Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 231389Apresentou prestação de contasMecenato

Virada Sanica: a escalada do som na arte contemporânea

GWA - GEO WAVE ANALISES LTDA
Solicitado
R$ 2,31 mi
Aprovado
R$ 2,36 mi
Captado
R$ 1,60 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (4)
CNPJ/CPFNomeDataValor
15141003000112RETURN CAPITAL SA1900-01-01R$ 800,0 mil
87376109000106ZURICH SANTANDER BRASIL SEGUROS E PREVIDENCIA S.A.1900-01-01R$ 370,0 mil
04270778000171SANTANDER CORRETORA DE SEGUROS, INVESTIMENTOS E SERVICOS S.A.1900-01-01R$ 300,0 mil
03209092000102Santander Capitalização S.A1900-01-01R$ 130,0 mil

Eficiência de captação

67.8%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2023-03-01
Término

Resumo

A exposição "Virada Sônica: a escalada do som na arte contemporânea"é uma mostracoletiva com curadoria de Chico Dub que se debruça sobre o universo da arte sonora.Além de uma exposição de artes visuais, este projeto terá catálogo digital e ações de formação como contrapartida social.

Sinopse

N/A

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS "Virada Sônica: a escalada do som na arte contemporânea" é uma exposição coletiva com curadoria de Chico Dub que se debruça sobre o universo da arte sonora. Reunindo cerca de 50 obras de artistas de diversos países, a mostra se propõe a apresentar instalações, objetos, esculturas, performances, ambientes e instrumentos sonoros - além de quadros, discos conceituais, vídeos, partituras e fotografias. O som é captado e canalizado livremente em música, teatro, cinema, vídeo escultura, instalação, performance e arquitetura. Mas há uma prática artística que frequentemente emprega essas mídias a serviço do som. Surgida em uma zona obscura entre música composta, instalação, performance e arte conceitual, a arte sonora possui o áudio como componente principal ou que silenciosamente reflete sobre o som. O nome da exposição é um termo cunhado para designar a mudança gradual de foco do visual para o auditivo que vem ocorrendo nas práticas artísticas e nos estudos acadêmicos nos últimos anos: graças a implementos tecnológicos e também pela busca em estabelecer novos parâmetros artísticos, o som passou a ser reconhecido e exibido como uma forma de arte em si mesmo. Essa forte tendência na arte recente reflete uma consciência cultural mais ampla de que a visão não domina mais nossa percepção ou entendimento da realidade contemporânea. Sintonizando esse incessante estímulo auditivo, alguns dos artistas mais influentes vêm investigando a ressonância corporal, cultural e política do som. Em conjunto com a música e a tecnologia mais experimental, a arte se abriu para dimensões até então excluídas do ruído, do silêncio e do ato de ouvir. Os artistas que trabalham com o som se envolveram em novas formas de encontro estético com a cidade e a natureza, a alteridade cotidiana e cultural, efeitos tecnológicos e estados psicológicos. O som é invisível, onipresente, imparável, imersivo, intangível, efêmero. É a agência através da qual a linguagem falada é entendida e a música é absorvida. Para muitos artistas que trabalham com o som essa evanescência imprevisível forma uma grande parte do que a torna tão interessante. O trabalho visual tem limites; uma posição que é fixa, mesmo que de momento a momento. O som, por outro lado, pode ir e vir; ser percebido em todos os pontos do espaço, mesmo atrás da cabeça do ouvinte ou fora da vista; ser resistente à interpretação verbal ou apegar-se a qualquer tipo de significado que não seja o modo como ele altera um ambiente. O termo "arte sonora" é relativamente novo, tornou-se comum apenas na década de 1990, embora os artistas de som estivessem praticando sua arte e apresentando seu trabalho há décadas. Antes dos anos 90, a arte sonora era geralmente considerada como um tipo de música experimental ou performance: era um trabalho feito com sons não convencionais, normalmente não associados à performance musical. A arte de juntar sons era então considerada a atividade exclusiva de compositores e músicos, embora em alguns setores a arte da poesia sonora estivesse bem estabelecida, embora fosse vista como uma extensão da poesia escrita, e não como arte sonora. O som, devido a avanços na tecnologia e também pelo desejo de ultrapassar os limites da arte, passou a ser reconhecido e exibido como uma forma de arte em si mesmo. Antes da invenção do fonógrafo por Thomas Edison em 1877, a vida sonora era linear, dependendo da memória biológica e coletiva das comunidades para ser preservada através do tempo. A possibilidade de um aparelho gravar e reproduz sons distorceu completamente a natureza espaço-tempo e o processo de informação, causando uma revolução radical na visão de mundo. Com o gramofone chegando ao mercado em 1894, o som começa, ainda que de forma tímida, a reverberar através do outrora mundo silencioso das artes plásticas: primeiro com Marcel Duchamp e os dadaístas e László Moholy-Nagy e a Bauhaus; depois com John Cage; em seguida com Pierre Schaeffer e seus experimentos com vinil e fita de rolo dentro da música concreta; posteriormente com Nam June Paik e outros importantes membros do Fluxus, da arte conceitual e dos movimentos intermedia. Em congruência com o Art. 2º do Decreto 10.755 de 26/07/21, este projeto pretende: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; IX - promover a difusão e a valorização das expressões culturais brasileiras no exterior, assim como o intercâmbio cultural com outros países; OBJETIVOS ESPECÍFICOS EXPOSIÇÃO DE ARTES Realizar uma exposição inédita sobre arte sonora contemporânea; CATÁLOGO Editar uma catálogo bilíngue (português / inglês) em formato PDF (digital), para registro, documentação e difusão da exposição reunindo texto(s) crítico(s), imagens dos trabalhos apresentados em formato digital com acesso e download gratuito e ilimitado; CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Realizar ação form tiva cultural, de forma gratuita, para até 1.000 pessoas sendo estudantes e professores da rede pública de ensino.

Justificativa

O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3o da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; O século 20 foi o século do som, o século da escuta: nunca até então tantos sons foram ouvidos e nenhum outro século proporcionou tantos meios técnicos para registrarmos esses sons. As máquinas sonoras dispersaram as ondas musicais, os ruídos das cidades se multiplicaram, os sons da vida cotidiana puderam ser capturados, amplificados e convertidos em obras musicais, surgem o rádio, a televisão e o cinema. Houve uma transformação radical na sensibilidade auditiva, na maneira como sons e escutas foram tomados por meios e mediações. Antes da invenção do fonógrafo por Thomas Edison em 1877, a vida sonora era linear, dependendo da memória biológica e coletiva das comunidades para ser preservada através do tempo. A possibilidade de um aparelho que grava e reproduz sons distorceu completamente a natureza espaço-tempo e o processo de informação, causando uma revolução radical na visão de mundo. Com o gramofone chegando ao mercado em 1894, o som começa, ainda que de forma tímida, a reverberar através do outrora mundo silencioso das artes plásticas: primeiro com Marcel Duchamp e os dadaístas e László Moholy-Nagy e a Bauhaus; depois com John Cage; em seguida com Pierre Schaeffer e seus experimentos com vinil e fita de rolo dentro da música concreta; posteriormente com Nam June Paik e outros importantes membros do Fluxus, da arte conceitual e dos movimentos intermedia. A possibilidade de se trabalhar com o som oferece finalmente aos artistas o sonho de uma integração entre todas as artes. Nos anos 60, surge o conceito de instalação sonora e nos anos 80 e 90, a sound art entra no contexto de exposições individuais e coletivas, o que levou à sua crescente popularidade e inclusão em importantes bienais e festivais de música contemporânea. Não há como não argumentar que a arte sonora está vivendo o seu momento auge na história. Em 2010, a escocesa Susan Philipsz vence o Turner Prize, cravando a primeira vez na história em que um artista que trabalha primordialmente com o som enquanto meio foi selecionado para este prestigioso prêmio. Foi um marco e um reconhecimento atrasado para o gênero, passando inclusive a impressão de que a vitória não era simplesmente dela, mas de toda a classe artística especializada em som. Apesar da longa história do meio, o Turner Prize certamente ajudou a aumentar sua conscientização para o público em geral. Em um mundo internacional da arte dominado por obras visuais, o som há muito é percebido como um meio desafiador e até mesmo estranho, esotérico. Com o avanço das tecnologias digitais e a acessibilidade dos dispositivos de gravação, tem-se hoje em dia formas e meios ilimitados para moldar e manipular o som e levá-lo além de seus limites. Ao celebrar o ouvido em nosso mundo predominantemente visual, a arte sonora nos encoraja a ouvir e expandir nossa imaginação. Virada Sônica: a escalada do som na arte contemporânea se faz de suma importância não só por evidenciar a importância do som na arte dos últimos 20 anos, mas por ser a primeira grande coletiva destinada a esta prática no Brasil evidenciando eixos curatoriais que vão muito além de simples análises sobre a relação entre o som e a imagem (estas sim, mostras de caráter corriqueiro no país). Virada Sônica possui amplo recorte curatorial, artistas pioneiros e emergentes de diversas partes do mundo e uma ampla vitrine destinada à artistas brasileiros. A curadoria da exposição é de Chico Dub, profissional envolvido com música experimental e a arte sonora há 10 anos, tendo assinado exposições no Brasil e exterior, além de realizar o mais importante festival em seu nicho da América do Sul, o Novas Frequências.

Estratégia de execução

As passagens, hospedagens e alimentação são destinadas às equipes que efetivamente estarão envolvidas com o projeto, conforme consta abaixo: Curadoria = 3 passagens (RJ x SP x RJ) Artistas Internacionais = 1 passagem por artista internacional para montagem de obra com os seguintes trechos: 1 Tokyo / SP / Tokyo1 Buenos Aires / SP / Buenos Aires1 Mumbai / SP / Mumbai1 Glasgow / SP / Glasgow2x Nova Iorque / SP / Nova Iorque1 Los Angeles / SP / Los Angeles1 Berlim / SP / Berlim1 Londres / SP / Londres Artistas Nacionais = 1 passagem por artista nacional para montagem de obra com os seguintes trechos: 5x RJ / SP / RJ2x BH / SP / BH1x Salvador / SP / Salvador1x Curitiba / SP / Curitiba1x Brasília / SP / Brasília PASSAGENS TOTAIS = 22

Especificação técnica

N/A

Acessibilidade

Produto: EXPOSIÇÃO DE ARTES ACESSIBILIDADE FÍSICA: No âmbito físico, por se tratar de obra em espaço público, a acessibilidade física é garantida pela implementação de mobiliário urbano específico pela Prefeitura. Item orçamentário: Não se aplica ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: Disponibilizaremos textos em braile e audiodescrição para os conteúdos de forma que a pessoa com deficiência visual possa acessar a parte de áudio e ouvir o descritivo do espaço físico e dos conteúdos apresentados. Item orçamentário: Braile e Audiodescrição ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: Não haverá impactos para deficientes auditivos, terão obras artísticas distribuídas ao longo do espaço expositivo permitindo que o deficiente auditivo se contemple com a exposição assim como os textos explicativos. Item orçamentário: Não se aplica ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Não haverá impactos para deficientes cognitivos, terão obras artísticas distribuídas ao longo do espaço expositivo permitindo que todos se contemplem com a exposição assim como os textos explicativos em português e inglês. Item orçamentário: Não haverá nenhum gasto no projeto conforme descrito acima. Os textos explicativos estão contemplados na rubrica de sinalização. Produto: CATÁLOGO ACESSIBILIDADE FÍSICA: Não se aplica uma vez que o catálogo será apresentado apenas em formato digital (PDF). Item orçamentário: Não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: O catálogo será disponibilizado na internet, em redes sociais por exemplo. O catálogo no formato PDF permite ao usuário a utilização da funcionalidade “Voice Over” que possibilita a descrição dos elementos, textos e imagens contidos no catálogo. Vale ressaltar que tal funcionalidade é intrínseca aos computadores, sem necessidade de inserção de rubrica para contemplar esta medida de acessibilidade. Item orçamentário: Não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: Não haverá impactos para deficientes auditivos, e a participação ocorrerá da mesma forma que para os demais, uma vez que poderão ler o catálogo. Item orçamentário: Não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Não haverá impactos para deficientes cognitivos, e a participação ocorrerá da mesma forma que para os demais, uma vez que poderão ler o catálogo bilíngue com textos em português e inglês. Item orçamentário: Não se aplica. Produto: CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: No âmbito físico, as palestras serão realizadas em escolas e/ou instituições da rede pública de ensino que possuam acessibilidade, como rampas de acesso, para pessoas com deficiência de mobilidade. Item orçamentário: Não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: O deficiente visual poderá se contemplar pela fala dos palestrantes assim como com os textos apresentados que serão impressos em braille e distribuídos ao público que necessitar. Item orçamentário: Impressão em braille. ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: A palestra terá tradução simultânea em libras. Item orçamentário: Intérprete de Libras. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Não haverá impactos para deficientes cognitivos, e a participação ocorrerá da mesma forma que para os demais. Item orçamentário: Não se aplica.

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO Em concordância com o Art. 23, da IN 01/2022, serão adotadas as seguintes medidas de ampliação de acesso: PRODUTO - EXPOSIÇÃO DE ARTES - mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística;- até dez por cento para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores, conforme parágrafo único do art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 julho de 2021;- até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto;- mínimo de dez por cento para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012. A comercialização em valores a critério do proponente será limitada a cinquenta por cento do quantitativo de produtos culturais, sendo o preço médio do ingresso ou produto limitado ao valor máximo de R$ 250,00 (duzentos reais). E ainda, de acordo com o art. 24 da IN nº 01/2022, será adotada a medida no projeto: II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição. PRODUTO - CATÁLOGO (catálogo bilíngue apenas em formato digital com download gratuito) Para a democratização de acesso do produto de catálogo, haverá a disponibilização para download gratuito do catálogo no formato PDF, o que atende ao inciso XIV do art. 24 da IN nº 01/2022. XIV - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela autoridade competente. PRODUTO - CONTRAPARTIDA SOCIAL Em concordância com o Art. 25 da IN 01/2022, as ações de Contrapartida Social seguirão: § 1º As Ações Formativas Culturais deverão corresponder a pelo menos dez por cento do somatório de público previsto em todos os produtos culturais do projeto, contemplando no mínimo vinte e limitando-se a 1.000 (mil) beneficiários. § 2º No mínimo cinquenta por cento do quantitativo de beneficiários do produto contrapartida social deve se constituir de estudantes e professores de instituições públicas de ensino, crianças em orfanatos ou idosos em casas de repouso. Em concordância com o Art. 24 da IN nº 01/2022, será adotada a seguinte medida complementar de ampliação do acesso: II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição.

Ficha técnica

GWA (proponente) - A GWA – GEO Wave atua desde 2011 como uma importante gerenciadora de projetos culturais, tendo como linha principal a administração, controle financeiro e de gerenciamento de projetos. Através de sua fundadora Nelma Alos, a GWA, participou de mais de 50 mostras, como: Zeitgeist - A arte da Nova Berlim, CCBB Rio, Brasília e Belo Horizonte, 2016/17, Vazios Povoados , Farol Santander SP, 2016, Ex-África CCBB Rio, Brasília e Belo Horizonte, 2018, Hugo França , MAC UPS, 2018, 2ª edição da Trienal Frestas, SESC Sorocaba, Revoada- Flávia Junqueira, 2021 – Farol Santander Porto Alegre e São Paulo, Observatório- Artur Lescher 2022, Farol Santander Porto Alegre, Identidades 22&22&22 Farol Santander São Paulo 2022, Sergi Cadenas- Imagem Expandida, Farol Santander São Paulo, 2022, Entremeadas – SESC Vila Mariana, Guarulhos e Bauru 2019/ 2023 entre outros. Desenvolve logística administrativa e colaborativa com as equipes dos projetos, sendo responsável por planejamento, prestação de contas e coordenação geral financeira. Chico Dub (Curador) - Francisco Pires de Castro Linhares (em artes, conhecido como Chico Dub) é curador com foco em música experimental, música de vanguarda e arte sonora. É curador do Festival Novas Frequências e gestor do Incidências Sonoras, plataforma de música experimental e arte sonora vinculada ao Coincidência, um programa de intercâmbios culturais entre a Suiça e América do Sul desenvolvido pelo instituto suiço Pro Helvetia. Além do Novas Frequências - festival realizado desde 2011 que integra a rede ICAS, um network internacional que compreende mais de 40 festivais de sons avançados e que é considerado o principal festival sul-americano em seu nicho -, já realizou curadorias para: Silo - Arte e Latitude Rural (Rio, 2019), Videoex (Zurich, 2019), Escuchar (Sonidos Visuales) (Buenos Aires, 2018), Red Bull Music Academy SP (2017), Revisitando Smetak (Rio, 2017), HOBRA - Residência Artística Holanda Brasil (Rio, 2016), Pulso (SP, 2016), Dia da Música (Rio, 2015), Eletronika (BH, 2013-2015), SESI Cultura Digital (Rio, 2014-2015), World Stages Residency (Theatre Royal Stratford East, London), Cine-Seizure (Arnolfini - Centre for Contemporary Arts, Bristol, 2014), Festival Imersões (Rio, 2014), Sónar São Paulo (2012), além das séries Invasão Paraense e Invasão Baiana para os CCBBs de Brasília, SP e Rio (2012, 2014 e 2015). Dentre as exposições coletivas de arte sonora que realizou curadoria estão: "Canção Enigmática: relações entre arte e som nas coleções MAM Rio" (Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, 2019-2020); "Lado B: o disco de vinil na arte contemporânea brasileira" (Sesc Belenzinho, 2019); "Disco é Cultura "(Castelinho do Flamengo, 2017); "Gambiarra Sonora" (Festspielhaus Hellerau, Dresden, Alemanha, 2016). Julia Brandão (Direção de Produção) – realiza todo planejamento e controle das atividades ligadas a área de produção durante a etapa de produção e execução. Supervisiona os serviços de fornecedores para a realização do projeto, responsável por planejar, organizar e controlar as atividades de fabricação dos produtos da empresa, formulando e recomendando políticas e programas de produção. Suas responsabilidades são de assegurar o cumprimento das metas de produção, dentro dos padrões de qualidade, quantidade, custos e prazo estabelecidos na proposta, planejar, organizar e supervisionar as atividades de produção da exposição, dentro das especificações e padrões de qualidade estabelecidos, visando a assegurar o cumprimento dos objetivos, otimizar os recursos produtivos disponíveis, supervisionar a elaboração dos cronogramas da produção, visando a garantir a melhor alocação da mão- de-obra, equipamentos e materiais, controlar as despesas gerais da etapa de produção da exposição (energia elétrica, custos de manutenção, insumos etc.). Atuou, entre outros, nos projetos relacionados: Belo, Transitório, Intangível e Finito (Laura Vinci (Brasil) e Tundra (Rússia)) – janeiro /2018; Vazios Povoados (Rejane Cantoni, Leonardo Crescenti (Brasil) e Haroon Mirza (Inglaterra)) – maio / 2018; Luz e Arte (Gisela Motta e Leandro Lima (Brasil) e NONE Collective (Itália)) – outubro / 2018; Além do Infinito (Regina Silveira (Brasil) e Serge Salat (França)) – janeiro / 2019; Hebe Eterna (curadoria Marcello Dantas) – fevereiro / 2019; Produção Executiva e Coordenação de produção da exposição Infinitos (Rejane Cantoni, Leonardo Crescenti, Raquel Kogan), Centro Cultural Vale Maranhão – março / 2019; Coordenadora de Produção da exposição Todo poder ao povo! Emory Douglas e os Panteras Negras, SESC Pinheiros, São Paulo / SP; Coordenadora de Produção da X Bienal Ibero- americana de Arquitetura e Urbanismo, São Paulo; Coordenadora de Produção da exposição Antonio Benetazzo, permanências do sensível, CCSP e CFCCT, São Paulo / SP; Coordenadora de Produção da 10ª Bienal do Mercosul, Porto Alegre / RS, etc. Angela Magdalena (Produção Executiva) - Formada em Artes Visuais na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Angela Magdalena trabalha na área de produção cultural desde 1992. Em 1995, muda-se para São Paulo onde dedica-se a área de produção. Ali, participa, dentre outras exposições de artistas nacionais e internacionais, da produção de quatro Bienais do Mercosul, das mostras de Artes Indígenas e Arqueologia do Brasil 500 anos. Em 2006, funda a MadaiArt, empresa especializada no desenvolvimento e na produção de exposições e projetos culturais e que tem em seu currículo mostras de artistas como Marina Abramovich, Patricia Piccinini, Erwin Wurm, Ai Weiwei e Anish Kapoor, além da implementação do Museu da Natureza no Piauí, Museu da Cidade de Manaus, em Manaus e o Museu do Café, em Santos.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2024-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo