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PRONAC 223154Apresentou prestação de contasMecenato

ARTRIO 2023

BEX FEIRAS E EVENTOS CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 3,99 mi
Aprovado
R$ 5,81 mi
Captado
R$ 5,17 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (5)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33592510000154VALE S.A.1900-01-01R$ 2,50 mi
02031413000169PETRO RIO JAGUAR PETROLEO S.A.1900-01-01R$ 2,08 mi
03255266000173PRIO BRAVO LTDA.1900-01-01R$ 379,0 mil
04177443000103PUIG BRASIL COMERCIALIZADORA DE PERFUMES LTDA.1900-01-01R$ 170,0 mil
08844986000198PETRO RIO CORAL EXPLORACAO PETROLIFERA LTDA1900-01-01R$ 44,0 mil

Eficiência de captação

89.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
III.Exposições de Artes
Ano
22

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2023-02-10
Término

Resumo

Realização da ARTRIO 2023 - Feira de Arte, tendo como produto principal Exposição de Artes, reunindo galerias nacionais e internacionais e como produto secundário Contrapartida Social compreendendo a realização do programa ARTRIO EDUCAÇÃO.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

OBJETIVOS GERAISPromover o desenvolvimento e a democratização das artes visuais e do mercado de arte, no Brasil, com isso, o projeto tem como finalidade o previsto no Inciso I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; bem como o inciso V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais do Art. 2º do DECRETO Nº 10.755, DE 26 DE JULHO DE 2021 A feira ArtRio é a maior plataforma de arte da América Latina, com foco em artes visuais, que tem como objetivo principal contribuir para ativar todos os elos da cadeia produtiva das artes visuais, com papel fundamental no fortalecimento das galerias, formação de público, geração de negócios e estímulo a novos artistas e ao colecionismo. O empreendimento, além de contribuir para expansão do mercado de arte, constitui uma ação de suma importância como vetor de desenvolvimento econômico e cultural do país. Sendo um projeto softpower, contribui decisivamente para inserção do país no rol dos nações com grandes eventos artísticos no mundo. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Produto Exposição de Artes:realizar 1 a feira fisica ARTRIO na Marina da Glória, com duração de cinco dias;- Produto Exposição de Artes:reaizar o Programa ArtRio EDUCAÇÃO com oficinas para crianças e exposição como contrapartida social; - Produto Exposição de Artes:realizar os Programas PANORAMA, VISTA, SOLO e EXPANSÃO; - Produto Exposição de Artes:realizar o Programa MIRA; - Produto Exposição de Artes: realizar o CIGA (Circuito Integrado de Galerias de Arte); - Produto Exposição de Artes:realizar um PRÊMIO; - Produto Exposição de Artes:realizar palestras _ CONVERSAS ARTRIO ; - Produto Exposição de Artes:realizar visitas guiadas; - Produto Exposição de Artes:realizar INTERVENÇÕES DAS ARTES; e - Produto Contrapartida Social:realizar o Programa ArtRio SOCIAL.

Justificativa

O projeto ARTRIO - FEIRA DE ARTE DO RIO DE JANEIRO, pelos resultados apresentados ao longo de doze edições, foi se afirmando como uma importante iniciativa na área cultural, sendo considerado projeto softpower, que agrega valor ao calendário cultural do país, garantindo grande projeção ao Estado do Rio de Janeiro e para o mercado de arte nacional, ampliando as possibilidades de negócios na área cultural e estabelecendo referencial de visibilidade para os artistas nacionais. O Projeto prevê a contratação, de forma direta e indireta, de mais de 500 (quinhentos) profissionais, para serviços de montagem e pintura de estandes, transporte de obras e mobiliários, material cenográfico e paisagismo, montadores de obras e carregadores, segurança, brigadistas, limpeza, instalações elétricas e iluminação, controle de acesso e receptivo, equipe de produção geral, artistas, curadores, palestrantes, produção de vídeos, manutenção de site e serviços de internet, entre outros, gerando renda e multiplicando a arrecadação. LEI FEDERAL DE INCENTIVO À CULTURA A Lei Federal de Incentivo à Cultura é um instrumento importante para viabilizar a realização do projeto. Desde a primeira edição do evento, foi através dessa parceria que tornou-se possivel gerar condições de sustentabilidade e continuidade ao empreendimento. EnquadramentoArt. 1º da Lei 8.313/91 O projeto contribui para o cumprimento das finalidades do Pronac, conforme o Art. 1º da Lei Federal de Incentivo à Cultura, Lei nº 8.313/91 O projeto atente os seguintes itens do Art. 1º: Art. 1º Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura - PRONAC, com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; e VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Art. 3º da Lei nº 8.313/91 Serão alcançados os seguintes objetivos referentes ao Art. 3º da Lei nº8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore A referida proposta está enquadrada no ART. 18, § 3º, DA LEI Nº 8.313, DE 1991; segmento IV _ ARTES VISUAIS - Inciso a) exposição de artes visuais que possua em sua concepção tratamento artístico e curatorial, em quaisquer suportes abrangendo as seguintes categorias: pintura, desenho, gravura, fotografia, escultura, objeto, grafite, instalação, performances, vídeo-arte, artes digitais, arte eletrônica, design, arquitetura, moda, arte cibernética e artes gráficas, que poderão se organizar sob a forma de exposições, feiras, festivais, mostras, circuitos artísticos; e (art. 18, § 3º, alínea d), conforme especifica o ANEXO V da ANEXO V da INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022.

Estratégia de execução

A ARTRIO - Feira de Arte do Rio de Janeiro é um evento da BEX, empresa dedicada exclusivamente a realização da referida feira e atividades correlatas. Os recursos arrecadados com a locação de espaços às galerias são utilizados para cobrir despesas incompatíveis com as normas da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Esses itens fazem parte dos Grupos de Despesas: Relacionamento; Marketing, Negócios e Parcelamento de Dívidas Tributárias de exercícios anteriores; incluindo também despesas de Manutenção Administrativa da BEX no exercício. Estes itens não foram incluídos na planilha orçamentaria do projeto submetido a aprovação do Ministério da Cultura. Descontados impostos (11%) e comissões (0,5%) estima-se uma receita liquida de cerca de R$ R$1.200.000,00 com locação de espaço para as galerias na Feira.

Especificação técnica

PRODUTO PRINCIPAL – EXPOSIÇÃO DE ARTES FEIRA Descrição técnica das áreas do evento: Marina da Glória - Pavilhão + Esplanada (com duas tendas ArtRio) Área total: 6500m2 + 4869m2 = 11.369m2 Circulação e externas: 6149m2 Área exposição = 5220 m2 de área útil ÁREAS DE EXPOSIÇÃO E DADOS TÉCNICOS DE MONTAGEM: PAVILHÃO Área total: 4869m2 Circulação: 1525m2 Metragem exposição: 3220m2 Piso: cimento queimado Climatização: Sim Fechamentos laterais: Sim ESPECIFICAÇÃO DETALHADA DE PAREDES (PAVILHÃO): Altura - 3,60m Espessura - módulo padrão com 1,80 m de largura. Largura - 30 cm após montagem Tinta e acabamento - Fita telada e massa ESPLANADA (Tendas externas) - PLANTA Área total: 2900m2 Circulação: 800m2 Metragem exposição: 2000m2 Piso: elevado + acabamento carpete Climatização: Sim ESPECIFICAÇÃO DETALHADA DE PAREDES (ESPLANADA): Altura - 2,75 m Espessura - módulo padrão com 1,80 m de largura. Largura - 30 cm após montagem Tinta e acabamento - Fita telada e massa CATÁLOGO O CATÁLOGO É UM ITEM COMPLEMENTAR DE INFORMAÇÃO SOBRE A FEIRA. Não é produto secundário, tendo em vista a Exposição em si já abarcar a necessidade deste tipo de obra informativa. Capa: Formato aberto: 80 x 25 cm Formato fechado: 21 x 25 cm Papel: Supremo 300g com selo FSC Impressão: 5/4 cores Acabamento: corte reto, vinco, dobra, laminação fosca de um lado, Relevo [10 x 18cm] + verniz UV localizado [10 x 18cm] Miolo – 264 páginas Formato aberto: 42 x 25 cm. Formato fechado: 21 x 25 cm Impressão: 4/4 cores + verniz fosco de máquina dos 2 lados Papel: couche matte 170g Acabamento: corte reto, vinco, cola e costura. Tiragem - 1.000 (um mil) exemplares. Preço de Venda - R$ 70,00 (preço normal) e Preço Promocional- R$ 30,00. CONTRAPARTIDA SOCIAL - ArtRio EDUCAÇÃO ArtRio EDUCAÇÃO é uma ação voltadas à formação de público na área cultural, com projeto pedagógico próprio – apresentado a seguir -, que visa a conscientização para a importância da arte e da cultura. Trata-se portanto da realização de oficinas de arte presencial e gratuita, com 40h/a, emissão de certificado e prioridade no atendimento de estudantes e professores de instituições públicas de ensino, crianças e orfanatos ou idosos em casas de repouso além de outras atividades em shoppings da cidade do Rio de Janeiro. Projeto Pedagógico PROJETO PEDAGÓGICO OFICINA - ARTRIO EDUCAÇÃO – CONTRAPARTIDA SOCIAL Carga Horária : 40 H Acesso: Gratuito Formato: Presencial Publico alvo: estudantes e professores de instituições públicas de ensino, crianças e orfanatos ou idosos em casas de repouso além de outras atividades Curadoria: Fernanda Lopes é crítica de arte e pesquisadora. Doutora pela Escola de Belas Artes da UFRJ, é Diretora Artística do Instituto Pintora Djanira e professora da Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Entre as curadorias que vem realizando, desde 2009, está a atuação como curadora adjunta do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (2016-2020), curadora associada do Centro Cultural São Paulo (2010-2012), e curadora convidada da Sala Especial do Grupo Rex na 29ª Bienal de São Paulo (2010). Atualmente é curadora adjunta da exposição “Maria Martins – Desejo Imaginante” no MASP (2021-2022) e na Casa Roberto Marinho (2022). Em 2017 recebeu, ao lado de Fernando Cocchiarale, da Associação Brasileira dos Críticos de Arte (ABCA) o prêmio Prêmio Maria Eugênia Franco (curadoria de exposição em 2016) pela curadoria da exposição “Em Polvorosa – Um panorama das coleções MAM-Rio”. É membro do Conselho Editorial da revista Concinnitas (UERJ). 01- Resumo dos conteúdos que serão ministrados. A pergunta-chave “O que é a arte brasileira?”, que começou a ganhar força ainda nos anos 1910, foi fio condutor dos anos 1920, reverberou em grande parte da produção cultural nacional até os 1950, e ganhou novos contornos na passagem para a arte contemporânea, entre os anos 1960 e 1970. Serão apresentados nove artistas de diferentes vertentes poéticas, origens geográficas, e possibilidades de entendimento do que poderia ser entendido como essa “brasilidade”. Tarsila do Amaral, Vicente do Rego Monteiro, Heitor dos Prazeres, Djanira da Motta e Silva, Maria Martins, Flavio de Carvalho, Waldemar Cordeiro, Abdias Nascimento e Hélio Oiticica, representados cada um com uma obra-ícone de suas produções, com diferentes chaves de leituras e abordagens, sobre o “Brasil”. 02 – Objetivos Gerais. Busca ampliar as possibilidades de escuta e consequentemente a aproximação da comunidade estudantil, especialmente das crianças, dos processos e fazeres nas artes plásticas, criando condições para uma experiência estética. São a abordados desde aspectos históricos, envolvendo estilos, processo criativo tendo uma obra como referência. 03 – Objetivos específicos - Realizar uma oficina com 40h/a - Realizar oficinas de curta duração na Feira e em Shoppings; - oferecer opções de atividades educativas e culturais para o publico em geral (oficina de 40h/a) e para o publico infanto-juvenil (oficinas de curta duração), do Rio de Janeiro 04 - Metodologia. A partir de um dos tótens interativos, todo o processo se desenvolvera através de DETALHAMENTO, ANÁLISE E PERGUNTAS, pontuados por conceitos e fundamentos que ajudam os participantes a discernir sobre a obra, com diferentes chaves de leituras e abordagens, sobre o “Brasil”. 05 - Material didático 10 totens, contendo 1 texto de apresentação e 9 obras de artistas: Material pedagógico produzido especial para a oficina. TEXTO APRESENTAÇÃO O projeto ArtRio Educação chega à sua nova edição inteiramente dedicado à arte brasileira,. A pergunta-chave “O que é a arte brasileira?”, que começou a ganhar força ainda nos anos 1910, foi fio condutor dos anos 1920, reverberou em grande parte da produção cultural nacional até os 1950, e ganhou novos contornos na passagem para a arte contemporânea, entre os anos 1960 e 1970. Com curadoria de Fernanda Lopes, apresentamos aqui oito artistas de diferentes vertentes poéticas, origens geográficas, e possibilidades de entendimento do que poderia ser entendido como essa “brasilidade”. Tarsila do Amaral, Vicente do Rego Monteiro, Heitor dos Prazeres, Djanira da Motta e Silva, Maria Martins, Flavio de Carvalho, Waldemar Cordeiro, Abdias Nascimento e Hélio Oiticica, representados aqui cada um com uma obra-ícone de suas produções, discutiram possíveis respostas, com diferentes chaves de leituras e abordagens, sobre o “Brasil”. ARTISTAS E SUAS OBRAS Tarsila do Amaral (1886-1973) Abapuru, 1928 óleo sobre tela 85 x 72cm Coleção Museu de Arte Latino-americana de Buenos Aires (MALBA) TARSILA DO AMARAL Um dos nomes mais importantes do modernismo no Brasil dos anos 1920, parte de suas pinturas se dedicaram a olhar a vida e o imaginário no interior do país. "É o homem plantado na terra", definiu o escritor Oswald de Andrade quando viu pela primeira vez a obra feita em 1928 por sua esposa, Tarsila do Amaral, que ganhou de aniversário no mesmo ano. A pintura apresenta uma figura enigmática como personagem principal, sentada em uma posição pensativa em uma paisagem árida e ensolarada.. Ao contrário do que normalmente acontece em retratos, aqui o rosto aparece pouco detalhado e em escala reduzida em relação ao resto do corpo. Já o corpo ganha escala quase monumental, com braços e pernas alongados e mãos, e pés agigantados. Seu nome tem origem na junção de vocábulos em tupi-guarani: aba (homem), pora (gente) e ú (comer). O "Homem que come gente" não esteve na Semana de Arte Moderna de 1922, mas é considerada um dos símbolos do modernismo brasileiro. Foi inspirado nela que Oswald escreveu, ainda em 1928, o Manifesto Antropófago, inaugurando o pensamento ainda atual que propunha que a cultura brasileira deveria deglutir e adaptar a cultura estrangeira à realidade e interesses nacionais, ao invés de copia-la. PARA VOCÊ PENSAR Como são as paisagens que as pinturas de Tarsila nos apresentam e quais são os personagens que as povoam? Vicente do Rego Monteiro (1899-1970) Mani Oca/ O Nascimento de Mani, 1921 aquarela e nanquim sobre papel 28 x 36,5cm Coleção MAC USP VICENTE DO REGO MONTEIRO Uma de suas mais importantes contribuições para o pensamento sobre o Brasil foi seu olhar para os povos originários, não só como tema principal, mas também adotando a visualidade indígena como princípio de construção de suas obras. A obra do pintor pernambucano Vicente do Rego Monteiro é marcada por um forte interesse pelas lendas, costumes e a visualidade amazônica. Em 1920, ele desenvolveu um estudo sobre arte marajoara e tapajó na coleção de cerâmica do Museu Nacional da Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro. A partir daí, seus trabalhos passaram a incorporar a cor, o volume, a forma e a simplificação na representação da figura presentes na estética da cerâmica amazônica Em Mani Oca/ O Nascimento de Mani, Rego Monteiro faz referência direta a uma lenda indígena. Aqui vemos a cena de nascimento de Mani, uma menina branca que nasce na aldeia Tupi e que, segundo contam os povos originários, foi quem deu origem à mandioca. A mãe, em uma rede, suspende a criança de pele alva, que contrasta com a cor dos demais indígenas que a observam com surpresa. Depois de uma morte prematura, a menina tem seu corpo enterrado, e da terra que cobria o corpo de Mani surgiu uma raiz verde, de mandioca, alimento importante na cultura nacional. Em 1922, mesmo morando em Paris, Rego Monteiro participou da Semana de Arte Moderna com oito obras, entre pinturas e aquarelas. PARA VOCÊ PENSAR Como as cores e formas empregadas por Vicente do Rego Monteiro em suas obras refletem seu interesse pela mitologia indígena? Quais as diferenças dessa pintura de outras, de outros artistas, feitas na mesma época? Heitor dos Prazeres (1898-1966) Moenda, 1951 óleo sobre tela 81 x 65 cm Coleção MAC USP HEITOR DO PRAZERES Classificado por parte da crítica como artista primitivo ou naïf, Heitor dos Prazeres é um dos maiores exemplos do preconceito existente com relação à produção de artistas negros. Em sua produção como músico e pintor, Heitor dos Prazeres – descendente de negros baianos que migram para o Rio de Janeiro – exaltou cenas do cotidiano da população negra