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PRONAC 243095Apresentou prestação de contasMecenato

Duas Rodas e Uma Nação - A História da Motocicleta no Brasil (título provisório)

NATION PRODUCTION AND CONTENT SERVICES BRAZIL LTDA
Solicitado
R$ 4,36 mi
Aprovado
R$ 4,35 mi
Captado
R$ 2,66 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (8)
CNPJ/CPFNomeDataValor
55942312000106Santerder Brasil Administradora de Consórcio Ltda.1900-01-01R$ 885,0 mil
15141003000112RETURN CAPITAL SA1900-01-01R$ 805,0 mil
31595265000103ESFERA FIDELIDADE S.A1900-01-01R$ 510,0 mil
03347828000109Webmotors SA1900-01-01R$ 300,0 mil
54267463000143Moto Remaza Distribuidora de Veículos e Peças Ltda1900-01-01R$ 76,0 mil
67375899000106Datan Comercio Veículos Ltda1900-01-01R$ 50,0 mil
09448339000120TMT - DISTRIBUIDORA DE VEICULOS LIMITADA1900-01-01R$ 15,0 mil
03647692000152Tani Motors Distribuidora de Veículos Ltda1900-01-01R$ 15,0 mil

Eficiência de captação

61.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-07-29
Término

Resumo

A mostra Duas Rodas e Uma Nação _ A História da Motocicleta no Brasil (título provisório) é uma proposta de exposição inédida a ser realizada em 3 pavimentos do Farol Santander São Paulo, exibindo através de objetos originais, recursos multimídia, instalações interativas e imersivas, para todas as idades e públicos, os principais elementos históricos e sociais, evidenciando a motocicleta e os personagens que constituiram os 120 anos da presença da motocicleta no Brasil.

Sinopse

A exposição Duas Rodas e uma Nação, apresenta a cultura do motociclismos, sua complexidade e riqueza, englobando uma multiplicidade de manifestações e expressões com desdobramentos sociais que se relacionam com diferentes movimentos e liguagens. Muito mais do que um simples meio de transporte, a motocicleta é uma cultura viva que influência gerações e seu comportamento social. A mostra sintetiza os 120 anos da motocicleta no brasil através de 6 recortes curatoriais: 1. Pioneirismo: no início do Século XX, um Brasil em transformação social, indústria e comércio pujantes; 2. Competição: seguindo a narrativa temporal, os destaques de cada período de nossa história na forma das próprias motocicletas usadas para competir; 3. Sociedade: a motocicleta como um fenômeno transformador da sociedade; 4. Tecnologia: a cada período histórico, os saltos tecnológicos que ditaram a evolução da motocicleta ao longo do tempo; 5. O papel da mulher - de coadjuvante a protagonista; 6. Futuro: qual a visão de futuro para a motocicleta. Zero impacto?

Objetivos

OBJETIVO GERAL A exposição pretende mostrar ao brasileiro em geral, e ao estrangeiro visitante, a nossa riqueza escondida nas histórias de motocicletas (e motociclistas) desconhecidas da maioria das pessoas. Trata-se da primeira exposição deste porte em território nacional. Com a exposição pretendemos: · Dar ao brasileiro o devido orgulho da sua própria história através do olhar da motocicleta e de seus personagens; · Apresentar ao visitante a clara ideia da transformação de nossa sociedade diante da popularização deste veículo tão prático quanto apaixonante; · Mostrar e valorizar as histórias de verdadeiros heróis brasileiros desconhecidos, tanto no esporte quanto nas aventuras modernas das grandes viagens, ou mesmo dos heróis desconhecidos que movimentam nossas cidades carentes de boas histórias brasileiras, carentes de heróis e de orgulhar-se do que somos; · Proporcionar ao estrangeiro visitante a noção clara da razão pela qual nos tornamos um dos maiores mercados mundiais de duas rodas. · E, contar estes 120 anos de história através de 6 recortes: 1. Pioneirismo: no início do Século XX, um Brasil em transformação social, indústria e comércio pujantes, o crescimento dos grandes centros urbanos, a migração, e o fortalecimento do comércio internacional aliados à expansão mundo afora dos novos veículos motorizados (automóveis e motocicletas) e como isso afetou nosso país pelo olhar das motocicletas. 2. Competição: Seguindo a narrativa temporal, os destaques de cada período de nossa história na forma das próprias motocicletas usadas para competir, assim como os equipamentos de cada época (a evolução da segurança) e seus personagens marcantes, muitos deles desconhecidos herois de seus tempos. A importância histórica da figura do ídolo, tão menosprezado e às vezes diminuído em nosso país, e como estas figuras podem (devem) ser motivo de orgulho nacional e exemplo daquilo que somos capazes de fazer como povo. 3. Sociedade: A motocicleta como um fenômeno transformador da sociedade: de veículo das elites no início do século passado, com a formação dos primeiros clubes sociais montados a partir das motos, as primeiras longas viagens, as primeiras competições ("A primeira corrida aconteceu quando chegou por aqui a segunda moto.") O sentimento de competição atrelado à história do próprio veículo, até a popularização e massificação do uso da moto que, a partir de meados dos anos 70, recebe a indústria japonesa, que de verdade populariza a motocicleta. A "liberdade" chega para "todos". Nos grandes centros urbanos surgem novas atividades econômicas atreladas à popularização da moto, como um fenômeno absolutamente pessoal: Os moto-entregadores são o melhor exemplo. "Minha "empresa" sou eu!", e eles se espalham pelos grandes centros, e em seguida para todo o país; os mototáxis são uma realidade em muitas cidades brasileiras, mas talvez o mais importante fenômeno foi permitir que o indivíduo passasse a se deslocar de forma independente: LIBERDADE! 4. Tecnologia: A cada período histórico, os saltos tecnológicos que ditaram a evolução da motocicleta ao longo do tempo. Desde os pioneiros até o final dos anos 70, a indústria como um todo perseguiu a evolução da performance olhando principalmente para o desenvolvimento dos motores. Mais forte, mais potente... enquanto o restante do conjunto muitas vezes não conseguia acompanhar o ritmo das "usinas de força". Muitos dos quadros (chassis) não suportavam toda aquela força, as rodas, as suspensões e os freios, os pneus... quase tudo era secundário ou era desenvolvido depois... mas o depois significava que o motor já estava mudando novamente. Primeiro o motor, depois o resto... foi assim por muito tempo, e isso fazia da motocicleta um veículo para poucos e corajosos, e de alto risco. O crescimento do mercado, a popularização da motocicleta no Brasil e no Mundo, obrigou a indústria a equilibrar o veículo, trazendo motores eficientes, montados em chassis equilibrados, com pneus adequados para cada tipo de aplicação, suportados por suspensões também equilibradas e freios poderosos. Além disso, o meio ambiente também passou a exigir cuidados a mais, com mais eficiência em performance versus consumo versus emissões. 5. O papel da mulher - de coadjuvante a protagonista: Durante toda a primeira fase da história, a mulher, como indivíduo, foi secundária na atividade motociclismo em si. Possuir ou pilotar uma moto era uma atividade predominantemente masculina, e foi assim durante décadas. Claro que ao longo de toda a história tivemos mulheres ao guidão, ou protagonistas, mas elas eram minoria, até que... na década de 50 acontece a proibição da importação de caminhões, automóveis e motocicletas por parte do governo de Juscelino Kubitschek, e o fechamento de nossas linhas férreas. Era um movimento para a implantação da indústria de caminhões e automóveis, e a mudança do modal de transporte brasileiro. Aí, quase por acidente, começam as importações das motonetas, que possuíam classificação fiscal distinta de motocicleta e as características do veículo atraíram as mulheres para o guidão. Atualmente a mulher representa a parcela de usuários que mais cresce no país e também se transformou em parte importante na compra (participação de mercado. Elas já representam cerca de 26% das compras de motocicletas e mais de 30% nas compras de scooters). 6. Futuro: Qual a visão de futuro para a motocicleta. Zero impacto? Zero emissões? Maior eficiência em todos os sentidos é sim um ponto pacífico, tanto por parte da indústria como sob a ótica do usuário final. Motos elétricas seriam a solução final? Para determinados tipos de aplicação pode sim ser uma excelente opção, mas seguramente não para todas, assim como em outros segmentos da indústria de veículos. A especialização/segmentação já é um fenômeno de décadas, com a produção de motocicletas para diferentes finalidades como, esportivas, transporte, viagens, on off road, custom e agora as clássicas, e principalmente as populares de pequena/média cilindradas OBJETIVO ESPECÍFICO (devem ser mensuráveis e devidamente comprovados na prestação de contas. Pergunta-chave: QUAIS? QUANTOS? A execução do objetivo geral do projeto se dará a partir dos objetivos específicos descritos a seguir: 1. Produto Exposição de Artes: Realizar uma exposição criativa e imersiva no Edifício Altino Arantes / Farol Santanader São Paulo, com objetos icônicos, como motocicletas, vestuários, troféus, escultura, fotógrafias, recursos multimídia, instalações interativas e imersivas; 2. Produto Catálogo digital: Editar catálogo bilíngue (português / inglês) para registro , documentação e difusão da exposição (de forma democrática e gratuíta) reunindo texto (s) crítico (s), legendas, legendas cometadas, imagens de todos os objetos espostos e instalções em formato digital. 3. Produto Contrapartida social: Tendo como contrapartida social, visando ampliar o alcance do projeto por meio da realização de atividade formativa, consistente em palestras, nos termos do inciso II do art. 30 da IN n° 1/202

Justificativa

O projeto justifica-se por se enquadrar nos seguintes incisos do ART. 1o da Lei 8.313/91 I _ Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III _ Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII _ Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX _ Priorizar o produto cultural originário do País. Ademais, o projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art 3o da Lei 8.313/91): II _ Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) Realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênica, de música e de folclore.

Estratégia de execução

Os 120 anos de história repletos de personagens e episódios fascinantes que ajudaram a construir o 6º maior mercado de motocicletas do mundo com mais de 35 milhões de veículos. A Exposição apresentará através de peças originais e recursos multimidia e interativos, motocicletas raras e seus personagens incríveis, do início do Século XX à atualidade, terminando com uma visão do futuro. RECORTE CURATORIAL Pioneirismo: no início do Século XX, um Brasil em transformação social, indústria e comércio pujantes; Competição: seguindo a narrativa temporal, os destaques de cada período de nossa história na forma das próprias motocicletas usadas para competir; Sociedade: a motocicleta como um fenômeno transformador da sociedade; Tecnologia: a cada período histórico, os saltos tecnológicos que ditaram a evolução da motocicleta ao longo do tempo; O papel da mulher: de coadjuvante a protagonista; Futuro: qual a visão de futuro para a motocicleta. Zero impacto? ROTEIRO EXPOSITIVO Hall de entrada – térreo Impactar o público visitante no primeiro olhar DNA da Moto - Motocicletas instaladas em espriral, descendo pelos pilares Painéis de led - exibem filmes em loop com diferentes motocicletas e velocidades Espaço instagramável - moto CG do Pelé Motocicleta ícone: MONTESA COTA 247 20˚ andar – Cronologia Do início do século XX até a década de 60: Pioneirismo - os desbravadores e suas motocicletas Acervo - motos, equipamentos, roupas e troféus Fotos e filmes - fatos históricos que influenciaram na evolução do mercado Instalação imersiva – projeção 360˚ e simulação de partida de motocicleta o Revolução, período entre Guerras e as corridas de rua o Crescimento do esporte no Brasil até a era das motonetas o A chegada das primeiras mulheres ao mundo das duas rodas 19˚ andar – Hall da Fama Anos 70, o surgimento dos primeiros grandes ídolos da nossa velocidade Acervo - motos, equipamentos, roupas e troféus Instalação interaitva/sensorial – túnel simulando engrenagens de um motor (som e vibração) Fotos e filmes - fatos históricos que influenciaram na evolução do mercado o A chegada do motocross o Efetivo início da indústria nacional de motocicletas o A chegada das japonesas Yamaha e Honda o A motocicleta se transforma no objeto de desejo o A transformação social o Brasil, potência Mundial no setor de duas rodas

Especificação técnica

Especificações técnicas: 1. CATÁLOGO DIGITAL, disponível gratuitamente em plataforma digital, durante todo o período expositivo; 2. PALESTRA, 2 palestras gratuitas; 3. PROJETO PEDAGÓGICO, com formação de monitores de educativo, gravação de audioguias acessíveis por QRcode, visitas guiadas, visitas em libras, folder acessível e obras táteis.

Acessibilidade

Em cumprimento ao art. 25 da IN 1/2023, a proponente apresenta as medidas de acessibilidade de cada produtor cultural vinculado ao projeto. 1. Produto – Exposição de Artes Acessibilidade Física: Em conformidade com o Art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, o proponente se compromete a proporcionar acesso garantido aos portadores de necessidades especiais. Os espaços expositivos são amplamente acessíveis, havendo rampa para pessoas com deficiência de mobilidade, elevadores, telefones e banheiros adaptados às necessidades especiais de mobilidade. Da mesma forma, levará em conta todas as normas de segurança indispensáveis para o conforto e a segurança de todos e, principalmente dos portadores de necessidades especiais, nos termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999. Item orçamentário: não se aplica. Acessibilidade de Conteúdo: Para atender às necessidades de acessibilidade comunicacional, seguindo a ABNT NBR 1 5599:2008, adotaremos asseguintes medidas: Deficiente auditivo: A proponente prevê a medida de acessibilidade de interprete de libras para o conteúdo aplicável. Item orçamentário: Interprete de libras: Haverá disponibilidade de guias que realizarão a audiodescrição além de transmitir todo o contexto das obras e espaço expositivo. Item orçamentário: A proponente contará com a parceria de profissionais de entidades especialistas em audiodescrição, sendo desnecessário item orçamentário específico. Ademais a Exposição contará com recursos visuais que irão explorar a interatividade entre arte e espectador, e terão obras artísticas distribuídas ao longo do espaço expositivo permitindo a participação e interação de todos os públicos. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Não haverá impactos para deficientes cognitivos, terão obras artísticas distribuídas ao longo do espaço expositivo permitindo que todos contemplem a exposição, assim como os textos explicativos em português. Item da planilha orçamentária: Não haverá nenhum gasto no projeto. Os textos explicativos terão padronização e consistência, criados com estrutura lógica, que permita ao usuário encontrar a informação de forma rápida e facilitada, sem a utlização de elementos piscantes, cores com muito brilho, texto em movimento ou outros elementos que possam causar incômodo e sem utilizar fontes decoradas e blocos de texto todo em itálico ou maiúsculo, que possam dificultar a leitura. A proponente reconhece que as pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que geram limitações aos conteúdos do projeto são atores sociais, ou seja, sujeitos com capacidade de ação e interpretação sobre suas escolhas e decisões, e ter acesso a arte pode ser um meio de contribuir em sua socialização e na efetivação da aplicação de seus direitos, uma vez que também possuem interesse superior e gozam de absoluta prioridade. Considerando as regras previstas nas normas técnicas de acessibilidade da ABNT, na legislação específica ou no Decreto nº 5.269/2004, a proponente se compromete a fornecer ajuda técnica que permita o acesso às atividades culturais em igualdade de condições com as outras pessoas, ademais aplicando diretrizes sobre o tratamento a ser dispensado a essas pessoas, com objetivo de cobrir e reprimir qualquer tipo de discriminação, bem como as respectivas sanções pelo descumprimento dessas normas. Portanto toda realização do projeto considerará a inexistência de qualquer tipo de obstáculo à essas pessoas para terem acesso aos conteúdos do projeto. 2. Produto – Catálogo Acessibilidade de Conteúdo: Para atender às necessidades de acessibilidade comunicacional, seguindo a ABNT NBR 1 5599:2008, adotaremos as seguintes medidas: O catálogo será disponibilizado na internet, em redes sociais. O catálogo terá o formato PDF, o que permite ao usuário a utilização da funcionalidade “Voice Over” possibilitando a descrição dos elementos, textos e imagens contidos no catálogo. Vale ressaltar que tal funcionalidade é intrínseca aos computadores, sem necessidade de inserção de rubrica para contemplar esta medida de acessibilidade. Item orçamentário: Não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Não haverá impactos para deficientes cognitivos, sendo que a diagramação do catálogo permitirá que todos se contemplem o conteúdo da exposição assim como os textos explicativos em português. Item da planilha orçamentária: Não haverá nenhum gasto no projeto. Os textos explicativos terão padronização e consistência, criados com estrutura lógica, que permita ao usuário encontrar a informação de forma rápida e facilitada, sem a utlização de elementos piscantes, cores com muito brilho, texto em movimento ou outros elementos que possam causar incômodo e sem utilizar fontes decoradas e blocos de texto todo em itálico ou maiúsculo, que possam dificultar a leitura. A proponente reconhece que as pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que geram limitações aos conteúdos do projeto são atores sociais, ou seja, sujeitos com capacidade de ação e interpretação sobre suas escolhas e decisões, e ter acesso a arte pode ser um meio de contribuir em sua socialização e na efetivação da aplicação de seus direitos, uma vez que também possuem interesse superior e gozam de absoluta prioridade. Considerando as regras previstas nas normas técnicas de acessibilidade da ABNT, na legislação específica ou no Decreto nº 5.269/2004, a proponente se compromete a fornecer ajuda técnica que permita o acesso às atividades culturais em igualdade de condições com as outras pessoas, ademais aplicando diretrizes sobre o tratamento a ser dispensado a essas pessoas, com objetivo de cobrir e reprimir qualquer tipo de discriminação, bem como as respectivas sanções pelo descumprimento dessas normas. Portanto toda realização do projeto considerará a inexistência de qualquer tipo de obstáculo à essas pessoas para terem acesso aos conteúdos do projeto. 3. Produto - Contrapartida (Palestras) Acessibilidade Física: Acessibilidade física: O local em que ocorrerão as palestras estará em conformidado com o Art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, o proponente se compromete a proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Leino 10.741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras dedeficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999. Item orçamentário: não se aplica. Acessibilidade de Conteúdo: Deficiencia auditiva: Para atender às necessidades de acessibilidade comunicacional, seguindo a ABNT NBR 1 5599:2008, serão adotadas asseguintes medidas: a contratação de tradutor de libras como medida de acessibilidade nas palestras. Item orçamentário: Intérprete de libras: O conteúdo será transmitido oralmente, sendo de total compreensão por deficientes visuais. Item orçamentário: Não se aplica ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Não haverá impactos para deficientes cognitivos, os contéudos das aulas da ação formativa terão formato inteligível para qualquer públco, assim como os textos explicativos em português. Item da planilha orçamentária: Não haverá nenhum gasto no projeto. Os textos explicativos terão padronização e consistência, criados com estrutura lógica, que permita ao usuário encontrar a informação de forma rápida e facilitada, sem a utlização de elementos piscantes, cores com muito brilho, texto em movimento ou outros elementos que possam causar incômodo e sem utilizar fontes decoradas e blocos de texto todo em itálico ou maiúsculo, que possam dificultar a leitura. A proponente reconhece que as pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que geram limitações aos conteúdos do projeto são atores sociais, ou seja, sujeitos com capacidade de ação e interpretação sobre suas escolhas e decisões, e ter acesso a arte pode ser um meio de contribuir em sua socialização e na efetivação da aplicação de seus direitos, uma vez que também possuem interesse superior e gozam de absoluta prioridade. Considerando as regras previstas nas normas técnicas de acessibilidade da ABNT, na legislação específica ou no Decreto nº 5.269/2004, a proponente se compromete a fornecer ajuda técnica que permita o acesso às atividades culturais em igualdade de condições com as outras pessoas, ademais aplicando diretrizes sobre o tratamento a ser dispensado a essas pessoas, com objetivo de cobrir e reprimir qualquer tipo de discriminação, bem como as respectivas sanções pelo descumprimento dessas normas. Portanto toda realização do projeto considerará a inexistência de qualquer tipo de obstáculo à essas pessoas para terem acesso aos conteúdos do projeto.

Democratização do acesso

Os ingressos da exposição serão acessíveis a toda população. Para garantir o acesso ao produto gerado pela população de baixa renda, será feita a divulgação, por meio de convites eletrônicos, enviado as diretorias de escolas, ONGs, instituições e projetos sociais do entorno dos espaços culturais onde ela será realizada. 1. PRODUTO EXPOSIÇÃO: Será respeitada a distribuição do produto cultural (ingressos para a exposição) prevista na IN nº 1/2023, Art. 27, a saber: a) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadores; b) até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; c) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; d) mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% do salário-mínimo vigente. Como democratização de acesso, o projeto prevê também, de acordo com a IN nº 1/2023, Art. 28: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; 2. PRODUTO CATÁLOGO: A disponibilização do catálogo digital em plataforma específica será totalmente gratuita e amplamente divulgada pelo projeto. Como democratização de acesso, o projeto prevê também, de acordo com a IN nº 1/2023, Art. 28: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); 3. PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL A realização da atividade formativa cultural a ser realizada na Contrapartida social do projeto será totalmente gratuita, nos termos do art. 30 da IN n° 1/2023. Como democratização de acesso, o projeto prevê também, de acordo com a IN nº 1/2023, Art. 28: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento);

Ficha técnica

CURADORIA – Carlos Eduardo de Escobar Coachman Filho (CARLÃOZINHO COACHMAN) Convive com motocicletas e bicicletas desde criança. Começou a pilotar pelas mãos do pai Carlão Coachman aos 9 anos. Das trilhas de final de semana às competições foi um pulo. Dedicou-se ao Trial e ao Enduro principalmente, categorias em que se sagrou Vice-Campeão Brasileiro, até virar piloto de testes para revistas especializadas em 1982. Carlãozinho foi também um dos pioneiros da prática do Mountain Bike no Brasil e um dos destaques dos primeiros anos de competição. Criou o Parque de Esporte Lídia Coachman em Itapecerida da Serra, o Campeonato Amador de Motocross e o Enduro Duro ao mesmo tempo em que surgiam os primeiros textos, as primeiras viagens, primeiro como jornalista depois Chefe de Redação, Editor e Gerente de Produtos. Sempre sentiu a necessidade de se valorizar a história e seus personagens e assim, promoveu ainda em 1995 a festa de premiação da Confederação Brasileira de Motociclismo no antigo Moinho Santo Antônio, ajudou a criar o Prêmio Moto de Ouro da revista Motociclismo e a prestar homenagens a diversos ídolos do nosso esporte. Passou a Brand Manager na IZZO/ IMOCX onde trabalhou diretamente com as marcas Harley-Davidson, Ducati, KTM, Husqvarna, Polaris, Triumph, Malagutti, KTM, MV Agusta e Buell, entre outras. Foi ainda o RP e Coordenador de atividades de Competição da empresa e ajudou a conceber e executar equipes de competição e eventos como Triumph Daytona Cup, o Husqvarna Supermoto Cup e o Imocx Weekend. É um dos maiores conhecedores da história do motociclismo no Brasil, além de idealizador e curador do projeto Motostory, do Bikestory e do Centro Cultural Movimento. Carlãozinho também é o autor do Livro Duas Rodas e Uma Nação e idealizador e curador do Centro Cultural Movimento, museu localizado na cidade de Socorro, interior Paulista. Também assina o trabalho jornalístico histórico do documentário ACONTECEU EM DAYTONA, sobre a vitória de Antônio Jorge Neto, Netinho, em Daytona, Estados Unidos, em 1983. EXPOGRAFIA – Projeto expositivo Rodrigo Ohtake - Formado Arquiteto e Urbanista na FAU/USP em 2009, com um período de estudos no Politécnico de Milão, Rodrigo Ohtake colaborou com os arquitetos Mario Biselli, Alvaro Puntoni e o designer francês Patrick Jouin, além trabalhar com seu pai, Ruy Ohtake, de 2008 a 2017. A partir de 2005, passa a desenhar seus próprios projetos e, em 2011, inaugura o escritório Rodrigo Ohtake Arquitetura e Design. Além dos trabalhos nos escritórios, participou como assistente de curadoria de André Corrêa do Lago no Pavilhão Brasileiro na 14ª Bienal de Arquitetura de Veneza, de 2014. Desde seus primeiros projetos, cria móveis para compor sua arquitetura. Em 2015, passou a produzir peças de mobiliário independentes, área que tem se dedicado cada vez mais. Já teve peças expostas nas feiras MADE e SP/Arte, no Brasil, e Design Miami e Design Miami / Basel. Em 2021 retorna para assumir a coordenação do escritório Ruy Ohtake arquitetura e urbanismo, paralelamente ao próprio escritório. Em 2022 funda o escritório OHTAKE, fruto da fusão entre Ruy Ohtake arquitetura e urbanismo e Rodrigo Ohtake arquitetura e design. Um estúdio multidisciplinar voltado à arquitetura, design, urbanismo e novas tecnologias construtivas e de materiais. PRODUÇÃO EXECUTIVA - Fabia Feixas, formada em Comunicação Social em 2003 pela UniSant’Anna e pós-graduada em Administração e Organização de Eventos em 2018 pelo Senac, atualmente sócia diretora da empresa Mais Produtora. Há 18 anos trabalha com desenvolvimento e produção de projetos e eventos culturais. Exercendo as atividades de produtora executiva, coordenadora técnica, produtora de conteúdo e curadoria. Atuando na pré-produção, produção e execução e pós-produção - formando e coordenando equipes multidisciplinares - e organizando exposições e coletivos. Administrando logística, produção gráfica e de conteúdo, contato, negociação e contratação de fornecedores e parceiros, elaborando e gerenciando planilhas orçamentárias e cronogramas de pagamento e execução. Com ampla experiência, atua também no desenvolvimento conceitual, elaboração e inscrição de projetos culturais em leis de incentivo à cultura, editais e pregões. PROPONENTE - Comandada por Edu Sallouti e Cassio Pardini, produtores com mais de 20 anos no mercado de exposições e audiovisual, a Nation é uma empresa Brasileira independente. A Nation produz cultura e entretenimento desenvolvendo, produzindo, comercializando suas produções originais, eventos culturais e exposições. A Nation transforma conceitos em ideias através de processos rigorosos de desenvolvimento e concepção. Cada ideia busca não apenas comunicar conceitos, mas explorar como o ser humano pode aprender, se relacionar e criar laços afetivos com o conteúdo e com publico ao redor.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2025-08-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo