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PRONAC 2316013Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

HISTÓRIAS LINDAS DE MORRER

BRANCA E BRANCA PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 993,6 mil
Aprovado
R$ 993,6 mil
Captado
R$ 345,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (2)
CNPJ/CPFNomeDataValor
61230314000175Libs Farmaceutica Ltda1900-01-01R$ 325,0 mil
61418042000131CIRURGICA FERNANDES - COMERCIO DE MATERIAIS CIRURGICOS E HOSPITALARES - SOCIEDADE LIMITADA1900-01-01R$ 20,0 mil

Eficiência de captação

34.7%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-02-01
Término

Resumo

Produzir e apresentar em São Paulo o espetáculo HISTÓRIAS LINDAS DE MORRER adaptado de livro de mesmo título de Ana Claudia Quintana Arantes.

Sinopse

Ana Claudia Quintana Arantes é médica geriatra e especialista em cuidados paliativos, porém ao longo do curso de medicina na USP várias vezes pensou em desistir. Essa ideia se fez especialmente forte quando um professor lhe disse que não havia nada a fazer por um paciente que, já no estágio mais avançado de uma doença e sentindo muita dor, não recebia tratamento para seu sofrimento total - ou seja, físico, mas também psicológico, social e espiritual. Indignada e se sentindo impotente, Ana Claudia passou por uma crise não apenas vocacional, como também existencial, que só foi aliviada quando começou a estudar sobre cuidados paliativos e seu poder transformador. Este espetáculo conta a história desta reconhecida médica brasileira e também de alguns de seus pacientes que tiveram o privilégio de serem tratados por ela no tempo em que foi médica responsável pelo HOSPICE - unidade de cuidados paliativos do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Segundo Ana Claudia, cada um dos personagens desta peça é um convidado de honra em sua existência como médica e como ser humano, e assim como no livro as identidades dos pacientes foram protegidas sendo utilizadas apenas as letras iniciais de seus nomes. A revelação de segredos belíssimos da vida de pessoas que chegaram ao seu fim com a grandeza de quem soube viver a própria história, como C., que teve a coragem de atravessar de olhos abertos e sorriso limpo tempos que nunca se imaginou capaz de enfrentar, ou a mãe de M., que compreendeu o sentido da palavra “fé” no momento mais delicado e doloroso de sua vida. Essas e outras histórias que serão levadas ao palco irão proporcionar encontros capazes de fazer o público vislumbrar a beleza da própria existência, ressignificando seus lutos, dores e perdas e criando novas e poderosas ferramentas de melhor utilização de seu tempo e manutenção verdadeira de seus afetos. ===================================================================

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS Em atendimento a Decreto 10.755 de 26.07.2021, o presente projeto se enquadra no artigo 2: Inciso II: estimular a expressão cultural dos diferentes grupos que compõem a sociedade brasileira; Inciso V: incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; Inciso VI: fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; Inciso VIII: impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural; "O oposto da vida não é a morte, é o nascimento. Vida é o que acontece entre os dois." Quando se está próximo da morte, a percepção do que realmente importa viver se intensifica de maneira profunda. Tudo que não faz sentido para uma vida plena perde espaço, por mais que tenha sido valorizado no passado. Uma pessoa que sabe que sua morte está chegando pode se tornar a mais sábia em relação à própria vida. Ana Claudia Quintana Arantes é uma referência como médica de cuidados paliativos tendo quatro livros publicados pela editora Sextante obtendo um sucesso impressionante, são mais de seiscentas mil cópias vendidas no total. Ela encanta seus leitores propondo um novo olhar para a vida tendo a existência da morte como ponto de partida. Em seu segundo livro "HISTÓRIAS LINDAS DE MORRER" Ana Claudia nos traz uma coleção de emocionantes histórias reais colhidas em sua prática diária, em que a proximidade do fim nos revela novas possibilidades, e a adaptação deste livro para o teatro criará nova potência na abordagem deste relevante tema. No mundo ocidental a morte é vista como um tabu e com isso nos esquecemos que cada dia vivido traz consigo um convite para se viver e até revisitar experiências. Pelo medo de pensar na morte desperdiçamos boa parte do nosso tempo com o que não tem a menor importância, e a visão de mundo proposta por Ana Claudia sugere uma nova experiência sobre a finitude oferecendo assim um outro olhar para o nosso propósito individual. OBJETIVOS ESPECÍFICOS · APRESENTAÇÃO TEATRAL § 24 apresentações na cidade de São Paulo · CONTRAPARTIDA § Realizar 1 palestra para 500 estudantes de escola pública ===================================================================

Justificativa

Para a realização de "HISTÓRIAS LINDAS DE MORRER" o incentivo através da Lei de Incentivo Federal é imprescindível, pois somente assim conseguiremos a oportunidade de buscar recursos na iniciativa privada e oferecer a preços populares espetáculo de alta qualidade. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: · I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; O projeto tem por finalidade dentre as elencadas no Artigo 3º da Lei 8313/91: · II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: o realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, música e folclore; =================================================================== A realização de um espetáculo sobre a vida de Ana Claudia Quintana Arantes não é somente uma celebração, como também, por meio das mais marcantes, profundas e divertidas histórias vivenciadas por ela, descobriremos o quanto o respeito e o afeto verdadeiro podem ser transformadores. Trata-se de um convite ao público para encarar a morte de um jeito novo, inclusive ressignificando dolorosos lutos e perdas. A adaptação do consagrado livro "HISTÓRIAS LINDAS DE MORRER" para o teatro é uma evidente oportunidade de difundir o tema por novos espaços de criação, possibilitando ao público poderosas e melhores formas de assimilação de suas próprias experiências de luto, vida e finitude. ===================================================================

Estratégia de execução

ENCENAÇÃO A peça, dirigida por Fernando Nitsch, com a atriz Letícia Cannavale interpretando a doutora Ana Claudia Quintana Arantes em um ambiente intimista e tecnológico que se transforma ao longo da peça. A peça contará ainda com mais uma atriz (a escolher) que fará “contraponto” na narrativa. A dramaturgia de Claudia Barral remonta trechos do livro “HISTÓRIAS LINDAS DE MORRER", propondo reflexões sobre as lindas histórias narradas no livro. Por meio de uma conexão profunda com o público, teremos um espetáculo capaz de inspirar memórias, recriando a empatia e a compaixão que tão poderosamente essa médica propõe em sua vida e obra. O imenso poder de compartilhar as histórias vividas por Ana Claudia ao longo de suas peregrinações como médica paliativista, poderá gerar lágrimas - uma forma de amor líquido que renovará corações - assim como muitos sorrisos e gargalhadas - abrindo a mente para experiências inusitadas e divertidas somente possíveis em vidas que valeram a pena serem vividas. ===================================================================

Acessibilidade

1. APRESENTAÇÕES TEATRAIS ACESSIBILIDADE FÍSICA: A produção se responsabiliza por locar espaço adequado para o atendimento preferencial a idosos e portadores de deficiência, disponibilizando, ainda, rampas de acesso, banheiros adaptados, espaço e assentos adequados que permitam o gozo e o pleno exercício de seus direitos culturais, atendendo ao disposto no art. 27, inciso II, do decreto 5.761/06, nos termos do art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e do art. 46 do Decreto 3.298, de 20 de dezembro de 1999, principalmente no que tange ao capítulo/seção "Da Educação, Cultura, do Desporto, do Turismo e do Lazer". ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO 24 sessões com intérprete em libras e 24 sessões com audiodescrição · medidas para deficientes visuais e cognitivos: audiodescrição e legendagem descritiva; · medidas para deficientes auditivos: intérprete em libras;. medidade para portadores de doenças neurodivergente: monitores ITENS DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: · intérprete em libras · Serviço de audiodescrição. Monitores Temos ciência da obrigatoriedade da divulgação das medidas de acessibilidade em todo o material de divulgação do projeto. =================================================================== 2. CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: A produção se responsabiliza por locar espaço adequado para o atendimento a portadores de deficiência, disponibilizando, ainda, rampas de acesso, espaço e assentos adequados que permitam o gozo e o pleno exercício de seus direitos culturais, atendendo ao disposto no art. 27, inciso II, do decreto 5.761/06, nos termos do art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e do art. 46 do Decreto 3.298, de 20 de dezembro de 1999, principalmente no que tange ao capítulo/seção "Da Educação, Cultura, do Desporto, do Turismo e do Lazer". ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO01 palestra destinada para estudantes e professores da rede pública de ensino · medidas para deficientes visuais e cognitivos: audiodescrição; · medidas para deficientes auditivos: intérprete em libras;. . medidade para portadores de doenças neurodivergente: monitores ITENS DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: · Intérprete em libras · Serviço de audiodescrição. Monitores Temos ciência da obrigatoriedade da divulgação das medidas de acessibilidade em todo o material de divulgação do projeto. ==================================================================

Democratização do acesso

1. APRESENTAÇÕES TEATRAIS 1. No mínimo 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores da rede publica de ensino; 2. Até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita para patrocinadores; 3. Até 10% (dez por conto) para distribuição gratuita promocional em ações de divulgação do projeto;4. No mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização que não ultrapassem o valor de R$ 50,00(cinquenta reais); O valor do ingresso proposto no projeto é de R$ 100,00 e respectiva meia entrada.AMPILAÇÃO DE ACESSO 1. Realização de 2 ensaios abertos com divulgação através das mídias sociais; 2. Medidas sugeridas pelo proponente – Realização em 2 sextas feiras, o ingresso a preço popular – R$ 40,00 e R$ 20,00. ===================================================================== 2. CONTRAPARTIDA SOCIAL 1. Realizar 1 palestra correspondente a 500 (quinhentos) beneficiários, destinada a estudantes e professores de instituição pública de ensino. Duração: 1h30 TEMA: Oficina de Produção Cultural · Etapas iniciais de uma produção teatral · Inserção do projeto em leis de incentivo · Funcionamento dos mecanismos de lei de incentivo · Editais de Prêmios · Etapas de pré-produção, produção e pós-produção · Explanação/exemplificação do processo de montagens de espetáculos ===================================================================

Ficha técnica

O proponente exercerá as funções de DIREÇÃO DE PRODUÇÃO e GESTÃO FINANCEIRA.Em tempo esclarecemos que: Edson da Silva Santos, em artes assume o nome artístico de Edinho Rodrigues, é o sócio responsável da Branca e Branca Produções Artísticas Ltda. FICHA TÉCNICA Dramaturgia | Claudia BarralDireção | Fernando NitschDireção Musical | Marcelo PellegriniElenco Protagonista | Letícia CannavaleElenco principal | a prospectar Figurino | Marcela DonatoCenário | Márcio MacenaIluminação | Wagner PintoVideo Mapping | André GrynwaskDireção de produção: Edinho Rodrigues============================== CURRÍCULOS Dramaturgia | Claudia Barral Formada em Interpretação Teatral pela Universidade Federal da Bahia, com passagem pelo GITIS – Academia Russa de Artes de Moscou – onde esteve em residência para o curso "Os Fundamentos do Método de Stanislavsky", em 2003. Cláudia atua em diversos campos da produção literária, como dramaturga, roteirista e poetisa. Na sua produção em dramaturgia destacam- se "O Cego e o Louco" (Prêmio Copene 2000, com versão roteirizada para a TV Cultura em 2007), "Cordel do Amor sem Fim" (Prêmio Funarte 2004, Indicação ao Prêmio FITA 2013), "O Terceiro Sinal" (texto comemorativo para o aniversário de 70 anos da Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia, em 2007), “Hotel Jasmim” (Prêmio Dramaturgia Feminina Heleny Guariba, 2014 e vencedor do Edital de Pequenos Formatos do CCSP, em 2016), Madame Blavatsky – Amores Ocultos” (Sesc em Casa, 2020). Cláudia colaborou, ainda, com a dramaturgia de espetáculos como Os Figurantes (2009), direção de Cacá Carvalho e “Erêndira”, texto de Gabriel Garcia Marques adaptado por Augusto Boal e com direção de Marco Antônio Rodrigues. Claudia colabora pedagogicamente como professora convidada da especialização em dramaturgia na pós-graduação da Escola Superior de Teatro Célia Helena (SP) e, por duas vezes, conduziu a Oficina "Fundamentos da Dramaturgia", a convite do Sesc de São Paulo. Publicações em poesia incluem os livros O Coração da Baleia (Ed. P55, 2011) e Primavera em Vão (Ed. Penalux, 2015). Outras publicações incluem O Cego e o Louco e outros textos (Ed. Cidade da Bahia,1998), Cordel do Amor sem Fim (Ed.Funarte, 2003) e Hotel Jasmim (Ed. Centro Cultural São Paulo, 2017) Seus textos contam com diversas montagens, filmagens e leituras encenadas por todo território brasileiro e em países como Portugal, Alemanha, Inglaterra, Peru e Itália e Estados Unidos. ================================================================= Direção | Fernando Nitsch Diretor, ator, professor e dramaturgo. Formado pelo Teatro-escola e pós- graduado em Direção Teatral pela Escola Superior de Artes Célia Helena. Como diretor, seus últimos trabalhos foram em: O Mar, de Federico Roca; Saudade é uma brecha no vazio do tempo, de Clovys Torres; Liberdade liberdade, de Millôr Fernandes e Flávio Rangel; Ensaio sobre a Lucidez, adaptação da obra de José Saramago, de Marcos Barbosa; e o Julgamento secreto de Joana D'arc de Aimar Labaki, no teatro Oficina. Atuou em espetáculos de grupos relevantes da cidade de São Paulo como o Grupo Folias e Cia Elevador de Teatro Panorâmico. Em televisão protagonizou a série Gigantes do Brasil, personagem Martinelli, que estreou no History Channel, em 2016. Participou ainda das séries Coisa mais linda, da Netflix, Assédio, da Globo, e O Doutrinador, do canal Space entre outros. Diretor artístico do tour da arena Corinthians e da visita guiada do estádio do Mineirão. Professor de roteiro da Talklab.Vocalista da banda N3ur4l. ================================================================= Elenco | Letícia Cannavale Atriz forma pela CAL (RJ). Atualmente mora na cidade de São Paulo. É atriz e roteirista do CANAL no YouTube: “AS LETICIAS” ao lado de Letícia Tomazella; é criadora do PODCAST: “Lelê Lê - contos de se ouvir" onde narra contos de sua autoria. TEATRO: BONIFÁCIO BILHÕES texto João Bethencourt e direção de Otávio Martins; SIGO DE VOLTA texto Ana Paula Anderson e direção Letícia Cannavale (Este espetáculo foi o VENCEDOR do 15º PRÊMIO APTR na categoria MELHOR ESPETÁCULO INÉDITO); ATÉ O FINAL DA NOITE texto JULIA SPADACCINI e direção Alexandre Mello; PôS_TUDo, texto LETÍCIA CANNAVALE e direção Filipe Codeço; TEMPORADA DE VERÃO, texto JÔ BILAC direção Renato Livera, O BEIJO NO ASFALTO, de NELSON RODRIGUES e direção de César Rodrigues; DORIAN de OSCAR WILDE e direção de Renato Farias e UM BEIJO UM ABRAÇO UM APERTO DE MÃO de NAUM ALVES DE SOUZA Dir JOÃO FONSECA. CINEMA: Longa metragem MINHA MÃE É UMA PEÇA 2 direção Cesar Rodrigues; ESTAMOS VIVOS, direção Filipe Codeço; Curta Metragem AURÉLIA (como atriz e co-roteirista) Na TV como atriz: POLIANA MOÇA direção Ricardo Mantoanelli (2022), AS AVENTURAS DE POLIANA dir Reynaldo Boury - SBT (2018 a 2020) TRAIR E COÇAR É SÓ COMEÇAR dir César Rodrigues, MULTISHOW (2014), CONSELHO TUTELAR direção Rudi Lagemann; MILAGRES DE JESUS direção João Camargo, REDE RECORD (2014) Novela SANGUE BOM direção Dennis Carvalho, REDE GLOBO (2013). ================================================================= Iluminação | Wagner Pinto Assina seu primeiro trabalho, em 1984, para o espetáculo Imaculada, de Franco Scaglia, um solo com a atriz Yara Amaral. Participa das realizações iniciais do Grupo Tapa, nas montagens de Casa de Orestes e O Alienista. Em 1986, já faz assistência de luz para o diretor Gerald Thomas nas suas primeiras realizações no Brasil, assina outras em parceria com o diretor e participa como membro fundador da Cia de Ópera Seca. Entre 1988 e 1990, fez estagio no Teatro La MaMa e Metropolitan Ópera House, em Nova York, onde pesquisa e aprimora técnicas de iluminação de Ópera. Trabalha com a coreógrafa Carlota Portella e Milton Dobbin, no espetáculo Vacilou Dançou, no Teatro Nelson Rodrigues, no Rio de Janeiro. Ilumina Orlando, para Bia Lessa, em 1994. Neste mesmo ano, é vencedor do Prêmio Shell de Iluminação por Penteseléias, direção Daniela Thomas e Bete Coelho. Em 1997, assina o desenho de luz do espetáculo A Breve Interrupção do Fim, concepção de Gerald Thomas e Sueli Machado, com o Grupo de Dança Primeiro Ato. Entre 1997 e 1998, cria as iluminações para a Companhia do Latão de Ensaio para Danton, Ensaio Sobre o Latão, Santa Joana dos Matadouros. Desde então, cria até hoje lindos quadros vivos através de suas pinturas com luz em inúmeros espetáculos. Em 2017, junta-se à Lighting Designer Arquitetônica Carina Tavares e criam a A2 Lighting Design. ================================================================= Cenário | Márcio Macena É autor, diretor teatral e artista plástico. Dirigiu os espetáculos: “Madame Blavatsky”, de Claudia Barral; “Rock Para Menores” de Marcio Macena e João Rodrigo Ostrowsky; “Poesia e Melodia”, compilação de textos inéditos de autores negros contemporâneos mixados às músicas de Luiz Melodia; “Naufrégio”, de Federico Rocca e Marcio Macena; “O Homem Fal(h)o, de Gabriel Pernambuco; “Deboche”, de Mila Ribeiro; “Rainha”, de Guilherme Gonzales; “Segundaokê”, de Cristiane Werson; “Hedda Gabler”, de Henrik Ibsen; “Vidros Arriados”, de Antônio Ranieri; Silencio.doc”, de Marcelo Varzea; “A carruagem de Berenice”, de Camila Appel, musical infantil em parceria com Zeca Baleiro que assina a trilha; “Coisas estranhas acontecem nesta casa”, de Pablo Diego Garcia; “Pedras Azuis”, de sua autoria, “Rita Lee Mora ao Lado - O musical" – onde também assina o texto, foi indicado a 11 prêmios incluindo “Melhor espetáculo musical”, “Melhor direção” e visto por mais de 180.000 pessoas,“Alguém pra chamar de Seu” – onde também assina o texto. Dirigiu “O beijo no asfalto” e “Boca de ouro”, ambos de Nelson Rodrigues, “Ela está chegando”, de Paulo Coronato. “O Rato”, adaptação da obra de Paulo Tatit, “Os quatro amigos engenhosos”, baseado na obra “I 4 amici ingegnosi” da cultura popular Italiana. Por dez anos foi diretor artístico da Cantando na Chuva Produções Artísticas, onde dirigiu e produziu mais de 20 espetáculos e pocketshows musicais. ================================================================= Direção Musical | Marcelo Pellegrini Compositor e produtor musical. Desde 1992 compõe e produz trilhas para TV, dança, teatro e cinema. Em 2009 monta a própria produtora e editora, SURDINA. Entre as mais de 90 trilhas originais para teatro, destacam-se as longas parcerias com os diretores José Celso Martinez Corrêa, Nelson Baskerville, Carla Candiotto, Leonardo Moreira (Cia Hiato), José Roberto Jardim, Rafael. Primot, entre outros, além das parcerias com companhias importantes, como La Mínima, Cia. Etc&tal, Nau de Ícaros, Le Plat du Jour. Produziu ainda mais de 30 trilhas para o audiovisual, entre longas, curtas, séries e documentários. Recebeu três vezes o Prêmio Shell de Teatro – melhor música 1998 por À Margem Da Vida (1998), Os Sertões - A Terra (2002), e Pagliacci (2017), entre um total de nove indicações que recebeu ao prêmio. Em 2013 teve uma retrospectiva do seu trabalho em teatro selecionado para a Mostra Oficial da quadrienal World Stage Design, em Cardiff, no País de Gales, onde foi um dos três indicados mundiais ao Sound Design Golden Award. ================================================================= Figurino | Marcela Donato Criação e execução de cenários, figurinos, adereços, produções executivas e administrações, para mais de 80 espetáculos com diretores conceituados como : Nelson Baskerville, Marco Antonio Rodrigues, Eliana Fonseca, Eduardo Tolentino de Araújo, Bete Dorgan, Carlos Palma entre outros. Em 2005, assistência de direção e de cenografia, para Naum Alves de Souza, na a ópera “Pescadores de Pérolas” – Teatro Municipal de São Paulo. PUBLICIDADE: Assistência de cenografia, assistência de produção de objetos, adereços e confecções de bonecos para o ateliê Boca de Cena de Beto de Souza de 2000 a 2010, em campanhas publicitárias e eventos como : FAAP, MTV, Mac Donald’s, CeA, SESC - SP, Agência MPM, SBT, entre outros. TELEVISÃO: Assistência de direção de arte e de produção de objetos para Beto de Souza em “Joca e os Cupins” – TV Cultura. Direção de Arte e produção de objetos para “CLICK !” – Com Daniel Warren – Canal Gloob – 4 Temporadas CINEMA: Assistência de produção de objetos para Clissia Moraes nos longas: “Talvez uma História de amor”, “O Olho e a Faca” e “Nada a Perder” (1 e 2). ================================================================= Video Mapping | André Grynwask Sócio proprietário da empresa Um Cafofo que cria obras mesclando arte e tecnologia usando como suporte o audiovisual, o videomapping e a trilha sonora. Contribuições recentes para as artes cênicas: “Fóssil”, de Marina Corazza e dir. Sandra Corveloni - SESC Pompéia/2020; “Alladin”, com dramaturgia e dir. de Carla Candiotto - por este trabalho recebeu a indicação no prêmio CTBIJ - de Teatro para Crianças/RJ na categoria Projeções Cênicas -Teatro Clara Nunes/RJ e Teatro Porto Seguro/SP - 2019; “Casa Submersa”, de Kiko Marques com a Velha Companhia - SESC Pompéia/2019. Entre 2021 e 2022 cria vídeo mapping para os espetáculos “Tectônias” e “Terremotos”, ambos executados no Teatro do Sesi – SP. =================================================================== Direção de Produção: Edson da Silva Santos, em artes Edinho Rodrigues Realizou, produziu e administrou diversos espetáculos teatrais, dentre eles destacam-se: “Samwaad- Rua do Encontro” - direção Ivaldo Bertazzo (2004); “A Noite Antes da Floresta” (2006) - 2 Indicações ao Prêmio Shell 2006; “Assim Com Rose” (2006) com direção de Jairo Mattos; “O Avarento” (2006) - com Paulo Autran; “Mãos ao Alto, São Paulo!” (2007) - com Rosi Campos, Regiane Alves, Marcos Mion, Ary França; “O Bem Amado” (2008) - com Marco Nanini (produção SP); “ Doce Deleite” (2008) - com direção de Marília Pêra (produção SP); “A Garota Número Um” (2009) com Monique Alfradique; “A Loba de Ray-Ban” com Christiane Torloni (2010); “Hell” (2010) - com Bárbara Paz e direção de Hector Babenco; “Um Porto Para Elizabeth Bishop” (2011) - com Regina Braga e direção de José Possi Neto; “The Pillwoman” (2012) com direção de Bruno Guida e Dagoberto Feliz; “O Expresso do Pôr do Sol” (2012), com direção de Fábio Assunção; “Toro Negro” (2013), espetáculo flamenco com direção de Debora Dubois, “Da Vinci, Maquiavel e Eu” (2013), monólogo com Tadeu Di Pietro e direção de Elias Andreato, “Lampião e Lancelote” (2013) -musical ganhador de 11 prêmios, com direção de Debora Dubois e direção musical de Zeca Baleiro; “A Árvore Berenice” (2013) musical infantil; musical “Rita Lee Mora ao Lado” (2014) com Mel Lisboa; “Jantar” (2014) com direção de Mauro Baptista Vedia; “Bem Vindo Estranho” (2015) com Regina Duarte; “Dias de Vinho e Rosas” (2015) com direção de Fabio Assunção; “A Paixão Segundo Nelson” (2016) – musical com Helena Ranaldi, Vanessa Gerbelli, Jarbas Homem de Mello e com textos, músicas e direção musical de Zeca Baleiro; musical “Roque Santeiro” (2017) que permaneceu em cartaz por 7 meses, no Teatro FAAP (SP); comédia musical; “A Vida em Vermelho” (2018) com Letícia Sabatella e Fernando Alves Pinto; comédia

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2027-01-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo