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PRONAC 212811Apresentou prestação de contasMecenato

Alma - manutenção - 2023

ACADEMIA LIVRE DE MUSICA E ARTES - ALMA
Solicitado
R$ 1,30 mi
Aprovado
R$ 1,44 mi
Captado
R$ 1,30 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (23)
CNPJ/CPFNomeDataValor
53009825000133Usina Alta Mogiana S/A. Açucar e Álcool1900-01-01R$ 496,0 mil
45256997000183Santa Helena Industria de Alimentos S.A1900-01-01R$ 150,0 mil
45365558000109VITTIA FERTILIZANTES E BIOLOGICOS S.A.1900-01-01R$ 100,0 mil
00910456000199Ambient Servisos Ambientais de Ribeirão Preto S/A.1900-01-01R$ 100,0 mil
57663932000131Interunion Comercio Internacional Ltda1900-01-01R$ 98,0 mil
05242560000176Usina Vertente Ltda.1900-01-01R$ 64,0 mil
71220016000158ELMAZ TARRAF COMERCIO DE CAMINHOES E ONIBUS LTDA1900-01-01R$ 47,7 mil
47064738000186SAO DOMINGOS S.A. INDUSTRIA GRAFICA1900-01-01R$ 40,0 mil
02949160000107Tracan Máquinas e Sistemas Para Agricultura Ltda1900-01-01R$ 28,0 mil
47495429000160COMBUSTRAN DERIVADOS DE PETROLEO LTDA1900-01-01R$ 25,0 mil
13373000000189TMA MAQUINAS E EQUIPAMENTOS AGRICOLAS LTDA1900-01-01R$ 25,0 mil
24896425000199Luiz Tonin Atacadista e Supermercados S.A.1900-01-01R$ 23,4 mil
08760908000105GOIASMAQ - MAQUINAS AGRICOLAS LTDA1900-01-01R$ 21,6 mil
67041111000117ESCANDINAVIA VEICULOS LTDA1900-01-01R$ 20,5 mil
52656352000101COTAVE COMERCIAL TARRAF DE VEICULOS LTDA1900-01-01R$ 19,6 mil
02684965000176PETROCAMP DERIVADOS DE PETROLEO LTDA1900-01-01R$ 14,0 mil
60001815000117Elmaz Comércio de Veículos Ltda.1900-01-01R$ 10,0 mil
68299429000165Danda Comercial de Motos Ltda.1900-01-01R$ 7,5 mil
45349495000105CRUZOLEO DERIVADOS DE PETROLEO LTDA.1900-01-01R$ 4,2 mil
00846804000106Brida Lubrificantes Ltda1900-01-01R$ 3,6 mil
55967699000155SUPERMERCADO CANESIN LTDA1900-01-01R$ 2,6 mil
05601965000153DISTRIBUIDORA JACOB DE PETROLEO LTDA - ME1900-01-01R$ 500,00
00938747000357PETROVALE COMERCIO DE COMBUSTIVEL LTDA1900-01-01R$ 500,00

Eficiência de captação

90.3%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Educativos em geral
Ano
21

Localização e período

UF principal
SP
Município
Ribeirão Preto
Início
2023-02-01
Término

Resumo

Alma _ manutenção _ 2023 consiste na oferta gratuita de cursos de formação artística (produto curso/oficina/estágio), especificamente em música erudita (violino, viola, violoncelo, contrabaixo acústico, clarinete, flauta transversal, piano, percussão, canto lírico e canto-coral), teatro e dança, para alunos na faixa etária de 9 a 30 anos. Prevê ainda a realização de apresentações musicais e espetáculo de artes cênicas, como formas de difusão do trabalho de formação artística e de plateia, e palestras interativas, como forma de atender a contrapartida social.

Sinopse

1) Cada apresentação musical / espetáculo de artes cênicas terá entre 40 a 70 minutos de duração e classificação indicativa livre. 2) A Alma declara que as ações de formação e difusão artísticas a serem executadas neste projeto são predominantemente de cunho erudito.

Objetivos

Geral: manter o processo de formação artística desenvolvido pela Alma para alunos com faixa etária entre 9 a 40 anos, oriundos de Ribeirão Preto/SP e cidades ao entorno.Específicos:- Produto curso/oficina/estágio: oferecer 6 vagas para os cursos de ensino individual de viola, violoncelo, contrabaixo, flauta, clarinete, piano e percussão;- Produto curso/oficina/estágio: oferecer 15 vagas para o curso de ensino individual de violino;- Produto curso/oficina/estágio: oferecer 17 vagas para o curso de ensino coletivo de violino;- Produto curso/oficina/estágio: oferecer 12 vagas para o curso de ensino individual de canto lírico;- Produto curso/oficina/estágio: oferecer 25 vagas para o curso de canto-coral juvenil e 20 vagas para o curso de canto-coral infantil;- Produto curso/oficina/estágio: oferecer dez vagas para a turma 1 de teatro e 20 para a turma 2;- Produto curso/oficina/estágio: oferecer cursos de dança, sendo 15 vagas para a turma de balé e, pelo menos, 5 vagas para dança inclusiva;- Produto curso/oficina/estágio: oferecer, pelo menos, quinze vagas para participação nas disciplinas de prática de orquestra, voltados a alunos de outros projetos e/ou que não fazem as aulas individuais na própria academia;- Produto apresentação musical: realizar oito apresentações artísticas públicas (recitais e concertos pedagógicos), ao longo do projeto, sendo sete em Ribeirão Preto e uma em São Joaquim da Barra;- Produto espetáculo de artes cênicas: realizar a montagem e apresentação de três récitas de uma ópera original e inédita, onde estarão reunidos os alunos dos cursos de música e teatro;- Produto contrapartida social: realizar duas palestras interativas sobre música instrumental erudita, com participação dos professores da Alma, em instituições públicas de educação e cultura de Ribeirão Preto, como formas de atender a contrapartida social.IGUALARsyncVersão readequada

Justificativa

A Alma foi concebida a partir de diversas experiências prévias em projetos sócio-educacionais em música. O acúmulo dessas experiências de equipe técnica e professores fez com que fosse possível diagnosticar uma lacuna importante na superestrutura do universo da educação musical de Ribeirão Preto e sua região de influência: a função de projetos em educação musical, em todos os casos voltados para a inserção cultural e social do aluno no universo da música (caso do projeto Guri, ou projeto Kabuki em Ribeirão Preto, entre outros), frequentemente cumpre sua função, inserindo os alunos num saudável universo sociocultural ou promovendo a musicalização junto a um considerável público infantil. Os projetos que utilizam a música como instrumento ou ferramenta para alcançar objetivos extramusicais têm servido para massificar e popularizar o ensino da música num sentido específico, e muito têm contribuído para tal. No entanto, os alunos deixam esses projetos quando começam a trabalhar ou ter exigências relativas à cultura de suas classes sociais de forma a abandonar o projeto ou mesmo, quando permanecem, não podem ficar além dos 18 anos de idade. Se para os alunos deste perfil os projetos sociais cumprem diversas funções importantes, do ponto de vista técnico-artístico, ou mesmo naquilo que atina diretamente ao aspecto especificamente musical, certas questões permanecem em aberto, especialmente quando muitos desses alunos poderiam tornar-se artistas profissionais ou ingressar nas universidades correspondentes. Assim sendo, para o aluno cujo o perfil é o da continuidade e inserção profissional no mercado de trabalho ou nas universidades, faltava exatamente uma ponte que pudesse prepará-lo tecnicamente para ingresso em orquestras sinfônicas, coros profissionais, companhias de dança, grupos de teatro, em universidades ou estudo em instituições do exterior. A Alma surgiu justamente pretendendo cumprir essa função, aperfeiçoando os alunos já iniciados, fazendo a ponte entre uma educação voltada para o social e o universo artístico profissional. Para tanto, a proposta pedagógica não só teve de necessariamente englobar um plano artístico subjacente como cumprir também uma função técnico-artística junto aos alunos vindos de diversas origens. Nesse caso, o projeto pedagógico e o corpo docente foram pensados para cumprir uma proposta que aponta para a possibilidade de obter na academia uma experiência artística tão relevante quanto possível, buscando um nível de excelência na educação que possa dar conta também dos aspectos técnicos inerentes ao ensino de uma arte. E, nestes anos todos, a Alma tem cumprido suas pretensões, o que possibilitou o ingresso de 44 alunos (entre 2015 e 2021), nos cursos de Bacharelado e Licenciatura em Música do Departamento de Música da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto _ FFCLRP/USP; possibilitou o ingresso de uma aluna no Instituto Bacharelli em São Paulo, em 2017, posteriormente aprovada no curso de Bacharelado em Música da Escola de Comunicação de Artes _ ECA/USP; a aprovação de dois alunos em cursos de Artes Cênicas, sendo um no Instituto de Artes da Unesp, campus São Paulo, em 2019, e outro na Universidade Federal de Uberlândia _ UFU, em 2020; firmou dois importantes convênios artístico-pedagógicos _ um com o Departamento mencionado acima, da FFCLRP/USP, e outro com a Escola Giuseppe Sarti de Faenza, na Itália _, bem como promoveu inúmeros concertos e recitais, realizou festivais com artistas internacionais e produziu duas óperas inéditas, com encomenda da composição musical especificamente para os alunos da academia. Enquanto projeto cultural, desde que foi criada em 2014, a Alma vem sendo financiada pelo Governo de São Paulo, via Secretaria de Cultura e Economia Criativa, pelo Programa de Ação Cultural (ProAC) e também pelo Governo Federal, pelo Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac). Então, valendo-se de umas alternativas propostas na lei federal de incentivo à cultura, este projeto se justifica como forma de se unir aos esforços da academia em garantir a manutenção dessa ação cultural. Por fim, este projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais e; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. E tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Estratégia de execução

Entre 10 a 14 alunos geralmente, que são de São José do Rio Preto e cidades ao entorno, terão o transporte (na planilha orçamentária aluguel de vans) financiado pelo projeto. Não colocaremos os nomes, porque não saberemos se estarão matriculados ainda até o início do projeto, assim como os eventuais novos alunos que poderão ingressar. Há também uma rubrica cadastrada na planilha orçamentária, de aluguel de ônibus, que é destinada ao transporte dos alunos de Ribeirão Preto, para uma apresentação em São Joaquim da Barra. Não colocamos os nomes dos alunos e responsáveis por acompanhá-los nos ônibus, por ainda não termos como prever isso com tanto tempo de antecedência.

Especificação técnica

Síntese demonstrativa do plano pedagógico e filosofia de ensino. 1. Objetivo geral: proporcionar uma importante contribuição à integralidade da formação humana em seu desenvolvimento físico, cognitivo, social e econômico. 2. Objetivos Específicos: a) formar jovens artistas, projetando suas inserções no universo tão diversificado da arte e buscando, a longo prazo, a formação profissional; b) propiciar o acesso à arte da música universal; c) contribuir para a formação educativa integral por meio da arte, com foco na formação de plateia; 3. Justificativa: A grande demanda por cuidados com a educação brasileira tem sido suprida, em parte, por programas alternativos, consubstanciados através de projetos de cunho sociocultural. O grande hiato que separa o programa de canto orfeônico implantado por Heitor Villa-Lobos nos anos 30, e a atual aprovação da música como disciplina obrigatória na escola regular, demonstra o quanto é necessário ainda uma vinculação da arte com a educação, não só na compensação dos inúmeros malogros advindos deste mesmo hiato, como na possibilidade de proporcionar inclusão social, profissionalização técnico-artesanal e real acesso a obra de arte, evitando assim o que o filósofo Pierre Bourdieu aponta em seus estudos: que o acesso à arte “gratuito, mas facultativo” passe a ser efetivamente um acesso à linguagem artística. Além disso, das muito reconhecidas contribuições que as artes proporcionam no desenvolvimento educacional do ser humano – fomento do desenvolvimento cognitivo, formação humanística a partir da fruição do contato com o outro, disciplina física e psicológica baseada em ideais de auto-superação –, a possibilidade de viabilizar reais alternativas de superação de condições sociais adversas justifica o uso da educação musical como instrumento essencial para se atingir tais intenções. A música em sendo dentre as artes aquela cuja apreensão se dá melhor na mais tenra idade, tem também outra peculiaridade: entre os 7 e os 15 anos temos, em crianças musicalmente já iniciadas, um período sensível, por onde se define a excelência de suas habilidades. Assim sendo, a Alma busca viabilizar um estudo completo e de excelência artística visando a manutenção do talento já descoberto, capacitando para uma inserção mais precisa tanto naquilo que é chamado 'mercado de trabalho' quanto no universo artístico de modo geral, contribuindo assim para o crescimento artístico da cidade e região como um todo. 4. Carga horária: É esperado que cada aluno de instrumento curse três disciplinas essenciais: 1 – aulas individuais de instrumento (violino, viola, violoncelo, contrabaixo acústico, clarinete, flauta transversal, piano, percussão) - 1 hora semanal; 2 – aulas de prática de orquestra ou de música de câmara – de 2 a 3 horas semanais; e 3 – uso do aplicativo com conteúdo de teoria musical - 2 horas mensais. A exceção são os alunos do grupo infantil de violino que devem cursar: 1 – aulas coletivas de instrumento, acompanhados de familiares – 1 hora e meia semanal; e 2 – uso do aplicativo com conteúdo de teoria musical - 1 hora mensal. Já os alunos de canto lírico, é esperado que cursem três disciplinas essenciais: 1 – aulas individuais de canto – 1 hora semanal; 2 – aulas coletivas de canto-coral - 2 horas semanais; e 3 – uso do aplicativo com conteúdo de teoria musical - 2 horas mensais. Aos alunos de canto-coral, que não fazem aulas individuais de canto, é esperado que cursem: turma juvenil - 1 - aulas coletivas de canto-coral - 2 horas semanais; e 2 – uso do aplicativo com conteúdo de teoria musical - 2 horas mensais; turma infantil- 1 - aulas coletivas de canto-coral - 1 hora semanal; e 2 – uso do aplicativo com conteúdo de teoria musical - 1 hora mensal. As aulas dos alunos de teatro são de 3 horas por semana, tendo a oportunidade de frequentarem também as aulas de canto-coral quando possível. As aulas dos alunos de balé são de 6 horas por semana, dividas em dois dias. As aulas dos alunos de dança inclusiva são de 1 hora por semana. Para a realização desses intuitos, os professores têm autonomia e mobilidade metodológica dentro do tripé pedagógico, sendo instruídos a trabalharem de forma individualizada segundo a necessidade de cada aluno, sem perder de vista sua interação social, e a unidade filosófica geral do projeto. 5. Público-alvo: O foco é no atendimento ao público infanto-juvenil, oriundo de todas as classes sociais e que sejam já iniciados em artes, tendo em vista que o foco do projeto é o aperfeiçoamento de seu fazer artístico. No entanto, nos cursos de teatro, canto coral e grupo infantil de violino, admitem-se iniciantes por suas especificidades. Disso, tem-se uma projeção de atendimentos diretos por idade: no caso de música, 9 a 13 anos – 25%, 14 a 18 anos – 40%, 19 a 24 anos – 35%; no caso de teatro 15 a 19 anos – 30%, 20 a 25 anos – 50% e 25 a 30 anos – 20%; no caso de balé, 13 a 18 anos – 30% e 19 a 30 anos – 70%. 6. Metodologia e material didático: No intuito de contribuir para uma formação integral do público atendido, os conteúdos são distribuídos em forma de disciplinas específicas, que se relacionam de forma interdisciplinar e, por vezes, transdisciplinar. O objetivo do projeto pedagógico é oferecer tanto um panorama técnico-artístico de qualidade quanto proporcionar uma educação complementar aos conteúdos da escola normal regular. A proposta consiste na manutenção de uma filosofia educacional que possa unificar os ideais e os objetivos de cada professor, e não necessariamente uma metodologia estanque e única para ser usada em cada uma das ramificações epistemológicas. Assim sendo, o trabalho de cada professor nas aulas individuais e coletivas é guiado pela filosofia pedagógica e artística que postulamos. Ou seja, que procura uma terceira via entre as inovações e abordagens mais recentes oriundas da escola nova – trabalho de humanização, educação musical como ferramenta e suporte da educação geral, apreciação musical, coral como ferramenta socializante, ensino coletivo, etc. – e do estudo técnico mais tradicional – aquele no qual o alunos são submetidos a um programa geralmente progressivo nas aulas individuais de instrumento, que visam um desenvolvimento técnico baseado na tradição dos clássicos (Galamian, Sevicic, Kreutzer, Fiorillo etc.), ou nas disciplinas teóricas (Hindemith, Schoenberg, Gramani, Kuhn, Willems, Orff, Dalcroze, Grout/Palisca, Roy Bennet). É uma forma metodológica de abordar a diversidade que normalmente surge como demanda, respeitando ainda as diferenças epistemológicas entre as áreas do saber musical. Além dos autores já citados, que fornecem grande parte do material didático (para os menores parte do legado do método Suzuki e Strings Essentials), ainda há a proposta de criação/invenção de material didático próprio, baseado em arranjos/composições encomendadas para as especificidades do projeto, o que enriquece ainda as possibilidades de criação-publicação de material original. Serão oferecidas as seguintes disciplinas: a) Aulas de instrumento: individuais, sendo que a espinha dorsal do projeto se realiza na formação de jovens instrumentistas, aos quais são oferecidas as seguintes opções: violino, viola, violoncelo, contrabaixo acústico, flauta, clarinete, percussão e piano. b) Aulas de canto-coral: coletivas. Elemento crucial na formação musical humana, as aulas de coral são partes indispensável dentre as disciplinas musicais oferecidas. As possibilidades do canto coletivo são exploradas no intuito de agregar habilidades a todos os participantes do projeto, como disciplina obrigatória, bem como servir como um veículo de socialização entre os alunos. c) Aplicativo de teoria musical: individual, a ser usado em casa; funcionam não só como parte indispensável da formação do instrumentista, mas também possibilitam uma inicial imersão na música sinfônica e de câmara de todos os tempos. d) Aulas de prática de orquestra/câmara: coletivas e buscam suprir necessidades fundamentais para o jovem estudante de música, ou sejam, aprender a tocar em grupo e trabalhar em equipe. Buscando sempre contemplar não somente a prática performática, mas também a composição musical, serão estudados não somente os grandes clássicos musicais, mas também obras recém escritas de compositores contemporâneos. e) Aulas de canto lírico: individuais, são voltadas para o desenvolvimento técnico-expressivo das habilidades vocais. Trata-se do aprendizado do ofício do artista performático, da práxis da música vocal, voltada para o canto solo. Tal aprendizado busca proporcionar ao aluno-cantor a preparação para o canto solístico, desenvolvendo colateralmente suas habilidades de palco à frente de orquestras, grupos de câmara ou corais. f) Aulas de teatro: coletivas, são voltadas para o desenvolvimento da sensibilidade artística e comunicativa dos alunos, tornando-os mais sensível para a percepção do mundo por meio da vivência artística. Por longo tempo, cada aluno experimentará em seu corpo os elementos da natureza: como reajo, interajo, sinto e expresso a terra, a água, o fogo, o ar e a luz, de forma a construir um caminho único e intransferível que, aos poucos, se transforma em uma ‘dança pessoal’. Esta é milimetricamente numerada em ações definidas a partir de determinados critérios e se transforma no que chamamos de ‘partitura corporal’, até se chegar a ‘base orgânica da criação’ do aluno, de onde se pode iniciar o trabalho com um texto. g) Aulas de balé: coletivas, serão trabalhadas a respiração, a postura, a musculatura, a flexibilidade, a percepção corporal, a agilidade, a coordenação motora e o bem-estar. Além de uma maior qualidade da técnica, busca-se a adaptação do corpo a essa técnica. A metodologia é baseada na Escola Vaganova que tem, entre as características mais trabalhadas, o desenvolvimento da força da parte inferior das costas, a plasticidade dos braços e flexibilidade necessárias ao estudo do balé. h) Aulas de dança inclusiva: coletivas, associam habilidades de danças a movimentos funcionais, com base em conhecimento biomecânico e reabilitativo, que auxiliam no desenvolvimento neuromotor, além de melhorar auto estima, qualidade de vida, promover integração social e desenvolver o autoconhecimento. 7. Resumo dos Conteúdos: - Aulas de violino, viola, violoncelo e contrabaixo: a família dos instrumentos de cordas demanda uma abordagem coesa para o desenvolvimento dos alunos uma vez que compartilham de problemas técnico-operacionais de mesma natureza. O estudo é planejado metodologicamente segundo um progressivo baseado em 3 níveis de abordagem: escalas, estudos e peças artísticas (em nível mais básico, peças didáticas). Os autores são aqueles já consagrados pela tradição: I. Galamian, Sevicic, Carl Flash, Kreutzer, Dotzauer (para contrabaixo especificamente), Fiorillo, Fioco. Para o nível iniciante, parte do repertório do método Suzuki e Strings Essentials. - Aulas de clarinete e flauta: apresentação de técnicas para desenvolvimento artístico/técnico/expressivo do músico como: postura, respiração, escalas, arpejos, exercícios de dinâmica, exercícios técnicos, exercícios de articulação, estudos de mecanismo, sonoridade, dentre outros. Além disso, é estimulada a apreciação musical, onde o aluno deve identificar, selecionar e classificar o material bibliográfico pertinente ao repertório de flauta e clarinete, buscando que conheça todo o repertório destes instrumentos, desde música brasileira até as mais diversas culturas, compositores e interpretes. - Aulas de percussão: voltadas para o conhecimento das características e possibilidades sonoras dos instrumentos e saber utilizá-las dentro das exigências de cada nível na interpretação coletiva e individual. Busca-se desenvolver as habilidades técnicas que permitam o domínio do próprio instrumento para uma correta execução e expressão segundo as exigências de cada música, aumentando a criatividade e espontaneidade na interpretação. - Aulas de piano: busca discutir sobre o surgimento do piano e a diferença do seu mecanismo para os outros instrumentos de teclas existentes até a sua chegada. Foco em Johan Sebastian Bach e sua obra. Inserção de uma obra de Bach no repertório de todos os alunos. Trabalho com escalas maiores, tendo como acidentes sustenidos e bemóis. Trabalho com escalas menores harmônicas. Técnica: Beringer. Inicío de Sonatinas e Sonatas com os alunos. Compositores: Gurlitt, Clemente, Mozart e Beethoven. Leitura de obras do período romântico com os alunos, seu posicionamento na linha cronológica, teoria e prática desse estilo e sua importância para o pianista. Autores: Schumann e Chopin. Introdução de compositores contemporâneos e a importância desse repertório na formação musical. Compositor: Kabalevisky. - Aulas de canto lírico: são empregados métodos de ensino de canto dos autores italianos, alemãs e russos, como H. Panofka, N. Vaccai, G. Zeidler, M. Glinka entre outros. Ao mesmo tempo, são apresentadas as obras de compositores italianos (árias antigas italianas) e brasileiros (de A. Nepomuceno, H. Villa-Lobos e outros). Além disso, no processo de aprendizagem, são analisados textos das músicas estudadas, colocando-as no contexto histórico. - Aplicativo de teoria musical: história da música; percepção musical; apreciação musical; teoria básica, intermediária e avançada; solfejo (desenvolvimento auditivo-cognitivo geral; desenvolvimento músico-motor); solfejos rítmicos e melódicos; percepção de intervalos; percepção harmônica; percepção modal. Ser capaz de reconhecer as principais características de um dado movimento artístico musical. Distinguir os universos musicais através da escuta de obras-mestras, tanto dentro do repertório erudito quanto dentro do repertório da música popular de vários países. Reconhecer as obras paradigmáticas através da audição. Realizar, através da audição comparativa, a dialética dos estilos musicais. Discutir aspectos estéticos a partir da própria essência filosófica da música – aesthesis, - Aula de canto-coral: a intenção é cantar em grupo, desenvolvendo a percepção, concentração, afinação e independência vocal através do canto em grupo. Serão trabalhados: técnicas de respiração, timbre, higiene vocal, leitura, execução e interpretação de peças simples, emissão da voz cantada e afinação no canto em grupo. Serão veiculadas as noções mais básicas das técnicas de regência coral e técnicas básicas de ensaio e repertório majoritariamente composto por cânones e arranjos. Ensaio de naipe e grupo com acompanhamento de instrumento harmônico, para aprendizado do repertório com arranjos próprios para música coral. - Aula de prática de orquestra/câmara: sendo a principal atividade prática para o estudante de instrumento, esta disciplina tem como metodologia a aula em formado de masterclass e ensaio; trata-se da reunião de alunos em nível semelhante, em diferentes instrumentos, em grupos alinhados para a execução de peças didático-artísticas. O repertório é escolhido em comum acordo entre os professores de cada instrumento (por exemplo num quarteto de cordas ou duo de clarinete e flauta) de modo que os alunos possam interagir em um nível artístico mais alto, não obstante mantendo o caráter de aula, graças ao acompanhamento do professor. Estimula-se a criação de arranjos/composições originais, além da escolha de peças consagradas para a execução dos alunos. - Aula de teatro: baseados nos estudos e experimentações com mestres como Stanislavski, Meyerhold, Grotowski, Eugênio Barba, Peter Brook e outros, a equipe técnica de teatro envolvida desenvolveu um princípio de base orgânica para a criação do ator, a partir da vivência com os elementos da natureza – terra, água, fogo, ar e luz. Após a introdução em rudimentos teatrais, é feita uma imersão dos alunos em uma sequência intensiva de atividades onde mergulham por inteiro – corpo, sensações, sentimentos, imaginação, pensamento, entre outros –, em um processo realmente novo, ou seja, fora de padrões conhecidos, cristalizados e estereotipados de criação teatral para o ator. - Aulas de balé: baseia-se na metodologia da Escola Vaganova. Todo tipo de en tournants (battements tendu, battments tendu jeté, ronde de jambe par terre e an l'air, 1/2 en tournant - barra e no centro). Todos os tipos de preparações para técnica de piruoettes e formas para grande adágio. Allegro, técnica avançada (bateria, entrechat six etc.). Algumas variações, masculina e feminina, preparação para grandes saltos e piruetas. Toda a sequência técnica com diversas combinações de: temps levé e temps relevé; pirouettes tire-bouchon; grand battements em meia ponta e developpé. Battement divisés en quarts. Os seis port de bras Vaganova. Variação de pequenas e grandes pirouettes. Combinação diagonal de pirouettes. Pequenos e médios saltos battus, entrechat six. Combinação de grandes saltos em tournant e em manege. - Aulas de dança inclusiva: são trabalhadas técnicas do balé clássico, jazz, dança contemporânea e danças urbanas, no sentido de ampliar o repertório expressivo corporal, mesclados com movimentos funcionais associados, de forma a capacitar a estimulação da motricidade e melhorar o desenvolvimento biomecânico habilitativo. Foca-se no estímulo da motricidade e independência funcional, treino de musicalidade e ritmo, oferecendo recursos para que os alunos possam se apresentar em locais públicos.

Acessibilidade

Produto Curso/oficina/estágio: 1) Acessibilidade física: rampas, elevador e banheiros adaptados; 2) Deficiência auditiva, visual e/ou cognitiva: caso haja demanda de vagas por alunos com tais condições, os professores serão orientados a fazerem algumas alterações no processo de ensino-aprendizagem, como dar atenção mais individualizada a eles, proporcionar um tempo maior para praticar determinada técnica; posicionar o aluno, no caso com deficiência visual, em uma cadeira ou lugar com boa visibilidade e adotar músicas que não exijam partituras ou, quando estas são necessárias, as notações serão em tamanho maior que o habitual; e criar uma boa dinâmica na sala, informando das peculiaridades desses alunos, e propiciar situações lúdicas para que todos compartilhem das atividades. Produto Espetáculo de artes cênicas: 1) Acessibilidade física: rampas, corrimões, banheiros adaptados, lugares demarcados. 2) Deficiência auditiva: intérprete de libras (planilha orçamentária: intérprete de libras). 3) Deficiência visual e/ou cognitiva: presença de monitores que transmitam o contexto da atividade (planilha orçamentária: monitores). Produto Apresentação musical: 1) Acessibilidade física: rampas, corrimões, banheiros adaptados, lugares demarcados. 2) Deficiência auditiva: intérprete de libras (planilha orçamentária: intérprete de libras). 3) Deficiência visual e/ou cognitiva: presença de monitores que transmitam o contexto da atividade (planilha orçamentária: monitores). Produto Contrapartida social: 1) Acessibilidade física: rampas, banheiros adaptados, lugares demarcados. 2) Deficiência auditiva: intérprete de libras (planilha orçamentária: intérprete de libras). 3) Deficiência visual e/ou cognitiva: presença de monitores que transmitam o contexto da atividade (planilha orçamentária: monitores).

Democratização do acesso

Produto Curso/oficina/estágio: em atendimento ao disposto no Artigo 21 da Instrução Normativa no. 2/2019 do Ministério da Cidadania, estará contemplado o inciso VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Produto Espetáculo de artes cênicas: em atendimento ao disposto no Artigo 21 da Instrução Normativa no. 2/2019 do Ministério da Cidadania, estarão contemplados os incisos III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; Produto Apresentação Musical: em atendimento ao disposto no Artigo 21 da Instrução Normativa no. 2/2019 do Ministério da Cidadania, estarão contemplados os incisos III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; Produto Contrapartida social: em atendimento ao disposto no Artigo 21 da Instrução Normativa no. 2/2019 do Ministério da Cidadania, estará contemplado o inciso VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil.

Ficha técnica

Dulce Neves – presidente da Alma e coordenadora geral deste projeto – jornalista profissional, formada pela Universidade de Ribeirão Preto (Unaerp), em 1998. Foi Secretária da Cultura de Ribeirão Preto (2016) e presidente da Fundação Dom Pedro II (de 2013 a 2016), responsável pela gestão do Theatro Pedro II de Ribeirão Preto, o terceiro maior teatro de ópera do país. Idealizou a criação da Alma – Academia Livre de Música e Artes, da qual é a presidente. Foi vice-presidente da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto (2016 a 2018) e atualmente é a presidente desta instituição. Ocupou o cargo de vice-presidente da Associação Musical de Ribeirão Preto, mantenedora da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto (2011-2012), e atuou, especialmente, na área de captação de recursos e desenvolvimento de projetos socioeducativos e culturais. Lucas Eduardo da Silva (Lucas Galon – nome artístico) – vice-presidente da Alma, coordenador artístico e compositor deste projeto – compositor, maestro, pesquisador e escritor de Ribeirão Preto/SP. É Doutor e Mestre em Artes e graduado em Música, sempre pela ECA-USP. Foi docente na Unaerp de 2011 a 2021, tendo lecionado como convidado na UFSCar e na USP-RP. Como docente e escritor/pesquisador, atuou em conjunto com universidades do Brasil e do exterior, tendo publicado seus textos em revistas acadêmicas e encontros internacionais. Tem sido colaborador assíduo da Revista da Tulha (FFCLRP-USP). Idealizou em 2021 uma série de Graphic Novels para o selo Alma Publicações, atuando também como roteirista de coletânea de HQs voltadas para o público jovem. É coordenador artístico da Academia Livre de Música e Artes (Alma), Instituição Aparecido Savegnago e USP Música-Criança. É diretor artístico do Festival Música Nova "Gilberto Mendes", desde 2017, função que também exerce no Festival Fiato al Brasile na Itália, desde 2016. Atuou como regente convidado na Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, USP Filarmônica, Orquestra Jovem Acadêmica (Alma) e dirigiu, por três anos, o Coro Experimental da UNAERP. Atua com frequência como diretor artístico e regente de óperas e concertos internacionais no Brasil, Itália e EUA. Suas obras musicais e trabalhos acadêmicos têm sido apresentados no Brasil, Portugal, Itália, Suíça e Estados Unidos. Em 2018, estreou duas de suas obras na Miami University, em Oxford (OH) nos EUA, atuando como maestro convidado da Morpheus Chamber Ensemble e como professor e compositor residente. Completou, em 2019, seu pós-doutorado pela FFCLRP/USP. Ladson Bruno Mendes – coordenador pedagógico – iniciou seus estudos de violoncelo com Rosângela A. Masseto em Ribeirão Preto/SP, obtendo, em seguida, orientações de Robson Fonseca. Em 2005, participou do Festival de Música de Domingos Martins/ES, onde teve aulas com JedBarahal (Polônia), ganhando o prêmio de “destaque do festival” no seu instrumento. Bacharel em violoncelo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP Ribeirão Preto), foi orientado pelo Prof. Julian Tryczyski (Polônia). Atuou como chefe de nipe na Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto e Filarmônica de São Carlos, além de atuar como solista frente estas duas orquestras e USP Filarmônica. É supervisor de cordas Friccionadas do Projeto Guri na Regional de Ribeirão Preto/SP, coordenador pedagógico dos dois núcleos (núcleo 1 Ribeirão Preto e núcleo 2 Guará e São Joaquim da Barra) da Alma – Academia Livre de Música e Artes de Ribeirão Preto e também do projeto USP Música Criança – São Joaquim da Barra/SP. José Mauricio Cagno – coordenador técnico – ator e diretor, iniciou-se com Antunes Filho no Sesc-SP e se especializou com os diretores George Froscher e Kurt Bildstein do Teatro Livre de Munique (Alemanha). Com Marcio Aurélio, participou da montagem de Ricardo II (Shakespeare). Ao lado de Magno Bucci, foi fundador da Agnosarte e diretor por 11 anos do TRUSP-RP, premiado como Melhor Diretor no Festival do TUSP. Com Roberto Minczuk, fez apresentações de Pedro e o Lobo (Prokofiev) e Carnaval dos Animais (Saint-Saens) com a Sinfônica de Ribeirão Preto e com a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. Diretor cênico do musical Ode a Zumbi, com o Madrigal Revivis, ao lado de Sergio Alberto de Oliveira; da Ópera Café (Mario de Andrade), ao lado de José Gustavo Julião de Camargo; da ópera Bastien und Bastienne, com Rubens Russomanno Ricciardi. Trabalhou por seis anos com o Grupo de Euritmia de São Paulo em turnês pelo Brasil, Europa e EUA. Recentemente dirigiu o NIT e obteve formação com Eugenio Barba do Odin Teatret. É coordenador do núcleo de teatro da Alma – Academia Livre de Música e Artes, desde 2015, tendo feito direção artística e cênica das óperas inéditas ‘Chama Sagrada’, composta por José Gustavo Julião de Camargo, e ‘Judas em sábado de Aleluia’, composta por Lucas Galon e José Gustavo Julião de Camargo. Luciana Rodrigues – secretária e tesoureira da Alma e coordenadora administrativa deste projeto – psicóloga e bacharel em psicologia pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto - FFCLRP/USP (2008). Mestre em Ciências (área de concentração: Psicologia), pela FFCLRP/USP (2011). Participou do Programa de Capacitação de Gestão de Projetos Culturais e Empreendimentos Criativos, oferecido pelo Senac/DF e Ministério da Cultura (2013 a 2014). Foi coordenadora geral do Sibipiruna – Pontão de Cultura de Ribeirão Preto, responsável pela gestão da Rede de Pontos de Cultura de Ribeirão Preto, em um convênio firmado entre Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto e Ministério da Cultura (2010 a 2013). É diretora administrativa e financeira da Alma – Academia Livre de Música e Artes, de Ribeirão Preto (desde 2014) e da Instituição Aparecido Savegnago, em Sertãozinho (desde 2015). Integra a equipe gestora e de coordenação de projetos contemplados em editais e leis de incentivo fiscal públicos, além participar de comissões de avaliação de editais no Estado de São Paulo. Foi presidente do Conselho Municipal de Cultura de Ribeirão Preto, 2012 a 2014. Elvis Nogueira Mota da Silva – assistente, com função também de inspetor de alunos e arquivista – graduação em Licenciatura em Música, pela Universidade de Ribeirão Preto (Unaerp), em 2015. De 2008 a 2015, trabalhou na Associação Musical de Ribeirão Preto, mantenedora da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto (OSRP), com a função de montador de orquestra e arquivista, além de auxiliar no arquivo histórico. De 2017 a atual, ocupa a função de inspetor de alunos em projetos de formação da Associação Musical de Ribeirão Preto. De 2018 a atual, ocupa a função de inspetor de alunos, arquivista e manutenção de equipamentos da Alma, de Ribeirão Preto. Sara Cecília Cesca – professora de violino – Doutora e mestre em música pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), bacharel em música (violino) pela Universidade de São Paulo (ECA/USP) e licenciada em música pela Universidade de Ribeirão Preto (Unaerp). Sua pesquisa se concentra na área de música com ênfase em filosofia, educação musical e formação de educadores. Profissionalmente, suas experiências abrangem as áreas de ensino, pesquisa e produção artística. Como docente, vem atuando no curso de Licenciatura em Música do Claretiano Centro Universitário (Ceuclar), na Instituição Aparecido Savegnago, de Sertãozinho/SP, na Escola Waldorf João Guimarães Rosa e na Academia Livre de Música e Artes (Alma) de Ribeirão Preto/SP. Desde 1999, vem desenvolvendo seu trabalho como educadora musical entre jovens e crianças. Pós-graduada em Arte e Educação e Tecnologias Contemporâneas pela Universidade Federal de Brasília (UNB), tem experiência em arte-educação com ênfase em música, estética, história da música, história da arte, ensino de violino para crianças (Filosofia Suzuki), atividades pedagógicas pautadas em princípios interdisciplinares e capacitação docente. Milton Fernando Bergo – professor de violino – iniciou os estudos de violino aos 11 anos com os professores Orlando Bernardi (Ribeirão Preto) e Maria Lucia Krug (Piracicaba) e, mais tarde, aperfeiçou-se com Altea Alimonda e Paulo Bosisio (São Paulo). Em 1981, ingressou na Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, assumindo em 1987 o cargo de spalla da mesma, onde permaneceu por 14 anos. Como músico convidado atuou junto as seguintes orquestras: Orquestra Sinfônica do Teatro da Paz (Belém), Orquestra Sinfônica de Brasília, Orquestra Sinfônica de Campinas, Bachiana Filarmonica, Philadelfia Virtuosi (EUA), Orquestra do Festival Fiato al Brasile (Itália), entre outras. Exerce também atividade pedagógica e de camerista. É professor de violino da Alma – Academia Livre de Música e Artes desde 2016. Luciano Borges Nascimento – professor de violino – cursou Licenciatura em música pela Universidade do Estado de Minas Gerais, onde teve aulas com Alexandre Gloor, Adriana Costa, César Timóteo onde também participou da Orquestra Sinfônica. Participou de masterclass com Alessandro Borgomanero, Goetz Hartmann, Gerry Varona, Marcello Guerchfeld e Teodora Geratz. Participou do 1° Movimento Internacional de Música de Uberlândia em 2011, nas classes dos professores Charles Stegeman (USA), Ole Bohn (Noruega), Alexey Naumanenko e Anton Ilyunin do Atrium String Quartet (Rússia) e Marcelo Guerchfeld (Brasil), onde também foi um dos spallas da orquestra. Participou da 29ª Oficina de Música de Curitiba em 2011. Participou da 9ª edição do Festival de Música de Santa Catarina, nas classes dos professores Richard Roberts (Spalla da Orquestra Sinfônica de Montreal) e Simon Bernardini (Primeiro Violino na Orquestra Filarmônica de Berlim). E na 10ª edição, nas classes dos professores Richard Roberts (Canadá) e Charles Stegeman (EUA). Estudou com João Carlos Ferreira (Brasil), Frank Haemer (Alemanha) e Jovana Trifunovic (Sérvia), e atualmente com Ana Sivkovic (Sérvia), membros da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. É membro da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, desde setembro de 2013. É professor de violino da Alma – Academia Livre de Música e Artes desde 2016. Guilherme Pereira de Carvalho – professor de viola – mestre em performance musical pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), 2018. Possui graduação em Música - Bacharelado (Habilitação: Viola) pela Universidade Federal de Minas Gerais (2002). Atualmente é violista da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, professor de viola da Alma; professor de viola e prática de orquestra da Associação Musical de Ribeirão Preto e da Instituição Aparecido Savegnago de Sertãozinho. Tutor presencial do Centro Universitário Claretiano de Batatais e Tutor à distância do Centro Universitário Claretiano de Batatais. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Música. Walisson Higor Cruz – professor de violoncelo – estudou música no Grupo de Referência do Projeto Guri de São José do Rio Preto de 2010 a 2015, sendo chefe de naipe dos violoncelos desde 2012. Com o grupo, participou da 15a edição do “Sphinx Competition” (2012), sediado em Detroit-EUA, e também da gravação do clipe “O Trenzinho do Caipira” (2013). Teve aulas regulares de violoncelo com Rodrigo Pessoa de Almeida (2010-2013), Ladson Bruno Mendes (2014-2015) e André Micheletti (desde 2015). Em 2016, se apresentou com o Ensemble Gilberto Mendes na 50a edição do Festival Música Nova, promovendo a estreia mundial de duas peças, sendo uma delas uma obra de trio de música de câmara (violino, oboé e violoncelo) de Dorothea Hoffman (Alemanha). É bacharel pelo Departamento de Música da USP de Ribeirão Preto e chefe de naipe dos violoncelos da USP-Filarmônica. Danilo Ribeiro Paziani – professor de contrabaixo acústico – Mestre em Música - Educação Musical pelo programa de Pós-Graduação em Música da Universidade Estadual Paulista - Unesp. Possui especialização em Arte - Educação pelo Centro Universitário Claretiano - Batatais (2012) e Bacharelado em Instrumento com Habilitação em Música pela Universidade de São Paulo - USP, campus Ribeirão Preto (2009). Atualmente é educador musical da Associação Amigos do Projeto Guri e professor de contrabaixo acústico da Alma. Tem experiência na área de artes, com ênfase em Música, atuando principalmente nos seguintes temas: Educação Musical, Ensino Coletivo e Contrabaixo Acústico Igor Picchi Toledo – professor de clarinete – é formado em música pela USP Ribeirão Preto (2015), tendo aulas com professores como Rubens Ricciardi, Rodolfo Coelho de Souza, Silvia Berg, entre outros. No início de 2012 e 2013, participou do Festival Internacional “Fiato al Brasile I” / “Fiato al Brasile II”, em Faenza na Itália. Também, em 2012, participou do projeto da oficina de sopros da Osesp Itinerante e do Festival Musica Nova, como espectador e membro atuante. Assistiu workshops, participou de oficinas e participou de concertos com os renomados Gabriele Mirabassi, Sergio Burgani (Osesp), Joel Barbosa (UFBA) e Silvio Zalambani (Conservatório ‘A. Scontrino’ de Trapani – Itália). Na USP-RP, é primeiro clarinetista da USP-Filarmônica. Atual integrante da Mogiana Jazz Band e do Quinteto de Sopros Pau a Pique. É professor de clarinete da Alma de Ribeirão Preto. Sergio Francisco Cerri Júnior – professor de flauta transversal – é bacharel em Flauta pela Escola de Música da Unicamp, na classe de Sávio Araújo. Aperfeiçoou-se posteriormente com Marcos Kiehel. De 1996 a 2001, atuou como músico convidado junto as orquestras Sinfônica da Unicamp e Sinfônica Municipal de Campinas. Participou de masterclasses com os professores Michael Faust (Alemanha), Iossi Arhein (Israel), Keith Underwood, Jeanne Baxtresser e Paula Robinson (USA), Trevor Way (Inglaterra), Alain Marion (França), Tadeu Coelho, Curt Schroeder, Rogério Wolf e Altamiro Carrilho (Brasil). Integrou a Orquestra Sinfônica Infanto-Juvenil de Rio Claro de 1986 até 1989 e a Orquestra Sinfônica de Rio Claro de 1989 a 1994. Desde 1999, mantém o Duo Cerri-Botelho com a pianista Flávia Botelho, tendo se apresentado em várias séries de música de câmara pelo país. É integrante da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto desde 2001 e desenvolve atividade como professor de flauta em Ribeirão Preto. Luiz Fernando Teixeira Júnior – professor de percussão – iniciou seus estudos de percussão em aulas particulares com o professor Valdir Olesiak e paralelamente trabalhava como baterista em bandas locais. Posteriormente ingressou no curso de música na Universidade Federal de Santa Maria- RS, onde graduou- se no ano de 1997 como bacharel em música na área de percussão sobre a orientação do Prof. Dr. Ney Rosauro e Prof. DR. Gilmar Goulart. Nessa mesma instituição, exerceu o cargo de professor substituto entre 2001 e 2002. É timpanista e percussionista da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, desde 2002, e professor de percussão no Projeto Guri, da Instituição Aparecido Savegnago, Academia Livre de Música e Artes - Alma e professor de bateria na Escola Livre de Música “Cromática”. Gladys de Pádua – professora de piano – possui graduação em Comunicação Social (1999), especialização em Educação pela Universidade Federal de Lavras (2002), graduação em Pedagogia pela Universidade Luterana do Brasil (2009) e cursou Música - bacharelado em piano - pela Universidade de São Paulo (2014). Tem experiência na área do ensino musical, com ênfase em piano, pedagogia musical e do piano como também piano acompanhador. Tamara de Moraes Pereira – professora de canto lírico – iniciou seus estudos de piano no ano de 2001, aos 10 anos de idade, com sua irmã e alguns anos depois entrou para o Conservatório Prof. Francisco Berlingieri Marino na cidade de Jaboticabal, onde concluiu o Curso Técnico em Piano no ano de 2011. Ingressou em 2010 no curso de Licenciatura em Música pelo Departamento de Música da Universidade de São Paulo (campus de Ribeirão Preto). Recebeu orientações de técnica vocal e expressão corporal da Profª Drª Sarah Meredith (University of Wisconsin - EUA), Profª Drª Yuka de Almeida Prado (Música - FFCLRP - USP), da soprano Rosana Lamosa, da mezzo-soprano Denise de Freitas, do baixo-barítono Wladimyr Carvalho e atualmente do tenor Alexandre Galante. Desenvolve intensa atividade como coralista, participando de grupos como a Academia da Voz e Oficina Experimental da Voz (coro feminino), dois grupos corais estáveis do Departamento de Música da FFCLRP, sob regência da Profª Drª Sílvia Berg. Participou de vários masterclasses e encontros de música coral, composição e educação musical, recebendo orientações e cantando sob a regência de grandes nomes como o Prof. Dr. Miguel Ángel Felipe (Havaí - EUA), Prof. Dr. Forrest Pierce (Kansas - EUA), Prof. Dr. Erik Westberg (Pite Suécia), Profª Pia Boysen e Profª Margrete Enevold (Copenhagen – Dinamarca. Trabalha como orientadora de técnica vocal para todas as idades, dando atenção especial à saúde vocal e ao bem-estar no canto. Snizhana Drahan – professora de canto lírico e de canto-coral – nascida na Ucrânia, formou-se em regência coral pela Academia Nacional de Música da Ucrânia em Kiev. É Mestre em Musicologia pela ECA/USP (2007) e Doutora pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - FMRP/USP (2014). Apresentou-se como solista e regente junto ao Coral da Igreja Ortodoxa na França e Bulgária. Trabalhou como professora de Regência Coral na Universidade de Pedagogia (Ucrânia). Ministrou oficinas de regência e canto pela Secretaria de Estado da Cultura (Brasil). Organizou e participou como cantora de recitais e concertos: 200 anos de Berlioz, 250 anos de Mozart, projeto KULTUR- FEST – estação alemã. Gravou, como solista e regente, CD de encarte para o livro Três arco-íris (Editora Petit) e Hinos cívicos da região de Ribeirão Preto, junto à Academia de Letras e Artes de Ribeirão Preto. Hoje desenvolve trabalho pedagógico na Escola de Canto Coral da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, atuando como coordenadora, regente e professora de canto. É também professora de canto lírico e canto-coral da Alma – Academia Livre de Música e Artes, com sede em Ribeirão Preto. Seu Coro de Câmera fez turnê pela Argentina e Ucrânia. Lincoln Reuel Mendes – professor de prática de orquestra e contrabaixo – iniciou seus estudos de piano clássico em 1997 com a professora Lúcia Garcetti na cidade de Franca. Em 2005 deu início a seus estudos de contrabaixo com o Professor Alexander Iurcik (Rússia) e em 2007 começou a ser orientado pelo Professor Diócles Ribeiro (Brasil). Em 2009, integrou o naipe de contrabaixo da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto. Neste mesmo ano entrou para Faculdade de Música da USP em Ribeirão Preto tendo sido orientado pelo professor Thibalt Dellor (França). Participou de festivais como: Música nas Montanhas em Poços de Caldas (Edição 2012, 2015), Festival Internacional de Música de Uberlândia (2011), Festival Internacional de Música de São Carlos e V Encontro Internacional de Contrabaixos (Argentina). Dentre aulas regulares e marterclasses recebeu orientações de renomados professores como Daniel Marelier (França), Catalin Rotaru (Romênia) e Marcos Machado (University Misssispi, EUA). Em 2011 a 2013, atuou como primeiro contrabaixo na Orquestra Filarmônica da USP. Foi professor e regente do Projeto Guri e Orquestra da Oscip Sabiá (Altinópolis) e hoje atua como professor da Instituição Aparecido Savegnago (Sertãozinho) e da Alma – Academia Livre de Música e Artes (Ribeirão Preto). José Mário Cezario Matsumoto – professor de prática de orquestra – trombonista, compositor e arranjador, formado em música pela ECA-USP-RP. Integrou diversas bandas e acompanhou alguns artistas como, Marco Matolli, Bebeto, Rappi´n Hood e o Mestre Wilson das Neves. Em 2016, foi compositor convidado no festival internacional Fiato al Brasile na Itália, para apresentar suas composições a frente da Big Band da Scuola di Música Gisseppe Sarti, na Cidade de Faenza (Itália). Atualmente diretor artístico e trombonista co-fundador da Banda Mogiana, Q. Jazz Quarteto, Bloco Tem Maia e Betrunkenband. Professor convidado de prática de repertório e arranjador da Big Boom Orchestra da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), professor de metais no Projeto Guri (Sertãozinho), professor de metais e regente de orquestra do projeto USP Música Criança (São Joaquim da Barra), professor de metais da Instituição Aparecido Savegnago de (Sertãozinho) e de prática de orquestra (banda sinfônica) da Academia Música e Artes de Ribeirão Preto (Alma). Joubert de Silva Oliveira – professor de teatro – iniciou sua carreira como ator em 2004 na ONG Ribeirão em Cena e graduou-se em Licenciatura em Artes - Centro Universitário Claretiano de Batatais em 2014. Participou dos grupos: Cia Nuvem da Noite, Cia A Ditacuja, Teatro de Caixeiros e o Núcleo de Investigação Teatral (NIT). Com o NIT, fez demonstrações do trabalho de pesquisa do grupo na VI Semana de Artes – Mosaico Cênico do Departamento de Artes da UFOP, na Universidade de Paris III - Sorbonne Nouvelle e na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP. Como arte-educador foi ministrante de oficinas e aulas na ONG Ribeirão em Cena, Faculdade Moura Lacerda, Escola Arte do Museu, Casa das Artes, Escola Sathya Sai Baba e Projeto Sala de Teatro de Barrinha. Atualmente, é professor docente do Centro Educacional Marista Ir. Rui e professor de teatro na Alma – Academia Livre de Música e Artes. Graciela Maria dos Santos (nome artístico Gracyela Gitirana) – professora de teatro – professora de Improvisação da ONG Ribeirão Em Cena. Integrou o Núcleo de Investigação Teatral (NIT) até abril de 2012, que organizou em 2011 a 1a. Semana de Antropologia Teatral de Ribeirão Preto, contando com a presença de Julia Varley e Eugenio Barba. Com o NIT, ministrou oficinas e realizou demonstração de trabalho em várias cidades e instituições, inclusive na Universidade da Sorbone – Paris III na França. Participou da oficina de “Clown” ministrada por Ricardo Pucceti do Lume, da oficina “Canto e Dança - O impulso na Voz e no Corpo”, ministrada por Renata Rosa, e do workshop “Como Pensar Através de Ações”, ministrada por Eugenio Barba e Julia Varley. Em 2013, 2014 e 2015, participou da oficina “A dança das Intenções”, ministrada pela atriz Roberta Carreri”. Atuou e dirigiu diversos espetáculos, participando de mostras e festivais, dentre eles Festival Recife do Teatro Nacional, Festival de Curitiba, com os espetáculos “A maldição do vale negro", "Lesados" e " Antiperipléia", e do 6º Festival de Matão. É professora de teatro na Alma – Academia Livre de Música e Artes. Marisol Antonelli Gallo – professora de balé – iniciou seus estudos em Balé Clássico aos quatro anos de idade no conservatório Carlos Gomes, Ribeirão Preto. Mais tarde, integrou-se nas escolas de balé Renata Celidonio e Studio Contemporâneo das artes, fazendo parte do Grupo Dançarte de Ribeirão Preto. Como integrante do curso Cuballet, participou das montagens de “Gisele” (1996), “O lago do Cisnes” (1997), “La Bayader” (2000) e “O Corsário” (2002); interpretou os primeiros papéis nos balés, “Don Quixote” (1995), “Paquita” (1998) e “O corsário” (1997). Em 1995, ministrou aulas com Ninella Korgapkna, na conceituada escola de “Vaganova” em São Petersburgo, Rússia, no período de 30 dias. Detém inúmeros títulos nacionais e internacionais de concursos de dança. É professora universitária do Centro Educacional Barão de Mauá em Ribeirão Preto e da Universidade de Franca (Unifran) e diversas escolas de balé. Desde 2018, é professora do curso de balé da Alma – Academia Livre de Música e Artes, de Ribeirão Preto. Aline Juliana Vilela – professora de dança inclusiva – formada no curso técnico de Dança do CAD – Centro avançado de dança, em Ribeirão Preto. Professora, coreógrafa e arte educadora, atuando nas modalidades de dança inclusiva, contemporâneo, jazz, danças urbanas e clássico, com participações e premiações em eventos de Ribeirão Preto e região, e também fora e dentro do Brasil, como Passo de Arte, Dança Ribeirão, Joinville, Porto Iguaçu (Argentina), Assunción (Paraguai), entre outros. Obteve formação adicional com profissionais como Octavio Nassur, Ivonice Sate, Ivaldo Bertazzo, Henrique Carvalho, entre outros. Atualmente trabalha em academias de danças (Fabíola Poch, Carla Petroni e Francielle Jaime Lourenço) e em instituições sociais/culturais (Alma – Academia Livre de Música e Artes, Casa das Mangueiras, Vitta ET Pass), com as faixas etárias de sete anos a fase adulta.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2024-07-15
Locais de realização (2)
Ribeirão Preto São PauloSão Joaquim da Barra São Paulo