aumentar o vão. 7) Esculturas vivas Para essa brincadeira, precisamos elaborar um painel com papelão (pode ser caixa de embalagem de cereal, de pizza Delivery por exemplo), um palito de sorvete (ou um talher de plástico (para servir de ponteiro) e fita crepe. Com um compasso ou uma tigela redonda como molde, faz-se um círculo no papelão. Em seguida, divide-se o círculo em quatro quadrantes e pinta-se cada quadrante de uma cor. No quadrante superior esquerdo, escreve-se MÃO ESQUERDA, no superior direito – Mão DIREITA, no quadrante inferior esquerdo – PÉ ESQUERDO e no quadrante inferior direito – PÉ DIREITO. No meio, fixa-se o palito de sorvete (ou o talher plástico) com um alfinete (ou tachinha ou mesmo um clip). Para não se machucar no momento de girar o ponteiro, fixar o alfinete com uma rolha por baixo do papelão, ou com o próprio papelão. Num espaço amplo de chão da sala ou do quintal (e com a permissão da mamãe ou da vovó) fixar no chão a fita crepe formando o seguinte quadro com 20 quadrados: Em seguida, no centro de cada quadrado seguindo as colunas, colocar um pedacinho de fita crepe colorida ao centro. Pode pintar a fica crepe com giz de cera que usou para colorir o tabuleiro ou ainda canetinha Hidrocor. Cada coluna de uma cor: vermelho, verde, amarelo, azul, conforme mostrado abaixo: DESENHO DE RISCOS VERTICAIS E HORIZONTAIS FORMANDO UM JOGO DA VELHA O jogo começa girando o ponteiro. Na primeira parada, é indicada a parte do corpo (mão direita ou esquerda ou ainda pé direito ou esquerdo). Na segunda rodada, a cor. Por exemplo: pé direito – cor verde. Ai, o jogador deve colocar o pé direito num dos quadrados verdes sem tocar nos demais, nem pisar na linha formada pela fita crepe. Em seguida, gira-se novamente o tabuleiro: mão esquerda. Que cor? Gira-se a segunda vez: amarelo. E o jogador, sem retirar o pé direito do quadrado verde, deve colocar a mão num quadrado amarelo. E assim por diante. Quando se joga com mais participantes, por vezes é necessário passar por cima do tronco de um, ou por baixo da perna do outro. E aí vão se construindo estátuas vivas. O desafio está em não poder tocar no outro, ou ainda em manter a posição, por mais difícil ou esdruxula que ela seja até a próxima rodada. Quanto mais jogadores tiver, mais divertida fica a brincadeira. 8) Daqui pra lá, de lá pra cá. A brincadeira começa com os participantes buscando 3 a 5 objetos inusitados nos cômodos da casa (sala, cozinha, quarto, banheiro, escritório...). Em seguida, num espaço livre da sala, do jardim ou do quintal; cada um dispõe esses objetos no chão formando um circuito que pode ser em linha reta ou tortuosa. Define-se onde é o começo e onde é o fim, isto é, a direção do movimento, onde ele irá começar e onde ele irá acabar. Em seguida, ao som de uma música, preferencialmente instrumental (pois as letras de canções tendem a conduzir as crianças a movimentos mimetizados), começa o movimento. O objetivo da brincadeira é seguir o trajeto ao ritmo da música, interagindo com os objetos, ora como obstáculos a serem ultrapassados, ora como inspiração para o tipo de movimento. A sequência de movimentos torna-se uma ?coreografia?. Passa-se então aos desafios que são: Repetir a coreografia sem os objetos; reverter a coreografia, isto é, dançada na direção contrária, do fim para o começo ou ainda, repetir a coreografia do outro. Ao final, pode-se escolher outra música e criar uma nova coreografia a partir da soma dos três desafios. Fica bem bacana! 9) Se o mestre mandar, não vou acatar! A objetivo desta brincadeira é trabalhar a noção dos opostos como grande-pequeno, alto-baixo, cheio-vazio, claro-escuro, dentro-fora, frente-trás etc.. Para preparar a brincadeira, precisa-se de tiras de papel cartolina e caneta hidrocor. Com a canetinha escreve-se de um lado da tira de papel ?alto?, do outro ?baixo?; ?cheio?, do outro lado ?vazio? e assim por diante. Quanto mais opostos forem encontrados, mais desafios as crianças irão ter para brincar. Coloca-se os papéis dentro de uma caixa de sapatos, fronha ou saco de pano. A brincadeira começa com as duplas, frente-à-frente, e define-se quem será o Mestre, isto é, quem vai mandar. O Mestre e diz: Você vai fazer o que Seu Mestre mandar? 1, 2, 3! Retira um papel da fronha e mostra imediatamente para o colega que, por sua vez, diz: Não vou acatar!! E responde rapidamente fazendo um movimento oposto ao que está indicado. A brincadeira pode acontecer com mais participantes e sempre um único mestre. O objetivo é não acatar o que ele está mandando. Conta-se até 3, para ficar atento, e tem que responder rapidamente. Esta brincadeira mexe com o reflexo e atenção. Por exemplo, se está escrito: ALTO, deve fazer um movimento BAIXO, embora a tendência seja ir para cima. Eis o desafio. 10) Cabeça, ombro, perna e pé Quem não se lembra da canção: Cabeça, ombro, perna e pé? Aqui ela é feita de uma forma diferente, fazendo os gestos com as palavras, porém a cada repetição, propõe-se uma qualidade de movimento diferente, usando para isso, algumas imagens como: gelo derretendo, robô, boneco de posto, homem na Lua, no fundo do mar, morrendo de frio, e assim por dian 11) Brincadeira: Pedra, Tesouro e Papel ("Jokenpô" )Este é um jogo que comumente é jogado com no mínimo dois jogadores e é também conhecido como "Jokenpô". Nesta brincadeira as mãos fazem três gestos que representam uma pedra, uma tesoura e um papel: a mão fechada é a pedra, a mão com dois dedos esticados é tesoura e a mão aberta é o papel. Estes gestos que representam os objetos eliminam-se entre si no jogo da seguinte maneira: pedra ganha da tesoura, porque a quebra; tesoura ganha do papel porque o corta e papel ganha da pedra porque a embrulha. A versão desta brincadeira será um pouco diferente: ao invés de jogarmos com dois jogadores, vamos jogar sozinhos e a mão esquerda vai ganhar da mão direita. Junto com os gestos será cantada a canção com os seguintes sons: "Go (pedra), chok (tesoura) , pa (papel) " - Enquanto se canta, a mão direita faz os gestos da canção, (ou seja, o que está sendo dito e ao mesmo tempo), a mão esquerda faz os gestos opostos, (ou seja, aqueles que vão ganhar da mão direita.) Assim, desta maneira, o jogo vai exigir bastante atenção, ritmo, sincronicidade entre, canção e gestos e habilidade de coordenação. Supostamente este jogo surgiu na China, mas ficou muito popular no Japão (San sukumi ken) espalhando-se posteriormente para vários lugares do mundo. 12) Brincadeira: Arrítimo (Moçambique - Maputo - Lena Bahule - Txuza? Fonte: Lenna Bahule - Oficina Brincadeiras e Cantigas Populares e Infantis de Moçambique | Lenna Bahule (com libras)https://www.youtube.com/watch?v=ay8UsJYzo04 (Outro link com a brincadeira em roda)Esta brincadeira é feita com no mínimo duas pessoas, mas originalmente é uma brincadeira de roda que podem brincar várias crianças de uma só vez. É uma brincadeira de estimulação rítmica na qual, além de trabalhar elementos como as batidas do pulso e do ritmo, desafiam a ter mais de um ritmo na mesma brincadeira. Nela vão estar presentes, a voz, a percussão corporal por meio das palmas, pequenos saltos e movimentos dos quadris. A brincadeira tem duas etapas. A primeira é um "esquenta", um momento de preparação no qual se exercita a batida do ritmo com as palmas das mãos e o improviso de sons no contratempo das palmas. Algo muito comum em diversas culturas de origem africana. O grito inicial, pode ser chamado de grito de guerra conforme Lena Bahule.Terminado este "esquenta" inicia-se a 2a. parte da brincadeira na qual se canta "a ritmo, a ritmo." e marca-se o pulso da música encostando um quadril no outro.Esta brincadeira lembrou-me muito de uma dança que era moda na minha infância e que eu aprendi com as minhas irmãs, o "gute, gute", era uma dança de discoteca que a gente dançava batendo os quadris um com o outro.13) Brincadeira: Passar por debaixo da corda.Esta é uma brincadeira que tem que ser feita com no mínimo de três pessoas, mas é muito mais legal quando tem bastante gente. Duas pessoas seguram uma corda na altura do pescoço e as outras tem que passar por debaixo da corda, primeiro de frente, sem encostar em nenhuma parte do corpo. Quando todas as pessoas passarem elas devem passar novamente, só que desta vez a corda estará mais baixa e assim sucessivamente. Ganha quem conseguir passar com a corda no nível mais baixo sem encostar o corpo.Nesta brincadeira nós vamos trabalhar a flexibilidade e a criatividade para encontrar maneiras de passar por debaixo da corda sem encostar as partes do corpo, descobrindo outras possibilidades do corpo movimentar-se.Podemos variar as direções como o corpo passa por debaixo da corda. 14) Brincadeira Parapapira ? Fonte: Grupo Último Tipo - https://www.youtube.com/watch?v=CI-3FTwfPpMEsta é uma brincadeira para ser feita com no mínimo duas (2) pessoas, mas podem haver mais, em uma roda, por exemplo. Vai exigir, musicalidade, ritmo, atenção e agilidade. É mais uma brincadeira de "bate, bate", ou seja, em que eu devo bater as minhas mãos com as de outra pessoa junto com o ritmo estabelecido com a música. Usaremos percussão corporal, através das palmas, e voz, por meio dos cantos. O objetivo da brincadeira é conciliar o tempo das batidas das mãos com a música que está sendo cantada, sendo que as batidas podem ocorrer no pulso ou no contratempo da canção. 15) Brincadeira: Pular o bastão com o passo do congadoEsta brincadeira junta os passos das danças de congos, de origem negra e muito comum na região Sudeste do Brasil, em Minas Gerais e São Paulo, por exemplo, com o desafio de pular o bastão, que também é usado nas danças de congos, como o moçambique, mas para marcar o ritmo. Aqui a brincadeira é deixar o "bastão", no chão, que pode ser um cabo de vassoura e dançar sobre eles, sem encostar. Pode ser feita com uma ou duas pessoas. Se houver duas pessoas, uma deve começar na ponta oposta da outra do bastão e as duas devem se aproximar do centro do bastão, dançando sem encostarem nele. Caso alguém encoste tem que recomeçar a brincadeira.Para brincar, a gente vai usar um cabo de vassoura e a música de domínio popular, "Tá caindo fulô".=========================================================================== SINOPSES DAS OBRAS DO REPERTÓRIO DA SÃO PAULO CIA DE DANÇA Rococó Variations (2020) Coreografia: Stephen Shropshire* Trilha Sonora: Variations on a Rococco Theme, de Piotr Ilitch Tchaikovsky Iluminação: Wagner Freire * Uma parceria com The Dutch Performing Arts program of the Performing Arts Fund NL Stephen Shropshire estreia no repertório da São Paulo Companhia de Dança com Rococó Variations, conduzido pela música de Tchaikovsky Variations in a Rococo Theme. Na obra, ele investiga a relação da dança contemporânea com o virtuosismo da dança clássica, com uma relação direta com a música. ======================================================================= Só Tinha de Ser com Você (2020) Coreografia e Iluminação: Henrique Rodovalho Músicas: Álbum Elis&Tom - Corcovado (Antonio Carlos Jobim / Gene Lees); Fotografia, Modinha (Antonio Carlos Jobim); Por Toda Minha Vida, Soneto de Separação, O que Tinha de Ser, Brigas Nunca Mais (Antonio Carlos Jobim / Vinicius de Moraes); Só Tinha de Ser com Você, Inútil Paisagem (Antonio Carlos Jobim / Aloisio de Oliveira); Retrato em Preto e Branco (Antonio Carlos Jobim / Chico Buarque de Holanda). Iluminação: Wagner Freire Figurino: Cássio Brasil Cenógrafa: Letycia Rossi Assistente de Coreografia: Vivian Navega ?Esta primeira remontagem de um espetáculo da Quasar Cia de Dança só tinha que ser com a SPCD?. Uma sensível e singular releitura coreográfica do álbum Elis & Tom, clássico da música brasileira. É um belo encontro do estilo Quasar/Rodovalho de dançar com todo o aprimoramento técnico e primoroso da São Paulo Companhia de Dança, comenta Rodovalho. ======================================================================= Aparições (2020) Coreografia: Ana Catarina Vieira Músicas: Suíte Sinfônica nº 2 Pernambucana (1955) e Ponteado (1955), de César-Guerra Peixe (1914-1993), gravada pela Orquestra Jovem do Estado com regência de Cláudio Cruz Iluminação: Wagner Freire Figurinos e adereços: Marco Lima Cenografia: Marco Lima, com imagens de quatro desenhos de Candido Portinari (1903-1962): Pipas (1942); Ilha de Paquetá, Circo e Desfile de Carnaval (1941), usados nas ilustrações do livro Maria Rosa (1942) de Vera Kelsey (Os direitos de reprodução das obras foram gentilmente cedidos por João Candido Portinari) Assistente de cenografia e figurino: Cesar Bento Dramaturgia: Vivien Buckup Execução de figurinos: Judith Lima (macacões), FCR Produções Artísticas (demais figurinos e adereços) Primeira criação da coreógrafa contemporânea Ana Catarina Vieira para a São Paulo Companhia de Dança, Aparições é inspirada nas obras de Candido Portinari, César Guerra-Peixe e nas danças populares do nordeste do Brasil. Os figurinos e os elementos cênicos de Marco Lima ampliam o gesto no espaço. E a luz de Wagner Freire dialoga com os diversos elementos a contribui para a dramaturgia da obra. Aparições – nome que remete ao poema homônimo de Portinari – traz imagens do Brasil de maneira poética e com muita liberdade criativa. ======================================================================= Grand Pas de Deux Carnaval em Veneza (2020) Coreografia: Duda Braz, a partir de Carnival de Venise (1859) de Marius Petipa (1818-1910) Música: Cesare Pugni Figurino: Marilda Fontes O Grand Pas de Deux de Carnaval em Veneza traz para cena um duo clássico vibrante e virtuoso. Essa obra faz parte do repertório clássico criada em 1859 por Marius Petipa, com música de Cesare Pugni inspirada em temas da peça de Niccolò Paganini ?Carnavale di Venezia? (Op. 10). A coreografia da São Paulo Companhia de Dança toma como inspiração os bailes de máscaras da Europa do século XVII. ======================================================================= Anthem (2019) Coreografia: Goyo Montero Música: Owen Belton Iluminação: Goyo Montero e Nicolas Fischtel Figurino: Goyo Montero e Fábio Namatame Organização: Carlos Iturrioz Mediart Producciones SL (Espanha) Anthem é a primeira criação do espanhol Goyo Montero para uma companhia brasileira. A obra traz uma reflexão sobre o processo de construção e desconstrução de identidades coletivas. Segundo o coreógrafo: ?Há ciclos que se repetem e cometemos sempre os mesmos erros, de pensar que estamos separados, que somos diferentes quando, na realidade, todo ser humano é um e, no momento em que perdemos essa unidade, os problemas começam. Este é um traço da história humana?. A trilha é do canadense Owen Belton, com quem Goyo já criou mais de nove obras. A inspiração da música vem de canções que se tornam hinos – sejam de nações, pessoas com preferências parecidas ou indivíduos de uma mesma geração. Por isso, o nome escolhido para a obra: Anthem, hino em inglês. Para Montero, ?A voz humana se converte em uma canção e esta canção se converte em algo com a qual nos identificamos?. ======================================================================= A Morte do Cisne (2019) Coreografia: Lars Van Cauwenbergh inspirado na obra de Michel Fokine (1880-1942) Músicas: Camile Saint_Saens, O Cisne, extrato do Carnaval dos Animais (1866) Iluminação: Wagner Freire Figurino: Marilda Fontes O balé criado em 1907 por Fokine para Anna Pavlova é um solo emociante, que dialoga com as sonoridades da harpa e do violoncelo, inspirado no poema de Alfred Tennyson (1809-1892) e nos movimentos dos cisnes em seus últimos instantes de vida. Esse solo é interpretado por grandes estrelas da dança e agora ganhará novos acentos e dinâmicas no corpo de uma bailarina da São Paulo Companhia de Dança. ======================================================================= Agora (2019) Coreografia: Cassi Abranches Música: Sebastian Piracés Iluminação: Gabriel Pederneiras Figurino: Janaina de Castro A terceira criação de Cassi Abranches para a São Paulo explora a palavra tempo em seus possíveis significados: musical com dinâmicas e sonoridades; cronológico com lembranças e expectativas; temperatura com diferentes graus e intensidades. A coreógrafa esculpe os movimentos no corpo de cada bailarino a partir dos ritmos musicais da trilha composta por Sebastian Piracés, que utiliza bateria e elementos de percussão afro-brasileiros, misturados ao rock contemporâneo e ao canto. A obra recebeu o Prêmio APCA de Melhor Coreografia de 2019. ======================================================================= O Lago dos Cisnes (2018) Coreografia: Mario Galizzi, a partir de Marius Petipa (1818-1910) e Lev Ivanov (1834-1901) Música: Piotr Ilitch Tchaikovsky (1840-1893) com partitura revisada por Riccardo Drigo (1846-1930) Iluminação: Wagner Freire Cenografia: Marco Lima Figurino: Fábio Namatame | 1ª e 3ª cenas, todos | 2ª cenas, homens Tânia Agra | 2ª e 4ª cenas, tutus e bruxo | 3ª cena, Odille Adereços: Robson Rui (bestas), Américo Corrêa (machados, trompetas e cetro) Assistente de Coreografia: Sabrina Streiff Assistente de Cenografia: César Bento Visagismo: Augusto Sargo Professora de Dramaturgia: Vivien Buckup O Lago dos Cisnes é um balé com música especialmente composta por Tchaikovsky que estreou em 1877 no Teatro Bolshoi, mas somente em 1895, com nova coreografia de Marius Petipa e Lev Ivanov, para o teatro Mariinsky, em São Petersburgo, se tornou um enorme sucesso. O Lago dos Cisnes da São Paulo Companhia de Dança é feito sob medida para os artistas da casa. A coreografia de Galizzi dialoga com a tradição e se renova nas relações dos personagens, no detalhe das pantomimas, nos desenhos das cenas, em sintonia fina com a música emblemática de Tchaikovsky e coloca todos os artistas em cena. ======================================================================= Odisseia (2018) Coreografia: Jöelle Bouvier Música: trechos de Bachianas Brasileiras, de Heitor Villa Lobos; trechos de Paixão Segundo São Mateus, de Johann Sebastian Bach; Melodia Sentimental, de Villa Lobos (letra de Dora Vasconcellos); poema Pátria Minha, de Vinícius de Moraes; e texto de Irène Jacob Iluminação: Renauld Lagier Figurino: Fábio Namatame Assistente de coreografia: Emilio Urbina e Rafael Pardillo * Produção Associação Pró-Dança e coprodução Chaillot – Théâtre National de la Danse Odisseia é uma viagem, um reencontro consigo mesmo. Movida pela questão dos migrantes da atualidade, a coreógrafa constrói uma estrutura dramática e poética que aborda temas como mudança, transição, partida e a esperança de uma vida melhor. ?Neste momento, somos todos sensíveis a esta questão, que é forte no mundo.?, comenta Jöelle. Bouvier explica que procurou misturar fragmentos das Bachianas Brasileiras com a composição de Bach, Paixão Segundo São Mateus. Ao final temos na voz de Maria Bethânia, a música Melodia Sentimental e o poema Pátria Minha. A obra tem coprodução com Chaillot – Théâtre National de la Danse, na França. ======================================================================= Melhor Único Dia (2018) Coreografia e iluminação: Henrique Rodovalho Música: Criação original de Pupillo com voz de Céu Figurino: Cássio Brasil Rodovalho comenta que neste trabalho experimenta movimentos expandidos e continuados a partir da relação dos bailarinos que permanecem todo o tempo em cena. ?As referências sobre esta característica vieram de grandes grupos de animais em movimento e como se desenvolvem e se relacionam?, diz o coreógrafo. A obra trata sobre ?o que tem de acontecer’, neste breve espaço de tempo de existência deste grande grupo, relacionado principalmente a algum tipo de prazer. Por isso, o nome Melhor Único Dia. ?Para tentar traduzir, de alguma forma, a curta existência que se expressa através do movimento em grupo?, completa Rodovalho. A obra conquistou o Prêmio APCA como Melhor Estreia de 2018 e foi eleita como terceiro melhor espetáculo pelo Guia da Folha (2018) na categoria voto popular. ======================================================================= Suíte de Raymonda (2017) Coreografia: Guivalde de Almeida (1971-2020) a partir do original de 1898 de Marius Petipa (1818-1910) Música: Raymonda, de Alexander Glazunov (1865-1936), executada pela Orquestra Filarmônica de Nice, com regência de Klaus Weise e Orquestra Sinfônica de Moscou, com regência de Alexander Anisimov Iluminação: Wagner Freire Figurino: Tânia Agra Em cena assistimos ao casamento de Raymonda com João de Brienne. ?O meu principal objetivo foi manter a essência da obra de Petipa, o estilo, atrelado à identidade dos bailarinos da Companhia. É uma dança virtuosa, pontuada por muitas variações e o que singulariza sua criação no cenário da dança é a união entre a dança clássica acadêmica com a dança a caráter, que vemos ao mesmo tempo na cena?, fala o coreógrafo. ======================================================================= Pivô (2016) Coreografia: Fabiano Lima Música: Quem sabe? (1859), cantada por Adriana de Almeida e executada ao piano por Olinda Allessandrini e Bailado dos Índios da ópera O Guarani (1870), Carlos Gomes (1836-1896), executada pela Orquestra do Teatro Municipal de São Paulo, sob regência de Armando Bellardi Iluminação: Guilherme Paterno Figurino: Cássio Brasil A obra se vale de referências do basquete, do hip-hop e da dança contemporânea. Com músicas de Carlos Gomes, a coreografia traz para a cena o ambiente brasileiro com sonoridades conhecidas. O figurino de Cássio Brasil dialoga com a luz de Guilherme Paterno e evidencia as diferentes camadas de cor da obra. ?É uma coreografia de troca e percepção para entendermos como essa dança passa de um corpo para o outro. Gosto de trabalhar com elementos cênicos, dá identidade aos meus trabalhos?, diz Fabiano. A obra foi premiada com o terceiro lugar na escolha do júri como Melhor Espetáculo de Dança de 2016 pelo Guia da Folha de S.Paulo. ======================================================================= O Sonho de Dom Quixote (2015) Coreografia: Márcia Haydée Músicas: Ludwig Minkus (1826-1917) e Norberto Macedo (1939-2011) Iluminação: José Luiz Fiorruccio Figurinos: Tânia Agra Cenário: Hélio Eichbauer, com imagens de oito desenhos de Candido Portinari (Os direitos de reprodução das obras foram gentilmente cedidos por João Candido Portinari) Poemas: Carlos Drummond de Andrade Consultoria da leitura dos poemas: Marcio Aurélio Voz off: Leopoldo Pacheco É uma obra colorida, vibrante e com muito humor. O balé conta as aventuras de Dom Quixote, um sonhador visionário, que se dispõe a combater ?o erro, o falso e o mal de mil semblantes? e encontrar sua dama perfeita Dulcinéia; e a história do amor quase impossível de Kitri e Basílio, uma vez que ela estava prometida por seu pai a Gamache, um rico comerciante. Camponeses, toureiros e ciganos ajudam a compor a obra. Com a cumplicidade de Dom Quixote, o casamento dos apaixonados se realiza e é comemorado por todos. Dom Quixote é um dos mais populares balés em todo o mundo. A versão especial de Márcia Haydée para a São Paulo Companhia de Dança mantém alguns momentos reconhecíveis desta obra - criada originalmente por Marius Petipa (1818-1910) em 1869 e inspirada em um capítulo da obra de Miguel de Cervantes (1547-1616) com música composta por Ludwig Minkus (1826-1917) – ao mesmo tempo em que as atualiza com cenografia de Hélio Eichbauer e desenhos de Candido Portinari (1903-1962), figurinos de Tânia Agra, luz de José Luiz Fiorruccio, composições de Norberto Macedo (1939-2011) e poemas de Carlos Drummond de Andrade (1902-1987). Uma obra para se encantar e se apaixonar. ======================================================================= Mamihlapinatapai (2012) Coreografia: Jomar Mesquita com colaboração de Rodrigo de Castro Músicas: Te Amaré Y Después , de Silvio Rodrígues executada por Marina de La Riva; No Se Nada, de Rodrigo Leão; Tema Final, de Cris Scabello; As Rosas não Falam, de Cartola e Grupo Planetangos Iluminação: Joyce Drummond Figurino: Cláudia Schapira Um olhar compartilhado por duas pessoas, cada uma desejando que a outra tome uma iniciativa para que algo aconteça, porém, nenhuma delas age. Este é o significado de Mamihlapinatapai, palavra indígena originária da língua yaghan, de uma tribo da Terra do Fogo. O coreógrafo Jomar Mesquita utiliza elementos descontruídos da dança de salão para criar a peça, com movimentos que tratam da relação entre homens e mulheres. ======================================================================= Gnawa (2009) Coreografia: Nacho Duato Música: Hassan Hakmoun, Adam Rudolph, Juan Alberto Arteche, Javier Paxariño, Rabih Abou-Khalil, Velez, Kusur e Sarkissian Iluminação: Nicolás Fischtel Figurino: Luis Devota e Modesto Lomba Remontagem: Hilde Koch e Tony Fabre (1964-2013) Organização e produção original: Carlos Iturrioz Mediart Producciones SL (Espanha) Gnawa é uma peça que utiliza os quatro elementos fundamentais - água, terra, fogo e ar - para tratar da relação do ser humano com o universo. A obra apresenta o reiterado interesse de Nacho Duato pela gravidade e pelo uso do solo na constituição de sua dança. Os gnawas são uma confraria mística adepta ao islamismo, descendentes de ex-escravos e comerciantes do Sul e do centro da África, que se instalaram ao longo dos séculos no norte daquele continente. ======================================================================= Fada do Amor Pas de Deux (1993) Coreógrafa: Marcia Haydée Música: La Nymphe de Diane, No 16 B, de Léo Delibes (1836-1891), solo de violino executado por Jean Baptiste Marie e Roger André Iluminação: Nicolas Marchi Figurino: Evandro Machado Estreia pela SPCD: 2016 O duo traduz a energia e o amor da fada pelo ser humano marcado por sua entrega e delicadeza. O pas de deux integra Dr. Coppélius, O Mago de Marcia Haydée, uma releitura de Coppélia. A magia desta obra nos leva a perceber a leveza da bailarina que cruza a cena nos braços do bailarino. ======================================================================= Grand Pas de Deux de Dom Quixote (1869) Coreografia: SPCD a partir do original de 1869 de Marius Petipa (1818-1910) Música: Leon Minkus (1826-1917) Iluminação: Wagner Freire Figurinos: Tânia Agra Estreia pela SPCD: 2012 O Grand Pas de deux de Dom Quixote é o momento do casamento de Kitri e Basílio, personagens principais dessa obra. Coreografado por Marius Petipa, o balé Dom Quixote é baseado num capítulo da famosa obra de Miguel de Cervantes, que narra as aventuras do barbeiro Basílio e seu amor por Kitri, a filha do taberneiro.

Objetivos

A SÃO PAULO COMPANHIA DE DANÇA celebra 12 anos de existência e o projeto ?SÃO PAULO COMPANHIA DE DANÇA - PLANO BI-ANUAL 2021-2022? visa o desenvolvimento e continuidade das ações já desenvolvidas além do incremento de novas ações sempre visando o objetivo maior da Cia que é democratizar a arte da dança e fomentar novas plateias. O projeto almeja contribuir para a continuidade e o incremento das atividades previstas bem como completar a estratégia de trabalho estabelecida no planejamento da Companhia na montagem de um calendário prévio de médio/longo prazo com o oferecimento de eventos e atividades continuadas à população de forma garantida e gratuita ou a preços populares. Para o próximo triênio contemplamos as ações abaixo: Criação de 06 novas coreografias; Apresentações de espetáculos de dança; Produção de documentários audiovisuais sobre dois expoentes da dança;Produção de websérie educacionais com atividades interativas =========================================================NOVAS COREOGRAFIAS A SPCD busca uma conexão com a plateia pela paixão, curiosidade e percepçõ do mundo da dança em movimento. Para este projeto estão previstas 04 montagens com coreografias de artistas renomados: Coreógrafo 1 | Antonio Gomes _ coreografia de título provisório ?Valsas da Esquina?, com música homônima de Francisco Mignone; Coreógrafo 2 | Lars Van Cauwenbergh _ coreografia ?Segundo ato de Giselle?- remontagem de parte do clássico ?Giselle?, originalmente criada por Jules Perrot e Jean Coralli, com música de Adolph Charles Adams; Coreógrafo 3 | Leilane Teles _ ?UMBÓ? _ criação de uma obra que dialoga com a dança e a música brasileira; Coreógrafo 4 | Márcia Haydée - recriação do clássico do balé ?O Quebra-Nozes?, numa versão da renomada bailarina e coreógrafa brasileira.Coreógrafo 5 | Goyo Montero _ Petroushka _ conta a história de 3 bonecos que ganham vida.Coreógrafo 6 | Stephen Shropshire _ Brazil ======================================= APRESENTAÇÕES DE ESPETÁCULOS DE DANÇA Circulação de espetáculos da São Paulo Companhia de Dança: As apresentações da SPCD normalmente são constituídas por 2 a 3 obras do repertório da Companhia, podendo ou não contar com uma das obras novas produzidas no âmbito deste projeto e/ou de obras já existentes em seu repertório. De acordo com o teatro onde as apresentações irão ocorrer as obras do acervo da SÃO PAULO CIA DE DANÇA serão escolhidas, sempre levando em conta: - as especificidades técnicas de cada teatro, para que comporte as obras escolhidas; - o repertório eventualmente apresentado anteriormente em cada cidade; - as características do público, sempre visando a formação de novas plateias para a dança. Excetua-se desta composição os ballets clássicos, como O QUEBRA NOZES, que será apresentado ao final do ano, perto do período natalino. Neste caso a obra, que tem uma duração mais longa, é apresentada de forma exclusiva. Apresentação Digital _ Transmissão dos Espetáculos: prevê- se neste projeto a transmissão de até 04 espetáculos de forma on-line. Os serviços para a execução das transmissões contemplam a captação de som e imagem com qualidade digital, a transmissão ao vivo através de link de internet, que deve possuir razoável velocidade de tráfego de dados, além de uma hospedagem online para posterior upload de conteúdo referente a apresentaçnoes de dança que serão disponibilizados ao público. Caso não seja possível a realização em locais físicos, em função da pandemia, algumas ações serão convertidas para o formato on-line. Previsão de apresentações: São Paulo - Capital · 2021/2022 - 28 apresentações na cidade de São Paulo (SP) divididas em 02 ou mais temporadas, preferencialmente no Teatro Sérgio Cardoso ou Theatro São Pedro; (já realizadas). 2023 - 12 apresentações na cidade de São Paulo 2021/2022 - Interior de São Paulo:· 17 apresentações gratuitas em seis cidades distribuídas pelo Estado de São Paulo (já realizadas). 06 apresentações transmitidas ao vivo na forma on line (já realizadas) ========================================================= DOCUMENTÁRIOS A dança tem muitas histórias, e para revelar um pouco delas a Companhia realiza documentários a fim de preservar o patrimônio imaterial da arte da dança brasileira. Produziremos dois documentários de aproximadamente 26 minutos cada, acompanhado de folheto informativo com a cronologia, fotos e texto sobre o artista, com o intuito de resgatar a imagem de grandes ícones da dança do Brasil. O material contará com depoimentos de coreógrafos, professores, bailarinos e diretores de grande renome no cenário brasileiro. Os documentários serão registrados no suporte DVD; a distribuição - gratuita - dos DVDs será destinada a bibliotecas, universidades, ONGs, escolas, festivais e mostras de documentários. Os documentários também serão disponibilizados gratuitamente, para visualização sob demanda, em ferramentas de streaming da própria Companhia. O projeto trata da preservação do Acervo Cultural da Dança - os documentários registram e divulgam a história da dança brasileira com o objetivo de construir um mapa da Dança do País, por meio dos depoimentos dos que fizeram parte da história de tais personalidades. Personalidades a serem documentadas: Ilara Lopes e Hugo Bianchi Seis (06) unidades completas do material serão encaminhadas para o Ministério do Turismo para compor a prestação de contas e outras seis (06) unidades para a CINEMATECA BRASILEIRA, para composição de acervo. ========================================================= WEBSÉRIE EDUCATIVA Produção de 15 (quinze) episódios de Brincar e Dançar, que tem como objetivo estimular as crianças e seus familiares a se movimentarem e experimentarem a arte da dança dentro de suas casas a partir de instruções lúdicas transmitidas por meio de vídeos veiculados em ferramentas digitais. Ao mesmo tempo em que se propõem a incentivar a liberdade de imaginação e a criatividade dos pequenos, as atividades foram pensadas para usar o movimento como elo de conexão entre as famílias. Desse modo, o ambiente virtual se torna um espaço de mediação para que todos possam trabalhar noções de percepção corporal e de espacialidade, da criança ao idoso. As propostas lúdico-pedagógicas serão desenvolvidas por Márcia Strazzacappa, livre docente pela Faculdade de Educação da Unicamp, doutora em Artes pela Universidade de Paris e professora visitante sênior no PROFARTES da UFPB, além de clown de formação, e serão apresentadas nos vídeos por ela e por artistas da São Paulo Companhia de Dança, além de convidados. Os vídeos poderão ser acessados gratuitamente, via redes sociais, por qualquer pessoa com conexão à internet, e contarão com recursos de acessibilidade (tradução em Libras, audiodescrição e legendas Closed Caption). =========================================================OBJETIVOS ESPECÍFICOS · 2021/2022 - Produção de 4 coreografias;· 2023 _ Produção de 2 coreografias;· Realizar 44 apresentações da SÃO PAULO CIA DE DANÇA a saber: · 2021/2022 - 28 apresentações na cidade de São Paulo (SP); · 2021/2022 - 17 apresentações distribuídas em 09 cidades do Estado de São Paulo (Campinas, Campos do Jordão, Jundiaí, Marília, Praia Grande, Salto, Santa Bárbara d"Oeste, São Carlos e Ubatuba· 2021/22 - 06 apresentações transmitidas ao vivo na forma on line 2023 - 12 apresentações na cidade de São Paulo (SP);· Realizar 2 documentários sobre 2 personalidades da dança brasileira;. 2021/2022 - Produção de 10 (dez) episódios da Websérie BRINCAR E DANÇAR om conteúdo educativo. 2023 - Produção de 05 (cinco) episódios da Websérie BRINCAR E DANÇAR com conteúdo educativo =========================================================

Justificativa

Para a realização do projeto "PLANO BI-ANUAL - SÃO PAULO COMPANHIA DE DANÇA" o incentivo através do Ministério da Turismo é imprescindível, pois somente assim conseguiremos a oportunidade de buscar recursos na iniciativa privada e circular com espetáculos agraciados pela crítica e público, vez que seria impossível levar essas obras ao grande público sem esse incentivo, frente a um projeto desse porte. · O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: Inciso I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Inciso VIII _ estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; · O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91: Inciso II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. =============================================================== A possibilidade de captação de recursos pela Lei Federal para a realização de eventos gratuitos ou a preços populares para a população é a grande fonte de inclusão de pessoas formando plateia para a dança. Elencamos abaixo alguns dos benefícios que a Lei possibilita: · Ampliar o acesso da população brasileira aos espetáculos de dança; · Realizar espetáculos com acessibilidade comunicacional (libras, legendagem e audiodescrição) oferecendo também vivências sensoriais; · Oferecer ingressos com preços populares para ampliar o acesso à população; · Aumentar a atenção para a importância da dança na formação cultural do público em geral; · Incentivar a prática da dança; · Valorizar o artista nacional; · Possibilitar o acesso a obras de grandes coreógrafos nacionais e internacionais a diferentes públicos brasileiros. =======================================================================

Estratégia de execução

A remuneração dos bailarinos, ensaiadores , professores e alguns dos técnicos está inserida nos gastos anuais da São Paulo Cia de Dança, motivo pelo qual elencamos na planilha do presente projeto somente os custos para artistas convidados, especialistas de área os quais não fazem parte da equipe da SPCD e circulação do projeto. ======================================================================= A itinerância de espetáculos de dança permite um maior acesso do público em geral, possibilitando assim a interação entre o público e os artistas. Levar o artista até o público permite não só o acesso, mas também a formação de novos artistas e pessoas na área. A flexibilidade na apresentação dos espetáculos possibilita a integração e proximidade entre os artistas e plateia, entre a arte e o público. Fomenta o acesso a bens culturais, que só poderiam ser assistidos pela televisão, cinema e/ou internet, criando ainda, o gosto pela arte, o hábito de receber e a hospitalidade no acolhimento. =======================================================================

Especificação técnica

DOCUMENTÁRIO | ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Os documentários de 26 minutos cada em high-definition com versões para exibição e reaplicação: - 01 versão em DVD (Exibição); - 01 versão em arquivo “quicktime” em high-definition 1080/30P (Exibição). - 2.000 unidades de DVDs contendo 1.000 unidades de cada um dos filmes propostos (1 para cada artista) conforme descrito abaixo: a) 2.000 encartes (1.000 de cada) com 40 páginas cada / 10 lâminas com impressão 1x1 (preto) em papel couchê fosco 115g; acabamento: refilados, dobrados e grampeados manuseio (inserir encarte no interior do estojo do DVD). b) 2.000 capas de DVD (1.000 de cada): Formato aberto: 27,5cm x 18cm; 01 lâmina com impressão 1x0 (preto) em papel couchê fosco 115g (5 capas diferentes) manuseio: inserir capa no estojo do DVD, inserir DVD nas caixas luvas. c) 2.000 Duplicações de DVD (1.000 unidades com 26 minutos cada) gravação em bolachas estojos individuais de qualidade. Cada um dos documentários contém trilha sonora original, registro de título para exibição pública das obras (CPB – DARF - ANCINE), tradução e legenda do português para o inglês, closed caption e quando necessárias autorizações de todas as fotografias, vídeos e imagens e computação gráfica (gerador de caracteres) de todos os documentários. Por se tratar de um documentário optamos por não apresentar um roteiro, tratando a realização do filme como uma pesquisa que se conclui na etapa de edição. Essa pesquisa considera a riqueza dos depoimentos e registros a que se propõe. ======================================================================= ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DA WEBSÉRIE · Serão 10 brincadeiras a serem mostradas/ensinadas/jogadas, em 10 episódios de aproximadamente 15 minutos cada; · Veiculação apenas pelo canal da SPCD (SÃO PAULO CIA DE DANÇA) no YouTube https://www.youtube.com/AudiovisualSPCD · O site permitirá a inclusão, edição e exclusão de conteúdos on line; · Descrição das páginas: O canal da Companhia na plataforma YouTube é um espaço que agrega todos os conteúdos audiovisuais da São Paulo Companhia de Dança; · Descrição das fontes de alimentação de conteúdo: O canal da São Paulo Companhia de Dança no YouTube é alimentado pelas equipes de Memória e Comunicação da Companhia · A veiculação será no canal da São Paulo Companhia de Dança no YouTube, a questão relativa a reserva de domínio não se aplica

Acessibilidade

======================================================================= Acessibilidade Física | Espetáculos de Dança Para os cidadãos idosos, os espetáculos previstos no projeto estão adequados às determinações do art. 23 da Lei 10.741, de 1º de outubro de 2003 (Estatuto do Idoso), uma vez que será respeitada a prática da meia-entrada para idosos. No que se refere às pessoas com deficiências é de conhecimento da produção que os locais escolhidos para a realização das ações do “PLANO BI ANUAL - SÃO PAULO COMPANHIA DE DANÇA” deverão possuir os devidos equipamentos e instalações que facilitem o livre acesso da pessoa com deficiência, de modo a possibilitar o pleno exercício dos seus direitos culturais, em conformidade com os Art. 46 e 47 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999 tais como: acesso por meio de rampas, banheiros adaptados para pessoas com deficiência, lugares adaptados e reservados na plateia, entre outras condições de acessibilidade. Acessibilidade De Conteúdo | Espetáculos de Dança No mínimo, 20% das apresentações da São Paulo Companhia de Dança contarão com acessibilidade comunicacional por meio do uso da tecnologia avançada de aplicativo que transmite para smartphones e tablets os recursos de audiodescrição, janela de libras e legendagem, permitindo às pessoas com deficiência entrarem em contato com a experiência da dança. A construção do roteiro de dança para audiodescrição, libras e legendagem, se dá a partir de um minucioso trabalho de estudo da obra a fim de detalhar aspectos como cenário, figurino, iluminação, movimentação e características físicas dos bailarinos. Acessibilidade para deficientes visuais: audiodescriçãoAcessibilidade para deficientes auditivos: intérprete em libras ======================================================================= Acessibilidade De Conteúdo | Documentário Acessibilidade física: não se aplica Acessibilidade para deficientes visuais: Acessibilidade para deficientes auditivos: legenda em closed caption No intuito de possibilitar acesso às pessoas com deficiência auditiva, os documentários terão incluso no menu a opção de legenda em closed caption e inglês. Os documentários serão distribuídos, no formato DVD, gratuitamente, para bibliotecas, instituições de pesquisa e ensino, organizações sociais e projetos de arte-educação com atividades ligadas à Dança e instituições de atendimento e apoio a pessoas com deficiência. Os documentários também serão disponibilizados gratuitamente, para visualização sob demanda, em ferramentas de streaming da própria Companhia. ======================================================================= Acessibilidade De Conteúdo | Websérie Educativa Com o objetivo de ampliar seu alcance a todos os públicos, os episódios educacionais do projeto Brincar e Dançar contarão com recursos de acessibilidade, a saber: tradução em Libras e/ou audiodescrição. Acessibilidade física: não se aplica Acessibilidade para deficientes visuais: audiodescrição Acessibilidade para deficientes auditivos: intérprete em libras Os vídeos serão disponibilizados no canal da SPCD no YouTube e poderão ser acessados gratuitamente por qualquer pessoa com conexão à internet. ====================================================================== Acessibilidade De Conteúdo | Contrapartida Social Acessibilidade física: acesso por meio de rampas, banheiros adaptados para pessoas com deficiência, lugares adaptados e reservados na plateia, entre outras condições de acessibilidade. Acessibilidade para deficientes visuais: recursos de audiodescrição Acessibilidade para deficientes auditivos: intérprete em Libras Realização de até 04 (quatro) palestras de mediação em dança, com até 25 minutos cada. As palestras serão disponibilizadas no canal da Companhia no YouTube com recursos de audiodescrição e/ou Libras e poderão ser acessadas gratuitamente a qualquer momento. =======================================================================

