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PRONAC 2414424Expirado o prazo de captação parcialMecenato

Museu em Movimento: Itinerância Fotográfica e Geração de Renda

INSTITUTO PAULA E SILVIO FROTA IPSF
Solicitado
R$ 1,21 mi
Aprovado
R$ 1,21 mi
Captado
R$ 545,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (5)
CNPJ/CPFNomeDataValor
45989050000181WESTROCK, CELULOSE, PAPEL E EMBALAGENS LTDA1900-01-01R$ 217,7 mil
07205768000140Queiróz Comércio e Participações Ltda.1900-01-01R$ 200,0 mil
62063177000194Safra Leasing S.A. Arrendamento Mercantil1900-01-01R$ 75,0 mil
03007414000130HOPE DO NORDESTE LTDA1900-01-01R$ 44,3 mil
***827403**Paula Queiroz Frota1900-01-01R$ 8,0 mil

Eficiência de captação

45.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Educativos em geral
Ano
24

Localização e período

UF principal
CE
Município
Fortaleza
Início
2025-01-13
Término

Resumo

O projeto visa contribuir para o fortalecimento do campo das artes visuais no Brasil e seus territórios criativos, disseminando conteúdos educativos sobre fotografia para crianças, jovens e adultos em quatro estados brasileiros (Ceará, Pernambuco, Maranhão e Pará). Esses conteúdos servirão como ferramentas para a promoção de atividades culturais e a geração de renda. O projeto também prevê a realização de uma exposição fotográfica no Museu da Fotografia Fortaleza, apresentando os resultados das metodologias aplicadas em cada território. A proposta é itinerante e busca fortalecer a geração de renda ao promover atividades fora da sede do Museu da Fotografia Fortaleza, além de oferecer ensino de técnicas artesanais e artísticas para pequenos empreendedores.

Sinopse

A proposta contemplará a realização das seguintes ações: Oficinas de Cianotipia: A cianotipia é uma técnica de impressão fotográfica que cria imagens em tons de azul, inventada em 1842 por Sir John Herschel. O processo envolve aplicar uma mistura química de citrato de amônio férrico e ferricianeto de potássio em papel ou tecido e, em seguida, expor à luz ultravioleta usando um negativo ou objeto. A área exposta fica azul, enquanto as partes bloqueadas permanecem claras. É uma técnica acessível e muito usada por artistas e fotógrafos. Público alvo: Crianças, jovens e adultosCarga Horária de cada oficina: 4h Quantidade de vagas de cada oficina: 30 vagas Oficinas de Fotografia Pinhole: A oficina de fotografia pinhole permite experimentar com luz e tempo usando uma lata preta, papel fotossensível e químicos de revelação. As imagens em negativo capturadas são reveladas em um laboratório móvel, onde os participantes aprendem sobre o processo de fixação fotográfica. Público alvo: jovens e adultosCarga Horária de cada oficina: 4h Quantidade de vagas de cada oficina: 30 vagas Oficinas de Fotoestamparia: Fotoestamparia é uma oficina que ensina a técnica de transferência de imagens fotográficas para tecidos. O processo usa calor para fixar a imagem, que pode ser criada digitalmente ou a partir de fotografias e desenhos. A oficina irá ensinar técnicas para personalizar roupas, acessórios e tecidos com imagens detalhadas. Público alvo: jovens e adultosCarga Horária de cada oficina: 4h Quantidade de vagas de cada oficina: 30 vagas Oficinas de Fotografia Digital As oficinas compreendem o ensino de técnicas fotográficas digitais, como manuseio de câmera fotográfica, compreensão dos pilares fotográficos: ISO, Abertura, Diafragma. Compreensão da luz e sombras na fotografia, leitura de fotômetro, e lentes intercambiáveis. Público alvo: jovens e adultosCarga Horária de cada oficina: 4h Quantidade de vagas de cada oficina: 30 vagas Oficina de fotografia de produtos. A oficina capacita artesãos e alunos de fotografia analógica e fotoestaparia a registrar seus produtos para venda nas redes sociais, ensinando técnicas de iluminação, composição e cenários que destacam a qualidade dos itens. Além disso, explora a fotoestamparia para personalizar peças, ajudando os participantes a se destacarem no mercado digital. Público alvo: jovens e adultosCarga Horária de cada oficina: 4h Quantidade de vagas de cada oficina: 30 vagas Exposição Fotográfica: A exposição fotográfica do projeto tem como objetivo expor os trabalhos artísticos desenvolvidos durante as formações. A mostra ocupará uma das salas do Museu da Fotografia, ao final do projeto, e receberá visitação de turistas, alunos e pesquisadores da área. A mostra contará com a curadoria de um profissional contratado. E ônibus serão destinados à transportar alunos de escolas para visitação. Período de exposição: 60 dias

Objetivos

OBJETIVO GERAL Contribuir para o fortalecimento do campo das artes visuais no Brasil, através da promoção de ações itinerantes e pedagógicas de um Museu dedicado à arte fotográfica e da realização de ações de difusão, formação e itinerância cultural que tenham como resultados a promoção do desenvolvimento sociocultural no País. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: O projeto prevê a realização de um conjunto de ações itinerantes, incluindo exposições e oficinas em cidades de 4 estados brasileiros, buscando promover a difusão dos conteúdos educacionais ofertados pelo Museu da Fotografia Fortaleza, e ofertando acesso gratuito à um dos maiores acervos de fotografia do País, através das seguintes ações: - Realizar 20 oficinas de fotografia, sendo 5 oficinas no Estado do Ceará, 5 oficinas no Estado do Pará, 5 oficinas no Estado de Pernambuco e 5 oficinas no Estado de Minas Gerais. Sendo as oficinas: Oficina de Cianotipia, Oficina de Fotografia Pinhole, Oficina de Fotografia Digital, Oficina de fotografia de Produtos e Oficina de Fotoestamparia. - Realizar 1 exposição fotográfica no Estado do Ceará fruto das oficinas e ações educacionais desenvolvidas nos 4 estados brasileiros. - Realizar a formação, em Fortaleza, de 8 pessoas como monitores para multiplicação dos conteúdos pedagógicos. Sendo: 2 pessoas do Ceará, 2 pessoas do Pará, 2 pessoas de Pernambuco e 2 pessoas de Minas Gerais. -Realizar 1 concurso fotográfico com premiação para 1°, 2° e 3° lugar, direcionados a fotógrafos amadores e profissionais residentes no Ceará, Pernambuco, Pará e Minas Gerais. - Produzir e lançar 1 catálogo, visando registrar e documentar a exposição e oficinas. - Realizar formação da equipe itinerante e da equipe interna do Museu

