| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 30680829000143 | NU FINANCEIRA S.A. - SOCIEDADE DE CREDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO | 1900-01-01 | R$ 3,00 mi |
| 10573521000191 | MERCADOPAGO.COM REPRESENTAÇÕES LTDA | 1900-01-01 | R$ 2,50 mi |
| 03134910000155 | AROSUCO AROMAS E SUCOS LTDA | 1900-01-01 | R$ 976,1 mil |
| 60613478000119 | Pinheiro Neto Advogados | 1900-01-01 | R$ 71,9 mil |
| 07526557000100 | Ambev S.A | 1900-01-01 | R$ 41,7 mil |
| 06337280000104 | FRESNOMAQ INDUSTRIA DE MAQUINAS S/A | 1900-01-01 | R$ 25,7 mil |
Este projeto pretende viabilizar o Plano Anual de Atividades do Instituto Feira Preta em 2024, composto pela manutenção de atividades fixas (apresentações musicais instrumentais e palestras/debates), realização de residências artísticas e um Festival/Mostra composta por intervenções/exposições de artes visuais urbanas, apresentações musicais regionais, apresentações cênicas, apresentações literárias, manifestações populares, palestras/debates e exibições audiovisuais.
Calendário de Atividades - Sede PretaHub São Paulo/SP e Unidade Cachoeira/BA (PLANO ANUAL): Casas PretaHub São Paulo A história da Casa PretaHub São Paulo começa em 2010/2011 com o estabelecimento da Casa da Preta, no bairro Vila Madalena em São Paulo. Nessa primeira experiência, que durou 2 anos e com a parceria da AECID, conseguimos criar um espaço onde tinha uma loja colaborativa, um espaço para eventos e o escritório do Instituto Feira Preta. Depois, 8 anos depois, estabelecemos a nova Casa PretaHub São Paula na Avenida Nove de Julho 50, no Anhangabaú no bairro República no centro de São Paulo. Esse período coincide com o início inesperado da pandemia e traz, com isso, muitas dificuldades, que foram enfrentadas para viabilizar o espaço. Finalmente, em setembro de 2020, a Casa PH ficou pronta e teve um lançamento on-line. A Casa PretaHub SP, que originalmente era para ser um coworking, foi alterada, repensada, remodelada, a partir das novas condições propostas pelo isolamento da pandemia Covid-19. A nova proposta é criar um espaço para apoiar a digitalização e uso de tecnologias da informação pelos empreendedores que fazem parte da comunidade PretaHub. O Programa Casas PretaHub oferece treinamento, suporte e ferramentas no uso de mídias digitais, produção digital, modelos e gerenciamento de negócios, e a articulação da rede de profissionais negros, indígenas e LBGTQIA+ chamada Bioma PretaHub. Nesse olhar, a Casa PretaHub São Paulo é um Espaço de Transformação Digital e Inteligência colaborativa pretas. A gente entende o espaço como um polo de tendências, um lugar para criadores (makers); um Lugar de impulso e pertencimento; e uma casa de culturas vivas. A gente entende a Transformação Digital como o fomento de futuros possíveis; das tecnologias de criação pensado para e por pessoas negras fazer parte de um movimento para escalonar, transformar e gerar independência de negócios. A gente entende a Inteligência colaborativa como uma metodologia para fomentar o coletivo; conectar talentos; romper com uma lógica eurocêntrica; e ditar tendências. Casas PretaHub Cachoeira (BA) A Casa PretaHub Cachoeira, surgiu como uma resposta à necessidade de conectar aos jovens e velhos negros e indígenas do recôncavo baiano com a potência da ancestralidade e o empreendedorismo que existe nessa região. Nesse sentido, estabelecer a segunda Casa PretaHub na Cachoeira tem também um grande valor simbólico tendo em conta que lá foi o centro da luta dos direitos civis e da liberdade dos irmãos negros e até hoje existe a Irmandade da Boa Morte, que apoio essa luta desde seu início. A Cachoeira é uma das cidades mais negras do Brasil. Nesse olhar, a Casa PretaHub Cachoeira é Território de Tradições e Inovações Pretas. A gente entende Território como o lugar de Intercâmbio Cultural de compartilhamentos de vivências e experiências locais, o senso de pertencimento local (é a casa chamando para viver o lugar). A gente entende Tradição como uma ferramenta para o fortalecimento da comunidade local; a criação de memórias atuais; preservação de culturas e heranças ancestrais. A gente entende Inovação como o conjunto de tecnologias, inventividades; tendências pretas; que prioriza a criação de redes e produção de conteúdo dos negros para os negros. A programação foi idealizada sob os pilares abaixo: - Criação: Processos Criativos- Ampliação de repertório/ tendências, influências cultura afro diaspórica - Produção : Como fazer? Gestão/ Produção - Distribuição - Como Distribuir? Da Comunicação a Embalagem - Consumo (vendas/ definição persona/fidelização clientes) Oficinas Casa PretaHub São Paulo: 40 oficinas 25 empreendedoes cada 1000 empreendedores total Oficinas Casa PretaHub Cachoeira: 40 oficinas 25 empreendedores cada 1000 empreendedores Show Música Regional São Paulo: 10 Shows 10 bandas musica regional 40 pessoas cada show 400 pessoas no total Show Música Regional Cachoeira: 10 Shows 10 bandas musica regional 40 pessoas cada show 400 pessoas no total
Objetivo Geral:Este projeto pretende viabilizar o Plano Anual de Atividades do Instituto Feira Preta em 2024, composto pela manutenção de atividades fixas (apresentações musicais instrumentais e palestras/debates), realização de residências artísticas e um Festival/Mostra composta por intervenções/exposições de artes visuais urbanas, apresentações musicais regionais, apresentações cênicas, apresentações literárias, manifestações populares, palestras/debates e exibições audiovisuais. Objetivos Específicos: Produto (principal): PLANO ANUAL PROGRAMAÇÃO DO INSTITUTO FEIRA PRETA - CASAS PRETAHUB a) Custeio da equipe principal do Instituto Feira Preta, responsável pela coordenação de todas as atividades constantes no Plano Anual, composta por 14 profissionais; b) Manutenção da sede do Instituto Feira Preta (Casa Preta Hub) em São Paulo e Cachoeira/BA, abertas ao público para visitação;c) Realização de grade fixa mensal gratuita de palestras/debates, shows de música regional, performances e exibições artísticas em ambas as cidades, por meio de 40 atividades a serem dispostas da seguinte forma:- 01 atividade formativa semanal x 04 semanas/mês x 10 meses = 40 atividades por município (São Paulo/SP e Cachoeira/BA), contemplando diversas linguagens artísticas, dos segmentos de artes cênicas, audiovisual, empreendedorismo cultural, economia criativa, música, expressões culturais, design, artes visuais, patrimônio e artes, nos formatos de palestras/debates, performances e exibições. Cada oficina beneficiária 25 empreendedores, totalizando 1000 empreendedores impactados por cidade. - 01 apresentação musical de grupo/banda regional ao mês x 10 meses = 10 shows por município (São Paulo/SP e Cachoeira/BA). Cada show tem previsão de público de 40 pessoas, totalizando 400 pessoas de plateia por cidade. d) Custeio de assessoria contábil e jurídica para a instituição;e) Utilização dos custos vinculados para pagamento de despesas administrativas e de gestão. Produtos secundários: a) Festival/Mostra - FESTIVAL FEIRA PRETARealização da 22ª edição do Festival Feira Preta em São Paulo/SP ao longo de 03 dias. O Festival Feira Preta pauta tendências, lifestyle e o que há de mais inventivo e inovador na criatividade afrobrasileira. Empreendedorismo cultural, tecnologia, literatura, música, audiovisual, artes cênicas, visuais e digitais, além de painéis com discussões sobre o futuro da existência afro. O Festival Feira Preta reúne, em São Paulo, diversos artistas e empreendedores negros expoentes no Brasil e América Latina, tornando-se assim um dos maiores festivais de cultura negra latino-americana.O festival conta com:- Mostra dos trabalhos dos artistas participantes das residências em São Paulo (Afrolab);- 08 shows de música regionais/locais;- 04 espetáculos de dança/performance;- 06 intervenções de artes visuais urbanas (videomapping, desfile de moda, exposições artísticas - plásticas, fotográfica);- 02 manifestações da cultura popular (cortejos, rodas de samba);- 21 palestras/debates com temáticas de economia criativa, empreendedorismo cultural e linguagens artísticas (artes cênicas, audiovisual, música, expressões culturais, design, artes visuais, patrimônio e artes), sendo 06 palestrantes brasileiros e 15 palestrantes convidados de outros países (Colômbia, Estados Unidos, Reino Unido, Nigéria, Burkina Faso, Argentina, Peru e Panamá);- 06 representações artísticas literárias (Slams, poesias, cordel, hq's, etc.);- Exibição de 06 longas-metragens e 09 curtas-metragens produzidos por artistas audiovisuais negrxs e afro-indígenas; - Participação de 08 curadores dos segmentos: 02 profissionais de empreendedorismo cultural/novas economias para formação de jovens e adultos, sendo 01 profissional para música, 01 para audiovisual; 01 para artes visuais, 01 para artes cênicas, 01 para literatura e 01 para tecnologia.Estimativa de público: 60 mil pessoas (média). b) Exposição de Artes (Artes Visuais) - FESTIVAL FEIRA PRETA- 06 intervenções de artes visuais urbanas (videomapping, desfile de moda, exposições artísticas - plásticas, fotográfica; - Contratação de 09 monitores para atendimento a deficientes visuais, deficientes auditivos e idosos e/ou pessoas com mobilidade reduzida; - Serviço de audiodescrição para as obras; - Elaboração de 01 projeto expográfico das exposições, incluindo impressão de legendas das obras, criação do circuito de visitação etc.c) Apresentação musical (Música Regional) - FESTIVAL FEIRA PRETA- 08 shows de música regionais/locais; - Contratação de 08 intérpretes de libras para promoção de acessibilidade das apresentações; - Contratação de 03 DJs/dia (03 dias) para reprodução de música e avisos do evento; - Contratação de 03 monitores para atendimento a deficientes visuais, deficientes auditivos e idosos e/ou pessoas com mobilidade reduzida. d) Espetáculo de Artes Cênicas (Artes Cênicas) - FESTIVAL FEIRA PRETA- 04 espetáculos de dança/performance; - 02 manifestações da cultura popular (cortejos, rodas de samba); - Contratação de 02 Intérpretes de Libras para as performances de artes cênicas; - Contratação de 02 monitores para atendimento a deficientes visuais, deficientes auditivos e idosos e/ou pessoas com mobilidade reduzida. e) Obra Exibida (Audiovisual) - FESTIVAL FEIRA PRETA- Exibição de 06 longas-metragens produzidos por artistas audiovisuais negrxs e afro-indígenas; - Exibição de 09 curtas-metragens produzidos por artistas audiovisuais negrxs e afro-indígenas; - Contratação de 03 Intérpretes de Libras para as exibições cinematográficas; - Priorização na seleção de filmes com audiodescrição; f) Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra (Humanidades) - FESTIVAL FEIRA PRETA- 21 palestras/debates com temáticas de economia criativa, empreendedorismo cultural e linguagens artísticas (artes cênicas, audiovisual, música, expressões culturais, design, artes visuais, patrimônio e artes), sendo 06 palestrantes brasileiros e 15 palestrantes convidados de outros países (Colômbia, Estados Unidos, Reino Unido Nigéria, Burkina Faso, Argentina, Peru e Panamá);- Intercâmbio cultural com 15 palestrantes estrangeiros, distribuídos da seguinte forma (países e segmento): Colômbia - 01 profissional de novas economias; EUA - 01 profissional de novas economias; Reino Unido - 01 profissional de novas economias; Nigéria - 01 profissional de novas economias; Burkina Faso - 02 profissionais de novas economias, Argentina - 01 profissional de novas economias, Peru - 01 profissional de novas economias e Panamá 01 profissional de novas economias. - 06 apresentações artísticas literárias (Slams, poesias, cordel, hq's, etc.); - Contratação de Intérpretes de Libras para acompanhamento dos 21 palestrantes e 06 apresentações literárias; - Oferta de material pedagógico gratuito; - Contratação de dois tradutores simultâneos em português das palestras ofertadas pelos convidados de outros países.g) Curso / Oficina / Estágio - PROGRAMA AFROLAB DE CAPACITAÇÕES- Realização de 05 edições do programa de capacitações AFROLAB em economia criativa e empreendedorismo cultural, nos municípios de São Paulo/SP, Salvador/BA, São Luís/MA, Rio de Janeiro/RJ e Belém/PA, com duração de 06 dias corridos;- Cada processo formativo será destinado a 30 jovens, com carga horária de 24 horas-aula distribuídas ao longo de 06 dias, totalizando 150 jovens contemplados diretamente;- Contratação de 02 facilitadores/município como mediadores da turma;- Prestação de serviços por 06 especialistas convidados das áreas de empreendedorismo cultural e economia criativa para condução temática do programa Afrolab. Serão 06 especialistas por cidade x 05 cidades;- Realização de 01 visita técnica com os alunos (espaços museais, patrimônios culturais, feiras, mercados, instituições culturais), por cidade (05 cidades);- Oferta de 01 refeição temática durante uma visita técnica (espaço gastronômico com ênfase cultural) para todos os alunos, por cidade (05 cidades); - Contratação de 02 intérpretes de libras por cidade, para atuação durante os 06 dias de cada ciclo formativo;- Aquisição de material de apoio pedagógico acessível, no caso de inscritos com demandas específicas.
Em 2002, Adriana Barbosa se encontrava desempregada e buscava uma forma de ganhar dinheiro. Resolveu então, junto com uma amiga, criar um brechó onde vendia peças de roupas que não usava mais. O negócio foi bem-sucedido e, em pouco tempo,começou a visitar várias feiras vendendo seus produtos, até que, numa dessas ocasiões, acabou sofrendo um arrastão e perdeu grande parte de seu investimento. Ao invés de se deixar abater, Adriana teve a ideia de criar a própria feira, onde não precisaria mais disputar espaço com pessoas brancas e pudesse expor produtos com os quais se identificasse e, mais ainda,onde pudesse envolver produtos feitos por pessoas negras para pessoas negras. Em paralelo, notou que que o bairro Vila Madalena (na zona oeste de São Paulo) estava se tornando palco de muitos eventos deblack music, onde a maioria das baladas possuía público e DJs negros, mas nenhuma tinha um proprietário afro-brasileiro.Buscando resolver o problema da falta de protagonismo dos negros em eventos de cultura negra - e juntando a isso à ideia decriar a própria feira -, Adriana lançou, em 2002, a primeira Feira Preta na Praça Benedito Calixto, em São Paulo. Com 40 expositores e cerca de 7 mil visitantes, a feira foi um sucesso. A ideia era produzir um evento que reunisse cultura, produtos e serviços sob a estética afro e, bem, 20 anos se passaram e lá se foram 21 edições, com participação de mais de mil artistas e um milhão de pessoas contempladas. Mas, mais do que isto, a Feira Preta deixou de ser apenas um evento anual e se transformou em uma plataforma de desenvolvimento da cultura negra em amplo espectro. Ou seja, a iniciativa teve tamanha exposição e repercussão nacional, que acabou sendo criado o Instituto Feira Preta que, atualmente, articula as suas atividades por meio da Casa Preta Hub, um espaço multigênero, multilinguagem e regado a diversidade e liberdade de expressão, com foco na construção de ações, projetos e programas voltados às mais diversas manifestações artísticas da cultura negra, como literatura, artes visuais, artes cênicas, audiovisual e culturas populares tradicionais (patrimônio imaterial). Em outras palavras, o que já era considerado "o maior evento de cultura negrada América Latina" cresceu e, hoje, se coloca dentre as instituições de maior representatividade e articulação no país quando oassunto é o protagonismo dos negros na arte. Dessa maneira, o presente projeto pretende reunir, em 2024, todas as ações realizadas pelo Instituto anualmente. Quais sejam: o seu núcleo de festivais, partindo para a 22ª edição em SP e ampliando campos de atuação no nordeste; o seu núcleo de atividades artístico-culturais nas unidades físicas do Instituto, aprimorando o trabalho já desenvolvido em SP e implementando as ações em Cachoeira/BA; a realização do programa de capacitação Afrolab em 05 localidades, sendo: São Paulo, Cachoeira, São Luís, Rio de Janeiro e Recife, no intuito de continuar promovendo, capacitando e valorizando a cultura negra e agentes culturais negros em todo o país; além da manutenção de todas as atividades da Casa Preta Hub, bem como o custeio da infraestrutura anual de funcionamento. Nesse aspecto, considerando-se que os projetos historicamente apresentados pela Feira Preta tomaram dimensões maiores e hoje se organizam em forma de um calendário anual, optou-se, a partir de 2023, pela junção das suas principais iniciativas em um único projeto, por meio do Plano Anual de Atividades, a ser executado em 12 meses. A expectativa é que o projeto seja gradativamente ampliado, ano após ano, sempre se pautando pelas iniciativas de excelência voltadas ao aperfeiçoamento profissional, à valorização da cadeia produtiva da cultura e das artes negras, assim como ao próprio desenvolvimento de ações em consonância com o histórico de atuação no instituto. Com exceção das apresentações musicais do Festival Feira Preta, todas as atividades serão 100% gratuitas para o público, além da ampla e irrestrita participação pelomaior número de artistas e grupos/coletivos possível, voltando os olhos para que expoentes negros das mais diversas linguagens artísticas. O projeto se enquadra nos seguintes incisos/objetivos dos Arts. 1° e 3° da Lei 8.313/91: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
O produto Contrapartidas Sociais foi adicionado, pois o sistema não possibilitou a submissão do projeto e considerando a venda de ingressos para o produto Apresentações Musicais. Contudo, com base no Artigo 30, da Seção III, da Instrução Normativa 01/2023, transcrito abaixo: § 3º Excluem-se da obrigatoriedade os projetos que contenham ações formativas ou programas educativos. Por conter pelo menos 03 ações formativas nos produtos Plano Anual, Curso / Oficina / Estágio e, Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra; consideramos o parágrafo terceiro como aplicável às características do projeto. Observação: Atendendo à orientação da Divisão de Atendimento ao Proponente, quanto ao período de execução dos planos anuais que deve ocorrer do início do ano 01/01/2024 ao final do ano 31/12/2024 (disponível na aba "Minhas Solicitações"), adequamos o projeto à realidade e alteramos o descritivo para realização em 2024. O campo do período de execução foi preenchido automaticamente pela plataforma e bloqueado para qualquer alteração manual. Após a aprovação desta adequação, faremos a solicitação de alteração do nome do projeto para o ano de referência indicado.
Projeto Pedagógico - Programa de Capacitações Afrolab (CURSO / OFICINA / ESTÁGIO): Com uma perspectiva sistêmica, que dá suporte e capacitação aos negócios desde sua idealização e origem até o escoamento final dos produtos e serviços desenvolvidos, o Afrolab é um programa de apoio, promoção e impulsionamento do afro empreendedorismo. Com uma metodologia exclusiva e inovadora, oferta conhecimento e capacitação técnica e criativa, com foco em inovação, inventividade e auto-conhecimento. Em sua primeira edição, em 2018, capacitou mais de 200 empreendedoras e empreendedores em seis estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e Maceió. Em 2019 e 2020 levou para doze estados brasileiros o Afrolab Para Elas, voltado exclusivamente para mulheres negras empreendedoras. O “Afrolab” é para empreendedorxs negrxs e afro-indígenas, e promove auto- conhecimento, alinhado à criatividade, técnica e inventividade para impulsionar seus negócios e a sua autoestima. Com metodologia exclusiva, o programa Afrolab, vai ofertar, sessões de ciclos dedicado aos temas de desenvolvimento de aspectos técnicos fundamentais à criação e gerenciamento de um negócio, além de temas de fortalecimento do desenvolvimento pessoal e estratégia para o digital. Tudo isso para fazer com que os empreendimentos reflitam suas potências, tornem-se diferenciais e únicos. O processo de aprendizagem proposto pelo ciclo de formação do Afrolab, parte do nivelamento histórico, com conteúdos que contam desde a chegada dos povos negros no Brasil, e como essas histórias, ajudam a fortalecer o autoconhecimento para potencializar competências e habilidades técnicas e criativas, estruturado no desenvolvimento do negócio das empreendedoras, uma vez que resgata e traz para as vivências contemporâneas os saberes ancestrais que fazem das pessoas negras, sobretudo as mulheres, potências únicas em diferentes áreas de atuação. Nossa metodologia proporciona um olhar 360 graus, iniciada com um processo de autoconhecimento e encerrada com o Plano de ação para a comercialização produto ou serviço que terá as redes sociais como um dos espaço de experimentação ou escoamento dos produtos ou serviços dos empreendedores. Os encontros estão estruturados em temáticas passando pelos processos de fortalecimento da auto estima, criação e produção de produtos e conteúdos, distribuição, escoamento com o foco no marketplace próprio da Feira Preta, e o consumo (relação com a consumidora). Além de uma abordagem especial com o foco em marketing digital e educação financeira. Dia 1. Autoconhecimento Dia 3. Conexão Ancestral Dia 4. Conhecendo Meu Negócio Dia 5. Marketing Digital de