| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 92802784000190 | COMPANHIA RIOGRANDENSE DE SANEAMENTO - CORSAN | 1900-01-01 | R$ 200,0 mil |
| 04089570000150 | Águas Guariroba SA | 1900-01-01 | R$ 172,0 mil |
| 00990842000138 | ACO CEARENSE INDUSTRIAL LTDA | 1900-01-01 | R$ 74,0 mil |
| 15384637000104 | Águas do Mirante SA | 1900-01-01 | R$ 63,4 mil |
| 36641320000178 | AMBIENTAL METROSUL CONCESSIONARIA DE SANEAMENTO SPE S.A. | 1900-01-01 | R$ 51,6 mil |
| 14980121000151 | ALLIANCE QUIMICA INDUSTRIA E COMERCIO LTDA | 1900-01-01 | R$ 39,6 mil |
| 31367633000166 | ALLIANCE MARANHAO IND E COM LTDA | 1900-01-01 | R$ 24,1 mil |
O projeto visa garantir a continuidade das atividades culturais do Instituto Pensando Bem. Ao longo de 7 meses da iniciativa, serão atendidas crianças e adolescentes em situação de risco e/ou moradoras de áreas da Favela beco do Céu. A proposta contempla as linguagens artísticas: música, dança, teatro e artes visuais, distribuídas entre cursos livres que serão oferecidos gratuitamente aos 300 educandos da instituição.
OBJETIVO GERAL: Contribuir com o desenvolvimento cultural e a promoção dos direitos culturais a partir da oferta gratuita das atividades culturais desenvolvidas pelo Instituto Pensando Bem, localizado no Beco do Céu, favela pertencente à periferia de Fortaleza, no Ceará. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: PLANO ANUAL • Garantir o custeio de gastos referentes à manutenção da instituição (funcionários, internet, materiais) CURSO/OFICINA/ESTÁGIO • Oferecer 80 vagas para 01 curso gratuito de ballet com carga horária de 110h/a; • Oferecer 240 vagas distribuídas entre 03 cursos gratuitos de música: canto coral, violino e violão, com carga horária de 110h/a cada, sendo 80 vagas por curso; • Oferecer 80 vagas para 01 curso gratuito de teatro com carga horária de 110h/a; • Oferecer 40 vagas para 01 curso gratuito de ilustração com carga horária de 144h/a; • Realizar 08 oficinas gratuitas de contação de histórias mensalmente, pelo período de 06 meses, totalizando 48 oficinas e 96h/a durante a execução do projeto; • Realizar 08 oficinas gratuitas de desenho mensalmente, pelo período de 06 meses, totalizando 48 oficinas e 96h/a durante a execução do projeto; • Realizar 08 oficinas gratuitas de dança mensalmente, pelo período de 06 meses, totalizando 48 oficinas e 96h/a durante a execução do projeto; • Promover 02 saídas culturais para os 300 educandos experimentarem outros espaços culturais da cidade e desta forma contribuir para uma maior integração deles com a dinâmica cultural.
Sawaia (2009) aproxima em seu artigo a psicologia à ideia de transformação social. Para discutir, então, a relação entre subjetividade e desigualdade, a autora se vale das contribuições de Espinosa e de Vigotski, destacando duas dimensões da subjetividade: os afetos e a imaginação. Nessa perspectiva, "a emoção e a criatividade são dimensões ético-políticas da ação transformadora, de superação da desigualdade" (Sawaia, 2009, p. 366). O trabalho com o desenvolvimento dessas duas dimensões desde a infância seria, então, fundamental para o enfrentamento a essas desigualdades, tendo a arte e a cultura como fortes aliados. A esse respeito, mais à frente, a autora chama atenção para o papel central que a arte ocupa na práxis de colocar "à disposição dos sujeitos habilidades, conhecimentos e experiências que lhes permitam estimular os nexos entre imaginação, emoção, sentimento e vontade" (Sawaia, 2009, p. 369). Essa é justamente a proposta do Instituto Pensando Bem e do projeto Beco Céu, à medida que possibilita que os usuários do equipamento entrem em contato com novas formas de ver e de pensar o mundo, estimulando sua expressão individual e fortalecendo a noção de alteridade. Esse é, portanto, um movimento essencial para o processo de formação da identidade. Por meio dos polos, programas e oficinas ofertados, o Instituto Pensando Bem exerce, dentro da comunidade Inferninho, esse papel fundamental, desenvolvendo com os públicos de todas as faixas etárias a criatividade, o senso de coletividade, a autoestima, a autoconfiança e os aspectos cognitivos, intelectuais e emocionais. Dessa maneira, o Instituto Pensando Bem busca promover o desenvolvimento pleno dos participantes do projeto, por meio da educação, da arte, da cultura, do esporte, do acolhimento e do cuidado. Tendo em vista que os educandos fazem parte de um contexto socioeconômico de risco ou vulnerabilidade, o Beco Céu exerce um papel extremamente importante, já que busca diminuir a desigualdade social, trazendo novas perspectivas e sonhos aos públicos de diferentes faixas etárias, ao mesmo tempo que revitaliza a relação entre comunidade e localidade, por meio das intervenções e serviços ofertados pelo espaço. As conexões e trocas de experiências e vivências proporcionadas pelo projeto têm, assim, transformado vidas, não só de seus educandos, como também dos membros da equipe, que são cada vez mais vistos como referências pela comunidade. Pode-se perceber, assim, que a relação de proximidade, construída ao longo do tempo de inserção e atuação na comunidade, entre equipe e moradores, é um reflexo das conexões estabelecidas e proporcionadas pelas ações do projeto. Essa relação demonstra a importância do Beco Céu como fator de transformação social, mostrando a eles novos caminhos e os ajudando a fortalecer laços afetivos, familiares e sociais juntamente ao trabalho de competências específicas em seu dia a dia. Isso, sem dúvida, se traduz em melhor desempenho escolar, garantindo assiduidade e participação, trazendo motivação às crianças e jovens pela busca de seus objetivos e sonhos. Os benefícios de ações desse tipo são, portanto, indispensáveis para o enfrentamento às desigualdades e pela busca da construção de uma sociedade mais justa. Nesse sentido, o Instituto Pensando Bem tem como missão transformar as favelas, de dentro para fora, potencializando sonhos através de oportunidades e da inovação social. A partir da experiência com o Beco Céu, vista como uma espécie de laboratório, espera-se que haja a expansão do projeto, não somente dentro da Favela Inferninho, como também em outras áreas, visando sempre à educação e à inclusão social. Dessa maneira, a meta para o Instituto Pensando Bem é que, até 2025, ele seja visto como uma referência de organização voltada para o desenvolvimento humano, social e urbano, não somente para as favelas de Fortaleza, mas para todas as favelas da região Nordeste. Realizar um trabalho que envolva preocupações sociais, educativas, esportivas, ambientais, artísticas e culturais para toda a comunidade é o que norteia as ações do Instituto Pensando Bem e as atividades desenvolvidas no Beco Céu. Essas atividades têm o intuito de proporcionar aos moradores dessa área de risco ferramentas para uma melhor e efetiva inserção no mundo à sua volta, desenvolvendo a autoestima e ampliando o horizonte de expectativas dos participantes do projeto. A cultura e a arte são vistas, dessa maneira, como meios que possibilitam que os educandos se tornem protagonistas em suas vidas, aprendendo a desenvolver e a aprimorar as possibilidades de descobrir novos espaços, novas formas, superando suas limitações e condições para enfrentar novos desafios quanto aos aspectos motores, sociais, afetivos e cognitivos, além do estímulo ao autoconhecimento e ao pensamento crítico. Nesse sentido, os educadores são essenciais, compondo a linha de frente da manutenção das atividades e da criação de laços afetivos e do engajamento pedagógico. O Instituto acredita, assim, que, por meio do trabalho com o desenvolvimento da empatia e da autoestima de seus participantes, é possível conquistar a participação e o engajamento nas atividades, o que tem como consequência a melhoria social pretendida pelas ações desenvolvidas. Estas devem sempre levar em conta a busca pela excelência, que, alinhada ao foco da equipe e dos educandos, desperta o espírito de liderança e a luta contra o conformismo social. Para atingir o propósito de potencializar pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica e ambiental, por meio de tecnologias sociais e inovadoras, como educação, esporte, sustentabilidade, qualificação profissional e empreendedorismo é necessário que a equipe esteja sempre disposta a se adaptar e a planejar, sem nunca perder a esperança no processo de transformação social. É isso que deve garantir a continuidade e eventual expansão do projeto. O Instituto acredita que por meio da junção de espaços criativos e programas inovadores, é possível revitalizar áreas de risco na cidade de Fortaleza, pois, nas palavras de Rutênio Florêncio, idealizador do projeto, "um lugar revitalizado revitaliza pessoas."[1] Por meio dessa filosofia e da busca constante por melhorias na infraestrutura e no atendimento ao público, será possível atingir o grande objetivo de possibilitar mudança social a partir das favelas da região Nordeste. Contando atualmente com mais de 16 oficinas voltadas para a educação complementar e para a cultura, o projeto busca alcançar públicos cada vez maiores, transformando o maior número possível de famílias, dando aos jovens novas perspectivas de futuro e novas visões de mundo, desenvolvendo a criticidade e o pleno exercício da cidadania. As ações apresentadas nessa proposta são de interesse público, de caráter gratuito e inclusivo. São, também, ações desenvolvidas a partir de sólida experiência, com capacidade de captação e de execução, inclusive com aprovações anteriores neste sistema. Alinhando-se, desta maneira, com a política cultural do ministério, bem como com as diretrizes da Lei Federal de Incentivo à Cultura. O financiamento do projeto "Manutenção das Atividades Culturais do Instituto Pensando Bem" justifica-se ainda pela compatibilidade com os Art. 1º e Art. 3° da Lei 8313/91: Com o Artigo 1º há aderência total nos seus incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Já em relação ao Artigo 3° encontramos maior aderência no projeto com o item: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; Diante dos pontos expostos é possível identificar que o projeto conta com os pré-requisitos expressos na Lei 8313/91 para que apresentação de projetos para apoio incentivo fiscal.
As contribuições do Beco Céu e das ações do Instituto Pensando bem, e em suas parcerias, em especial, com a Gerando Falcões, para a mudança social e para a diminuição de desigualdades são fundamentais para o contexto das favelas de Fortaleza. A experiência do Beco Céu pode servir, ainda, de referência para projetos semelhantes, tanto em nível municipal como estadual e regional. Nesse sentido, o Beco Céu pode ser visto como um laboratório voltado para a transformação social. O projeto é idealizado tendo em vista a realização de sonhos, um cuidadoso planejamento, sempre conectado à realidade e às necessidades dos moradores e participantes, além da busca pela excelência no atendimento, possibilitado pela melhor infraestrutura possível e por uma equipe capacitada e em sintonia com a realidade da favela, servindo como referência para a comunidade. É por meio desses fatores e valores que o desenvolvimento da autoestima e o fortalecimento do orgulho por fazer parte da comunidade e do lugar de origem devem ser trabalhados. Nesse sentido, os polos, programas e oficinas ofertados devem favorecer o pensamento crítico, a criatividade, as múltiplas visões de mundo e a diversidade que devem ser levadas em conta para o pleno exercício da cidadania. Ao mesmo tempo, a capacitação e a consciência ambiental têm enfoque garantido pelas ações do projeto. Por ser localizado em uma área de risco e vulnerabilidade social, o Beco Céu se traduz numa oportunidade de mudança de perspectiva para os moradores. Isso é visível para quem visita a comunidade: os murais e as intervenções revitalizam a experiência e a relação do ser humano com a cidade, ecoando o papel da arte no sentido de desautomatizar a vida. A tentativa de reduzir desigualdades de oportunidades de participação social e de acesso à própria história e cultura de seu povo é o que norteia as ações do projeto. Com o grande objetivo de transformar a favela e de servir como exemplo de uma experiência bem-sucedida, o Beco Céu busca, por meio de incentivos e do empenho e participação de sua equipe e de seus beneficiários, criar um modelo de atuação e de relação intrínseca entre projeto social e comunidade, fortalecendo sempre a relação de identidade com os moradores do local.
O Instituto Pensando Bem, instituição proponente do projeto, por ser uma organização não governamental e que oferece serviços distintos das atividades desenvolvidas no ensino formal, não tem a obrigatoriedade deferida por lei no tocante à matricula de aluno(as) com deficiência. No entanto, o Pensando Bem está comprometido com o pleno desenvolvimento da cidadania e do desenvolvimento humano e compreende que, através da inclusão, a instituição e seus colaboradores crescem enquanto seres humanos, cidadãos, profissionais e equipe, portanto o projeto "Manutenção das Atividades Culturais do Instituto Pensando Bem" conta com medidas de acessibilidade que visam atingir diversos públicos para, assim, ofertar ações realmente inclusivas e acessíveis! Com a finalidade de proporcionar um amplo alcance e condições de acessibilidade ao nosso público, algumas medidas serão inferidas aos objetivos da proposta, distribuídos por produto: PRODUTO: PLANO ANUAL Acessibilidade física: Os espaços do Instituto Pensando Bem dispõem de: - Rampas de acesso; - Equipe do projeto identificada, com uniforme e crachás; - Equipe capacitada para agir proativamente diante das diferentes necessidades de acesso das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida; - Sanitários acessíveis. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não há despesa prevista no orçamento do projeto para a execução das medidas, uma vez que o local de realização das ações já conta com as adaptações necessárias. Acessibilidade para deficientes visuais: - Espaços totalmente monocromáticos serão evitados, pois uma pessoa com baixa visão tem dificuldade de se localizar; - Cuidado para que os níveis de iluminação nos espaços de circulação e onde acontecerão os cursos sejam suficientes para uma boa acuidade visual; - Será utilizado o serviço de audiodescrição em todas os cursos culturais realizados. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não há despesa prevista no orçamento do projeto. Acessibilidade para deficientes auditivos: - Cuidado para que ruídos excessivos nos espaços sejam evitados; - Todas as ações dispostas no produto do projeto contarão com intérprete de libras. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de Libras. PRODUTO: CURSO/OFICINA/ESTÁGIO No local onde as contrapartidas sociais serão realizadas, os lugares na frente serão destinados às pessoas com necessidades especiais. Acessibilidade física: Os espaços do Instituto Pensando Bem dispõem de: - Rampas de acesso; - Equipe do projeto identificada, com uniforme e crachás; - Equipe capacitada para agir proativamente diante das diferentes necessidades de acesso das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida; - Sanitários acessíveis. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não há despesa prevista no orçamento do projeto para a execução das medidas, uma vez que o local de realização das ações já conta com as adaptações necessárias. Acessibilidade para deficientes visuais: - Espaços totalmente monocromáticos serão evitados, pois uma pessoa com baixa visão tem dificuldade de se localizar; - Cuidado para que os níveis de iluminação nos espaços de circulação e onde acontecerão as oficinas sejam suficientes para uma boa acuidade visual; - Será utilizado o serviço de audiodescrição em todas as contrapartidas sociais oferecidas (Debates abertos ao público). Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não há despesa prevista no orçamento do projeto.. Acessibilidade para deficientes auditivos: - Todas as apresentações ofertadas no produto em questão contarão com intérprete de libras. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de Libras. Para garantir que as propostas de ação cultural e educativa sejam adequadas às diferentes necessidades das pessoas com deficiência, levaremos em consideração as especificidades de cada indivíduo, respeitando, no entanto, o processo de programação e estabelecimento de políticas de inclusão.
O projeto Manutenção das Atividades Culturais do Instituto Pensando Bem terá 100% de seus ingressos distribuídos gratuitamente através das ações desenvolvidas pela entidade. Como forma de democratização de acesso aos produtos oferecidos, serão contemplados os seguintes incisos do art.56: I. Está prevista dentro do projeto a inclusão de alunos portadores de deficiência. A proposta de acessibilidade refere-se a um programa de formação comprometido em utilizar a arte como instrumento de inclusão. Profissionais capacitados de diferentes áreas, como psicopedagogo, assistente social, entre outros, farão o acompanhamento e monitoramento devido das atividades desempenhadas pelos alunos, possibilitando assim uma maior e mais efetiva integração da turma no convívio social e permitindo simultaneamente o cumprimento dos resultados esperados pelo projeto. III. O Instituto Pensando Bem diariamente 300 crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. A execução do projeto é realizada em local específico, buscando alcançar uma parcela de pessoas moradoras de áreas menos favorecidas da periferia da cidade, que não têm acesso fácil aos tipos de expressão artística e cultural oferecidos pela proposta, contribuindo para a garantia do acesso à cultura e cidadania. IV. Será ofertado transporte gratuito para participação em todas as saídas culturais realizadas pelo projeto a todos os beneficiários contemplados pelo programa. Devem occorrer por ano ao todo no mínimo 2 saídas, destacando-se entre eventos e apresentações culturais voltadas para os segmentos artísticos trabalhados pela instituição. VI. É permitida a captação de imagens das atividades e de espetáculos e autorizada sua veiculação por redes públicas de televisão. VII. Os beneficiários do projeto recebem formação em áreas específicas de artes e com isso têm acesso aos direitos culturais; desta forma, também tornam-se público para a apreciação de arte. Serão 300 vagas para cada curso: artes visuais, música, artes cênicas e capoeira. Todas as atividades são gratuitas, de caráter formativo e cultural, proporciona, dessa forma, acesso à educação e cultura de excelência para comunidades que não são tradicionalmente beneficiadas com tais recursos. Contemplando os termos do §2 do Art. 57, os registros das ações realizadas serão disponibilizadas na internet através das redes sociais oficiais do projeto, que contará com equipe de comunicação especializada, voltada para a atualização das atividades, assim como o contato direto com o público. Em complemento, estão previstas as adoções dos seguintes incisos do art. 28 da IN nº01/2023 na execução do projeto Manutenção das Atividades Culturais do Instituto Pensando Bem: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil.
Rutênio Florencio - Diretor Presidente O Diretor da instituição proponente atuará como gestor administrativo-financeiro do projeto (voluntário). Victor Thierry Martins Lopes ‐ Professor Começou seus estudos na área musical em 2004, no Colégio da Policia Militar do Ceará, onde ingressou como tubista da Banda de Música do CPMCE. Em 2006 começou a ministrar aulas de iniciação musical para os alunos iniciantes de trombone, trompete, tuba e percussão. Participou da IV e V edições do Festival de Música na Ibiapaba, onde teve contato com os professores Sandoval Moreno, Gilvandro Pereira (”Azeitona”), e Radegundis; e da XI edição do Festival Eleazar de Carvalho, cursando a oficina de tuba sob a orientação do professor Gian Marco de Aquino. Em 2009 ingressou como tubista na Orquestra Filarmônica do Ceará, na Banda de Música do CEFET e na Orquestra de Sopros da UFC como tubista titular. Atualmente faz parte da Orquestra Filarmônica do Ceará como Tubista, Arquivista e assistente de Maestro, integra a Orquestra de Sopros da UECE, está cursando o Curso de Licenciatura em Música na UECE. Grayce Kelly Souza Fonteles ‐ Professora Graduada em Gestão Tecnológica em Recursos Humanos pela Faculdade Estácio/FIC. Estudou música no Núcleo de Arte e Cultura – NAEC de Jijoca de Jericoacoara, com o maestro Gladson Carvalho, onde desenvolveu aptidão para os instrumentos flauta doce, violino e viola. Lecionou musicalização infantil, flauta doce e teclado para deficientes visuais e práticas de violino e viola para iniciantes no mesmo núcleo. Participou do Festival Eleazar de Carvalho nos anos de 2005 a 2013, nos cursos de violino, viola e canto coral. Participante, como instrumentista, da gravação dos Cds e DVDs do Grupo Adoração e Vida, Grupo Desejo de Menina, Waldonys, Camerata Unifor e Tenor Luiz Peças, Camerata Unifor e Maestro João Carlos Martins. Atualmente é violista da Orquestra Filarmônica do Ceará. Paulo Leniuson Israel Mota Ribeiro – Professor Mestre em Práticas Interpretativas (violino) pela Universidade Federal da Paraíba (2015), Especialista em Arte e Educação com ênfase em Música pela Faculdade Vale do Jaguaribe (FVJ) graduado em Música com habilitação em Violino pela UFPB (1994) e Fisioterapia pela Unichristus(2009). Possui experiência como professor de violino na Escola e Música Anthenor Navarro (PB) Centro de Formação de Instrumentista de Cordas (SESI-CE) e professor bolsista da FUNCAP na Universidade Estadual do Ceará(1998), professor convidado de nível superior de música da Faculdade de Tecnologia Darcy Ribeiro, professor convidado de nível superior da Faculdade Vale do Jaguaribe). Atuou como músico violinista da Orquestra Sinfônica da Paraiba, Orquestra Sinfônica do Recife, Spalla da Orquestra Ópera Brasil (Maranhão) dentre outras, Atualmente é professor de Violino e Viola do Projeto Jacques Klein, regente assistente e membro da comissão artística da Orquestra de Câmara Eleazar de Carvalho. Possui também vários trabalhos como arranjador e compositor. Clara Bezerra ‐ Professora Licenciada em Música pela Universidade Federal do Ceará – UFC, Técnica em Música pelo IFCE (Ex‐CEFET). É Cantora, atriz, diretora artística, arranjadora, regente e preparadora vocal. Durante seu processo de graduação, desenvolveu trabalhos de extensão e ensino sobre “Voz e Corpo”, junto ao curso de Música da UFC – Sobral e ao curso de Teatro da UFC – Fortaleza. Apresentou‐se nos principais Centros Culturais das cidades de Fortaleza, Maranhão, Goiânia, Brasília entre outros, com shows musicais e peças teatrais. Atualmente é professora particular de canto, diretora musical do grupo vocal jovem 5 Encantos e professora de Canto Coral.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.