| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 28019100000189 | VIAPAULISTA S.A. | 1900-01-01 | R$ 196,1 mil |
| 62934252000145 | YAMAHA MOTOR DO BRASIL LTDA | 1900-01-01 | R$ 139,4 mil |
| 09313969000197 | AUTOPISTA LITORAL SUL S.A. | 1900-01-01 | R$ 127,4 mil |
| 03207703000183 | CONCESSIONARIA DE RODOVIAS DO INTERIOR PAULISTA S/A. | 1900-01-01 | R$ 61,4 mil |
| 04817052000106 | Yamaha Motor da Amazônia Ltda | 1900-01-01 | R$ 31,6 mil |
Este é o projeto do que definimos como espetáculo - jogo interativo "FIQUE VIVO!", da Cia Truks. A iniciativa é uma experiência inovadora que agrega ao teatro as experiências de desafiadores jogos presenciais. O espetáculo será apresentado dentro de salas de aula, para um público com idades entre 14 e 18 anos, e tratará do importante e necessário tema da segurança no trânsito, porém, de forma interativa, envolvente, leve, e sobretudo adequada aos adolescentes. Após cada sessão os atores irão realizar uma dinâmica pedagógica com os presentes, cujo objetivo será reforçar os conceitos fundamentais para a segurança no trânsito.
Nessa inovadora iniciativa cênica, a Cia Truks se inspira e se utiliza da dinâmica dos eletrizantes jogos de escapada para criar uma experiência única: a plateia, caso queira sair da sala onde se vê repentinamente presa, terá que participar da trama, exercendo papéis primordiais no enredo. Três misteriosos personagens, caracterizados como investigadores da polícia, invadem uma sala de aula e convocam os alunos a auxiliá-los em uma investigação urgente. A porta da sala é trancada e os alunos terão 50 minutos para desvendarem os segredos de três casos policiais. Agora cada indivíduo, ali preso, terá uma importante missão a cumprir, para que todos consigam resolver os enigmas da aventura. Toda a experiência terá como fundo a necessidade de trabalho conjunto e consequente conscientização sobre questões voltadas à segurança no trânsito, considerando o protagonismo dos jovens como pedestres, usuários de transporte público, ciclistas e motociclistas. Os três investigadores trazem a notícia de três mortes sem aparente explicação. Dividem a turma em três grupos. Cada um dos grupos terá a tarefa de investigar cada um dos casos, e cada etapa cumprida do jogo revelará novas informações sobre os fatos ocorridos. Ao final se revelará o motivo comum a todos os casos: são todos frutos de desobediência ou negligência com questões do trânsito.
OBJETIVOS OBJETIVO GERAL O objetivo geral do espetáculo Fique Vivo! é conscientizar diretamente, aproximadamente, dois mil jovens, estudantes no estado de São Paulo, sobre os perigos do trânsito, e consequentemente sobre a necessidade de mudança de determinados comportamentos que resultam em alarmantes estatísticas sobre as mortes causadas por acidentes em todo o nosso país. As ações do projeto almejam mudar a percepção que os jovens têm do tema, fazendo deles multiplicadores de ações necessárias de educação para um trânsito mais seguro. Objetivo Específico · Realizar 75 apresentações do espetáculo Fique Vivo · Atender aproximadamente 2.250 mil jovens estudantes da rede pública de ensino; · Realizar 04 apresentações em libras; · Criar e distribuir 1.500 cartilhas informativas sobre segurança no trânsito; · Realizar o espetáculo em prioritariamente em escolas públicas e centros culturais; · Chamar a atenção dos jovens sobre a necessidade de novos comportamentos que gerem segurança no trânsito; · Conscientizar alunos e educadores para importância de abordagem urgente do tema · Realizar parcerias locais para desenvolvimento de rede de apoio; · Fomentar a multiplicação do diálogo acerca da necessidade de segurança no trânsito; · Realizar um espetáculo que de fato possa dialogar com, e interessar os adolescentes, por meio de uma estrutura cênica que faz deles os protagonistas das ações dramáticas.
Justificativa O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91 . 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91 (negrito): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), estima-se que mais de 1,9 milhão de pessoas poderão morrer em acidentes de trânsito até 2021. Nesse contexto, a educação no trânsito é, sem dúvidas, uma das principais pautas a serem levadas em consideração para combater essa triste estatística. O presente projeto entende-se, sobretudo, como mais um instrumento para conscientizar os jovens da necessidade de mudanças comportamentais urgentes. Além de fazer parte dos direitos e deveres de todos aqueles que estão inseridos no espaço público, a educação no trânsito ensina valores essenciais para a formação do caráter de um bom cidadão, como cordialidade, respeito, solidariedade e senso de responsabilidade. Por isso, é fundamental que o assunto comece a ser abordado cedo, enquanto o indivíduo começa a se entender como parte de um todo e aprende, seja na escola ou em casa, a conviver em sociedade. Esse aprendizado garantirá que, mais tarde, ele faça parte do trânsito de uma maneira segura e consciente. O espetáculo Fique Vivo! _ Mobilidade Urbana, atua como agente transformador no trânsito, contribuindo para a disseminação de informações que permitam a mudança na conduta de pedestres, passageiros, ciclistas, motociclistas e demais condutores, enfim, todos os usuários das vias, promovendo por meio de uma encenação lúdica e moderna a mudança cultural e comportamental no trânsito, estimulando a cooperação entre todos os usuários da via, o respeito às leis e a humanização no trânsito, educando para a cidadania e garantindo a segurança no exercício pleno do direito de ir e vir. A Cia. Truks defende a ideia de que, por uma série de equívocos, muitos adultos ainda entendem os jovens como seres incapazes de compreenderem a realidade que os cerca. Para falar de coisas sérias para esse público, no entanto, a Cia Truks se utiliza de recursos poderosos: a força e a comicidade de seus personagens, objetos animados e recursos do que chama de teatro/jogo, uma forma de envolver os adolescentes em uma atividade que verdadeiramente lhes desafie e, assim, lhes conquiste não somente a atenção como sobretudo o envolvimento pleno. A Cia Truks, assim, vem tratando de temas seríssimos em seus espetáculos, que vão desde a prevenção ao abuso sexual, como é o caso da peça Pipo e Fifi, passando pela realidade de crianças em situação de rua, em Cidade Azul, ao não entendimento do mundo dos adultos, em O Senhor dos Sonhos, entre outros exemplos que aqui seriam possíveis. O Espetáculo será mais uma importante ferramenta que usa a arte como instrumento poderosíssimo de educação e reflexão.
