| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 01023570000160 | Banco Rabobank Internacional Brasil S/A | 1900-01-01 | R$ 425,2 mil |
Nosso produto principal é o documentário média metragem intitulado "Campo e Sustentabilidade II", com 52' de duração e editado em 2k, som stereo, colorido. Trata-se de um aprofundamento das questões ligadas ao documentário produzido ano passado, "Campo e Sustentabilidade", que investiga a possibilidade de se produzur alimento sustentável para 10 bilhões de pessoas nos próximos anos.O filme, mais que complementar o primeiro documentário, se sustenta sozinho enquanto narrativa e exibição.Nosso ponto de partida será uma questão cada vez mais premente: o aumento dos níveis de exigência do mercado em toda cadeia de produção, distribuição e consumo de alimentos.O segundo produto (nossa contrapartida social) será uma roda de conversa dirigida a gricultores familiares, consumidores e compradores.
Campo e Sustentabilidade II - o amanhã é hoje.Classificação etária: LIVREDurante a produção e montagem do documentário “Campo & Sustentabilidade – Equilíbrio possível ou utopia”, nos deparamos com temas que poderiam ser aprofundados e surgiram também novas questões que nos pareceram de grande relevância, mas não havia espaço, pois 50’ é um tempo exíguo para um assunto tão complexo. Nos deparamos com a oportunidade de partir para a produção de um novo documentário, uma espécie de continuação, que complemente o primeiro, mas que também se sustente sozinho enquanto narrativa e exibição.Nosso ponto de partida será uma questão cada vez mais premente: o aumento dos níveis de exigência do mercado em toda cadeia de produção, distribuição e consumo de alimentos.Internacionalmente, uma nova palavra passa a fazer parte do vocabulário de todos os envolvidos na cadeia de produção: ESG, sigla que, em bom português, significa Meio Ambiente, Ética Social e Governança. E o que isto quer dizer? Que o mercado passa a dar preferência a alimentos que são produzidos de forma ambientalmente sustentável, seguindo princípios sociais éticos e com transparência do ponto de vista da governança. Esta questão tem chamado a atenção de governos de países que negociam com o Brasil, principalmente europeus, no sentido de coibir negócios com produtores que não se inserem nos princípios da ESG. Mesmo localmente, lideranças empresariais, principalmente do setor financeiro, fazem pressão para que se encontre meios de coibir o desmatamento e destruição de ecossistemas, o que inclui o não financiamento de produtores que não utilizem métodos sustentáveis de produção. No Brasil, pesquisa realizada recentemente pela Febraban junto à população, mostra que, apesar de todas as restrições que estão vivendo com a pandemia, os cidadãos estão preocupados com as questões socioambientais: 78% acham que o Brasil deveria cuidar melhor do meio ambiente, o mesmo percentual se mostram preocupados com a poluição das águas, 76% preocupam-se com o desmatamento na Amazônia. Ou seja: aqui também o consumidor começa a se preocupar com a sustentabilidade do que come e dos ecossistemas que proporcionam que esses alimentos sejam produzidos. A produção sustentável de alimentos entra na pauta cotidiana de governos, organismos internacionais, organizações financeiras, da cadeia de produção, distribuição e comercialização. E também já preocupa o cidadão comum. Talvez intensificado[SP1] pela pandemia Covid-19, o sentimento de cuidado das pessoas com relação à saúde do planeta se amplia. Aumentam as pressões para que se produza de forma correta, do ponto de vista ambiental, social e de governança. O Brasil, como grande produtor e exportador de alimentos, está no foco dessas preocupações. Apesar de contar com uma legislação restritiva, o país tem visto crescer de forma expressiva, sobretudo nos últimos dois anos, o número de queimadas em ecossistemas importantes como a Amazônia e o Cerrado (este um dos principais polos de produção de alimentos do pais). Para construir essa narrativa, iremos acompanhar um agricultor familiar cuja produção é voltada para o mercado interno, e um médio agricultor, cuja produção seja voltada para a exportação. Ambas categorias são significativas na economia brasileira e valem uma boa investigação. A agricultura familiar aporta aproximadamente 70% dos alimentos que vão para a mesa dos brasileiros, e a zona rural de São Paulo é onde se produz parte significativa da comida consumida no país (tanto nos lares como nas escolas) como é o caso da mandioca (87%), do feijão (70%), da carne suína (59%), do leite (58%), da carne de aves (50%) e do milho (46%), entre outros. O médio agricultor é responsável pela exportação de produtos como como o cacau, o arroz, o feijão e a fruticultura, com forte presença em nossa economia. Ainda estamos em fase de pesquisa, mas provavelmente iremos acompanhar um produtor do vale do São Francisco, região que tem produção anual de mais de um milhão de toneladas de frutas e é responsável por 95% das exportações brasileiras de uvas e mangas.Vamos buscar aproximar a audiência de nossos “personagens”, que nos colocarão as questões centrais que permeiam seu trabalho, partindo de suas realidades, distintas entre si mas também com muitas semelhanças, e a busca da adequação à produção com índices cada vez mais altos de sustentabilidade. Embora os problemas enfrentados tenham especificidades próprias - a produção voltada para a exportação tem que cumprir regras e exigências, como certificações internacionais, por exemplo, que custam caro e os produtores de orgânicos ou itens para a merenda escolar precisam cumprir certos protocolos, ao final todos têm que ser sustentáveis e produzir aquilo e da forma que o mercado quer. Mostraremos que há uma diferenciação entre a estrutura de produção do médio produtor que produz para exportação e o produtor da agricultura familiar. Por exemplo, enquanto um utiliza esquemas mais formais para utilização de mão de obra, o agricultor familiar se baseia em relações mais informais. Os tipos de culturas que eles praticam também são diferentes, em função dos mercados que atendem. Nesta jornada listamos alguns pontos que serão abordados e que representam desafios importantes a serem superados, tanto pelo pequeno produtor que está voltado para o mercado doméstico como por aquele médio produtor que destina seus produtos à exportação: Disputa pela terra; Sustentabilidade;Financiamento escasso; Papel das CooperativasCustos; Apoio Técnico.O documentário também será permeado por depoimentos de: - Governo (Ministérios do Meio Ambiente e da Agricultura), abordando as ações que são adotadas para combater o desmatamento, conservar mananciais e o apoio que é dado (ou não) a produtores que tentam ser sustentáveis; - Ministério Público (De preferência um promotor do MPF do Pará) para falar sobre disputas pelas terras, queimadas, desmatamento etc; - Febraban, BNDES e Rabobank, para falar sobre como o setor financeiro pode contribuir para que os produtores possam adotar práticas mais sustentáveis; - Embrapa e CACs em São Paulo: que práticas sustentáveis proporcionam aos produtores; - Faculdade de Saúde Pública (Departamento de Nutrição), sobre caminhos para uma alimentação saudável;- ABAS (Associação Brasileira de Supermercados): critérios para aceitação de produtos mais sustentáveis. - Congresso Nacional – membros da comissão que está analisando a nova lei de licenciamento ambiental, em tramitação no Congresso. - ONG – (talvez SOS Mata Atlântica) para falar sobre Unidades de Conservação x Unidades de Produção Rural Em síntese, o documentário mostrará que o desafio da sustentabilidade e saudabilidade do que é produzido no campo é cada vez mais premente e abrange todos os produtores (grandes, médios e pequenos), embora no caso dos pequenos e médios esse desafio seja maior, pois em grande parte as exigências são as mesmas para todos. Ou seja, o amanhã tem que ser hoje, porque a sociedade assim o quer.
Objetivo Geral:A finalidade primeira deste documentário é fomentar uma discussão e reflexão sobre o desafio da sustentabilidade e saudabilidade da agricultura nos dias atuais junto às duas pontas: produtores e consumidores. O documentário, que contará com linguagem simples, acompanhando personagens reais (agricultores médios e familiares), e também nossa contrapartida social (uma roda de conversa com representantes dos produtores familiares, consumidores, instituições governamentais e compradores de pequenos comércio e até de redes de varejo) contribuirão para que nós consigamos fomentar esta discussão, e talvez até trazer soluções de mudanças de comportamento e paradigmas. Objetivo Específico:Nossa peça principal é um documentário, com 52 minutos de duração, gravado e finalizado em 2k. Visando seu amplo alcance, faremos: - Doação de 20 DVDs para Bibliotecas Públicas, Cinemateca, Mis, Escolas Públicas, instituições públicas ou privadas - ligadas ao tema e Ongs; - Lançamento do documentário seguido de debate com transmissão gratuita através de streamming pela internet; - Organização de 5 exibições gratuitas do documentário, seguidas de debate para diversos setores da nossa sociedade - faculdades, ongs, centros culturais e instituições, ainda a serem confirmadas. - Disponibilização do documentário para exibição em eventos sem fins lucrativos, tanto em DVD como em formato digital (download pela internet), mediante autorização da produtora. - Utilização das redes sociais - FB, Youtube e Instagram, disponibilizando 20 depoimentos extraídos do material bruto gravado, no formato de "pilulas" (até 2 minutos).
No documentário "Campo & Sustentabilidade _ Equilíbrio possível ou utopia", produzido em 2019, abordamos "mitos e verdades" e quebra de paradigmas sobre a produção de alimentos e sustentabilidade, num contexto de aumento exponencial da população mundial, onde 815 milhões de pessoas vivem em insegurança alimentar no mundo, segundo o último relatório da ONU, emitido em 2017. Como garantir que, em 2050, com uma população estimada em 10 bilhões de pessoas, todos tenham o que comer, e da maneira mais sustentável possível? E como o Brasil se insere nesse contexto? Durante a produção e montagem, nos deparamos com temas que poderiam ser aprofundados e surgiram também novas questões que nos pareceram de grande relevância, mas não havia espaço, pois 50’ é um tempo exíguo para um assunto tão complexo. Então nos deparamos com a oportunidade de partir para a produção de um novo documentário, uma espécie de continuação, que complemente o primeiro, mas que também se sustente sozinho enquanto narrativa e exibição. Nosso ponto de partida será uma questão cada vez mais premente: o aumento dos níveis de exigência do mercado em toda cadeia de produção, distribuição e consumo de alimentos. Internacionalmente, uma nova palavra passa a fazer parte do vocabulário de todos os envolvidos na cadeia de produção: ESG, sigla que, em bom português, significa Meio Ambiente, Ética Social e Governança. E o que isto quer dizer? Que o mercado passa a dar preferência a alimentos que são produzidos de forma ambientalmente sustentável, seguindo princípios sociais éticos e com transparência do ponto de vista da governança. Esta questão tem chamado a atenção de governos de países que negociam com o Brasil, principalmente europeus, no sentido de coibir negócios com produtores que não se inserem nos princípios da ESG. Mesmo localmente, lideranças empresariais, principalmente do setor financeiro, fazem pressão para que se encontre meios de coibir o desmatamento e destruição de ecossistemas, o que inclui o não financiamento de produtores que não utilizem métodos sustentáveis de produção. No Brasil, pesquisa realizada recentemente pela Febraban junto à população, mostra que, apesar de todas as restrições que estão vivendo com a pandemia, os cidadãos estão preocupados com as questões socioambientais: 78% acham que o Brasil deveria cuidar melhor do meio ambiente, o mesmo percentual se mostram preocupados com a poluição das águas, 76% preocupam-se com o desmatamento na Amazônia. Ou seja: aqui também o consumidor começa a se preocupar com a sustentabilidade do que come e dos ecossistemas que proporcionam que esses alimentos sejam produzidos. A produção sustentável de alimentos entra na pauta cotidiana de governos, organismos internacionais, organizações financeiras, da cadeia de produção, distribuição e comercialização. E também já preocupa o cidadão comum. Talvez intensificado[SP1] pela pandemia Covid-19, o sentimento de cuidado das pessoas com relação à saúde do planeta se amplia. Aumentam as pressões para que se produza de forma correta, do ponto de vista ambiental, social e de governança. O Brasil, como grande produtor e exportador de alimentos, está no foco dessas preocupações. Apesar de contar com uma legislação restritiva, o país tem visto crescer de forma expressiva, sobretudo nos últimos dois anos, o número de queimadas em ecossistemas importantes como a Amazônia e o Cerrado (este um dos principais polos de produção de alimentos do pais). Para construir essa narrativa, iremos acompanhar um agricultor familiar cuja produção é voltada para o mercado interno, e um médio agricultor, cuja produção seja voltada para a exportação. Ambas categorias são significativas na economia brasileira e valem uma boa investigação. A agricultura familiar aporta aproximadamente 70% dos alimentos que vão para a mesa dos brasileiros, e a zona rural de São Paulo é onde se produz parte significativa da comida consumida no país (tanto nos lares como nas escolas) como é o caso da mandioca (87%), do feijão (70%), da carne suína (59%), do leite (58%), da carne de aves (50%) e do milho (46%), entre outros. O médio agricultor é responsável pela exportação de produtos como como o cacau, o arroz, o feijão e a fruticultura, com forte presença em nossa economia. Ainda estamos em fase de pesquisa, mas provavelmente iremos acompanhar um produtor do vale do São Francisco, região que tem produção anual de mais de um milhão de toneladas de frutas e é responsável por 95% das exportações brasileiras de uvas e mangas.Vamos buscar aproximar a audiência de nossos "personagens", que nos colocarão as questões centrais que permeiam seu trabalho, partindo de suas realidades, distintas entre si mas também com muitas semelhanças, e a busca da adequação à produção com índices cada vez mais altos de sustentabilidade. Embora os problemas enfrentados tenham especificidades próprias - a produção voltada para a exportação tem que cumprir regras e exigências, como certificações internacionais, por exemplo, que custam caro e os produtores de orgânicos ou itens para a merenda escolar precisam cumprir certos protocolos, ao final todos têm que ser sustentáveis e produzir aquilo e da forma que o mercado quer. Como este é um projeto que não visa lucro em sua comercialização, ele depende de patrocínio para acontecer; a Lei Rouanet através do artigo 18 é o caminho natural para sua viabilização. O projeto se enquadra sobretudo nos seguintes incisos da Lei Rouanet:V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VII - Desenvolve a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos e ou naçōes;VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; A produção deste documentário tem grande valor no que diz respeito ao fomento e debate em relação à questão das práticas sustentáveis para a produção e consumo de alimentos; as más práticas , aliadas à questão da elevação das temperaturas e aumento da frequência de desastres naturais, ligados às transformações do clima, têm gerado uma situação que em breve poderá ser catastrófica.Precisamos mudar nossas posturas atuais, o que inclui novas formas de praticar a agricultura, alterar os padrões de consumo, diminuir o desperdício e as perdas de alimentos.
Estamos em adiantadas conversas com a TV Cultura para a exibição do documentário - nossos documentários anteriores ligados no tema "sustentabilidade" foram adquiridos pela emissora.O projeto conta com parceria de conteúdo com a Revista Saneamento Ambiental, a primeira revista de Saneamento e Meio Ambiente do Brasil, que existe há mais de 30 anos. A publicação atende às necessidades de todos os profissionais que atuam nas áreas de Saneamento e Meio Ambiente, o que lhe tem assegurado liderança no mercado.
52 minutosde duração, com liguagem acessível (libras e audiodescrição) e legendas. Documentário gravado e finalizado em 2k, com 52 minutos de duração, cor, stereo.Utilização de 2 câmeras digitais para captação das imagens com lentes e acessórios. Equipamento do luz, gelatinas, rebatedor ajudam a compor a estética das imagens. O DVD conterá o filme e 20 "pilulas", conteúdo extra captado durante as gravacões. Versão com e sem acessibilidade.
O documentário contará com legendas descritivas, libras e audiodescrição.
Nossa peça principal é um documentário, com 52 minutos de duração, gravado e finalizado em 2k. Estamos em adiantadas conversas com a TV Cultura para sua exibição quando estiver produzido e disponível. O documentário que o precedeu, Campo e Sustentabilidade, também viabilizado através da Lei Rouanet, tem previsão de estreia na emissora ainda este ano.Visando seu amplo alcance, faremos: - Doação de 20 DVDs para Bibliotecas Públicas, Cinemateca, Mis, Escolas Públicas, instituições públicas ou privadas - ligadas ao tema e Ongs; - Lançamento do documentário seguido de debate com transmissão gratuita através de streamming pela internet; - Organização de 5 exibições gratuitas do documentário, seguidas de debate para diversos setores da nossa sociedade - faculdades, ongs, centros culturais e instituições, ainda a serem confirmadas. - Disponibilização do documentário para exibição em eventos sem fins lucrativos, tanto em DVD como em formato digital (download pela internet), mediante autorização da produtora. - Utilização das redes sociais - FB, Youtube e Instagram, disponibilizando 20 depoimentos extraídos do material bruto gravado, no formato de "pilulas" (até 2 minutos).Temos ainda a nossa contrapartida social de acordo com Art 22, IN 02/2019, composta de uma palestra formativa cultural, focando a produção do documentário, focando em interessados na produção audiovisual, estudantes e professores da rede pública de ensino Publico estimado: 40 pessoas.
O dirigente da instituição (sócio diretor Sérgio Lopes) fará direção geral e artística.A produtora Conteúdos Diversos será a empresa administradora e responsável técnica pelo projeto. Equipe:Direção Geral e artística: Sergio Lopes é sócio fundador da Conteúdos Diversos, empresa que vem se especializando na produção de obras audiovisuais que tenham vínculo com o propósito da transformação social e cidadania/educação. Tem em seu currículo os documentários "Mulheres de Peito" (2010, veiculado na TV Cultura e GNT), "Todos com Todos"(2010, veiculado na TV Cultura e TV Brasil), "Pode entrar, a casa é nossa" (2013, uma parceria com a Secretaria da Pessoa com Deficiência e FPA) e "Cultura do Desperdício, por uma sociedade mais consciente" (2017 - veiculando atualmente na GNT e PHILOS TV). Lançou em março de 2019 o documentário "A água que falta", em evento na UNIBES Cultural - que está veiculando na na TV Cultura e no final de dezembro de 2019 terminou o documentário Campo e Sustentabilidade, o qual teve um pré lançamento (versão pocket do documentário seguido de debate) durante o Forum Sustentabilidade organizado pela Virada Sustentável e UNIBES CULTURAL. O filme irá ao ar pela TV Cultura no 2o. semestre de 2020. Produziu ainda o telefilme "A Felicidade de Margô", baseado em obra de Drausio Varela, vencedor do edital FICTV, lançado pela CPLP. O filme estreou em 2017 simultaneamente nas televisões públicas de 9 países da lingua portuguesa (2016). Direção cena: Paula GalaciniCo-Diretora de todos os documentários realizados pela Conteúdos Diversos, citados acima. Produção Executiva: Silvia PradoGraduada em Cinema e História, e pós graduada em Film & TV Business pela FGV. Diretora e fundadora da Abranima (Associação Brasileira das Produtoras de Animação), fez parte da diretoria do SIAESP entre 2010 e 2018. É sócia da Cinema Animadores, produtora especializada em animação fundada em 1998. Desde 2008 atua também na Conteúdos Diversos, tendo sido produtora executiva nos documentários: "Mulheres de Peito" (2010, veiculado na TV Cultura e GNT), "Todos com Todos"(2010, veiculado na TV Cultura e TV Brasil), "Pode entrar, a casa é nossa" (2013, uma parceria com a Secretaria da Pessoa com Deficiência e FPA) e "Cultura do Desperdício, por uma sociedade mais consciente" (2017 - veiculando atualmente na GNT e PHILOS TV). Lançou em março de 2019 o documentário "A água que falta",em evento na UNIBES Cultural - que está veiculando na na TV Cultura e no final de dezembro de 2019 terminou o documentário “Campo e Sustentabilidade”, com pré lançamento durante o Forum Sustentabilidade organizado pela Virada Sustentável e UNIBES CULTURAL. O filme irá ao ar pela TV Cultura no 2o. semestre de2020. Com grande experiência em animação, é produtora executiva das séries "Sapo Xulé" (prêmio Prix Jeunesse), "Zica e os Camaleões temporadas I e II" (prêmos ComKids, Festival de Florianópolis, FICI, Venana Sur, Meus Prêmios Nick entre outros), e As Aventuras do Homem Cueca (Netflix). Entre os curta metragens (em animação) produzidos encontram-se O Menino que sabia voar que ganhou mais de 70 prêmios nacionais e internacionais, entre eles o de Melhor Curta Metragem em Animação pela Academia Brasileira de Cinema), O Vampiro, prêmiado no festival de Espinho, Miss Dollar, premiado no FICI, Chinela Turca, produzido a partir de edital da TV Escola, BOI produzido com recursos do prêmio Estímulo Proac e a mais recente produção, com CPB em cadastramento, De onde vêm os Dragões, também viabilizado através do Prêmio Estímulo Proac. Direção de Fotografia: Pichi Martirani: Artista audiovisual, formado em Rádio e Televisão pela Fundação Armando Álvares Penteado com especialização em direção de atores pela Escola Internacional de Cinema de Cuba. Iniciou carreira nos anos 1980 à frente da produtora independente Conecta Vídeo, sendo um dos seus sócios fundadores. Participou intensamente da produção independente dos anos 1980. Entre seus principais prêmios estão: montador do vídeo VT Preparado AC JC, 1º prêmio no IV Videobrasil, 1986; diretor e criador da série Pílulas Eletrônicas, mención vídeo arte na III Bienal de Vídeo MAMM, Colômbia, 1989; diretor do vídeo Queda, 3º prêmio no 1º Festival do Minuto, em 1991; diretor de fotografia e coprodutor do Documentário Beijoqueiro - Portrait of a Serial Kisser, premiado nos festivais da Holanda, Bélgica, Tóquio e RioCine, em 1992; diretor do videoclipe Vida de Artista, menção honrosa no 29º Festival Guarnicê de Cinema, 2006. Participou de exposições na Casa das Rosas, com especial destaque para as mostras Rosas Rosa e México Imaginário. Fez diversos trabalhos em televisão, colaborando com matérias para o Programa Legal, TV Globo; foi diretor de Micro-estórias, no Rá Tim Bum, TV Cultura. É autor das Pílulas Eletrônicas da TV MIX, na TV Gazeta, além do quadro do Mau, dentro do programa Castelo Rá Tim Bum, na TV Cultura. É diretor da série Cultura no Intervalo, na TV Cultura, bem como de diversas outras produções na mesma emissora. Este será seu quarto trabalho com a Conteúdos Diversos: foi diretor de fotografia dos documentários "Cultura do Desperdício, por uma sociedade mais consciente", "A água que falta" e "Campo e Sustentabilidade". Direção de Produção : Jorge Sabino tem mais de 20 anos de experiência na direção de produção, desde institucionais até longa metragens. Iniciou sua carreira na Chroma Filmes, nos anos 90. Com a Conteúdos Diversos produziu o telefilme de ficção "A Felicidade de Margô" e os documentários "A água que falta" e "Campo e Sustentabilidade".
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.