Democratização do acesso

Medida de Democratização | Apresentações de Dança 1. AMPLICAÇÃO DEO ACESSO | Em atendimento a Instrução Normativa nº 2 de 23 de abril de 2019, artigo 20, inciso I, alínea a, a distribuição de ingressos para população de baixa renda se dará através de doação de 20 % dos ingressos a instituições ou associações que tenham por finalidade atender camadas menos assistidas da população e com menor poder aquisitivo. Temos ciência da obrigatoriedade de comprovação dos ingressos destinados às instituições ou associações através de declarações comprovando a quantidade de ingressos doados. 2. De acordo com a Instrução Normativa nº 2 de 23 de abril de 2019, artigo 21, inciso V e no intuito de contribuir com a democratização do acesso a bens culturais a diretora Inês Bogéa, ministrará palestras de até 40 minutos antes dos espetáculos, em ao menos 20 apresentações no Teatro Sérgio cardoso, em São Paulo, que poderão ser substituídas em função da pandemia para o formato virtual. Caso não seja possível, em função da pandemia a realização das apresentações presenciais, faremos 4 palestras que serão transmitidas no formato virtual com público maior do que o presencial. Acompanhada de um bailarino, o conteúdo versa sobre a arte da dança em geral, história e informações sobre o coreógrafo e a coreografia, dramaturgia além de curiosidades e detalhes da montagem com o intuito de aproximar o público do universo de que trata o espetáculo, contribuindo desta forma para a melhor fruição do programa da noite por parte do público. A São Paulo Companhia de Dança tem como missão, dentre outras, a proposta de democratizar o acesso a esta arte. ====================================================================== Medida de Democratização | Documentário O material não será comercializado e será enviado gratuitamente para bibliotecas públicas, ONGs, universidades e instituições de ensino formal e não-formal e instituições que atendam pessoas com necessidades especiais. Desta forma, procura-se elevar o potencial de acesso ao conteúdo dos DVDs, estimulando a pesquisa e conhecimento da dança brasileira. Seis (06) unidades completas do material serão encaminhadas para o Ministério do Turismo para compor a prestação de contas e outras seis (06) unidades para a CINEMATECA BRASILEIRA, para composição de acervo. O projeto vislumbra a continuidade da parceria de divulgação com a TV Cultura. A Associação Pró-Dança é parceira da TV Cultura, Canal Arte 1 e canal Curta! na exibição de documentários, desde a sua criação, também visando a popularização desta temática nos meios de comunicação convencionais, sobretudo, em TV aberta. ======================================================================= Medida de Democratização | Websérie Educativa Os episódios dda Websérie Brincar e Dançar não serão comercializados e serão disponibilizados de forma totalmente gratuita via ferramentas de streaming da Companhia para visualização sob demanda, a qualquer momento. O material também será compartilhado com ONGs, instituições de ensino formal e não-formal e instituições que atendem pessoas com necessidades especiais. Desta forma, procura-se elevar o potencial de acesso aos conteúdos, que visam contribuir para o desenvolvimento da coordenação motora fina das crianças e estimular a conexão entre elas e seus familiares. =======================================================================

Ficha técnica

O proponente emitirá nota fiscal referente a GESTÃO FINANCEIRA, CAPTAÇÃO DE RECURSOS, ASSISTENTE DE PRODUÇÃO, COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO, DIREÇÃO ARTÍSTICA E DIREÇÃO DE PRODUÇÃO ========================================================= FICHA TÉCNICA Direção Artística e Geral | Inês Bogéa Coordenação de Produção e Geral | Associação Pró-Dança Direção de Produção | Luca Baldovino Produtor Executivo | Antônio Magnoler Junior Coordenadora de Comunicação e Marketing |Rita Pimentel Coordenadora de Educativo e Comunicação | Amanda Queirós -------------------- Coreógrafo 1 | Antonio Gomes Coreógrafo 2 | Lars Van Cauwenbergh Coreógrafo 3 |Leilane Teles Coreógrafa 4 | Márcia Haydée Coreógrafo 5 | Goyo Montero Coreógrafo 6 | Stephen Shropshire -------------------Bailarina Homenageada 1 | Ilara Lopes Bailarino Homenageada 2 | Hugo Bianchi ------------------ Roteiro e Orientação Pedagógica da Websérie | Márcia Strazzacappa e Paula Salles ========================================================= ASSOCIAÇÃO PRÓ-DANÇA (Proponente) A Associação Pró-Dança (APD) foi criada em junho de 2009, tendo sido qualificada como Organização Social de Cultura, em 30 de outubro de 2009, conforme ato publicado no Diário Oficial nº. 204, de 31 de outubro de 2009, p. 01. A Associação Pró-Dança tem três Conselhos (Administração, Fiscal e Consultivo), formado por pessoas de notório saber em diferentes áreas do conhecimento e interessadas na produção, difusão e sustentação da dança. São membros do Conselho de Administração os senhores Ricardo Uchoa Alves Lima (Presidente), Rachel Coser (Vice-Presidente), Ana Grisanti de Moura, Andrea Calabi, Celso Curi, Danilo Santos de Miranda, Eduardo Saron Nunes, Elisa Marsiaj Gomes, Eugênia Gorini Esmeraldo, Flávia Regina de Souza Oliveira, Gioconda Bordon, José de Oliveira Costa, Letícia Forattini Martins e Luciano Cury. Fazem parte do Conselho Fiscal os Srs. Helio Nogueira da Cruz (Presidente), Iside Maria Labate Maiolini Mesquita, José Carlos de Souza Santos e Eduarda Bueno (Suplente). A Associação possui Conselho Consultivo formado pelos Srs. Rodolfo Villela Marino (Presidente), Anna Beatriz Galvão, Eduardo Toledo Mesquita, Eric Alexander Klug, Fernando José de Almeida, Jorj Petru Kalman, José Fernando Perez, Lygia da Veiga Pereira Carramaschi, Maria do Carmo Abreu Sodré Mineiro, Maria Cristina Frias, Ricardo Campos Caiuby Ariani, Rodolfo Villela Marino e Walter Appel. São membros associados da Pró-Dança os senhores: Ana Grisanti de Moura, Arnaldo Vuolo, Debora Duboc Garcia, Eduardo Saron, Elisa Marsiaj Gomes, Eric Alexander Klug, Eugênia Gorini Esmeraldo, Gioconda Bordon, Henri Philippe Reichstul, Inês Vieira Bogéa, Jorj Petru Kalman, José de Oliveira Costa, José Fernando Perez, Luca Baldovino, Luciano Cury, Lygia da Veiga Pereira Carramaschi, Maria do Carmo Abreu Sodré Mineiro, Ricardo Campos Caiuby Ariani, Ricardo Cavalieri Guimarães, Ricardo Uchoa Alves Lima, Rodolfo Villela Marino, Suzana Maria Salles França Pinto e Walter Appel. A principal atividade da Pró-Dança é a gestão da São Paulo Companhia de Dança através de Contrato de Gestão firmado com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo em dezembro de 2009 (CG 38/2009) e renovado outras duas vezes (nº 01/2014 para o período de 2014 a 2019 e nº 01/2019 para 2019 a 2024). A Pró-Dança consolida-se, dia após dia, como referência na dança, na produção e circulação de espetáculos, com a presença de um público elevado para a área, e também em função de suas atividades extra-palcos de formação, memória e sensibilização de plateias para a dança. A São Paulo Companhia de Dança foi criada em janeiro de 2008 pelo Governo do Estado de São Paulo e é dirigida por Inês Bogéa, doutora em Artes, documentarista e escritora. Ao longo desse período a Companhia foi assistida por um público presencial superior a 762 mil pessoas em 17 países, passando por mais de 144 cidades, em 1001 apresentações. Nos primeiros doze anos de atuação a SPCD/APD conquistou excelência artística e reconhecimento do público e da crítica nacional e internacional. O repertório da São Paulo Companhia de Dança contempla remontagens de obras clássicas, modernas e contemporâneas, além de peças inéditas, criadas especialmente para o seu corpo de bailarinos. No Brasil não há tradição de apresentações de obras canônicas da dança, como o repertório clássico dos séculos XIX e XX. Ao levar estas obras e suas criações inéditas para o público das diferentes regiões do país, a Companhia propicia amplo acesso aos bens culturais da humanidade. As apresentações da Companhia ocorrem na Capital, no interior e litoral do Estado de São Paulo, e em outros Estados. A SPCD realiza também turnês internacionais a fim de promover a arte do Brasil no exterior. A dança tem muitas histórias, e para revelar um pouco delas a Companhia procura eterniza-las através de documentários. Os Programas Educativos e de Formação e Sensibilização de Plateia para a Dança, outra vertente de ação da SPCD, vem no movimento da Companhia - a cada cidade por onde nos apresentamos encontramos pessoas que apreciam e praticam a arte da dança. Nas Palestras de Dança temos a oportunidade de diálogo sobre os bastidores dessa arte; nas Oficinas de Dança, um encontro para vivenciar o cotidiano dos bailarinos da SPCD e nos Espetáculos Gratuitos para Estudantes e Terceira Idade a proposta é de ver, ouvir e perceber o mundo da dança. ========================================================= Direção Artística e Geral | Inês Bogéa Diretora artística da São Paulo Companhia de Dança. Doutora em Artes (Unicamp, 2007), bailarina, documentarista, escritora, professora no curso de especialização Arte na Educação: Teoria e Prática da Universidade de São Paulo (USP) e autora do ?Por Dentro da Dança? com a São Paulo Companhia de Dança na Rádio CBN. De 1989 a 2001, foi bailarina do Grupo Corpo (Belo Horizonte). Foi crítica de dança da Folha de S. Paulo de 2001 a 2007. É autora de diversos livros infantis e organizadora de vários livros. Na área de arte-educação foi consultora da Escola de Teatro e Dança Fafi (2003-2004) e consultora do Programa Fábricas de Cultura da Secretaria de Cultura do Estado (2007-2008). É autora de mais de quarenta documentários sobre dança, entre eles Renée Gumiel, a vida na pele(2005), Maria Duschenes - o espaço do movimento (2006), e da série Figuras da Dança. | inesbogea.com ========================================================= Direção de Produção | Luca Baldovino Iniciou seus trabalhos na área cultural como bailarino, em 1981, e atuou em companhias como Cisne Negro (São Paulo), Balé Guaíra (Curitiba) e na montagem brasileira do musical A Chorus Line. Em teatro atuou nos grupos: Boi Voador - surgido dentro do Centro de Pesquisa Teatral de Antunes Filho, na CER - Companhia Estável de Repertório, de Antonio Fagundes, nos espetáculos Cyrano de Bergerac, com direção de Flávio Rangel, Nostradamus, com direção de Antônio Abujamra, Fragmentos de um Discurso Amoroso, com direção de Ulysses Cruz; e na companhia italiana Piccolo Teatro di Milano, no espetáculo Il Conte di Carmagnola, em Milão, Itália. Dirigiu e produziu os espetáculos Jogo de Cena, com Stênio Garcia e Mistero Buffo de Dario Fo, com Luiz Furlanetto. Como cenógrafo, recebeu o Prêmio APCA - Associação Paulista de Críticos de Arte - pela cenografia do espetáculo Pantaleão e as Visitadoras, de Vargas Llosa, com direção de Ulysses Cruz. Realizou trabalhos de produção e direção técnica para diversas companhias estrangeiras em festivais brasileiros entre elas, o Ballet da Ópera de Lyon, La Fura dels Baus, Ópera de Pequim, Dance Theatre of Harlem, Teatro Maly de São Petersburgo, e outras. Foi diretor do Teatro Mars, em São Paulo, entre 1991 e 1995, além de produtor de companhias de dança como a francesa À Fleur de Peau e a brasileira Núcleo Omstrab. ========================================================= Produtor Executivo | Antônio Magnoler Junior Trabalhou no projeto do Governo francês Cargo 92 junto com a Prefeitura do Município de São Paulo com os seguintes espetáculos: Triton - Compañía Philippe Decouflé, A Verdadeira História da França - grupo Royal de Luxe, King of Bongo - grupo Mano Negra e Derives - Companhia Philippe Genty. Entre seus outros projetos destacam-se a pré-produção do Ballet da Opera de Lyon no Brasil em 1993, Les Grands Ballets Canadiens (turnê brasileira 1997), Companhia de Ballet de Nova York (1998), Eva La Hierbabuena e Carmen Linares - Teatro Municipal de Sao Paulo - 1999), Ópera de Pequim (Teatro Alfa - 2000), e outros. Em Santiago, Chile, assinou a direção técnica dos grupos internacionais no Festival Internacional Santiago a Mil - Festival de Teatro, Música e Dança (2006), além da apresentação da companhia de Pina Baush (2007) e o projeto de residência coreografia da artista (2009). =========================================================Coordenadora de Comunicação e Marketing | Rita Pimentel Com formação em marketing, atua há mais de 15 anos no setor cultural na gestão de Relacionamento de Parceiros e Patrocinadores, Programa de Sócios e Assinantes. Tem forte atuação no estabelecimento de relacionamentos institucionais por meio de captação de parceiros, patrocinadores e apoiadores. =========================================================Coordenadora de Comunicação e Educativo | Amanda Queirós É jornalista, crítica de dança e mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP. Foi editora de cultura do Metro Jornal e repórter dos jornais O Povo e Folha de S.Paulo, além de ter colaborado para diversas publicações. Atuou como pesquisadora das enciclopédias Itaú Rumos Dança e Dança em Rede e integrou a Comissão de Dança da Associação Paulista de Críticos de Artes (APCA) entre 2016 e 2019. =========================================================Roteiro e Orientação Pedagógica da Websérie | Márcia Strazzacappa É livre docente (Unicamp), doutora em Artes: estudos teatrais e coreográficos (Universidade Paris 8/França), Mestre em Educação, Bacharel em Dança e Licenciada em Pedagogia (Unicamp). Foi pesquisadora do LUME (1986/1999). É docente aposentada da Faculdade de Educação/Unicamp, onde atuou por 20 anos. Colaboradora da Faculdade de Ciências Médicas da UNICAMP. Atualmente, é professora visitante sênior do Mestrado Profissional em Artes em Rede Nacional/PROF-Artes/UFPB em João Pessoa/PB. Líder do Laboratório de estudos sobre Arte, Corpo e Educação – LABORARTE. Foi membro do comitê científico e coordenadora do GT 24 Educação e Arte da ANPED (Associação Nacional de Pesquisa em Educação). É membro e atual coordenadora do GT Pedagogia das Artes Cênicas da ABRACE (2019/2021). Na administração universitária, foi diretora associada da Faculdade de Educação (2008/2012), Coordenadora da Comissão Permanente de Vestibulares/COMVEST(2013/14) e das Licenciaturas (2001/2003). Tem várias publicações sobre ensino de arte, formação de professores (dança e teatro) e educação somática, destacando: ?Educação Somática e Artes Cênicas? (Papirus, 2012). É bolsista de produtividade em pesquisa 1D do CNPq (Arte). Ganhadora do Prêmio de Reconhecimento Docente pela Dedicação ao Ensino de Graduação da Unicamp. Tem um clown, Dona Clotilde, que se apresenta no Brasil e no exterior. Seu último trabalho cênico intitula-se ?Lalibela? (2019). =========================================================Roteiro e Orientação Pedagógica da Websérie | Paula SallesÉ mestre em comunicação e semiótica pela PUC-SP, especialista em estudos contemporâneos em dança pela UFBA, bacharel e licenciada em dança pelo IA da Unicamp. Integra a Ouvindo Passos Cia de Dança, desde 2013, da qual também é co-fundadora. É professora de licenciatura em dança e teatro da Faculdade Paulista de Artes e na São paulo Escola de Dança. Trabalha com dança contemporânea e suas interfaces com a dança brasileira e a abordagem somática do corpo.=========================================================Coreógrafo 1 | Antonio Gomes Bailarino, coreógrafo, diretor cênico. Brasileiro, nascido em São Paulo, radicado na Suiça (Genebra) depois de 1980. As suas obras coreográficas estão inscritas no repertório de prestigiosas Companhias e Teatros da Europa, América do Sul e Central. Como coreógrafo realizou importantes trabalhos para os Ballets das Óperas de Berlin, de Hannover, de Mannheim, Wiesbaden, Braunschweig, Karlsruhe, Kassel, Nuremberg, Augsburg, Oldenburg, Hof, Pforzheim, Ingolstadt e Chemnitz na Alemanha. Na Suiça, suas obras foram integradas no repertório dos Ballets das Opéras de Genebra, Lucerna e Berna, bem como no Ballet National de Nancy et Lorraine na França, e no Ballet da Ópera de Innsbruck na Áustria. Antonio Gomes foi requisitado para remontar uma das suas coreografias na Argentina, para o Ballet Contemporaneo del Teatro Municipal General San Martin de Buenos Aires, e posteriormente convidado para uma criação no The Israel Ballet em Tel Aviv. Por inúmeras vezes, no Caribe, ele colabora e cria obras originais para o Ballet Nacional Dominicano, e também para a ANDANZA Compañia Puertorriqueña de Danza Contemporânea, em San Juan de Puerto Rico. No Brasil ele participa de estreias, criando um novo trabalho para o Balé do Teatro Castro Alves da Bahia e outro para o Grupo Cisne Negro Companhia de Dança de São Paulo. Seu repertório de obras comporta um vasto número de coreograficas, divididas entre Ballets, Comédias Musicais (Hair, Evita, Jesus Cristo Superstar, Cabaret), Óperas incluindo a direção cênica (Maria de Buenos Aires / Piazzolla, Orfeu eEurídice / Gluck...) e Peças de Teatro e Filmes para a Televisão. Antonio Gomes foi coreógrafo residente do Ballett des Staatstheater Braunschweig, Alemanha de 1994 a 2000, participando em diversas produções. =========================================================Coreógrafo 2 | Lars Van Cauwenbergh Dançou no English National Ballet, no Sttatstheater Wiesbaden e como convidado em grandes companhias ao redor do mundo, como: L’Opéra de Paris, Théâtre du Capitole, La Scala de Milano, West Astralian Ballet, dentre outras. Após uma carreira de sucesso dançando, trabalhou como professor de Técnica Clássica e assistente de direção: Cia de Dança Palácio das Artes, Grupo Corpo, Studio 3 e Ballet Jovem de Minas Gerais. Já atuou como ensaiador da São Paulo Companhia de Dança, onde hoje, é professor. Além disso, atua como assistente de direção e professor/ensaiador no IOA Dança – Instituto de Orientação Artística de Jundiaí. =========================================================Coreógrafa 3 |Leilane Teles Bailarina profissional, formada pela Escola de Dança da FUNCEB, tem vasta experiência com as técnicas moderna e clássica, além de grande vivência com a linguagem da dança contemporânea. Fez residência artística na Biennale di Venezia, na Itália, com direção de Ismael Ivo, onde trabalhou com coreógrafos e ensaiadores de companhias internacionais como William Forsythe, Wim Vanderkeybus, Companhia ?Rosas’, e o Stuttgart Ballet. Integrou o elenco da Companhia Augusto Soledade Brazzdance, em Miami, dirigida por Augusto Soledade e o Balé Jovem de Salvador, na Bahia, dirigida por Matias Santiago; participou do projeto BTCA Memórias, com o Balé do Teatro Castro Alves, na remontagem do ballet ?Sertania?, de Lia Robatto. Desenvolveu e criou vídeos dança ao longo de sua carreira, consolidando sua experiência como coreógrafa, diretora e editora de vídeo e intérprete-criadora. É também cantora e atriz, participou de várias montagens de teatro musical brasileiro e estrangeiro, no Brasil e fora dele. Das peças que se destacam em sua trajetória são: ?Chacrinha, o musical?, ?Vamp, o musical?, ?Voices of the Amazon? – Londres, e tour pela Asia, ?Escola do Rock?, e ?Donna Summer, musical?. Além de ter feito workshops e residências de dança com artistas como Paco Gomes(BRA\EUA), Leonardo Rodrigues (BRA\Alemanha), Luiz Fernando Bongiovanni, Alex Soares, Ricardo Scheir, Lúcia Porta, Daniela Stasi, Francesca Harper (EUA), Jozef Frucek (Eslováquia), Linda Kapetanea (Grécia), Terence Lewis (Índia), Ko Morobushi (Japão), Pichet Klunchun (Tailândia), Eldad Bem Sasson (Israel). =========================================================Coreógrafa 4: Márcia Haydée Dançarina brasileira de consagração mundial, conhecida como a "Callas da dança" por sua grande força interpretativa. Em sua carreira, dançou no Ballet Marques de Cuevas e, logo em seguida, nos anos 1960, foi admitida no Ballet de Stuttgart, onde se revelou uma grande artista e bailarina após se tornar musa do diretor John Cranko (1927-1973). Na década seguinte, após a morte dele, Márcia assumiu a direção da companhia, onde permaneceria por 20 anos trabalhando ao lado nomes como Richard Cragun (1944-2012), Rudolf Nureyev (1938-1993), Maurice Bejárt (1927-2007), John Neumeier e outros. Atualmente, dirige o Ballet de Santiago, no Chile. Em 2015, Marcia criou O Sonho de Dom Quixote especialmente para a São Paulo Companhia de Dança. Essa obra foi sua primeira criação para uma companhia no Brasil. =========================================================Coreógrafo 5| Goyo Montero Bailarino, diretor de balé e coreógrafo espanhol. É diretor e coreógrafo principal do Nuremberg Ballet, onde criou mais de vinte obras. Também já criou para outras renomadas companhias como Les Ballets de Monte Carlo, Ballet de Zurich, Ballet de Sodre. Desde 2019, é coreógrafo residente do Acosta Danza, sendo eleito em 2018 como Melhor Diretor pela Revista Dance Europe. Com as suas coreografias, participou de vários festivais ao redor do mundo e recebeu importantes prêmios ao longo de sua carreira como prêmio Nacional de Dança pelo Ministério da Cultura da Espanha (2012), Coreógrafo do Ano pela Dance for You; Melhor Coreógrafo pela DanzDanza, entre outros. Assina diferentes obras, como Square X 7 (1999), Vasos Comunicantes (2003), Anthem (2019) e Sacre (2019), entre outros. Para a SPCD criou Anthen. =========================================================Coreógrafo 6 | Stephen Shropshire Coreógrafo, curador e pesquisador independente de dança; graduado pela Juilliard School em Nova York e mestrado em Artes e Patrimônio pela Universidade de Maastricht. Entre 2009 e 2012, foi o diretor artístico da Noord Nederlandse Dans na Holanda. Em 2016, sua fundação foi estabelecida para facilitar o desenvolvimento contínuo e a apresentação de novos trabalhos coreográficos. Em 2017, Shropshire recebeu um prêmio de honra especial do Dansersfonds '79 pela "consistente harmonia estética em seu trabalho" e em 2018 sua coreografia We Are Nowhere Now Else But Here foi nomeada para o VSCD 'Zwan' pela performance de dança mais impressionante de 2017.=========================================================Bailarina Homenageada 1 | Ilara Lopes Bailarina formada pela Royal Academy of Dance, método no qual se especializou também como professora e do qual é uma das principais referências do Brasil. Mantém escola de dança em São Paulo desde 1964. Com Ricardo Ordoñez, fundou em 1980 o Ballet de Câmara da Cidade de São Paulo, do qual foi solista por cinco anos. Em 1984, fundou o Grupo Uirapuru. Como bailarina, foi premiada duas vezes no Festival de Dança de Joinville e dançou em vários estados brasileiros como convidada. De 1992 a 1996, foi assistente de direção artística da então Escola Municipal de Bailados de São Paulo. Desde 1995, é examinadora da Royal Academy of Dance, tendo já feito parte de bancas em países como Alemanha, EUA, Grécia, Singapura e México. Foi ainda professora-ensaiadora da São Paulo Companhia de Dança entre 2013 e 2014. ========================================================= Bailarino Homenageada 2 | Hugo Bianchi Nascido em Fortaleza em 29 de abril de 1926, começa a dançar ainda adolescente, de forma autodidata, inspirado por musicais de Fred Astaire. Entre os anos 1940 e 1950, trabalha com teatro de revista no Rio de Janeiro enquanto faz sua formação em balé clássico com Eros Volúsia. Paralelamente, dança em programas na TV Tupi, Excelsior e TV Rio, além de atuar em mais de 40 filmes da Atlântida. Retorna a Fortaleza nos anos 1960, onde se intercala entre a cena teatral local e turnês pelo Nordeste como parte do elenco do Circo Tihanny. É também nesse período que abre sua escola, que viria a formar boa parte das professoras que hoje mantêm escolas na capital cearense, como Madiana Romcy e Monica Luiza. =========================================================

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2023-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo