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PRONAC 222174Apresentou prestação de contasMecenato

9º Cine.Ema - Festival Nacional de Cinema Ambiental do Espírito Santo

CAJU PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 744,1 mil
Aprovado
R$ 1,05 mi
Captado
R$ 699,6 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (9)
CNPJ/CPFNomeDataValor
00622416000141STATKRAFT ENERGIAS RENOVAVEIS S/A1900-01-01R$ 221,6 mil
39786983000179VD comércio de Veículos Ltda1900-01-01R$ 212,5 mil
02199383000102AGUIA BRANCA LOGISTICA S/A1900-01-01R$ 102,3 mil
17615289000156VD PNEUS LTDA1900-01-01R$ 41,1 mil
07677731000115AUTOPORT TRANSPORTES E LOGISTICA LTDA.1900-01-01R$ 37,0 mil
05466147000195Salute Locacao e Empreendimentos LTDA1900-01-01R$ 31,8 mil
07124577000154AB COMERCIO DE VEICULOS LTDA1900-01-01R$ 26,5 mil
24706364000150SAVANA COMERCIO DE VEICULOS LTDA1900-01-01R$ 16,4 mil
93793842000129Servicarga Transporte e Serviços Ltda1900-01-01R$ 10,4 mil

Eficiência de captação

66.8%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acerv e conteúdo AV diver meios/suporte
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
III.Educativos em geral e Ações de Capacitação Cultural
Ano
22

Localização e período

UF principal
ES
Município
Vitória
Início
2023-05-02
Término

Resumo

O Festival Cine.Ema, projeto que conecta cultura e consciência ambiental, é realizado no Sudeste do país por três dias em cada cidade de abrangência do projeto. Na programação, realiza mostras de cinema com exibição de curtas-metragens, além de atividades de caráter formativo para a comunidade em geral, aproximando a cultura e, em especial, o cinema de diferentes comunidades brasileiras, principalmente àquelas com acesso limitado às salas de cinema.

Sinopse

Mostra de Cinema Consiste na exibição de filmes com temática ambiental, de modo presencial e/ou online, selecionados por uma curadoria e através de um regulamento. De modo online os filmes ficam disponíveis para visualização na plataforma online do festival de acordo com as respectivas Mostras: - Mostra Nacional Cine.Ema: por onde são exibidos filmes com conteúdo voltado para o público em geral; - Mostra Nacional Cine.Eminha: por onde são exibidos filmes com conteúdo voltado para o público infantil.Durante os 7 primeiros dias, os filmes selecionados para a mostra Nacional Cine.Ema, e somente eles, recebem o julgamento de um júri técnico – que faz a escolha do melhor filme, melhor montagem e melhor fotografia – segundo critérios técnicos cinematográficos. Há também a votação de um júri popular que terá todo o período de exibição das mostras para selecionar 1 filme de cada mostra a ser premiado com o título de “filme vencedor pelo voto popular”. Oficinas As oficinas audiovisuais e/ou ambientais são realizadas nas escolas municipais e estaduais das regiões de abrangência do projeto, para alunos do Ensino Fundamental II (do 6º ao 9º ano) e Ensino Médio. Bate-papos / Rodas de conversa Audiovisual: são realizados bate-papos/rodas de conversa na plataforma online do festival que acontecem paralelamente à Mostra Online. Esses bate-papos consistem em uma conversa com os realizadores dos filmes selecionados para a Mostra. Ambiental: são realizados bate-papos/rodas de conversa de modo presencial com profissionais e especialistas da temática ambiental, selecionados e convidados pela equipe do projeto, relacionando o assunto com as produções audiovisuais de mesma temática.

Objetivos

Objetivo GeralDecreto nº 10.7555/21Art. 2º Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades:I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão;IV - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade;VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura;Pois tem com foco despertar a consciência ambiental e desenvolver o olhar cinematográfico em crianças, jovens e adultos de regiões que, muitas vezes, carecem de acesso a essa arte, interligando, nas atividades, a educação ambiental, o cinema e outras linguagens culturais, valorizando a cultura nacional, incentivando e ampliando o acesso da população à fruição e à produção de bens culturais, fomentando atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade e desenvolvendo atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura ( incisos I, V, VI e VII do artigo 2º do Decreto 10.755 de 2021. Objetivos Específicos- 1 mostra Competitiva de cinema;- 3 exibições itinerantes de filmes, distribuídas em 3 cidades diferentes do Sudeste;- 12 oficinas, sendo 3 de fotografia, 1 de vídeo, 1 de podcast, 2 de stopmotion e 5 de observação de aves.- 2 bate-papos que conectem a cultura, em especial o cinema, às temáticas ambientais;Essas ações serão realizadas com o intuito de:- Possibilitar acesso gratuito à obras audiovisuais e outras atividades culturais por meio de mostras de cinema e oficinas com temáticas audiovisuais e ambientais; - Contribuir para a difusão das obras audiovisuais;- Proporcionar à população um sentimento de pertencimento em relação à cultura que lhe é de direito;- Proporcionar diferentes atividades culturais à população, para além das atividades vividas diariamente em suas localidades;- Atuar na formação de público para o cinema, garantindo-lhes os instrumentos básicos de ?leitura? e de compreensão de obras cinematográficas e audiovisuais;- Despertar o prazer para o hábito de ver e valorizar o cinema enquanto arte, forma de conhecimento, expressão e comunicação estética;- Sensibilizar para a consciência ambiental e preservação de recursos naturais, bem como para a valorização dos espaços enquanto meio de produção cultural para a região e demais localidades;- Realizar bate-papos/rodas de conversa com a temática audiovisual e/ou ambiental; - Aproximar o cinema e outras linguagens culturais da prática pedagógica;- Estimular modos de vida sustentáveis a partir das características locais;- Incentivar os realizadores por meio de premiação das melhores produções audiovisuais;- Despertar o interesse cultural, social, intelectual, artístico e turístico;- Atrair a atenção de investidores locais para a criação de uma economia criativa baseada na identidade local.

Justificativa

Partindo do princípio do "Direito à Cultura", estabelecido no Art. 215 da Constituição Federal de 1988, que diz que "O Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, e apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais", entendemos que o projeto Cine.Ema é potente no que diz respeito ao conceito de interesse público, uma vez que leva o cinema e outras atividades culturais para regiões sem acesso ou com acesso restrito às atividades culturais por falta de estrutura financeira e/ou políticas públicas direcionadas ao setor cultural. Considerando isso e aliado aos objetivos do projeto, geral e específicos, entendemos que o Festival Cine.Ema vem ao encontro da Lei Rouanet, oficialmente Lei Federal de Incentivo à Cultura, e se enquadra nos incisos do Art. 1º, que seguem: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; e IX - priorizar o produto cultural originário do País. Também entendemos que os objetivos que serão alcançados estão de acordo com os incisos do Art 3º, que seguem: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil; e c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; e II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001); c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.

Estratégia de execução

Filmes convidados poderão participar da programação desde que acordado pela equipe da curadoria. O encerramento do Festival poderá contar com apresentações musicais, que privilegiarão artistas locais com trabalho autoral.

Especificação técnica

Mostra de Cinema Consiste na exibição de filmes com temática ambiental, de modo presencial e/ou online, selecionados por uma curadoria e através de um regulamento. De modo online os filmes ficam disponíveis para visualização na plataforma online do festival de acordo com as respectivas Mostras:- Mostra Nacional Cine.Ema: por onde são exibidos filmes com conteúdo voltado para o público em geral; - Mostra Nacional Cine.Eminha: por onde são exibidos filmes com conteúdo voltado para o público infantil. Durante os 7 primeiros dias, os filmes selecionados para a mostra Nacional Cine.Ema, e somente eles, recebem o julgamento de um júri técnico – que faz a escolha do melhor filme, melhor montagem e melhor fotografia – segundo critérios técnicos cinematográficos. Há também a votação de um júri popular que terá todo o período de exibição das mostras para selecionar 1 filme de cada mostra a ser premiado com o título de “filme vencedor pelo voto popular”. Objetivos: Estimular o interesse pelo segmento do audiovisual;Fomentar a formação de público de cinema;Valorizar a produção audiovisual por meio de premiações. Formato do evento: Online e/ou presencial Oficinas As oficinas consistem em 5 (cinco) dias de aulas envolvendo segmentos do audiovisual (fotografia, vídeo e roteiro) e temática ambiental realizadas em escolas municipais e/ou estaduais das regiões de abrangência do projeto, para alunos do Ensino Fundamental II (do 6º ao 9º ano) e Ensino Médio. Objetivos: Estimular o interesse pelos segmentos do audiovisual (fotografia, vídeo e roteiro);Despertar o olhar dos alunos por meio do olhar audiovisual combinado com temaÌ?ticas diversas, de modo geral, e sobre a natureza e o meio ambiente, de modo específico. Formato do evento: Presencial, dentro de sala de aula. OFICINA DE VÍDEO OBJETO Realização de oficinas de vídeo nas regiões contempladas pelo projeto. Cada turma será composta pelo quantitativo de 15 (quinze) estudantes para que se possa atingir os objetivos da oficina garantindo a qualidade do processo de ensino-aprendizagem. LINHA DE ABORDAGEM Abordagem holística, pois essa abordagem trata da construção de um todo a partir da interação e ligação de cada parte apresentada e aprendida pelo indivíduo. Além disso, incentiva a mudança do olhar sobre o que se está sendo apresentado onde, nesse processo, cada conhecimento está relacionado com outros conhecimentos, os quais produzem entre si novas relações e significados no processo de construção do todo. A abordagem colaborativa também se faz presente, pois envolve a construção em conjunto com os alunos. OBJETO FORMATIVO Despertar o olhar dos alunos por meio do olhar audiovisual combinado com temaÌ?ticas diversas, de modo geral, e sobre a natureza e o meio ambiente, de modo específico, em coerência com a temática do projeto Cine.Ema. EMENTA A oficina de vídeo apresentará a linguagem cinematográfica de forma dinâmica e divertida para os alunos participantes. Serão apresentadas as etapas para a realização de vídeos, detalhes das fases de pré-produção, produção e pós-produção, o que cada uma representa, seus pontos mais relevantes, os erros mais comuns cometidos (até mesmo por profissionais da área). Na prática, os alunos vão aprender a realizar seus vídeos com uma noção linguística e estética. METODOLOGIA Aula 1 - Conteúdo: O que é essa tal linguagem cinematográfica – Parte 1ConceitoUm filme é feito de imagens e sonsEnquadramentosÂngulosMovimentos de câmeraExercício: com a câmera do próprio celular os alunos vão realizar os enquadramentos que foram ensinados em sala de aula. Aula 2 - Conteúdo: O que é essa tal linguagem cinematográfica – Parte 2Montagem/ediçãoIluminaçãoSomExercício: com a câmera do próprio celular os alunos vão realizar vídeos de curta duração. Aula 3 - Conteúdo: Etapas de produçãoPré-produçãoProduçãoPós-produçãoExercício: formação dos grupos, escolha dos roteiros que serão filmados e planejamento de filmagem. Aula 4 - Conteúdo: Bora filmar! Aula prática com os alunos em campoExercício: gravação dos vídeos. Aula 5 - Conteúdo: Bora montar!Aula prática de montagem cinematográfica em sala de aulaExercício: montagem dos vídeos e apresentação CARGA HORÁRIA / QUANTIDADE DE ENCONTROS A carga horária por turma é de 20h total, distribuídas conforme os dias da semana: 1º dia - Aula 1 com 4h de duração2º dia - Aula 2 com 4h de duração3º dia - Aula 3 com 4h de duração4º dia - Aula 4 com 4h de duração5º dia - Aula 5 com 4h de duração PÚBLICO ALVO Alunos de escolas da rede pública de ensino das regiões contempladas pelo festival, que estejam matriculados no Ensino Fundamental 2 ou Ensino Médio. MATERIAIS DIDÁTICOS E DE APOIO UTILIZADOS Projetor ou televisãoSistema de somQuadro branco e pincelNotebookCâmera de vídeoTripé de câmeraCartão SDMicrofone boomGravador externoKit de iluminação CRITÉRIOS DE SELEÇÃO DOS ALUNOS O critério de escolha desses alunos será definido em parceria com a equipe pedagógica das escolas, levando em consideração questões como assiduidade, interesse e as características regionais. CRITÉRIOS E INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO Pelos oficineiros: se dará por meio de um relatório ao final de cada oficina e a avaliação.Pelos participantes: se dará por meio de um questionário a ser respondido ao final de cada oficina. PREVISÃO DE APOIO AOS ALUNOS Materiais de auxílio para a aprendizagem e execução da oficina como caderno, caneta, lápis, borracha, camisa e mochila. ACESSIBILIDADE No formulário da inscrição, que será preenchido por cada aluno que participará da oficina, haverá um campo para assinalar a necessidade da medida de acessibilidade conforme regulamentação federal. A partir das respostas das inscrições, o projeto garantirá todas as medidas de acessibilidade que se fizerem necessárias para a oficina de fotografia de observação de pássaros. OFICINA DE FOTOGRAFIA OBJETO Realização de oficinas de fotografia nas regiões contempladas pelo projeto. Cada turma será composta pelo quantitativo de 15 (quinze) estudantes para que se possa atingir os objetivos da oficina garantindo a qualidade do processo de ensino-aprendizagem. LINHA DE ABORDAGEM Abordagem holística, pois essa abordagem trata da construção de um todo a partir da interação e ligação de cada parte apresentada e aprendida pelo indivíduo. Além disso, incentiva a mudança do olhar sobre o que se está sendo apresentado onde, nesse processo, cada conhecimento está relacionado com outros conhecimentos, os quais produzem entre si novas relações e significados no processo de construção do todo. A abordagem colaborativa também se faz presente, pois envolve a construção em conjunto com os alunos. OBJETO FORMATIVO Despertar o olhar dos alunos por meio do olhar audiovisual, mais especificamente por meio da fotografia, combinado com temaÌ?ticas diversas, de modo geral, e sobre a natureza e o meio ambiente, de modo específico, em coerência com a temática do projeto Cine.Ema. EMENTA A oficina de fotografia apresentará uma breve história da fotografia e abordará sobre o entendimento da fotografia como meio de comunicação, expressão e interpretação; a formação e registro da imagem fotográfica; sobre os equipamentos fotográficos (câmera, objetivas e acessórios); em como utilizá-los; sobre luz e fotometragem; ajustes das câmeras fotográficas, principalmente dos celulares; sobre a composição fotográfica (elementos da linguagem visual, da linguagem fotográfica e da comunicação não verbal); compreender os princípios básicos de exposição, composição e linguagem fotográfica; desenvolver as habilidades de observação, sensibilidade, percepção, criatividade, objetividade, poder da decisão e interpretação; produzir fotografias; criar narrativas visuais; ser capaz de trabalhar em equipe; e atuar com discernimento ético. METODOLOGIA Aula 1 - Conteúdo: A imagem fotográficaBreve introdução à História da Fotografia - A formação da imagem: da câmera obscura à imagem digital;O material sensível: filme, papel e CCD/CMOS;Tamanho, qualidade e tipos de arquivos digitais;Captura e armazenamento da fotografia digital;Sensibilidade à luz;Exercício de fixação do conteúdo. Aula 2 - Conteúdo: O equipamento fotográficoA câmera fotográfica: tipos, características e recursos;Sistema de focalização;Velocidade do obturador;Abertura do diafragma;Lentes: tipos, características e utilizaçõesExercício de fixação do conteúdo. Aula 3 - Conteúdo: O olhar e a interpretação da luzRecursos da técnica e Linguagem fotográfica: princípio de alfabetização visual; A interpretação da luz: fontes, características, fotometragem e utilizações;Composição fotográfica: elementos da linguagem visual, da linguagem fotográfica e da comunicação não verbal;Exercício de fixação do conteúdo. Aula 4 - Conteúdo: Edição fotográfica e narrativa visualFluxo de trabalho digital: captura da imagem, transferência, identificação, indexação e armazenamento de arquivos;Criação de narrativas visuais;Exercício de fixação do conteúdo. Aula 5 - Conteúdo: PráticaAula prática, em campo, para captura de imagens;Análise e edição das imagens produzidas;Avaliação do processo de ensino-aprendizagem CARGA HORÁRIA / QUANTIDADE DE ENCONTROS A carga horária por turma é de 20h total, distribuídas conforme os dias da semana: 1º dia - Aula 1 com 4h de duração2º dia - Aula 2 com 4h de duração3º dia - Aula 3 com 4h de duração4º dia - Aula 4 com 4h de duração5º dia - Aula 5 com 4h de duração PÚBLICO ALVO Alunos de escolas da rede pública de ensino das regiões contempladas pelo festival, que estejam matriculados no Ensino Fundamental 2 ou Ensino Médio. MATERIAIS DIDÁTICOS E DE APOIO UTILIZADOS Sala com quadro branco e pincéis coloridos;Computador com os programa Adobe Lightroom e Powerpoint e com acesso à internet;Projetor multimídia;Spot de luz contínua LED;Tripés;Kit 5 em 1 com rebatedores, difusor e bloqueador. CRITÉRIOS DE SELEÇÃO DOS ALUNOS O critério de escolha desses alunos será definido em parceria com a equipe pedagógica das escolas, levando em consideração questões como assiduidade, interesse e as características regionais. CRITÉRIOS E INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO Pelos oficineiros: se dará por meio de um relatório ao final de cada oficina e a avaliação.Pelos participantes: se dará por meio de um questionário a ser respondido ao final de cada oficina. PREVISÃO DE APOIO AOS ALUNOS Materiais de auxílio para a aprendizagem e execução da oficina como caderno, caneta, lápis, borracha, camisa e mochila. ACESSIBILIDADE No formulário da inscrição, que será preenchido por cada aluno que participará da oficina, haverá um campo para assinalar a necessidade da medida de acessibilidade conforme regulamentação federal. A partir das respostas das inscrições, o projeto garantirá todas as medidas de acessibilidade que se fizerem necessárias para a oficina de fotografia de observação de pássaros. OFICINA DE ROTEIRO OBJETO Realização de oficinas de roteiro nas regiões contempladas pelo projeto. Cada turma será composta pelo quantitativo de 15 (quinze) estudantes para que se possa atingir os objetivos da oficina garantindo a qualidade do processo de ensino-aprendizagem. LINHA DE ABORDAGEM Abordagem holística, pois essa abordagem trata da construção de um todo a partir da interação e ligação de cada parte apresentada e aprendida pelo indivíduo. Além disso, incentiva a mudança do olhar sobre o que se está sendo apresentado onde, nesse processo, cada conhecimento está relacionado com outros conhecimentos, os quais produzem entre si novas relações e significados no processo de construção do todo. A abordagem colaborativa também se faz presente, pois envolve a construção em conjunto com os alunos. OBJETO FORMATIVO Despertar o olhar dos alunos por meio do processo pertencente ao universo da leitura, da escrita e da oralidade, combinado com temaÌ?ticas diversas, de modo geral, e sobre a natureza e o meio ambiente, de modo específico, em coerência com a temática do projeto Cine.Ema. EMENTA A oficina de roteiro proporcionará de forma dinâmica e divertida para os alunos participantes o contato com a criação de histórias audiovisuais com foco na estrutura de curta metragem, principalmente, que é a mais viável no processo inicial de aprendizagem. Vamos abordar desde a construção narrativa até a estrutura, criação do roteiro e tratamentos posteriores. Será proposto a criação de um roteiro de até 2 minutos, de ficção, com começo, meio e fim, para que os alunos possam entender como estruturar sua história. METODOLOGIA A oficina de roteiro abordará desde a construção narrativa até a estrutura, criação do roteiro e tratamentos posteriores. Será proposto a criação de um roteiro de até 2 minutos, de ficção, com começo, meio e fim, para que os alunos possam entender como estruturar sua história. Isso se dará de acordo com a divisão metodológica que segue: Aula 1 - Introdução: essa etapa será abordada a partir da pergunta “o que é um roteiro audiovisual?” aprofundando o conceito ao formato de curta-metragem. Será apresentado como se dá a construção da narrativa; o que é o perfil e arco narrativo de personagens; a importância, função e técnicas de elaboração, chamada de Storyline; serão apresentados exemplos de curtas-metragens, como “Da curva para cá” (João Oliveira) e “Cores e botas” (Juliana Vicente) e exemplos de longas-metragens, como “Corra” (Jordan Peele) e “Cidade de Deus” (Fernando Meirelles); e será aplicado um exercício que consiste na elaboração do Storyline para um vídeo de dois minutos. Aula 2 - Criação: essa etapa será apresentada a forma de fazer um argumento audiovisual; a escaleta audiovisual e sua função na estruturação da narrativa; a construção da escaleta de curta-metragem; serão apresentados exemplos de curtas-metragens, como “Deusa Menina” (Juane Vaillant) e “Inabitáveis” (Anderson Bardot) e exemplo de longas-metragens, como “O Labirinto do Fauno” (Guilherme Del Touro) e “Que horas ela Volta” (Anna Muylaert); e será aplicado o exercício de elaboração de argumento para curta de dois minutos. Aula 3 - Estrutura: nesta etapa será apresentada a estrutura do roteiro de curta-metragem (aspectos técnicos e criativos); será realizada análise de