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PRONAC 2316695Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

MUSEU DO FOLCLORE DE OLÍMPIA – Implantação de Exposição de Longa Duração

INSTITUTO CUIA - CULTURA, INTEGRACAO E ARTES
Solicitado
R$ 8,11 mi
Aprovado
R$ 8,11 mi
Captado
R$ 2,04 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (10)
CNPJ/CPFNomeDataValor
43776517000180Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo - SABESP1900-01-01R$ 650,0 mil
27865757000102Globo Comunicações e Participações Ltda.1900-01-01R$ 400,0 mil
53208583000107CLUBE DR ANTONIO AUGUSTO REIS NEVES1900-01-01R$ 320,0 mil
29408732000105XP VIDA E PREVIDENCIA S.A.1900-01-01R$ 250,0 mil
47080619001199Açucar Guarani S/A1900-01-01R$ 205,6 mil
64810955000197Incesa - Indústria de Componentes Elétricos Ltda.1900-01-01R$ 96,1 mil
53224127000584Eletro Metalúrgica Ciafundi Ltda1900-01-01R$ 58,3 mil
53224127000150ELETRO METALURGICA CIAFUNDI LTDA1900-01-01R$ 30,4 mil
13732348000115LIGGA S.A.1900-01-01R$ 30,0 mil
32138431000105KEEPCLEAR LICENCIAMENTOS E SERVICOS LTDA1900-01-01R$ 0,01

Eficiência de captação

25.2%

Classificação

Área
—
Segmento
Expo realiz em Museu ou c/ Acervo d Museu+Museogra
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Museus e memória
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-02-15
Término

Resumo

Execução de ações para a implantação da exposição de longa duração na nova sede do Museu do Folclore de Olímpia, considerado um dos mais completos do Brasil, com cerca de 3.000 peças em seu acervo. A nova exposição pretende animar este acervo para o grande público a partir de uma museografia moderna, atraente e tecnológica, que traga novos paradigmas de interação para os diversos perfis de visitantes. Precedem à abertura da nova exposição, ações educativas voltadas para professores e estudantes. Ainda, a título de registro, será publicado um catálogo apresentando os aspectos da nova exposição, do acervo e história do Museu.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

GERAL • Contribuir para a transformação do Museu em um ícone cultural da cidade, como lugar de memória, de destino turístico, mas, sobretudo, como espaço de interação ensino-aprendizagem e de valorização do patrimônio cultural imaterial, e reafirmar sua vocação como espaço cultural de preservação e difusão do folclore nacional. • Oferecer uma experiência narrativa, na qual o visitante seja levado a entender a temática do folclore de forma contextualizada e significada; ESPECÍFICO PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTE: Produzir e implantar os conteúdos audiovisuais e museológicos da exposição, assim como a fabricação e implantação dos suportes expográficos e a aquisição e instalação dos equipamentos tecnológicos para a exposição do novo Museu do Folclore; PRODUTO CURSO/OFICINA: Realizar 01 oficina para formação dos futuros educadores do Museu; 01 oficina para professores da Rede Pública de ensino voltada para a ampliação do acesso aos conteúdos e acervos do Museu; e 01 ação educativa em 10 escolas da Rede Pública do município, voltada para a sensibilização de estudantes sobre importância do folclore na sociedade. PRODUTO CATÁLOGO: Desenvolver e produzir catálogo com textos e imagens da exposição, contendo conteúdos exclusivos, como textos sobre as experiências da exposição de longa duração e seus processos de criação, informações sobre as coleções que compõem o acervo e dos grupos folclóricos e/ou territórios de origem, comentários sobre os principais personagens e personalidades retratados no museu, e também detalhes sobre o processo de implantação da nova sede do Museu. Tiragem de 1.000 exemplares para distribuição gratuita.

Justificativa

Olímpia está localizada a cerca de 400 km da capital do Estado de São Paulo, 50 km da cidade de São José do Rio Preto e 130 km de Ribeirão Preto. Situada no noroeste do Estado, região com forte vocação agroindustrial, que movimenta a maior parte da economia da região. Além da vocação da agroindústria, em 3 de julho de 2014 foi aprovado pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo o projeto de lei que transformou Olímpia em Estância Turística. Como Estância Turística, Olímpia passou a ser beneficiada pelo repasse de verbas do DADE - Departamento de Apoio ao Desenvolvimento das Estâncias Turísticas, cuja principal finalidade é o desenvolvimento de infraestrutura da cidade, que recebe cerca de 3,5 milhões de turistas por ano, motivados, em especial pelos parques aquáticos de águas termais. Além dos parques, o município possui diversos equipamentos culturais e de entretenimento para atender aos olimpienses, mas também à enorme quantidade de turistas que frequentam a cidade. Os três principais equipamentos culturais da cidade são municipais: o Museu de Arte Sacra e Diversidade Religiosa (MASDR), o Museu de História e Folclore Maria Olímpia (MHFMO) e a Estação Cultural de Olímpia (ECO), além do Recinto do Folclore, onde acontece o FEFOL e onde será instalado o novo Museu do Folclore. Olímpia foi declarada como Capital Nacional do Folclore pela Lei Federal Nº 13.566, de 21 de dezembro de 2017. Este reconhecimento foi resultado do trabalho pioneiro realizado pelo professor José Sant’Anna de ensino do folclore na rede municipal, que se ampliou e se tornou um dos mais importantes festivais de folclore do país. Neste ano de 2023 foi realizada a 59° edição, que ocorre de forma ininterrupta desde 1965. Durante 10 dias no mês de agosto a cidade recebe cerca de 50 grupos folclóricos de quase todo o país, que atraem cerca de 160 mil pessoas para o Recinto, local onde acontece o festival. As manifestações ocupam ainda outros espaços na cidade com cortejos e apresentações dos grupos. A cidade também conta com um expressivo número de grupos folclóricos e parafolclóricos locais. O Museu de História e Folclore Maria Olímpia foi criado em 1973 e teve o mesmo nascedouro que o próprio Festival do Folclore: os trabalhos escolares desenvolvidos pelo professor José Sant'Anna ao iniciar a sua carreira magisterial na Capital do Folclore, dos quais, entre outras coisas, resultaram exposições de peças folclóricas. Está atualmente localizado em uma edificação alugada pela Prefeitura da Estância Turística de Olímpia. O acervo é composto por aproximadamente 3.000 peças, que se dividem em duas vertentes: (i) peças relacionadas ao Folclore e à cultura popular brasileira e (ii) peças sobre a história do município. A Prefeitura desmembrará o MHFMO em dois equipamentos culturais distintos: o novo Museu do Folclore (no novo edifício inaugurado em agosto de 2023, construído com recursos do convênio da Prefeitura de Olímpia com o Governo Estadual de São Paulo - DADETUR) e o Museu de História de Olímpia (a ser implantado no edifício da Beneficência Portuguesa _ recém desapropriado pela Prefeitura). Para fazer jus ao título recebido e ao compromisso do município com a preservação e difusão do folclore, entende-se que além de seguir a tradição da realização anual do citado festival, era importante a construção e implantação de um novo Museu do Folclore, a partir da mudança para uma nova sede no Recinto do Folclore, com outros espaços expositivos, ressignificados para a implantação de um museu de alto nível que contribuísse para que os olimpienses e os turistas pudessem vivenciar o folclore o ano inteiro, motivo pelo qual a Prefeitura e a FRM firmaram uma parceria para o desenvolvimento do Projeto Básico para a implantação da exposição de longa duração para o novo Museu. A implantação desta exposição, cujo objetivo central é a difusão do folclore nacional - um conteúdo artístico de incalculável valor histórico _ tem natureza eminentemente curatorial, que deverá seguir os projetos básicos de conteúdo e expografia já desenvolvidos, que subsidiam a proposta aqui apresentada. Espera-se que este novo Museu possa ser um dos museus sobre cultura popular mais visitados do Brasil e possa fortalecer o município como um grande polo de educação patrimonial, valorizando o título de Capital Nacional do Folclore, e enaltecendo o trabalho que já realiza com os alunos da rede municipal de ensino sobre a importância das tradições culturais. O projeto do novo MFO tem o compromisso de realizar um relevante programa educativo e cultural que deverá estabelecer um permanente diálogo com as escolas. A educação é um dos eixos estruturantes dos museus, as ações educativas pensadas e praticadas no espaço museal são parte constituinte da identidade e da política institucional de um museu e devem ser realizadas como "processos a serviço da sociedade, instâncias fundamentais para o aprimoramento da democracia, da inclusão social, da construção da identidade, do conhecimento, e da percepção crítica da realidade". O trabalho sobre folclore também é amplamente enraizado na rede escolar municipal, por meio das ações realizadas pela Secretaria de Educação na rede municipal. A partir da definição do Estado e grupo folclórico a ser homenageado na edição seguinte do Festival, são desenvolvidas as estratégias e materiais pedagógicos para que os professores trabalhem de forma transversal a temática em suas disciplinas. Há ainda um trabalho artístico desenvolvido pela Secretaria de Educação, com cerca de 400 estudantes para a apresentação de abertura do Festival. Durante o Festival acontece também o Mini festival, no qual as escolas realizam apresentações, em palco específico localizado no Recinto, das manifestações artísticas e danças folclóricas trabalhadas durante o ano, ao lado dos grupos folclóricos, para que haja forte interação e troca entre os alunos e os artistas O Projeto Educativo de um museu de folclore tem a responsabilidade de apresentar ações de mediação cultural para diferentes públicos, visando a valorização do folclore, da cultura popular, do patrimônio cultural material e imaterial e da diversidade cultural brasileira. Por meio de visitas à exposição, experimentações, oficinas, brincadeiras, seminários, cursos formativos, publicações e outras estratégias pedagógicas a serem desenvolvidas pela contratada, o projeto deverá propor conexões com redes públicas e privadas de ensino, grupos folclóricos, olimpienses, turistas e outros públicos, provocando encantamentos e aprendizado por meio de seus conteúdos e narrativas. Como se vê, o Folclore está profundamente amalgamado na cultura Olimpiense, motivo que justifica a legitimidade e relevância da implantação da exposição de longa duração no novo Museu do Folclore. A solicitaça~o de apoio ao projeto Museu do Folclore de Olímpia junto ao Ministe´rio da Cultura, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e´ hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindi´vel sua existência para democratizar a cultura em todo o Pai´s. Sobre o atendimento ao Artigo 1º da Lei 8.313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III- apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Sobre o atendimento ao Artigo 3º da Lei 8.313/91: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos;

Especificação técnica

(1) Exposição – Proposta museográfica anexada no campo de documentos da proposta.Museu, em uma página de Memórias e Territórios (2) Educativo: 2.1 - Oficinas educativas – Plano pedagógico anexado no campo de documentos da proposta. 2.2 - Cine Clube Folclore: Consiste no desenvolvimento de ações de difusão e produção de conhecimento a partir da produção audiovisual brasileira sobre o folclore e consequentemente sobre o conteúdo e acervo do novo Museu, com o objetivo de despertar reflexões e conhecimentos que permitam aos alunos pensar sobre o atual lugar e importância do folclore na sociedade. Nessa linha, serão selecionados até 03 filmes relacionados à temática do Museu para serem apresentados em sessões de cinema em 10 (dez) escolas públicas de Olímpia, atendendo cerca de 1000 estudantes. Será desenvolvida uma trilha de conhecimento com sugestões de atividades a partir dos conteúdos dos filmes e do Museu, que será oferecida aos educadores (previamente a sessão de cinema) para aprofundarem a temática com os alunos em sala de aula. Após a sessão, será promovido um debate mediado por educadores e especialistas de cultura popular e folclore, em diálogo com o conteúdo do Museu. Esta ação visa aproximar a nova sede de seu território. (3) Catálogo: O catálogo do Museu será produzido em formato Brochura (costurado), com previsão de 100 páginas. O miolo será produzido em papel OFFSET 150grs, formato fechado 220x280 mm e formato aberto 440x280 mm , com acabamento dobrado, impresso no padrão cores 5 X 5. A capa será produzida em papel SUPREMO 250grs, formato fechado 220x280 mm e formato aberto 440x280 mm, com acabamento em laminação fosca na frente e refilado, impressão em padrão de cores 4 X 0. Está prevista a tiragem de 1.000 exemplares, para distribuição gratuita.

Acessibilidade

PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTEACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, banheiros adaptados, sinalização e piso tátil. Rubrica: Não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: objetos multissensoriais, placas de acessibilidade, mapas táteis de localização, maquetes táteis em suportes adequados e conteúdos acessíveis em aplicativo (audioguias e audiodescrição)Rubrica: Desenvolvimento/Material multissensorial ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: legendagem de conteúdo audiovisual, janela de libras em conteúdo audiovisual e conteúdos acessíveis em aplicativoRubrica: Desenvolvimento/Material multissensorial ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: profissionais treinados para atendimento deste tipo de público.Rubrica: Arte Educador PRODUTO CURSO/OFICINAACESSIBILIDADE FÍSICA: As ações presenciais ocorrerão em escolas públicas selecionadas, preparadas para receber público com deficiência.Rubrica: Sem custo, não se aplica ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: profissionais treinados para atendimento deste tipo de público.Rubrica: Arte Educador ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: Contaremos com intérprete de LibrasRubrica: Intérprete de Libras ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: profissionais treinados para atendimento deste tipo de público.Rubrica: Arte Educador PRODUTO CATÁLOGOACESSIBILIDADE FÍSICA: não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: ÁudiolivroRubrica: Desenvolvimento/Material multissensorial ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: não se aplica ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: não se aplica.

Democratização do acesso

PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTEPara atendimento ao Artigo 28 da IN 01/2023, optamos pelo Inciso IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; PRODUTO CURSO/OFICINAPara atendimento ao Artigo 28 da IN 01/2023, optamos pelo Inciso IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; PRODUTO CATÁLOGOPara atendimento ao Artigo 28 da IN 01/2023, optamos pelo Inciso I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento);

Ficha técnica

O proponente será responsável pela Coordenação Geral do projeto e por toda a gestão do processo decisório do projeto. Possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional, como pode ser verificado em outros projetos apresentados e executados com recursos incentivados. Coordenação geral: Fundação Roberto Marinho (proponente) Coordenação do projeto: Larissa Torres Graça É arquiteta e urbanista formada pela Universidade Federal do Paraná em 2005, com parte de sua formação universitária na Université de Technologie de Compiègne (UTC) na França. É Gerente da área de Patrimônio e Cultura da Fundação Roberto Marinho e possui ampla experiência na formatação, implantação e gerenciamento de projetos, especialmente na área cultural, na qual trabalha desde 2007. Atua nos campos de patrimônio material e imaterial, museus, exposições, programação cultural, arquitetura, museografia, curadoria, acessibilidade e educação. Possui sólida experiência em implantação de projetos de grande porte e complexidade, tendo atuado na concepção, planejamento e implantação de grandes museus, como o Museu do Futebol, Museu do Amanhã e Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro. Atuou como gerente do projeto de reconstrução do Museu da Língua Portuguesa em São Paulo, que compreendeu a restauração do prédio da Estação da Luz após o incêndio de 2015 e a implantação da nova exposição de longa duração do museu. Integra atualmente o Conselho de Administração do Museu da Língua Portuguesa e do Museu do Futebol. Coordenação de Produção: Ana Cândida Baesso Moura É mestranda em Teorias Jurídicas Contemporâneas pela UFRJ, na linha de pesquisa Sociedade, Direitos Humanos e Arte. Formada pela Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo (2002), com Especialização em Gerenciamento de Projetos no 3º Setor pela FGV, MBA Executivo no Coopead/UFRJ e Extensão em Administração Pública da Cultura/UFRGS. Como atriz cursou interpretação na Escola Livre de Teatro (SP), Tablado e CAL (RJ). Integrou o Grupo Tá Na Rua de Amir Haddad como atriz e produtora cultural (2004/2010) tendo participado de diversos festivais nacionais e internacionais. Ministrou Curso de Sustentabilidade para ONGs no Projeto Tempo Livre do Sesc/RJ (2007). Na SECEC do RJ foi Assessora na Superintendência de Artes (2009/2011), Chefe de Gabinete (2011/2017) e presidente da Comissão de Aprovação de Projetos (2013/2017). Desde 2017 trabalha na FRM, foi Coordenadora de Desenvolvimento Institucional (2017/2022) e atualmente é Especialista de Inteligência e Projetos Culturais, atuando nos projetos do novo Museu da Imagem e do Som e do novo Museu do Folclore. Coordenação de Produção: Raquel da Silva Ferreira Integra a equipe de Patrimônio e Cultura da Fundação Roberto Marinho, desde 2011, onde participa do planejamento e execução de projetos de Museus e Exposições. Formada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal Fluminense em 2003. Colabora no projeto de reconstrução do Museu da Língua Portuguesa em São Paulo, desde 2015, coordenando o desenvolvimento dos projetos técnicos de Arquitetura e Complementares e auxiliando na implantação da nova exposição de longa duração do museu. Compõe, ainda, a equipe de implantação do Museu da Imagem e do Som no Rio de Janeiro. Anteriormente, atuou na área de Cenografia da TV Globo. Tem experiência na gestão dos projetos, monitorando a execução dos pacotes de trabalho, do orçamento, cronograma e contratações, incluindo a seleção de profissionais especializados nas diferentes disciplinas. Possui também experiência nas ações de logística e de produção dos materiais necessários à realização dos projetos. Produtor: Regina de Paula Vasconcelos AlvesIntegra a equipe de Patrimônio e Cultura da Fundação Roberto Marinho, desde 1999, onde realiza as atividades administrativas e financeiras dos projetos desenvolvidos pela área, inclusive inscritos em leis de incentivo à cultura. Formada em Administração pela Universidade Estácio de Sá em 2014 e pós-graduada em Gestão de Projetos pela Universidade Veiga de Almeida em 2019. Dentre os muitos projetos que participou destacam-se: o Museu da Língua Portuguesa – SP, Museu do Futebol – SP, Museu Náutico – RS, Igreja Matriz de Santo Antônio – MG, Som e Luz do Museu Imperial de Petrópolis – RJ, Casa de Cultura de Paraty – RJ, Memória do Movimento Estudantil Brasileiro - RJ, Igreja de Nossa Senhora do Carmo – Antiga Sé – RJ, Exposição Burle Marx -RJ, Museu de Arte do Rio de Janeiro, Museu da Imagem e do Som E Museu do Amanhã - RJ. Curadores da exposição: Edilberto José de Macedo FonsecaDoutor em Música pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), professor no curso de Produção Cultural da Universidade Federal Fluminense (UFF), foi pesquisador do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular/Iphan, sendo o atual presidente da Associação de Amigos do Museu de Folclore Edison Carneiro. Atua nas áreas de etnomusicologia, cultura popular, patrimônio imaterial e musicalidades afro-brasileiras. Regina Stela Barcelos Machado Doutora em Arte Educação pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), professora do Departamento de Artes Plásticas da ECA-USP, é autora de livros de histórias de tradições orais. É a criadora e curadora do Encontro Internacional BOCA DO CÉU de Contadores de Histórias. Marcus de Lontra CostaFoi diretor da Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV), assessor do Ministério da Cultura e Secretário de Cultura de Nova Iguaçu (RJ), e dirigiu o Museu de Arte Moderna de Brasília, o do Rio de Janeiro e o do Recife. Foi curador de diversas exposições, em especial relacionadas à arte contemporânea brasileira Projeto expográfico: Renata Fonseca Pittigliani Atuou na empresa SuperUber e trabalhou ao lado de Gringo Cardia por mais de 20 anos. Participou dos projetos da Cidade da Música, Casa do Carnaval e Casa do Rio Vermelho em Salvador, Memorial Minas Gerais em Belo Horizonte, e Museu das Telecomunicações (Oi Futuro), no Rio de Janeiro, bem como de várias exposições temporárias, entre elas O poeta voador, no Museu do Amanhã. Atua com cenários para cinema, teatro, dança e shows. Consultorias Técnicas: Daniel Moura Morena Especialista em TecnologiaDesigner, programador e artista digital, é criador de arte digital, especialista em instalação interativa e amante de códigos, além de artista generativo na empresa Samambaia Digital. Fundador e diretor de Tecnologia Criativa da 32Bits, seu trabalho com inteligência artificial e instalações interativas para museus foi elogiado tanto pelo New York Times quanto pela IBM, pelo uso das APIs Cloud e Watson da empresa, para construir exposições digitais premiadas. Nancy TorresEspecialista em Comunicação Visual e Design GráficoDesigner formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Diretora criativa, designer visual, ilustradora, fotógrafa e entusiasta do bordado, foi por 14 anos gerente da 32Bits Criações Digitais. Hoje atua na empresa Samambaia Digital. José Dionísio Neto Especialista em ÁudioEngenheiro eletricista com especialização em áudio, participou do desenvolvimento do projeto de sonorização para o Museu Cais do Sertão – Luiz Gonzaga, no Recife (PE); Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro (RJ); Museu do Amanhã (RJ); Museu da Gente Sergipana, em Aracaju (SE); Museu das Minas e do Metal, em Belo Horizonte (MG); Museu do Futebol (SP); e Museu de Arte do Rio (RJ). Anna Turra Ajzenberg Especialista em Iluminação CênicaLighting designer, desenvolve projetos de iluminação cênica, expositiva e arquitetônica (luminotécnico). Na iluminação cênica, destacam-se criações para turnês; na iluminação arquitetônica e expositiva, projetos para Sesc São Paulo, Museu da Língua Portuguesa (SP), Instituto Pedra – Museu Boulieu (MG), Canoa Arquitetura, Associação Cultural Videobrasil, entre outros. Premiada pela iluminação em Merlin & Arthur – Um sonho de liberdade, na 14ª edição do Prêmio APTR de Teatro (2019).

Providência

Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$10.400,00 em 29/04/2026.

2027-12-31
Locais de realização (2)
Rio de Janeiro Rio de JaneiroOlímpia São Paulo