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PRONAC 235444Apresentou prestação de contasMecenato

Plano Bianual Fundação Fernando Henrique Cardoso

FUNDACAO FERNANDO HENRIQUE CARDOSO
Solicitado
R$ 14,24 mi
Aprovado
R$ 12,18 mi
Captado
R$ 7,68 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (25)
CNPJ/CPFNomeDataValor
09346601000125B3 S.A. - BRASIL, BOLSA, BALCAO1900-01-01R$ 1,00 mi
16789525000198XP VISTA ASSET MANAGEMENT LTDA.1900-01-01R$ 847,6 mil
62418140000131Intrag Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda1900-01-01R$ 600,0 mil
15124464001159BANCO BESA SA1900-01-01R$ 500,0 mil
07032886000102Logistica Ambiental de Sao Paulo S.A. - Loga1900-01-01R$ 500,0 mil
34075739000184SOCIEDADE DE ENSINO SUPERIOR ESTACIO DE SA LTDA1900-01-01R$ 500,0 mil
52815131000120ITAU-BBA TRADING S/A1900-01-01R$ 400,0 mil
61562112000120Pricewaterhouse Coopers Auditores Independentes1900-01-01R$ 365,0 mil
61557039000107ITAU SEGUROS S/A1900-01-01R$ 350,0 mil
00923140000131Ems S/A1900-01-01R$ 306,4 mil
16551758000158Porto Capitalização1900-01-01R$ 300,0 mil
06109373000181Safra Seguros Gerais S.A.1900-01-01R$ 300,0 mil
09436686000132PORTO SEGURO SERVICOS E COMERCIO S.A1900-01-01R$ 200,0 mil
62232889000190Banco Daycoval S.A.1900-01-01R$ 200,0 mil
46570800000149ALFA ARRENDAMENTO MERCANTIL S.A.1900-01-01R$ 198,4 mil
12424020000179NOVAMED FABRICACAO DE PRODUTOS FARMACEUTICOS LTDA.1900-01-01R$ 193,6 mil
03237583000167COPA ENERGIA S.A.1900-01-01R$ 150,0 mil
62178421000164Alfa Corretora de Câmbio e Valores Mobiliários S/A1900-01-01R$ 142,5 mil
17167412000113Financeira Alfa S.A - Crédito, Financiamento e Investimentos1900-01-01R$ 116,4 mil
42169508000168Edenred Brasil Participações S.A.1900-01-01R$ 115,3 mil
68900810000138Banco Rendimento S.A.1900-01-01R$ 100,0 mil
02332886001178XP INVESTIMENTOS CORRETORA DE CAMBIO, TITULOS E VALORES MOBILIARIOS S/A1900-01-01R$ 97,4 mil
60770336000165Banco Alfa de Investimentos S.A1900-01-01R$ 84,0 mil
01638542000157SAFRA DISTRIBUIDORA DE TITULOS E VALORES MOBILIARIOS LTDA.1900-01-01R$ 58,7 mil
09121755000119DM10 CORRETORA DE SEGUROS E ASSESSORIA LTDA1900-01-01R$ 55,0 mil

Eficiência de captação

63.0%

Classificação

Área
—
Segmento
PreservaçRegistrPromoç d Acervo BibliogrArquivísti
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Plano bianual
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-01-01
Término

Resumo

O projeto visa garantir, através de seu Plano Bianual, a continuidade da preservação, descrição e divulgação de acervos históricos custodiados pela Fundação. Pretende manter exposição permanente na sede para visitação presencial, assim como sua versão virtual, acompanhada de projeto educativo de pesquisa em fontes históricas; intenta divulgar documentos do acervo por meio de exposições virtuais e realizar nova exposição de longa duração; objetiva realizar seminários internacionais e oficinas metodológicas; visa dar tratamento técnico a entrevistas históricas audiovisuais e disponibilizá-las no site da proponente, além de editar um livro e reeditar outra publicação.

Sinopse

Seminários internacionais Os seminários reúnem especialistas do Brasil e do exterior para que, à luz de suas experiências, contribuam para enfrentar situações polêmicas na área dos arquivos. Um subproduto é a publicação do conteúdo integral apresentado pelos conferencistas em livro eletrônico, disponibilizado no site da proponente. Os títulos são provisórios. Os eventos previstos são: 1. O artefato como documento A presença de objetos em arquivos, bibliotecas e centros de documentação e memória sempre provocou estranhamento, como se esse tipo de material fosse, por definição, destinado a museus. Além de confrontar diferentes experiências de custódia de objetos, o evento deverá levantar as condições sob as quais os artefatos, independentemente de sua origem, assumem estatuto documental e podem ser identificados e descritos, convertendo-se em fonte de pesquisa. 2. Avaliação em Arquivos Pessoais O Seminário propõe um debate a respeito das políticas de acervo implementadas nas instituições de custódia, em relação ao processo seletivo dos documentos. O evento pretende também cotejar procedimentos e discutir as técnicas de reprodução digital de documentos, confrontando-os com a experiência de instituições similares, como a Fundação Felipe González e a Fundação Mário Soares, sediadas em Madri e Lisboa respectivamente, que também cumprem a missão de tornar público o acervo de ex-chefes de Estado. Oficinas metodológicas As oficinas são palestras dialogadas com um público especializado, atuante em instituições de memória e custódia de documentos e que busca formação e discussão sobre teoria e prática. Com uma existência de 14 anos na grade de eventos da Fundação, as oficinas têm recebido grande atenção da comunidade ligada a instituições públicas e privadas. Os títulos são provisórios. 1. A documentação audiovisual nos acervos das instituições de custódia: novos desafios O objetivo é avaliar as condições sob as quais se apresentam hoje os documentos que utilizam a imagem em movimento e o som como linguagens predominantes, abordando problemas relacionados com sua identificação tipológica, sua relação orgânica com outras unidades de descrição e as providências que asseguram a longevidade de acesso a seu conteúdo. A proposta é confrontar diferentes iniciativas de tratamento técnico deste tipo de documentação, no Brasil e no exterior. 2. Projeto descritivo em arquivos pessoais e a arquitetura da base de dados O objetivo é indicar as principais etapas do processo de descrição documental com ênfase na identificação de tipos e espécies, nas linguagens sob as quais se apresentam, em sua caracterização física, passando pela centralidade da identificação do contexto de criação do documento. A segunda parte da oficina mostrará como a metodologia adotada é transposta para a base de dados, apresentando os requisitos essenciais de um programa descritivo. 3. Redes sociais e projeto educativo O objetivo é apresentar e discutir formas alternativas de difusão dos acervos documentais, examinando o potencial das plataformas e ferramentas de maior popularidade entre estudantes de várias idades. A ideia é expor as experiências desenvolvidas na Fundação, de aproximar estudantes do ensino médio e universitário de acervos reais, para introduzi-los no contato com fontes históricas que geram aprendizado e o despertar do espírito crítico. 4. Racionalizar o espaço nos depósitos de documentos: o processo de notação O objetivo é demonstrar as vantagens de um armazenamento compacto de documentos e da codificação que lhes dá simultaneamente uma identidade e um endereço único e permanente e permitem usar todo o espaço dos invólucros e caixas do mobiliário da reserva técnica. Tal racionalização, usado na Fundação FHC, garante também adequadas condições de conservação. A oficina será simultaneamente presencial e on-line. Exposições presenciais A nova exposição “Arco Longo do Brasil" (título provisório) proporcionará aos visitantes uma visão abrangente das grandes evoluções ocorridas nas áreas de direitos humanos, meio ambiente, direitos civis e renda mínima dos anos 1990 até hoje. Essas narrativas visam a reflexão sobre a importância da participação cidadã e do engajamento social na construção de um arco longo para um Brasil mais justo, sustentável e inclusivo. Exposições virtuais (06): Atualmente, no site da Fundação há 13 mostras virtuais, de temas variados, com mais de 16 mil acessos desde a sua criação, em 2020. A plataforma foi construída para divulgar o acervo da Fundação e apresenta os documentos, muitos deles inéditos, que pertencem a arquivos pessoais de vários titulares. Os títulos são provisórios. 1. Diretas Já: 40 anos O objetivo é discutir a volta ao Estado de Direito depois do regime militar, por meio da celebração do movimento das Diretas, que mobilizou o país. A Constituição de 1988 e os passos que construíram a Nova República serão mostrados por meio dos documentos do acervo de FHC, personagem que participou decisivamente no processo. 2. Trajetórias intelectuais impressas em “pequenos documentos” Existem nos acervos documentos que precisam de uma atenção acurada, pois são aparentemente desprovidos de importância. Trata-se de bilhetes, cartões de encaminhamento, dedicatórias e marcas de leitura deixadas em livros e outros papéis, tais como grifos e notas marginais. A Biblioteca é um local privilegiado para bisbilhotar esses indícios de formação intelectual e de construção da obra de um autor. Na Fundação FHC existem registros dessa natureza a serem explorados, com potencial para revelar aspectos das trajetórias da antropóloga Ruth Cardoso e do sociólogo Fernando Henrique Cardoso. 3. Figuras de linguagem, ditos populares e aforismos: a charge como documento O objetivo da série de exposições que vem tematizando o humor gráfico, a partir de documentos do acervo da Fundação FHC, é explorar a ampla utilização que os chargistas fazem das figuras de linguagem, mobilizando operações de analogia, substituição, exagero, atenuação, oposição e ruptura para apresentar sua visão crítica da vida política brasileira. 4. Cartas em cartaz: votos e comemorações A série que explora a correspondência dos cidadãos dirigida a Fernando Henrique Cardoso, documentação espontaneamente enviada durante os dois mandatos, visa explorar, na sua segunda edição, as manifestações nas datas em que as pessoas comumente se cumprimentam: Natal, Ano-Novo, aniversários. Curiosamente, datas cívicas também são motivo de envio de bons augúrios ao chefe da Nação e traduzem anseios quanto à condução do país. 5. A fotografia como documento: as muitas camadas de significados A ideia é mostrar que a imagem fotográfica pode revelar muito quando se vai além dos motivos imediatos que motivaram sua produção. As personagens, os trajes, o gestual, as expressões faciais, a postura corporal. Tanto os retratos, quanto as fotos posadas e as espontâneas têm seu potencial de informação não evidente e a mostra irá usar exemplos emblemáticos dos acervos de todos os titulares custodiados pela Fundação. 6. De olho no presidente: das fotografias oficiais às charges A ideia é mostrar diferentes abordagens de registro documental, por meio de imagens, das atividades de um chefe de Estado. A cobertura fotográfica oficial objetiva a documentação do fato, enquanto os profissionais da mídia impressa buscam cenas fora do lugar comum, que atraiam a atenção do público. E temos também as charges, desenhos que usam do humor para abordar de forma crítica os acontecimentos do país. O objetivo da mostra é contrapor essas imagens e discutir o que representam. Projeto "Cenas da Redemocratização" As entrevistas do programa Vamos sair da crise serão tratadas tecnicamente e posteriormente disponibilizadas no Portal do Acervo e em página no site da proponente. Produtos culturais serão concebidos pelo autor do material, explorando temas e discussões relevantes da vida pública brasileira.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS 1. Organizar, descrever e conservar fisicamente o acervo Presidente Fernando Henrique Cardoso, promovendo a informatização em base de dados consultável on-line. 2. Promover a difusão das informações históricas do acervo Pres. FHC e dos cinco demais titulares, custodiados pela Fundação e nomeados adiante. 3. Promover por meio de seminários internacionais, discussões teóricas e metodológicas relativas à gestão do patrimônio documental histórico nacional, que interessam a técnicos, gestores e curadores de instituições e ao público interessado em questões de memória, informação e tecnologia aplicada à área. 4. Promover oficinas de aprendizagem sobre o trabalho técnico com acervos, visando disseminar o conhecimento produzido na Fundação sobre o tratamento de arquivos pessoais. 5. Prosseguir a oferta de exposição interativa e de longa duração, "Um plano real: a história da estabilização do Brasil" em 2024, no formato presencial, assim como de sua réplica em meio virtual, que tem projeto educativo direcionado a professores que queiram estimular a pesquisa, colocando os estudantes em contato com documentos arquivísticos reais. 6. Renovar, em 2025, a exposição "Um plano real", em cartaz desde 2010, pela produção de nova mostra de longa duração. 7. Prosseguir a oferta de exposições virtuais em plataforma construída para divulgar os documentos do acervo pelo site da proponente. 8. Incorporar ao acervo da Fundação conjunto de entrevistas audiovisuais, relativas à vida sociocultural, política e econômica do Brasil, para a produção de conteúdos sobre a redemocratização do Estado Brasileiro, nos anos 1980. 9. Edição de livro; 10. Reedição de livro de metodologia descritiva do Acervo da Fundação FHC. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Plano Bianual: 1. Preservação de Acervo Cultural (1): custódia do Acervo Pres. Fernando Henrique Cardoso visando promover a conservação física, a organização e a descrição dos documentos, cujas fichas de metadados e os respectivos arquivos digitais são disponibilizados na Internet para consulta universal on-line. O Portal de pesquisa do Acervo atende à pesquisa acadêmica, produção de livros, documentários, reportagens e outros. O site da Fundação tem uma visitação média anual de 325 mil pessoas. 2. Preservação de Acervo Cultural (2): Custódia de 6 (seis) acervos documentais de valor histórico e cultural: Presidente Fernando Henrique Cardoso; os de seu avô e seu pai, Joaquim Ignacio Cardoso e Leonidas Cardoso, ambos militares com destaque na vida pública do país; de sua primeira mulher, Dra. Ruth Cardoso, antropóloga e ativista social, criadora do programa Comunidade Solidária; assim como os de Paulo Renato Souza e Sergio Motta, respectivamente ministros da Educação e das Comunicações do governo FHC. Somado a esse patrimônio, a Biblioteca da Fundação, um conjunto com mais de 14 mil livros, tem seus títulos divulgados na Internet e disponibiliza na íntegra as obras de Ruth e Fernando Henrique Cardoso fora de catálogo. Está prevista a confecção dos Cadernos do Acervo (título provisório), publicação dividida em 8 fascículos sobre gêneros documentais, a serem disponibilizados no site da proponente. 3. Seminário/Simpósio/Encontro/Congresso/Palestra: realização de 2 (dois) seminários internacionais em meio digital (webinar). Profissionais das áreas de arquivo, ciências da informação, biblioteconomia, história, sociologia, e correlatas serão convidados a discutir temas ligados ao tratamento técnico de objetos e artefatos presentes nos acervos e a políticas de avaliação dos conjuntos documentais custodiados. Para os dois encontros estima-se a presença de 400 participantes. Estão previstos como subprodutos 2 e-books com o conteúdo dos eventos, disponibilizados no site da proponente. 4. Oficina/Workshop/Seminário audiovisual: realização de 4 (quatro) oficinas metodológicas para discutir conceitos e questões técnicas sobre o tratamento de acervos. Três oficinas serão virtuais, contando com aproximadamente 200 pessoas cada, média de público dos eventos realizados em 2022 e 2023. Uma das oficinas ocorrerá na modalidade híbrida (presencial e on-line), contando com a participação de cerca de 40 pessoas na sede da proponente. Os subprodutos serão apostilas virtuais, a serem disponibilizadas no site da proponente. 5. Exposição de Artes Visuais (1): prosseguir a exibição da mostra de longa duração "Um plano real", inaugurada em 2010, cuja visita é mediada por monitores. No formato presencial a atração recebeu em média 7.000 (sete mil) visitantes por ano. Em 2021, a Exposição foi transposta também para o plano virtual e ganhou seção educacional, com a introdução de uma ‘sala de pesquisa’ com o objetivo de colocar estudantes em contato com documentos do acervo, a fim de exercitar habilidades de pesquisa. Os professores serão os mediadores para escolher as atividades disponíveis na seção e aplicar em sala de aula, a fim de proporcionar uma vivência de investigação de aspectos da história do país, com o auxílio dos monitores da proponente; (2) Concepção de nova mostra de longa duração, "O Arco Longo do Brasil" (título provisório), que visa destacar as mais significativas evoluções ocorridas no país ao longo das últimas décadas, abordando os avanços nas áreas de direitos humanos, meio ambiente, direitos civis e desigualdade social. Por meio de painéis informativos, recursos audiovisuais e elementos interativos, os visitantes serão conduzidos em uma jornada para compreender as conquistas e desafios enfrentados nessas áreas desde os anos 90 até os dias atuais; (3) editar 6 (seis) exposições virtuais, produto criado em 2020 para mostrar a potencialidade de pesquisa dos 6 (seis) acervos custodiados pela Fundação, além de abordar a história brasileira e pautas do mundo contemporâneo. Até junho de 2023 foram publicadas 13 exposições e desde sua estreia há mais de 16.200 visualizações. Acesso: https://fundacaofhc.org.br/exposicoesvirtuais/. 6. Livro 6.1. O Brasil pelo correio (título provisório). A obra colocará em pauta a correspondência recebida por Fernando Henrique Cardoso sobre pontos de inflexão da história brasileira nos últimos 60 anos, desde a ditadura militar, passando pela redemocratização, a Nova República, a estabilização monetária e a política de relações exteriores. A tiragem prevista é de 2.000 exemplares. 6.2. Reedição do livro de metodologia descritiva do Acervo da Fundação FHC, Tempo e circunstância: a abordagem contextual dos arquivos pessoais: procedimentos metodológicos adotados na organização dos documentos de Fernando Henrique Cardoso, publicado em 2007. A tiragem prevista é de 2.000 exemplares. 7. Incorporação ao acervo da Fundação de conjunto de entrevistas audiovisuais, cerne do projeto Cenas da Redemocratização (título provisório), material relativo à vida sociocultural, política e econômica do Brasil, entre 1987 e 1993. O conjunto foi cedido pelo jornalista Alexandre Machado à proponente em 2023. Trata-se de documento de época, pois no período de regime autoritário as emissoras de televisão não costumavam abrir espaços para entrevistas com políticos. Dentre os convidados estão Fernando Henrique Cardoso, Lula e Ulysses Guimarães. Tais interlocuções estão alinhadas com os temas e os propósitos institucionais. Serão concebidos produtos culturais pelo próprio autor do material, veiculados no site da proponente.

Justificativa

As ações propostas pelo Plano Bianual da Fundação Fernando Henrique Cardoso compreendem os seguintes incisos do art. 1° da Lei 8.313/91: Inciso I: "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais"; Inciso VI: "preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro"; Inciso VIII: "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória". A proposta atende ainda aos seguintes objetivos da Lei 8313/91, Art. 3°: Inciso II, alínea c: "realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e folclore" - Exposição Um plano real: a história da estabilização do Brasil"; produção da nova mostra "O Arco Longo do Brasil". Inciso III, alínea a: "construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos" - Continuidade das ações de preservação, descrição e acesso do arquivo histórico de Fernando Henrique Cardoso e preservação dos demais acervos custodiados pela Fundação. Inciso IV, alínea a: "distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos" - O acesso a todas as exposições e eventos previstos nessa proposta é gratuito. A Fundação, entidade apartidária e sem fins lucrativos, foi fundada em 2004, instalada no Edifício CBI-Esplanada, no Vale do Anhangabaú, próxima de alguns dos mais significativos marcos do centro da cidade, como os viadutos do Chá e Santa Efigênia, o Teatro Municipal e a Praça Ramos de Azevedo. Os escritórios, auditório e o acervo estão instalados no 5º e 6º andares do imóvel. A entidade foi criada com uma dupla função: guardar, organizar e disponibilizar gratuitamente os documentos pessoais de interesse público do presidente Fernando Henrique, um acervo com mais de 400 mil itens que cobrem a sua trajetória como sociólogo e político; promover estudos e debates sobre os desafios da democracia e do desenvolvimento no Brasil em sua conexão com o mundo. Com essas ações a Fundação objetiva contribuir para a formação de um cidadão democrático, capaz de enfrentar os desafios complexos da modernidade de forma colaborativa e com base em conhecimento, disposto a se engajar e ser protagonista, de maneira construtiva, empática e com visão da diversidade, como recurso para solucionar problemas da sociedade. A preservação, descrição e difusão do acervo custodiado permite o acesso universal pela web a um conjunto de documentos textuais, audiovisuais, iconográficos, bibliográficos e museológicos, em parte produzido e acumulado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Eles são um patrimônio cultural do país, têm relevância para pesquisadores e para os cidadãos interessados na história brasileira. A missão de dar visibilidade a este acervo atende à Lei n. 8.394 de 30/12/1991 que o considera de "interesse público". Ao acervo presidencial agregaram-se os de seu avô e de seu pai, ambos militares com destaque na vida pública, de sua primeira mulher, Dra. Ruth Cardoso, antropóloga e ativista social, criadora do programa Comunidade Solidária, assim como de Sergio Motta e Paulo Renato Souza, ambos ministros de seu governo. A Fundação apresenta sua reserva técnica ao público em sistema de rodízio, exibindo cerca de 5% dela em exposições que iluminam aspectos dos arquivos mantidos e chamam a atenção para o potencial informativo dos documentos, concretizando o significado de uma memória política e social. Em cartaz, a exposição Arquivos pessoais, interesse público exibe na sede da proponente documentos dos arquivos pessoais citados: Fernando Henrique Cardoso (em processo de descrição com 191.959 itens na base de dados), Ruth Cardoso (finalizado, com 5.155 itens na base de dados), Leonidas Cardoso (finalizado, com 871 itens na base de dados), Joaquim Ignácio Baptista Cardoso (finalizado, com 1.918 itens na base de dados), Paulo Renato Souza (finalizado, com 6.397 itens na base de dados) e Sergio Motta (em processo de finalização com 60.293 itens na base de dados). A exposição "Um plano real: a história da estabilização do Brasil" inaugurada em 2010, mostra o processo de controle da inflação e de estabilização da moeda corrente, desde o início da redemocratização no Brasil, em 1984, até a implantação do Plano Real, dez anos depois. Jogos interativos propõem a vivência das limitações que uma inflação de mais de 30% ao mês trazia à vida cotidiana da população e esses conteúdos têm seu contexto na história política do país. Desde sua abertura a Exposição recebeu mais de 55 mil pessoas, majoritariamente, estudantes de escolas públicas e privadas, com a mediação de monitores. Em 2019, a atração passou por renovação tecnológica e, considerando que a linguagem visual é a forma de comunicação dominante no que diz respeito à museologia, ganhou adaptações de acessibilidade. Com a pandemia de Covid 19 e a interrupção de visitas presenciais, a Exposição migrou para o formato virtual, com a transposição completa do conteúdo e agregou atividade educativa focada para escolares, mas podendo atingir outros públicos. Em uma "sala de pesquisa" os visitantes são apresentados a documentos reais do período a fim de incentivar a pesquisa e a compreensão do que sejam arquivos e fontes históricas. São propostas atividades lúdicas que propiciam a reflexão e o entendimento de que a história presente nos livros didáticos é construída a partir da leitura, compreensão e interpretação de documentos, fontes a se preservar para os contemporâneos e os futuros cidadãos. A nova exposição presencial "O Arco Longo do Brasil" (título provisório) objetiva proporcionar aos visitantes uma visão abrangente das grandes evoluções ocorridas no País nas áreas de direitos humanos, meio ambiente, direitos civis e renda mínima a partir da Nova República. A ideia é provocar a reflexão sobre a importância da participação cidadã e do engajamento social na construção de um arco longo para um Brasil mais justo, sustentável e inclusivo. Tais propósitos estão alinhados com os da Fundação FHC, entidade voltada para a formação de cidadãos democráticos, dispostos a se engajar na sociedade de maneira construtiva, empática e com visão da diversidade. Outra iniciativa de difusão dos arquivos custodiados foi a plataforma de exposições virtuais, com documentos majoritariamente inéditos, por pertencerem a arquivos pessoais. As exposições abordam temas em pauta no mundo contemporâneo, para falar da sociedade, da política, da cultura, da história do presente e do passado. (link: https://fundacaofhc.org.br/exposicoesvirtuais/) O trabalho com os arquivos pessoais realizado na instituição gerou a elaboração de uma metodologia publicada em livro pela proponente (Tempo e circunstância: a abordagem contextual dos arquivos pessoais). Este manual explica a arquitetura da base de dados onde se descrevem os documentos e se pesquisam as informações. Tal metodologia é hoje referencial no Brasil, o que se comprova pela demanda de visitas técnicas e pela adesão às oficinas e seminários que difundem conhecimentos teóricos e práticos. A obra está esgotada e nessa proposta está contemplada a sua reedição. A correspondência trocada entre Fernando Henrique Cardoso e seus contemporâneos será o foco da publicação que percorrerá os marcos da história política e sócio-econômica brasileira nos últimos 60 anos e as relações do Brasil com os grandes blocos políticos do mundo durante os dois mandatos presidenciais (1995-2002).

Estratégia de execução

O projeto prevê verba restrita de divulgação, já que seu produto principal é a base de dados de acesso universal e divulgada nas ações culturais da instituição. O Acervo é onipresente nas atividades cotidianas da Fundação, seus documentos são exibidos na mostra de longa duração, nas exposições temporárias e nas virtuais, inclusive por meio de uma plataforma criada para isso no site da proponente. Os documentos expostos são vistos pelo público que assiste à programação cultural da instituição e pelos estudantes cujas escolas acessam a proposta educativa dessas exposições. As mostras virtuais percorrem a história brasileira e abordam pautas do mundo contemporâneo, tratam de questões sociais, políticas e culturais do presente e do passado. Até 2023 foram publicadas 13 exposições, entre elas, “Mestre da palavra”, sobre o talento de FHC que usou a palavra e o argumento como armas políticas; “Da arte de se fazer lembrar”, sobre os presentes ofertados e as homenagens prestadas ao Chefe da Nação; “Somos muitos e diversos”, sobre a participação e a resistência indígena nos documentos do acervo; “No teatro da política, trilogia sobre as campanhas eleitorais que dos anos 1970 a 1980 levaram o Brasil a reconquistar a democracia. A área de Comunicação e a equipe do Acervo promovem a divulgação sistemática das atividades institucionais na Newsletter da Fundação, na Newsletter do Acervo e nas redes sociais. No Instagram, com a assinatura “acervofundacaofhc” são postados documentos e comentários sobre seu significado e pertinência, incluindo textos, imagens e audiovisuais. São comentados também as especificidades do tratamento técnico do acervo e os eventos culturais realizados. Vídeos cujos trechos são apresentados no Instagram semanalmente migram na íntegra para o YouTube, ampliando a divulgação do acervo, assim como aulas sobre as melhores práticas de conservação e organização de arquivos pessoais, voltadas para um público leigo. Os eventos de conteúdo metodológico que ocorrerão durante o biênio – dois seminários internacionais e quatro oficinas – ficarão gravados no canal do YouTube. Os seminários irão gerar publicações eletrônicas disponíveis no site. As exposições virtuais mostram os documentos a partir do desenvolvimento de um tema, dando acesso a eles na íntegra e eventualmente indicando outros que aprofundem as questões. Todas as atividades são gratuitas e os produtos editoriais ficam disponíveis no canal YouTube, nas redes sociais e no site da Fundação. Para a nova mostra "O Arco Longo do Brasil" estão previstos deslocamentos aéreos dentro do país; os trechos serão definidos durante a execução do projeto. De forma provisória, para poder abrir a tela de deslocamentos, informamos Manaus - São Paulo/São Paulo - Manaus.

Especificação técnica

Preservação de Acervo Cultural Serão disponibilizados no site da proponente os Cadernos do Acervo (título provisório), em 8 (oito) fascículos, com cerca de 10 páginas cada um. A proposta é apresentar, em formato de apostila digital, os conceitos usados no tratamento dos acervos e discutir determinadas soluções metodológicas praticadas ao longo do trabalho de descrição documental. Os conceitos serão ilustrados com a reprodução de documentos, de modo a oferecer subsídios para os profissionais da área e a referenciar oficinas e visitas técnicas. Estão previstos os seguintes fascículos: 1. Documentos textuais 2. Documentos iconográficos: fotografias 3. Documentos iconográficos: mapas, plantas e diagramas 4. Documentos iconográficos: obras artísticas 5. Documentos iconográficos: insígnias, troféus e brindes 6. Documentos sonoros 7. Documentos audiovisuais 8. Documentos sem linguagem: objetos e artefatos Seminários internacionais Um subproduto dos dois seminários é a publicação do conteúdo integral apresentado pelos conferencistas em 2 (dois) livros eletrônicos, disponibilizados no site da proponente. A fala dos palestrantes estrangeiros será traduzida para o português. A gravação do evento, com tradução simultânea, ficará disponível no canal YouTube da proponente. Oficinas metodológicas Cada Oficina produzirá uma apostila que será disponibilizada no site da Fundação. As oficinas ficarão gravadas no canal YouTube da proponente. Os eventos contarão com certificado de participação para quem se inscrever e permanecer no evento. Livro: 1. Publicação O Brasil pelo correio (título provisório). A publicação será ilustrada com as imagens dos documentos originais. Seguem as especificações técnicas da publicação. Dimensões (fechado): 160x230 milímetros; brochura: costurado + hot melt; miolo: papel Pólen Bold 90 gramas; capa: Papel Supremo 300 gramas (laminação fosca); número de páginas: 230; tiragem: 2.000 exemplares; entrega: shirink individual. Versão em português. 2. Reedição do livro Tempo e Circunstância: a abordagem contextual dos arquivos pessoais: procedimentos metodológicos adotados na organização dos documentos de Fernando Henrique Cardoso. A publicação terá tabelas, gráficos e prints de tela da base de dados. A obra contemplará atualizações na metodologia aplicada aos documentos do Acervo Pres. F. H. Cardoso. Seguem as especificações técnicas da publicação. Dimensões (fechado): 160x230 milímetros; brochura: costurado + hot melt; miolo: papel Pólen Bold 90 gramas; capa: Papel Supremo 300 gramas (laminação fosca); número de páginas: 230; tiragem: 2.000 exemplares; entrega: shirink individual. Versão em português.

Acessibilidade

Preservação de Acervo Cultural (Acervo da Fundação FHC) Acessibilidade física: o espaço da Fundação conta com estrutura acessível para todos os tipos de público, incluindo aquelas com necessidades especiais e/ou mobilidade reduzida, como: rampas de acesso e banheiros PNE. Acessibilidade de conteúdo (deficientes auditivos): foi implementada no site da proponente para atender a surdos, plugin que se utiliza de um avatar (personagem animada) para traduzir os textos na língua brasileira de sinais (Libras). Acessibilidade de conteúdo (deficientes visuais): para pessoas com deficiência visual, foram aplicadas: adequações que possibilitam o funcionamento dos leitores de tela; ajuste do código de todos os títulos (headers); configuração das descrições de todas as imagens informativas (alts); correções de layout para aumentar o tamanho de fontes e o contraste de cores; ordenação mais adequada da sequência dos códigos HTML; descrição das imagens nas áreas institucionais (excluindo blogs, galerias, notícias ou artigos). Pretende-se atualizar a acessibilidade implantada no site, tanto para o público de pessoas cegas e de baixa visão, como para o público de pessoas surdas, após diagnóstico feito por assessoria com empresa especializada, cotada no projeto. Oficina/Workshop/Seminário Audiovisual Acessibilidade física: o espaço da Fundação conta com estrutura acessível para todos os tipos de público, incluindo aquelas com necessidades especiais e/ou mobilidade reduzida, como: rampas de acesso e banheiros PNE. Acessibilidade de conteúdo (deficiente auditivo): as oficinas terão tradução simultânea na língua brasileira de sinais (Libras) e a sua gravação será disponibilizada também com essa medida de acessibilidade. Acessibilidade de conteúdo (deficiente visual): as oficinas terão audiodescrição, e a gravação delas também será disponibilizada no canal YouTube da proponente com a referida acessibilidade. As apostilas, produto editorial das Oficinas, também serão produzidas com linguagem de programação acessível viabilizando que os leitores de tela fiquem legíveis para pessoas com deficiência visual. A gravação será disponibilizada no Youtube da proponente a partir de tecnologia que sincroniza as acessibilidades fornecidas no momento de realização do evento com o vídeo final. Seminário/Simpósio/Encontro/Congresso/Palestra Acessibilidade física: os seminários passaram, a partir de 2020 a ser ministrados virtualmente, por isso esse item não se aplica a esses eventos. Acessibilidade de conteúdo (deficiente auditivo): os seminários terão tradução simultânea em Libras e a sua gravação será disponibilizada também com essas medidas de acessibilidade. Acessibilidade de conteúdo (deficiente visual): os seminários terão audiodescrição e sua gravação também será disponibilizada no canal YouTube da proponente com a referida acessibilidade. Os produtos editoriais dos seminários serão e-books, produzidos com linguagem de programação acessível para que leitores de tela consigam dar visibilidade ao conteúdo. A gravação será disponibilizada no Youtube da proponente a partir de tecnologia que sincroniza as acessibilidades fornecidas no momento de realização do evento com o vídeo final. Exposições de Artes Visuais: Acessibilidade física: os espaços das exposições presenciais contam com estrutura acessível para todos os tipos de público, sobretudo pessoas com necessidades especiais e/ou mobilidade reduzida, como rampas de acesso e banheiros PNE. Acessibilidade de conteúdo (deficiente visual): as exposições presenciais implantarão QR codes com acesso às audiodescrições das atrações. No meio eletrônico, serão implementados recursos de descrição de imagens. Acessibilidade de conteúdo (deficiente auditivo): as exposições presenciais implantarão QR codes com acesso à tradução na língua brasileira de sinais (Libras). No meio eletrônico, foi implementado plugin que utiliza um avatar (personagem animada) para traduzir os textos em Libras. Também no meio eletrônico, está previsto o desenvolvimento de materiais digitais acessíveis com janela de Libras para uma seleção de vídeos das mostras. Livro: Acessibilidade física: não se aplica. Acessibilidade de conteúdo (deficiente visual): Para as duas publicações serão produzidos pdfs acessíveis, com contraste para leitura e descrição das imagens. Acessibilidade de conteúdo (deficiente auditivo): não se aplica.

Democratização do acesso

Preservação de Acervo Cultural: Continuidade de ações de preservação e conservação do Acervo (Acervo da Fundação FHC) Informamos que o produto principal atenderá aos seguintes incisos propostos pelo Art. 28 da IN n 01/2023: “I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento);”, bem como “IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;”. Assim, informamos que a parte tratada dos arquivos pessoais custodiados pela Fundação está acessível na Internet, garantindo a democratização da consulta, viabilizada pela constante manutenção e atualização da infraestrutura tecnológica. A base de dados tem hoje 279.431 itens descritos e ocupa 6,00 terabytes, sendo atendidos os requisitos de segurança para a preservação das informações. O Portal do Acervo atende a pesquisadores profissionais e estudantes, jornalistas, documentalistas e ao público em geral para investigações acadêmicas, produção de livros, documentários, reportagens e outros. Está prevista a criação dos chamados Cadernos do Acervo, divididos em 8 fascículos sobre os gêneros documentais presentes no Acervo. As publicações serão virtuais e estarão disponíveis gratuitamente no site da proponente. O site da Fundação, cuja média anual de visitas é de 325 mil pessoas, dá acesso gratuito aos demais produtos culturais do Acervo, tais como livros, entrevistas de história oral, exposições, palestras e aulas em seminários, oficinas metodológicas e aos guias de arquivo (descrições panorâmicas dos conteúdos e quantitativos dos acervos). O acesso a todos os produtos descritos abaixo é gratuito. Oficina/Workshop/Seminário Audiovisual Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso, conforme artigo 28 da IN nº 01/2023, inciso “VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;”. Ação: Colóquios (4) voltados para um público especializado, intitulados Oficinas metodológicas, serão gravados e disponibilizados no YouTube da proponente, contando com tradução em Libras e audiodescrição. O conteúdo das Oficinas será editado e reunido em apostilas, disponibilizadas gratuitamente no site da Fundação; Seminário/Simpósio/Encontro/Congresso/Palestra Os (2) seminários atenderão o artigo 28 da IN nº 01/2023, incisoao inciso "IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal;”. Ação: Os seminários terão sua gravação disponibilizada no YouTube da proponente, com a tradução simultânea das apresentações em língua estrangeira. O conteúdo das palestras será transformado em 2 (dois) livros eletrônicos e as publicações estarão disponíveis no site da proponente. Exposições de Artes Visuais: Em complemento, as exposições atenderão o artigo 28 da IN nº 01/2023, inciso “VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos,estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;”. Ação: atividades/ações educativas. A exposição de longa duração “Um plano real” foi transposta para a Internet e conta também com proposta de atividade educativa voltada para escolas, sob a regência de seus professores, com o auxílio de monitores da proponente. A nova mostra de longa duração "O Arco Longo do Brasil" é presencial e visa instigar reflexões nos visitantes que serão conduzidos em uma jornada para compreender as conquistas e principais desafios enfrentados no país desde os anos 1990 até os dias atuais. Haverá agendamento para escolas e para o público em geral. A plataforma de exposições virtuais promove 3 edições anuais de divulgação de documentos do acervo, acessíveis pelo site da proponente. Livro: Será distribuída como doação para bibliotecas e entidades indicadas uma parcela da edição e destinada para venda, a parcela autorizada pela Lei de Incentivo. Livro 1: Edição de livro sobre a correspondência de Fernando Henrique Cardoso enquanto intelectual e chefe de Estado, com comentários sobre contextos da época e os remetentes. Livro 2: Reedição do livro de metodologia descritiva do Acervo da Fundação FHC, Tempo e circunstância: a abordagem contextual dos arquivos pessoais: procedimentos metodológicos adotados na organização dos documentos de Fernando Henrique Cardoso.

Ficha técnica

Fundação Fernando Henrique Cardoso – proponente Informamos que o Proponente será responsável pela gestão técnico-financeira do projeto, bem como por todo o processo decisório. A instituição, sem fins lucrativos e apartidária, preserva e disponibiliza os arquivos de Ruth Cardoso, de Fernando Henrique Cardoso e de outras figuras públicas, de modo a contribuir com a pesquisa e a difusão do conhecimento sobre a história brasileira. Para cumprir os seus objetivos a Fundação realiza exposições, eventos educativos, debates, seminários, oficinas e publicações. Celina Yamanaka - Gerente financeira Graduada em Ciências Contábeis pela Universidade de Brasília – UnB em 1999 com MBA em Finanças pela Fundação Getúlio Vargas – FGV em 2004. Trabalhou por 8 anos na Unesco e, desde 2007 iniciou na área financeira e administrativa em organizações sem fins de lucro. Foi Coordenadora no Instituto Akatu e no IDDD, Diretora Administrativa da Associação Casa Azul e, desde então ocupa o cargo de gerente, sendo por 9 anos no IDIS. Atualmente é diretora da área administrativo, financeiro e recursos humanos na Fundação FHC. Benedito Sverberi – Gerente de comunicação institucional Graduado em Comunicação Social (Jornalismo) pela Universidade de São Paulo, possui MBA em Finanças, Comunicação e Relações com Investidores pela FIPECAFI e Pós-Graduação em Gestão de Negócios com ênfase em Marketing pela ESPM. Realizou também cursos de especialização em outras instituições de ensino, como Marketing Digital, na ESPM; Estratégia de Negócios Sustentáveis, na Harvard Business School; Comunicação Corporativa, na Fundação Getúlio Vargas; entre outras. Ao longo de sua trajetória profissional, já trabalhou como repórter e editor em grandes empresas jornalísticas, como Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e VEJA, e como coordenador de comunicação no setor privado (CervBrasil e EY) e Terceiro Setor (Mais Diferenças). Nos últimos anos, assumiu a gerência de comunicação, marketing e engajamento digital na Transparência Internacional e, logo em seguida, a gerência de comunicação institucional da Fundação FHC. Raquel Strelciuc Leoni – Monitora da exposição Um plano real Graduada em Planejamento e Marketing Turístico (2003 - Universidade Anhembi Morumbi). Bacharel em Ciências Sociais pela Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (2022). Cursando a licenciatura em Ciências Sociais. No campo do turismo, atua há 15 anos como guia de turismo no SESC -SP. Coordenou equipes destinadas à interpretação do espaço urbano, orientando a formação para a prática profissional e para técnicas de mediação e interpretação de equipamentos culturais por meio de abordagens teóricas e lúdicas dos conteúdos curriculares escolares na empresa Caminhos e Paisagens (2005 - 2011). Coordenou projetos pedagógicos desenvolvidos em parques temáticos com enfoque em urbanização, ecologia e sociedade na empresa Maestro Assessoria Educacional (2013). Atualmente é educadora/agente de serviços culturais da Exposição Um plano real na Fundação FHC. Renata Bassetto de Oliveira – Coordenadora de documentação Bacharel em Jornalismo e Roteiros, trabalhou, dentre outras instituições, no Arquivo Histórico Judaico Brasileiro e na Fundação Bienal de São Paulo. Ministra oficinas sobre tratamento de acervo iconográfico e é coordenadora de documentação na Fundação FHC. Silvana Goulart – Curadora do acervo Mestre em História Social da FFLCH, da Universidade de São Paulo. Participação como docente no Curso de atualização de Centros de memória: fundamentos e perspectivas, ministrado na Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin da Universidade de São Paulo, de 2020 a 2023. Publicações acadêmicas: Centros de memória: uma proposta de definição. São Paulo: Edições Sesc São Paulo, 2015; Tempo e circunstância: a abordagem contextual dos arquivos pessoais. São Paulo: Instituto Fernando Henrique Cardoso, 2007 (ambos em colaboração com Ana Maria Camargo); Patrimônio documental e história institucional. São Paulo: Associação dos arquivistas de São Paulo, 2005. Projetos em curso, como sócia da Grifo Projetos Históricos: renovação metodológica e descrição documental no Centro de Memória Votorantim; organização do banco de imagens do Bradesco; concepção e montagem do Centro de Memória Fapesp. Ana Maria de Almeida Camargo – Consultora do projeto central Professora sênior junto ao Departamento de História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. No campo da Arquivologia, tem orientado dissertações e teses, prestado assessoria a instituições de custódia de documentos e publicado artigos em revistas especializadas. É autora, entre outros, dos seguintes livros: Diretrizes para a modernização dos arquivos municipais (São Paulo, 1990, em colaboração com Helena Corrêa Machado); Bibliografia da Impressão Régia do Rio de Janeiro: 1808-1822 (São Paulo, 1993, em colaboração com Rubens Borba de Moraes); Dicionário de terminologia arquivística (São Paulo, 1996, em colaboração com Heloísa Liberalli Bellotto); Diagnóstico dos arquivos da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (São Paulo, 1996, coordenação); Tempo e circunstância: a abordagem contextual dos arquivos pessoais (São Paulo, 2008, em colaboração com Silvana Goulart); e Centros de memória: em busca de uma definição (São Paulo, 2015, em colaboração com Silvana Goulart). Marcello Dantas - Curador responsável pela exposição "O Arco Longo do Brasil" Premiado curador com ampla atividade no Brasil e exterior, Dantas é formado pela New York University e membro do conselho de diversas instituições internacionais. Criador interdisciplinar, é responsável por inovar o conceito de museologia no país, trazendo doses sem precedentes de tecnologia, interatividade e recursos multimídia, proporcionando experiências de imersão por meio dos sentidos e da percepção. Foi responsável pela concepção de diversos museus, como o Museu da Língua Portuguesa e a Japan House, em São Paulo, dentre várias outras. Assinou a curadoria de algumas das principais exposições de arte contemporânea no país nos últimos anos, trazendo alguns dos maiores artistas da atualidade, tais como Ai Weiwei, Anish Kapoor, Jenny Holzer, Antony Gormley etc. Desde 2014, integra o corpo de curadoria da Bienal de Vancouver. Em 2017 foi agraciado com a Ordem do Mérito Cultural pelo Ministério da Cultura do Brasil. Alexandre Machado - Consultor responsável pelo Projeto "Cenas da Redemocratização" Jornalista desde 1964; começou no Diário da Noite de São Paulo; foi repórter do Jornal da Tarde em 1967; editor assistente e depois editor da revista Veja (1972 a 1980); redator-chefe da revista “Playboy” (1980 a 1982); diretor de projetos especiais da “Gazeta Mercantil” (1982 a 1985); diretor-gerente da Abrilvideo (1985 e 1986); coordenador de comunicação social do Ministério do Planejamento na gestão João Sayad (1986 a 1987); diretor de jornalismo da TV Gazeta de São Paulo e apresentador do programa “Vamos Sair da Crise”(1987 a 1990); diretor de Assuntos Corporativos do Grupo Abril (1990) apresentador dos programas “Vamos Sair da Crise” e “Fogo Cruzado” (1991 a 1994); secretário de Comunicação Social do Governo do Estado de São Paulo, gestão Mário Covas (1994); diretor da Divisão de Televisão da Gazeta Mercantil (1997 a 1998); coordenador de comunicação social da Petrobras, gestão Henry Phillipe Reichstul (2000 a 2001) ; apresentador do programa “Opinião Nacional” na TV Cultura de São Paulo (2007 a 2010); apresentador dos programas “Começando o Dia” e “De Volta pra Casa) na rádio Cultura FM ( 2011 a 2022). Foi premiado em 1988 como o melhor apresentador da televisão brasileira pela APCA- Associação Paulista de Críticos de Arte). Atuará na Fundação como consultor e produtor de conteúdo do projeto.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2025-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo