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PRONAC 210556Apresentou prestação de contasMecenato

Ateliê do Brincar

INSTITUTO SEARA DE CULTURA E DESENVOLVIMENTO
Solicitado
R$ 497,0 mil
Aprovado
R$ 708,0 mil
Captado
R$ 497,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (3)
CNPJ/CPFNomeDataValor
10656452000180Votorantim Cimentos n/ne S.A.1900-01-01R$ 242,4 mil
56992951000149Tortuga Companhia Zootécnica Agrária1900-01-01R$ 150,0 mil
03407049000151VOTORANTIM S.A.1900-01-01R$ 104,6 mil

Eficiência de captação

70.2%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
21

Localização e período

UF principal
CE
Município
Fortaleza
Início
2022-01-01
Término

Resumo

Inserir as artes visuais nas práticas pedagógicas do brincar em unidades públicas de educação infantil, por meio da instalação de obras de artes dentro dessas escolas, como: esculturas de brinquedos e murais artísticos (grafite). Além disso, prever a realização de uma ação educativa com oficinas de artes plásticas para os alunos dessas unidades escolares e uma formação para seus educadores com foco em artes visuais na educação infantil. A ideia central é estabelecer um intercâmbio entre os ambientes de educação infantil e as produções artísticas e seus criadores, mediado pelo brincar.

Sinopse

Esculturas de brinquedos - para crianças com até 6 anos As escolas contempladas pelo projeto ganharão esculturas de brinquedos feitos por artistas plásticos, como joões-bobos, gangorras, escorregadores, túneis, esculturas sonoras e muito mais. As esculturas, com suas formas e cores, serão objetos estéticos que estabelecerão um contato físico, visual e sensorial com a criança. A ideia é criar espaços lúdicos de aprendizagem, convivência social, contemplação e fruição da arte. Murais - para crianças com até 6 anos As escolas também ganharão murais com desenhos das crianças feitos durante uma oficina de desenho ministrada por um artista plástico, mesmo autor das pinturas. As crianças participarão do processo criativo da obra, numa cocriação com o artista. A proposta é fazer com que elas se vejam como protagonistas do processo e desenvolver habilidades de expressões.

Objetivos

Objetivo Geral Inserir as artes visuais nas práticas pedagógicas do brincar em unidades públicas de educação infantil, por meio da instalação de obras de artes dentro dessas escolas, como: esculturas de brinquedos e murais artísticos (grafite). Além disso, prever a realização de ações formativas com foco na formação de crianças por meio das artes visuais. A ideia central é estabelecer um intercâmbio entre os ambientes de educação infantil e as produções artísticas e seus criadores, mediado pelo brincar. · Instalar 18 esculturas de brinquedos feitos por artistas plásticos em escolas públicas de ensino infantil, como joões-bobos, gangorras, escorregadores, túneis, esculturas sonoras e muito mais, criando espaços lúdicos de aprendizagem, convivência social, contemplação e fruição da arte; · Criar, em escolas públicas de ensino infantil, 12 murais com desenhos dos alunos feitos durante uma oficina de desenho ministrada por um artista plástico, mesmo autor do mural, criando um processo de cocriação artística entre crianças e artistas; · Realizar 36 oficinas de artes plásticas para alunos de escolas públicas de ensino infantil (contrapartida social); · Realizar uma formação em artes visuais na educação infantil para educadores de escolas públicas de ensino infantil, prevendo 06 oficinas, um seminário virtual com 05 webinars, um manual de orientação pedagógica (e-book e audiolivro) e uma consultoria em arte-educação (contrapartida social).

Justificativa

O brincar é uma das principais manifestações culturais da infância e é fundamental para o desenvolvimento do ser. Enquanto se brinca, explora-se sentidos, sentimentos, afetos, emoções e pensamentos capazes de fazerem a criança se descobrir e descobrir seu papel na sociedade. Trata-se de um fenômeno humano, social e cultural, muito semelhante aos processos de criação e fruição das artes. O ato de brincar engloba experiências emocionais, corporais, sensoriais, expressivas, cognitivas e relacionais que permitem a criança fazer leituras e construir sentidos, tendo como principal motor a imaginação, algo inerente ao ser humano. Por meio da elaboração de imagens, associações e relações, o brincante abre novas percepções de si, dos próximos e do mundo. Pode-se dizer que a brincadeira é um ato estético. Brincando, a criança está imersa na criação ou na interação ou na contemplação de um objeto estético, quer seja um brinquedo, uma brincadeira, a natureza, o seu corpo ou uma obra de arte. Esse processo envolve, de forma sensível e criativa, meios de observações e de convivência social, bem como a criação de hipóteses e narrativas. Brincar envolve uma experiência que foge do cotidiano. Tudo passa a ser visto sob novos ângulos, expandindo percepções. A criança descobre novas possibilidades de olhar para si, para o outro e para o mundo, desenvolvendo sua criatividade, empatia e autonomia. Essa descoberta pode ser estendida para novas formas de ser, agir, pensar e habitar. Nesse sentido, a brincadeira se correlaciona com a arte, já que ambas convidam os sujeitos adentrarem mundos imaginários libertos da rigidez da razão, dos quais saem transformados. Seja pelo corpo, pela palavra ou por imagens, o artista, o espectador e o brincante criam metáforas para perceber o invisível. Após essa experiência, o sujeito retorna modificado, ampliando suas leituras de mundo e seu horizonte existencial. Há ainda um aspecto simbólico na interseção entre a arte e a brincadeira. Seus atores exploram modos de perceber, viver e habitar o mundo atravessados por questões sociais, históricas e culturais. Uma brincadeira, um brinquedo e uma obra de arte simbolizam várias camadas da cultura de um povo, em toda a sua diversidade, e revelam o que uma sociedade sente e pensa. Nesse sentido, o brincar é um dos seis direitos de aprendizagem e desenvolvimento garantidos às crianças de 0 a 5 anos pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC), onde reza que as brincadeiras devem estar no cotidiano da criança, em diferentes espaços e tempos, a fim de ampliar e diversificar seu acesso a produções culturais, seus conhecimentos e suas experiências. Um direito que é atravessado pela arte e cultura. Os demais direitos desse documento, como os direitos a expressar-se e explorar, também reforçam o papel da brincadeira e das artes como um importante meio de desenvolvimento de habilidades, construção de identidade e de subjetividades para as crianças, compreendendo-as como um sujeito dialógico, criativo e sensível. Para tal, precisa-se de condições adequadas que perpassam por aspectos físico, mental, ético, estético, cultural, humano e social da criança. Portanto, fica evidente que as artes e as brincadeiras são grandes aliadas na formação das crianças. São duas formas de produção e fruição cultural essenciais para a infância, sobretudo para os seis primeiros anos de vida, quando as vivências e experiências são primordiais para a saúde, aprendizagem e comportamento para o resto da vida do ser. Por isso, a arte e brincar são também dois direitos fundamentais da criança assegurados no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Baseado nisso, surge o projeto "Ateliê do Brincar" que visa inserir as artes plásticas nas práticas do brincar em unidades públicas de educação infantil, criando objetos, espaços e tempos capazes de oferecer experiências estéticas ricas e plurais e interações sociais junto às crianças e seus pares (outras crianças e adultos), como: esculturas-brinquedos, murais artísticos, oficinas e apresentações artísticas. Tendo a arte como alicerce, o projeto está pautado em três eixos: brincar, interagir e experimentar. As atividades do projeto serão pautadas no brincar enquanto experiência estética atravessada pelas artes, no sentido de gerar formas e meios de experimentação, criação, fruição, interação, escuta e fala. O propósito é aumentar o repertório artística e cultural das crianças como uma estratégia de formação integral do ser. Inicialmente a escola recebe esculturas de brinquedos feitos por artistas plásticos, como joões-bobos, gangorras, escorregadores, túneis, esculturas sonoras e muito mais. As esculturas, com suas formas e cores, serão objetos estéticos que estabelecerão um contato físico, visual e sensorial com a criança. A ideia é criar espaços lúdicos de aprendizagem, convivência social, contemplação e fruição da arte. Dessa forma, o "Ateliê do Brincar" afirmará que a junção das artes com o brincar é um meio potente de desenvolvimento integral do ser. Estabelecendo um intercâmbio entre os ambientes de educação infantil e as produções artísticas e seus criadores, o projeto possibilitará às crianças identificar, analisar, questionar e transformar o seu contexto para expressar seus desejos e suas necessidades, ponto fundamental para a construção de mundo melhor. Assim, o projeto contribui para os seguintes incisos do Art. 1º da Lei Nº 8.313/91: I) contribuir para facilitar, a todos, os meios para o acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II) promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III) apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V) - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; e VIII) estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Junto a isso, o projeto atende aos objetivos listados abaixo previstos no Art. 3º da lei supracitada, a saber: I) incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; e II) fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.

Estratégia de execução

Em referência à diligência encaminhada em 30/09/2020: Onde diz "Retirar da proposta as ações referentes à doação de brinquedos e à oficinas de brinquedos, tendo em vista que elas não possuem natureza cultural", esclarecemos: Registramos que as esculturas-brinquedos não são meros escorregadores, gangorras, trepa-trepa, tratam-se de esculturas feitas por artistas plásticos premiados e reconhecidos pela crítica nacional, quizá internacional. Eles fazem das suas obras instrumentos para uma experiência sensorial e física, convidando crianças e famílias a brincarem coletivamente com seus trabalhos. Assim, este projeto vista levar esses trabalhos artísticos, de forte natureza cultural, para dentro de escolas pública, chegando a comunidades nunca ou pouco tiveram acesso às artes. Para maiores esclarecimentos e exemplficar, listamos abaixo os artistas pretendemos trabalhar com os links dos seus trabalhos para uma melhor vizualização e compreensão dessas obras de artes: > DIM BRINQUEDIM - http://www.museubrinquedim.org.br/ "Desde sua abertura publica, em 2002, o Museu Brinquedim vem se pautando por uma política cultural ancorada nos princípios de democratização do seu acervo. Para isso oferece ao publico, de forma permanente, o acesso a sua coleção. A sociedade vem manifestando interesse crescente por essa coleção. Seu acervo é pesquisado por estudantes de diversas escolas e universidades brasileiras, que, a partir dessa coleção, abordam temas como design, brinquedos tradicionais, arte e ludicidade". Assista: https://www.youtube.com/watch?v=YC0YMhICVAM > NARCÉLIO GRUD - https://www.choquecultural.com.br/pt/2019/03/26/dhamma-individual-de-narcelio-grud/ "Na exposição DHAMMA, Narcélio destila um concentrado suco de diversos frutos cultivados ao longo de 15 anos de pesquisa e produção artística. As raízes estão penetradas nos campos da cinética, das construções sonoras e da interatividade com o público. De relance, algumas esculturas de Narcélio lembram os “modulators” de Lazlo Moholy Nagy, um dos fundadores da Bauhaus e da arte cinética. Mas numa segunda vista, surgem diferenças fundamentais entre eles: os cinéticos de Nagy são autômatos, máquinas metálicas ligadas na eletricidade, enquanto os cinéticos de Narcélio precisam do contato humano, de alguém que lhes dê corda ou lhes impulsione o movimento." Assista: https://www.youtube.com/watch?v=ylQRkJY0kyI No campo "ANEXAR DOCUMENTOS -> PROPONENTE”, anexar o seguinte documento ATUALIZADO: A) Comprovante de inscrição e situação cadastral no CNPJ atualizado com o código de Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) referente ao segmento cultural do produto principal apresentado na proposta (conforme anexo VII da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania). Houve alteração na ATA da instituição, o que vai acabar ocasionando atraso na solicitação de acrécimo do CNAE, conforme solicitado. Encaminharemos o mesmo assim que estiver emitido. Informamos que solicitamos a inclusão dos devidos CNAEs, conforme diligência, porém até agora a Receita ainda não validou nosso pedido. No entanto, anexamos aqui o protocolo de pedido de inclusão dos CNAEs e a nossa ata que consta a inclusão dos CNAEs.

Especificação técnica

PROJETO PEDAGÓGICO DA AÇÃO EDUCATIVA - CONTRAPARTIDA SOCIAL OBJETIVOS Objetivo Geral Inserir as artes nas práticas do brincar em unidades públicas de educação infantil, criando objetos, espaços e tempos capazes de oferecer experiências estéticas ricas e plurais e interações sociais junto às crianças e seus pares (outras crianças e adultos), como: esculturas de brinquedos, murais artísticos e oficinas. Objetivos Específicos · Criar espaços lúdicos de aprendizagem, convivência social, contemplação e fruição da arte;· Fazer com que as crianças se vejam como protagonistas do processo e desenvolver habilidades de expressões;· Estimular a criança a ser a própria produtora do seu objeto estético, construindo-o conforme as suas subjetividades, referências e desejos;· Possibilitar às crianças a identificar, analisar, questionar e transformar o seu contexto para expressar seus desejos e suas necessidades;· Estabelecer um intercâmbio entre os ambientes de educação infantil e as produções artísticas e seus criadores;· Treinar educadores do ensino infantil para desenvolvimento de práticas pedagógicas que aliam artes e brincadeiras. JUSTICIATIVA O brincar é uma das principais manifestações culturais da infância e é fundamental para o desenvolvimento do ser. Enquanto se brinca, explora-se sentidos, sentimentos, afetos, emoções e pensamentos capazes de fazerem a criança se descobrir e descobrir seu papel na sociedade. Trata-se de um fenômeno humano, social e cultural, muito semelhante aos processos de criação e fruição das artes. O ato de brincar engloba experiências emocionais, corporais, sensoriais, expressivas, cognitivas e relacionais que permitem a criança fazer leituras e construir sentidos, tendo como principal motor a imaginação, algo inerente ao ser humano. Por meio da elaboração de imagens, associações e relações, o brincante abre novas percepções de si, dos próximos e do mundo. Pode-se dizer que a brincadeira é um ato estético. Brincando, a criança está imersa na criação ou na interação ou na contemplação de um objeto estético, quer seja um brinquedo, uma brincadeira, a natureza, o seu corpo ou uma obra de arte. Esse processo envolve, de forma sensível e criativa, meios de observações e de convivência social, bem como a criação de hipóteses e narrativas. Brincar envolve uma experiência que foge do cotidiano. Tudo passa a ser visto sob novos ângulos, expandindo percepções. A criança descobre novas possibilidades de olhar para si, para o outro e para o mundo, desenvolvendo sua criatividade, empatia e autonomia. Essa descoberta pode ser estendida para novas formas de ser, agir, pensar e habitar. Nesse sentido, a brincadeira se correlaciona com a arte, já que ambas convidam os sujeitos adentrarem mundos imaginários libertos da rigidez da razão, dos quais saem transformados. Seja pelo corpo, pela palavra ou por imagens, o artista, o espectador e o brincante criam metáforas para perceber o invisível. Após essa experiência, o sujeito retorna modificado, ampliando suas leituras de mundo e seu horizonte existencial. Há ainda um aspecto simbólico na interseção entre a arte e a brincadeira. Seus atores exploram modos de perceber, viver e habitar o mundo atravessados por questões sociais, históricas e culturais. Uma brincadeira, um brinquedo e uma obra de arte simbolizam várias camadas da cultura de um povo, em toda a sua diversidade, e revelam o que uma sociedade sente e pensa. Nesse sentido, o brincar é um dos seis direitos de aprendizagem e desenvolvimento garantidos às crianças de 0 a 5 anos pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC), onde reza que as brincadeiras devem estar no cotidiano da criança, em diferentes espaços e tempos, a fim de ampliar e diversificar seu acesso a produções culturais, seus conhecimentos e suas experiências. Um direito que é atravessado pela arte e cultura. Os demais direitos desse documento, como os direitos a expressar-se e explorar, também reforçam o papel da brincadeira e das artes como um importante meio de desenvolvimento de habilidades, construção de identidade e de subjetividades para as crianças, compreendendo-as como um sujeito dialógico, criativo e sensível. Para tal, precisa-se de condições adequadas que perpassam por aspectos físico, mental, ético, estético, cultural, humano e social da criança. Portanto, fica evidente que as artes e as brincadeiras são grandes aliadas na formação das crianças. São duas formas de produção e fruição cultural essenciais para a infância, sobretudo para os seis primeiros anos de vida, quando as vivências e experiências são primordiais para a saúde, aprendizagem e comportamento para o resto da vida do ser. Por isso, a arte e brincar são também dois direitos fundamentais da criança assegurados no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Baseado nisso, surge o projeto ?Ateliê do Brincar? que visa inserir as artes nas práticas do brincar em unidades públicas de educação infantil, criando objetos, espaços e tempos capazes de oferecer experiências estéticas ricas e plurais e interações sociais junto às crianças e seus pares (outras crianças e adultos), como: esculturas-brinquedos, murais artísticos, oficinas e apresentações artísticas. Contrapartida Social:CARGA HORÁRIA - 36 oficinas artísticas de artes visuais para crianças em escolas públicas de ensino infantil, e ampliando a criatividade e o repertório cultural das crianças. Estima-se 6 oficinas por escola, sendo 6 escolas. Cada oficina tem em média 8 h/a, sendo o total de 288 h/a; - 6 oficinas para o corpo docente das escolas públicas contempladas pelo projeto com foco em arte educação aliado aos objetivos do projeto. Sendo 16 h/a por escola, sendo 6 escolas, totalizando 96 h/a; - 5 webinars de um seminário virtual para educadores aliados ao escopo do projeto. Cada webinar prever 1 h de duração no Youtube, tendo 5 h de duração total; - Consultoria pedagógica para educadores das 6 escolas contempladas pelo projeto – 15 h de consultoria por escola, totalizando 90 h. Total de carga horária: 479 horas PÚBLICO ALVO - Alunos do ensino infantil de escolas públicas municipais- Professores e gestores do ensino infantil de escolas públicas municipais METODOLOGIA Fundamento Tendo a arte como alicerce, o projeto está pautado em três eixos: brincar, interagir e experimentar. As atividades do projeto serão pautadas no brincar enquanto experiência estética atravessada pelas artes, no sentido de gerar formas e meios de experimentação, criação, fruição, interação, escuta e fala. O propósito é aumentar o repertório artística e cultural das crianças como uma estratégia de formação integral do ser. Tudo terá como base as Diretrizes Curriculares de Educação Infantil – DCNEI. Para tal, metodologicamente partiremos de: · Reunião juntamente com a comunidade escolar para planejar, discutir e decidir como acontecerá o projeto;· Utilizar as reuniões do trabalho coletivo, do conselho de classe, visita a sala de aula e reuniões de pais para divulgação do projeto;· Com um monitor do projeto, as turmas de educação infantil têm uma visita guiada aos brinquedos-esculturas e aos murais;· Professores ficam na incumbência de desenvolver práticas pedagógicas de arte-educação junto às crianças. MATERIAL DIDÁTICO Papel sulfite, lápis de cor, tinta guache, papéis para artes, colas, tecidos, linhas, tesoura entre outras. CONTEÚDOS DAS OFICINASSão quatro oficinas fazem parte do programa "Criando sua expressão através das Artes Visuais". Cada oficina prevê 8h/a. Os conteúdos se dividirão em:Criação de desenhos, pinturas, colagens, modelagens a partir do próprio repertório e da utilização de elementos da linguagem das artes visuais: ponto, linha, cor, forma, volume e luz;Exploração e utilização de alguns procedimentos necessários para desenhar, pintar e modelar;Exploração dos espaços bidimensionais e tridimensionais na realização dos seus projetos artísticos;Percepção da relação figura/fundo;Exploração dos elementos rítmicos das linguagens visuais, propondo repetição de imagens;Valorização de suas produções, das outras crianças e da produção em geral;Observação das obras de arte;Identificar as obras de Tomie Othake e Pierre Auguste Renoir;Interpretações das obras com técnicas variadas;Representação gráfica de imagens do corpo humanos, parado, em movimento, dentro de cenários;Organização de imagens na superfície plana, explorando todo o espaço do suporte;Narrativas com informações biográficas sobre os artistas e suas produções.Atividades:1. Desenho espontâneo – do que gosto de brincar ;2. Nomear as cores que gosta e pintá-las com giz de cera e lápis de cor, lado a lado, analisar;3. Modelagem de varias formas livres, analisar quando é bidimensional e transforma-se em tridimensional;4. O que é uma História em Quadrinhos. Vamos criar uma ?5. Apresentação do papel sulfite dividido em 6 quadros;6. Desenhar o personagem e o que ele está fazendo;7. Colorir com as cores que mais gosta;8. Contar a história criada;9. Apresentação da história de Tomie Ohtake e sua obra.10. Atividades de interpretação das obras do artista;11. Interpretação de Escultura da artista;12. Desenhando no papel kraft e lápis de cor. Tema livre13. Colagem com pontos criados no papel colorido e recortado;14. Origami com cenário trabalhado. Técnica: giz de cera derretido;15. Texturas dentro de contornos;16. Raspar giz de cera e colorir um desenho com o material obtido17. Pintura com anilina em bola de sabão;18. Impressão com elementos diversos;19. Construir formas com fios em espaço grande(quadra);20. Construir formas com fios em espaço pequeno (papel);21. Construir labirintos no papel (fios coloridos, cola);22. Recobrir uma peça de cerâmica com barbante, dar acabamento;23. Formas de papel transparente, composição, novas cores;24. Montagem do circulo cromático;25. Pintura livre usando as cores conhecidas;26. A linha tridimensional: trabalhar com rolinhos de jornal formando figuras;27. A linha feita de arame e fio de nylon – montagem de um móbile;28. Apresentação da história de Pierre Auguste Renoir;29. Atividades de interpretação da obra do artista;30. Interpretação da Obra ?Rosa e Azul? de Renoir;31. Visita ao Museu para apreciar obras de arte;32. Interpretação de uma obra apreciada na visita ao Museu;33. Pintura em tela.34. Montagem da exposição das obras, como vistas no Museu; escolha do local, disposição dos quadros, convites, recepção e apreciação. Treinamento para professores O corpo docente das escolas contempladas receberá formação em arte-educação, como oficinas (96h no total) e um seminário com 5 webinars (5h no total), bem como receberão um manual de orientação pedagógica e uma consultoria (90h no total) em arte-educação voltada para o desenvolvimento de práticas pedagógicas pautadas nas atividades a serem realizadas pelo projeto junto às crianças. PROFISSIONAIS ENVOLVIDOS Marcos Melo - É educador, artista plástico, ator, contador de histórias, luthier, músico profissional (especialista em percussão e efeitos), poeta, compositor, brinquedista e folclorista. É pesquisador de músicas e brincadeiras de roda, brinquedos populares e Mestre de Batuque de Maracatu. É Habilitado pela Ordem dos Músicos do Brasil. Implantou musicalização infantil e atuou em escolas como Creche Escola Casa da Tia Lea (onde permaneceu por 10 anos), Colégio Santa Cecília (9 anos), Colégio 7 de Setembro (12 anos), Irmã Maria Montenegro e desenvolveu trabalho de educação musical especial na APAE Fortaleza por 3 anos. Entre outras escolas e projetos. Participou como artista plástico do grupo de RISCO (década de 90), juntamente com os artistas Messias Batalha, Júlio Silveira, Álcio Barroso, Ítalo Castelar, Ricardo Pinto. Apresentou show musical infantil autoral ?Cantando e Encantando? em diversos espaços. Ministrou para educadores, universitários e público em geral, cursos e oficinas de musicalização como ferramenta pedagógica , técnicas de contação de histórias, reciclagem artística, construção de brinquedos e jogos pedagógicos, construção de instrumentos musicais, brinquedos e brincadeiras populares, rondas e cirandas infantis. Leciona em projetos de arte educação para comunidades carentes, onde ministra aulas de teatro, musicalização infantil, flauta doce, percussão, reciclagem artística, construção de brinquedos, instrumentos musicais e artesanato com resíduos sólidos (material de sucata). Já tocou com artistas como Hermeto Pascoal, João do Vale, Petrúcio Maia, Amelinha, Belchior, Ednardo, Kátia de França, Mirla Muniz, Kátia Freitas, Davi Duarte, entre muitos outros. Liduína Rodrigues - Pedagoga de formação e artesã de coração , quando criança a mãe produzia minhas bonecas de forma rudimentar, aprendeu a costurar e em 1992 participou de um curso de bonecas aprimorando a arte do fazer. Em 2013 idealizou e fundou O Museu da Boneca de Pano. Rafael Limaverde - Nascido em Belém/PA, 1976, naturalizado cearense, formado em Artes visuais pelo Instituto Federal do Ceará (IFCE). Xilogravurista, grafiteiro, design e ilustrador. Teve sua primeira exposição de pinturas e infogravuras intitulada ?Caos? – Fortaleza (2000) e segunda como ?Xilofagia? com 14 xilogravuras homenageando personalidades e manifestações importantes da cultura nordestina – Fortaleza (2002). Ex-integrante do grupo Acidum, expondo nas Funartes SP e RJ, Salão de Abril – Fortaleza/CE e Mostra Sesc Cariri – Crato/CE. Realizou a exposição individual ?Gabinete Místico? com 13 aquarelas na Galeria Estoril – Fortaleza/CE (2015). Foi curador da exposição Eco Barroco no CCBNB (Centro Cultural Banco do Nordeste) – Fortaleza/CE(2011) e da exposição Bestiário Nordestino, na Multigaleria – Centro de Arte e Cultura Dragão do Mar – Fortaleza/ CE (2016). Como Grafiteiro realizou trabalhos em todas as 4 edições do Festival Concreto – Fortaleza/CE (2013, 2015, 2016, 2017) e Festival Bahia de Todas as Cores – Candeias/BA (2017). Pesquisa atualmente desenhos, pinturas, gravura e assemblages, tendo como referência a cosmovisão religiosa, tanto litúrgica (sacralizada pela igreja) como a para-litúrgica (sacralizada pela religiosidade popular). Baseia seu trabalho na simbologia, no imaginário, na história, nos objetos, templos e rituais que compõem a experiência transcendental humana. Amanda Oliveira - é licenciada em Artes Visuais pelo IFCE, educadora e mediadora de espaços culturais, tendo sua pesquisa voltada para as práticas pedagógicas reflexivas em dispositivos lúdicos. Arte educadora de diversas vivências em Arte e suas interdisciplinaridades culturais, entre elas: desenho experimental; conteúdos iniciais de cor, forma e composição; fanzine; Colagem e Intervenção urbana.

Acessibilidade

Todas as escolas públicas a serem contempladas pelo projeto estarão aptas a atender alunos com deficiência física e mental e tal público poderá participar das oficinas artísticas do projeto, independente da sua deficiência. Exposição de Artes - esculturas de brinquedos e murais artísticos (grafite) Acessibilidade física: acesso às obras de artes com rampas e congêneres Acessibilidade para deficientes visuais: placas de descrição das obras de artes em braile e com QR code para um vídeo com audiodescrição da obra Acessibilidade para deficientes auditivos: placas de descrição das obras de artes com um QR code para um vídeo com ínterprete de libras explanando sobre a obra CONTRAPARTIDA SOCIAL - ação educativa com oficinas de artes plásticas para os alunos dessas unidades escolares e uma formação para seus educadores com foco em artes visuais na educação infantil Acessibilidade física: acesso às atividades com rampas e congêneres Acessibilidade para deficientes visuais: as oficinas, o seminário e consultoria pedagógica preevem "descrição para cego ver"/ audiolivro do manual de orientação pedagógica Acessibilidade para deficientes auditivos: intérpretes de libras para as oficinas, o seminário e consultoria pedagógica

Democratização do acesso

O acesso às atividades será gratuito. Todas as atividades do projeto contemplarão escolas públicas localizadas em comunidades com pouco acesso à cultura e em situação de vulnerabilidade social. Exposição de Artes – esculturas de brinquedos e murais artísticos (grafite) serão doados gratuitamente para escolas públicas de ensino infantil, contemplando crianças até 6 anos (incisos I e VII do Art 21 da IN 02/2019):I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados;VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil; Contrapartidas sociais – realização de uma ação educativa com oficinas de artes plásticas para alunos escolas públicas de ensino infantil, contemplando crianças até 6 anos, bem como uma formação para os educadores dessas escolas com foco em artes visuais na educação infantil, prevendo 06 oficinas, um seminário virtual com 05 webinars, um manual de orientação pedagógica (e-book e audiolivro) e uma consultoria em arte-educação (inciso VII do Art 21 da IN 02/2019).VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil;

Ficha técnica

O proponente realizará a execução física e financeira do projeto, dirigindo todos os trâmites. - Osiel Gomes – Diretor do projeto Produtor cultural desde 1990, pedagogo, com especialização em “Gestão de Produtos e Serviços Culturais” pela UECE. Iniciou sua carreira no setor cultural como bailarino. Já trabalhou na Secretaria da Cultura do Estado do Ceará, onde ocupou os cargos de coordenador de Marketing e Assessor Especial de Gabinete, no SESC, foi Assessor de Comunicação, e no GAPA/CE, atuando como Coordenador de Marketing Social e Eventos. Esteve envolvido em importantes projetos culturais cearenses, entre eles, Projeto Meio Dia, Um Concerto por um Real, Cine Ceará, For Rainbow, Bienal Internacional de Dança, Bienal Internacional do Livro do Ceará, Maloca Dragão e projetos de formação ligados ao Centro Dragão do Mar, ao Porto Iracema das Artes e à Vila das Artes. Nos últimos anos, tem se dedicado a projetos voltados para a infância e projetos de publicações de arte. Foi produtor executivo dos livros “Rede de Dormir”, “Caminho das Águas” e, atualmente, está produzindo o livro “Os Profetas”. Foi coordenador pedagógico do Encontro de Narrativas para a Infância e do III Fórum Nacional de Cultura Infância. Participou da elaboração do Plano Estadual de Cultura Infância do Ceará. Faz parte do Fórum de Cultura Infância do Ceará e do Grupo Nacional Cultura Infância. É um dos diretores e curadores do Ventos do Saber, Territórios da Leitura, do Festival Internacional de Teatro Infantil do Ceará (TIC) e da Mostra Internacional de Audiovisual (MIAU), este último idealizado por ele. - Emidio Sanderson – Diretor do projeto e diretor-presidente do proponente Produtor cultural com Especialização em Gestão e Políticas Culturais realizada pela Universidade de Girona (Espanha), Cátedra da Unesco e pelo Itaú Cultural, bem como MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas – FGV. Desenvolveu uma pesquisa sobre a Cadeia Produtiva do Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga, a qual foi premiada pela Secretaria de Cultura do Ceará. Foi ator e produtor da Cia do Batente, sediada em Sobral. No SEBRAE, trabalhou com projetos culturais. Na Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult) e na Secretaria de Cultura de Fortaleza (Secultfor), foi Assessor de Projetos. Atualmente, é presidente do Instituo Seara, organizando ações culturais na área de difusão e formação cultural. Faz parte do Grupo Nacional Cultura Infância e do Fórum de Cultura Infância do Ceará. Liderou a elaboração do Plano Estadual de Cultura Infância do Ceará. Em 2017, organizou a o III Fórum Nacional Cultura Infância em Fortaleza. Desde 2011, faz a curadoria e direção artística do TIC – Festival Internacional de Teatro Infantil do Ceará e do Encontro de Narrativas para a Infância, projetos idealizados por ele. Em 2018, foi o produtor executivo da Maloca Dragão e curador da Mostra Cariri das Artes do SESC. E desde 2019, tem coordenado os projetos de leitura literária em escolas: Ventos do Saber e Territórios da Leitura. - Luciana Rodrigues – Coordenação pedagógica Graduada em História-Licenciatura Plena pela Universidade Estadual do Ceará- UECE no semestre 2010.1. Nos anos de 2006 e 2007 atuou como professora do ensino fundamental e como educadora de museu nas exposições do Museu da Cultura Cearense. De 2008 a 2010 trabalhou no Sobrado Dr. José Lourenço como bolsista (Transferência Tecnológica - BTT) pela Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FUNCAP) na categoria Apoio Técnico, atuando na produção das exposições de arte realizadas no espaço. No início de 2011 foi nomeada Coordenadora da Ação Educativa da mesma instituição, permanecendo até 2013. De 2013 a 2017 trabalha na Caixa Cultural Fortaleza, atuando na produção e supervisão de exposições de arte, shows e espetáculos de teatro. A partir de 2017 assume a coordenadoria do Programa Educativo CAIXA Gente Arteira na mesma instituição. Em paralelo é responsável pela ação educativa de projetos culturais que percorrem cidades do interior do Ceará, dentre os quais destaca: Projeto RASTRO (artes visuais), A Casa de Palha (artes visuais/audiovisual) e Lápis Atômico (quadrinhos). - Luciana Mesquita - Produtora Como formação acadêmica em psicologia e jornalismo e formação técnica em gestão de eventos. Possui experiência com produção de eventos e cerimonial desde 2002, atuando em eventos culturais, corporativos e sociais, com destaques para grandes festivais, a saber: Cine Ceará, Festival de Jazz e Blues de Guaramiranga e Projeto Elos. Foi também gerente de eventos da Prefeitura Municipal de Fortaleza. Também possui experiência na área administrativa de eventos e em escritório de advocacia. Hoje está à frente da sua empresa Asas Produções.

Providência

DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.

2023-07-31
Locais de realização (2)
Caucaia CearáSão Gonçalo do Amarante Ceará