Justificativa

Desde a primeira fotografia, tirada em 1826, até a atualidade, houve um crescimento significativo do lugar ocupado pela fotografia na dinâmica social. Fruto do desenvolvimento técnico- científico da modernidade, a fotografia passa a ser considerada um dos principais meios de expressão da contemporaneidade, assumindo-se como elemento de transfiguração e ressignificação da realidade. Com uma grande repercussão no âmbito econômico, o nascimento da fotografia gerou novas interpretações em torno da arte moderna. Inicialmente, foi alvo de críticas quanto à sua qualificação enquanto arte, sob o argumento de que o meio mecânico não exigia esforços de criação e talento. Contrapondo-se a essa visão, o filósofo alemão Walter Benjamin trouxe fundamentos essenciais à valorização da fotografia como arte, destacando que "pela primeira vez no processo de reprodução da imagem a mão foi liberada das responsabilidades artísticas mais importantes, que agora cabiam unicamente ao olho", reforçando a relevância do fotógrafo e de seu olhar no ensaio "A obra de arte na era da sua reprodutibilidade técnica", publicado em 1955. A fotografia passava a ser encarada, assim, como um elemento artístico emancipatório, que fugia às normas das belas artes e lhes dava novos contornos, ampliando o acesso e fazendo da imagem um fragmento social, político e ideológico da realidade. Foi por essa força que a fotografia passou a ocupar espaço significativo em museus, exposições e coleções de arte promovendo a "democratização de todas as experiências através de sua tradução por imagens", conforme destacou a crítica e cineasta americana Susan Sontag (1981). Nesse contexto, o produto fotográfico passou a ter grande destaque e valorização econômica, a exemplo da constante busca do marketing e da propaganda pela imagem, e a abertura de espaços de negociação de fotografias. No âmbito da Fotografia Fine Art, que concilia prazer estético com o investimento, fotógrafos brasileiros como Vik Muniz e Alberto Morell são bastante representativos, no que diz respeito à valorização econômica, já que ambos alcançaram reconhecimento no mercado internacional em um curto espaço de tempo. Embora a produção fotográfica ainda seja muito recente em relação a outras expressões artísticas, como a pintura, por exemplo, a fotografia traz consigo, além de seu potencial estético _ na sua relação com o olhar, o corpo, o instante, o movimento, a forma, a cor _ e de uma função histórica de registro da memória e do tempo, uma relação social e cognitiva com o outro, já que a significação de uma foto não é unânime, abrindo-se a uma infinidade de interpretações. O apreciador, assim como o fotógrafo que registrou a imagem, formula seu pensamento acerca da obra de acordo com referências, códigos e ideologias próprias. Reinventa, assim, o momento fixado. Essa reinvenção passa, ainda, pelo advento da fotografia digital, que impôs um outro ritmo aos registros e novos modos de armazenamento e divulgação, seja através de redes sociais, blogs, sites, seja por meio de dispositivos móveis. A velocidade de criação e circulação da imagem tem interferências diretas no modo de produzir e pensar a fotografia. É pelo encantamento que produz, pela inserção junto a diversos públicos, pela necessidade de valorizar a expressão fotográfica e de reforçar seu uso no desenvolvimento sociocultural, econômico e humano que a consolidação de um equipamento cultural voltado especificamente para a Fotografia se reverte da maior importância. Assim, a criação e existência do Museu da Fotografia vem suprir a carência de espaços focados nesse segmento, sendo o primeiro a ser implementado no Estado do Ceará. Além de atender a uma demanda do público, o Museu foi estruturado a partir de uma relação estreita com a produção e difusão do conhecimento e dos produtos fotográficos, tendo a dimensão educativa como um de seus principais vetores: desde as visitas espontâneas até o programa de visitas guiadas, há um fio condutor que norteia a ação pedagógica que ambiciona o engajamento do público numa relação de pertencimento e apropriação social em relação ao Museu, às suas obras e à própria fotografia enquanto linguagem artística e social. Diante disso, o projeto propõe algumas questões fundamentais, a fim de que o Museu da Fotografia Fortaleza possa ser um equipamento vivo e itinerante _ que se descobre e é descoberto nas possibilidades de encontro dos amantes da fotografia com um mundo de significados e interpretações que estão por trás das câmeras, nas fotos reveladas e nos lugares e momentos onde se originam as imagens, são elas: a consolidação de um espaço de valorização da produção fotográfica e visual do Estado; a produção de sentidos junto a crianças e jovens, a partir do impacto causado pelo fazer fotográfico nesse público; o fortalecimento da cena e cadeia produtiva da fotografia no país; a difusão de conhecimentos, gerando encontros, reflexões e saberes a partir do intercâmbio de experiências entre os diferentes públicos do Museu. Apoiar a itinerância do Museu da Fotografia significa não só estimular a preservação e memória das imagens e de seus contextos, mas contribuir para a efetiva continuidade da missão assumida pelo equipamento. E é assim, por esse propósito, que a composição do Museu gera resultados e impactos consistentes para o desenvolvimento sociocultural e a democratização do acesso à cultura no Brasil.

Estratégia de execução

O presente projeto tem como resultados esperados: Composição de um equipamento cultural sólido e itinerante. Formação de um público amplo, de jovens e crianças e adultos residentes em zonas devulnerabilidade, por meio das oficinas, promovendo inclusãosociocultural e transformação da realidade social por meio da cultura; Fortalecimento do segmento da Fotografia, com a valorização dos trabalhosfotográficos desenvolvidos e o estímulo a novas produções e expressões artísticas. Estruturar uma programação pedagógica que transite pela história da fotografia, bem como pelos principais usos e fatos, ou seja, promover uma abordagem da dimensão histórica e social da fotografia. Apresentar a fotografia como uma expressão da arte moderna, que emergiu a partir do desenvolvimento técnico-científico, levando em conta desde seus aspectos físicos e químicos, até suas relações com a memória e o registro histórico, a função estético-cognitiva da fotografia e o seu papel enquanto linguagem artística. A proposta visa ampliar a reflexão sobre a representação social através das imagens, promovendo auto representação e auto expressão.

Especificação técnica

Oficinas de Cianotipia: Materiais necessários: - PAPEL AQUARELA- CITRATO DE AMÔNIO FÉRRICO (Fe(NH₄)₂C₆H₅O₇).- FERRICIANETO DE POTÁSSIO (K₃[Fe(CN)₆])- LACRE DE VIDRO OU ACRILICO A4- BASE DE PAPELÃO A4 OU MADEIRA- PLANTAS- IMPRESSÃO EM NEGATIVO NA TRANSPARENCIA- LUVAS- 2 BACIAS PARA LAVEGEM- ÁGUA OXIGENADA 10%- SECADOR- MEDIDOR EM ML (PARA DILUIR QUIMICOS)- POTE- PINCEIS- FITA CREPE- CANETA PERMANENTE Quantidade de turmas: 4Carga horária total: 16h Oficinas de Pinhole: Materiais necessários: - RECIPICIENTES DE PLÁSTICO PARA COMPORTAR OS QUIMICOS- PAPEL FOTOGRÁFICO - QUIMICOS ILFORD (REVELADOR, INTERRUPTOR, FIXADOR)- PINÇAS DE METAL- AVENTAIS- LUVAS- MÁSCARAS- POTES- FOLHAS FOTOSSENSIVEIS Quantidade de turmas: 4Carga horária total: 16h Oficinas de Fotoestamparia: Materiais necessários: - TECIDO - FILMES TRANSPARENTES - PLACA DE PRESSÃO OU PRENSA TÉRMICA- LUZ UV- FIXADOR PARA TECIDO - PINCEIS OU ROLOS Quantidade de turmas: 4Carga horária total: 16h Oficinas de fotografia digital Materiais necessários: - PROJETOR- COMPUTADOR - CELULARES OU CÂMERAS DIGITAIS Quantidade de turmas: 4Carga horária total: 16h Oficinas de fotografia de produtos Materiais necessários: - CAIXA DE PAPELÃO- CARTOLINA PRETA- COLA- TESOURA- CELULAR OU CÂMERAS FOTOGRÁFICAS Quantidade de turmas: 4Carga horária total: 16h EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA: - BUCHAS - PITÕES - PARAFUSOS - PREGOS - FERRAMENTAS E MAQUINÁRIOS - TINTAS, SELADORES, MASSA CORRIDA, PINCÉIS E ROLOS - MADEIRAS - ACRÍLICOS - PLACAS DE PVC - CABOS DE AÇO Tempo em exibição: 60 dias COMUNICAÇÃO: - Camisa – 1.000 unidades, malha, fio 30, policromia. Tamanhos P, M, G e GG;; - Banners – 1 unidades, Formato lona, policromia. Tamanhos: 1 unidades: 5,00 x 2,00m; - Ecobag – 300 unidades; tecido em algodão cru, policromia. Tamanho: 40 x 40 cm; - Catálogo – 1.000 unidades; policromia, papel couchet; miolo 60kg, capa 40kg. Tamanho: 20x15cm.

Acessibilidade

O Museu da Fotografia Fortaleza cumpre com todas as exigências dispostas nas normas técnicas de acessibilidade – medidas dispostas art. 27, inciso II, do Decreto 5.761, de 27 de abril de 2006, e na Instrução Normativa vigente, sendo elas: rampas de acesso, vagas reservadas e banheiros adaptados para pessoas que necessitam de atendimento individualizado; equipe disponível para suporte e auxílio de pessoas que apresentem quaisquer necessidades especiais. Através de uma parceria realizada desde 2018 entre Museu da Fotografia e as Universidades Federal e Estadual do Ceará, a exposição fotográfica do projeto contará com a presença de 5 peças táteis em madeira, desenvolvidas a partir das obras expostas. A acessibilização para pessoas com deficiência visual também contará com audiodescrições disponibilizadas via QR Code e NFC, para reprodução em dispositivos móveis. A parceria das instituições na acessibilização de exposições fotográficas acontece desde 2018, e juntos, realizam anualmente um projeto de formação em fotografia para deficientes visuais. São responsáveis por essa produção: Peças táteis: Projeto Fotografia Tátil, do departamento de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Ceará.Audiodescrições: Grupo Legendagem e Audiodescrição da Universidade Estadual do Ceará. Tecnologia: Museu da Fotografia Fortaleza. Dessa forma, e com a finalidade de proporcionar um amplo alcance e condições de acessibilidade ao público do projeto, outras medidas serão inseridas: Ações para acessibilidade de conteúdo: - Identificar a equipe do Museu com uniforme e crachás;- Disponibilizar textos expográficos em braille. - Realizar medidas de design inclusivo. Ações para deficientes auditivos: - Disponibilização de intérprete de Libras na palestra de abertura da exposição. - Produzir peças táteis em madeira de obras da exposição;- Produzir audiodescrição de obras da exposição. Ações para pessoas com mobilidade reduzida: - Manter rampas de acesso e vagas reservadas; (a execução da presente medida de acessibilidade não gera custos à proposta); - Reservar ao menos um sanitário acessível com trocadores adaptados para pessoas com deficiência (a execução da presente medida de acessibilidade não gera custos à proposta); - Manter sempre o sanitário acessível destrancado pronto para o uso (a execução da presente medida de acessibilidade não gera custos à proposta);- Manter a sinalização dos espaços em bom estado de conservação (a execução da presente medida de acessibilidade não gera custos à proposta); Para garantir que as propostas de ação cultural sejam adequadas às diferentes necessidades das pessoas com deficiência, levaremos em consideração as especificidades de cada indivíduo, respeitando, no entanto, o processo de programação e estabelecimento de políticas de inclusão.

Democratização do acesso

O projeto tem como objetivo atender a crianças e adolescentes, jovens e adultos de cidades dos estados como Ceará, Pará, Pernambuco e Minas Gerais, além de promover a itinerância de conteúdos produzidos pelo Museu da Fotografia Fortaleza. A participação da população beneficiada com as formações e a exposição final, será inteiramente gratuita, assim como todas as demais atividades a serem realizadas pelo projeto, cumprindo um importante papel na democratização do acesso a bens e serviços culturais. A logística necessária para a realização de visitas educativas à exposição será integralmente custeada, a exemplo do transporte rodoviário com ônibus e vans, com orçamento previsto na planilha de custos. Os produtos resultantes de suas atividades, como o catálogo, serão destinados integralmente a bibliotecas, escolas, museus e outras instituições públicas, atendendo, assim, as seguintes iniciativas de democratização do acesso (artigo 28, da IN 01/2023): III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; VIII - realizar atividades culturais nos estabelecimentos prisionais das unidades da federação; O projeto prevê o alcance de 18.000 (dezoito mil) pessoas, entre crianças, jovens e adultos, residentes do Estado do Ceará, Pará, Pernambuco e Minas Gerais.

Ficha técnica

SILVIO FROTA – DIREÇÃOSilvio Frota, 63 anos, natural de Fortaleza (CE) é empresário da construção civil, diretor presidente da SIMPEX Incorporações, atuando também na administração de shoppings centers e no mercado financeiro. Colecionador de obras de arte e fotografia, Silvio é Conselheiro do Instituto Volpi, Presidente do Instituto Paula e Silvio Frota, fundador e mantenedor do Museu da Fotografia de Fortaleza. Com um acervo que vem sendo construído desde 1980, Silvio possui uma das maiores coleções de fotografia do Brasil. O acervo fotográfico, com mais de duas mil obras, tem passado pelos principais museus de arte com destaque para as artes visuais. Da fotografia documental à artística contemporânea, explorando várias vertentes e gêneros fotográficos, Silvio Frota agora investe sua coleção na criação do primeiro Museu da Fotografia de Fortaleza, compartilhando com a sociedade sua coleção e estimulando o conhecimento das belas artes. Com uma vertente educacional, o Museu integra artistas e estudantes de uma maneira em geral. Como gestor, Silvio se destaca no mercado imobiliário e agora investe no ramo das artes em busca de dividir sua coleção particular com os cidadãos brasileiros e estrangeiros que passarem pelo Museu da Fotografia de Fortaleza. MARIANA CLEMENTINO – COORDENAÇÃO GERAL ADMINISTRATIVAGraduanda em Administração em Gestão pela Universidade Vale do Salgado, trabalha com gestão e comércio há mais de 20 anos. Foi uma das fundadoras e diretora de projetos da Empresa Junior da FVS. Tem certificação pelo EMPRETEC ONU/Sebrae. Desde 2019 coordena o Museu da Fotografia Fortaleza, atuando na elaboração, planejamento e gestão de projetos, além de coordenar os setores de Departamento Pessoal e Infraestrutura. TOMAZ MARANHÃO – COORDENAÇÃO GERAL DE AÇÃO CULTURAL E COMUNICAÇÃOFotógrafo e produtor cultural, formado no curso de Fotografia da Escola Pública de Artes “Porto Iracema das Artes” e atualmente cursando graduação em Marketing.No campo da fotografia, possui experiência em coberturas de ações culturais, incluindo eventos como Hip Hop Em Cena, Palco Aberto, Festa de Iemanjá, Bárbaras Mulheres do Ceará e Maloca Dragão. Na área da educação, ministra cursos de fotografia com foco em restauração fotográfica e fotografia digital. É responsável pela elaboração, planejamento e produção de eventos culturais, pela coordenação de comunicação do Museu, pela curadoria de exposições para o programa Museu Itinerante e pela prospecção de parcerias com secretarias governamentais, institutos, fundações e ONGs no Ceará, nos campos cultural e educacional. MARIA LILIANE - COORDENAÇÃO EDUCATIVAFotógrafa, designer, e produtora cultural, é graduada em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Ceará (UFC). Na fotografia, tem atuação em diversos eventos culturais, a exemplo das ações: For Rainbow, VI Festival de Inverno da Serra da Meruoca, Encontro Cultural Russano e XI Encontro do Mestres do Mundo. Foi proponente do catálogo Digital do Festival Popular de Teatro de Fortaleza e QXAS no ano de 2020, através da Lei Aldir Blanc. JULIANA BONFIM - ASSESSORIA DE IMPRENSSAJornalista com 18 anos de atuação em assessoria de comunicação. Tem forte expertise em gestão de crises, assessoria de imprensa, campanhas eleitorais, consultoria de comunicação corporativa e de órgãos públicos, além de diversos projetos editoriais. Desde 2010, está à frente da Vogal Comunicação. NANDA ARAÚJO - ASSESSORIA ADMINISTRATIVA Contabilidade, pela Universidade Estadual do Ceará. Elaboração e Coordenação de Projetos Culturais: Produção: Projeto Terça de Graça Capital e Interior Edições 2018 e 2019; Projeto Sertão Central Festival de Acordeon em Madalena; Projeto Concerto de Natal de Sobral. Acompanhamento e Execução financeira: Projeto Laboratorio Acidum: Escola de Arte Urbana do Ceará, Projeto Manutenção do Museu da Fotografia de Fortaleza, Projeto Escola de Teatro de Acopiara: Formação das Artes Cênicas na Região Centro Sul, Projetos Acordes Mágicos 2018, Manutenção das atividades do Museu da fotografia de Fortaleza, Programação Cultural da Vaquejada de Itapebussu, Projeto Arte Urgente Eusébio, Programação Cultural do São João de Maracanaú. Padre Cícero – A história de um santo do Povo (2020). Carnaval Cultural de Aracati (2020). Elaboração e Direção: Acordeum Festival – O Festival de Sanfona do Ceará 2020/2021. Analista de prestação de contas - Secretaria de Cultura do Estado do Ceará - 2015 a 2018. Analista fiscal e contábil - Contabilidade empresarial - 2012 a 2015. LORENA RUSSO - GESTÃO DE REDES SOCIAIS Formada em Ciências Sociais pela Universidade Estadual do Ceará, possui curso de Formação para o Ensino Superior na Universidade Federal do Ceará, Pós Graduação em Marketing na Universidade de Fortaleza (incompleto) e MBA em Marketing Digital na Faculdade Farias Brito. Tem no seu histórico profissional, de 1988 a 2000, atuação como Gerente de Publicidade e Tráfego da Empresa Jornalística O Povo S/A. No período de 2000 a 2004, foi gerente comercial da Editora Abril nos seguintes estados: Ceará, Maranhão, Piauí e Pará. Já em 2004 a 2005, com o cargo de atendimento na Slogan Propaganda. Em 2008, a convite da Agência Mendes Publicidade, passou a fazer o atendimento da conta do Governo do Estado do Pará, da Paratur e a merchandsing da Claro em todo o estado do Pará, Amazonas, Amapá, Rondônia e Maranhão. Em 2009, na capital Fortaleza, esteve na Acesso Comunicação como atendimento, responsável pela conta da Nacional Gás em todo o Brasil. De 2010 a 2012 trabalhou na Verve Comunicação como atendimento. No período de 2014 a 2016 foi Gestora do Cuca Jangurussu, responsável pelo gerenciamento do equipamento, patrimônio, colaboradores e facilitadora das atividades culturais, de arte, ciência e esporte. De 2017 até primeiro semestre de 2024 atuou na Verve Comunicação desempenhando a função de Atendimento e Web, fazendo atendimento de vários clientes inclusive o Museu da Fotografia Fortaleza. VANESSA AZEVEDO - ESPECIALISTA EM MUSEOLOGIACom formação concluída em Marketing pela Faculdade Terra Nordeste, e pós graduada em museologia pela Universidade Estácio do Ceará, atua na conservação e restauração de acervos museológicos. Foi responsável pela catalogação do acervo bibliotecário do Museu da Fotografia Fortaleza e coordenadora de montagem das exposições: Presidentes, no Memorial Edson Queiroz, Fortaleza Antiga, no Tribunal de Contas do Ceará, e Devoção, na Escola Superior da Magistratura do Estado do Ceará. Desenvolve trabalho na catalogação de arquivos fotográficos e obras de artes de colecionadores independentes. Tem formação complementar em Conservação e restauro de bens patrimoniais e móveis integrados.

Providência

SITUAÇÃO CORRIGIDA PELO SISTEMA. PROJETO COM CAPTAÇÃO DE RECURSOS.

2025-12-31
Locais de realização (1)
Fortaleza Ceará