Como a readequação foi devolvida, e continuamos sem conseguir alterar o Plano de Distribuição, estamos seguindo a orientação e enviando como ?Estratégia de Execução?Segue no arquivo anexo os quantitativos para as apresentações cênicas e contrapartida social +++++++++++++++++++++++++Segue ANEXO 3 com o plano de distribuição+++++++++++++++++++++++++++PÚBLICO ALVO E IMPACTO LOCAL Este projeto visa sua realização em escolas públicas e equipamentos culturais, como centros de referência, centros culturais, auditórios, entre outros. O espetáculo é voltado para jovens de 14 a 18 anos. Dessa forma, sugerimos atender alunos do ensino médio da rede pública, entre o 1º e 3º ano escolar. Facilitamos o desenvolvimento das parcerias através das Secretarias Municipal e Estadual de Educação. Cálculo de público estimado (diretamente): até 30crianças por apresentação = 2.000 expectadores · Indireto: 10.000 pessoas CONTRAPARTIDAS · Dinâmica Pedagógica Após a experiência do espetáculo interativo, os três atores farão um pequeno debate sobre questões relacionadas à segurança no trânsito, reforçando o que foi tratado no espetáculo. · Cartilha pedagógica De modo a assistir o público adulto em contato com a peça, o projeto visa a confecção de mais de 2 mil cartilhas informativas sobre o tema, com material de apoio para trabalhar em sala de aula e órgãos competentes. · 4 apresentações com intérprete de libras (contrapartida acessibilidade): Oo projeto contará com 01 intérprete de libras para garantia do acesso a alunos com baixa ou nenhuma audição. · Anúncio em ?off? antes de todos os espetáculos, de acordo com a normativa do Minc, as menções necessárias e o nome do Patrocinador. · Divulgação em redes sociais das ações do projeto. · Banner do espetáculo exposto na entrada do teatro, de acordo com a normativa do Minc, as menções necessárias e o nome do Patrocinador. · Van/Carro adesivada com a marca do patrocinador que circulará pelos Estados mencionados. · Registro videográfico do espetáculo · Cartazes de divulgação do projeto · Anúncios em midia impressa LOGÍSTICA DE CIRCULAÇÃO – local de realização/deslocamento Ao total, o projeto percorrerá cerca de 3.000 quilômetros pelo estado de São Paulo. Ao todo serão 21 cidades atendidas. ? Estado de São Paulo São Paulo, Campinas, Osasco, Barueri, Francisco Morato, Guarulhos, Jundiaí, Valinhos, Vinhedo, Itupeva, Louveira, Sumaré, Várzea Paulista, Cordeirópolis, Americana, Caieiras, Bauru, Araçatuba, São José do Rio preto, Botucatu, São Carlos. As cidades podem ser alteradas de acordo com a negociação junto ao patrocinador. Até o momento, com o patrocinio da Arteris, as apresentações serão em 12 cidades, 02 apresentaçoes por cidade. Mairiporã, São Paulo, Campinas, Osasco, Barueri, Francisco Morato, Guarulhos,jundiai, Valinhos, vinhedo. Miracatu (156km) Barra do Turvo (339km), Cajati (247km), Araras (177km) , Mogi Mirim (159km),Pirassununga (216km), Itapira (169km), Ribeirão Preto (320km), Franca (403km), Araraquara( 284km) e Cravinhos (298km) E para esta realização faremos 03 apresentações com interprete de libras e 02 apresentações de audio descrição, assi, trabalhando proporcionalmente ao valor captado. ________________________________________________________________________________________________________________________ FIQUE VIVO! é uma proposta cênica inovadora, que segue a linha do chamado ?TEATRO INTERATIVO?. Para começar, vamos falar um pouco sobre como a interatividade se relaciona com o teatro ao longo da história dessa arte milenar. Afirma o Prof. Lindomar da Silva Araújo: ?A palavra interatividade tem sido muito utilizada atualmente quando está se tratando das tecnologias de informação e comunicação, porém o ato de interagir está diretamente relacionado às questões da linguagem e da comunicação humanas. Sabemos que um animal selvagem pode se relacionar com outros seres, porém a capacidade de interagir é própria do ser humano, é cultural, uma ação indagadora e arquitetural. Nas produções artísticas, a interação entre os seres humanos e a obra de arte acontece desde tempos remotos, quando a arte que hoje se denomina pré-histórica, seja ela dança ou pintura, ainda era uma forma de ritual sagrado. No passar dos tempos, as técnicas artísticas e as estéticas distintas foram se transformando e agregando valores de acordo com os períodos sócio-históricos e a cultura local?. Conforme o Professor, a interatividade, entendida enquanto ação de comunicação e troca entre humanos, sempre existiu na arte, manifestando-se de formas distintas, em diferentes tempos e lugares, e também no teatro. A própria origem do teatro está associada a uma festa interativa. Na Grécia antiga, as festas em homenagem ao deus Dionísio são conhecidas como a origem do teatro como o conhecemos até hoje. Segundo documentos diversos, essas festas eram grandes rituais em que as pessoas interagiam de diferentes formas, sem roteiros teatrais pré-definidos. Eram rituais sagrados, procissões e recitais que duravam dias seguidos, a partir da ação dos participantes que construíam uma narrativa que, mais tarde, ao ser ?organizada?, viria a ser a origem do que conhecemos como dramaturgia. Ou seja, em algum momento um autor passa a ?organizar? as ações de forma que tenham ordem, sequência definida e que, por fim, venham a caracterizar o que depois chamou-se de ?espetáculo teatral?. Segue afirmando o Professor Lindomar: ?Nessa passagem de ritual para ação dramática teatral, começa uma linha tênue dividindo o público dos atores, e solidificando-se cada vez mais com as construções dos prédios teatrais gregos.. Após a apropriação dos teatros gregos pelos romanos, e a transformação da ação teatral em atos de diversão gratuita, muitos artistas tiveram que se adaptar e desenvolver novas habilidades cênicas?. Ou seja, já na antiguidade, no Império Romano, o artista volta a ter um contato mais próximo com o chamado espectador, na medida em que irá para as ruas apresentar-se para quem quer que lhe cruze os caminhos, mostrando ora suas habilidades, ora recitando seus poemas, ora contando histórias, ora de fato encenando uma peça e, muitas vezes, solicitando a participação do transeunte, em mais um claro exemplo de teatro interativo. Essas práticas seguirão com força durante toda a Idade Média, e ficarão eternizadas, principalmente, nas ações dos menestréis e saltimbancos, chegando aos artistas da Commedia dell’Arte. Mais uma vez recorremos às definições de Lindomar da Silva Araújo: ?A característica maior desses artistas de múltiplas habilidades era a ?improvisação’. O ato de interagir precisa passar pela improvisação, pois uma relação inesperada e momentânea pressupõe atitudes improvisadas e inusitadas?. Ressaltamos que esses espetáculos eram feitos em espaços improvisados, aqueles possíveis, onde o artista encontrasse o seu público. Entre os grupos teatrais influenciados fortemente pelo Happening, temos o grupo catalão LA FURA DELS BAUS, que também nos fez vivenciar experiência única e inesquecível e que, por seu caráter individual, não pode jamais deixar de ser entendida enquanto arte cênica. Em um grande galpão do Sesc Interlagos, em São Paulo, entramos para assistir ao espetáculo dos catalães. Eis que o galpão está vazio, não há palco, não há plateia. De repente, ouvimos o barulho quase ensurdecedor de uma serra elétrica. Uma luz se acende contra nossos rostos, quase nos impedindo de enxergar. Em nossa direção corre um ator, com a serra elétrica, pedindo passagem. Só conseguimos ver o seu vulto. Atônitos, temos que desviar imediatamente. Depois, um carrinho de supermercado é jogado em nossa direção, e dele temos que desviar. Um homem passa cambaleando pelo grupo. Ele tem as roupas rasgadas e está ensanguentado. Cai no chão, quase inconsciente, à nossa frente. Somos obrigados a decidir entre ajudá-lo ou não. Logo estamos todos, na ?plateia?, transformados em agentes de uma trama inesperada, em que poderemos decidir pelo caminho A, B ou C. Ajudar o homem, seguirmos sem ele, ou ficarmos à espera de algo. Resolvemos ajudar o homem e seguirmos em frente com ele, em direção a algo que parece ser a porta do galpão. O ambiente está tomado pela fumaça. Encontramos pelo chão alguns pedaços de tecido, que usamos para cobrir a roupa de um de nós, de forma a não sujá-la do sangue que parece escorrer do ferido. Apoiamos o homem em seus ombros e seguimos caminhando pelo espaço, de mãos dadas, vagarosamente, em solidariedade ao ferido, olhando em todas as direções, alertas, com todos os sentidos aflorados, como se precisássemos fugir de qualquer perigo iminente. A sucessão de ?pequenas aventuras? segue com mais e mais experiências semelhantes. Pois bem, em nosso espetáculo FIQUE VIVO!, mesclamos as diversas experiências vivenciadas nos 30 anos da Cia Truks. Usamos um pouco do ?pisar em ovos?, com a vivência privilegiada que tivemos ao estar com o Fura Dels Baus, e também com as ideias de Boal, ao trazermos para a cena o espectador, de forma a fazê-lo agente da trama. Em nosso espetáculo, nada convencional, que a exemplo dos antigos menestréis, vai até o público em seu espaço físico, aqui a sala de aula, provocamos igualmente uma vivência cênica inusitada, em que o foco maior é romper paradigmas e fazer com que os alunos/plateia/agentes teatrais, experimentem a mesma solidariedade que sentimos com a experiência que tivemos com o grupo catalão. Os alunos serão chamados a pensar e repensar algumas práticas sobre o trânsito e, muito melhor do que em qualquer iniciativa panfletária, ou uma aula convencional, e ousamos dizer, até mesmo de forma mais eficiente do que seria em um espetáculo teatral convencional. Os alunos terão que juntar esforços, reconhecer os valores das diferenças, serão chamados a interagir com os atores, os ?líderes?, de forma que a cada passo dado pelo grupo, em nosso palco conjunto, haverá uma reação possível. Em nosso espetáculo, sim, espetáculo teatral FIQUE VIVO!, buscamos alcançar o envolvimento máximo da plateia conosco. Para isso fomos obrigados a limitar o número de participantes, até 30 por vez, como forma de fazermos a experiência cênica ter êxito. Não se pode jamais dizer que uma experiência cênica como a que propomos em FIQUE VIVO! não possa ser chamada de teatro. Estamos falando das artes cênicas que, limitá-las a alguns poucos formatos só se presta a limitar o próprio campo da atuação artística humana. Vimos que ao longo da história o teatro se inventou e reinventou. Jamais deixou de ser teatro quando ganhou as ruas ou quando voltou aos edifícios, jamais deixou de ser teatro quando construiu uma dramaturgia focada no texto, assim como não deixa de ser teatro quando a dramaturgia é proposta via construção conjunta, ou jogo cênico, como se queira chamar.
folders na medida 140x200mm. impressão 4x0 cor em papel couche 90g. cartilha informativa - 4 cores tamanho 10x15cm,couche 75 g. caso a cartilha em braile precise de outra gramatura, será utilizada a gramatura necessária.
Acessibilidade Será cumprida de acordo com a Lei a acessibilidade com segurança e autonomia e condições de proporcionar as pessoas com mobilidade reduzida ou deficiência física, sensorial ou cognitiva e a idosos, condição para utilizar os espaços onde se realizam atividades culturais ou espetáculos artísticos, e também a compreensão e fruição de bens, produtos e serviços culturais. PRODUTO PRINCIPAL: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física: As apresentações do espetáculo “FIQUE VIVO!” serão feitas em salas de aula de escolas públicas. Priorizaremos aquelas escolas já contam com estrutura física que já contam com rampas de acesso e demais necessidades. Acessibilidade para deficientes visuais: Serão realizadas 04 apresentações com áudio descrição, em espaços que abriguem alunos portadores dessa deficiência. Acessibilidade para deficientes auditivos: Serão realizadas 04 apresentações com intérprete de libras, para garantia do acesso a alunos com baixa ou nenhuma audição, igualmente em escolas que atendem alunos portadores de deficiência auditiva. PRODUTO SECUDÁRIO:CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: As apresentações do espetáculo “FIQUE VIVO!” serão feitas em salas de aula de escolas públicas. Priorizaremos aquelas escolas já contam com estrutura física que já contam com rampas de acesso e demais necessidades. Acessibilidade para deficientes visuais: Serão realizadas 04 apresentações com áudio descrição, em espaços que abriguem alunos portadores dessa deficiência. Acessibilidade para deficientes auditivos: Serão realizadas 04 apresentações com intérprete de libras, para garantia do acesso a alunos com baixa ou nenhuma audição, igualmente em escolas que atendem alunos portadores de deficiência auditiva. O projeto almeja trabalhar diretamente com 1.500 jovens alunos do estado de São Paulo tornando-os, sobretudo, multiplicadores dos importantes conceitos trabalhados, relativos à necessária mudança de comportamentos no trânsito. Almejamos fazer com que a ação cumpra o seu papel na mudança das estatísticas alarmantes sobre as mortes decorrentes dos acidentes de trânsito. Ao final dos espetáculos serão realizados debates com a turma, sobre questões relacionadas à segurança e sobre o que foi tratado no espetáculo interativo, com o objetivo de criarmos verdadeiros parceiros para a árdua tarefa de mudar os rumos das nefastas estatísticas sobre os acidentes de trânsito em nosso país. A dinâmica da ação fará um jogo com os alunos, em que eles desvendam os motivos que ocasionaram três casos de mortes. Como verdadeiros detetives, irão desvendar os mistérios e, assim, experimentar um importante protagonismo, absolutamente necessário aos jovens. Isso garante o seu envolvimento máximo com a ação e o tema e, consequentemente, acreditamos fortemente, o seu engajamento posterior com as questões trabalhadas, de forma que sejam eles novos agentes de propagação de ideias tão importantes quando salvadoras de vidas. É necessário entender os caminhos verdadeiramente eficientes de comunicação com adolescentes o que, acreditamos, é o grande trunfo do presente projeto.
Democratização de acesso Será cumprida de acordo com a Lei a democratização de acesso os produtos e serviços culturais os benefícios à população menos assistidas ou excluídas do exercício de seus direitos culturais por sua condição social, etnia, deficiência, gênero, faixa etária, domicílio, ocupação. Conforme diligencia já respondida em 11 de novembro de 2020 e aprovada durante o processo de avaliação do projeto, temos o que segue: CONTRAPARTIDA SOCIAL/ AÇÃO EDUCATIVA (Art.22 da IN 02/2019): Em cumprimento ao artigo 22 da IN 02/2019. Será realizado uma ação educativa ao final de cada uma das 50 apresentações através de um debate interativo com os alunos e professores das escolas públicas que o projeto será apresentado. O debate interativo consiste em estimular os alunos a fazer pequenas dramatizações sob as questões colocadas na apresentação que eles acabaram de assistir. Sob supervisão do elenco, os alunos farão as dramatizações, exemplificando aos outros participantes os perigos e transtornos que são causados no transito e como podemos evita-los. De uma forma dinâmica, rápida e estimulante os atores irão provocar as ações dos alunos e professores para melhor conscientizá-los aos perigos do transito. Serão em torno de 40 alunos/professores da rede pública por apresentação/ debate. Ao todo pretendemos contemplar 1.500 alunos/professores da rede pública de ensino. Serão 50 apresentações no estado de São paulo. Ela será presencial e gratuita. Pretendemos atingir 1.500 expectadores da rede publica de ensino como beneficiário da contrapartida social. Assim, estamos beneficiando a totalidade das pessoas mencionadas no plano de distribuição, sendo um número muito superior do que 10% mencionado em lei. PRODUTO PRINCIPAL:espetáculo de artes cenicas Em cumprimento ao artigo 21 da in 02/2019 o projeto adotará: Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público,devidamente identificados; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; PRODUTO SECUNDÁRIO: CONTRAPARTIDA SOCIAL Em cumprimento ao artigo 21 da in 02/2019 o projeto adotará: Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público,devidamente identificados; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; OFICINA DE IMPROVISAÇÃO TEATRAL COM A CIA TRUKS O espetáculo FIQUE VIVO!, proposto pela Cia Truks, traz em seu bojo, como principal procedimento cênico, a improvisação teatral. Três investigadores de polícia entram na sala de aula e propõe um jogo com os alunos / expectadores, em que estes últimos são colocados como protagonistas da cena proposta. Ou seja, os expectadores passam a atuar também, o que resulta em ações e “respostas” que serão certamente inesperadas para o trio que conduz a experiência. É o que chamamos, no teatro, carinhosa e popularmente, pelo termo “receba e passe a bola”. Ou seja, acolha a proposta cênica feita, e siga com ela, de forma a passá-la para o seu companheiro de encenação. Aqui isso será inevitável. Na medida em que chamamos a plateia a intervir, obviamente surgirão inúmeras situações que vão requerer o improviso, ou seja, a invenção instantânea de sequências cênicas não planejadas. Trata-se, a nosso ver, de um dos maiores atrativos do projeto. Em nossas justificativas, ressaltamos a ideia de que colocar o jovem adolescente como protagonista, dar-lhe voz e possibilidade de ação, é a melhor forma de comunicação que se tem com este público. É a melhor forma de nos mostrarmos “parceiros”, o que abre os canais de comunicação. Pois então, se é com o domínio do “improviso” que teremos que contar para alcançarmos esse fim, é aí que vamos trabalhar e, não somente, é essa técnica que iremos difundir por meio da oficina. Ao final do espetáculo, portanto, daremos uma oficina aos alunos em que trataremos de expor algumas técnicas, bem como propor exercícios práticos para a execução do improviso teatral. Faremos jogos de improviso com objetos, ideias e situações cênicas. Por exemplo, escolhe-se um lugar entre três possibilidades que ofereceremos, um entre três personagens, e um objeto entre três possíveis e, com as respostas escolhidas cria-se uma cena. Por exemplo, deserto do Saara, policial e pedalinho. Lançamos perguntas ao voluntário que se propõe a encenar a situação. Por que ele está lá? Como chegou? O que fazia antes? Por que tinha um pedalinho nas costas? E assim por diante. De posse da história inventada, o aluno tem três minutos para encenar. Os resultados são, e aqui serão também, encantadores. Depois trataremos de conversar sobre a experiência e propor aos participantes que sigam jogando, e exercícios em grupos, na própria escola.
Ficha Técnica Realização e Direção de Produção : Truks Produções Artisticas- ATIVIDADE E REMUNERAÇÃO DO PROPONENTE Direção Geral: Henrique Sitchin Autor: Henrique Sitchin Assistente de Direção: Gabriel Sitchin Coordenação de Produção: MCD Produções Produtor Executivo: a contratar de acordo com a disponibilidade do profissional escolhido na fase de pré-produção Produtor de Campo: a contratar de acordo com a disponibilidade do profissional escolhido na fase de pré-produção Elenco:Henrique Sitchin, Gabriel Sitchin e Rogerio Uchoas Cenografia, Figurino: Truks Produções Artisticas Motorista: a contratar de acordo com a disponibilidade do profissional escolhido na fase de pré-produção Interprete de libras:a contratar de acordo com a disponibilidade do profissional escolhido na fase de pré-produção Assessoria de Imprensa: a contratar de acordo com a disponibilidade do profissional escolhido na fase de pré-produção Coordenação admnistrativa financeira: TRUKS Produções artisticas - remuneração do proponente A CIA TRUKS - Proponente, Direção de Produção, Cenografia, Figurino e Coordenação administrativa e financeira A Cia. Truks foi criada em 1990, e desde então apresenta seus espetáculos de repertório em teatros, escolas, instituições ou espaços alternativos de todo o Brasil. Não somente, participa de mostras e festivais de teatro e Teatro de Animação, e em eventos e congressos vinculados à educação e à cultura. Paralelamente, ministra cursos e oficinas sobre o teatro para crianças, técnicas de animação de bonecos, objetos e figuras, além de cursos sobre procedimentos para a criação e desenvolvimento de dramaturgia aplicada ao teatro para crianças e ao Teatro de Animação. O grupo é referência nacional nesta arte, bem como um dos principais expoentes do teatro para crianças no Brasil. Recebeu os principais prêmios do segmento: o Mambembe, do Ministério da Cultura, o APCA, da Associação Paulista de Críticos de Arte, o Coca Cola de Teatro Jovem, o Teatro Cidadão, da Prefeitura de São Paulo, e o Prêmio Estímulo da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, entre outros. Coordenou o Centro de Estudos e Práticas do Teatro de Animação de São Paulo, espaço de referências desta linguagem artística, em projeto vinculado à prefeitura do município de São Paulo, entre 2002 e 2012. No espaço, foram apresentados mais de uma centena de espetáculos de diversos países, e criados dezenas de novos grupos de trabalhos, bem como produzidos numerosos e exitosos espetáculos.Truks notabilizou-se, ao longo dos anos, por seu especial cuidado com a dramaturgia e por seu extremo profissionalismo, além de uma constante e obsessiva busca pela perfeição técnica, pela vida e máxima expressividade de seus bonecos. Dotou o seu trabalho e pesquisa cênica de uma característica singular, ao desenvolver uma técnica particular de animação de figuras, inspirada na centenária arte japonesa do Bunraku, em que três atores, simultaneamente, animam o mesmo boneco, conferindo-lhe movimentos humanos precisos, que encantam e surpreendem plateias de todas as idades. Não somente, desenvolveu uma linguagem própria de ressignificação e animação de objetos do cotidiano, que se transformam em divertidas personagens de espetáculos extremamente inteligentes e criativos. O grupo combina, a essa estética refinada, uma dramaturgia rica que, com delicadeza, usa o caráter mágico de seus bonecos para envolver e encantar crianças, escolha primeira do grupo. Sua capacidade de comunicação direta e precisa com este público é patente, concretizada através de histórias bonitas e profundas, que consideram e respeitam o seu rico universo criativo, ao tempo em que lhes oferecem visões de mundo instigantes, inovadoras, e repletas de fantasia e poesia. coordenação de Produção :MCD Produções – Presta serviços de elaboração de projetos culturais nos mais diversos seguimentos artísticos. Com a Roda Produções realizou viagens pelo Edital do Sesi circulação 2013 com os Grupos Madeira de Vento e Brazilian Guitar Quartet (Grammy Latino 2011). Realizou a produção de espetáculos da OFIJ – Orquestra Filarmônica Infanto Juvenil de São Paulo: "João e Maria" 2014 – ProAC ICMS. “Histórias que o vento contou...” Comtemplado pelo Edital dos Correios e também através da Lei Mendonça. “Pedro e o Lobo” 2011 e 2013- ProAC ICMS e Comtemplado pelo Edital da Caixa Cultural. Também Atua no Segmento de Eventos em Coordenação Artística e Produção Executiva, Produção Técnica em parceria com a Tiba produções nos espetáculos "O Menino Maluquinho " e " Nas Alturas". Em 2017 muda seu nome fantasia para MCD Produções. Produção de Espetáculos: “ Donna Summer - musical”/ Stage Manager / “ Pipo e Fifi” – Direção de produção/ 2020/ “ Zorro- nasce uma lenda” – Stage Manager – 2019 / “ Sunset boulevard – Stage Manager – 2019/ Annie-o musical – Stage Manager- 2018/ “ Projeto Boa Sorte“- Produção Executiva ( 2018)/ Velório à Brasileira” – Direção de Produção(2017)/“We Will Rock You” (2016) Stage Manager/ “Constellation” (2015) Direção de Palco / “Priscilla- A Rainha do Deserto” (2012) como Stage manager/ ”Projeto BuZum!”- produção de Campo (2015, 2016,2017 e 2018) / "O Analista e a Sexóloga" (2014) – Prod. Executiva: Catelani e Dias Produções / “Hairspray” (2010) – Assistência de Produção/- “As mona lisas”- de 2011 a 2015 assinou a Coordenação de Produção / “1 gaivota – é impossível viver sem teatro” – Assistência de produção. (2015) / "Entre A y B " (Paraguai- 2014) Direção: Paola Irún Produção: Thiago Catelani / Espetáculo participou do Festival Mirada 2014 - Sesc Santos / “A caverna do dragão – O Duelo Final “(2010) - Produção Executiva: Catelani & Dias Produções / “Cenas obscenas” (2009 e 2011) - Codireção e Assistência de Produção: Catelani & Dias Produções / “It’s Show time folks! “(2006 e 2007) - Assistência de Produção: Thiago Catelani / “O homem do beijo diferente” (2008) Coordenação de Produção: Thiago Catelani / “Estilo Nostalgia” (2009) - Assistência de Produção HENRIQUE SITCHIN – Diretor, Autor e Ator - Ator bonequeiro, escritor, autor e diretor teatral com 30 anos de experiências profissionais. - Criador, em 1990, e atual coordenador e diretor artístico da Cia. Truks - Teatro de Bonecos. - Coordenador do CENTRO DE ESTUDOS E PRÁTICAS DO TEATRO DE ANIMAÇÃO, espaço de referência do Teatro de Animação de São Paulo, em projeto contemplado pelo PRÊMIO TEATRO CIDADÃO, da Prefeitura de SÃO PAULO, entre 2002 e 2012. No espaço foram apresentados mais de uma centena de espetáculos de todo o mundo, e criados dezenas de novos grupos de trabalhos, bem como produzidos diversos e exitosos espetáculos, acompanhados, orientados e ou diretamente dirigidos por Henrique. - Autor do livro “A POSSIBILIDADE DO NOVO NO TEATRO DE ANIMAÇÃO” (2009), em que conta a experiência vivenciada à frente do Centro de Estudos e Práticas do Teatro de Animação. Trabalho indicado ao PRÊMIO COOPERATIVA PAULISTA DE TEATRO – Edição 2009, na categoria “MELHOR PUBLICAÇÃO SOBRE ARTES CÊNICAS”. - Autor do livro “O PAPEL DO ATOR ANIMADOR NA CENA TEATRAL” (2010), em que promove um estudo sobre as diversas formas de interação do ator de carne e osso com o objeto animado, e as implicações destas relações para a construção de uma dramaturgia específica do Teatro de Animação. - Autor do livro “BONECOS NAS RUAS!” (2012), em que conta a experiência realizada pelo Projeto de mesmo nome, empreendido entre os anos de 2010 e 2011. - Autor do livro “TEATRO PARA CRIANÇAS: PROBLEMÁTICAS E SOLUCIOLUNÁTICAS” (2015), em que discute questões relativas ao teatro feito para crianças no Brasil, bem como conta inúmeros “causos” colhidos em sua carreira de quase 3 décadas de trabalhos neste campo artístico. - Autor do livro “ISSO É COISA DE CRIANÇA” (2017), em que conta a experiência realizada pelo Projeto de mesmo nome, empreendido entre os anos de 2016 e 2017, que consistiu na criação de um espetáculo teatral totalmente criado por crianças de Centros de Acolhimento da Prefeitura de São Paulo. - Escreve artigos sobre o Teatro de Animação para revistas, sites e jornais. - Autor do livro “O MENINO QUE MORAVA NO LIVRO”, trabalho destinado para crianças, publicado pela Editora Panda Books – 2009, recebeu o Selo “ALTAMENTE RECOMENDÁVEL” da Fundação Nacional do Livro Infantojuvenil e selecionado para o Projeto PNBE, do Governo Federal, para distribuição de livros infantis em bibliotecas públicas de todo o país, em 2013. - Autor do livro “OS VIZINHOS”, destinado a crianças, publicado pela Editora Panda Books – 2010. Também foi selecionado, em 2011, para o Projeto PNBE. O livro foi selecionado, em um universo de 899 títulos, para figurar na seção brasileira do CATÁLOGO DE BOLONHA 2011 (48th BOLOGNA CHILDREN’S BOOK FAIR 2011). - Autor dos livros “A OUTRA HISTÓRIA”, programado para publicação no 2º semestre de 2014, pela CIA. DAS LETRINHAS, e “O MENINO E O MONSTRO”, igualmente programado para 2014, pela PANDA BOOKS. - Autor colaborador do Portal “Cultura Infância”, escreveu textos para o site. - Membro do Júri do Prêmio Funarte de Dramaturgia, nas edições 2003 e 2004. - Atual membro da Comissão Julgadora do Edital “TEATRO DE FORMAS ANIMADAS”, da Fundação Cultural de Curitiba – SMC. - Trabalhou, como “contador de histórias”, no Projeto Pastel, da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, sob orientação da Profa. Dra. Maria da Graça Mendes Abreu, entre os anos de 1988 a 1991. Foi então contratado, para exercer a mesma função, pela Editora “Livros do Tatú”, da Argentina, com a qual trabalhou até 1998. - Participou, entre outros de grande importância, dos trienais Festivais Mundiais de Teatro de Bonecos de Charleville, na França, nas edições de 1994 e 1997. Nestas ocasiões realizou cursos e oficinas com alguns dos mais renomados profissionais do teatro de bonecos de todo o mundo, entre os quais a pesquisadora da arte do Bunraku japonês, Michiko Ueno Herr, e o bonequeiro espanhol Jordi Bertrand. - Participou de dezenas de festivais internacionais de Teatro e Teatro de Animação, nos seguintes países: França, Itália, Suíça, Espanha, México, Argentina, Colômbia, Israel, Japão, Turquia e Indonésia. - Cocriador, em 2004, do Grupo Teatro das Coisas, com o qual desenvolveu a linguagem do Teatro de Objetos, em que coisas de uso cotidiano, através de apuradas técnicas de animação, ou construção de jogos simbólicos, tomam o lugar dos personagens em cena. Com o grupo recebeu os seguintes prêmios: Prêmio APCA de Melhor Ator para Teatro Infantil de 2004, com o espetáculo “Zôo-ilógico” (junto com Cláudio Saltini); Prêmio COCA COLA FEMSA de Melhor Espetáculo de Teatro de Animação de 2004, também com “Zôo-ilógico”; Prêmio APCA de Melhor Espetáculo de Teatro de Animação de 2005, com o espetáculo “Inzôonia” e Prêmio APCA – 2006, de Melhor Direção para Teatro Infantil, pelo espetáculo “Guarda Zool”. - Ministra cursos e oficinas sobre o teatro de bonecos por todo o país e exterior. Presta assessoria a grupos da Bahia, Brasília e Rio de Janeiro. Ministrou oficinas na Escola de Titiriteros de Avellaneda, de Buenos Aires. Também foi oficineiro em projetos pontuais, na Espanha, Itália, Suíça e Israel. - Diretor do espetáculo “Pinóquio Etcetera e Tal”, da Cia. Teatro por Um Triz. Diretor de animação do espetáculo “Vô Doidim e os Velhos Batutas”, de Nana de Castro – encenado pelo grupo do Teatro Folha, entre 2001 e 2002. Diretor de animação do espetáculo “Crônicas de Cavaleiros e Dragões, o Tesouro dos Nibelungos”, adaptação de Paulo Rogério Lopes para texto de Tatiana Belinky, produzido pelo SESI SP em 2013. - É autor e diretor, entre outros, dos espetáculos “Cidade Azul”, “Uma História do Mundo”, “O Senhor dos Sonhos”, “Vovô”, “Gigante”, “Big Bang”, “E se as Histórias Fossem Diferentes”, “Isto Não é Um Cachimbo”, “Os Vizinhos”, “História de Bar”, “Sonhatório”, “Construtório”, “Por Uma Estrela”, “Última Notícia” e coautor dos espetáculos “A Bruxinha” e “Isso é Coisa de Criança”, todos encenados e produzidos pela Cia Truks com a qual já recebeu mais de 40 prêmios e indicações. - Autor e roteirista da série para TV “A CASA DAS COISAS”. - Idealizador, coordenador e criador do ESCAPE JUNIOR (2017), o primeiro espaço de “Escape Game” dedicado exclusivamente para crianças, do Brasil. GABRIEL SITCHIN - assistente de direção e ator - Ator formado pela Escola Superior de Artes Célia Helena (2011). - Prêmio de “Ator Revelação de 2012”, pela ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE CRÍTICOS DE ARTE e pela COCA COLA FEMSA. - Realizou, entre outros, os seguintes cursos: “Workshop de Clown”, com Roberta Casanova; “Mímica Total e Teatro Físico”, com Luis Louis; “Curso intensivo de Interpretação pra Cinema”, no Studio Fátima Toledo; “Oficina de Animação de Bonecos, Formas e Objetos” no Centro de Estudos e Práticas do Teatro de Animação de SP; “Curso Livre de Teatro”, no INDAC Escola de Atores, “Curso de Clown”, com Bete Dorgam, “Oficina de Dramaturgia para o Teatro de Animação” no Centro de Estudos e Práticas do Teatro de Animação de SP. - Em 2008 viveu em Londres, onde estudou nas seguintes escolas: "Central School of Speech and Drama", "Central Saint Martins Art College" e "London Drama School". - Atuou em diversos espetáculos, filmes e campanhas publicitárias, entre os quais: “Estudo.Hamlet”, dirigido por Rui Cortez; “Os Ciúmes de um Pedestre”, de Martins Pena, em CEUS de São Paulo, com a Cia. do Torto. Fez o personagem “Danilo”, na primeira temporada da série “Status: Solteira”, do canal Oi, vencedora do “Pitching Oi Multimídia 2009”, dirigido por Marcus Baldini; Foi o personagem “Rafael” no curta-metragem “O Coração às Vezes Pára de Bater”, dirigido por Maria Carmargo, selecionado para mais de dez festivais internacionais, entre os quais: International Short Film Festival Detmold 2010, Alemanha, 38º Festival de Cinema de Gramado: Mostra Paralela e 21º Festival de Curtametragens de São Paulo e 14º. SHANGAI INTERNATIONAL FILM FESTIVAL. ROGÉRIO UCHOAS - ator - Ator e performer formado em técnicas circenses para o ator, pela ELT (Escola Livre de Teatro), e mímica com Luis Louis e Vitor Seixas. - Realizou, entre outros, estudos voltados para dança contemporânea e popular. - Participou do Projeto “Fantoches nas Praças”, coordenado pelo grupo Sobrevento, com o qual cumpriu temporada de dois anos. - Realizou diversas oficinas no Centro de Estudos e Práticas do Teatro de Animação de São Paulo, coordenado pela Cia Truks, entre 2007 e 2010. - Criador e intérprete do “Palhaço Banzé”, se apresenta desde 2004 com performances e espetáculos de circo, mímica e rua. - Em 2005 foi para Arábia Saudita integrando a Cia. Brazilian Circus, e lá atuou durante dois meses. Ao retornar foi convidado a participar do grupo Circo Zé Brasil e, em 2008, em parceria com outros artistas, criou o grupo Malabarbudos, que tem como objetivo fomentar a arte de rua. - Participou, entre outros, dos seguintes eventos: Palhaçada geral, no SESC Santana; Casas do Circo, no Instituto pombas urbanas (Semeando Arte na Comunidade); Intercircus em 2007, diversas edições do Projeto Recreio nas Férias; Panorama do Circo; Palhaçaria Paulistana, e em diversas edições da Virada cultural. Integra a Cia Truks desde 2010, e atua nos seguintes espetáculos do grupo: O Senhor dos Sonhos, Zôo-ilógico, Cidade Azul, A Bruxinha, Isto Não é um Cachimbo, Sonhatório, Construtório, Acampatório e Por uma Estrela. Cenografia, Figurino: Cia Truks A Cia. Truks, criada em 1990, apresenta seus espetáculos de repertório em teatros, escolas, instituições e espaços alternativos de todo o Brasil. Além de participar de mostras e festivais em países do exterior, e em eventos e congressos vinculados à educação e à cultura. Paralelamente, ministra cursos e oficinas sobre o teatro para crianças, técnicas de animação de bonecos, objetos e figuras, além de cursos sobre procedimentos dramatúrgicos. O grupo é referência nacional na arte do Teatro de Animação, bem como um dos principais expoentes do teatro para crianças no Brasil. Recebeu os principais prêmios do segmento: Mambembe do MinC, APCA, Coca Cola de Teatro Jovem, O Teatro Cidadão, da Prefeitura de São Paulo, e o Estímulo da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, entre outros. Coordenou o Centro de Estudos e Práticas do Teatro de Animação de São Paulo, espaço de referências desta linguagem artística, em projeto da Prefeitura do Município, entre 2002 e 2012.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.