no subúrbio da cidade, como o carnaval, as rodas de samba, as favelas, os rituais de candomblé, os bailes e as festas populares, como peças fundamentais da identidade nacional. Ainda muito jovem começou a frequentar rodas de samba. Autodidata, é só a partir do fim dos anos 1930 que começa a se dedicar à pintura. Uma de suas obras mais importantes é Moenda, que fez parte da I Bienal de São Paulo (1951) e ficou em terceiro lugar na premiação entre os artistas nacionais. Na edição seguinte, em 1953, uma sala especial foi dedicada à sua obra. Moenda é inspirada no universo do trabalho rural. Aqui, um homem e uma mulher negros, com seus chapéus de palha de abas dobradas para cima, trabalham na moagem da cana de açúcar, que vemos planta por todos os lados da composição. No meio do quadro, junto aos dois personagens, está o moinho e o caldo de cana escorrendo para a tina de madeira, como resultado do trabalho. PARA VOCÊ PENSAR Como referências pessoais e a biografia do artista marcam a escolha dos temas de suas pinturas e a maneira como ele representa esses temas e personagens? Djanira da Motta e Silva (1914-1979) Trabalhadores de cal, 1974 Óleo sobre tela 116 x 90 cm Coleção Museu Nacional de Belas Artes (RJ) DJANIRA DA MOTTA E SILVA A multiplicidade de temas retratados na produção de Djanira refletem não só seu interesse, mas sua compreensão de uma das marcas fundamentais do Brasil: sua diversidade. Djanira desenvolveu ao longo tempo uma obra marcada especialmente pelo olhar sobre Brasil e a pluralidade de seu povo. Entre os anos 1940 e 1970, sua obra retratou a vida cotidiana da classe trabalhadora, da qual fazia parte, assim como diferentes matrizes de manifestações religiosas e também de culturas regionais. A partir dos anos 1950 registrou em inúmeras pinturas, o candomblé e com temas afro-brasileiros, e após passagem de seis meses pelo Maranhão, pintou os índios canela. Já na década de 1970, já com a saúde debilitada, desce às minas de carvão de Santa Catarina para sentir de perto a vida dos mineiros e viaja para Itabira (MG) para conhecer o serviço de extração de ferro. Na série de pintura Trabalhadores de cal (1974), chama a atenção como Djanira abre mão do forte colorido que marca suas obras para construir cenas quase monocromáticas e fortemente geometrizadas. O branco do cal cobre toda a cena menos os olhos dos trabalhadores, em um comentário crítico sobre a violência e o poder de destruição da mineração. PARA VOCÊ PENSAR O que você e seu melhor amigo tem de parecido? E de diferente? Maria Martins (1894-1973) O Impossível, 1945 Bronze 79,5 x 80 x 43,5 cm Coleção Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro MARIA MARTINS Uma das questões fundamentais para a obra de Maria Martins é valorizar mitologias indígenas da Amazônia, afro-brasileiras e pessoais. Mas ela não faz isso a partir de um olhar estranho europeu e sim de um fantástico nacional. Maria Martins é uma artista fundamental na história do modernismo brasileiro. Seu interesse pela escultura se manifesta tardiamente, na segunda metade dos anos 1930, e a partir dele desenvolve uma produção fantástica, próxima do surrealismo, de figuras híbridas, por vezes monstruosas, em diálogo nas mitologias indígenas amazônicas, afro-brasileiras, e também em uma mitologia pessoal. Uma de suas obras mais emblemáticas é O Impossível. Existem pelo menos quatro versões desta peça – três em bronze e uma em gesso, produzidas entre 1944 e 1946. Apesar de pequenas diferenças entre elas, os elementos fundamentais se repetem. Na versão realizada em 1945, e doada pela própria artista para a coleção do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, vemos duas figuras (uma feminina e outra masculina), frente a frente. Uma (a feminina) é mais alta, e por isso parece mais imponente, que a outra. Das cabeças de ambas saem tentáculos que quase se tocam. Há ali uma relação ao mesmo tempo de atração e repulsa. Desejo e impossibilidade de contato entre opostos são imagens recorrentes na obra da artista. PARA VOCÊ PENSAR Olhando para as obras de Maria Martins, você sente medo ou curiosidade? Por quê? Flavio de Carvalho (1899-1973) Experiência n. 3, 1956 Performance (?) de apresentação do traje New Look FLAVIO DE CARVALHO Em todas as suas áreas de atuação, Flavio de Carvalho foi um artista fundamental para pensar não só o Brasil, mas, antes, qual a ideia que temos de Brasil e como ela foi construída. Em 1956, São Paulo ficou escandalizada com o homem que fazia uma apresentação pública, com direito à presença da imprensa, do que considerava ser o traje ideal para o homem dos trópicos. Ao invés do elegante terno e gravata europeu, considerado incompatíveis com nosso clima quente, Flavio de Carvalho (artista, arquiteto e escritor) propunha que se usasse um saiote, deixando as pernas de fora ou cobertas apenas por uma meia arrastão, um blusão de mangas bufantes como dispositivo para facilitar a circulação de ar, sandália e um chapéu para proteger do sol. Essa apresentação Flavio chamou de Experiência n. 3 e nela, usando a moda como exemplo, o artista buscava evidenciar como países periféricos como o Brasil tendiam a adotar modos e costumes (como as roupas), além de decisões políticas e econômicas, que não eram benéficas ao país na vontade de se parecer como outros países, considerados mais “desenvolvidos” política, econômica, e culturalmente. Essa crítica à relação de dependência que o Brasil mantinha com o que vinha de fora, foi uma constante na produção de Flávio de Carvalho, considerado por Oswald de Carvalho como o “antropófago ideal”. PARA VOCÊ PENSAR Quem escolhe as roupas que você usa? Você se sente confortável com as roupas que está usando agora? Por quê? Waldemar Cordeiro (1925-1973) Movimento Ruptura , 1952 esmalte sobre compensado, 61 x 61 cm Coleção Família Cordeiro (SP) WALDEMAR CORDEIRO Com uma produção artística desenvolvida ao longo de três décadas, Waldemar Cordeiro foi um dos fundadores e principal teórico do Grupo Ruptura (1952) – marco do início da arte geométrica abstrata brasileira em São Paulo. Waldemar Cordeiro foi um dos principais nomes no processo de mudança experimentado pela arte brasileira na passagem dos anos 1940 para os 1950: a passagem da arte figurativa para a arte abstrata, especialmente geométrica. Cordeiro realizou seus primeiros trabalhos abstratos em 1948 e em 1952 foi um dos principais fundadores e líder do Grupo Ruptura – formado por sete artistas, com exposição inaugural realizada no Museu de Arte Moderna de São Paulo. O princípio fundamental era a substituição das figuras que vemos no mundo pelo uso de uma linguagem visual construída com elementos objetivos, em diálogo com uma lógica industrial (em desenvolvimento no Brasil dos anos 1950). Para esses artistas e pensadores, formas geométricas e cores primárias teriam a potência de ultrapassar fronteiras geográficas, sociais e culturais, sensibilizando pessoas de diversos contextos e origens. Vem dessa mudança a ideia de “ruptura” que dá nome ao grupo. Em Movimento Ruptura (1952), a forma predominante é o círculo – somente sua linha de contorno, sem preenchimento – repetido inúmeras vezes em diferentes tamanhos. A repetição de uma mesma forma, além de refletir a lógica da produção industrial, também dá ao conjunto uma ilusão de movimento. A relação com a indústria se revela também na escolha dos materiais: ao invés de tinta à óleo e tela, aqui Cordeiro usa compensado e tinta esmalte. PARA VOCÊ PENSAR É possível pensar o mundo sem figuras? Como traduzir o que vemos usando quadrados, círculos, retângulos e triângulos? Abdias Nascimento (1914-2011) Okê Oxóssi, 1970 Acrílica sobre tela, 90 x 60 cm Coleção Museu de Arte de São Paulo (MASP) ABDIAS NASCIMENTO Incorporando símbolos, personagens e temas afro-brasileiros e dos povos originários, Abdias Nascimento construiu como artista visual uma obra que é parte de suas discussões e esforços de construir uma brasilidade mais ampla e inclusiva. Reconhecido por sua luta pela igualdade racial, democracia e direitos humanos, Abdias Nascimento foi escritor, dramaturgo, ator, intelectual, professor, político e artista. Ele fundou a Frente Negra Brasileira, foi deputado federal e senador, criou o Teatro Experimental do Negro, o Museu de Arte Negra e o Instituto de Pesquisas e Estudos Afro-Brasileiros, e foi autor de livros como “O genocídio do negro brasileiro” e “O Quilombismo”. Foi só em 1968 que começou a pintar, durante seu autoexílio nos Estados Unidos. Lá realizou suas primeiras exposições ao mesmo tempo em que se aproximou do pan-africanismo – movimento teórico-político de afirmação dos povos africanos espalhados pelo mundo. Na pintura Okê Oxóssi (1970) vemos uma síntese de sua produção plástica. Nossa bandeira nacional é ressignificada, incorporando personagens, iconografias, insígnias e temas de religiosidades afro-brasileiras e dos povos originários no Brasil. Colocada na vertical, ela é atravessada pelo símbolo de Oxossi, orixá caçador e guardião das matas, a divindade da caça, da fartura e do alimento: o arco e a flexa vermelha, apontada para cima. No lugar do lema “Ordem e progresso” lemos a saudação do orixá: “Okê, okê, okê, okê”, que deriva do iorubá “Okê Arô” (“Salve o grande caçador”). PARA VOCÊ PENSAR Qual o significado dos elementos que constituem a bandeira brasileira? Quais elementos você acrescentaria ou trocaria pensando na sua ideia de Brasil? Hélio Oiticica (1937-1980) Mosquito veste Parangolé P10 capa 06 ("Sou o mascote do Parangolé, Mosquito do Samba") e B17 Bólide Vidro 5 (Homenagem a Mondrian), 1965. HELIO OITICICA Figura fundamental para a arte brasileira contemporânea, Hélio Oiticica buscou romper com suas obras todos os limites e clichês da história da arte e da história do Brasil. A obra de Hélio Oiticica é um dos marcos de passagem da arte da arte moderna para a contemporânea no Brasil. Ainda nos anos 1950, suas pinturas lidavam com formas geométricas monocromáticas, que aos poucos foram deixando o plano bidimensional e avançando para o espaço, primeiro das salas de exposição de museus e galerias, e depois para o espaço público. Nesse caminho, a participação do espectador se tornou parte fundamental da obra de Oiticica, em um movimento que ecoava em boa parte da produção artística no Brasil e no exterior. Os Parangolés desenvolvidos por ele a partir de 1964 são um marco nesse processo. Não eram pinturas, nem esculturas. Eram pedaços de tecidos, de diferentes tamanhos e materiais, que formavam uma espécie de capa ou vestimenta que deveria ser usada pelo público. Era no uso, no movimento que ganhavam junto ao movimento do corpo, que esses trabalhos-coisas efetivamente existiam. Fora do corpo eram apenas pedaços de panos, à espera. O interesse de Oiticica pelo corpo foi amplificado no seu encontro com a escola de samba e a comunidade da Mangueira, no Rio de Janeiro. Seus primeiros Parangolés foram usados por passistas da escola. PARA VOCÊ PENSAR Como é possível perceber o mundo não com os olhos, mas com o resto do corpo?

Acessibilidade

PRODUTO PRINCIPAL - EXPOSIÇÃO DE ARTES ACESSIBILIDADE FÍSICA- A Marina da Glória, local de realização da Feira, dispõe de banheiros e um elevador para atender PNE - Portadores de Necessidades Especiais; - Em todas as áreas de circulação da Feira serão feitas adaptações para que fiquem livres de barreiras que impeçam o acesso de pessoas aos diversos equipamentos ou tornem insegura ou perigosa a circulação de pessoas com dificuldade de locomoção; e ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS- Para todas as ações na Feira haverá contratação de serviços de intérprete de libras. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS - Nas visitas guiadas na Feira, haverá a formação de grupo específico para atender deficientes visuais, através de serviços de audiodescrição. Ao invés de divulgarmos a ação nas mídias, concluimos que será mais produtivo convidarmos um grupo diretamente de instituição voltada a este público. - O site do projeto será desenvolvido usando as boas práticas no HTML, possibilitando que pessoas com deficiência utilizem seu software favorito para navegar com facilidade. RUBRICAS PARA ATENDIMENTO Produto - Exposição de ArtesEtapa -Produção/Execução16- Audiodescrição;29- Intérprete de librasPRODUTO SECUNDÁRIO - CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE FÍSICAAs oficinas serão realizadas em Shoppings com infraestrutura que facilitam a mobilidade de pessoas com dificuldades de locomoção, tais como elevadores, rampas, sinalizadores e banheiros para PNE - Portadores de Necessidades Especiais.O programa ArtRio EDUCAÇÃO ocorrerá também na área de estandes da feira, na Marina da Glória, que apresenta estrutura para atendimento de a PNE no que se refere a rampas, sinalizadores, elevadores e banheiros. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAISA BEX levará um grupo de alunos do instituto Benjamin Constant ou similar para visita guiada e/ou participação nas atividades do Programa ArtRio Educação em espaço montado na area de estandes da feira e/ou nos eventos paralelos, com suporte de serviços de Audiodescrição. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS A BEX levará um grupo de alunos do instituto INES ou similar para visita guiada e/ou participação nas atividades do Programa ArtRio Educação em espaço montado na area de estandes da feira e/ou nos eventos paralelos, com suporte de interpretes em LIBRAS. RUBRICAS PARA ATENDIMENTO Produto - Contrapartida Social Etapa - Produção/Execução 57 - Intérprete de libras ; e 60 - Serviço de audiodescrição

Democratização do acesso

FORMA DE DISTRIBUIÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DOS PRODUTOS PRODUTO PRINCIPAL – Exposição de Artes - 20% (vinte por cento) dos ingressos exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística para Escolas de Arte, Instituições, Associações, Ongs Culturais e população com menor poder aquisitivo; e - 10% (dez por cento) dos ingressos para comercialização a preço promocional de R$ 50,00 (cinquenta reais); a promoção será divulgada no site, bilheteria online e redes sociais. - 50% (cinquenta por cento) dos ingressos serão comercializados a R$ 100,00 (cem reais) ou seja, com o ticket médio bem inferior ao valor de R$ 225,00 (duzentos e vinte e cinco reais), conforme estabelece Art 20, Inciso e, da IN 02/19. PRODUTO SECUNDÁRIO – Contrapartida Social O acesso as atividades do Produto correspondente a contrapartida social será totalmente gratuito. Publico alvo: estudantes - crianças de 6 a 12 anos OUTRAS MEDIDAS DE AMPLIAÇÃO DO ACESSO PRODUTO PRINCIPAL – Exposição de Artes Em cumprimento ao Art. 21 da Instrução Normativa nº 05/2017 o proponente adotará as seguintes medidas de ampliação do acesso: I ­ permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; e VI - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural; PRODUTO SECUNDÁRIO – Contrapartida Social IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; e VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;

Ficha técnica

A empresa Bex Feiras e Eventos Culturais será responsável pela coordenação geral do Projeto incluindo ações artísticas e culturais, além da gerência das atividades administrativo-financeiras e de comunicação.A proponente é realizadora do evento desde a sua primeira edição, em 2011. Mantém, durante o ano todo, uma equipe permanente exclusivamente dedicada às atividades do Projeto. FICHA TÉCNICA EQUIPE PRINCIPAL Brenda Valansi, responsável pelo conceito da Feira e idealizadora do evento. COORDENAÇÃO GERAL É artista plástica e fundadora do CRANIO, um local inovador de arte e cultura que une artes visuais a fornecimento de informações, organizando palestras, debates, cursos e exposições. Ingressou nas Artes Plásticas em 2003, quando residiu em Nova Iorque. Estudou na Escola de Artes Visuais do Parque Lage e na PUC-RJ, onde cursou História da Arte com Ronaldo Brito. Em 2007, realizou sua primeira exposição individual. Participou de exposições coletivas, com destaque para Bebel Tiquira, no Parque Lage, em 2008, com a instalação CRANIO, que deu origem ao seu empreendimento homônimo. Em 2009, Brenda foi selecionada para a exposição Abre Alas, na galeria A Gentil Carioca. Participa em funções executivas na Feira desde a primeiro edição. CURADORIA Bernardo Mosqueira - PRÊMIO FOCO e BRASIL CONTEMPORÂNEO Nascido no Rio de Janeiro, em 1988, é curador e escritor. É um dos fundadores e gestores do Solar dos Abacaxis, espaço independente para arte, educação e transformação social, no Rio de Janeiro; Vencedor da 9ª edição do Prêmio Lorenzo Bonaldi para curadores com menos de 35 anos, realizado bianualmente pelo GAMeC, em Bergamo, na Itália, com o projeto “Enchanted Bodies/Fetish for Freedom”; Idealizador e diretor do Prêmio FOCO ArtRio, desde 2013; Membro da Comissão Curatorial da Galeria de Arte IBEU, de 2011 a 2015; Lecionou na Escola de Artes Visuais do Parque Lage; Realiza, de forma independente, o festival de performance Vênus Terra, desde 2010; Foi um dos premiados no 1º Laboratório Curatorial da SP-Arte com a exposição “Trepa-Trepa no Campo Expandido”, 2012; É autor de diversos ensaios, catálogos e do livro de ficção “Carta Aberta por Zé Bento e Entendida por Zé Jorge” (2013); Foi responsável por dezenas de curadorias, entre elas: “Liberdade é pouco. O que desejo ainda não tem nome” (RJ, 2010); “Quase Casais” (EIC Maus Hábitos, Porto, Portugal, 2010); “E os Amigos Sinceros Também” (Galeria de Arte Ibeu, RJ, 2012); “Conexiones” (Buenos Aires, Argentina, 2013); “Tronco” (Casa França-Brasil, RJ, 2013); “Primeiro estudo: sobre amor” (Galeria Luciana Caravello, RJ, 2014); “Anna Bella Geiger, CIRCA MMXIV: Imaginação é um ato de Liberdade” (Mendes Wood DM, SP, 2014); “Quando cai o céu”(CCSP, SP, 2014); “Encruzilhada” (Parque Lage, RJ, 2015); “Objects in mirror are closer than they appear – Lexus Hybrid Art 2015” (Rossyia Theater, Moscou, Rússia); “ASSIM” (Museu do Homem do Nordeste, Recife, 2016); “O que vem com a aurora” (Casa Triângulo, SP, 2016); “Primavera nos Dentes” (Galeria Lume, SP, 2016); “Primeiro estudo: sobre a terra” (A Gentil Carioca, RJ, 2017); “Além de mais de 20 Manjares” e outros projetos expositivos experimentais junto ao Solar dos Abacaxis. Stanley Whibbe CONSULTORIA TÉCNICA - COORDENAÇÃO Stanley Livingstone Whibbe é Consultor do SEBRAE-RJ e da GV-CONSULTING (SP), Produtor Cultural e Professor Universitário. Pós-graduado em Teoria Crítica do Teatro pela Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ (1986). Especialista em Políticas Públicas e Governo pela UFRJ, Turma 1997/98 da EPPG - Escola de Políticas Públicas e Governo, onde apresentou a Monografia "Teatro, Estado e Cultura". Pós-graduado em Planejamento Econômico pela Universidade Autônoma do México (1981). Consultor do Projeto Memória da Fundação Banco do Brasil nas edições 2006(Nísia Floresta) e 2008(João Cândido) e 2010 (Drummond). Fernanda Lopes Fernanda Lopes é crítica de arte e pesquisadora. Doutora pela Escola de Belas Artes da UFRJ, é diretora artística do Instituto Pintora Djanira e professora da escola de artes visuais do Parque Lage. entre as curadorias que vem realizando, desde 2009, está a atuação como curadora adjunta do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (2016-2020), curadora associada do Centro Cultural São Paulo (2010-2012) e curadora convidada da sala especial do Grupo Rex na 29ª Bienal de São Paulo. Atualmente é curadora adjunta da exposição “Maria Martins – Desejo Imaginante” no MASP (2021-2022) e na casaRoberto Marinho (2022). Em 2017 recebeu, ao lado de Fernando Cocchiarale, da Associação Brasileira dos Críticos de arte (ABCA) o prêmio Maria Eugênia Franco (curadoria de exposição em 2016) pela curadoria da exposição “Em Polvorosa – um Panorama das Coleções MAM-RIO”. É membro do conselho editorial da revista Concinnitas (UERJ). Luisa Kovach de Sá GERENCIA DE COMUNICAÇÃO E NEGÓCIOS Graduada em marketing pela Univercidade, Luisa Kovach de Sá tem vinte e dois anos de experiência profissional, trabalhando em empresas multinacionais com forte atuação na área de marketing, propaganda e trade marketing, com destaque para planejamento de marketing, lançamento de produtos, coordenação de merchandising, pesquisa de mercado, projetos na mídia, treinamento de equipe comercial, logística dos produtos, acompanhamento de execução de campanhas publicitárias, elaboração de material promocional e eventos. Desde 2012 é gerente de marketing e gerente comercial da BEX Feiras e Eventos Culturais, realizadora da ARTRIO. Maria Luz Bridger COORDENADORA DE PROGRAMAÇÃO Maria Luz Bridger é formada em comunicação social na Universidad Austral, Na Argentina. Foi produtora no canal de televisão Utilissima. Em 2004, de volta ao Rio de Janeiro, foi Coordenadora de Projetos para America Latina para a empresa Artquest International. Durante esse periodo, coordenou viagens para os museus mais importantes dos Estados Unidos, como Moma NY e Museu de Arte De Los Angeles. Desde 2010, faz parte da equipe da ARTRIO, como Coordenadora dos Programas Especiais para Colecionadores de Arte. Filipe Fonseca DIRETOR DE PRODUÇÃO Vânia Santos COORDENAÇÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA Mestrando em História da Arte e graduada em Museologia pela Universidade De Brasília e pósgraduada em Gestão Cultural pela Associação Brasileira De Gestão Cultural. Aperfeiçoou-se em gestão e políticas culturais pelo Itaú Cultural. Atuou como gestora e museóloga no Museu do Senado Federal. Atua como Conselheira da REDENAMI e como Gerente de Relacionamento com Galerias na ARTRIO. AMPLA Contabilidade ASSESSORIA CONTÁBIL Inês Adnet PRESTAÇÃO DE CONTASDesde 2002, trabalha em Produção Cultural, tendo participado de projetos nas áreas de Música (Projeto Jobim Sinfônico, de Mario Adnet e Paulo Jobim, Projetos Ouro Negro e Choros & Alegria – sobre a Música de Moacir Santos, de Mario Adnet) e Produção Editorial (Cancioneiro Moacir Santos: Coisas, Ouro Negro e Choros & Alegria, de Mario Adnet). A partir de 2010, passou a elaborar as prestações de contas de projetos patrocinados via Leis de Incentivo a Cultura, como Projeto Afrosambajazz Turnê Nacional, Jobim 90 Anos, entre outros, para Adnet Música Empreendimentos Culturais; Projetos Tapetes de Pedra, Jardins do Brasil, Jardins do Rio, A Poesia é para Comer, Projeto Revitaliza Rio, A Bola na Obra do Artista, Arte Sobre Rodas, entre outros, para Das Lima Produção e Promoções de Eventos. Desde 2014 é Coordenadora de Prestação de Contas da Bex Feiras e Eventos Culturais, realizadora da ARTRIO

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2023-12-10
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro