| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 07175725000160 | Weg Equipamentos Elétricos S/A | 1900-01-01 | R$ 400,0 mil |
| 84430149000109 | Duas Rodas Industrial ltda. | 1900-01-01 | R$ 40,0 mil |
| 03585741000170 | ELETROPOLL ELETRODUTOS METALICOS LTDA | 1900-01-01 | R$ 30,0 mil |
| ***079289** | Décio da Silva | 1900-01-01 | R$ 25,0 mil |
| 81632093000179 | Agricopel Com. de Derivados de Petróleo Ltda | 1900-01-01 | R$ 20,0 mil |
| ***550959** | GABRIEL GOULART SENS | 1900-01-01 | R$ 5,0 mil |
| 83638668000196 | MOLDEMAQ MAQUINAS E IMPLEMENTOS AGRICOLAS LTDA | 1900-01-01 | R$ 4,5 mil |
| ***726339** | Djon Carlo Gruetzmacher | 1900-01-01 | R$ 3,0 mil |
| ***849319** | Carl Heinz Müller | 1900-01-01 | R$ 3,0 mil |
| 07121351000108 | Abimex Importações e Exportações Ltda. | 1900-01-01 | R$ 3,0 mil |
| ***146209** | Edson Carlos Schulz | 1900-01-01 | R$ 2,0 mil |
| ***466979** | RICARDO TELES SCHULZ | 1900-01-01 | R$ 2,0 mil |
| 84431154000128 | Metalúrgica Erwino Menegotti Ltda | 1900-01-01 | R$ 2,0 mil |
| ***818429** | ZAIRA ZIMMERMANN DA SILVA | 1900-01-01 | R$ 1,8 mil |
| ***343349** | SEBASTIAO LAURO NAU | 1900-01-01 | R$ 1,5 mil |
| 24797996000176 | BILDEN TECNOLOGIA DA INFORMACAO LTDA | 1900-01-01 | R$ 1,5 mil |
| ***022759** | Marcia da Silva Petry | 1900-01-01 | R$ 1,2 mil |
| 84438209000121 | VIACAO CANARINHO LTDA | 1900-01-01 | R$ 1,2 mil |
| ***214999** | MARCOS ROBERTO SEGALLA | 1900-01-01 | R$ 1,0 mil |
| ***390949** | Solange da Silva Janssen | 1900-01-01 | R$ 836,29 |
| ***486369** | MARISTELA HERTEL | 1900-01-01 | R$ 500,00 |
| ***190850** | JOAO GERSON CORONEL ROMERO | 1900-01-01 | R$ 500,00 |
Manter a formação de um grupo orquestral de qualidade com estudantes de música provenientes de escolas e/ou projetos de música existentes na região de Jaraguá do Sul, oferecendo a oportunidade de adquirir experiência em prática orquestral, buscando a formação de músicos profissionais e ao mesmo tempo promover o desenvolvimento intelectual,cultural e social da comunidade. Realização de Concertos com acesso gratuito para a comunidade. Também haverá oficinas sobre o tema "Música" em escolas públicas.
Não se aplica.
OBJETIVOS GERAIS · Formar uma orquestra de qualidade com 40 músicos de Jaraguá do Sul e microrregião; · Garantir o acesso a todos os níveis da sociedade, inclusive para os alunos provenientes de projetos sociais; OBJETIVOS ESPECÍFICOS · Proporcionar ensaios semanais de prática orquestral para ampliar a compreensão do instrumento e do papel que o músico pode ter num contexto maior, onde cada instrumentista tem sua responsabilidade e sua contribuição a oferecer na construção do resultado musical. · Realizar ensaios para cada naipe da orquestra (cordas, madeira, metais, percussão, harpa, piano e seção rítmica) trabalhando técnicas características de cada um deles; · Realizar 14 concertos, como forma de demonstrar o progresso do grupo aos familiares, convidados e para a comunidade em geral; · Participar de eventos diversos com apresentações musicais, seja como músico da orquestra ou em grupos especiais; · Atingir um público total de até 2.000 pessoas nos concertos; · No caso do período de isolamento se estender ao longo do período de execução deste projeto, as ações de ensaios e apresentações podem ser adaptadas para o formato online remoto.
O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; Objetivos do Art. 3º da referida norma que serão alcançados: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; A música é uma das mais elevadas formas de cultura, lazer e expressão dos vários sentimentos e emoções que podem traduzir a tradição cultural de um povo. O contato com a música erudita e com os espaços culturais que esta proporciona se traduz em mudanças positivas e significativas na vida dos participantes e da comunidade em geral. Estudar música significa dedicação, empenho, concentração, estudo, cooperação. Percebe‐se que estudantes de música modificam suas atitudes e comportamentos: ficam mais responsáveis, disciplinados, concentrados, escolhem suas amizades, valorizam a qualidade e o tempo de lazer, aprendem a conviver com as pessoas e vislumbram melhor seu futuro. Participar de um grupo orquestral é uma parte importante na formação do estudante de música, seja no aspecto social ou disciplinar, pois tem como objetivos promover a interação dos estudantes na realização musical coletiva e cultivar a consciência das implicações éticas e hierárquicas no que diz respeito à realização musical em grupo, além de propiciar aos alunos a prática saudável e proveitosa dos instrumentos de suas preferências. A Associação de Músicos da SCAR após sua constituição, em 2007, tornou‐se responsável pelo gerenciamento e manutenção das Orquestras de Cordas, Camerata e Grupo de Câmara da SCAR, grupos musicais criados pelo maestro Ricardo Feldens em 1987. Nesses 34 anos de trabalho ininterruptos muitas crianças, jovens e até mesmo, adultos, já fizeram parte das Orquestras, alguns fizeram da música sua profissão e/ou uma segunda fonte de renda e outros não, mas com certeza todos guardam na lembrança os agradáveis momentos de convívio, o prazer de executar música erudita com toda sua sofisticação e disciplina próprias. A Associação também foi responsável pelo Projeto Camerata da SCAR, que funcionou de março de 2012 a junho de 2015 (com duas edições) que atendeu quase uma centena de estudantes de música, muitos dos quais continuam a estudá‐la em outros Projetos, outros já se integraram às Orquestras e continuam em busca de aperfeiçoamento e aprimoramento de sua arte. A partir de 2015, esta Associação partiu para um novo desafio: a formação e manutenção de uma Orquestra Jovem na cidade de Jaraguá do Sul, a qual continua em atividade, chegando agora à sua quarta edição e sete anos de trabalho na formação de jovens músicos, muitos deles tendo acessado posteriormente cursos superiores de música e formações orquestrais profissionais. De acordo com o exposto acima, esse Projeto justifica‐se, pois busca profissionalizar um trabalho que já vem sendo realizado de forma sistemática e que se tornou referência como grupo produtor e divulgador da arte e da cultura com eventos que procuram despertar a sensibilidade e a harmonia, a beleza e ao mesmo tempo contribuindo para o enriquecimento cultural e a melhoria da qualidade de vida da comunidade. O projeto e as apresentações decorrentes do projeto são absolutamente acessíveis a portadores de deficiência, sendo realizadas em ambientes com acesso por rampas e elevadores, portas de acesso largas e cadeiras e espaços adaptadas para pessoas com necessidades especiais.
Atendendo a diligência, informamos que esse projeto é de "Música Erudita", não se refere a música instrumental, tampouco envolve qualquer proximidade com música cantada em geral.
CARGA HORÁRIA COMPLETA Os Ensaios serão distribuídos semanalmente na seguinte ordem: • 02 Aulas de Naipe (específica para cada naipe da Orquestra) com duração de 50 minutos cada nos períodos diurno e/ou noturno; • 02 Aulas em grupo de Prática Orquestral com duração de 50 minutos cada nos períodos diurno e/ou noturno; • Workshops bimestrais com arranjadores que realização atividades com toda a orquestra e criação de músicas especificas para a Orquestra Jovem. ANO I Através do repertório e dos ensaios em grupo, os jovens músicos serão estimulados a desenvolver e aperfeiçoar os seguintes quesitos: • Precisão e fluência rítmica (todos os instrumentos); • Articulação; • Postura corporal adequada ao instrumento; • Dinâmica; • Sonoridade; • Afinação; • Específico para piano: Uso de pedal; • Específico para sopros: Homogeneidade da coluna de ar; • Leitura nas claves de acordo com o instrumento escolhido; • Valores rítmicos e pausas, ligaduras e ponto de aumento; • Regras de grafia musical; • Semitom, tom e alterações; • Compassos simples e compostos, unidades de tempo e de compasso; • Sinais de expressão, sinais de dinâmica; • Percepção rítmica, melódica e harmônica; • Reconhecimento de pequenas frases melódicas e rítmicas; • Reconhecimento de fórmulas de compassos simples (2/4, 3/4, 4/4); • Reconhecimento dos timbres dos instrumentos musicais (flauta, oboé, clarinete, fagote, saxofone, trompa, trompete, trombone, violino, viola, violoncelo, contrabaixo, violão, guitarra, bandolim, cavaquinho, cravo, piano, órgão, vibrafone, marimba e tímpano). ANO II Através do repertório e dos ensaios em grupo, os jovens músicos serão estimulados a desenvolver e aperfeiçoar os seguintes quesitos: • Demonstrar conhecimento de todos os requisitos exigidos no Ano I; • Precisão e fluência rítmica (todos os instrumentos); • Sustentação respiratória do fraseado (instrumentos de sopro); • Expressividade da execução (todos os instrumentos); • Interpretação adequada dos símbolos musicais (todos os instrumentos); • Correta leitura à primeira vista; • Quiálteras, síncopes, contratempo; • Reconhecimento de fórmulas de compassos compostos (6/8, 9/8 e 12/8); • Reconhecimento de intervalos melódicos e harmônicos (2m, 2M, 3m, 3M, 4J, Trítono, 5J, m, 6M, 7m, 7M, 8J). ANO III Através do repertório e dos ensaios em grupo, os jovens músicos serão estimulados a desenvolver e aperfeiçoar os seguintes quesitos: • Demonstrar conhecimento de todos os requisitos exigido nos Anos I e II; • Estar preparado para atuar como músico solista; • Técnica de arco (violino, viola, violoncelo, contrabaixo de arco); • Demonstração da compreensão dos significados da partitura, levando em consideração seu contexto histórico e estilístico (todos os instrumentos); • Reconhecimento de acordes de três e quatro sons: maior, menor, diminuto e aumentado
MANUTENÇÃO DA ORQUESTRA JOVEM / ENSAIOS Acessibilidade física: Para os ensaios, caso tenhamos músicos que necessitem de condições específicas de acompanhamento que viabilize a acessibilidade física, as aulas serão alocadas nas salas frontais da SCAR, onde existe acesso por elevadores, rampa, entradas alargadas por portas de dupla aba e banheiros adaptados próximos. Item da planilha orçamentária: não se aplica. Acessibilidade para deficientes visuais: Para músicos com deficiência visual, os professores ensinam o aluno a ouvir e perceber a vibração sonora de cada nota e a tocar a partir desta percepção. Existem hoje softwares gratuitos de escrita de partituras capazes de gerar arquivos em áudio em mp3 ou midi, como o Musescore. O professor transcreve cada partitura neste software e salva os áudios nas diferentes velocidades para que o aluno possa ouvir a musica e tocar junto. O professor também auxilia o aluno a tocar ditando o nome das notas e o valor das figuras musicais, como também ocorre com os alunos sem deficiência visual. Item da planilha orçamentária: não se aplica. Acessibilidade para deficientes auditivos: Não se aplica, pois para tocar em orquestra é necessário aguçamento da percepção de afinação e de andamento de grande grupo. Item da planilha orçamentária: não se aplica. APRESENTAÇÕES ARTÍSTICAS MUSICAIS Acessibilidade física: Para o público interessado em assistir aos espetáculos, as apresentações decorrentes do projeto ocorrem nos teatros do Centro Cultural SCAR (prédio onde também se realizam as aulas). Estes teatros são absolutamente acessíveis a pessoas portadoras de deficiência e atendem à Lei da Acessibilidade, Decreto Federal n.º 163/2006, possuindo rampas de acesso, elevadores e locais adaptados (banheiros, poltronas especiais, locais para cadeiras de rodas, portas alargadas, entre outras características pensadas para o bem-estar da comunidade em geral). Em caso de dificuldade de locomoção, os colaboradores, que estiverem recebendo o público, podem ajudar na acomodação do espectador. Item da planilha orçamentária: não se aplica. Acessibilidade para deficientes visuais: Para os espetáculos do projeto, será oferecido o serviço de audiodescrição ao público que solicite a funcionalidade. Item da planilha orçamentária: Narrador de Audiodescrição. Acessibilidade para deficientes auditivos: A Associação de Surdos de Jaraguá do Sul mantém ótimo relacionamento com a instituição e quase sempre comparecem aos espetáculos. Para os espetáculos da instituição aos quais eles desejam assistir, é contratado um Intérprete de Libras. Item da planilha orçamentária: intérprete de libras. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: Para as oficinas de contrapartida social, os músicos do projeto (selecionados para acompanhar os professores nas escolas), atuarão também como assistentes para auxiliar os alunos com necessidades especiais das escolas atendidas durante as ações. Item da planilha orçamentária: não se aplica. Acessibilidade para deficientes visuais: Para as oficinas de contrapartida social, os músicos do projeto (selecionados para acompanhar os professores nas escolas), atuarão também como assistentes para auxiliar os alunos com necessidades especiais das escolas atendidas durante as ações. Item da planilha orçamentária: não se aplica. Acessibilidade para deficientes auditivos: Para as oficinas de contrapartida social, será verificada a demanda de alunos da comunidade surda na escola e a possibilidade de acompanhamento de intérprete de libras da própria escola. Nos casos em que não haja intérprete de libras na escola e, ainda assim, haja a necessidade, será contratado um profissional específico para acompanhar cada oficina. Item da planilha orçamentária: intérprete de libras.
Tanto as aulas, ensaios e quanto as apresentações decorrentes do aprendizado dentro do projeto são totalmente gratuitas e abertas à comunidade em geral, possibilitando o acesso de pessoas de todas as classes sociais. Quando houver a necessidade de distribuição de ingressos, isto ocorrerá na bilheteria do teatro (ou equivalente) onde se realizará a apresentação. Os jovens músicos são selecionados por banca avaliadora formada pelos professores, exigindo-se que os candidatos tenham entre 10 e 29 anos, que saibam ler partitura e demonstrem conhecimento do instrumento à vaga que se inscreveram. Quando da seleção, durante o período de inscrições, o candidato deverá entregar formulário de dados devidamente. Todas as apresentações serão gratuitas e abertas ao público em geral. Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados;III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;
PROPONENTE: Administração Geral do Projeto: É de responsabilidade do proponente contratar espaços e equipe de trabalho e supervisioná‐los buscando a manutenção da qualidade de ensino, zelar pela segurança e integridade dos alunos e da equipe, providenciar criação de material de divulgação, gerenciar calendário geral, realizar pagamentos, providenciar documentação necessária e prestar contas do projeto. Alessandra Wanzeler Moreira (Professora-orientadora dos naipes de madeiras e metais): Técnica de Nível Médio em Música – Habilitação Oboé, pelo Instituto Estadual Carlos Gomes, onde atualmente cursa o Bacharelado em Música com habilitação em Oboé, na classe do Professor José Medeiros. Foi Professora de Musicalização de crianças e adolescentes da Escola de Música Manancial de Sons EMMUS de 2018 a 2019, Professora de Teoria Musical de Crianças Especiais no IECG de 2017 a 2019, tendo desenvolvido atividades práticas musicais e material didático específico para cada criança, além de oboísta do Quinteto Carlos Gomes (desde 2015) e primeira instante da Orquestra Sinfônica Jovem Sesc Pará. Desde 2020, é oboísta da Orquestra Filarmônica SCAR e professora de oboé e musicalização infantil na Escola de Música da SCAR (Jaraguá do Sul). Arthur Bencke Ermel da Silva (Professor-orientador do naipe de violoncelos): Em 2015, concluiu o curso de Bacharelado em Violoncelo na Universidade do Estado de Santa Catarina, ministrado pelo Professor Dr. Hans Twichell. Em 2018, concluiu Mestrado em Musicologia também pela UDESC, orientado pelo Dr. Fiamminghi, recebendo bolsa de pesquisa focada nas Suítes de J. S. Bach. Também como bolsista concluiu o mestrado em Performance pela Central Michigan University em Michigan – EUA com Dr. James Fiste, onde também foi assistente em classes de percepção musical e histórica da música, além de integrante do CMU Graduate String Quartet. Participou de grupos como a Orquestra Acadêmica UDESC; Orquestra Sinfônica de Santa Catarina; Orquestra de Cordas da Ilha; Orquestra Sinfônica de Lages; Orquestra Sinfônica do Paraná; Orquestra Prelúdio; Grupo de Câmara Serioso 2020 (FEMUSC); CMU Symphony; Alma Symphony; CMU New Music Ensemblee Quinteto de Cordas Catarinense. Professor Convidado no Encontro Suzuki de Jovens Instrumentistas (Ivoti-RS) Edições XVIII (2015) e XXII (2019). Entre 2011 e 2017, foi professor do instrumento e música de câmara em no projeto Instituto Porta do Solem São Francisco do Sul–SC, local onde reiniciou o trabalho em 2019. Neste mesmo ano tornou-se integrante da Orquestra Filarmônica SCAR e assumiu o cargo de professor substituto de Percepção Musical, Violoncelo e Música de Câmara na Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Bruna Kienen Weller (Professora-orientadora do naipe de violas): Bacharel em Música - Viola, com orientação do Prof. Dr. Leonardo Piermartiri pela Universidade do Estado de Santa Catarina (2019), também cursou Musiktheaterwissenschaft através do programa de mobilidade acadêmica do PROME – UDESC na Universität Bayreuth (Alemanha) em 2018. Participou do projeto “Música para Quem Precisa – Recitais em hospitais e asilos” em 2017 pela UDESC e da Orquestra Acadêmica UDESC de 2015 a 2019. Desde 2019 integra a Orquestra Filarmônica SCAR, além de dar aulas de viola e violino na Escola de Música da SCAR. Diana Todorova (Professora-orientadora do naipe de harpas): iniciou seus estudos de harpa em 1999, na classe de Kohar Andonian, na Escola National de Música de Sófia - Liubomir Pipkov (Bulgária). Durante este período, foi integrante da Sofia Youth Philharmonic Orchestra e participou de diversos concertos na sua cidade e de uma turnê pela República Tcheca. Seguiu sua educação musical na New Bulgarian University, onde formou-se na classe da professora Malina Hristova. Desde 2018, está desenvolvendo o seu próprio projeto chamado "Encanto de harpa" com a idéia de mostrar as diversas e ainda pouco exploradas possibilidades do seu instrumento junto ao suas músicas e poesias autorais. Entre 2007 e 2011, fez parte da Vidin State Philharmonic Orchestra como harpista principal, realizando apresentações na Bulgária e em diversas turnês pela Sérvia, Itália, Suíça e França. Como solista, tocou à frente das orquestras Symphonietta (2007), Orpheus (2008), Vidin State Philharmonic Orchestra (2010), Orquestra de Câmara do Amazonas (2013), Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (2014), Orquestra de Câmara do Amazonas (2014), Amazonas Filarmônica (2016) e Orquestra Sinfônica do Teatro da Paz (2018). Em setembro de 2012, tornou-se harpista da Orquestra Amazonas Filarmônica – Manaus. Em 2015 criou o projeto “A Harpa na Música de Câmara” e com participações especiais de músicos convidados, formou vários conjuntos de câmara e realizou concertos com diversos programas para SESC - Manaus. Em 2019, passou a integrar o corpo de instrumentistas da Orquestra Filarmônica da SCAR e, desde 2020, é professora de harpa da Sociedade Cultura Artística - SCAR, Jaraguá do Sul/SC. Heitor Gemaiel Elias Rosa (Professor-orientador dos naipes de violinos): Bacharel em violino pela Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC. Iniciou no violino em 1997 aos doze anos de idade no Conservatório Musical de Joaçaba. A partir de 2001 passou a ter aulas com a professora Moema Vitória Citt Meyer, na cidade de Curitiba-PR. Em 2012 passou a ter aulas com o professor João Eduardo Dias Titton, com quem veio a ingressar no curso superior de musica em 2013. Destacam-se ainda participações no Festival Internacional Música na Serra em Lages – SC, Festival de Música de Santa Catarina – FEMUSC. Como professor de violino e áreas relacionadas a praticas de conjunto, atua há mais de 19 anos, já tendo participado na formação de núcleos orquestrais e lecionado nos municípios de Joaçaba, Capinzal, Treze Tílias, Campos Novos, Curitibanos, Seara, Concórdia, Chapecó e Brusque. Atualmente é Professor particular em Florianópolis, escolas de musica dos municípios de Biguaçu e Antonio Carlos e professor da SCAR Jaraguá do Sul, destaco a atuação como professor no FEMUSC – Jovem edição 2020. Como violinista, atualmente é chefe do naipe dos segundos violinos da Orquestra Filarmônica da SCAR com quem atua desde 2012. Atuou como músico convidado da Camerata Florianópolis nas temporadas de 2013, 2014, 2015 e 2016 e Orquestra Filarmonia nos anos de 2014 e 2015. Integrou Orquestra Acadêmica UDESC nos anos de 2013, 2015, 2016 e 2017. Foi violinista no Quarteto UDESC em 2014. Participou também como violinista nas Orquestras de Cordas, Camerata e Grupo de Câmara da SCAR de 2004 até 2017, enfatizando três turnês (2007, 2012 e 2017) Alemanha e Holanda com o Grupo de Câmara da SCAR. Atualmente é o regente do Grupo de Câmara da SCAR. Lucas Sabel (Professor-orientador do naipe de percussão): Formado em Música pela Universidade Estadual do Paraná (Escola de Música e Belas Artes do Paraná), onde concentrou seus estudos na área da performance de instrumentos de percussão sinfônica, sob a orientação do professor Me. Paulo Demarchi. Participou de diversos grupos como orquestra sinfônica, banda sinfônica, big band, grupos de percussão e trabalhos solo, com repertórios que vão desde a música contemporânea, até o popular. Atualmente trabalha como professor de percussão na Sociedade Artística de Jaraguá do Sul (SCAR) e como percussionista da Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul. Além disso, realiza trabalhos em outras escolas privadas de música e projetos culturais e como percussionista e baterista em grupos musicais de Jaraguá do Sul, Curitiba, Joinville e Itajaí. Marcelo de Paula (Professor-orientador do naipe de contrabaixo): Licenciado em Música pela FURB. Contrabaixista da Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul e da Orquestra da Universidade Regional de Blumenau. Professor de contrabaixo na SCAR e no Teatro Carlos Gomes em Blumenau/SC. Samuel Chiodini (Professor-orientador do naipe de seção rítmica – instrumentos populares): Iniciou seus estudos no violão com Raimundo Schwartz. Tempos depois, iniciou na Guitarra, estudando com Mazinho da Silva e participando de várias oficinas com músicos de destaque nacional como Marcelo Martins, Carlos Ezequiel e Arnou de Melo, entre outros. Atua como professor no projeto “Música Para Todos” na Sociedade Cultura Artística. Vera Lucia Ferruzzi Possari (Professora-orientadora do naipe de pianos): Concluiu o Técnico em Piano em 1989 pelo Instituto “Villa –Lobos” de Ensino Artístico de Adamantina. Graduada em Pedagogia (Licenciatura Plena) pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Adamantina e em Licenciatura em Música pelo Centro Educacional Claretiano de Curitiba, também tem Especialização em Educação Musical pela Faculdade Porto das Águas. Atua desde 2013 como professora do Femusckinho (programa para crianças do Festival de Música de Santa Catarina) e desde 2014 como professora de piano na SCAR. Além disso, pianista correpetidora do Coral SCAR. Martina Laís Kienen (Coordenadora Educacional): Aluna de viola do professor Ricardo Feldens, na Casa da Música (De 1996 a 2003) e dos professores José Maria Magalhães Silva (Curitiba), Maicon Rocha e Daniele Girardelli (Músico Italiano radicado no Brasil). Atua como violista da Filarmônica de Jaraguá do Sul (Desde 2005). Formada em Teoria Musical pela Casa da Música do Colégio Evangélico Jaraguá, participou de Encontros Brasileiros do Método Suzuki (1997, 1998 e 2000), bem como, de vários Seminários de Música e Canto em Rodeio‐SC (De 2002 a 2006) e também do Femusc 2006, em todos, como aluna de viola. Professora particular de violino e viola, em 2012 integrou‐se ao Projeto Camerata da SCAR. Formada em Fisioterapia pela Faculdade Guilherme Guimbala, Joinville, 2009. Atua como fisioterapeuta desde 2013 na Clínica Hochmüller. INFORMAÇÕES ADICIONAIS: Palestrante do IV Encontro Catarinense de Geriatria e Gerontologia do curso de Medicina da Unisul/PB (24 e 25 de maio, Palhoça, 2013); XVI Congresso Sul‐Brasileiro de Ortopedia (04 a 06 de setembro de 2009, Joinville); Curso de Bandagem Terapêutica, (Associação Catarinense de Apoio Multiprofissional ao Portador de Necessidades Especiais, 11 de Julho, 2009, 16 h, Joinville); 21o JOPEF – Curso Anatomia Palpatória na Avaliação Fisioterapêutica (12 h/aula, Curitiba, 2007); 21o JOPEF. Curso de Coluna Vertebral – Diagnóstico e tratamento através da Posturologia (12 h/aula, Curitiba, 2007); XI Jornada de Fisioterapia (Participante, Faculdade Guilherme Guimbala, 2006); I Oficina Vivendo SUS (4 h, Faculdade Guilherme Guimbala, Joinville, 2006). Fabrícia Piva (Maestrina): Muito cedo, começou a estudar piano, flauta doce e viola e em seguida optou pela regência, sob orientação do maestro Tibor Reisner. Em 1999, criou a orquestra Experimental da Escola de Música Villa Lobos, idealizando vários projetos culturais: De Chiquinha a Chico, a breve história da MPB, História do Ouvir, Inserções Sonoras, Noites Brasileiras. Criou dezenas de trilhas sonoras para Teatro e foi regente da Orquestra Sociesc e da Orquestra de Espetáculos de Joinville. Em 2012, com Lia Tomás na Unesp iniciou sua pesquisa sobre a música no Iluminismo britânico. Já em 2013, foi uma das 16 selecionadas para participar do curso internacional de regência orquestral com maestro da Brasov Philarmonic Orchestra, Cristian Orosanu. À frente da Orquestra Cidade de Joinville, somou importantes conquistas, como a implementação da primeira Orquestra Municipal de Joinville, que fez parte do programa de extensão da Casa da Cultura e que constituiu em 95 vagas para aulas de iniciação musical em instrumentos de orquestra. Criou a orquestra jovem de Joinville, tocou em vários grupos instrumentais como: Grupo Arueira, Chora Joinville, Grupo Anagajanfa, entre outras orquestras. Jeferson Kriese (Maestro Assistente): FORMAÇÃO: Atualmente cursando Licenciatura em Música pela UDESC (Universidade do estado de Santa Catarina). Iniciou seus estudos na Flauta Doce em 2010, pelo Projeto Vida e Arte. De 2011 a 2016, estudou Flauta Transversal com o professor Jorge Pires pelo Projeto Música Para Todos. Participou do FEMUSC JOVEM - Flauta Transversal em 2013 (52h), do Programa Intermediário - Flauta Transversal dos FEMUSC’s 2014 (45h), 2015 (57h) e 2016 (60h). Em 2014 ainda participou de Workshop de Flauta Transversal no 1° Congresso Nacional Sopro Novo – Yamaha. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL: Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul (2015-hoje), Orquestra do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) - Campus Jaraguá do Sul (2014-2016), Grupo Orquestral do MPT (2015-2016), Banda Municipal de Corupá (Jazz Band Elite) (2013-2016), Banda Cia. Euterpe (2012-hoje), Vioccelo (2015-hoje), Núcleo de Flautas Doces da UDESC (2017-hoje) e Orquestra Acadêmica UDESC (2017).
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.