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PRONAC 2410689Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

FESTIVAL MULHERES DO MUNDO - WOW - 3ªEdição

ASSOCIACAO REDES DE DESENVOLVIMENTO DA MARE
Solicitado
R$ 2,39 mi
Aprovado
R$ 2,39 mi
Captado
R$ 505,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (7)
CNPJ/CPFNomeDataValor
27157474000106AGUAS DE TERESINA SANEAMENTO SPE S.A.1900-01-01R$ 236,0 mil
10588595001092SANOFI MEDLEY FARMACEUTICA LTDA1900-01-01R$ 100,0 mil
92802784000190COMPANHIA RIOGRANDENSE DE SANEAMENTO - CORSAN1900-01-01R$ 60,0 mil
57341135000138AGUAS DE PALHOCA S.A1900-01-01R$ 32,0 mil
21716748000165AGUAS DE TIMON SANEAMENTO S.A1900-01-01R$ 30,0 mil
19190721000130AGUAS DE MATAO S.A1900-01-01R$ 24,0 mil
48569940000122AMBIENTAL CEARA 1 SPE SA1900-01-01R$ 23,0 mil

Eficiência de captação

21.1%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Teatro musical
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-04-01
Término

Resumo

O projeto visa a realização da 3ª edição do Festival Mulheres do Mundo, (Women of the World Festival - WOW), que celebra meninas, mulheres e pessoas não binárias, dedicado-se ao empoderamento, conhecimento, troca de saberes, compartilhamento de trajetórias e experiências através da apresentações de artes cênicas, entre teatro, dança, circo e performance, realização de shows de música regional, exibição de curtas-metragens, realização de palestras e oficinas, assim como a produção de um livro que registra os debates e as atividades realizadas, composto por imagens e textos.

Sinopse

Espetáculo de Artes CênicasSerão 50 espetáculos/performances, sendo 30 no festival e 20 nas cinco localidades do Esquenta WOW. As propostas serão escolhidas pela curadoria com objetivo de difundir a produção artístico cultural brasileira, em sua diversidade de formatos e abordagens. Nesse sentido, estarão incluídas apresentações de grupos de cortejo, teatro, dança, circo, poesia, performances e artes visuais em atividades durante toda a programação.A classificação etária de cada apresentação será devidamente informada na programação.Apresentação MusicalSerão 16 shows, sendo 6 shows no festival e 10 nas cinco localidades Esquenta WOW, como forma de celebrar as realizações de mulheres na música do país. A curadoria irá buscar contemplar mulheres que representam ritmos tipicamente cariocas, como o samba, o funk e o choro.Classificação etária: livre. Livro digitalA proposta prevê a edição de um livro digital que conta a história do festival,as edições passadas e registrar os acontecimentos e discussões dos dois dias de evento, do processo de construção do festival e seus resultados, contendo fotografias, transcrição de mesas, textos e reflexões da curadoria e convidadas.Curso/OficinaOficinas de produção cultural6 aulas para formação nos seguintes conteúdos: Inovação social, acessibilidade universal, características da produção de shows musicais (2), características da produção de espetáculos de artes cênicas (2).O curso é oferecido a 20 monitores que contarão com bolsas para a participação nas atividadesMulheres em diálogos Mulheres em Diálogos tem por objetivo incentivar, documentar e difundir reflexões acerca das histórias de mulheres de diferentes campos do conhecimento, celebrando suas conquistas e destacando os desafios que ainda fazem parte de suas vidas. A programação é construída através de uma curadoria coletiva, com recebimento de indicações de temas e nomes de mulheres.

Objetivos

Objetivo geralRealizar a terceira edição do Festival Mulheres do Mundo no Rio de Janeiro, ocupando os equipamentos da Redes da Maré, celebrando as conquistas de meninas, mulheres e pessoas não binárias em um espaço acolhedor e aberto, onde as diversas vertentes do feminismo contemporâneo expressas na cultura e na identidade possam se expressar livremente e ser reconhecidas.Realizar o Esquenta WOW em 5 localidades - sendo ele pequenos festivais, concebidos como uma versão pocket do Festival WOW, com o objetivo de expandir o alcance territorial do projeto, ampliar o acesso às discussões e ações formativas promovidas pelo festival e fortalecer o diálogo com novos públicos e contextos locais.Promover uma intensa troca de saberes, experiências artísticas, projetos culturais e profissionais, histórias e reflexões, compondo um painel sobre as aspirações, dificuldades, medos, sonhos e lutas das mulheres do Rio de Janeiro e do mundo, através de diversas expressões artísticas e culturais e atividades de reflexão.Incentivar, documentar e difundir reflexões sobre o impacto das desigualdades estruturais brasileiras na vida das mulheres, especialmente no Rio de Janeiro.Objetivos específicos 1-Realizar 40 apresentações de artes cênicas nos equipamentos da Redes da Maré, organizações parceiras e espaços públicos do territórioOs espetáculos de artes cênicas tem por objetivo difundir a produção artística de mulheres do teatro, do circo e da dança. Estão previstas 24 perfomances artísticas (circense, dança, poesia etc) e 16 apresentações de grupos teatrais.2-Realizar 6 apresentações musicais protagonizadas por mulheres nos equipamentos da Redes da Maré, organizações parceiras e espaços públicos do território.As apresentações musicais tem por objetivo mostrar o olhar e presença das mulheres nesses campos. As apresentações musicais são realizadas nos 2 dias de festival encerrando as atividades, seguidas da apresentação de DJs.3 - Realizar 8 mesas de debate nos equipamentos da Redes da Maré e organizações parceiras no territórioMulheres em Diálogos tem por objetivo incentivar, documentar e difundir reflexões acerca das histórias de mulheres de diferentes campos do conhecimento, celebrando suas conquistas e destacando os desafios que ainda fazem parte de suas vidas. A programação é construída através de uma curadoria coletiva, com recebimento de indicações de temas e nomes de mulheres a partir de atividades que antecedem os 2 dias de ações, mas se constituem, também, por ações do festival. Abordam a transversalidade da cultura, nos temas como identidade, justiça social, justiça ambiental e racismos ambiental, bem como os desafios urbanos nas cidades e nas favelas4 - Realizar 1 oficina de produção culturalA cada ano, o festival incorpora monitoras à equipe de realização, entendendo essa participação como uma oportunidade de expandir o conhecimento no campo da produção cultural. Para isso, é oferecida a 20 monitoras uma oficina livre que abrange todos os aspectos da organização e funcionamento do evento. A formação conta com a colaboração de especialistas da área, além da participação direta das profissionais que integram a coordenação do festival. Dessa forma, as monitoras têm acesso a uma vivência prática, adquirindo habilidades que fortalecem sua atuação na produção cultural e sua compreensão sobre o processo de realização do WOW.5. Produzir um livro digital com resultados, reflexões e registros fotográficos do evento.O processo de formação do festival envolve diversas etapas que ocorrem ao longo do ano, com uma forte ênfase na reflexão, mobilização e construção coletiva. Nos meses que antecedem o evento, são organizados grupos de reflexão, que têm o papel de apresentar a proposta do festival para aquele ano, envolvendo tanto mulheres da Maré quanto convidadas de outras regiões e até de outros países. Assim, o livro tem como objetivo registrar o processo de construção da edição, bem como ser objeto de memória das atividades realizadas nos 2 dias de atividades para o público mais ampliado, contendo texto, depoimentos e imagens do evento.6. Realizar o Esquenta WOW em cinco localidades, sendo quatro no estado do Rio de Janeiro e uma em João Pessoa/PB. Cada edição apresentará dois shows musicais, 2 apresentações de artes cênicas, 2 performances e 4 mesas de debate ou palestras.

Justificativa

O Festival Mulheres do Mundo - WOW é um movimento global lançado pela diretora e produtora britânica Jude Kelly. Realizado pela primeira vez em 2010, o WOW já esteve em 23 países da Europa, Ásia e África, além de várias cidades na Inglaterra Em 2016, Jude visitou o Redes da Maré para conhecer a casa das mulheres da maré, um espaço dedicado a estimular o protagonismo político de meninas e mulheres. A partir deste encontro, propôs à organização o desafio de realizar um festival para reunir as vozes, experiências e ideias das mulheres do Rio de Janeiro, com toda a sua diversidade. Assim, em 2018 o Brasil foi o primeiro país da América Latina a receber o evento, pensado e realizado pelo Redes da Maré, que desde a sua primeira edição atribuiu ao festival os contornos da realidade local.A programação cultural do festival é composta de apresentações cênicas e apresentações musicais e que trazem ao palco mulheres e temas para potencializar as vozes das mulheres que ecoam em seus territórios, promovendo redes capazes de multiplicar ações inspiradoras para mais mulheres em distintas frentes, e em sua próxima edição realiza ainda a exibição de curtas-metragens. Além dessas atividades, conta com a realização de mesas de debates e apresentações intitulada "Diálogos", e que permite reunir histórias de mulheres de diferentes campos do conhecimento, celebrando suas conquistas e destacando os desafios que ainda fazem parte de suas vidas, discutindo temas relevantes que abordam a transversalidade da cultura nos temas como identidade, justiça social, justiça ambiental e racismos ambiental, bem como os desafios urbanos nas cidades e nas favelas O Festival se configura como um encontro que junta pessoas e coletividades para estabelecer trocas e vivências de mulheres diversas que estão propondo ações em seus territórios. Nessa perspectiva, a curadoria tem como referências a complexidade e a diversidade de experiências de mulheres em seus territórios, mais especificamente no conjunto de 16 favelas da Maré, além do repertório construído pela Redes da Maré na luta pela garantia de direitos. É a partir desse lugar, e desse modo de fazer, que o Festival WOW Rio se organiza. O processo de formação do festival envolve diversas etapas que ocorrem ao longo do ano, com uma forte ênfase na reflexão, mobilização e construção coletiva. Nos meses que antecedem o evento, são organizados grupos de reflexão, que têm o papel de apresentar a proposta do festival para aquele ano, envolvendo tanto mulheres da Maré quanto convidadas de outras regiões e até de outros países. Esses grupos também servem como espaços de diálogo com outros coletivos e instituições que trabalham com a temática das mulheres. O objetivo é que, a partir dessas trocas, surjam novas ideias e sugestões que podem ser incorporadas à curadoria do festival. Esse processo de participação coletiva permite que o festival seja construído de forma colaborativa, enriquecendo o evento com temas e interesses diversos identificados a cada ano, mas que vem historicamente contemplando as questões raciais e os desafios urbanos nas cidades e nas favelas. Além disso, esses encontros já são um momento de mobilização e divulgação, onde as pessoas podem se engajar ativamente na organização e no desenvolvimento da proposta. Assim, o processo não só define os temas e o formato do festival, mas também ativa redes de apoio que ajudam na realização e na promoção do evento, tornando-o mais inclusivo e representativo. As edições realizadas já somam mais de 350 convidadas da cidade do Rio de Janeiro, do Brasil e de várias partes do mundo, e mais de 150 mil participantes. Realizado nas suas edições anteriores na Praça Mauá, a 3ª edição propõe o desafio de ocupar os equipamentos da Redes da Maré e de organizações parceiras e espaços públicos do território, dentre eles Casa das Mulheres da Maré, Casa Preta da Maré, Espaço Normal, Centro de Artes da Maré, Biblioteca Popular Escritor Lima Barrreto. Assim, o Festival busca ir mais fundo no seu objetivo estratégico de fazer do WOW um espelho multifacetado e diverso para o que a Redes da Maré e a Casa das Mulheres da Maré fazem cotidianamente, chamando assim atenção para o trabalho perene no conjunto de favelas da Maré, garantindo que as preocupações, visões e experiências da Redes da Maré e da Casa estejam refletidas nos temas abordados, nas convidadas e nos processos de mobilização do público, e que os participantes possam vivenciar esse território.

Especificação técnica

Espetáculo de Artes CênicasFestival16 apresentações teatrais por dia, em formatos de 1h a 1h3012 apresentações circenses por dia, em formatos de 30min a 45min12 performances (dança ou poesia ou arte visual) por dia, em formatos de 5 min a 15 minTotal de 40 apresentações nos dois diasEsquenta2 apresentações teatrais ou circenses por edição, em formatos de 1h a 1h302 performances por edição, em formatos de 5 min a 15 minTotal de 20 apresentações Apresentação MusicalFestival2 palcos em praças pública da Maré, Zona Norte do Rio de Janeiro6 shows, 3 em cada palco em formato a ser definido com cada artistaEsquenta2 shows por edição do Esquenta WOW10 shows em formato a ser definido com cada artistaLivro digitalAproximadamente 100 páginasFormato digital Curso/Oficina/EstágioOficinas Produção CulturalInovação social, acessibilidade universal, características da produção de shows musicais (2), características da produção de espetáculos de artes cênicas (2), além de um encontro de apresentação.A apresentação terá 2h de duração e as demais atividades terão 4h de duração, totalizando de 26h de atividades.Eixo Mulheres em DiálogosMesas com duração de 1h30 cadaFormato: 3 palestrantes e 1 mediadoraEntre 15 a 20 minutos de fala para cada palestrante30 minutos para perguntas do público

Acessibilidade

Produto Festival ou Festa Popular (Somente Estrutura) Acessibilidade física1.Desenvolvimento do projeto arquitetônico e a organização dos espaços de realização das atividades será acompanhada por uma consultoria especializada a fim de construir um ambiente acessível.2.A estrutura do festival contará com banheiro químico e mobiliário acessíveis. Acessibilidade para pessoas com deficiência visual1. Realizar a audiodescrição do percurso dos ambientes do Festival para que as pessoas com deficiência visual possam compreender o espaço e a cenografia e circular de forma autônoma. Haverá um painel com QR Code na entrada de cada um dos espaços. 2. Divulgação acessível: produção de áudio convite para o eventoAcessibilidade para pessoas com deficiência auditiva1. Divulgação acessível: vídeo convite em Libras e legendagem Acessibilidade para todas as pessoas1. Articulação: articulação com organizações públicas e privadas de pessoas com deficiência (de todas as idades e tipos de deficiência) para participarem do evento.2.MonitoriaA equipe de monitoria receberá uma formação para prepará-las para atuarem no festival, inclusive quanto à recepção e orientação de pessoas com deficiência. Além disso, a equipe de monitoras deverá incluir pessoa guia vidente para suporte a pessoas com deficiência visual que solicitarem apoio e profissional fluente em Libras para receber pessoas surdas.Acessibilidade para pessoas com deficiência intelectualSala de descompressão/desaceleração: espaço reservado para receber pessoas e famílias neurodiversas caso seja necessário um espaço silencioso para alívio da sobrecarga sensorial. Além das medidas de acessibilidade relacionadas à estrutura geral do festival, apresentamos em seguida as medidas por linguagem específica. Produto Espetáculo de Artes CênicasSessão com tradução em librasProduto Apresentação MusicalApresentação com tradução em librasProduto Festival/Mostra - AUDIOVISUALLegendagem de curtasProduto Curso / Oficina / EstágioProfessores/Palestrantes orientadas para a realizar a audiodescrição durante as atividades, bem como manter-se com a boca exposta para auxílio às pessoas com baixa visão. No que tange aos materiais visuais, incluindo-se telas de informações e slides de apresentação, serão elaborados com letras grandes e mais contraste possível, havendo ainda a orientação de descrição dos conteúdos pelos professores/palestrantes. Aulas/palestras com tradução em libras Produto LivroAcessibilização de arquivos para leitores de tela, com hierarquização dos metadados dos arquivos, sequenciamento dos objetos de leitura e colocação de texto alternativo nas imagens.

Democratização do acesso

Todas as ações terão acesso gratuito. Em complemento, conforme art.30 da IN 11/ 2024 serão adotadas as seguintes medidas: II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes; Serão oferecidos 6 ônibus por dia, durante os dois dias do Festival para mobilização de público, incluindo pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, idosos e acompanhantes. V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Oficinas de produção cultural para 20 mulheres bolsistas. Oficinas abordarão conteúdos relacionados a arte, cultura, produção cultural e acessibilidade.

Ficha técnica

Associação Redes de Desenvolvimento da Maré Organização proponente deste projeto, responsável por todo processo decisório do projeto. Será remunerada por duas funções: Direção Geral e Gestão técnico/administrativo financeira (Rubrica: Direção Geral e Custos de Administração) A Redes da Maré é uma instituição da sociedade civil que produz conhecimento, elabora projetos e ações para garantir políticas públicas efetivas que melhorem a vida dos 140 mil moradores das 16 favelas da Maré. A criação da Redes de Desenvolvimento da Maré é resultado de um longo processo de implicação dos seus fundadores com o movimento comunitário no conjunto de favelas da Maré e, também, na cidade do Rio de Janeiro. A Redes da Maré tem como missão promover a consolidação de uma ampla rede de parceiras para garantir o desenvolvimento sustentável no maior conjunto de favelas na cidade do RJ, a Maré. Há mais de 20 anos atuando em diferentes frentes, possui um trabalho consolidado na área de arte e cultura, incluindo 2 importantes equipamentos culturais com programações alternativas e gratuitas, que recebem anualmente mais de 15 mil pessoas, o Centro de Artes da Maré - CAM e a Lona Cultural Municipal Herbert Vianna, em cogestão com a Prefeitura do Rio de Janeiro. Geisa Lino - Direção GeralGeisa Lino é Diretora do Redes da Maré. Trabalha como gestora e ativadora cultural. Nascida e criada na Maré, desenvolveu projetos como AMARÉFUNK e Coletivo Maré, no qual coordenou a iniciativa de ocupação e requalificação do espaço Pontilhão Cultural, vencedora do Prêmio DBUA 2013. Gisele Ribeiro Martins- Coordenadora AdministrativaDoutora em Serviço Social na PUC Rio (2020). Possui Mestrado (2013) e Graduação(2010) em Serviço Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Atua em gestão de projetos sociais desde 2012 e, atualmente, integra o setor de Captação de Recursos e Relacionamento Institucional da Redes da Maré. Atua como gestora de campo em projetos de busca ativa escolar na Cidade Escola Aprendiz desde novembro de 2013. Tem como áreas de interesse: educação; direitos humanos; infância e juventude; e violência contra crianças e adolescentes. Foi pesquisadora do Núcleo Interdisciplinar de Ações para a Cidadania (NIAC/UFRJ) de 2008 a 2013. Em 2019, participou do Programa de Liderança Executiva em Desenvolvimento da Primeira Infância, no Centro de Desenvolvimento Infantil, da Universidade de Harvard. Maïra Gabriel - Coordenação GeralMaïra Gabriel é formada em Ciências Políticas e Políticas Culturais. Trabalha na Redes da Maré há mais de 10 anos, onde já atuou no Centro de Artes da Maré e no Eixo Arte e Cultura. Hoje na frente do Eixo Desenvolvimento Territorial desenvolve o programa de Redução da Danos desde 2015 que deu origem ao Espaço Normal - Espaço de referência sobre Drogas na Maré, e coordena o campo da pesquisa sobre violência, saúde mental, cultura e território. Também atua nas articulações institucionais e territoriais dos projetos transversais. Eliana Silva - CuradoraAutora do livro Testemunhos da Maré (Aeroplano, 2012) e fundadora da Associação Redes de Desenvolvimento da Maré, morou na Maré durante 25 anos. Em 1997, reuniu um grupo em torno da criação do Curso Pré-Vestibular Comunitário da Maré, para oferecer aos jovens do complexo de favelas com 130.000 habitantes uma oportunidade igualitária de acesso à Universidade. Eliana ganhou alguns prêmios, entre os quais destaca-se: Mulher do ano na área social, Rotary Club do Rio de Janeiro (2005), Prêmio Claudia - categoria trabalho social, Editora Abril (2004) e Ashoka Empreendedores Sociais, Ashoka (2000). Além disso, tem experiência na realização de consultoria para algumas instituições, desempenhando esta função, atualmente, para o Canal Futura e Associação Cidade Escola Aprendiz, de São Paulo. É a curadora do Festival WOW desde a sua primeira edição no Brasil. Andréa Paola Blum-Coordenadora de comunicaçãoJornalista formada há mais de 20 anos, com especialização em Gestão de Comunicação pela ECA-USP, com vasta experiência em comunicação corporativa e jornalística, compassagem por diversos meios de comunicação, como internet, publicações, TV e rádio,museus, agências de comunicação para área corporativa de empresas, editoras de livros eONGs, em projetos de educação e responsabilidade social, além da Câmara de Comércio do Rio de Janeiro (AMCHAM). Realiza a coordenação de comunicação do Redes da Maré. Anterioremente De fevereiro de 2022 a agosto de 2024, atuou como Consultora de Comunicação Sênior na InPress Porter Novelli, atendendo clientes como Vibra Energia e Karoon Energy na área corporativa. Anteriormente, de fevereiro de 2019 a fevereiro de 2022, foi Coordenadora de Comunicação e Relacionamento Institucional nas Redes de Desenvolvimento da Maré, onde gerenciou a comunicação integrada da organização. Também exerceu funções na InPress Porter Novelli entre agosto de 2017 e agosto de 2018, e na Livraria da Travessa, entre agosto e outubro de 2018, com foco em estratégias de comunicação e desenvolvimento de conteúdo. Rizoma - Consultoria em gestão A RIZOMA é uma consultoria em gestão, desenvolvimento institucional e políticas que tem como sócias Tatiana Richard e Deborah Balthazar, profissionais com atuação nos setores público e privado, agregando a empresa larga experiência na formulação de políticas públicas, políticas de fomento, parcerias estratégicas, gestão de programas e projetos, e desenvolvimento de pesquisas para os setores social e cultural. Entre 2021 e 2024 desenvolveu os setores de Cultura de instituições como o Istituto Europeo di Design e Timelinfy. Desenvolveu e implementou em parceria com o IED o projeto Habitar a História - Santa Cruz. Realizou consultorias para o desenvolvimento institucional do Museu Casa Scliar e a Casa de Cultura de Paraty, bem como realiza a Coordenação de Desenvolvimento Institucional do Museu do Pontal.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2026-12-31
Locais de realização (3)
João Pessoa ParaíbaRio de Janeiro Rio de JaneiroVassouras Rio de Janeiro