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PRONAC 254553Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

12º Cine.Ema - Festival Nacional de Cinema Ambiental

CAJU PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 1,06 mi
Aprovado
R$ 998,2 mil
Captado
R$ 410,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (3)
CNPJ/CPFNomeDataValor
07677731000115AUTOPORT TRANSPORTES E LOGISTICA LTDA.1900-01-01R$ 254,3 mil
09452900000144VIX TRANSPORTES DEDICADOS LTDA1900-01-01R$ 95,7 mil
32440968000125UNIMED SUL CAPIXABA - COOPERATIVA DE TRABALHO MEDICO1900-01-01R$ 60,0 mil

Eficiência de captação

41.1%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acerv e conteúdo AV diver meios/suporte
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
ES
Município
Vitória
Início
2026-01-01
Término

Resumo

O Festival Nacional de Cinema Ambiental (CINE.EMA) é um projeto inteiramente gratuito que conecta cultura e consciência ambiental. Em sua 12ª edição visa a difusão de produções cinematográficas nacionais com a realização de mostras competitivas de cinema ambiental no formato on-line, durante 30 (trinta dias). A fim de difundir o acesso à cultura, o Cine.Ema também percorre diferentes cidades do Brasil realizando mostras presenciais de cinema, além de oficinas, bate-papos e apresentações musicais, integrando outras linguagens artísticas à programação de pelo menos 1 (um) dia em cada localidade.

Sinopse

Mostra de Cinema Consiste na exibição de filmes com uma proposta curatorial temática de cinema ambiental, de modo presencial e/ou online, selecionados por uma curadoria e através de um regulamento que convoca a inscrição de filmes de produções nacionais. - Mostra Nacional Cine.Ema (on-line): mostra competitiva destinada a exibição de filmes com conteúdo voltado para o público em geral; - Mostra Nacional Cine.Eminha (on-line): mostra competitiva destinada à c conteúdo voltado para o público infanto-juvenil; - Mostras presenciais: sessões especiais de curta-metragens, montadas a partir de filmes que estejam participando da Mostra Cine.Ema e da Mostra Cine.Eminha na edição corrente. Poderão acontecer dentro de escolas públicas ou em locais abertos dentro das comunidades abrangidas pelo Festival. Entendemos o papel fundamental do projeto em democratizar o acesso à cultura, neste sentido as Mostras são estruturadas em uma programação que conta com ações secundárias, transversais e integradas do ponto de vista artístico e social. Neste sentido, a planilha orçamentária também prevê, além dos custos estruturais das sessões de cinema, a realização de performances artísticas e apresentações musicais de artistas e ritmos regionais. Ademais, o acesso à cultura também significa o acesso à informação de qualidade e a difusão do conhecimento sobre o cinema brasileiro por meio de diferentes formatos. Neste sentido, como parte do produto Festival/Mostra, o Cine.Ema propõe a realização do 6º número da Revista Cine.Ema, uma publicação anual que por meio de uma diversidade de formatos textuais, imagéticos e estratégias visuais de comunicação, tem como propósito levar ao público leitor, dentre eles estudantes e professores de escolas públicas, educadores ambientais, profissionais e interessados pela cultura e pelo cinema, um conjunto de assuntos pautados no eixo curatorial do projeto (cinema ambiental e seu caráter transversal e multidisciplinar) que, estruturando a Mostra de Cinema, se reflete nas demais atividades e ações do projeto em tela. Bate-papos Os bate-papos terão duração de até 2 horas cada, com realizadores do setor audiovisual, cultural, da educação ambiental e da área da sustentabilidade, ao encontro da proposta curatorial do projeto descrita no item Sinopse. As atividades serão abertas ao público em geral, com inscrição via formulário on-line. O Cine.Ema também se mobilizou para que estudantes e professores de escolas públicas componham o público, por meio de possíveis parcerias com as secretarias de educação, instituições de ensino e outras, prevendo também a verba para locação de Vans que auxiliem na chegada do público (item 14 da planilha orçamentária em tela). Oficina Oficina de observação de pássaros: A oficina de observação de aves será ofertada, de modo presencial, para alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental que estudam em escolas públicas das regiões onde acontecerão. Sua realização será de 5 (cinco) dias, uma turma de 10 (dez) alunos(as) por dia (5 turmas, ao todo) com duração total de 4 (quatro) horas/dia. A oficina de observação de pássaros é uma das mais principais atividades do Festival, realizada desde a primeira edição. Visa aproximar estudantes dos patrimônios naturais das comunidades contempladas pelo Festival. Do ponto de vista cultural e educativo, a atividade consiste, ainda, no compartilhamento de saberes sobre os territórios que os oficineiros e os participantes da oficina trazem em sua bagagem e experiência de vida. De modo lúdico e participativo, a oficina busca fomentar relações mais conscientes e sustentáveis entre os seres humanos e as outras formas de vida que constituem tais ecossistemas.

Objetivos

Objetivo geral: O objetivo geral do Festival Cine.Ema é difundir obras cinematográficas brasileiras, e por meio de uma programação transversal, multiplataforma (on-line e presencial) e inteiramente gratuita, promover o acesso à cultura, inclusão social e conscientização ambiental. Objetivo específico: FESTIVAL/MOSTRA Audiovisual: Realizar 2 (duas) mostras competitivas de curta-metragens, em formato on-line; Realizar 2 (duas) programações de mostras presenciais de cinema com sessões ao longo de 1 (um) dia, distribuídas nas cidades de realização do projeto. OFICINA/WORKSHOP/SEMINÁRIO: ofertar 5 (cinco) turmas de observação de pássaros em patrimônios naturais locais, conectando educação ambiental e cultural; Realizar 3 (três) bate-papos transversais em cultura, cinema e sustentabilidade, a partir do eixo temático do projeto.APRESENTAÇÕES MUSICAIS: Promover 3 (três) apresentações musicais com grupos artísticos/bandas locais.As ações listadas acima encontram-se distribuídas nas cidades contempladas pelo Festival. Essas ações serão realizadas com o intuito de: - Possibilitar acesso gratuito à obras audiovisuais e outras atividades culturais por meio de mostras de cinema, oficinas com temáticas audiovisuais e ambientais, e apresentações musicais. - Contribuir para a difusão das obras audiovisuais brasileiras, com uma proposta curatorial voltada ao cinema ambiental; - Proporcionar à população um sentimento de pertencimento em relação à cultura que lhe é de direito; - Proporcionar diferentes atividades culturais à população, para além das atividades vividas diariamente em suas localidades; - Atuar na formação de público para o cinema, garantindo-lhes os instrumentos básicos de "leitura" e de compreensão de obras cinematográficas e audiovisuais; - Despertar o prazer para o hábito de ver e valorizar o cinema enquanto arte, forma de conhecimento, expressão e comunicação estética; - Sensibilizar para a consciência ambiental e preservação de recursos naturais, bem como para a valorização dos espaços enquanto meio de produção cultural para a região e demais localidades; - Realizar bate-papos/rodas de conversa com a temática audiovisual e/ou ambiental; - Aproximar o cinema e outras linguagens culturais da prática pedagógica; - Estimular modos de vida sustentáveis a partir das características locais; - Incentivar os realizadores por meio de premiação das melhores produções audiovisuais; - Despertar o interesse cultural, social, intelectual, artístico e turístico; - Atrair a atenção de investidores locais para a criação de uma economia criativa baseada na identidade local.

Justificativa

O Festival Cine.Ema acredita que as histórias que o cinema conta acendem nosso olhar para quem está ao nosso lado, para os territórios e para o mundo que queremos viver. Democratizar o acesso à cultura, e em especial ao cinema ambiental a partir de produções brasileiras, é se somar aos esforços para a construção, no presente, de futuros possíveis, sustentáveis e plurais. Entendendo a potencialidade da cultura como espaço de ação coletiva, de reconexão e da criação de novos laços, há 10 anos o Cine.Ema tem feito um chamado para que pensemos juntos as formas como temos existido e impactado o mundo. Nesse sentido, por suas iniciativas, o Cine.Ema incorpora ao seu escopo os princípios constitucionais que entendem a cultura como um direito, como estabelecido no Art. 215 da Constituição Federal de 1988, sendo potente no que tange ao interesse público. Reunindo realizadores audiovisuais, mobilizadores e lideranças comunitárias, ambientalistas, artistas, educadores e estudantes, o projeto leva cinema e outras atividades culturais para regiões e/ou públicos que enfrentam barreiras sociais no acesso à programação cultural diversificada, seja por falta de estrutura financeira e/ou de políticas públicas direcionadas. O Cine.Ema vê, assim, que o enfrentamento das questões ecológicas que caracterizam o nosso tempo não pode abrir mão do caráter socioambiental que as envolvem. Do ponto de vista do conteúdo cinematográfico e seu impacto para as questões urgentes da sociedade, o Cine.Ema acredita profundamente na potencialidade do cinema ambiental brasileiro e em toda sua relevância no circuito cultural nacional, e mesmo internacional. Com uma programação integrada, multiplataforma e inteiramente gratuita tanto no online, quanto no presencial, o Festival que se estende para regiões descentralizadas incentiva e dá voz a narrativas que reconhecem a importância dos territórios e seus agentes no conjunto de suas manifestações culturais e diversidade biossocial. Suas ações, principalmente aquelas direcionadas aos públicos escolares, somam esforços para viabilizar junto da sociedade, e das diferentes comunidades que a constituem, políticas públicas importantes, como as leis que inserem nos currículos da educação básica a obrigatoriedade da exibição de filmes nacionais (lei 13.006/2014) e a abordagem de temas sobre a mudança do clima (lei 14.926/2024). Em sua 12ª edição, o projeto Cine.Ema comprova que suas ações estão alinhadas aos princípios da lei que institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura, Lei Nº 8.313/1991, e se enquadra nos incisos do Art. 1º, que seguem: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; e IX - priorizar o produto cultural originário do País. Em 11 edições, e agora em sua 12ª, o Festival tem sido uma tela de grande repercussão para realizadores de diferentes cantos do país, e dos mais diversos recortes de raça, gênero, etnia e classe, cujos filmes têm impactado diferentes públicos. Anualmente, o público da mostra online e também presencial tem crescido, dando visibilidade e valorizando o cinema brasileiro, ao mesmo tempo que difunde um conteúdo que vai além do entretenimento, propondo um olhar crítico sobre as dimensões da vida em sociedade. Por tudo isso, o Festival tem como objetivo e já tem atendido aos seguintes incisos do Art. 3º da lei supra: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil; e c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; e II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001); c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.

Estratégia de execução

Obs. 1: Está previsto no orçamento do projeto o item de passagens aéras, no entanto os trajetos e os deslocamentos informados são previsões considerando o histórico dos convidados, realizadores e pessoas que estiveram presentes nos últimos anos em nosso festival, considerando que a programação ainda não está fechada. Isto ocorrerá após a curadoria selecionar os filmes da mostra nacional e a programação das demais atividades ter sido finalizada. O projeto recebe inscrições de filmes de todo o país, e ao mesmo tempo, a depender dos recursos captados, tem por objetivo diversificar as regiões representadas pelos participantes da programação. Neste sentido, tendo em vista o planejamento financeiro esta proponência vê com fundamental importância a previsão do presente item orçamentário. Obs. 2: Como Vitória é a sede da proponente e da estrutura administrativa do projeto, incluimos nesta cidade, no plano de distribuição, o público on-line da mostra de cinema beneficiário do projeto. Obs.3.: Também por ser a sede, situamos em Vitória, na Planilha Orçamentária, alguns custos gerais que se destinam para todas ou para mais de uma das cidades abrangidas pelo projeto nos diferentes produtos. Inserimos esta informação nas justificativas dos itens que se inserem nestes casos. Também concentramos em Vitória, sede, as rubricas de equipe de produção e direção, uma vez que se referem, de acordo com os produtos e com as etapas, ao serviços que serão prestados para toda a programação que ocorrerá ao longo das cidades.

Especificação técnica

Mostra On-line - São duas mostras on-line, Cine.Ema e Cine.Eminha, conforme sinopse. Ficam no ar por até 30 dias, em site específico e com as devidas medidas de acessibilidade. Os filmes são de curta-metragem, com duração de até 21 (vinte e um) minutos, finalizados há no máximo 2 anos, realizados em qualquer formato ou gênero (ficção, animação, documentário, videoarte, experimental ou outros) e que dialoguem com a proposta do Cine.Ema, que aborda de modo transversal ecologia (em sua acepção sóciohistórica, cultural e ambiental), as relações entre cultura e território, e sustentabilidade.Mostra Presencial - a mostra presencial consiste em um conjunto de sessões de cinema e de programação artística integrada, que podem ser realizadas de 1 a 2 dias em cada localidade do projeto. Cada sessão de cinema, assim como as demais atividades (música; performance artística), têm duração máxima de 1h30. Após a exibição dos filmes, em sessões destinadas ao público escolar, é realizado um bate-papo entre a equipe de audiovisual do Festival e os estudantes, professores e demais presentes. Bate-papos - Cada bate-papo tem duração de até 2h, com: realizadores do setor audiovisual, dentre eles os participantes da mostra competitiva da edição corrente; integrantes do setor cultural; da educação ambiental e da área da sustentabilidade, ao encontro da proposta curatorial do projeto. Oficina - cada turma com até 10 estudantes que tenham entre 11 e 18 anos de idade. Sendo uma 1 (uma) turma por dia com carga horária de 4 horas.Apresentações musicais - apresentação de artista e/ou grupos de música regional/local, com apresentação máxima de 2h, com o objetivo de encerrar e/ou abrir a programação de cinema. Inclui-se aqui a a prorgramação 'Música na Floresta' que consiste na apresentação da Orquestra Sinfônica do Espírito Santo (OSES) na abertura da programação do Festival.

Acessibilidade

>> Produto: FESTIVAL/MOSTRA (produto principal) Inclui as atividades de: mostra on-line, mostra itinerante e apresentações musicais que ocorrem ao final de cada dia de sessões. I. ACESSIBILIDADE FÍSICA 1. Mostra competitiva de cinema As mostras competitivas de cinema serão exibidas em plataforma online (site), portanto, espaço no qual estarão garantidas as demais dimensões de acessibilidade comunicacional (item seguinte). 2. Mostras presenciais (de acordo com as cidades)As mostras presenciais poderão ocorrer em espaços abertos e/ou em escolas ou outras instituições públicas parceiras do Festival. Para a programação presencial das mostras estão previstas as seguintes medidas:Banheiro Químico ver em: Festival > Produção (de acordo com as cidades) Item 46 - Banheiro químico PNE (Aracruz - mostra presencial)Item 47 - Banheiro químico PNE (Vargem Alta - mostra presencial) Rampa para Cadeirantes: ver em: Festival > Produção (de acordo com as cidades) Item 102 - Rampa para cadeirante (Aracruz - mostra presencial)Item 103 - Rampa para cadeirante (Vargem Alta - mostra presencial) Reserva de assento: Serão reservados 2% dos espaços para pessoas em cadeira de rodas e mais 2% de assentos para pessoas com deficiência física, idosos e/ou com mobilidade reduzida, em locais de boa visibilidade e espaçamento adequado, conforme DECRETO Nº 9.404, DE 11 DE JUNHO DE 2018.Observação geral: Dado o histórico de parceria do Festival com a rede pública de escolas e equipamentos culturais e educativos, as sessões de cinema poderão acontecer nos espaços físicos destas instituições. Estes espaços por serem públicos e em funcionamento regular devem possuir em suas próprias dependências os recursos de acessibilidade. Neste caso, assim como tem ocorrido ao longo das edições, a produção fará visita técnica a fim de conferir se estes espaços já possuem as medidas de acessibilidade. Sendo necessário, serão contratados os recursos que garantam as medidas necessárias de acordo com o público. II) ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL 1) Acessibilidade nos filmes nas mostras on-line: conforme normativa, todos os filmes da mostra competitiva on-line conterão as seguintes medidas: audiodescrição, legendagem e intérprete de libras. 2) Acessiblidade nos filmes nas mostas presenciais: os filmes que serão exibidos nas mostras presenciais são os mesmos da mostra competitiva on-line, logo todas as sessões contarão com as medidas de acessibilidade: audiodescrição, legendagems e intérprete de libras. Informamos que após as mostras presenciais, é realizada uma conversa com o público de estudantes sobre os filmes, suas experiências e a proposta do Festival, e para esta atividade também prevemos a presença do intérprete de libras. Este profissional também estará na programação aberta para a população em geral: Narrador de Audiodescrição Itens orçamentários, podem ser vistos em: Festival > Pré-Produção > Vitória - Item 41 - Profissional: Narrador/Locutor - a rubrica será destinada para Narrador de Audiodescrição (para os filmes da mostra online que também serão exibidos nas mostas presenciais) uma vez que não encontramos esta rubrica na lista disponível de item. Intérprete de Libras Itens orçamentários, podem ser vistos em: Festival > Produção (de acordo com as cidades) Aracruz: Item 74 - Intérprete de libras (mostra presencial)Vargem Alta: Item 75 - Intérprete de libras (mostra presencial)Vitória: Item 101 - Profissional: Intérprete, destinadda para Intérprete de Libras (valor total da rubrica destinada à aplicação da medidade de acessibildiade nos filmes da mostra on-line e presencial na cidade de Vitória) Legendagem Itens orçamentários, ver em: Festival > Produção > Vitória- Item 63: Edição: Legendagem (para os filmes da mostra on-line que também serão exibidos nas mostras presenciais) Os custos da aplicação das acessibilidades comunicacionais para as mostras on-line estão concentrados na cidade de Vitória, sede da produtora. >> Produto: OFICINAS/WORKSHOP/SEMINÁRIOS Inclui as atividades de oficinas e bate-papos I) ACESSIBILIDADE FÍSICA Os bate-papos acontecerão na cidade de Vargem Alta-ES o local será a Reserva Águia Branca, parceria de longa data do Festival. As fotografias anexadas demonstram que o espaço físico já dispõe das medidas de acessibilidade física. Reserva de assento: Serão reservados 2% dos espaços para pessoas em cadeira de rodas e mais 2% de assentos para pessoas com deficiência física, idosos e/ou com mobilidade reduzida, em locais de boa visibilidade e espaçamento adequado, conforme DECRETO Nº 9.404, DE 11 DE JUNHO DE 2018. II) ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO e COMUNICACIONAL Os participantes das turmas da oficina de observação de pássaros que ocorrerá em Vargem Alta serão estudantes advindos de instituições públicas de ensino fundamental e médio. Neste caso, por força de lei, os estudantes que necessitam de intérprete de libras já contam com profissionais que os acompanham na própria rotina escolar. De todo modo, o Festival realizará a inscrição prévia dos participantes por meio de formulário onde constará campo para demarcação da necessidade de acessibilidade e, sendo necessário, será feita a contratação de profissional intérprete de libras para o período da oficina. Os bate-papos contarão com a presença de intérpretes de libras. ver em OFICINA/SEMINÁRIOS > PRODUCAO > VARGEM ALTAVargem Alta: Item 10 - Intérprete de libras >> Produto: APRESENTAÇÃO MUSICALI) ACESSIBILIDADE FÍSICAAracruz:Em Aracruz as apresentações musicais acontecem dentro da programação da mostra presencial, portanto os itens orçamentários destinados a este corpo de atividade se encontra descrito no produto FESTIVAL > PRODUÇÃO > ARACRUZ. Item 47 - Banheiro Químico PNEItem 102 - Rampa Vargem Alta:Programação de abertura do Festival, dentro da atividade Música na Floresta, edição Orquestra na Floresta. Item 123 - Banheiro QuímicoItem 128 - Estrutura de Apoio - a rampa será contratada junto ao serviço de Tendas.II) ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO e COMUNICACIONAL Intérprete de libras:Aracruz:Item 74 - ver em Festival > Produção > Aracruz. A apresentação musical acontecerá no mesmo escopo de programação das mostas presenciais, por isso concentramos a rubrica desta acessibilidade em Festival/Mostra. Vargem Alta:Item 129 - Intérprete de libras (Vargem Alta, programação música na floresta que acontecerá no espaço da Reserva Águia Branca, como abertuda do Festival. Considerações gerais: Como medida atitudinal, para aqueles que venham a proferir falas durante a programação presencial, será solicitada a autodescrição. Os roteiros dos apresentadores da programação presencial de ambos os produtos da proposta também contarão com falas que descrevam o cenário, a estrutura e o contexto que ali ocorre. Dessa forma, os produtos da presente proposta contemplarão as medidas de acessibilidade de conteúdo obrigatórias, bem como as medidas de acessibilidade física. Todas as ações elencadas visam garantir os direitos previstos no estatuto da pessoa com deficiência sempre que tecnicamente possível, conforme a Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018.

Democratização do acesso

Trata-se de um projeto inteiramente gratuito, de modo que a presente proposta se enquadra no Art. 18 da IN Nº 23 de 2025, MinC, sendo esta a mais importante medida de democratização de acesso a ser implementada por iniciativas culturais. Além disso, o projeto oportuniza a inscrição gratuita de obras audiovisuais e premia artistas brasileiros por categorias técnicas e pelo voto popular. A seleção dos filmes é realizada por uma curadoria técnica composta por profissionais da área do audiovisual. Os filmes são avaliados com base em critérios como originalidade, composição, impacto, mérito artístico e alinhamento com questões ambientais e de sustentabilidade. Os filmes da mostra competitiva serão disponibilizados à população em geral através da mostra competitiva online, além dos bate-papos, o que relaciona o projeto à ampliação do acesso conforme inciso V do Art. 47 da IN nº 23 de 2025 MinC. Esta se dará em plataforma online, site, com domínio a definir, por exemplo: www.cineema.com.br. Os filmes também serão exibidos em sessões presenciais em espaços do sistema público de ensino e/ou cultural e/ou em localização central, de fácil acesso, sem controle de ingresso. Além disso, contemplar-se-á o seguinte inciso do Art. 47: VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil, com relação ao inciso VII do Art. 28 da presente IN, propomos a realização de uma mostra específica para o público infanto-juvenil, a Mostra Nacional Cine.Eminha no formato on-line e/ou em pelo menos uma das cidades contempladas pelo projeto.

Ficha técnica

Tânia Silva (Direção Geral, Dir. de Produção e Direção Artística): Proprietária da Caju Produções, começou sua carreira como produtora em 1985, ainda como pessoa física. Criou, produziu e co-produziu vários eventos culturais no Brasil e no exterior, principalmente voltado para a área da música. Em 1999 abriu a empresa Caju Produções que atua no mercado cultural e empresarial capixaba e nacional. Como sócia-adminsitradora da Caju Produções e, portanto, como representante legal da proponente do Cine.Ema, atua na direção dos processos decisórios referentes às etapas de produção, planejamento e execução técnico-financeira. Vinicius Rodrigues (Planejamento e Produção Executiva) Profissional da área de tecnologia há mais de 14 anos com graduação pela Estácio de Sá em Gestão de TI. Na maior parte do tempo de trabalho atuou gerenciando equipes, projetos e implementações de tecnologia. Hoje atua junto a Caju Produções, tanto na parte administrativa, quanto em demandas voltadas ao gerenciamento do ambiente de tecnologia da informação. Matheus Moretti (Coordenador Pedagógico e Coordenador do Projeto): Matheus Teixeira Moretti é doutorando em História Social da Cultura, mestre em História, realizador cultural, professor e pesquisador da área das humanidades. Desde 2014 e junto da Caju Produções tem trabalhado em projetos que articulam educação, história e cultura pelos eixos da memória, do patrimônio (material, imaterial e natural) e do setor audiovisual. No Cine.Ema, atua na coordenação do projeto. Ricardo Aiolfi (Coordenação Editorial e de Comunicação): Jornalista formado pela Ufes, atuou como Repórter de Política no Jornal A Tribuna, realizando coberturas de momentos importantes do Espírito Santo, bem como entrevistas com políticos do cenário regional e nacional. Paralelamente, trabalhou também com diagramação e projeto gráfico de jornais. Desde 2019, atua como jornalista cultural, iniciando essa trajetória na Secretaria de Cultura de Vitória com importantes projetos como o Viradão Vitória, Carnaval, Mar da Música, além dos cuidados com a assessoria de diversos espaços culturais. Desde 2021, atua junto a Caju Produções nos mais diversos projetos que trabalham cultura, sustentabilidade, memória e identidades locais. É mestre no Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Territorialidades, onde defendeu, em 2019, uma dissertação sobre narrativas nas redes sociais. Durante esse período, atuou como Pesquisador do Laboratório de Estudos sobre Imagem e Cibercultura (Labic-UFES), referência em estudos sobre redes sociais, tendo prestado serviços inclusive para o INEP/MEC. Melina Galante (Produção Audiovisual): É realizadora, roteirista e assistente de direção, graduada em Cinema e Audiovisual pela UFES. Dirigiu os documentários Desfragmentos (2014) e Lá não Venta Como Venta Aqui (2017), e a ficção O Quadro (2019). Fez parte do Grupo de Pesquisa em Cultura Audiovisual e Tecnologia (CAT/UFES), do coletivo de dramaturgia Elas Tramam e foi editora no site Séries Por Elas. Compõe a diretoria da ABD Capixaba. Júlia Silva (Assistente de Produção): Formada em Rádio e TV, atua no mercado de eventos há mais de 25 anos. Apaixonada por comunicação, natureza e pessoas, coleciona experiências nos mais diversos eventos, tais como: Festival de Música Erudita, Projeto Seis e Meia, Oi Vitória Pop, dentre outros. Integra a equipe da Caju há 17 anos, contribuindo na logística e produção dos eventos. Virgínia Casé (Consultora e Assistente do Núcleo Bate-Papos): Produtora com vasta experiência nacional e internacional, atuou como assistente de produção de Caetano Veloso em diversos CDs, foi empresária do Quarteto Jobim Morelenbaum, foi assessora pessoal da atriz Regina Casé, dentre outros. Levou espetáculos de dança, música e teatro para Portugal, bem como atuou como diretora responsável pela concepção e realização do Espaço Brasil na França em 2005. Beatriz Sacht (Designer) Designer gráfico e ilustradora de 26 anos com experiência em desenvolver produtos gráficos para marcas, redes sociais, impressos e eventos. Interessada em participar de ambientes multidisciplinares na criação de projetos colaborativos e originais. Lucas Bragança (Social Media): Doutor em Comunicação pela UFF, Mestre em Comunicação pela Ufes, onde também fez sua graduação em Comunicação Social. Possui experiências em agências de publicidade, em consultorias de comunicação e marketing, e coordenação de projetos na área. Curadoria - Quadro Principal Solange Alboreda (Curadora Audiovisual): Doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC/SP. É engenheira sanitarista, mestre em engenharia ambiental pela UNICAMP. Defendeu tese sobre Cinema Ambiental na América Latina. Participa do grupo de estudos “Comunicação e Cultura: Barroco e Mestiçagem”, da PUC/SP. Exerce atividades de curadoria, consultoria e júri em mostras e festivais. Publica artigos em revistas e livros sobre cinema ambiental. Idealizadora da Rede Latino Americana de Cinema Ambiental. É animadora sociocultural no SescSP. Suellen Vasconcellos (Curadora Audiovisual): Professora do Curso Técnico em Rádio e TV no CEET Vasco Coutinho há 13 anos. Realizadora audiovisual atuando como diretora, assistente de direção, montadora, cinegrafista, som direto e curadora. Membro da diretoria da ABD Capixaba (gestão 2020-2022). Tetê Mattos (Curadora Audiovisual): Niteroiense, possui graduação em História pela Universidade Federal Fluminense (1988) , mestrado em Ciências da Arte pela Universidade Federal Fluminense (2000), e doutora pelo do Programa de Pós Graduação em Comunicação da UERJ (2018). É professora assistente do departamento de Arte da Universidade Federal Fluminense. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Cinema e Produção Cultural, e exerce atividades de curadoria para diversos festivais como Cine.Ema (2021-), Amazonas Film Festival (2005 a 2013), CineFoot (desde 2010), Curta Brasília (2017 a 2020) entre outros.

Providência

Redução aprovada e publicada no Diário Oficial da União.

2026-12-31
Locais de realização (3)
Aracruz Espírito SantoVargem Alta Espírito SantoVitória Espírito Santo