| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 07677731000115 | AUTOPORT TRANSPORTES E LOGISTICA LTDA. | 1900-01-01 | R$ 550,0 mil |
| 16404287000155 | SUSANO PAPEL E CELULOSE S.A | 1900-01-01 | R$ 476,0 mil |
| 32440968000125 | UNIMED SUL CAPIXABA - COOPERATIVA DE TRABALHO MEDICO | 1900-01-01 | R$ 30,0 mil |
O Festival Nacional de Cinema Ambiental do Espírito Santo (CINE.EMA) é um projeto que conecta cultura e consciência ambiental. Em sua 11ª edição visa a realização de mostra competitiva de cinema no formato on-line durante trinta dias e de mostras presenciais de cinema, com sessões ao longo de um dia, em diferentes cidades do país. Além disso, promove atividades de caráter formativo como oficinas para estudantes de escolas públicas, bate-papos e apresentações musicais para o público em geral.
Mostra de Cinema Consiste na exibição de modo presencial e/ou on-line de filmes que tematizam as questões socioambientais e que serão selecionados por uma curadoria através de um regulamento. De modo online os filmes ficam disponíveis para visualização na plataforma de projeção online do festival de acordo com as respectivas Mostras: - Mostra Nacional Cine.Ema: por onde são exibidos filmes com conteúdo voltado para o público em geral; - Mostra Nacional Cine.Eminha: por onde são exibidos filmes com conteúdo voltado especialmente para o público infantil. - Mostras presenciais: percorre as regiões atingidas pelo festival com sessões compostas por uma seleção dentre os filmes participantes da Mostra Nacional, com conteúdo voltado ao público em geral e/ou infantil, de acordo com o local de realização e faixa etária de cada público. Oficinas As oficinas incluídas na programação do Cine.Ema têm por objetivo apresentar aos alunos(as) participantes ferramentas e conhecimentos para que eles(as) possam contar e refletir, por meio do audiovisual, histórias sobre suas comunidades, sobre os patrimônios materiais, imateriais e naturais e das próprias relações ali existentes. No ano que o Cine.Ema completa a sua décima primeira edição, traremos para a programação um conjunto de atividades que cruzam as linguagens do cinema com as temáticas ambientais, de modo que além das oficinas de observação de aves, de fotografia e de vídeo que já vêm sendo realizadas ao longo destes anos, prevê-se, também, as oficinas de stop motion, de trilha sonora e de lambe-lambe. Bate-papos Serão realizados bate-papos interdisciplinares entre realizadores do audiovisual, ativistas, educadores e profissionais do setor ambiental e cultural, a fim de discutir projetos, propostas, iniciativas e temáticas que ofertem à audiência acesso à informação e a construção de intercâmbios em torno das questões socioambientais de nosso tempo, e o papel da cultura, especialmente do audiovisual, neste eixo. Estão previstos em OFICINA/WORKSHOP/SEMINÁRIO AUDIOVUAL > VARGEM ALTA. Apresentação musical A apresentação musical de maior relevância orçamentária se refere a ação "Orquestra na Floresta" em parceria com a Orquestra Sinfônica do Espírito Santo (OSES) e com a Reserva Ambiental Águia Branca, em Vargem Alta-ES, atividade que foi realizada pela primeira vez em 2024 na 10ª Edição. A proposta é a apresentação de um repertório de composições que tematizem o lugar, o ambiente, e as relações representadas na canções das pessoas com suas paisagens. Também ocorrerá apresentações de bandas e/ou grupos e/ou locais dentro da programação das mostras presenciais, com o objetivo de incrementar a programação cultural integrando as expressoões artísticas ofertadas ao público participante, e oportunizando que os artistas e grupos locais bem como a expressão musical regional tenham espaço no Festival.
Objetivo GeralO 11º Festival Nacional de Cinema Ambiental do Espírito Santo tem por objetivo geral promover a realização de mostras de cinema (online e presencial), além de oficinas e bate-papos que conectem o cinema e a cultura às discussões ambientais. Por meio disso, visa a difusão e a democratização do acesso ao cinema, assim como despertar o olhar cinematográfico e a consciência ambiental em crianças, jovens e adultos. Nas regiões de abrangência, objetiva promover o engajamento de estudantes e professores de escolas públicas e do público em geral que carece de acesso à cultura, às salas de cinema e às produções audiovisuais de relevância e independentes.Objetivos Específicos:- Produto Festival/Mostra - Audiovisual:i. realizar 1 Mostra Competitiva de Cinema (curta-metragens) em formato on-line;ii. realizar 14 exibições presenciais de cinema (curta-metragens); (as atividades deste produto serão distribuídas nas cidades de abrangência do projeto)- Produto Oficina/Workshop/Seminário Audiovisual:i. ofertar 9 turmas de oficinas que relacionem o segmento audiovisual à temática ambiental;ii. realizar 5 bate-papos que conectem a cultura, em especial o cinema, às temáticas e discussões ambientais.(as atividades deste produto serão distribuídas nas cidades de abrangência do projeto).- Produto Apresentação musical:i. promover 5 apresentações musicais com artistas da música regional e instrumental, sendo 1 delas a programação "Orquestra na Floresta" com a Orquestra Sinfônica do Espírito Santo.Essas ações serão realizadas com o intuito de:- Possibilitar acesso gratuito à obras audiovisuais e outras atividades culturais por meio de mostras de cinema, oficinas com temáticas audiovisuais e ambientais, e apresentações musicais.- Contribuir para a difusão das obras audiovisuais brasileiras, com uma proposta curatorial voltada ao cinema ambiental;- Proporcionar à população um sentimento de pertencimento em relação à cultura que lhe é de direito;- Proporcionar diferentes atividades culturais à população, para além das atividades vividas diariamente em suas localidades;- Atuar na formação de público para o cinema, garantindo-lhes os instrumentos básicos de ?leitura? e de compreensão de obras cinematográficas e audiovisuais;
Entendemos que democratizar o acesso à cultura é se somar aos esforços para um mundo sustentável. Em quase dez anos, o Cine.Ema propõe que o setor cultural seja um catalisador de mudanças, de conexão com o que nos cerca e de sensibilização sobre como temos existido e impactado o mundo. Nesse sentido, por suas iniciativas, o Cine.Ema incorpora ao seu escopo os princípios constitucionais que entendem a cultura como um direito, como estabelecido no Art. 215 da Constituição Federal de 1988, sendo potente no que tange o conceito de interesse público, uma vez que leva o cinema e outras atividades culturais para regiões e públicos sem acesso ou com acesso restrito às atividades culturais por falta de estrutura financeira e/ou políticas públicas direcionadas. O setor audiovisual tem se afirmado cada vez mais como um espaço fundamental para se discutir as questões socioambientais de nosso tempo. Mas a despeito desta relevância, é grande o público que não tem acesso a conteúdos audiovisuais, sobretudo nacionais - dados da Ancine e da pesquisa da UFES mostram essa realidade ainda mais aprofundada no caso do Espírito Santo. Com uma programação inteiramente gratuita, ao difundir produções cinematográficas independentes por meio de mostras de cinema e bate-papos para públicos diversos, e promover oficinas para estudantes de escolas públicas para regiões e/ou públicos descentralizados, o Festival incentiva e dá voz à narrativas dedicadas à transformação e construção de novas realidades; e que reconheçam a importância dos territórios e seus agentes em suas manifestações culturais e diversidade biossocial. Nesse sentido, em sua 11ª edição, o projeto Cine.Ema comprova que suas ações estão alinhadas aos princípios da lei que institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura, Lei Nº 8.313/1991, e se enquadra nos incisos do Art. 1º, que seguem: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; e IX - priorizar o produto cultural originário do País. Em 10 edições, e agora em sua 11ª, o Festival tem sido uma tela de grande repercussão para realizadores de diferentes cantos do país, e dos mais diversos recortes de raça, gênero, etnia e classes, cujos filmes têm impactado diferentes públicos. As oficinas democratizam e aproximam o audiovisual de estudantes de escolas públicas, entre 10 e 18 anos, dando voz à criatividade e despertando o olhar crítico sobre o ambiente em que vivem. Por tudo isso, o Festival tem como objetivo e já tem atendido aos seguintes incisos do Art. 3º da lei supra: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil; e c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; e II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001); c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.
Obs. 1: Está previsto no orçamento do projeto o item de passagens aéras, no entanto os trajetos e os deslocamentos informados são previsões considerando o histórico dos convidados, realizadores e pessoas que estiveram presentes nos últimos anos em nosso festival, considerando que a programação ainda não está fechada. Isto ocorrerá após a curadoria selecionar os filmes da mostra nacional e a programação das demais atividades ter sido finalizada. O projeto recebe inscrições de filmes de todo o país, e ao mesmo tempo, a depender dos recursos captados, tem por objetivo diversificar as regiões representadas pelos participantes da programação. Neste sentido, tendo em vista o planejamento financeiro esta proponência vê com fundamental importância a previsão do presente item orçamentário. Obs. 2: Como Vitória é a sede da proponente e da estrutura administrativa do projeto, incluimos nesta cidade, no plano de distribuição, o público on-line da mostra de cinema beneficiário do projeto. Obs.3.: Também por ser a sede, situamos em Vitória, na Planilha Orçamentária, alguns custos gerais que se destinam para todas ou para mais de uma das cidades abrangidas pelo projeto nos diferentes produtos. Inserimos esta informação nas justificativas dos itens que se inserem nestes casos. Também concentramos em Vitória, sede, as rubricas de equipe de produção e direção, uma vez que se referem, de acordo com os produtos e com as etapas, ao serviços que serão prestados para toda a programação que ocorrerá ao longo das cidades.
Mostra de CinemaConsiste na exibição de filmes com uma proposta curatorial temática de cinema ambiental, de modo presencial e/ou online, selecionados por uma curadoria e através de um regulamento. - Mostra Nacional Cine.Ema (on-line): por onde são exibidos filmes com conteúdo voltado para o público em geral; - Mostra Nacional Cine.Eminha (on-line): por onde são exibidos filmes com conteúdo voltado para o público infantil; - Mostras presencias: resultam de uma seleção dentre os filmes participantes da Mostra Nacional, com conteúdo voltado ao público em geral e/ou infantil. Poderão acontecer dentro de escolas públicas ou em locais abertos dentro das comunidades abrangidas pelo Festival. Bate-papos Os bate-papos terão duração de até 2h horas cada, com realizadores do setor audiovisual, cultural, da educação ambiental e da área da sustentabilidade, ao encontro da proposta curatorial descrita no item Sinopse. As atividades serão abertas ao público em geral, com inscrição via formulário on-line. O Cine.Ema também se mobilizará para que estudantes e professores de escolas públicas componham o público, prevendo para isso verba para locação de Vans que auxiliem na chegada do público (item 14 da planilha orçamentária em tela). Oficinas Turmas de 15 alunos, estudantes do Ensino Fundamental e Ensino Médio em escolas da rede pública. Carga horária de 20h. Oficina de vídeoA oficina de vídeo será ofertada para alunos do Ensino Médio que estudam em escolas públicas das regiões onde acontecem as ações presenciais do projeto em tela. Sua realização será de cinco dias, com duração de quatro horas por dia e carga horária total de vinte horas, a turma será composta por até quinze alunos/as. Objetiva possibilitar aos participantes que se aproximem da linguagem cinematográfica de forma dinâmica e divertida. Como um dos objetivos específicos, pretende-se que a turma construa coletivamente um produto audiovisual de curta duração que poderá ser exibido posteriormente para o público da comunidade escolar. Durante os dias de realização da oficina serão apresentadas as etapas para a realização de vídeos, detalhes das fases de pré-produção, produção e pós-produção, o que cada uma representa, seus pontos mais relevantes, os erros mais comuns cometidos e, por fim, a gravação e montagem do vídeo de curta duração. Na prática, os alunos aprendem a realizar seus vídeos com habilidade linguística e estética audiovisual. Oficina de fotografiaA oficina de fotografia será ofertada para o mesmo quantitativo e perfil do público "oficina de vídeo", de forma presencial e mesma carga horária. Objetiva possibilitar aproximação à linguagem fotográfica. Especificamente, os participantes construirão registros e relatos imagéticos sobre a sua comunidade; as relações ali desenvolvidas; o patrimônio natural e/ou situações e contextos que despertem o seu interesse. Ao fim, como forma de trabalhar a habilidade da curadoria, pretende-se uma exposição fotográfica. Ao longo das aulas, pretende-se: i) entendimento da fotografia como meio de comunicação, expressão e interpretação; ii) formação e registro da imagem fotográfica; iii) equipamentos fotográficos (câmera, objetivas e acessórios) e como utilizá-los; sobre luz e fotometragem; iv) ajustes das câmeras fotográficas, principalmente dos celulares; v) sobre a composição fotográfica; sobre vi) compreender os princípios básicos de exposição, composição e linguagem fotográfica; desenvolver as habilidades de observação, sensibilidade, percepção, criatividade, objetividade, poder da decisão e interpretação; produzir fotografias; criar narrativas visuais; ser capaz de trabalhar em equipe; e atuar com discernimento ético. Por fim, os alunos produzirão imagens com seus celulares e com a câmera profissional, ao fim selecionarão aquelas para exposição. Oficina de stop motionA oficina de stop motion será ofertada para alunos do 8º ao 9º ano do Ensino Fundamental e/ou das turmas do Ensino Médio que estudam em escolas públicas das regiões onde acontecem as ações presenciais. Sua realização será de cinco dias, com duração de quatro horas por dia e carga horária total de vinte horas, a turma será composta por até quinze alunos/as. Objetiva aproximar os participantes à linguagem e às tecnologias cinematográficas. Construir coletivamente um produto audiovisual de curta duração utilizando a técnica e a linguagem do stop motion. No primeiro dia, introdução sobre o que é o stop motion e apresentação de referências; segundo dia, como construir animação a partir da fotografia, processo de desenhar e apagar, desenho com caixa de luz; no terceiro e quarto dia será realizada a criação de roteiro, do material cenográfico e da captação das imagens; no quinto e último dia, a edição e exibição do produto final. Oficina de lambe-lambeA oficina de lambe-lambe será ofertada para alunos do 8º ao 9º ano do Ensino Fundamental que estudam em escolas públicas locais. Sua realização será de cinco dias, com duração de quatro horas por dia e carga horária total de vinte horas, a turma será composta por até quinze alunos/as. Objetiva possibilitar aos participantes que se aproximem da história da imagética e da estética na confecção de cartazes e os configurar como um meio de comunicação e de promoção do debate. Pretende-se que a turma produza e fixe cartazes que articulem as temáticas que permeiam as preocupações da comunidade escolar e do projeto. Ao fim, a fixação dos cartazes dará origem a uma espécie de exposição e intervenção nos espaços escolhidos. Oficina de trilha sonora A oficina de trilha sonora será ofertada para alunos do Ensino Médio que estudam em escolas públicas locais. Sua realização será de cinco dias, com duração de quatro horas por dia e carga horária total de vinte horas, a turma será composta por até quinze alunos/as. Objetiva proporcionar acesso às técnicas do áudio no cinema para construção de histórias. Produzir trilha sonora para uma filme de curta duração que será escolhido pelos próprios alunos. Ao fim, o produto final será exibido para a comunidade escolar. Primeiro dia: noções básicas do áudio e do som para a construção de filmes; segundo dia, pesquisa e escolha das referências instrumentais e sonoras; terceiro dia, confecção de instrumentos com base em noções de reaproveitamento de materiais; no quarto e quinto dia, a captação da trilha sonora e edição sobre o filme escolhido. Oficina de observação de aves * Esta oficina, especialmente, será de 1 turma por dia com 10 alunos cada, vagas para estudantes do Ensino Fundamental de escolas da rede pública. Carga horária de 4h/turma. A oficina de observação de aves será ofertada, de modo presencial, para alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental que estudam em escolas públicas das regiões onde acontecerão. Sua realização será de 5 (cinco) dias, uma turma de 10 (dez) alunos(as) por dia (5 turmas, ao todo) com duração total de quatro horas/dia. A tradicional oficina tem por objetivo geral possibilitar que os alunos possam conhecer mais de perto a fauna e a flora da sua região, entendendo a importância desta para a vida e a cultura das suas comunidades. Como objetivo específico, pretende despertar o conhecimento sobre a riqueza natural da região em que vivem; promover relações conscientes e saudáveis com a natureza por meio da observação de aves; identificar as principais espécies que habitam a região; despertar a consciência sobre a importância de preservação dos biomas e dos habitats naturais para a sobrevivência das espécies; entender como o registro fotográfico das aves se constitui como uma possibilidade de atuação em defesa do meio-ambiente. Apresentações musicais Orquestra - duração de 45 minutos, aproximadamente. Música instrumental com repertório diversificado, e com proposta temática descrita no item Sinopse. Bandas/grupos locais - apresentações de até 1h30, aproximadamente, com bandas e/ou grupos de música regional.
>> Produto: FESTIVAL/MOSTRA (produto principal) Inclui as atividades de: mostra on-line e mostra itinerante. I) ACESSIBILIDADE FÍSICA 1. Mostra competitiva de cinema A mostra de cinema competitiva será exibida em plataforma online (site), portanto, espaço no qual estarão garantidas as demais dimensões de acessibilidade comunicacional (item seguinte). 2. Mostras presenciais (de acordo com as cidades) As mostras presenciais nas cidades poderão acontecer em instituições públicas de ensino. Nestes casos, serão realizadas visitas técnicas para confirmar se as medidas de acessibilidade já são atendidas pela estrutura, como devem ser por se tratarem de instituições de ensino regulamentadas. Caso não haja, fazer-se-á a contratação. Caso as mostras venham acontecer em espaço aberto, igualmente a contratação será feita, e neste caso reservar-se-á 2% dos espaços para pessoas em cadeira de rodas e mais 2% de assentos para pessoas com deficiência física, idosos e/ou com mobilidade reduzida, em locais de boa visibilidade e espaçamento adequado, conforme DECRETO Nº 9.404, DE 11 DE JUNHO DE 2018. Para quaisquer destas necessidades, estão previstos os seguintes itens orçamentários: Banheiro Químico ver em: Festival > Produção (de acordo com as cidades) Item 50 - Banheiro químico PNE (Aracruz - mostra presencial em escola pública)Item 77 - Banheiro químico PNE (Vargem Alta - mostra presencial) Rampa para Cadeirantes: ver em: Festival > Produção (de acordo com as cidades) Item 68 - Rampa para cadeirante (Aracruz - mostra presencial)Item 89 - Rampa para cadeirante (Vargem Alta - mostra presencial) II) ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO e COMUNICACIONAL Mostras de Cinema 1) Projeção dos filmes da mostra competitiva on-line com audiodescrição, legendagem e libras em plataforma online. 2) Para as mostras presenciais os filmes são os mesmos da mostra competitiva on-line, logo já terão aplicadas as medidas de acessibilidade deste item. Após as mostras presenciais nas escolas, é realizada uma conversa com os/as estudantes sobre os filmes, suas experiências e a proposta do Festival, e para esta atividade também prevemos a presença de intérprete de libras. Narrador de Audiodescrição - Item 146 - Narrador de Audiodescrição (Festival > Produção > Vitória, para os filmes das mostra on-line e presenciais) Intérprete de Libras Itens orçamentários, ver em: Festival > Produção (de acordo com as cidades) Item 63 - Intérprete de libras (Aracruz, mostra presencial)Item 110 - Intérprete de libras (Vargem Alta, mostra presencial em escola pública)Item 137 - Intérprete de libras (Vitória, para os filmes das mostra on-line e sessões presenciais) Legendagem - Item 129: Festival > Produção > Vitória (para os filmes da mostra competitiva on-line e das mostras itinerantes). >> Produto: OFICINAS/WORKSHOP/SEMINÁRIOS Inclui as atividades: oficinas e bate-papos. I) ACESSIBILIDADE FÍSICA Bate-papos Os bate-papos que integram a programação do produto "Oficina/Workshop/Seminário" acontecerão na Reserva Ambiental Águia Branca (Vargem Alta-ES), onde já foram realizadas ações das edições passadas do Festival e espaço no qual as medidas para acessibilidade física já estão garantidas (fotos anexadas ao documento da proposta) As oficinas consistem em 5 (cinco) dias de aulas envolvendo as linguagens e os conhecimento do setor audiovisual e temática ambiental, realizadas em escolas municipais e/ou estaduais públicas das regiões de abrangência do projeto, para alunos do Ensino Fundamental II (do 6º ao 9º ano) e Ensino Médio, regulamentadas, em funcionamento e que já apresentem em sua estrutura as medidas de acessibilidade física previstas em Lei - o que será confirmado por visita técnica prévia. II) ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO e COMUNICACIONAL Para pessoas com deficiências intelectual, auditiva e visual: Intérprete de Libras Os participantes das oficinas nas cidades de Aracruz e Vargem Alta serão estudantes advindos de instituições públicas de ensino fundamental e médio. Neste caso, por força de lei, os estudantes que necessitam de intérprete de libras já possuem profissionais que os acompanham na própria rotina escolar. De todo modo, o Festival realizará a inscrição prévia dos participantes, e no formulário constará campo para demarcação da necessidade de acessibilidade e, sendo necessário, será feita a contratação de profissional de intérprete de libras para o período da oficina, conforme itens orçamentários previstos abaixo. ver em Oficina > Produção, de acordo com as cidades: Item 11 - Intérprete de libras / Aracruz-ESItem 16 - Intérprete de libras / Vargem Alta-ES >> Produto: APRESENTAÇÃO MUSICAL Aracruz-ES A apresentação musical ocorrerá no mesmo espaço e na mesma programação das sessões da Mostra Presencial prevista para esta cidade, de modo que os itens orçamentárias para contratação das medidas de acessibilidade física e comunicacional já se encontram previstas em FESTIVAL > PRODUÇÃO > ARACRUZ. Vargem Alta-ES (Ap. Musical > Produção) Acessibilidade Física Item 115 - Banheiro Químico PNE O item Rampa para cadeirante não está disponível para este produto, mas ele também se encontra no FESTIVAL > PRODUÇÃO > VARGEM ALTA, se destinando a mesma programação. Acessibilidade Comunicacional Item 118 - Intérprete de Libras Considerações gerais: Como medida atitudinal, para aqueles que venham a proferir falas durante a programação presencial, será solicitada a autodescrição. Os roteiros dos apresentadores da programação presencial de ambos os produtos da proposta também contarão com falas que descrevam o cenário, a estrutura e o contexto que ali ocorre. Dessa forma, os produtos da presente proposta contemplarão as medidas de acessibilidade de conteúdo obrigatórias, bem como as medidas de acessibilidade física. Todas as ações elencadas visam garantir os direitos previstos no estatuto da pessoa com deficiência sempre que tecnicamente possível, conforme a Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018.
Trata-se de um projet inteiramente gratuito, de modo que a presente proposta se enquadra no Art. 27 da IN Nº 11 de 2024, MinC, sendo esta a mais importante medidade de democratização do acesso a ser implementada por iniciativas culturais. Além disso, o projeto oportuniza a inscrição gratuita de obras audiovisuais e premia artistas brasileiros por categorias e voto popular. A seleção dos filmes é realizada por uma curadoria técnica composta por profissionais da área do audiovisual. Os filmes são avaliados com base em critérios como originalidade, composição, impacto, mérito artístico e alinhamento com questões ambientais e de sustentabilidade. Os filmes da mostra competitiva serão disponibilizados à população em geral através da mostra competitiva online, o que relaciona o projeto à ampliação do acesso conforme inciso V do Art. 30 da IN nº 11 de 2024 MinC. Esta se dará em plataforma online, site, com domínio a definir, por exemplo: www.cineema.com.br. A mostra também poderá estar disponível no canal Youtube do projeto: Youtube.com/FestivalCineEma. Os filmes também serão exibidos em sessões presenciais realizadas em formato em espaços do sistema público de ensino e/ou em localização central, de fácil acesso, sem controle de ingresso. Além disso, contemplar-se-á o seguinte inciso do Art. 30: VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil, com relação ao inciso VII do Art. 28 da presente IN, propomos a realização de uma mostra específica para o público infanto-juvenil, a Mostra Nacional Cine.Eminha no formato on-line e/ou em pelo menos uma das cidades contempladas pelo projeto.
Tânia Silva (Direção Geral, Dir. de Produção e Técnico-Financeira):Proprietária da Caju Produções, começou sua carreira como produtora em 1985, ainda como pessoa física. Criou, produziu e co-produziu vários eventos culturais no Brasil e no exterior, principalmente voltado para a área da música. Em 1999 abriu a empresa Caju Produções que atua no mercado cultural e empresarial capixaba e nacional. Como sócia-adminsitradora da Caju Produções e, portanto, como representante legal da proponente do Cine.Ema, atua na direção dos processos decisórios referentes às etapas de produção, planejamento e execução técnico-financeira. Fernanda Barcelos Bellumat (Produção Executiva):Artista plástica há 14 anos, formada em Arquitetura e Urbanismo desde 2020 e Gestora Pública com 8 anos de experiência na área cultural e artística pela Secretaria de Cultura da Prefeitura Municipal de Vitória (ES), coordenando projetos de intervenção urbana e eventos culturais como Virada Cultural e Carnaval de Rua. Desde 2021, atua junto a Caju Produções nos mais diversos projetos que trabalham cultura, sustentabilidade, memória e identidades locais. No Cine.Ema é responsável por responsável por planejar, organizar e realizar toda a comunicação com os realizadores da mostra e dos bate-papos. No Cine.Ema tem como função a coordenação e a produção executiva do planejamento, do acompanhamento das demandas, do cronograma das etapas de produção. Matheus Moretti (Coordenador Pedagógico e Coordenador de Projetos):Matheus Teixeira Moretti é mestre e doutorando em História, realizador cultural, professor e pesquisador da área das humanidades. Desde 2014 e junto da Caju Produções tem trabalhado em projetos que articulam educação, história e cultura pelos eixos da memória, do patrimônio (material, imaterial e natural) e do setor audiovisual. No Cine.Ema, coordena os espaços de caráter formativo do projeto, e atua também na gestão nas pastas de projetos e administração. Ricardo Aiolfi (Coordenação Editorial e de Comunicação):Jornalista formado pela Ufes, atuou como Repórter de Política no Jornal A Tribuna, realizando coberturas de momentos importantes do Espírito Santo, bem como entrevistas com políticos do cenário regional e nacional. Paralelamente, trabalhou também com diagramação e projeto gráfico de jornais. Desde 2019, atua como jornalista cultural, iniciando essa trajetória na Secretaria de Cultura de Vitória com importantes projetos como o Viradão Vitória, Carnaval, Mar da Música, além dos cuidados com a assessoria de diversos espaços culturais. Desde 2021, atua junto a Caju Produções nos mais diversos projetos que trabalham cultura, sustentabilidade, memória e identidades locais. É mestre no Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Territorialidades, onde defendeu, em 2019, uma dissertação sobre narrativas nas redes sociais. Durante esse período, atuou como Pesquisador do Laboratório de Estudos sobre Imagem e Cibercultura (Labic-UFES), referência em estudos sobre redes sociais, tendo prestado serviços inclusive para o INEP/MEC. Solange Alboreda (Curadora Audiovisual):Doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC/SP. É engenheira sanitarista, mestre em engenharia ambiental pela UNICAMP. Defendeu tese sobre Cinema Ambiental na América Latina. Participa do grupo de estudos “Comunicação e Cultura: Barroco e Mestiçagem”, da PUC/SP. Exerce atividades de curadoria, consultoria e júri em mostras e festivais. Publica artigos em revistas e livros sobre cinema ambiental. Idealizadora da Rede Latino Americana de Cinema Ambiental. É animadora sociocultural no SescSP. Suellen Vasconcellos (Curadora Audiovisual):Professora do Curso Técnico em Rádio e TV no CEET Vasco Coutinho há 13 anos. Realizadora audiovisual atuando como diretora, assistente de direção, montadora, cinegrafista, som direto e curadora. Membro da diretoria da ABD Capixaba (gestão 2020-2022). Tetê Mattos (Curadora Audiovisual):Niteroiense, possui graduação em História pela Universidade Federal Fluminense (1988) , mestrado em Ciências da Arte pela Universidade Federal Fluminense (2000), e doutora pelo do Programa de Pós Graduação em Comunicação da UERJ (2018). É professora assistente do departamento de Arte da Universidade Federal Fluminense. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Cinema e Produção Cultural, e exerce atividades de curadoria para diversos festivais como Cine.Ema (2021-), Amazonas Film Festival (2005 a 2013), CineFoot (desde 2010), Curta Brasília (2017 a 2020) entre outros. Vinicius Rodrigues (Coordenação Administrativa):Profissional da área de tecnologia há mais de 14 anos com graduação pela Estácio de Sá em Gestão de TI. Na maior parte do tempo de trabalho atuou gerenciando equipes, projetos e implementações de tecnologia. Hoje atua junto a Caju Produções, tanto na parte administrativa, quanto em demandas voltadas ao gerenciamento do ambiente de tecnologia da informação. Melina Galante (Produtora do Núcleo Audiovisual):É realizadora, roteirista e assistente de direção, graduada em Cinema e Audiovisual pela UFES. Dirigiu os documentários Desfragmentos (2014) e Lá não Venta Como Venta Aqui (2017), e a ficção O Quadro (2019). Fez parte do Grupo de Pesquisa em Cultura Audiovisual e Tecnologia (CAT/UFES), do coletivo de dramaturgia Elas Tramam e foi editora no site Séries Por Elas. Compõe a diretoria da ABD Capixaba. Júlia Silva (Assistente de Produção):Formada em Rádio e TV, atua no mercado de eventos há mais de 25 anos. Apaixonada por comunicação, natureza e pessoas, coleciona experiências nos mais diversos eventos, tais como: Festival de Música Erudita, Projeto Seis e Meia, Oi Vitória Pop, dentre outros. Integra a equipe da Caju há 17 anos, contribuindo na logística e produção dos eventos. Virgínia Casé (Produtora do Núcleo Bate-Papos):Produtora com vasta experiência nacional e internacional, atuou como assistente de produção de Caetano Veloso em diversos CDs, foi empresária do Quarteto Jobim Morelenbaum, foi assessora pessoal da atriz Regina Casé, dentre outros. Levou espetáculos de dança, música e teatro para Portugal, bem como atuou como diretora responsável pela concepção e realização do Espaço Brasil na França em 2005. Beatriz Sacht (Designer)Designer gráfico e ilustradora de 26 anos com experiência em desenvolver produtos gráficos para marcas, redes sociais, impressos e eventos. Interessada em participar de ambientes multidisciplinares na criação de projetos colaborativos e originais. Lucas Bragança (Social Media):Doutor em Comunicação pela UFF, Mestre em Comunicação pela Ufes, onde também fez sua graduação em Comunicação Social. Possui experiências em agências de publicidade, em consultorias de comunicação e marketing, e coordenação de projetos na área.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.