Ideias Dia 6. Bora Prototipar Dia 7. Planos de Ação Sistemática de trabalho: 1. Imersão / residência com os professores (24h/aula): a) Encontro 1 - 4h/aula- Integrar professores, equipe de produção e participantes;- Apresentar o programa e todos os envolvidos;- Trabalhar o tema do autoconhecimento e as aptidões artísticas individuais;- Olhar o contexto da produção artística por outras perspectivas;- Propor e interagir com novas soluções e construções coletivas;- Ter contato com uma metodologia de trabalho no seu processo de criação e desenvolvimento de estética/identidade própria. b) Encontro 2 - 4h/aula- Roda de Saberes- Desafio mão na massa- Estímulo à troca de saberes e à produção/criação coletiva. d) Encontro 3 - 4h/aula- Fragilidades e potencialidades do processo artístico (individual);- Ciclo de vida de uma obra de arte;- Olhar profundo sobre as potencialidades de disseminação dos saberes envolvidos em cada processo artístico. e) Encontro 4 - 4h/aula- Separação em grupos e definição de temas por grupo;- Definição do recorte de atuação (público, território etc.);- Definição do público-alvo de cada artista;- Desenho de ideias e preparação de execução. f) Encontro 5 - 4h/aula- Apresentação das ideias;- Pitch de negócios. g) Encontro 6 - 4h/aula- Desenvolvimento de planos de ação para a criação de obras de artes (processos artísticos) individuais;- Compreensão do ciclo (criação, produção, escoamento e manutenção);- Compartilhamento de vivências e experiências. Temas dos Seminários - Festival Feira Preta (SEMINÁRIO / SIMPÓSIO / ENCONTRO / CONGRESSO / PALESTRA): a) Diáspora Africana e seus Impactos Socioculturais; b) Empreendedorismo Cultural Negro e Afro-indígena; c) Economia Criativa e Inventividade Negra; d) Tecnologias na Produção Cultural Negra; e) Arte e Cultura Preta e os Segmentos Culturais; f) Liderenças Femininas Pretas em Negócios Criativos; g) Festivais de Cultura Preta; h) Arte-Educação Decolonial.
PRODUTO PRINCIPAL: a) Plano Anual Acessibilidade física: - Área específica para embarque/desembarque de PcD, idosos e pessoas com mobilidade reduzida;- Rampas de acesso e banheiros adaptados para PcD;- Áreas reservadas para cadeirantes e assentos reservados para PcD e/ou idosos.Itens orçamentários: Sem necessidade de inclusão, os espaços físicos do Instituto já são adaptados. Acessibilidade de conteúdo: - Utilização de linguagem oral e descrição dos espaços e atividades, para atendimento de deficientes visuais e pessoas do espectro autista;- Impressão de material de divulgação em braile, quando necessário.- Legendagem descritiva em materiais de divulgação (vídeos para redes sociais), contemplando deficientes auditivos; - Intérprete de Libras para as atividades artístico-culturais a serem realizadas nas unidades PretaHub em São Paulo/SP e Cachoeira/BA;- Inserção do widget público VLibras no site. Itens orçamentários: Custos Administrativos. Custos de Divulgação. Intérprete de Libras. PRODUTOS SECUNDÁRIOS: b) Festival / Mostra (Exposições, Apresentações Musicais e Cênicas, Palestras) Acessibilidade física: - Área específica para embarque/desembarque de PcD, idosos e pessoas com mobilidade reduzida;- Rampas de acesso e banheiros adaptados para PcD;- Áreas reservadas para cadeirantes e assentos reservados para PcD e/ou idosos.Itens orçamentários: Locação de espaço. Locação de banheiros químicos. Acessibilidade de conteúdo: - Utilização de linguagem oral e descrição dos espaços e atividades, para atendimento de deficientes visuais e pessoas do espectro autista;- Impressão de material de divulgação em braile, quando necessário.- Legendagem descritiva em materiais de divulgação (vídeos para redes sociais), contemplando deficientes auditivos; - Intérprete de Libras para as palestras e debates;- Inserção do widget público VLibras no site. Itens orçamentários: Custos Administrativos. Custos de Divulgação. Demais medidas detalhadas em cada produto pertencente ao festival. c) Exposição de Artes (Artes Visuais) - FESTIVAL FEIRA PRETA Acessibilidade física: - Área específica para embarque/desembarque de PcD, idosos e pessoas com mobilidade reduzida;- Rampas de acesso e banheiros adaptados para PcD;- Áreas reservadas para cadeirantes e assentos reservados para PcD e/ou idosos.Itens orçamentários: Não vinculados no produto, pois estão inclusos nos custos do Festival / Mostra. Acessibilidade de conteúdo: - Contratação de 09 monitores para atendimento a deficientes visuais, deficientes auditivos e idosos e/ou pessoas com mobilidade reduzida;- Serviço de audiodescrição para as obras;- Elaboração de 01 projeto expográfico das exposições, incluindo impressão de legendas das obras, criação do circuito de visitação etc. d) Apresentação musical (Música Regional) - FESTIVAL FEIRA PRETA Acessibilidade física: - Área específica para embarque/desembarque de PcD, idosos e pessoas com mobilidade reduzida;- Rampas de acesso e banheiros adaptados para PcD;- Áreas reservadas para cadeirantes e assentos reservados para PcD e/ou idosos.Itens orçamentários: Não vinculados no produto, pois estão inclusos nos custos do Festival / Mostra. Acessibilidade de conteúdo: - Contratação de 08 intérpretes de libras para promoção de acessibilidade das apresentações; - Contratação de 03 monitores para atendimento a deficientes visuais, deficientes auditivos e idosos e/ou pessoas com mobilidade reduzida e) Espetáculo de Artes Cênicas (Artes Cênicas) - FESTIVAL FEIRA PRETA Acessibilidade física: - Área específica para embarque/desembarque de PcD, idosos e pessoas com mobilidade reduzida;- Rampas de acesso e banheiros adaptados para PcD;- Áreas reservadas para cadeirantes e assentos reservados para PcD e/ou idosos.Itens orçamentários: Não vinculados no produto, pois estão inclusos nos custos do Festival / Mostra. Acessibilidade de conteúdo: - Contratação de 02 Intérpretes de Libras para as performances de artes cênicas. - Contratação de 02 monitores para atendimento a deficientes visuais, deficientes auditivos e idosos e/ou pessoas com mobilidade reduzida. f) Obra Exibida (Audiovisual) - FESTIVAL FEIRA PRETA Acessibilidade física: - Área específica para embarque/desembarque de PcD, idosos e pessoas com mobilidade reduzida;- Rampas de acesso e banheiros adaptados para PcD;- Áreas reservadas para cadeirantes e assentos reservados para PcD e/ou idosos.Itens orçamentários: Não vinculados no produto, pois estão inclusos nos custos do Festival / Mostra. Acessibilidade de conteúdo: - Contratação de 03 Intérpretes de Libras para as exibições cinematográficas;- Priorização na seleção de filmes com audiodescrição; g) Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra (Humanidades) - FESTIVAL FEIRA PRETA Acessibilidade física: - Área específica para embarque/desembarque de PcD, idosos e pessoas com mobilidade reduzida;- Rampas de acesso e banheiros adaptados para PcD;- Áreas reservadas para cadeirantes e assentos reservados para PcD e/ou idosos.Itens orçamentários: Não vinculados no produto, pois estão inclusos nos custos do Festival / Mostra. Acessibilidade de conteúdo: - Contratação de Intérpretes de Libras para acompanhamento dos 21 palestrantes e 06 apresentações literárias;- Oferta de material pedagógico gratuito;- Contratação de dois tradutores simultâneos em português das palestras ofertadas pelos convidados de outros países. h) Curso / Oficina / Estágio - PROGRAMA AFROLAB DE CAPACITAÇÕES Acessibilidade física: - Área específica para embarque/desembarque de PcD, idosos e pessoas com mobilidade reduzida;- Rampas de acesso e banheiros adaptados para PcD;- Áreas reservadas para cadeirantes e assentos reservados para PcD e/ou idosos.Itens orçamentários: Não vinculados no produto, pois estão inclusos nos custos do Festival / Mostra. Acessibilidade de conteúdo: - Contratação de 02 intérpretes de libras por cidade, para atuação durante os 06 dias de cada ciclo formativo;- Aquisição de material de apoio pedagógico acessível, no caso de inscritos com demandas específicas. i) Curso / Oficina / EstágioAcessibilidade física: - Área específica para embarque/desembarque de PcD, idosos e pessoas com mobilidade reduzida;- Rampas de acesso e banheiros adaptados para PcD;- Áreas reservadas para cadeirantes e assentos reservados para PcD e/ou idosos.Itens orçamentários: Realização em espaços adaptados. Acessibilidade de conteúdo: - Utilização de linguagem oral e descrição dos espaços e atividades, para atendimento de deficientes visuais e pessoas do espectro autista;- Impressão de material de divulgação em braile, quando necessário.- Legendagem descritiva em materiais de divulgação (vídeos para redes sociais), contemplando deficientes auditivos; - Intérprete de Libras para as formações Afrolab;- Inserção do widget público VLibras no site. Itens orçamentários: Custos Administrativos. Custos de Divulgação. Intérprete de Libras.
O presente Plano Anual do Instituto Feira Preta foi planejado com previsão de gratuidade em grande parte de suas atividades: programação cultural das casas PretaHub (São Paulo e Cachoeira), Festival Feira Preta (apresentações cênicas, audiovisuais, exposições e palestras), e, Programa Afrolab de Capacitações (São Paulo, Cachoeira, São Luís, Rio de Janeiro e Recife); permitindo acesso ao público de todas as idades, com enfoque ao público de agentes culturais, artistas, produtores e empreendedores negros. Com isso, os valores de entrada a serem considerados no caixa do projeto serão descritos abaixo, seguindo as porcentagens indicadas para democratização de acesso. Produto (principal): PLANO ANUALPROGRAMAÇÃO DO INSTITUTO FEIRA PRETA - CASAS PRETAHUB A distribuição gratuitatambém atenderá os critérios do artigo 27 (distribuição gratuita de ingressos e produtos) e 29(distribuição de ingressos e produtos para a comunidade negra) da IN 01/2023. Produtos secundários: a) Festival/Mostra - FESTIVAL FEIRA PRETA A distribuição gratuitatambém atenderá os critérios do artigo 27 (distribuição gratuita de ingressos e produtos) e 29(distribuição de ingressos e produtos para a comunidade negra) da IN 01/2023. A única atividade com cobrança parcial de ingressos (50% das entradas) será detalhada no produto "Apresentações Musicais". b) Exposição de Artes (Artes Visuais) - FESTIVAL FEIRA PRETA A distribuição gratuitatambém atenderá os critérios do artigo 27 (distribuição gratuita de ingressos e produtos) e 29(distribuição de ingressos e produtos para a comunidade negra) da IN 01/2023. c) Apresentação musical (Música Regional) - FESTIVAL FEIRA PRETA Para as apresentações musicais, está previsto um público de 20.000 pessoas (ingressos) para 02 dias de programação musical. Os ingressos serão vendidos de forma online (plataformas como Sympla) e cada ingresso valerá para 01 dia da programação, considerando: Art. 27. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; Número de ingresos a serem distribuídos nesta faixa: 100 ingressos. II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; Número de ingresos a serem distribuídos nesta faixa: 4.900 ingressos. III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e Número de ingresos a serem distribuídos nesta faixa: 1000 ingressos. IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Número de ingresos a serem distribuídos nesta faixa: 4000 ingressos a R$ 39,50 (inteira) e R$ 19,75 (meia entrada). § 3º A parametrização estabelecida no sistema observará o que segue: I - meia entrada assegurada para estudantes em, no mínimo, 40% (quarenta por cento) do quantitativo total dos ingressos comercializados, conforme o § 10 do art. 1º da Lei nº 12.933, de 2013; e Número de ingresos a serem distribuídos nesta faixa: 2000 ingressos a R$ 30,00 (meia entrada). II - meia entrada assegurada para idosos em todos os ingressos comercializados, conforme art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003. Número de ingresos a serem distribuídos nesta faixa: 2000 ingressos a R$ 30,00 (meia entrada). E, adicional de meia entrada assegurada para o público PcD. Número de ingresos a serem distribuídos nesta faixa: 1000 ingressos a R$ 30,00 (meia entrada). NÚMERO DE INGRESSOS E VALOR DA INTEIRA: 5000 ingressos a R$ 60,00. As quantias e valores estão de acordo com o plano de distribuição. d) Espetáculo de Artes Cênicas (Artes Cênicas) - FESTIVAL FEIRA PRETA A distribuição gratuitatambém atenderá os critérios do artigo 27 (distribuição gratuita de ingressos e produtos) e 29(distribuição de ingressos e produtos para a comunidade negra) da IN 01/2023. e) Obra Exibida (Audiovisual) - FESTIVAL FEIRA PRETA A distribuição gratuitatambém atenderá os critérios do artigo 27 (distribuição gratuita de ingressos e produtos) e 29(distribuição de ingressos e produtos para a comunidade negra) da IN 01/2023. f) Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra (Humanidades) - FESTIVAL FEIRA PRETA A distribuição gratuitatambém atenderá os critérios do artigo 27 (distribuição gratuita de ingressos e produtos) e 29(distribuição de ingressos e produtos para a comunidade negra) da IN 01/2023. g) Curso / Oficina / Estágio - PROGRAMA AFROLAB DE CAPACITAÇÕES A distribuição gratuitatambém atenderá os critérios do artigo 27 (distribuição gratuita de ingressos e produtos) e 29(distribuição de ingressos e produtos para a comunidade negra) da IN 01/2023. Para além, o projeto considera as seguintes medidas de ampliação de acesso contidas no artigo 28, da mesma normativa: Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos.
Proponente: Instituto Feira Preta Presidente: Adriana Barbosa | Função no projeto: Coordenação Geral (atividade com remuneração prevista na rubrica de mesmo nome) Adriana Barbosa é fundadora da Feira Preta, maior evento de cultura e empreendedorismo da América Latina, e CEO da PretaHub. Em 2017 foi homenageada junto ao Lázaro Ramos e a Taís Araújo como os 51 negros com menos de 40 anos mais influentes do mundo segundo o Mipad, premiação mundial reconhecida pela ONU. Entre seus reconhecimentos, estão os prêmios Empreendedor Social, Claudia, Estado de São Paulo para as Artes e Sim à Igualdade Racial. Em 2020 foi reconhecida como a primeira mulher negra entre os Inovadores Sociais do Mundo no Ano, pelo Fórum Econômico Mundial. Coordenador de Produção Daniel Manjarrés é Arquitecto pela Faculdade de Artes da Universidade Nacional da Colômbia, Pós-graduado em Editoração pela Universidade de Salamanca (Madrid, ES) e Mestre em Museologia pelo Programa Interunidades de Pós-Graduação da Universidade. de São Paulo (Brasil). É gestor de projetos culturais com impacto social, nos topicos do patrimônio cultural, a economia criativa e os museus. Realizou esses trabalhos principalmente para instituições do setor público e também para instituições privadas e da sociedade civil. Consultora Juliana Gonçalves uma mulher negra em movimento, mãe, jornalista, candomblecista, bissexual, feminista negra, periférica, afrolatina, quiçá um corpo livre. Em 2022, se tornou mestre em Filosofia pela Universidade de São Paulo, onde pesquisou o significado do Bem Viver para mulheres negras. Desde 2013, integra a Marcha das Mulheres Negras de SP, onde desde 2018 coordena o curso de formação política para mulheres negras chamado Narrativas de Liberdade. Fez parte da coordenação política da Mandata Quilombo liderada por Malunguinho e foi chefa de gabinete até o final da Mandata, neste março de 2023. Em 2022, coordenou a campanha à deputada estadual da grande ativista independente Neon Cunha, que obteve mais de 35 mil votos, com votação expressiva em mais de 70% dos municípios do estado. Atualmente coordena projeto na inovador na área da Comunicação na Casa PretaHub. Produtor Executivo (Administrativo) Agnaldo Soares de Lima é gestor financeiro de projetos. MBA em Controladoria e Finanças pelo BI International e Pós-graduado em Gestão de projetos pelo SENAC. Atuou nos mais diversos segmentos tais como indústrias, bancos de investimento, associações e organizações não governamentais. Há mais de 20 anos vem atuando na área financeira de projetos implementando ferramentas de controle e análise com o objetivo de obter melhor acompanhamento e melhor resultado nos projetos. Formação: MBA BI International –Gestão em Controladoria e Finanças–2016; Pós-graduação em Gestão de Projetos -PMI -SENAC -2013-2014; Pós-graduação em Gestão Executiva (Módulos MBA) –FIA-USP –2008; graduado em Ciências Econômicas – Universidade Presbiteriana Mackenzie – 2004 Produtor Executivo (Financeiro) Marcus Vinicius tem 16 anos de experiência atuando na gestão das áreas administrativa, financeira, controladoria e planejamento em empresas de serviço, educação, importação e venda de bens de consumo. Experiência em gestão do depto financeiro, com foco em atividades gerenciais como orçamento e planejamento financeiro, demonstrações contábeis e indicadores gerencias (Balanço Patrimonial, DRE, EBITDA, Fluxo de Caixa projetado, budget/forecast) Gerenciamento de rotinas de contas a pagar e receber, conciliação bancária, fluxo de caixa, fechamento contábil e fiscal; Experiência em análise e revisão da estrutura operacional de empresas, visando maior produtividade e redução de custos, através de definição de metas e indicadores gerenciais KPI’s; Experiência em negociação internacional de compras com fabricantes e fornecedores da China e EUA; Experiência em gestão de crise, renegociação de dívidas e contratos junto à clientes e fornecedores; Liderança, gestão de equipe, ética, resiliência, visão empreendedora e pensamento critico são características determinantes que forjaram minha carreira profissional. Trabalhador cultural - área finalística - plano anual (Analista de Recursos Humanos) Mauricio Ortiz é graduado em Gestão de Recursos Humanos, Pós-Graduado em Gestão Estratégicas de Pessoas e formado em Psicologia. Responsável por manter as ações de sensibilização e comunicação com colaboradores, atuando na área onboarding, treinamento & desenvolvimento, recrutamento e seleção, Atuação com foco na Diversidade e Inclusão, Gestão humanizada, elaboração de comunicados voltados para experiência do colaborador. Foco no aumento da produtividade e melhora na saúde mental dos colaboradores, harmonia no ambiente de trabalho gerando retenção,empatia e respeito entre todes. Coordenação Técnica (PretaHub) Jéssica Martins é aulistana, movida por tambor, poesia e asé. Bacharel em Sociologia e Política pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo - FESPSP. Idealizadora e gestora do Projeto Omodé que trabalha na disseminação da cultura e arte percussiva afro-brasileira a jovens da periferia de São Paulo. Possui experiência na gestão de projetos e programas incentivados, produção executiva e cultural. Pós-graduanda em Cultura, Educação e Relações Étnicos-Raciais pelo CELACC - Centro de Estudos Latino- Americanos sobre Cultura e Comunicação, da USP - Universidade de São Paulo. Integra a equipe da PretaHub como Coordenadora do Projeto Técnico. Produtor (São Paulo) Paulo Oliveira Paulo é ativista social no empenho de conscientizar crianças, adolescentes e jovens de sua pluralidade e singularidade da identidade racial. Atua na gestão da Casa PretaHub, assim como lidera os estudios de audio, sendo gestor do Selo Preta Label. Produtor (Cachoeira) Beatriz Moura é psicologa com experiência em trabalho como comunidades negras e quilombolas do nordeste do Brasil. Sua experiência de 25 anos inclui a gestão de espaços culturais, de apoio à comunidade e o agênciamento da criatividade. Coordenação Gráfica Gabriela Tanabe é Relações Públicas, especialista em Gestão de Marketing, apaixonada por pessoas e pelo poder que a comunicação tem em conectá-las. Nos últimos 13 anos, adquiriu experiência nas áreas de comunicação, eventos e marketing digital. Contratação de Técnicos (Avaliação e Monitoramento) Rede de Conhecimento Social é uma organização sem fins lucrativos que promove a participação social por meio da construção coletiva de conhecimento, conectando e mobilizando pessoas, grupos e organizações para estimular a compreensão e transformação de seus contextos. A partir de diferentes estratégias, concebem, planejam e implementam diferentes ações e programas orientados por princípios de colaboração, cocriação e compartilhamento de saberes. Assistente de Produção (Administrativo-Financeira) Anike Morais é graduada em Comunicação e com cursos na gestão administrativa na área de eventos. Trabalhou na gestão, planejamento e organização executiva e financeira de produtoras nas áreas de feiras, eventos e produções artísticas. Entrou no Festival Feira Preta em 2008 para contribuir com iniciativas de promoção do empreendedorismo. Fez uma pausa em 2012 para atuar na gestão pública, na Secretaria da Igualdade Racial e Secretaria de Direitos Humanos da Prefeitura de São Paulo. Hoje atua no time de gestão administrativa dos projetos da PretaHub. Assistente de Produção (Administrativo-Financeira) "Patricia Barbosa tem formação nas áreas de tecnóloga em secretariado, assistente administrativo pelo SENAC- SP e cursos voltados para as competências profissionais, emocionais e tecnológicas para tempos de mudança pela PUCRS. Atua há 20 anos na área administrativa e comercial. Também atua na área de produção e gestão de projetos e gestão de patrimônio pessoal para diretoria da empresa."
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.