casos a partir da exposição de exemplos de roteiros e obras audiovisuais, como “Deusa Menina” (filme da oficineira, onde ela mostrará todos os tratamentos do roteiro), “No Princípio Era o Verbo” (Virgínia Jorge) e “Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças” (Michel Gondry); e será aplicado o exercício de elaboração de roteiro do curta de até dois minutos. Aula 4 - Revisões: nesta etapa acontece a revisão literária com observação aos erros de coesão e coerência; mudanças de ordem; tratamentos do roteiro; revisão do roteiro feito pelos alunos e comentário; com foco na questão sobre “o que é um roteiro técnico e para que serve”; e será aplicado o exercício de elaboração do roteiro técnico. Aula 5 - Avaliação: esta etapa consiste numa introdução à elaboração de projetos audiovisuais (os caminhos do roteiro após a finalização do tratamento do roteiro); na avaliação do material produzido; na análise visando a viabilidade da produção; e na apresentação de um breve resumo sobre o papel do roteirista-realizador. CARGA HORÁRIA / QUANTIDADE DE ENCONTROS A carga horária por turma é de 20h total, distribuídas conforme os dias da semana: 1º dia - Aula 1 com 4h de duração2º dia - Aula 2 com 4h de duração3º dia - Aula 3 com 4h de duração4º dia - Aula 4 com 4h de duração5º dia - Aula 5 com 4h de duração PÚBLICO ALVO Alunos de escolas da rede pública de ensino das regiões contempladas pelo festival, que estejam matriculados no Ensino Fundamental 2 ou Ensino Médio. MATERIAIS DIDÁTICOS E DE APOIO UTILIZADOS Projetor ou televisãoSistema de somQuadro branco e pincelNotebookLivros de apoio: Story, de Robert Mckee; O Herói de Mil Faces, de Joseph Campbell; A Jornada do Escritor, de Christopher Vogler; Screenwriting: The Sequence Approach, de Paul Joseph Gulino (em inglês); Sobre a escrita, de Stephen King.Produto audiovisual de apoio: No Estranho Planeta dos Seres Audiovisuais, de Cao Hamburger; O poder do Mito, de Bill Moyers e Joseph Campbell CRITÉRIOS DE SELEÇÃO DOS ALUNOS O critério de escolha desses alunos será definido em parceria com a equipe pedagógica das escolas, levando em consideração questões como assiduidade, interesse e as características regionais. CRITÉRIOS E INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO Pelos oficineiros: se dará por meio de um relatório ao final de cada oficina e a avaliação. Pelos participantes: se dará por meio de um questionário a ser respondido ao final de cada oficina. PREVISÃO DE APOIO AOS ALUNOS Materiais de auxílio para a aprendizagem e execução da oficina como caderno, caneta, lápis, borracha, camisa e mochila. ACESSIBILIDADE No formulário da inscrição, que será previamente preenchido por cada aluno que participará da oficina, haverá um campo para assinalar a necessidade da medida de acessibilidade conforme regulamentação federal. A partir das respostas das inscrições, o projeto garantirá todas as medidas de acessibilidade que se fizerem necessárias para a oficina de fotografia de observação de pássaros. OFICINA DE OBSERVAÇÃO DE PÁSSAROS OBJETO Realização de oficinas de observação de pássaros nas regiões contempladas pelo projeto. Cada turma será composta pelo quantitativo de 10 (dez) estudantes para que se possa atingir os objetivos da oficina garantindo a qualidade do processo de ensino-aprendizagem. LINHA DE ABORDAGEM Abordagem holística, pois pretende incentivar a mudança da percepção sobre a natureza por meio da análise do que se está observando de forma global, despertando assim novas possibilidades de pensamento, não vislumbradas anteriormente. A abordagem colaborativa também se faz presente, pois envolve a construção do pensamento em conjunto com os alunos. Descobrir a diversidade das espécies, que elas existem tão perto de nós, na escola, no quintal de nossas casas, no lugar onde moramos, despertando para um novo olhar para o mundo à nossa volta. OBJETO FORMATIVO Despertar o olhar dos alunos com objetivo de conscientizar suas ações no dia a dia para proteção e preservação do meio ambiente, utilizando os pássaros como elemento de observação e a fotografia como ferramenta audiovisual, levando em consideração que a observação de pássaros é uma prática pedagógica diferente e uma alternativa ao ensino dos conteúdos formais do currículo, onde os alunos aprendem para além da sala de aula e muito além de áreas do município que vivem e não conhecem. A observação de aves ainda traz um novo olhar para o mundo à nossa volta, pois ajuda a perceber detalhes no dia a dia que passavam despercebidos. Perceber as aves que moram em nosso quintal, as árvores, frutos que elas comem, e a conclusão de que tudo está entrelaçado na natureza. EMENTA A oficina de observação de pássaros proporcionará de forma dinâmica e divertida para os alunos participantes o contato com a natureza e com a prática da educação ambiental utilizando também a fotografia, uma das ferramentas do audiovisual. Serão apresentadas as etapas para a realização das oficinas e os alunos vão aprender a observar as aves de forma holística e colaborativa. METODOLOGIA Os alunos serão divididos em 4 turma com as quais se aplicará a seguinte metodologia de acordo com as etapas: Etapa 1: aplicar um questionário semiestruturado, com o objetivo de avaliar o nível de informação que os estudantes possuem sobre os principais problemas ambientais verificados no território, assim como os conhecimentos em relação à biodiversidade na Mata Atlântica, com ênfase nas aves. O questionário é aplicado no início e no final das atividades, possibilitando avaliar a aprendizagem e eficácia da metodologia aplicada. Etapa 2: cada estudante recebe um caderno de campo e é orientado a anotar as experiências vividas durante as metodologias, com informações que aprenderam com orientação do facilitador, dinâmicas e trilha, e o que acharem interessante. As anotações podem ser em formato de texto ou desenho e no início de cada caderno há imagens de aves da região já identificadas que servem de orientação para os estudantes identificarem as aves que observarem ou fotografarem. Ao final, os cadernos de campo são recolhidos e as respostas avaliadas pelo facilitador. Etapa 3: cada estudante será estimulado a produzir uma fotografia de uma espécie de pássaro que tenha observado. CARGA HORÁRIA / QUANTIDADE DE ENCONTROS A carga horária por turma é de 4h, distribuídas conforme os dias da semana: 1º dia - oficina com a turma 1 2º dia - oficina com a turma 2 3º dia - oficina com a turma 3 4º dia - oficina com a turma 4 5º dia - oficina com a turma 5 Bate-papo Audiovisual Beneficiários do produto da proposta: Realizadores (produtores e/ou diretores) dos filmes;Público em geral, interessado na temática audiovisual. Forma de seleção dos beneficiários: Realizadores (produtores e/ou diretores) dos filmes: são selecionados pela produção do projeto, por meio de convite para participação no Bate-papo. Público em geral, interessado na temática audiovisual: não há seleção deste público considerando que esta ação é online, transmitida pelo Youtube do festival, portanto, de livre acesso aos interessados. Bate-papo Ambiental Beneficiários do produto da proposta: Produtores e agricultores das regiões de abrangência do projeto;Cineastas e/ou produtores audiovisuais da temática ambiental;Profissionais do setor ambiental;Comunidade em geral, interessada na temática ambiental e audiovisual. Forma de seleção dos beneficiários: Produtores e agricultores das regiões de abrangência do projeto: os interessados devem garantir sua vaga por meio de contato com a produção do projeto, que conta com uma produtora local em contato direto com esse público durante o período de divulgação do Festival. As inscrições respeitam o limite de vagas disponibilizadas, a ordem da inscrição e priorizam os interessados que residem na região de realização do Festival.Cineastas e/ou produtores audiovisuais da temática ambiental: são selecionados pela produção do projeto para participarem como palestrantes, respeitando a quantidade de vagas destinadas para o dia do evento de acordo com a programação pré estabelecida.Profissionais do setor ambiental: são selecionados pela produção do projeto para participarem como palestrantes, respeitando a quantidade de vagas destinadas para o dia do evento de acordo com a programação pré estabelecidaComunidade em geral, interessada na temática ambiental e audiovisual: os interessados devem garantir sua vaga por meio de contato com a produção do projeto, que conta com uma produtora local em contato direto com esse público durante o período de divulgação do Festival. As inscrições respeitam o limite de vagas disponibilizadas, a ordem da inscrição e priorizam os interessados que residem na região de realização do Festival. PÚBLICO ALVO Alunos de escolas da rede pública de ensino das regiões contempladas pelo festival, que estejam matriculados no Ensino Fundamental 2 ou Ensino Médio. MATERIAIS DIDÁTICOS E DE APOIO UTILIZADOS Um caderno catálogo onde constam imagens de aves da região já identificadas, o nível de Família ou Ordem, classificação zoológica atual, tarefas específicas (exemplo: lista de espécies observadas, identificação da espécie, caracterização do ambiente), e questões sobre a conservação das aves que devem ser respondidas pelos alunos ao final da oficina, adicionado de um caderno, lápis e borracha para anotações de campo. CRITÉRIOS DE SELEÇÃO DOS ALUNOS O critério de escolha desses alunos será definido em parceria com a equipe pedagógica das escolas, levando em consideração questões como assiduidade, interesse e as características regionais. CRITÉRIOS E INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO Pelos oficineiros: se dará por meio de um relatório ao final de cada oficina e a avaliação.Pelos participantes: se dará por meio de um questionário a ser respondido ao final de cada oficina. PREVISÃO DE APOIO AOS ALUNOS Transporte, alimentação, materiais de auxílio para a aprendizagem e execução da oficina como caderno, lápis, borracha, binóculo, câmera, caixa de som, caneleira, chapéu, camisa e mochila. ACESSIBILIDADE No formulário da inscrição, que será previamente preenchido por cada aluno que participará da oficina, haverá um campo para assinalar a necessidade da medida de acessibilidade conforme regulamentação federal. A partir das respostas das inscrições, o projeto garantirá todas as medidas de acessibilidade que se fizerem necessárias para a oficina de fotografia de observação de pássaros.

Acessibilidade

MOSTRA DE CINEMA (ONLINE & SEMIPRESENCIAL) Acessibilidade física: A mostra de cinema será exibida em plataforma online (site), portanto, espaço no qual estarão garantidas as demais dimensões de acessibilidade. As mostras poderão acontecer presencialmente em pelo menos 1 escola de cada região que tenham garantidas as necessidades de acessibilidade física em sua estrutura, o que será avaliado por meio de contato com a escola e visita técnica. Acessibilidade para deficientes visuais: Projeção de filme com audiodescrição em plataforma online. Para as mostras que venham a ocorrer nas escolas de modo presencial, será identificada a necessidade de audiodescrição por meio de contato com a escola e visita técnica e, caso haja essa necessidade, será atendida. Conforme item 49 da Planilha Orçamentária - Narrador de Audiodescrição - Pelo menos 01 filme selecionado contemplará a audio descrição. Acessibilidade para deficientes auditivos: Projeção de filme com Libras em plataforma online. Para as mostras que venham a ocorrer nas escolas de modo presencial, será identificada a necessidade de audiodescrição por meio de contato com a escola e visita técnica e, caso haja essa necessidade, será atendida. Conforme itens 28, 38 e 46 da Planilha orçamentária de Intérprete de libras. Pelo menos 01 filme selecionado contará com interprete de libras. Dessa forma, o produto principal - Festival/Mostra – Audiovisual irá contemplar as 3 medidas de acessibilidade de conteúdo obrigatórias: Intérprete de Libras - Itens 42, 57 e 74 da Planilha orçamentária Narrador de audiodescrição - Item 80 da Planilha orçamentária Legendagem Audiodescritiva - Item 37 e 76 da Planilha orçamentária Oficina /Workshop/Seminário Audiovisual (OFICINAS / RODA DE CONVERSA / BATE PAPO ONLINE &/OU SEMIPRESENCIAL) * As oficinas consistem em 5 (cinco) dias de aulas envolvendo segmentos do audiovisual (fotografia, vídeo e roteiro) e temática ambiental realizadas em escolas municipais e/ou estaduais das regiões de abrangência do projeto, para alunos do Ensino Fundamental II (do 6º ao 9º ano) e Ensino Médio. As mesmas ocorrerão nas escolas da rede pública de ensino que ja apresentam todas as medidas de acessibilidade física previstas em Lei. Acessibilidade física: O Seminário será realizado na Reserva Ambiental Águia Branca, localizada em Vargem Alta, onde já foram realizadas ações em edições passadas do Festival, sendo constatado, portanto, que o local garante as medidas físicas de acessibilidade. Acessibilidade para deficientes visuais: A medida de acessibilidade para deficientes visuais será atendida no caso de identificarmos, por meio de ficha de inscrição para participação do Seminário, a necessidade dessa medida de acessibilidade. Conforme item 49 da Planilha Orçamentária - Narrador de Audiodescrição. Acessibilidade para deficientes auditivos: A medida de acessibilidade para deficientes auditivos será atendida no caso de identificarmos, por meio de ficha de inscrição para participação do Seminário, a necessidade dessa medida. Conforme iItens 02, 04, 07 da Planilha orçamentária de Intérprete de libras. É importante salientar que 50% do quantitativo de beneficiários será constituído de, no mínimo, 50% estudantes e professores de instituições públicas de ensino da região abarcada pelo projeto. Obs.: Todas as ações previstas aqui sempre que tecnicamente possível, conforme a Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018. Obs.2: As rubricas referentes aos custos elencados acima encontram-se na planilha orçamentária: Intérprete de Libras - Itens 09 e 16 da Planilha orçamentária Narrador de audiodescrição - Item 80 da Planilha orçamentária Legendagem Audiodescritiva - Item 37 e 76 da Planilha orçamentária Transmissao em tempo Real - Item 84 da Planilha orçamentária Em relação ao Art. 21, recuperando as informações acima, cumpriremos os incisos III (disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22), em alguns casos podendo atingir o Inciso II (oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos), o inciso IV (permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias), o Inciso VI (oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural.

Democratização do acesso

Democratização de Acesso Art. 23 O Plano de Distribuição da proposta deve assegurar a democratização do acesso (Anexo I) aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo: I - estimativa da quantidade de beneficiários, observados, em caso de geração de receita com a venda dos produtos culturais, os seguintes limites: b) até dez por cento para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores, conforme parágrafo único do art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 julho de 2021; O projeto proporcionará a participação de escolas de comunidades locais, bem como proporcionará acesso gratuito a mostra de filmes de qualidade, proporcionando acesso de pessoas de todas as classes sociais e idades. Uma vez realizado por uma empresa de produção cultural através de captação de recurso também público, a produção busca manter toda a grade de programação do evento totalmente gratuita. As atividades sempre serão realizadas em espaços em localização central, de fácil acesso, sem controle de ingresso. Será enviado um cota de ingressos para os incentivadores, patrocinadores e doadores que totalizam 10% do quantitativos das vagas disponiveis nos espacos onde será realizada as mostras. Da Ampliação do Acesso Art. 24 Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso (Anexo I): II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; Meios de disponibilização do(s) produto(s) à população: MOSTRA DE CINEMA (ONLINE & SEMIPRESENCIAL) Projeção de mostra audiovisual em plataforma online (site) ou durante evento presencial. Site com domínio a definir exemplo: www.cineema.com.br A mostra também poderá estar disponível no Youtube do projeto Youtube.com/FestivalCineEma Oficina /Workshop/Seminário Audiovisual (OFICINAS / RODA DE CONVERSA / BATE PAPO ONLINE &/OU SEMIPRESENCIAL) Realização de Bate Papo que relacione temáticas audiovisuais e ambientais de modo presencial na Reserva Águia Branca, em Vargem Alta, com a participação de profissionais ligados às tais temáticas. II - disponibilização, na Internet, registros audiovisuais dos filmes exibidos na mostra de cinema; e III - permitiremos a captação de imagens das atividades autorizando sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;

Ficha técnica

Tânia Silva (Direção Geral): Proprietária da Caju Produções, começou sua carreira como produtora em 1985, ainda como pessoa física. Criou, produziu e co-produziu vários eventos culturais no Brasil e no exterior, principalmente voltado para a área da música. Em 1999 abriu a empresa Caju Produções que atua no mercado cultural e empresarial capixaba e nacional. Fernanda Bellumat (Coordenação de Produção e Coordenação de Projeto): Artista plástica há 14 anos, formada em Arquitetura e Urbanismo desde 2020 e Gestora Pública com 8 anos de experiência na área cultural e artística pela Secretaria de Cultura da Prefeitura Municipal de Vitória (ES), coordenando projetos de intervenção urbana e eventos culturais como Virada Cultural e Carnaval de Rua. Desde 2021, atua junto a Caju Produções nos mais diversos projetos que trabalham cultura, sustentabilidade, memória e identidades locais. Matheus Moretti (Coordenador Pedagógico e Coordenador de Planejamento/Administrativo): Matheus Teixeira Moretti é professor e pesquisador na área de História com graduação pela Universidade Federal Fluminense. Atualmente é mestrando no Programa de Pós-Graduação em História Social da UFRJ na linha de história intelectual e teoria da história. Desde 2014 é produtor cultural e junto da Caju Produções tem atuado em projetos do setor audiovisual na sua interface com educação, patrimônio histórico e ambiental. Janderson Victor Grolla (Assessoria Financeira e Administrativa): Graduado em Administração desde 2005 / MBA em Gestão Financeira, Controladoria e Auditoria pela FGV - Fundação Getúlio Vargas Especializado na gestão administrativa e financeira de empresas públicas e privadas. Gestor de projetos, especialista em elaboração / execução e monitoramento de projetos via leis de incentivo. Na Estação Conhecimento de Serra é Responsável pelo gerenciamento das atividades das áreas administrativa e financeira da instituição (Contabilidade, Fiscal-Tributária, Contas a Pagar / Receber, Tesouraria, Apoio Administrativo, Administração de Pessoal, Recursos Humanos, Compras), visando assegurar que todas as tarefas sejam executadas dentro das normas e políticas estabelecidas pela instituição e das normas legais. Atua ainda como consultor especializado para organizações sociais. Ricardo Aiolfi (Coordenação Editorial e de Comunicação): Jornalista formado pela Ufes, atuou como Repórter de Política no Jornal A Tribuna, realizando coberturas de momentos importantes do Espírito Santo, bem como entrevistas com políticos do cenário regional e nacional. Paralelamente, trabalhou também com diagramação e projeto gráfico de jornais. Desde 2019, atua como jornalista cultural, iniciando essa trajetória na Secretaria de Cultura de Vitória com importantes projetos como o Viradão Vitória, Carnaval, Mar da Música, além dos cuidados com a assessoria de diversos espaços culturais. Desde 2021, atua junto a Caju Produções nos mais diversos projetos que trabalham cultura, sustentabilidade, memória e identidades locais. É mestre no Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Territorialidades, onde defendeu, em 2019, uma dissertação sobre narrativas nas redes sociais. Durante esse período, atuou como Pesquisador do Laboratório de Estudos sobre Imagem e Cibercultura (Labic-UFES), referência em estudos sobre redes sociais, tendo prestado serviços inclusive para o INEP/MEC. Solange Alboreda (Curadora Audiovisual): Doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC/SP. É engenheira sanitarista, mestre em engenharia ambiental pela UNICAMP. Defendeu tese sobre Cinema Ambiental na América Latina. Participa do grupo de estudos “Comunicação e Cultura: Barroco e Mestiçagem”, da PUC/SP. Exerce atividades de curadoria, consultoria e júri em mostras e festivais. Publica artigos em revistas e livros sobre cinema ambiental. Idealizadora da Rede Latino Americana de Cinema Ambiental. É animadora sociocultural no SescSP. Ursula Dart (Curadora Audiovisual): Sócia-administradora da empresa Ladart Filmes, cujo escopo é a realização de longas metragens de ficção e documentários e produção de série e conteúdo para TV. Foi diretora geral da Mostra Documentos Autorais, com documentários de curta e longa duração. Atua como executiva de diversos projetos audiovisuais no Espírito Santo. Lilian Menenguci (Coordenação Pedagógica): Doutora em Educação pela UFES. Especialista em Acessibilidade Cultural, pela UFRJ. Especialista em Educação pela UFES. Licenciada em Pedagogia, pela Faculdade de Ciências Aplicadas Sagrado Coração. Professora da Educação Básica, na Prefeitura de Vitória (desde 2002). Professora da Rede de Ensino Doctum, desde 2009. Tem experiência na área da Educação e da Cultura, tanto com formação continuada quanto na elaboração e gestão de projetos. Autora de Os medos de Lili, Casa de papel, A criança mágica, O mistério da bolinha de gude, ambos de literatura infantil. Também publicou Palarvas de borboletras e Grão, livros de poesia. Na área da educação publicou Educação, Educação Especial Inclusão e Arte e Memórias de Alfabetização: narrativas sobre aprender a ler e a escrever. O texto Um pouco mais da metade marca a sua estreia na dramaturgia.

Providência

RECURSO APRECIADO PELA UNIDADE TÉCNICA DE ANÁLISE.

2024-05-06
Locais de realização (4)
Alegre Espírito SantoCachoeiro de Itapemirim Espírito SantoVargem Alta Espírito SantoVitória Espírito Santo