Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 247470Apresentou prestação de contasMecenato

PLANO ANUAL DE ATIVIDADES 2025 - MUBE

MUSEU BRASILEIRO DA ESCULTURA E ECOLOGIA - MUBE
Solicitado
R$ 7,36 mi
Aprovado
R$ 7,36 mi
Captado
R$ 2,36 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (13)
CNPJ/CPFNomeDataValor
03497792000140Rodovia Integradas do Oeste S/A1900-01-01R$ 500,0 mil
49475833000106Biolab Sanus Farmacêutica Ltda.1900-01-01R$ 300,0 mil
32588139000194J.P. MORGAN CORRETORA DE CAMBIO E VALORES MOBILIARIOS S.A.1900-01-01R$ 300,0 mil
32345784000186C6 CORRETORA DE TITULOS E VALORES MOBILIARIOS LTDA1900-01-01R$ 261,0 mil
03012230000169HIPERCARD Banco Múltiplo S.A1900-01-01R$ 250,0 mil
03984862000194AUREN COMERCIALIZADORA DE ENERGIA LTDA.1900-01-01R$ 200,0 mil
40430971000196ITAU UNIBANCO ASSET MANAGEMENT LTDA1900-01-01R$ 150,0 mil
92661388000190ITAU VIDA E PREVIDENCIA S.A.1900-01-01R$ 150,0 mil
03798096000173AGEO TERMINAIS E ARMAZENS GERAIS S.A1900-01-01R$ 100,0 mil
46743943000105REDECARD SOCIEDADE DE CREDITO DIRETO S.A.1900-01-01R$ 100,0 mil
11397672000280PLURAL CAPITAL GESTAO DE RECURSOS LTDA.1900-01-01R$ 50,0 mil
***010227**João Maurício Teixeira da Costa1900-01-01R$ 1,00
03407049000232VOTORANTIM S.A.1900-01-01R$ 0,01

Eficiência de captação

32.1%

Classificação

Área
—
Segmento
Planos Anuais Manutenç e Elabor de Planos Museológ
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Plano anual
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-01-01
Término

Resumo

O Plano Anual de Atividades 2025 - MUBE tem por objetivo a manutenção e a realização das atividades culturais do MuBE - Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia, durante o ano de 2025. Parte importante deste projeto é a manutenção do edifício-sede do MuBE, incluindo ainda as exposições de artes visuais, com entrada gratuita, além de atividades correlatas de arte educação, também gratuitas, garantindo a todos o enriquecimento artístico e cultural da população.

Sinopse

Exposições 2025 Exposições temporárias 1. Amazônia: terra ancestral (título provisório) Como afirma o Pr. Dr. Eduardo Góes Neves, análises de materiais colhidos em sítios arqueológicos mostram que a Floresta Amazônica seria não apenas um patrimônio natural, mas também biocultural. Estima-se que até 10 milhões de pessoas viviam na Amazônia há cerca de 8 mil anos, com diferentes línguas, culturas e formas de interagir com a floresta. Essas populações indígenas não teriam apenas aproveitado as características naturais da região como teriam também modificado de forma sustentável o hábitat. Tendo como ponto de partida os estudos arqueológicos mencionados acima, que indicam como a ação de indígenas teria moldado a Amazônia, esta exposição unirá arqueologia, arte, incluindo arte indígena, e meio ambiente para discutir, entre outras questões, olhando para o futuro, a ocupação do espaço e a interferência e os impactos das ações humanas no ambiente, cumprindo a missão do MuBE como Museu da Escultura e Ecologia. Com curadoria de Eduardo Goes Neves, Carla Gibertoni, Naine Terena e Guilherme Wisnik, esta exposição contará ainda com curadores convidados especialistas nas áreas de arqueologia, arte indígena e meio-ambiente. Para a produção desta exposição, e correlata a mesma, serão realizados trabalhos na região amazônica, incluindo os estados do Amazonas e do Pará. 2. Exposição sobre a obra de Paulo Mendes da Rocha Esta exposição, unindo arte e arquitetura, se propõe a apresentar para o grande público aspectos da obra de Paulo Mendes da Rocha ainda pouco conhecidos. Seja através de obras não realizadas ou novos olhares e interpretações das ideias propostas pelo arquiteto responsável pelo projeto do MuBE e um dos principais nomes da arquitetura mundial, ganhador de prêmios como o Pritzker e o Leão de Ouro de Veneza. Esta exposição ocupará as principais áreas expositivas do MuBE. 3. Espaço de Convivência - Design brasileiro O MuBE reservou o espaço de sua área de convivência para apresentar o trabalho do que há de melhor no design brasileiro e estrangeiro. Para ocupar essa área, no ano de 2024, o Consultor Curatorial do MuBE, Guilherme Wisnik, convidará renomados designers brasileiros que proporão uma ocupação para esse espaço. A única condição pré-definida é que os móveis possam ser usados pelos visitantes do museu que assim poderiam usufruir de suas características e design extraordinários por completo. Em 2025, será realizada 1 edição desta ocupação. Exposições de longa duração 4. Amilcar de Castro: um marco na paisagem (exposição de longa duração) A monumental obra de Amilcar de Castro, com 16 metros de altura e 27 toneladas, marca a paisagem e a entrada do MuBE. Esta obra estará em exposição no MuBE até março de 2025. 5. Maquetes de papel: Paulo Mendes da Rocha e Amilcar de Castro Tanto Paulo Mendes de Rocha, quanto Amilcar de Castro, usavam o papel para dar forma às suas ideias através de maquetes. Cortes e dobras nas mãos desses dois grandes mestres faziam com o que o plano ganhasse o espaço. Nesta mostra de longa duração, localizada no Foyer, são apresentadas maquetes de papel feitas por ambos, arquiteto e artista 6. MuBE em Escala (exposição de longa duração) Esta mostra de longa duração, localizada no Foyer, apresenta o projeto e as maquetes da construção do premiado edifício-sede do MuBE, considerado uma das principais obras de Paulo Mendes da Rocha, um dos mais importantes arquitetos brasileiros. 7. MuBE para brincar, 1ª Edição, Daniel Murgel (início em 2018 e término em 2025) Daniel Murgel inaugurou com a obra Labirinto de Cruzetas o programa MuBE para Brincar, espaço no jardim do museu onde serão apresentados trabalhos em que a participação do visitante é fundamental. A cruz desenhada sobre o chão é um modo de marcar o território. Uma forma simples composta por dois traços perpendiculares que indica um lugar. Foi com linhas em cruzes que Daniel Murgel marcou o piso da área externa do MuBE para que suas peças fossem construídas acima do nível do solo. As cruzetas surgiram da observação do artista sobre estruturas que sustentam caixas d’água em cidades do interior do país. Trata-se de um elemento típico da arquitetura feita sem o projeto do arquiteto, como um “puxadinho”, mas que cumpre sua função e dispensa o uso do concreto armado. 8. MuBE para brincar, 2ª Edição Para 2025, em sua segunda edição, MuBE para Brincar pretende apresentar na área externa do museu reservada para esse programa, parte do Parque Infantil projetado por Waldemar Cordeiro para o Clube Espéria, ou outro artista cujo trabalho tenha relevância semelhante. A primeira edição, realizada com a obra Labirinto de Cruzetas de Daniel Murgel, foi um grande sucesso e seu projeto foi doado pelo artista para o acervo do MuBE, contribuindo assim para o desenvolvimento do acervo de obras-projeto da instituição. 9. Diálogos com a Cidade - Circulação do acervo escultórico do MuBE O Programa “Diálogos com a Cidade” propõe a circulação do acervo escultórico do MuBE, seja para a cidade de São Paulo ou para outras cidades e estados brasileiros, como forma de ampliar o acesso ao acervo do MuBE e à arte. Atualmente 6 esculturas encontram-se em exposição no parque Bruno Covas e na Ciclovia da Marginal Tietê. Em 2025, prevemos a expansão deste projeto.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS O MuBE é uma instituição permanente e dará, em seu Plano Anual de 2025, continuidade às ações que vem realizando há mais de 25 anos. As atividades do MuBE têm atenção especial à questão da democratização do acesso, sendo gratuitas e tendo a ação educativa papel de destaque na mediação com todos os públicos. Como museu, a principal atividade do MuBE é a realização de exposições de artes visuais nacional e internacional, que têm como objetivo principal fomentar a produção artística, mostrar e divulgar as obras e, principalmente, proporcionar o contato direto com trabalhos de arte, pois esse é o momento em que se efetiva a educação e a transmissão do conhecimento ao público, um dos objetivos primordiais do MuBE, garantindo assim a democratização do acesso a bens culturais relevantes. Destaca-se ainda que a obra de arte mais importante do MuBE é o seu próprio edifício-sede. Projetado por Paulo Mendes da Rocha em 1987, foi considerado pela revista Artsy uma das 10 obras da arquitetura brutalista mais importantes do mundo. E seu jardim, projetado por Roberto Burle Marx, completa o destaque dessa obra arquitetônica. Por isso, um dos principais objetivos do MuBE é a restauração, conservação e manutenção desse importante bem cultural que são seu edifício-sede e seu jardim, estando os custos e despesas ligados a esse fim incluídos neste projeto. Quanto às atividades, as exposições de arte são os balizadores temáticos de todas as atividades do museu, dessa forma, estão alocados no orçamento todos os custos com profissionais, serviços especializados de terceiros, materiais, serviços de apoio e estrutura física do espaço que permitem a realização das atividades com a máxima qualidade e melhor emprego dos recursos obtidos. As exposições planejadas de arte nacional e internacional serão realizadas nos espaços expositivos próprios do museu, formados pela Grande Sala, Pinacoteca, Espaço de Convivência e Jardim. A intenção é que as principais exposições possam ser apresentadas também em outras cidades no ano seguinte, aumentando a amplitude do acesso ao bem cultural produzido, o que será objeto de projeto futuro. Para a produção de algumas das exposições do MuBE, são realizados também trabalhos em regiões remotas do país, com o MuBE se tornando um interlocutor de bens culturais de diversos locais do país. Cabe ressaltar ainda que, seguindo a linha curatorial, o MuBE começou a construir um importante acervo de obras-projeto, cujas despesas também estão alocadas nesse Projeto. Mais detalhes seguem abaixo. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1. PRODUTO EXPOSIÇÕES Em 2024 serão realizadas as exposições abaixo, todas com entrada gratuita para o público: 1.1. Exposição individual "Amazônia Ancestral" (título provisório) (início em 2024 e término em 2025) 1.2. Exposição individual de artista mulher escultora Laura Vinci 1.3. Exposição Paulo Mendes da Rocha 1.4. Amilcar de Castro: um marco na paisagem (exposição de longa duração) 1.5. MuBE para brincar, 1ª Edição, Daniel Murgel (início em 2018 e término em 2025) 1.6. MuBE para brincar, 2ª Edição, (início em 2025) 1.7. Diálogos com a Cidade - Circulação do acervo escultórico do MuBE 1.8. Maquetes de papel: Paulo Mendes da Rocha e Amilcar de Castro 1.9. MuBE em Escala (exposição de longa duração) 2.0. Exposição por ocasião da COP 30, sobre meio ambiente 2. PRODUTO CATÁLOGO 4 catálogos, sendo para cada uma das exposições principais, sendo impressas, na média, 1.000 unidades de cada catálogo - 28X23 cm, 4X4 cores, miolo couchê fosco 170g, capa couchê fosco 250grs. 3. PRODUTO PLANO ANUAL ACERVO O Setor do Acervo do MuBE é responsável pela gestão da documentação e conservação da coleção, visando sempre o cumprimento da missão do Museu de colecionar, estudar, incentivar e difundir a arte moderna e contemporânea, tornando-a acessível ao maior número de pessoas possível. O MuBE começou, a partir de 2016, a formação de uma nova coleção cujo objetivo é a formação do acervo de obras-projeto. Para isso é crucial a participação do setor de acervo. 3.1. Conservação do acervo 3.1.1. Material de Conservação e Acondicionamento do Acervo 3.1.2. Conservação - Higienização 3.1.3. Manutenção de Obras de Arte do Jardim das Esculturas 3.1.4. Restauro de Obras de Arte do Jardim das Esculturas 3.1.5. Mobiliário para a Armazenagem e Acondicionamento do Acervo na Reserva Técnica do MuBE 3.2. Documentação 3.2.1. Banco de Dados - Sistema de Documentação e Gerenciamento do Acervo. 3.2.2. Digitalização de Obras de Arte 3.3 BIBLIOTECA A Biblioteca, ainda em formação, é especializada em arte contemporânea e é fonte de informações primárias na elaboração de diversos materiais impressos e audiovisuais. Tem por objetivos preservar, organizar e disponibilizar o acervo bibliográfico e audiovisual do MuBE. O MuBE tem ainda, em seu Espaço de Convivência, uma área reservada à leitura onde estão sempre disponíveis livros infantis, além dos livros sobre arte e arquitetura, para que o público possa ler e consultar. 3.4 AUDITORIO / TEATRO INTERNO O MuBE possui um auditório de 192 lugares, onde podem ser realizados cursos, palestras e seminários, ajudando assim a difundir arte e cultura. Os custos de manutenção e funcionamento do Auditório também estão contemplados nesse plano anual. 3.5 TEATRO ABERTO Neste espaço são realizadas experimentações das artes visuais no campo da performance e da expressão corporal, como a yoga gratuita aos sábados. 3.6 MARQUISE - MANUTENÇÃO E TROCA DOS APARELHOS DE APOIO O principal marco do premiado edifício-sede do MuBE, é sua marquise. Da forma como foi construída, ela necessita de procedimentos de manutenção, que inclui a troca de seus aparelhos de apoio a cada cerca de 25 anos. Com a chegada do período desta manutenção, contratamos uma empresa especializada no assunto para a realização de laudo técnico das condições da marquise em 2019. Devido à pandemia, parte dessas manutenções foram postergadas para 2025 e, por isso, incluídas neste projeto. 3.7 MANUTENÇÃO E IMPERMEABILIZAÇÃO DO EDIFÍCIO O edifício-sede do MuBE é uma das principais obras do consagrado arquiteto Paulo Mendes da Rocha, vencedor de todos os maiores prêmios da arquitetura mundial como o Pritzker em 2006, Leão de Ouro da Bienal de Arquitetura de Veneza e do Prêmio Imperial do Japão em 2016. A Manutenção e a restauração desse importante marco da arquitetura brutalista é uma das principais missões do MuBE, garantindo assim que as gerações futuras possam usufruir desse importante bem cultural. Como não houve captação de recursos suficiente para a completa impermeabilização do edifício no passado, foi executada apenas manutenção parcial e paliativa, por isso, a incluímos novamente neste projeto. 4. CONTRAPARTIDA (Ações formativas) - EDUCATIVOLigado às exposições, de modo a torná-las acessíveis, garantindo a democratização e formação de público, o MuBE promove uma série de ações educativas, todas gratuitas, que são estruturadas para atender o público agendado e espontâneo, devendo ser considerado para efeitos de cumprimento do art. 30 da IN 1/2023.O MuBE acredita na importância de investir na formação cultural e artística e considera a arte um dos elementos fundamentais para a educação. O Educativo do MuBE é responsável pela formação de público do museu, viabilizando o acesso às exposições e seus conteúdos, oferecendo ações que mesclam diversas linguagens e abordagens, abrangendo todos os perfis de visitantes, dentre os quais: estudantes, profissionais, idosos, crianças, grupos escolares, famílias, instituições, projetos sociais, instituições de saúde, pessoas com deficiência, pessoas em situação de vulnerabilidade social, bem como qualquer grupo ou pessoa interessados em nossa programação.Mensalmente, o Educativo do MuBE recebe, gratuitamente, cerca de 4 grupos agendados de até 40 pessoas para visitas ao museu, que duram em média 1 hora e 30 minutos. O Programa de Visitação oferece visitas mediadas para grupos escolares de educação infantil, ensino fundamental, ensino médio, universitários, grupos de terceira idade, instituições de educação não formal, projetos sociais e qualquer outro grupo que esteja interessado nas exposições. As visitas mediadas são realizadas pelos educadores do MuBE por meio de diálogos que relacionam os conteúdos das exposições com o repertório dos visitantes.Programas de longo prazo:4.1.1. Programa de visitações das exposições4.1.2. Oficinas de final de semana - Aos sábados e domingos, 1 vez por mês, em dois turnos, pela manhã e à tarde, na área externa do MuBE, será montada uma oficina livre em diálogo com as exposições em cartaz. Podendo ser desenho, frotagem, aquarela ou outra técnica.4.1.3. Visita guiada sobre a arquitetura do MuBE, 1 vez por semestre.4.2 Atividades onlineDurante o período de isolamento social a equipe do educativo do MuBE desenvolveu uma série de atividades online de arte educação, por vídeo, disponibilizadas na internet, nas redes sociais do MuBE, que continuarão a ser executadas, ampliando o alcance e diversificando o público beneficiado. São elasa. Ateliê a distância - Realização de pelo menos 1 vídeo de arte educação a cada semestre, através da série "Ateliê a distância do MuBE". Nesse vídeo há sempre a apresentação de uma obra ou de um artista e uma proposta de atividade de oficina ou ateliê de arte educação que reflita sobre o trabalho/artista escolhido como tema. Esperamos que cada um desses ateliês conte com cerca de 400 visualizações.b. Conhecendo o artista - Realização de pelo menos 1 episódio por semestre da série de vídeos "Conhecendo o artista" sobre a trajetória de artistas que já expuseram no Museu. Esperamos que cada um dos episódios conte com cerca de 400 visualizações. Democratização de acesso CURSOSO MuBE promove anualmente um curso de história da arte, inteiramente gratuito, com turma de 100 pessoas e um curso sobre história da arquitetura também inteiramente gratuito e 100 vagas, em cumprimento do quanto previsto no Artigo 28º da Instrução Normativa 01/2023.

Justificativa

A proposta atende aos seguintes incisos do art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Quanto às finalidades do art. 3º, atende-se as que se encontram abaixo: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; O MuBE é uma associação sem fins lucrativos cuja finalidade é a gestão das atividades do Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia, através de concessão outorgada pelo Município de São Paulo, detentora da área e do Museu. Nosso objetivo é contribuir para a formação cultural da população e a democratização do acesso à cultura. Com espaços generosos e toda a infra-estrutura necessária, o MuBE está apto a organizar grandes eventos que expressam tendências da cena artística contemporânea brasileira e internacional, dentre os quais não estão somente as exposições, mas também palestras, cursos e ações de arte educação que ampliam a percepção artística e cultural da população e garantem, assim, a manutenção deste importante marco arquitetônico que é nosso edifício-sede, preservação de patrimônio cultural e educação artística a seus frequentadores. O edifício-sede do MuBE é um icônico e premiado projeto do grande arquiteto Paulo Mendes da Rocha e está rodeado por um belo jardim projetado por Roberto Burle Marx, na região central da cidade. Possui duas galerias internas e uma grande área externa para exposições, espaço de convivência, teatro ao ar livre, auditório, ateliês, restaurante e jardim. O MuBE inscreve-se na história cultural a partir do conceito criado por Paulo Mendes da Rocha para o projeto do Museu. Uma maquete do MuBE, assim como as plantas e seu projeto original, fazem parte do acervo do MoMA de Nova York. Fundado em 1986, a partir da concessão do terreno pela prefeitura de São Paulo para a sua construção, que levou cerca de 9 anos, o MuBE foi inaugurado em 1995 e desde então contribui de forma ativa para a cultura brasileira. O MuBE atingia um público médio, antes da pandemia, de cerca de 100 mil pessoas, entre estudantes, interessados nas artes e em aproveitar o seu jardim e o público geral de São Paulo e de outras regiões do país e do exterior. As exposições realizadas recentemente no MuBE estão entre as mais visitadas e bem avaliadas, sendo uma referência no cenário cultural e artístico do país nas questões da arte tridimensional. O MuBE acredita ainda na importância de investir na formação cultural e artística e considera a arte um dos elementos fundamentais para a educação. Ao longo de seus mais de 15 anos de existência, o Educativo do MuBE tem gerado uma significativa transformação social e uma ressignificação do espaço museológico. O Educativo do MuBE é responsável pela formação de público do museu, viabilizando o acesso às exposições e seus conteúdos, oferecendo ações que mesclam diversas linguagens e abordagens, abrangendo todos os perfis de visitantes, dentre os quais: estudantes, profissionais, idosos, crianças, grupos escolares, famílias, instituições, projetos sociais, instituições de saúde, pessoas com deficiência, pessoas em situação de vulnerabilidade social, bem como qualquer grupo ou pessoa interessados em nossa programação. É importante mencionar, ainda, a coleção que o MuBE começa a construir e sua relevância para as artes plásticas e a importância em torná-la acessível ao público em geral. Com a coleção de obras-projeto, o MuBE estará prestando um excelente serviço às artes ao preservar, mostrar e estudar um meio muito relevante para a arte contemporânea e que poucos museus têm em seus acervos. O Setor do Acervo do MuBE é responsável pela gestão da documentação e conservação da coleção, visando sempre o cumprimento da missão do Museu de colecionar, estudar, incentivar e difundir a arte moderna e contemporânea, tornando-a acessível ao maior número de pessoas possível. A equipe técnica contratada é responsável pelo acompanhamento e produção das exposições do Museu, incluindo empréstimos das obras das exposições temporárias, bem como pelas atividades de acompanhamento de obras durante a coleta, montagem e desmontagem das exposições, e conservação e documentação dessas obras. Quando o MuBE solicita obras para participar de exposições temporárias, em caráter de empréstimo, a equipe do acervo acompanha todo o processo, que tem início na documentação e estabelecimento das condições de empréstimo, preparação das obras para a exposição, indicação de restauro se necessário, montagem especial quando necessário, bem como acompanhamento da obra na montagem, durante a exposição e em sua desmontagem e devolução. Nas exposições temporárias nos espaços expositivos do Museu, a equipe do Acervo de prestadores de serviço também é responsável pela preparação técnica das obras, laudos e, durante todo o período da exposição, faz a vistoria, higienização, monitoramento e supervisão das condições ambientais. Juntam-se a essa equipe algumas vezes, restauradores especializados que cuidam principalmente da higienização de obras mais delicadas participantes das mostras do museu. As atividades relativas à conservação justificam-se pela necessidade que as obras têm de cuidados preventivos frequentes para que se mantenham em bom estado de conservação, garantindo a sobrevida e integridade física e estética da obra de arte, bem como de restauro em casos extremos.

Estratégia de execução

O proponente informa que no momento é possível informar que a rubrica que já sabe que irá se remunerar é a de coordenação geral do projeto. No entanto, poderá se remunerar por outras rubricas, se comprometendo, desde já, que apenas será remunerado pelos serviços prestados no projeto. Informamos que poderão ocorrer alterações quanto aos profissionais envolvidos no projeto, em razão de disponibilidade no período de realização. No entanto, já informamos que os novos profissionais serguirão a temática do projeto e estarão em conformidade com o objetivo proposto. Os beneficiários das passagens aéreas e hospedagem do produto exposição de artes servirão para coleta de material e pesquisa.. Os beneficiários das diárias de alimentação é a equipe de montagem e desmontagem, cujas informações poderão ser informadas oportunamente após efetiva contratação.A proponente está ciente que por ocasião da prestação de contas deverá comprovar no nome e documento dos beneficiários das passagens aéreas, hospedagem e alimentação.

Especificação técnica

DETALHE DO MATERIAL IMPRESSO PARA DIVULGAÇÃO BANNERS Banners para divulgação, a serem instalados em 2 locais na sede do MuBE: na Avenida Europa e na Rua Alemanha, para todas as atividades do museu. A. Banner tamanho grande: 4,00 m de largura x 2,20 m altura Impressão colorida digital de alta qualidade sobre lona branca fosca e acabamento com ilhoses. B. Banner tamanho médio horizontal: 2,50 m de largura x 1,00 m de altura Impressão colorida digital de alta qualidade sobre lona branca fosca e acabamento com ilhoses. C. Banner tamanho médio vertical: 1,00 m de largura x 2,20 m de altura Impressão colorida digital de alta qualidade sobre lona branca fosca e acabamento com ilhoses. CARTAZES PARA MOBILIÁRIO URBANO A. Bancas de Jornal – tamanho de 175 x 125 cm, 20 posters para cada exposição principal B. Relógios, sendo 200 cartazes por exposição FOLDERS A. Folder formato até A4 (21x29,7cm) - Folder institucional - apresentação do Museu/mapa/horários/contatos. Impressão 4x4 cor, até 2 dobras, papel reciclado 120g. valor unitário – R$ 1,80 C. Folder formato até A4(21x29,7cm) – Folder exposições, português e inglês. Impressão 4x4 cor, até 2 dobras, papel reciclado 120g. valor unitário – R$ 1,80 D. Folheto Postal - 10 x 15cm – Papel couchê fosco 300g. Custo unitário – R$ 0,50. ADESIVOS EM PS PARA TOTENS A. Impressão digital colorida em adesivo branco fosco aplicado sobre placa de PS, com 0,90 m de largura x 1,70 m de altura, para a parte da frente e para o verso de totem com informações das exposições e programação. Custo unitário: R$ 250 por lado, sendo R$ 500 para frente e verso. São usados 3 totens de sinalização na área interna do MuBE. ADESIVOS PARA IDENTIFICAÇÃO DE VISITANTES A. Adesivo 4,3 cm de diâmetro, refile, couchê adesivo – custo unitário R$ 0,05 CATÁLOGOS A. 4 catálogos, sendo para cada uma das exposições, sendo impressas, na média, 1.000 unidades de cada catálogo - 28X23 cm, 4X4 cores, miolo couchê fosco 170g, capa couchê fosco 250grs. Custo unitário médio de R$ 80,00. BEM IMÓVEL - RESTAURO E PRESERVAÇÃO: O edifício-sede do MuBE, projetado por Paulo Mendes da Rocha em 1987, foi considerado pela revista Artsy uma das 10 obras da arquitetura brutalista mais importantes do mundo. E seu jardim, projetado por Roberto Burle Marx, completa o destaque dessa obra arquitetônica. Importante salientar que é prevista uma manutenção nos aparelhos de apoio da marquise do MuBE a cada 25 anos e, por isso, incluímos nesse Plano anual, baseado em laudo técnico realizado pela empresa especializada Falcão Bauer, o orçamento para a realização das manutenções necessárias previstas para 2020. Devido a questões de restrição de orçamento, as manutenções previstas no Plano Anual de 2024 não puderam ser realizadas, sendo então transferidas para 2025 e, por isso, incluídas neste plano anual de 2025.

Acessibilidade

1. PRODUTO PLANO ANUAL Por se tratar de manutenção das instalações da entidade não há medidas de acessibilidade a serem aplicadas. 2. PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTES ACESSIBILIDADE FÍSICA: Para garantir a acessibilidade de pessoas com necessidades especiais e com dificuldades de locomoção e tendo como missão tornar a arte acessível ao maior número possível de pessoas, as instalações do MuBE seguem as normas necessárias para o acesso de pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida, conforme o Art. 48 do Decreto 3.298 de 1999, bem como à Lei 13.146 de 2015, com seus amplos espaços, rampas, banheiros adaptados, passagens para auxiliar a locomoção permitindo o trânsito pelos espaços com conforto e segurança. As atividades do MuBE realizam-se em sua sede, onde os espaços, como descrito acima, são adequados para pessoas com dificuldades de locomoção. Item da planilha orçamentária: Não haverá nenhum gasto no projeto para adequação de espaço físico uma vez que a sede do museu possui as medidas de acessibilidade conforme descrito acima. Acessibilidade de Conteúdo: Acessibilidade para deficientes visuais: Os educadores/monitores do MuBE são treinados para atender o público com necessidades especiais utilizando procedimentos descritivos que incluem informações sobre as dimensões das obras, descrição das figuras e imagens, sugestões das cores através de recursos que as associem aos fenômenos da natureza, entre outros aspectos relacionados com tipos específicos de necessidades e bastante utilizados para pessoas com deficiência visual. Em todas as exposições, há sempre pelo menos uma obra tátil, para que pessoas com algum tipo de deficiência possam interagir de forma mais intensa com o conteúdo apresentado.Nossas exposições contam ainda com áudio-guias disponíveis no aplicativo SoundCloud e que podem ser baixados e utilizados em aparelhos de smartphone, permitindo maior entendimento sobre o que é apresentado nas exposições. Item da planilha orçamentária: Sinalização e Audiodescrição. Acessibilidade para deficientes auditivos: Todos os vídeos das exposições onde há falas, contam com legenda em português para permitir que pessoas com deficiência auditiva possam ter acesso ao conteúdo. Item da planilha orçamentária: Legendagem ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Não haverá impactos para deficientes cognitivos, terão obras artísticas distribuídas ao longo do espaço expositivo permitindo que todos se contemplem com a exposição assim como os textos explicativos em português e inglês. Item da planilha orçamentária: Não haverá nenhum gasto no projeto conforme descrito acima. Os textos explicativos estão contemplados na rubrica de sinalização. Nossas exposições contam ainda com áudio-guias disponíveis no aplicativo na internet que podem ser baixados e utilizados em aparelhos de smartphone, permitindo maior entendimento sobre o que é apresentado nas exposições. 3. PRODUTO CATÁLOGO Acessibilidade Física: Para garantir a acessibilidade de pessoas com necessidades especiais e com dificuldades de locomoção e tendo como missão tornar a arte acessível ao maior número possível de pessoas, as instalações do MuBE seguem as normas necessárias para o acesso de pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida, conforme o Art. 48 do Decreto 3.298 de 1999, bem como à Lei 13.146 de 2015, com seus amplos espaços, rampas, banheiros adaptados, passagens para auxiliar a locomoção permitindo o trânsito pelos espaços com conforto e segurança. A atividade de entrega de catálogo realiza-se na sede do MuBE, onde os espaços, como descrito acima, são adequados para pessoas com dificuldades de locomoção. Ademais os Catálogos também serão disponibilizados em formato digital no site da entidade. Item da planilha orçamentária: Não haverá nenhum gasto no projeto para adequação de espaço físico Acessibilidade de Conteúdo: Acessibilidade para deficientes visuais: Os catálogos serão produzidos também em versão digital e poderão ser baixados, permitindo a leitura dos programas utilizados por deficientes visuais. O catálogo no formato PDF permite ao usuário a utilização da funcionalidade “Voice Over” que possibilita a descrição dos elementos, textos e imagens contidos no catálogo. Vale ressaltar que tal funcionalidade é intrínseca aos computadores, sem necessidade de inserção de rubrica para contemplar esta medida de acessibilidade. Item da planilha orçamentária: Não haverá nenhum gasto no projeto conforme descrito acima Acessibilidade para deficientes auditivos: Por se tratar de catálogos com textos e imagens, não havendo conteúdo auditivo, esse produto é intrinsecamente acessível aos deficientes auditivos. Item da planilha orçamentária: Não haverá nenhum gasto no projeto conforme descrito acima. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Não haverá impactos para deficientes cognitivos, e a participação ocorrerá da mesma forma que para os demais, uma vez que poderão ler o catálogo bilíngue com textos em português e inglês. Item da planilha orçamentária: Não haverá nenhum gasto no projeto conforme descrito acima. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade Física: Para garantir a acessibilidade de pessoas com necessidades especiais e com dificuldades de locomoção e tendo como missão tornar a arte acessível ao maior número possível de pessoas, as instalações do MuBE seguem as normas necessárias para o acesso de pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida, conforme o Art. 48 do Decreto 3.298 de 1999, bem como à Lei 13.146 de 2015, com seus amplos espaços, rampas, banheiros adaptados, passagens para auxiliar a locomoção permitindo o trânsito pelos espaços com conforto e segurança. As atividades do MuBE realizam-se em sua sede, onde os espaços, como descrito acima, são adequados para pessoas com dificuldades de locomoção. Item da planilha orçamentária: Não haverá nenhum gasto no projeto para adequação de espaço físico uma vez que a sede do museu possui as medidas de acessibilidade conforme descrito acima. Acessibilidade de Conteúdo: Acessibilidade para deficientes visuais: Os educadores/monitores do MuBE são treinados para atender o público com necessidades especiais utilizando procedimentos descritivos que incluem informações sobre as dimensões das obras, descrição das figuras e imagens, sugestões das cores através de recursos que as associem aos fenômenos da natureza, entre outros aspectos relacionados com tipos específicos de necessidades e bastante utilizados para pessoas com deficiência visual. Em todas as exposições, há sempre pelo menos uma obra tátil, para que pessoas com algum tipo de deficiência possam interagir de forma mais intensa com o conteúdo apresentado. Item da planilha orçamentária: Sinalização e Audiodescrição. Acessibilidade para deficientes auditivos: Todos o conteúdo onde há falas, contam com legenda em português para permitir que pessoas com deficiência auditiva possam ter acesso ao conteúdo. Ademais, será disponibilizado intérprete de libras quando necessário. Item da planilha orçamentária: Intérprete de libras ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Não haverá impactos para deficientes cognitivos, as obras artísticas distribuídas ao longo do espaço expositivo permitindo que todos se contemplem com seus conteúdos, assim como os textos explicativos em português. Item da planilha orçamentária: Os textos explicativos estão contemplados na rubrica de sinalização. Para garantir a acessibilidade de pessoas com necessidades especiais e com dificuldades de locomoção e tendo como missão tornar a arte acessível ao maior número possível de pessoas, o MuBE considera fundamental que todos que desejam entrar em contato com a arte, independente de sua condição física, social ou psíquica, saibam que esse universo realmente lhes pertence. Com esse intuito, o MuBE promove uma ampla programação acessível, com exposições gratuitas, garantindo que o museu seja um espaço sem barreiras para todos, incluindo os usuários de cadeiras de rodas, contando com amplas rampas e passagens para auxiliar sua locomoção permitindo o trânsito pela exposição com conforto e segurança. A arquitetura do museu e a expografia de cada mostra são pensadas para viabilizar o livre acesso de todos, com conforto, segurança e autonomia. Os educadores do MuBE são treinados para atender o público com necessidades especiais utilizando procedimentos descritivos que incluem informações sobre as dimensões das obras, descrição das figuras e imagens, sugestões das cores através de recursos que as associem aos fenômenos da natureza, entre outros aspectos relacionados com tipos específicos de necessidades. Nossas exposições contam ainda com áudio-guias disponíveis no aplicativo SoundCloud e que podem ser baixados e utilizados em aparelhos de smartphone. Além disso, o MuBE está investindo cada vez mais no desenvolvimento e disseminação de programas pedagógicos de arte educação. Em 2017, realizamos no MuBE, em parceria com a CNI/SESI/SENAI, um curso gratuito para professores e arte educadores, com 200 vagas, visando a formação de formadores. Um dos módulos desse curso, realizado no dia 16 de setembro, foi “Acessibilidade e educação inclusiva” ministrado pelo professor Claudio Rubino, pós-graduando em Educação Inclusiva pela Unifesp e com experiência de cerca de 15 anos em museus e outros equipamentos culturais, com ênfase no atendimento e planejamento de ações para inclusão física e sensorial de pessoas com deficiência nas programações oferecidas. É a partir das discussões apresentadas nesses cursos e seminários que estamos desenvolvendo e aperfeiçoando nossas práticas de acessibilidade e educação inclusiva aplicadas no MuBE.

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO Conforme apontado na descrição das atividades realizadas pelo Museu ao longo do ano, é possível perceber que as exposições do museu são gratuitas. Sendo importante mencionar ainda que as atividades promovidas pela contrapartida social são amplamente democráticas. Além de serem gratuitas, há uma intensa preocupação que um público vasto e representativo das diferentes camadas da sociedade participe e interaja com o museu. Um exemplo, são as parcerias institucionais com escolas públicas e centros de atenção psicossocial que o museu fomenta. Durante os anos percebemos que a maior barreira para o acesso de estudantes de escolas públicas aos bens culturais é o transporte. Por isto, foi incluído neste projeto o custo de aluguel de 25 ônibus para o transporte de estudantes de escolas públicas até o Museu. O MuBE atinge um público médio de 50 mil pessoas por ano, entre estudantes, interessados em arte e em aproveitar seu jardim e o público geral de São Paulo, de outras regiões do país e do exterior. As exposições realizadas recentemente no MuBE, pela nova curadoria, estão entre as mais visitadas e bem avaliadas, sendo uma referência no cenário cultural e artístico do país. Para todos os catálogos que forem produzidos, havendo captação de recursos suficiente para tal, serão feitas as distribuições das cotas obrigatórias, conforme detalhado abaixo. Serão impressos em média 1.000 unidades por exposição e serão distribuídos também em média: 10% para patrocinadores (100 exemplares); 10% para divulgação (100 exemplares); Em atendimento ao Art. 30 da Instrução Normativa nº 1, de 24/06/2013, inciso II, 10% serão doados a beneficiários (100 exemplares por exposição) como Escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público. A Distribuição desses exemplares ampliará o acesso ao catálogo, sem distinção de gênero, condição social, etnia, ou qualquer outra distinção, garantindo assim a democratização do acesso. Em atendimento ao artigo 45, do decreto 5761*, destinaremos ainda seis exemplares dos catálogos e das publicações produzidas para a Secretaria da Cultura. A seguir a demonstração detalhada da distribuição dos catálogos que forem produzidos. Cada publicação de catálogo seguirá o seguinte plano de distribuição: 10% dist. gratuita para escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público; 10% patrocinadores; 10% divulgação; (06 exemplares) Secretaria da Cultura; 34,7% distribuição gratuita para público em geral 34,7% destinados a venda na loja do Museu e em livrarias Tiragem média por exposição: 1.000 exemplares Em se tratando dos 4 catálogos a serem publicados, o plano de distribuição destes produtos totalizaria: 10% dist. gratuita para escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público; 10% patrocinadores; 10% divulgação; Secretaria da Cultura; 20% destinado a venda a preço promocional (respeitando o limite de 3% do salário mínimo vigente) 50% destinados a venda a preço normal Tiragem total para as 4 exposições: 4.000 exemplares Preço de venda: Para cada catálogo: - Venda normal: R$100,00 (receita estimada: R$ 200.000,00) - Venda promocional: R$42,00 (receita estimada: R$ 33.600,00) Total Receita: R$ 58.400,00 por catálogo produzido Total de receita estimada com venda de catálogos (considerando 4 catálogos produzidos): R$ 233.600,00 Quanto ao público, é importante ressaltar que: Estimamos que um público de cerca de 50 mil pessoas passará pelo MuBE em 2025. Deste total de pessoas, 100% dos visitantes terão entrada gratuita no Museu. Adicionalmente, o proponente informa que realizará gratuitamente os cursos abaixo, para fins de de complemento da ampliação de acesso, adotando as medidas de acessibilidade necessárias, conforme previsto no Artigo 28º da Instrução Normativa 01/2023, inciso VI: realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas. CURSOSO MuBE promove anualmente um curso de história da arte, inteiramente gratuito, com turma de 100 pessoas e um curso sobre história da arquitetura também inteiramente gratuito e 100 vagas.

Ficha técnica

MuBE - O proponente / representado pela Diretora Executiva do Mube Flávia Velloso será remunerado no item do orçamento Coordenação Geral, e será a responsável por toda a gestão do processo decisório do projeto. O MuBE, Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia, foi criado em 1986, a partir da concessão do terreno na Av. Europa pela Prefeitura de São Paulo, para a SAM - Sociedade dos Amigos dos Museus, para que esta associação construísse e administrasse o MuBE por 99 anos. A SAM, que passou a ter a razão social de Museus Brasileiro da Escultura e Ecologia a partir de 2018 é uma instituição permanente, uma associação sem fins lucrativos, tendo o título de OSCIP e cujo principal objetivo é gerir o MuBE para a Prefeitura da Cidade de São Paulo. Para a construção do prédio do Museu foi realizado um concurso que contou com a participação de vários arquitetos de renome e foi vencido por Paulo Mendes da Rocha. Relevante notar que a obra de arte mais importante do MuBE é o seu próprio edifício-sede. Projetado por Paulo Mendes da Rocha em 1987, e inaugurado em 1995, foi considerado pela revista Artsy uma das 10 obras da arquitetura brutalista mais importantes do mundo. E seu jardim, projetado por Roberto Burle Marx, completa o destaque dessa obra arquitetônica. Desde 2016, o MuBE passa por um grande processo de reestruturação institucional, com mudanças em sua governança, com eleição de nova diretoria e conselho. A reestruturação do MuBE atingiu também sua área cultural, com a contratação de um novo curador em 2016, Cauê Alves, que esteve na instituição até 2020. Atualmente, Guilherme Wisnik, como Consultor Curatorial, está a frente da curadoria do MuBE e é o responsável pela definição da linha curatorial do Museu e sua programação. Como museu, a principal atividade do MuBE é a realização de exposições nacionais e internacionais de artes visuais. As exposições nacionais e internacionais têm como objetivo principal fomentar a produção artística, mostrar e divulgar as obras e, principalmente, proporcionar o contato direto com trabalhos de arte, pois esse é o momento em que se efetiva a educação e a transmissão do conhecimento ao público, um dos objetivos primordiais do MuBE, garantindo assim a democratização do acesso a bens culturais relevantes. O setor educativo do MuBE tem um papel importante na democratização do acesso, ao mediar o contato do público, tanto agendado quanto espontâneo, com o que é apresentado no museu. Quanto às atividades, as exposições de arte moderna e contemporânea são os principais balizadores temáticos da programação do Museu. As exposições do MuBE são realizadas nos espaços expositivos próprios do museu, formados pela Grande Sala, Pinacoteca, Espaço de Convivência e Jardim e criadas e organizadas pelo próprio MuBE ou em parceria com grandes instituições nacionais e internacionais. As exposições, que são todas gratuitas, são sempre acompanhadas de forte programa educativo, também gratuito, para a formação de público e democratização de acesso. Nos últimos anos foram realizadas importantes exposições com destaque para: "Transparência e Reflexo" (2016); "Pedra no Céu; arte e a arquitetura de Paulo Mendes da Rocha" (2017); "Amazônia: os novos viajantes" (2018); "Regina Silveira: Exit" (2018); "Burle Marx: arte, paisagem e botânica" (2018/2019), "Coleções no MuBE: Dulce e João Carlos de Figueiredo Ferraz - Construções e Geometrias"(2019), "Tony Gragg, espécies raras"(2019-2020), O Ar que nos une (2020), Obras-projeto: novo acerdo MuBE (2020), "Amilcar de Castro: na dobra do mundo"(2021), Por um Sopro de Fúria e esperança (2021), Frans Krajcberg: por uma arquitetura da natureza (2022) e LIUBA - Corpo Indomável, vendedora do Prêmio de Melhor Exposição Nacional de 2022 pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), Pedra Viva: Serra da Capivara - o legado de Niède Guidon (2023), Ascanio MMM (2023), Elisa Arruda (2023), Tebas (2023), Amelia Toledo (2024). Cabe ressaltar ainda que, seguindo a nova linha curatorial, o MuBE começa a construir um importante acervo de obras-projeto, que já conta com mais de 30 obras, através, principalmente da doação de artistas, além das esculturas de seu acervo inicial. FICHA TÉCNICA Diretora Geral – FLAVIA VELLOSO Consultora financeira, foi Diretora Estatutária do MASP - Museu de Arte de São Paulo, entre 2014 e 2015, tendo participado ativamente do processo de reestruturação do museu, que é considerado um dos mais importante da América Latina. Entre 2007 e 2013, coordenou o Núcleo Contemporâneo do MAM-SP, responsável pela formação e captação de novos apoiadores do Museu. Com vasta experiência em startups, privatizações e reestruturação de empresas e de instituições do terceiro setor, desde 2016, coordena o processo de reestruturação e as atividades do MuBE - Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia. Desde 2016, chefia e coordena, como Diretora geral, todas as atividades do Museu assim como todas as montagens das exposições do MuBE. Consultor Curatorial – Guilherme Wisnik Professor, crítico e curador. Professor Livre-Docente na FAUUSP. Membro da Latin American Studies Association (LASA), da Comissão Científica da Academia de Escolas de Arquitectura e Urbanismo de Língua Portuguesa (AEAULP) do Conselho Consultivo da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP) e do Conselho de orientação artística da Pinacoteca do Estado. Formado em Arquitetura e Urbanismo (FAUUSP, 1998), Mestre em História Social (FFLCH-USP, 2004), é Doutor pela FAUUSP. Lecionou, como professor convidado, na École d’Architecture de la ville & des territoires à Marne-la-Vallée, Paris, em 2016, e na École Nationale Supérieure d’Architecture de Paris-Belleville, ENSAPB, em 2018. Autor dos livros Lucio Costa (Cosac Naify, 2001), Caetano Veloso (Publifolha, 2005), Dentro do nevoeiro: arqutetura, arte e tecnologia contemporâneas (Ubu Editora, 2018) e Bolívia 2016 (Circo de Ideias, 2018), e coautor de Espaço em obra: cidade, arte, arquitetura (Edições Sesc São Paulo, 2018). Organizador dos livros O risco: Lucio Costa e a utopia moderna (Bang Bang, 2003) e Paulo Mendes da Rocha (Azougue, 2012), e co-organizador de Cildo: estudos, espaços, tempo (Ubu Editora, 2018), Futuro desenhado – ou textos escolhidos de Paulo Mendes da Rocha (Monade Editora, 2018) e Infinito vão (Casa da Arquitectura/Monolito, 2019). Publica regularmente artigos e ensaios em revistas acadêmicas e especializadas no Brasil e no exterior, foi colunista do jornal Folha de S. Paulo (2006-07 e 2016). Foi Curador-Geral da 10a Bienal de Arquitetura de São Paulo (IAB/SP, 2013); curador do projeto de arte pública Margem (Itaú Cultural, 2008-10), da Ocupação Cildo Meireles (Itaú Cultural, 2011) e das exposições Paulo Mendes da Rocha: a natureza como projeto (Museu Vale, ES, 2012), Pedra no Céu: arte e a arquitetura de Paulo Mendes da Rocha (co-curador, MuBE, 2017), Infinito vão: 90 anos de arquitetura brasileira (Casa da Arquitectura de Portugal, 2018), Amilcar de Castro: na dobra do mundo (MuBE, 2021), Paisagem construída: São Paulo e Burle Marx (Centro Cultural Fiesp, 2022), entre outras. Coordenação Educativo – Talita Paes Socióloga, educadora e consultora. Formada em Ciências Sociais e mestre em sociologia pela UFPE. Tem experiência como coordenadora, consultora, supervisora e formadora em instituições culturais, na redação de projetos, formação de funcionários e educadores. Entre as instituições com as quais trabalhou, encontram-se o Instituto Tomie Ohtake, a Fundação Bienal de São Paulo, a Pinacoteca do Estado de São Paulo, o Museu da Imigração, o Sesc SP, o Museu da Língua Portuguesa, o MAB- FAAP, entre outras. Atualmente coordena o núcleo educativo do MuBE - Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia. Coordenação Conservação e Acervo – FLAVIA VIDAL Conservadora e restauradora. Formada em Artes Plásticas pela Universidade São Judas Tadeu - São Paulo (1999), tendo concluído diversos cursos de extensão no Brasil e no exterior tais como: Conservação de Ourivesaria Portuguesa dos Século XVII ao XX e Iconografia - Museu/Biblioteca Condes de Castro Guimarães - Cascais, Portugal (2013); Análises Científicas em Obras de Arte - Templo da Arte - São Paulo - Brasil (2012), Restauro de Telas e Pictóricos - Suporte de Cavalete, Teoria do Restauro, Restauro Conservativo e Restauro Estético da Pintura, com os professores Christiane Andrés e Lorenzo Conte em Firenze - Itália (2004); entre outros. Tendo sido responsável pela conservação das coleções do Jóquei Club de São Paulo, Memorial Jesus Maria José, Ateliê Bia Doria, Museu de Arte Sacra dos Jesuítas (Pateo do Colégio), entre outros. Atualmente é responsável pela área de Conservação e Acervo do MuBE - Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia LAURA VINCI Maria Laura Vinci de Moraes (São Paulo, São Paulo, 1962). Escultora, artista intermídia, pintora, desenhista e gravadora. Formou-se em Artes Plásticas na FAAP, fez mestrado na ECA-USP e iniciou sua produção nos anos 1980, participando de várias exposições no Brasil e no exterior. Entre elas, destacam-se: Estados (CCBB ― SP), a 26ª Bienal Internacional de São Paulo, duas edições da Bienal do Mercosul, The South Project (residência em Melbourne, Austrália) e Papéis Avulsos (Art Center, South Florida, Miami). A artista também expôs no Octógono da Pinacoteca de São Paulo; produziu as instalações Ainda Viva, No Ar e Morro Mundo na Galeria Nara Roesler (RJ em 2017 e SP em 2018); apresentou a obra LUX na capela do Morumbi (SP) e no Carpe Diem (Lisboa); e realizou a instalação Diurna no Farol Santander (SP ― 2018). Além disso, atuou como diretora de arte e cenógrafa nas peças Cacilda! (2001), dirigida por José Celso Martinez Corrêa; Só (2009), de Letizia Russo; O idiota (2010―11), baseada na obra de Dostoiévski e realizada pela Mundana Companhia; O Duelo (2013); e A última palavra é a penúltima ― 2 (2014), com a companhia Teatro da Vertigem. Em 2015, participou da criação de Na Selva das Cidades, de Brecht. Com uma obra que dialoga com a arquitetura e os estados da matéria, esta exposição a ser apresentada no MuBE explorará as interfaces da arte, da arquitetura e do ambiente. EDUARDO GOES NEVES Eduardo Góes Neves (São Paulo, SP, 1966). Em 1986, graduou-se em História pela Universidade de São Paulo (USP). Entre 1989 e 1997, realizou mestrado e doutorado em Antropologia na Universidade de Indiana, nos Estados Unidos. De 1995 a 2010, conduziu as escavações do Projeto Amazônia Central (PAC). Atualmente realiza pesquisas de campo em Rondônia, Acre e Bolívia. Foi presidente da Sociedade Brasileira de Arqueologia (SAB) entre 2009 e 2011 e integrou a diretoria da Society for American Archeology (SAA) entre 2011 e 2014. Foi professor visitante Capes na Harvard University, nos Estados Unidos; no Muséum National d’Histoire Naturelle (MNHN), na França; na Universidad Nacional del Centro de la Provincia de Buenos Aires (UNICEN), na Argentina; na Pontificia Universidad Católica del Perú (PUCP), no Peru; e no Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). É professor do Programa de Pós-Graduação em Diversidade Sociocultural do Museu Paraense Emilio Goeldi (PPGDS-MPEG) e do Programa de Pós-Graduação em Arqueologia do Neotrópico, na Escuela Superior Politécnica del Litoral (ESPOL), no Equador, pesquisador do Centro de Estudos Ameríndios (CESTA-USP) e coordenador do grupo de pesquisa “Ecologia Histórica dos Neotrópicos”, do CNPq. Supervisionou mais de sessenta teses, dissertações e projetos de iniciação científica. Desde 2014, é professor-titular do Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE-USP), onde ensina na graduação e pós-graduação e coordena o Laboratório de Arqueologia dos Trópicos (Arqueotrop). Ganhou em 2019 o prêmio de pesquisa do Fórum Arqueológico de Xangai. Em 2022, foi indicado para o cargo de diretor do MAE-USP. CARLA GIBERTONI CARNEIRO Graduada em História pela Fac. de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - USP (1994). Doutora em Arqueologia, pelo Museu de Arqueologia e Etnologia da USP (2009), com pesquisa relacionada ao desenvolvimento de ações educacionais vinculadas a pesquisas arqueológicas na região amazônica. Desde 1998 atua como educadora no MAE-USP, onde coordena ações educacionais por meio de diversas estratégias para distintos públicos. Atualmente é chefe da Divisão de Curadoria responsável pela gestão das ações de salvaguarda e comunicação da Instituição. Tem especial interesse pelas áreas de Gestão de Acervos, Educação em Museus, Educação Patrimonial, Arqueologia Pública NAINE TERENA Naine Terena de Jesus (Cuiabá, Mato Grosso, 1980). Professora, cineasta, artista, curadora, pesquisadora. Integrante da etnia Terena, atua entre a prática educativa e a produção audiovisual, contribuindo para projetos de valorização e difusão das culturas indígenas em diversos níveis do sistema das artes, seja para a instrumentalização das comunidades no uso de dispositivos tecnológicos que permitem a elaboração de narrativas sobre seu cotidiano e história, seja no entendimento dos meandros do sistema de circulação de informações, e sua efetiva inserção no meio artístico. Formada em Comunicação Social pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) em 2003 com apoio de uma bolsa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ), com pesquisa sobre mulheres e o consumo de telenovelas. Mestre em Artes pela Universidade de Brasília (UNB), em 2007, com dissertação intitulada Kohixoti-kipáe, a Dança da Ema – Memória, Resistência e Cotidiano Terena. Doutora em Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), em 2014, com o trabalho Audiovisual na Escola Terena Lutuma Dias: Educação indígena diferenciada e as mídias, em que propôs em seu aldeamento natal, Limão Verde, um projeto educativo de ensino das culturas indígenas a partir dos meios audiovisuais. Em 2020, Naine Terena é curadora da exposição Véxoa: nós sabemos, na Pinacoteca de São Paulo.Paulo Mendes da Rocha Paulo Archias Mendes da Rocha (Vitória, 25 de outubro de 1928 – São Paulo, 23 de maio de 2021) foi um arquiteto e urbanista brasileiro formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, em 1954. Foi professora da FAU/USP. Pertencente à geração de arquitetos modernistas liderada por João Batista Vilanova Artigas, Mendes da Rocha assumiu nas últimas décadas uma posição de destaque na arquitetura mundial, tendo sido agraciado, no ano de 2006, com o Prêmio Pritzker, o mais importante da arquitetura mundial. Em 2010, recebeu o prêmio Arquiteto do Ano, concedido pela Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas. Em 2016, venceu o prêmio Leão de Ouro, da Bienal de Veneza, Itália, na categoria arquitetura, pelo conjunto da obra, e o Prêmio Imperial do Japão, dois dos prêmios mais prestigiosos do mundo. Gostaríamos de informar e destacar que os profissionais e artistas do projeto poderão ser alterados por outros de igual relevância, em conformidade com o projeto curatorial, o que não ocasionará alterações no objeto do projeto.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2025-12-31
Locais de realização (2)
Belém ParáSão Paulo São Paulo