| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 62073200000121 | MERRILL LYNCH | 1900-01-01 | R$ 2,25 mi |
| 43776517000180 | Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo - SABESP | 1900-01-01 | R$ 1,50 mi |
| 02998301000181 | RIO PARANAPANEMA ENERGIA S.A. | 1900-01-01 | R$ 1,33 mi |
| 23096269000119 | RIO PARANA ENERGIA S.A. | 1900-01-01 | R$ 1,03 mi |
| 59196897000113 | CONCESSIONARIA DE RODOVIAS PRVIAS S.A. | 1900-01-01 | R$ 1,00 mi |
| 48539407000118 | Basf S.A. | 1900-01-01 | R$ 500,0 mil |
| 60476884000187 | Mahle Metal Leve S.A | 1900-01-01 | R$ 300,0 mil |
| 61064911000177 | Caterpillar Brasil Ltda | 1900-01-01 | R$ 300,0 mil |
| 26314512000116 | SICOOB SEGURADORA DE VIDA E PREVIDENCIA SA | 1900-01-01 | R$ 286,7 mil |
| 47254396000167 | J PILON S/A AÇUCAR E ÁLCOOL | 1900-01-01 | R$ 280,0 mil |
| 05355090000157 | DMCARD ADMINISTRADORA DE CARTOES DE CREDITO LTDA. | 1900-01-01 | R$ 252,9 mil |
| 45246402000109 | Center Norte S/A - Construção, Empreendimentos, Administração e Participação | 1900-01-01 | R$ 250,0 mil |
| 28019100000189 | VIAPAULISTA S.A. | 1900-01-01 | R$ 225,6 mil |
| 45762077000137 | Machado, Meyer, Sendacz e Opice Advogados | 1900-01-01 | R$ 220,0 mil |
| 65897910000164 | Tauste Supermercados Ltda. | 1900-01-01 | R$ 210,5 mil |
| 33072307000157 | GENERALI BRASIL SEGUROS S A | 1900-01-01 | R$ 200,0 mil |
| 75647891000171 | Banco AGF Braseg S.A | 1900-01-01 | R$ 200,0 mil |
| 02762121000104 | SANTOS BRASIL PARTICIPACOES S.A. | 1900-01-01 | R$ 200,0 mil |
| 07183852000100 | VALFILM - MG INDUSTRIA DE EMBALAGENS LTDA | 1900-01-01 | R$ 200,0 mil |
| 07863523000100 | LABOFARMA PRODUTOS FARMACEUTICOS LTDA. | 1900-01-01 | R$ 200,0 mil |
| 61379863000106 | Athié Wohnrath Associados, Projetos e Gerenciamento S.S Ltda. | 1900-01-01 | R$ 138,0 mil |
| 03207703000183 | CONCESSIONARIA DE RODOVIAS DO INTERIOR PAULISTA S/A. | 1900-01-01 | R$ 123,0 mil |
| 03025305000146 | Rodovias das Colinas S/A | 1900-01-01 | R$ 100,0 mil |
| 02007875000302 | CIPATEX DO NORDESTE S/A | 1900-01-01 | R$ 100,0 mil |
| 47254461000154 | CIPATEX IMPREGNADORA DE PAPEIS E TECIDOS LTDA | 1900-01-01 | R$ 80,0 mil |
| 04130128000120 | ETICA CONSERVACAO HIGIENIZACAO LTDA | 1900-01-01 | R$ 75,0 mil |
| 57559387000138 | Verzani e Sandrini Ltda. | 1900-01-01 | R$ 75,0 mil |
| 64179724000127 | Verzani & Sandrini Segurança Patrimonial Ltda. | 1900-01-01 | R$ 62,5 mil |
| 07280328000158 | IPIRANGA AGROINDUSTRIAL S.A. | 1900-01-01 | R$ 60,0 mil |
| 04817052000106 | Yamaha Motor da Amazônia Ltda | 1900-01-01 | R$ 60,0 mil |
| 21551379000793 | Becton Dickinson Indústrias Cirurgicas Ltda. | 1900-01-01 | R$ 50,0 mil |
| 02650833000123 | POLO SEGURANCA ESPECIALIZADA LTDA | 1900-01-01 | R$ 45,0 mil |
| 96230719000198 | Maza Produtos Químicos LTDA | 1900-01-01 | R$ 44,1 mil |
| 07814284000107 | Castelo Alimentos S/A | 1900-01-01 | R$ 30,0 mil |
| 44357085000135 | HIDRAU TORQUE INDUSTRIA COMERCIO IMPORTACAO E EXPORTACAO LTDA | 1900-01-01 | R$ 24,0 mil |
| 07774050000175 | TKS SEGURANCA PRIVADA LTDA | 1900-01-01 | R$ 22,5 mil |
| 83569459000138 | KCM SERVICOS ESPECIALIZADOS DE LIMPEZA LTDA | 1900-01-01 | R$ 22,5 mil |
| 50296896000508 | Plasinco Ltda | 1900-01-01 | R$ 20,0 mil |
| ***944268** | FRANCOISE TRAPENARD | 1900-01-01 | R$ 20,0 mil |
| 61434288000105 | Capuani do Brasil Ltda. | 1900-01-01 | R$ 20,0 mil |
| 61037537000110 | HTB ENGENHARIA E CONSTRUCAO S.A. | 1900-01-01 | R$ 10,0 mil |
| ***927838** | PAULO EDUARDO SURNIN VIEIRA | 1900-01-01 | R$ 6,0 mil |
| ***242868** | ANA BEATRIZ GOMES ZANFORLIN | 1900-01-01 | R$ 5,0 mil |
| 55088157000102 | FRISOKAR EQUIPAMENTOS PLASTICOS S.A. | 1900-01-01 | R$ 5,0 mil |
| ***917628** | ANTONIO OROPALLO | 1900-01-01 | R$ 4,0 mil |
| ***464058** | EDUARDO RAMIREZ | 1900-01-01 | R$ 3,0 mil |
| ***499558** | CRISTINA ARGENTON COLONELLI | 1900-01-01 | R$ 2,5 mil |
| ***793238** | Luiz Cesário de Oliveira | 1900-01-01 | R$ 2,5 mil |
| ***771358** | JEAN MAURICE LARCHER | 1900-01-01 | R$ 2,0 mil |
| ***119188** | FABIANA ALVES RODRIGUES | 1900-01-01 | R$ 2,0 mil |
| ***846218** | Claudia Camargo Toni | 1900-01-01 | R$ 1,4 mil |
| ***363358** | GABRIEL RODRIGUES ALVES | 1900-01-01 | R$ 1,0 mil |
| ***186512** | GIUSEPPE CARVALHO PISCOPO | 1900-01-01 | R$ 1,0 mil |
| ***015328** | VITOR TOMITA SILVA | 1900-01-01 | R$ 1,0 mil |
| ***078858** | TATIANA FERRARI DADDIO | 1900-01-01 | R$ 1,0 mil |
| ***781528** | Fabiana Crepaldi Pereira | 1900-01-01 | R$ 500,00 |
| ***332357** | ELIZABETH GRILLO FERNANDES | 1900-01-01 | R$ 400,00 |
| ***817909** | JULIANA DA COSTA MENDES | 1900-01-01 | R$ 250,00 |
Plano anual de manutenção e execução das atividades artístico-pedagógicas da Santa Marcelina Cultura, contemplando ações de formação musical, difusão artística, intercâmbio internacional, bolsas e prêmios para estudantes de música e produção de conteúdos educativos acessíveis.
Todas as atividades realizadas serão de classificação etária livre. O público prioritário nas ações de formação da Santa Marcelina Cultura é de 6 a 25 anos e 11 meses.
OBJETIVOSObjetivo GeralRealizar a manutenção e execução das atividades artístico-pedagógicas da Santa Marcelina Cultura, assegurando a continuidade dos programas de formação musical gratuita, difusão artística e democratização do acesso à música.Objetivos Específicosa) Realizar 50 apresentações/intervenções musicais gratuitas dos Hospitais Musicais;b) Realizar 30 concertos digitais dos grupos artísticos de bolsistas da EMESP Tom Jobim e do Theatro São Pedro, transmitidos ao vivo e mantidos em registro por 12 meses;c) Realizar 3 intercâmbios internacionais. Um com o Conservatório Nacional Superior de Música e Dança de Paris (3 semanas, 1 professor e 3 alunos convidados); Um Intercâmbio da Juilliard School de Nova York em São Paulo (parceria entre a EMESP Tom Jobim, o Theatro São Pedro e a Juilliard School de Nova York) trazendo dois professores da Juilliard School para uma semana intensiva de atividades artísticas e pedagógicas presenciais em São Paulo;e outro em Pequim, na China, promovendo o intercâmbio cultural e pedagógico entre a Orquestra da EMESP Tom Jobim e a Orquestra Jovem da China.d) Produzir 10 vídeos-palestras / vídeos de formação de plateia como contrapartida social (até 20 minutos cada);e) Promover a formação dos Hospitais Musicais, formando 42 músicos (2 turmas de 21) e oferecendo 220 horas de aulas no projeto específico dos Hospitais Musicais;f) Manter o programa de bolsas e incentivos para os grupos artísticos, beneficiando 244 bolsistas distribuídos conforme especificação (90 bolsistas da Orquestra Jovem do Estado, 44 do Coral Jovem, 16 da Academia de Ópera, 94 em outros grupos), por 10 e 11 meses;g) Garantir a oferta de 185.756 horas-aula para o GURI no ano e 29.000 horas-aula para a EMESP Tom Jobim, conforme planilha orçamentária;h) Realizar a décima quinta edição do Concurso/Premiação com 6 prêmios (incluindo 1 bolsa internacional de R$100.000,00, 1 prêmio de R$32.000,00 e 4 prêmios de R$22.000,00);i) Realizar o curso/capacitação "Um olhar para o outro" com 2 professores da Escola dos Doutores da Alegria para coordenação e aulas das 2 turmas dos Hospitais Musicais;j) Assegurar a execução das ações de acessibilidade (100% das sessões/atividades) por meio do item orçamentário "Custos de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis" previsto na planilha.
A Santa Marcelina Cultura é uma associação sem fins lucrativos que atua com a missão de formar pessoas para a vida e para a sociedade. Atuamos desde 2008 na formação musical e na inclusão sociocultural de crianças, adolescentes, jovens e suas famílias beneficiando gratuitamente milhões de pessoas. A Santa Marcelina Cultura também realiza a gestão do GURI, da Escola de Música do Estado de São Paulo _ EMESP Tom Jobim e do Theatro São Pedro. Com a gestão do Guri em todo o estado de São Paulo e da EMESP Tom Jobim, criou-se então o CICLO DE FORMAÇÃO MUSICAL da Santa Marcelina Cultura, por meio do desenvolvimento de um Plano Artístico Pedagógico e Social, regido por três pilares: Formação Musical, Difusão Artística e Responsabilidade Social. 1) Formação Musical: tem o objetivo de iniciar, formar e aperfeiçoar crianças, jovens e adultos na área da música erudita e popular conforme seu nível de conhecimento musical, faixa etária e interesses de aprendizagem. A Santa Marcelina Cultura oferece atividades que vão desde a iniciação musical para crianças e adultos, cursos livres para a comunidade, até a efetiva formação musical de crianças, adolescentes e jovens, em instrumentos eruditos e populares. 2) Difusão Artística: tem o objetivo de formar o jovem instrumentista, por meio da performance e o intercâmbio de conhecimento entre os alunos e professores da Santa Marcelina Cultura com renomados artistas e professores e alunos de outras instituições brasileiras e estrangeiras. Para este fim serão produzidas séries de concertos, shows, festivais de música e montagens de pocket óperas. Esse pilar também tem por objetivo a democratização do acesso à música erudita e instrumental. Dessa forma, as apresentações acontecerão em locais variados tais como: Igrejas, Teatros, Espaços Públicos como bibliotecas, museus, praças, escolas, além dos Anfiteatros dos Centro Educacionais Unificados (CEUs). Serão observadas as condições de adaptabilidade nos locais das apresentações, para o acesso de alunos e público deficientes. 3) Responsabilidade Social: todas as atividades de formação da Santa Marcelina Cultura são gratuitas os para os seus mais de 100 mil alunos. Outro objetivo da Instituição é fomentar a formação de público para a música. Dessa forma, a Instituição preza pela democratização do acesso para as várias manifestações e formações musicais, por meio de apresentações gratuitas e/ou a preços populares, além de uma série específica de concertos didáticos. Em todas as atividades desenvolvidas, são observados dois objetivos: a) A formação musical inicial do instrumentista e coralista (no caso dos grupos de alunos): No que diz respeito à formação musical do jovem músico, as atividades dos Grupos compreendem: ensaios, apresentações gratuitas em concertos, eventos de aprimoramento técnico e conceitual, contato com solistas e maestros convidados, participação em estreias de obras e arranjos musicais realizados por profissionais reconhecidos do meio musical brasileiro. Diversas obras de compositores de destaque nacional e internacional terão arranjos especialmente feitos para estes grupos. Serão apresentados, muitas vezes pela primeira vez na história da música brasileira, obras e arranjos específicos para prática de conjunto de nível iniciante. Também participando de um programa de difusão musical, o projeto possibilita a estas crianças e jovens a participação em seus primeiros eventos e espetáculos musicais, contribuindo para formação de grupos que caminharão para profissionalização. Tendo em vista que os jovens músicos são de origens diversas, residindo em regiões periféricas, a Santa Marcelina Cultura, por meio deste projeto, pretende conceder auxílio transporte e auxílio alimentação visando facilitar a participação efetiva dos atendidos. b) A formação de público por meio de programas de difusão musical: Os grupos realizarão apresentações gratuitas durante todo ano, contribuindo assim para a democratização do acesso ao público das comunidades periféricas à obra de expressivos artistas. Desta forma, o perfil do público beneficiário do projeto será variado. Atendemos em nossas ações crianças, jovens, adultos e idosos de todas as classes sociais por meio das apresentações gratuitas ou a preços populares. As atividades que acontecem nas dependências da EMESP Tom Jobim, do Theatro São Pedro e do Guri, também são abertas para a comunidade. Todas as atividades do Plano Anual de Atividades Santa Marcelina Cultura têm por objetivo difundir a música clássica, canto lírico, canto coral e a música popular instrumental, democratizar o acesso ao público em geral para manifestações artísticas musicais de qualidade, por meio de atividades formativas e de difusão, além de formar público para a música. Desta forma, o Plano Anual de Atividades da Santa Marcelina Cultura, permeia todos os incisos do Artigo 1º da Lei de Incentivo a Cultura, com maior atuação nos incisos: I, II, III, IV, VIII e IX. I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O Plano Anual de Atividades da Santa Marcelina Cultura atende diretamente os seguintes objetivos do Artigo 3º da Lei 8313/91: I - Incentivo à formação artística e cultural, mediante: a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil; b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil; c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. O Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais é fundamental para o financiamento de todas as atividades descritas neste projeto. Sem o apoio da Lei Federal de Incentivo a Cultura não seria possível realizar as atividades relacionadas. Tendo em vista que a maior parte das ações são de caráter formativo - mesmo as ações de difusão - há uma grande dificuldade em conquistar parceiros sem incentivo fiscal hajavista que projetos assim apresentam visibilidade menor quando comparado com grandes produções realizadas com artistas profissionais.
Detalhamento da Proposta Pedagógica do Plano Anual de Atividades da Santa Marcelina Cultura 2026.1. Projeto pedagógico das atividades formativas do projeto. Produto: Plano Anual ENSINO MUSICAL GURINo campo da educação musical, o GURI oferecerá vagas em duas modalidades de cursos, destinadas prioritariamente a crianças, adolescentes e jovens de 6 a 18 anos regularmente matriculados(as) em instituições de ensino. São elas:• CURSOS REGULARES: Iniciação Musical para Crianças (6 a 9 anos) e Curso Sequencial (10 a 18 anos); • CURSOS LIVRES: Curso Modular, Iniciação Musical para Adultos (a partir de 18 anos), Curso de Luteria (a partir de 12 anos), Musicalização Infantil (até 5 anos), entre outros.Em paralelo às aulas semanais dos cursos regulares e cursos livres, são oferecidas outras atividades extraclasse, as quais cumprem importante papel na formação dos alunos e alunas do Programa e são assumidamente componentes curriculares. As aulas são ministradas em polos de ensino e em unidades do GURI nas Escolas. Também são oferecidos conteúdos, atividades, aulas e ações exclusivamente online por meio de plataformas digitais de compartilhamento de vídeo, plataformas de educação a distância, programas e aplicativos de videoconferência, entre outros.CURSOS REGULARESEstratégia de ação:Iniciação Musical Para Crianças - Modalidade indicada para crianças de 6 a 9 anos, com 2 horas de aula por semana em classes. As turmas se dividem em I (6 e 7 anos) e II (8 e 9 anos). Conhecer, tocar e construir saberes musicais por meio de instrumentos, canções brasileiras e de outras culturas; ampliar a escuta atenta e consciente; desenvolver competências rítmico-motoras; aprender a ler, escrever e criar música; compreender o papel da música em nossas vidas. Esses são alguns dos objetivos deste curso que, por meio de atividades práticas, jogos e ações interativas, pretende iniciar a criança na linguagem musical e estimulá-la no prosseguimento de seus estudos. As aulas estão divididas em dois momentos, cada um com uma hora de duração: a) Prática Vocal, ministrada por um(a) professor(a) com experiência em trabalhos corais e/ou canto coletivo, para o cultivo de repertório infantil de canções, jogos e atividades que enfatizem o desenvolvimento vocal, áudio-perceptivo e de memória interna dos alunos e alunas; b) Prática Rítmico-melódica, ministrada por um(a) professor(a) com competência em alfabetização musical, para a iniciação e condução à leitura e escrita musicais por meio de atividades lúdicas e de criação, usando instrumentos, objetos e material pedagógico variado. Enfatiza-se, também, o desenvolvimento das habilidades cognitivas, motoras, da consciência corporal e da acuidade auditiva. Os dois anos de curso são estruturados como unidades interligadas e, ao final, se o(a) aluno(a) desejar continuar seus estudos musicais, terá conhecimentos suficientes e condições para escolher e frequentar uma das modalidades oferecidas pelo Curso Sequencial.Curso Sequencial – Modalidade adequada para alunos e alunas de 10 a 18 anos que têm vontade de se dedicar ao estudo de música durante, pelo menos, três anos, o Curso Sequencial oferece à criança e ao(à) adolescente a oportunidade de aprender a cantar ou a tocar um instrumento de forma fundamentada e consistente. O primeiro ano de curso (Sequencial I) tem três disciplinas obrigatórias – Canto Coral, Teoria Musical e Aula de Canto ou Instrumento (modalidades: violino, viola, violoncelo, contrabaixo acústico, flauta doce, flauta transversal, clarinete, saxofone, oboé, fagote, trompete, trompa, trombone, eufônio, tuba, percussão, guitarra elétrica, contrabaixo elétrico, piano, acordeão, cavaquinho, bandolim, viola caipira, violão de 7 cordas, violão tenor e violão), além da possibilidade de agendamento de horário para estudo individual em momento diverso ao das aulas. Nos anos seguintes do curso (a partir do Sequencial II) acrescenta-se mais uma aula de Prática de Conjunto – de Instrumento ou de Canto – conforme a opção do(a) aluno(a), e mais a frequência ao horário de estudo individual.Descrição das disciplinasCanto Coral: aulas em grupos, ponto de encontro de todos os alunos e alunas. Por meio de músicas que estimulam o gosto pelo cantar em conjunto, nesta disciplina os(as) alunos(as) têm a oportunidade de desenvolver, também, habilidades musicais globais tais como afinação, expressividade, senso rítmico e melódico, consciência corporal, espírito crítico, entre outros. Fazendo-se uso de repertório vocal de diversas culturas e épocas, suas histórias e contextos, experimentando-se o cantar em diversas línguas e explorando-se múltiplas possibilidades estilísticas, criativas e globais, esta disciplina pretende contribuir para a ampliação do universo cultural de alunos e alunas. O(A) professor(a) desta disciplina conta com atuação presencial de um(a) pianista colaborador(a).Teoria Musical: trata do aprendizado dos elementos teóricos que compõem a música, do desenvolvimento do ouvido musical, do domínio da escrita e da leitura musicais, os quais são parte constituinte, fundante e necessária do processo de formação de crianças e adolescentes estudantes de música. Instrumento ou Canto: a) Sequencial I – em sua maioria, aulas coletivas heterogêneas em grupos, esta disciplina oferece uma introdução, por meio da experimentação e da vivência em conjunto, ao conhecimento das famílias instrumentais, para posterior opção por parte do(a) aluno(a). As modalidades oferecidas são: madeiras (flauta, clarinete e saxofone), oboé, fagote e flauta doce, metais (trompete, trompa, trombone, eufônio e tuba), percussão, cordas friccionadas agudas (violino e viola), cordas friccionadas graves (violoncelo e contrabaixo acústico), cordas dedilhadas (violão, bandolim, cavaquinho, violão tenor, violão de 7 cordas, viola caipira, guitarra elétrica e contrabaixo elétrico), canto, acordeão e piano.b) A partir do Sequencial II - aulas coletivas homogêneas em pequenos grupos nas quais o(a) aluno(a) aprenderá as bases técnicas e expressivas do canto ou do instrumento escolhido. Desenvolverá, ao longo dos anos, o conjunto de capacidades necessárias para se tornar um(a) cantor(a) ou instrumentista e para prosseguir seus estudos, tendo em vista a profissionalização, caso seja de interesse. As modalidades instrumentais oferecidas: violino, viola, violoncelo, contrabaixo acústico, flauta doce, flauta transversal, clarinete, saxofone, oboé, fagote, trompete, trompa, trombone, tuba, eufônio, percussão, guitarra elétrica, contrabaixo elétrico, piano, acordeão, cavaquinho, bandolim, viola caipira e violão. Prática de Conjunto: a) A partir do Sequencial II - aula em grupos, reúne cantores(as) ou diferentes instrumentistas para desenvolver habilidades necessárias à execução da música feita em conjunto e para reforçar os conteúdos técnicos aprendidos. Repertório variado será trabalhado para apresentação ao público em concertos e eventos. Cantores(as) comporão madrigais ou outras formações vocais; violonistas formarão cameratas, quartetos de violões ou outros conjuntos musicais; instrumentistas de cordas friccionadas formarão quartetos ou orquestras de cordas; instrumentistas de sopros e de percussão integrarão formações como bandas sinfônicas, entre outras. Os(as) estudantes de instrumentos característicos de música popular participarão de disciplinas como Prática de Música Popular (guitarra elétrica, contrabaixo elétrico, piano, acordeão, percussão, etc.), Regional de Choro (violão, cavaquinho, percussão, flauta, bandolim, etc.), além de outras formações musicais características.CURSOS LIVRESEstratégia de ação:Curso Modular - modalidade oferecida a alunos e alunas com, pelo menos, uma aula por semana com duração de 1 hora. A duração de cada módulo pode ser de até um semestre. Destinado a alunos(as) participantes ou não de outras atividades do Guri na Capital e Grande São Paulo, este curso, que pode assumir caráter intergeracional, desenvolve propostas e projetos temáticos em formato de oficina ou curso de curta duração. A cada módulo os cursos propõem o desenvolvimento de diferentes temas/assuntos, possibilitando a continuidade dos grupos nos módulos seguintes, caso desejem. São montagens de peças musicais, criação e construção de instrumentos, pesquisas sobre ambiente e poluição sonora, ateliês de improvisação ou de prática de gêneros diversos de música popular brasileira ou de música erudita internacional, entre outros. Conhecimentos práticos, teóricos e competências musicais básicas são desenvolvidos por meio de vivências e de discussões ligadas aos temas trabalhados. Pela sua característica de curta duração e por trabalhar assuntos específicos, o Curso Modular poderá abarcar disciplinas complementares e de apoio tais como percepção musical, história da música, introdução à harmonia, música de câmara, entre outras, para alunos e alunas mais avançados(as). Iniciação Musical para Adultos - curso oferecido a alunos e alunas a partir de 18 anos, tem o objetivo de trazer pais, familiares e comunidade em geral para uma convivência mediada pelo fazer musical e constitui-se em um desafio para propostas educativas que almejam muito mais que o simples passatempo ou uma ocupação descompromissada. Trata-se da oportunidade de oferecer às pessoas uma série de atividades que cuidam, ao mesmo tempo, do desenvolvimento de capacidades sensíveis-cognitivas globais e do estímulo aos vínculos sociais e afetivos existentes entre escola, família e comunidade, propiciando uma participação e uma fruição ativas na dimensão cultural formadora da cidadania e decisiva na realização pessoal.As aulas, semanais, com duração de uma hora, têm as seguintes características: atividades artístico-educacionais adequadas às necessidades e demandas das diferentes comunidades; intervenção social para favorecer as condições de aderência dos beneficiários e do aprendizado – individual e coletivo; programa de conteúdos musicais atualizados e de relevância sociocultural e desenvolvimento de ações socioeducativas com incidência na cidadania. Por se configurarem como atividades educacionais no sentido amplo do termo – educação da sensibilidade não só para a experiência artística, mas também para a percepção e o exercício da tolerância e da solidariedade para o reconhecimento verdadeiro do outro –, o Guri acredita que a convivência interpessoal continuada deva ser estimulada e propiciada. Neste sentido, este curso está estruturado de forma a permitir que os encontros sejam cumulativos em termos de fortalecimento de laços afetivos e de expectativas em torno da apropriação de experiências afetivo-cognitivas. Conhecimentos práticos e competências musicais básicas são desenvolvidos por meio de vivências e de discussões ligadas aos temas trabalhados. Curso de Luteria - oferecido a alunos e alunas a partir dos 12 anos, participantes ou não de outras atividades do Guri, tem como objetivo desenvolver nos(as) estudantes as habilidades técnicas propedêuticas necessárias à manutenção, regulagem, limpeza, armazenamento e transporte de instrumentos. Além do trabalho de artesania e do manuseio de ferramentas tais como formões, grosas, lixas, entre outras, característico do ofício em questão, também serão desenvolvidos conceitos teóricos, históricos e acústicos relacionados à organologia e à construção dos instrumentos. O curso poderá contemplar as diferentes áreas pedagógicas como cordas friccionadas, cordas dedilhadas, sopros e percussão, entre outras. As atividades serão desenvolvidas em espaço reservado e específico, com sala equipada e estrutura necessária para atender às necessidades técnicas e pedagógicas.Ainda como parte do trabalho a ser desenvolvido por este curso, poderão acontecer workshops de luteria nos polos de ensino, como forma de treinamento prático e com a participação ativa de alunos e alunas, visando resolver problemas pontuais relacionados à limpeza e manutenção simples dos instrumentos musicais. Musicalização Infantil - destinado a crianças de até 5 anos e, a depender da proposta pedagógica, também aos seus pais e/ou familiares, este curso aborda, por meio de vivências lúdicas, contação de história, explorações sonoras do ambiente, entre outros, os conceitos básicos da música, a ampliação de repertório, o desenvolvimento da escuta, fala, comunicação, canto e coordenação motora das crianças na primeira infância.Tendo em vista a faixa etária e a natureza destas atividades pedagógicas, o curso Musicalização para Crianças poderá ser oferecido em parceria com outras instituições de ensino, cuidado e atenção à infância tais como escolas de educação infantil, da creche a pré-escola, instituições de acolhimento, entre outros. GURI NAS ESCOLAS É notório o papel da música no desenvolvimento das múltiplas inteligências e sua importância como ferramenta potencializadora no incremento de habilidades e competências na área cognitiva, afetiva e psicomotora. Por esta razão, torna-se fundamental a criação e ampliação de políticas públicas que assegurem às crianças e adolescentes o direito à educação musical de qualidade, favorecendo o desenvolvimento integral do ser humano.Partindo desta premissa e ciente da importância e abrangência que o Guri já possui não só na cidade de São Paulo, mas também nos municípios da Região Metropolitana e do Estado de São Paulo nos quais está presente, propõe-se o incremento da atuação do projeto, por meio da oferta de atividades pedagógico-musicais dentro das escolas das redes pública de ensino estadual e municipal - o Guri na Escola. Sabe-se que esta é uma demanda antiga, considerando a legislação que versa sobre a obrigatoriedade do ensino de música nas escolas, que completa 16 anos em 2024, e os notórios desafios para a sua implementação. Este programa também visa colaborar com o Programa de Ensino Integral, em implantação no Estado de São Paulo desde 2012, bem com o Plano Nacional de Educação (PNE), que na Meta 6 – Educação Integral – prevê em seu objetivo 2 que em 2024, no mínimo, 25% dos alunos da Educação Básica sejam atendidos em jornadas diárias de mais de 7 horas.Com o Guri na Escola, pretende-se oferecer cursos e atividades dentro da grade curricular, bem como em períodos de contraturno, os quais poderão ser desenvolvidos por meio de projetos interdisciplinares, envolvendo diversas áreas de conhecimento e de acordo com as possibilidades e estrutura de cada unidade escolar. Por se tratar de atividades coletivas e colaborativas, virão ao encontro de necessidades do ambiente escolar, favorecendo a resolução de conflitos e o respeito às diferenças e contribuindo, portanto, para a construção de um ambiente de companheirismo e trabalho em conjunto. Além disso, espera-se, com o Guri na Escola, contribuir com o rendimento escolar de alunos e alunas e a diminuição da evasão escolar. Este é um projeto no qual toda a comunidade escolar - alunos e alunas, familiares dos discentes, professores(as) e demais funcionários – está envolvida. Estratégia de ação:Ministrado por um professor ou professora com experiência em trabalhos corais e/ou canto coletivo, o programa GURI NA ESCOLA tem como propósito promover a iniciação musical de crianças, adolescentes, jovens e adultos por meio da prática vocal. Alunos e alunas têm a oportunidade de desenvolver habilidades musicais globais tais como afinação, expressividade, desenvolvimento do ouvido musical e ampliação da percepção do mundo sonoro, senso rítmico e melódico, consciência corporal, espírito crítico, entre outros, promovendo uma convivência mediada pelo fazer musical. Esses são alguns dos objetivos deste curso que, por intermédio de atividades práticas, jogos e ações interativas, estimulam o gosto pelo cantar em conjunto. Fazendo-se uso de repertório vocal de diversas culturas e épocas, suas histórias e contextos, experimentando-se o cantar em diversas línguas e explorando-se múltiplas possibilidades estilísticas, criativas e globais, pretende-se contribuir para a ampliação do universo cultural de alunos e alunas, além de desenvolver competências rítmico-motoras, a leitura e escrita musical, bem como a percepção da importância da música em nossas vidas. Trata-se da oportunidade da ampliação de capacidades sensíveis-cognitivas globais e do estímulo aos vínculos sociais e afetivos existentes entre escola, família e comunidade, propiciando uma participação e uma fruição ativas na dimensão cultural formadora da cidadania e decisiva na realização pessoal. As atividades artístico-educacionais, adequadas às necessidades e demandas das diferentes comunidades com conteúdos musicais atualizados e de relevância sociocultural, promovem uma educação para a sensibilidade, para a experiência artística, como também para a percepção e o exercício da tolerância e da solidariedade para o reconhecimento verdadeiro do outro e de si. Neste sentido, este curso está estruturado de forma a permitir que os encontros sejam cumulativos em termos de fortalecimento de laços afetivos e de expectativas em torno da apropriação de experiências afetivo-cognitivas. FORMAÇÃO CULTURAL – CURSOS REGULARES EMESP TOM JOBIM 1. CURSOS DE FORMAÇÃO E ESPECIALIZAÇÃOA partir de 2008, a Santa Marcelina Cultura, baseando-se no que havia de mais moderno e bem estruturado à época no meio musical, concebeu e implementou um ciclo completo de formação musical, com amplo arco etário, em que abarca desde a iniciação de crianças, passa pela especialização artística de adolescentes e jovens, e culmina na performance de alto nível em palcos do Brasil e do exterior. A execução desta estrutura artístico-pedagógica, ao longo do tempo, tem dado lastro a uma consequência que vai além da performance e pode ser constatada na inclusão de alunos(as) e ex-alunos(as) em inúmeras instituições de ensino musical pelo mundo, como conservatórios, universidades e institutos de pesquisa. Para concretizar o programa, a Escola de Música do Estado de São Paulo – EMESP Tom Jobim têm em sua proposta artístico-pedagógica dois tipos de cursos: os de formação e o de especialização, ambos norteados por robusto Projeto Político Pedagógico e amparados por reconhecido corpo docente.São características desse Projeto Político Pedagógico: 1. Aliar o aprendizado teórico à realização prática; 2. Viabilizar ao(à) aluno(a) a participação em diversas práticas artísticas ligadas à música, como concertos, práticas de conjunto, música de câmara e recitais solo; 3. Incentivar a pesquisa individual do(a) aluno(a) de forma a possibilitar que este(a) desenvolva sua autonomia estética, técnica e poética. Objetivo geral Os Cursos Regulares da Escola de Música do Estado de São Paulo – Emesp Tom Jobim têm como objetivo oferecer o ensino de música de excelência para formar pessoas que, por intermédio do fazer musical, do estímulo à vivência estética e da criação de conexões com saberes correlatos à música, sejam capazes de renovar o mundo e produzir inéditos. Para tanto, a Escola de Música do Estado de São Paulo – EMESP Tom Jobim oferece ferramentas pedagógicas e artísticas sólidas e abrangentes aos estudantes em 3 modalidades de cursos regulares, conforme a seguinte nomenclatura e descrição: · Formação (1º, 2º e 3º Ciclos)· Técnico (3º Ciclo)· Especialização (4º Ciclo) As três modalidades de cursos são oferecidas aos estudantes respeitando suas faixas etárias, suas habilidades e seus conhecimentos musicais. Estratégias de ação Nos cursos regulares de formação e especialização musical, a Escola de Música do Estado de São Paulo – EMESP Tom Jobim oferece aulas práticas e teóricas – individuais e/ou coletivas – para alunos(as) que demonstrarem grande potencial artístico-musical e envolvimento nos estudos de instrumento, canto, composição ou regência. A Escola oferece aulas individuais de instrumentos musicais e canto para as áreas de música popular e erudita, respeitando as diretrizes de início e término de cada curso definidas no Projeto Político Pedagógico da Escola de Música do Estado de São Paulo – EMESP Tom Jobim. Os(as) alunos(as) também participam de atividades de música de câmara ou prática de conjunto e, além disso, disciplinas de apoio correspondentes ao ciclo frequentado, que oferecem os fundamentos teóricos e perceptivos musicais para a formação integral do(a) aluno(a). As habilitações oferecidas nos cursos regulares de formação e especialização musical são: Área Erudita: Canto, Canto Barroco, Clarinete, Contrabaixo, Cordas Dedilhadas Barrocas (Alaúde, Guitarra Barroca e Teorba), Cravo, Eufônio, Fagote, Flauta Doce Barroca, Flauta Doce, Flauta Transversal, Harpa, Oboé, Oboé Barroco, Percussão, Piano, Saxofone, Traverso, Trombone, Trombone Baixo, Trompa, Trompete, Tuba, Viola, Violão, Violino, Violino Barroco, Violoncelo e Violoncelo Barroco. Área Popular: Acordeão, Bandolim, Bateria, Canto, Cavaquinho, Clarinete, Contrabaixo Acústico, Contrabaixo Elétrico, Flauta Transversal, Guitarra, Percussão, Piano, Saxofone, Trombone, Trompete, Viola Caipira, Violão e Violão de Sete Cordas. O Curso Técnico é realizado em parceria firmada entre a Escola de Música do Estado de São Paulo - EMESP Tom Jobim e a ETEC – Centro Paula Souza, ao final do qual é emitido uma certificação técnica válida em todo o território nacional. 1.1 CURSOS DE FORMAÇÃO OCursos de Formação são destinados a estudantes que buscam o aprendizado focado na prática de instrumento musical ou canto. Sua estrutura é dividida em três Ciclos, tendo cada um os seguintes limites de idade para ingresso: até 13 anos para o 1º Ciclo, até 16 anos para o 2º Ciclo e até 21 anos para o 3º Ciclo. O 1º, o 2º e o 3º Ciclo terão duração de três anos. Cada Ciclo é constituído de um conjunto específico de disciplinas obrigatórias. O domínio do conteúdo dessas disciplinas é pré-requisito para a progressão de ano dentro de cada um dos Ciclos. Durante cada ano dos 1º, 2º e 3º Ciclos todas as disciplinas definidas conforme as diretrizes estabelecidas pelo Projeto Pedagógico da Escola de Música do Estado de São Paulo - EMESP Tom Jobim dos Cursos de Formação são cumpridas por sistema de créditos, oferecida a carga horária de até 6 horas-aula semanais. As disciplinas da Escola de Música do Estado de São Paulo - EMESP Tom Jobim são divididas em dois grandes grupos: disciplinas práticas e disciplinas de apoio. As disciplinas práticas proporcionam o estudo individual com a(o) professor(a) do instrumento/canto escolhido e atividades de prática de grupo; as disciplinas de apoio oferecem os fundamentos teórico-musicais para a formação integral da(o) aluna(o), proporcionando uma formação ampla e de excelência. As atividades são estruturadas e planejadas para além do estudo técnico, oferecendo vivência artística individual e coletiva. São estruturadas também de modo que os alunos tenham um percurso de aprendizado pedagógico e artístico bem definido, com etapas organizadas de forma que cada aluno encerre as etapas propostas, tendo passado por ações que incentivem e efetivem a produção de conhecimentos, proporcionando seu desenvolvimento individual, assim como também da sociedade na qual ele está inserido. O formato dividido em etapas claras e objetivas acima apresentado, tem sido utilizado pela Escola de Música do Estado de São Paulo - EMESP Tom Jobim nos últimos 15 anos e tem demonstrado efetividade e excelência na formação técnica e artística dos discentes.Os Cursos de Formação do 1° Ciclo oferecerão fundamentos técnicos e estéticos aos alunos e alunas, sem distinção entre música erudita e popular, de modo que possam transitar pelos dois universos e, de forma embasada, fazer sua escolha ao ingressar no 2° Ciclo. As habilitações do Curso de Formação na área de música popular têm início somente a partir do 2º Ciclo, com algumas exceções, como por exemplo, os cursos de bateria, guitarra e contrabaixo elétrico, que podem ser iniciados no 1º Ciclo. A quantidade de vagas por ciclo de cada instrumento das áreas de erudito e popular é definida obedecendo a critérios de equilíbrio de vagas por instrumento e respeitando a disponibilidade orçamentária do Contrato de Gestão. O processo de seleção e admissão de alunos para cada ciclo independe do desempenho do estudante no ciclo anterior e são feitas separadamente das avaliações de final de ano, tendo como objetivo efetivar a seleção pública dos candidatos aptos para cada curso oferecido pela Escola de Música do Estado de São Paulo - EMESP Tom Jobim, independentemente de gênero, raça, condição social e PCDs. Todas as disciplinas dos cursos de formação são cumpridas por sistema de créditos, sendo obrigatório à(ao) aluna(o) estar matriculada(o) em todas as disciplinas do ano de seu ciclo e cumprir a carga horária de até 6 horas/aula semanais. 1.1.1 Disciplinas dos Cursos de Formação1.1.1.1 Disciplinas Práticas As disciplinas práticas são constituídas pelas aulas individuais, oferecidas semanalmente, por 1 hora, para todos os(as) alunos(as) dos Cursos de Formação (1º, 2º e 3º ciclos). Cada instrumento/canto dentro de seu ciclo terá sua especificidade, sendo que o(a) aluno(a) deverá seguir o conteúdo programático pré-estabelecido pela Escola. É constituído também pelas atividades práticas coletivas, como prática coletiva de instrumento oferecida no 1º ciclo, música de câmara – para alunos(as) de música erudita – e prática de conjunto – para alunos(as) de música popular, oferecidas semanalmente para todos os alunos dos Cursos de Formação (1º, 2° e 3° Ciclos). Essas atividades práticas visam oferecer às(aos) alunas(os) a experiência de aprendizagem com o(a) professor(a) em uma vivência em que o fazer musical, seja ele de caráter estritamente técnico ou de aprimoramento de repertório, acontecerá de forma intensiva.1.1.1.2 Aulas Práticas Individuais O ensino individual de instrumento é fundamental para a formação plena do aluno. Por se tratar do momento em que o professor pode colocar um olhar individual sobre as necessidades de cada aluno, permite que o(a) professor(a) possa se debruçar sobre todas as necessidades técnicas e musicais da(o) aluna(o) de instrumento ou canto e possa direcionar objetivamente o seu estudo individual. São elaboradas estratégias comprometidas com o desenvolvimento artístico e humano do(a) aluno(a), criando condições para que cada indivídua vença suas dificuldades e adquira conhecimentos. Com isso, os(as) alunos(as) se tornam protagonistas do seu processo de ensino e aprendizagem, desenvolvendo uma formação musical sólida que culminará em uma participação confiante, empoderada e autônoma, tanto nas atividades individuais como nas coletivas. Desde 2020 a Escola de Música do Estado de São Paulo - EMESP Tom Jobim passou a oferecer o curso de canto erudito também para os alunos de 1º ciclo. Essa inclusão tem proporcionado uma formação que acolhe, preserva e orienta as particularidades vocais das crianças matriculadas no curso, permitindo assim, que recebam desde cedo uma sólida e estruturada formação musical não só nos instrumentos já previamente ofertados, mas também em canto erudito.De 2023 em diante a Escola de Música do Estado de São Paulo - EMESP Tom Jobim passou a oferecer as habilitações de canto barroco, cordas dedilhadas barrocas e cravo também para os(as) alunos(as) de formação, permitindo que a escola contribua para o desenvolvimento de uma nova geração de músicos com práticas interpretativas historicamente informadas e qualificando ainda mais a escola como centro de difusão musical de amplo arco temporal.1.1.1.3 Aulas Práticas Coletivas - 1° Ciclo As aulas de grupos coletivos ministradas no 1º ciclo têm como objetivo iniciar e preparar o(a) aluno(a) para as atividades coletivas que se iniciam no 2º ciclo, ou seja, música de câmara e prática de conjunto. As aulas são conduzidas por professores(as) especialistas em cada família de instrumento, desenvolvendo um repertório diversificado, escrito originalmente ou arranjado para cada formação. A criação dessas aulas práticas coletivas também tem como objetivo oferecer ao(à) aluno(a), desde o início de sua formação, uma vivência da performance por meio de apresentações dentro e fora da Escola de Música do Estado de São Paulo - EMESP Tom Jobim. 1.1.1.4 Música de Câmara - 2° e 3° Ciclos As aulas de música de câmara acontecem a partir do 2º Ciclo da área erudita e se estendem até o 3º ciclo de Formação Avançada. São obrigatórias na grade curricular do(a) aluno(a).O objetivo da aula de música de câmara no decorrer da formação do(a) aluno(a) é oferecer o aprendizado voltado à performance realizada em pequenos grupos, em que a construção da interpretação é compartilhada e o resultado é fruto de uma série de decisões tomadas coletivamente. Além disso, visa também o aprofundamento da interpretação estilística, levando o(a) estudante a conhecer o repertório de diversas formações e diversos períodos históricos até chegar à música do século XXI, sempre mostrando uma visão da especialidade do conhecimento e da necessidade do aprofundamento na linguagem musical para uma performance artística de qualidade. A escolha da participação da(o) aluna(o) nos grupos tradicionais de formação camerística fica sob a responsabilidade do(a) professor(a) de música de câmara. As aulas são conduzidas por professores(as) que exercem na sua vida profissional grande atividade camerística, pois o principal objetivo dessa aula – além do conhecimento e desenvolvimento técnico do repertório – é a atividade de alta performance artística coletiva, que só o repertório de música de câmara pode oferecer. Um corpo docente especializado e conhecedor do repertório variado é essencial nessa prática coletiva, principalmente quando o nível técnico-musical dos alunos avança. A socialização e o olhar sobre as questões coletivas também têm um papel de grande relevância nas escolhas tomadas pelo(a) professor(a) juntamente com o grupo. No primeiro ano do 2º Ciclo podem ser formados grupos de instrumentos homogêneos como quartetos de violinos, violas, clarinetes, saxofone, violão, flauta doce e transversal, trompete e trombone, duos de piano e piano a quatro mãos e grupo percussivo. O repertório escolhido para cada grupo, organizado pelo(a) professor(a) em um processo partilhado com os integrantes do grupo, deve atender o nível técnico dos(as) alunos(as). Como muitas vezes a dificuldade técnica para cada instrumento é diferente, os grupos podem ser formados por alunos(as) de ciclos diferentes. 1.1.1.5 Prática de Conjunto As aulas de prática de conjunto acontecem a partir do 2º Ciclo da área popular e se estendem até o 3º ciclo de Formação. São obrigatórias na grade curricular do(a) aluno(a). O objetivo da aula de prática de conjunto no decorrer da formação do aluno é oferecer o aprofundamento da interpretação do repertório popular, levando o estudante a conhecer diversas formações e estilos utilizados na área popular, sempre mostrando uma visão da especialidade do conhecimento e da necessidade do aprofundamento na linguagem musical para uma performance artística de qualidade. A escolha da participação do(a) aluno(a) nos grupos é organizada por ciclos. As aulas são conduzidas por professores(as) que exercem na sua vida profissional grande atividade artística, pois o principal objetivo dessa aula – além do conhecimento e desenvolvimento técnico do repertório – é a atividade de alta performance artística, que o repertório pode oferecer. Um corpo docente especializado e conhecedor do repertório variado é essencial nessa prática coletiva, principalmente quando o nível técnico-musical dos alunos avança. Novamente a socialização e o olhar sobre as questões coletivas também têm um papel de grande relevância nas escolhas tomadas pelo(a) professor(a) juntamente com o grupo. Desde 2016 a Escola de Música do Estado de São Paulo - EMESP Tom Jobim tem incentivado seu corpo docente para que sejam utilizados arranjos escritos pelos professores(as) especificamente para cada prática, respeitando e desenvolvendo as particularidades de cada grupo. Sempre que possível, os arranjos também podem ser construídos de forma coletiva com os alunos, assim como são encorajados os arranjos feitos pelos próprios alunos da turma. 1.1.1.6 Disciplinas de apoioAs disciplinas de apoio são as que abordam as questões relativas à percepção auditiva rítmico-melódica, à teoria da música, à coordenação motora, à emissão sonora correta (sons de altura definida), bem como o aprendizado da escrita e leitura musical. Cabe ressaltar que o término de qualquer curso ou ciclo do curso de formação não significa ingresso automático do aluno(a) concluinte em qualquer outro curso ou ciclo oferecido pela Escola de Música do Estado de São Paulo - EMESP Tom Jobim. Todos os alunos e alunas devem passar por exame de ingresso para as vagas disponíveis oferecidas anualmente em cada curso ou ciclo da Escola de Música do Estado de São Paulo - EMESP Tom Jobim. O número de vagas oferecidas em processo seletivo para cada curso será estabelecido ao final de cada ano.1.2 CURSO TÉCNICO PROFISSIONALIZANTEA Escola de Música do Estado de São Paulo – EMESP Tom Jobim tem como objetivo a formação profissionalizante de músicos, tanto na área erudita como popular. Como uma das estratégias de aprimoramento deste objetivo, a Santa Marcelina Cultura buscou uma parceria com o Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza (CEETEPS) com intuito de certificar alunos, alunas, ex-alunos e ex-alunas da Escola de Música do Estado de São Paulo – EMESP Tom Jobim por meio do reconhecimento da grade curricular do 3º Ciclo da Escola, por parte da CEETEPS. A oferta de cursos se dá por meio de processo seletivo regularmente estipulado em calendário e organizada através de ciclos de estudos que visam a formação teórica e prática. Estes ciclos, organizados pedagogicamente e com processos avaliativos regulares, promoverão o desenvolvimento das competências para o exercício da profissão de músico. A parceria didático-pedagógica, seja na formação concomitante ou na certificação por competências junto à Escola de Música do Estado de São Paulo - EMESP Tom Jobim, colaborará para a regularização e certificação profissional tanto de alunos matriculados quanto alunos egressos da instituição. 1.3 CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃOOs Cursos de Especialização oferecem disciplinas específicas nas áreas de Composição, Regência, Música Antiga, Academia de Ópera, Prática Instrumental Avançada (erudito e popular) e Canto (erudito e popular). Não há limite de idade para o ingresso de alunos e alunas no 4º Ciclo, com exceção da Academia de Ópera que tem limite de idade de 28 anos. O 4º Ciclo é dirigido a alunos que já tenham formação musical equivalente àquela do 3º Ciclo completo da Escola de Música do Estado de São Paulo - EMESP Tom Jobim.Cada uma das modalidades dos Cursos de Especialização terá uma duração distinta e um número de vagas específico. Poderão ser oferecidas novas especialidades conforme as necessidades pedagógicas da Escola, tendo em vista o surgimento de novas profissões musicais relacionadas a novas tecnologias, pedagogia musical ou prática instrumental específica.O 4° Ciclo é considerado um curso de especialização, destinado ao aperfeiçoamento de músicos e musicistas que já completaram sua formação e que desejam aprofundar e ampliar ainda mais seus conhecimentos na prática de instrumento musical ou canto (erudito e popular), composição, regência, música antiga ou ópera. Neste ciclo as aulas e atividades artísticas buscam a performance de excelência, a abordagem de repertório de alta complexidade, o domínio adensado de variados aspectos técnicos, o alargamento da capacidade de identificar e solucionar problemas musicais, o estímulo à criação experimental e por produções e concepções que inovem e dialoguem com o mundo contemporâneo.2. CURSOS LIVRESA Escola de Música do Estado de São Paulo - EMESP Tom Jobim oferece em sua formação cultural os cursos livres. Esses cursos têm por objetivo trazer aos alunos(as) de formação e especialização da escola, assim como à toda a comunidade interessada em educação musical, o acesso a diversas modalidades de aulas que possam desenvolver suas potencialidades, habilidades intelectuais e sociais, segundo seus interesses, necessidades e caraterísticas de aprendizagem. Os Cursos Livres compreendem atividades de ensino musical e de outros assuntos correlatos à música e podem ter os formatos presencial e virtual (EAD). A idade limite para ingresso de alunas(os) é compatível com o conteúdo artístico-pedagógico das aulas oferecidas, sendo que diversos cursos não têm limite de idade e podem atender a comunidade em geral. Entre os Cursos Livres, existem os Cursos Preparatórios (como aulas de instrumento coletivo), destinados a crianças, jovens e adultos que intencionarem ingressar nos Ciclos dos Cursos de Formação. Existem também Cursos Introdutórios, destinados à comunidade em geral, e Cursos de Capacitação em diversas áreas da música e em áreas correlatas. Os Cursos Livres também podem oferecer disciplinas optativas, destinadas às(os) alunas(os) dos Cursos de Formação e Especialização. Ademais, a pandemia do biênio 2020 – 2021 atingiu de modo abrangente as ações e processos das instituições, cujo impacto se revelou significativamente maior no caso das entidades de ensino musical. Um universo historicamente voltado a atividades quase que exclusivamente presenciais teve, em um período muito curto, de se reorganizar e de se voltar para a virtualidade. Por isso, estratégias foram e estão sendo desenvolvidas para contemplar as necessidades geradas pela pós-pandemia, em cujo contexto a tecnologia e o diálogo mais estreito com o meio musical assumem papéis centrais. Tal diálogo revela que setores anteriormente tangenciais à música ganharam luz e se tornaram alternativas de profissionalização viáveis. A natureza da estrutura dos Cursos Livres oferecidos pela Escola de Música do Estado de São Paulo - EMESP Tom Jobim tem o condão de ressoar essa situação e, portanto, novos cursos são formulados para contemplar a nova realidade. Respondendo às novas situações de aprendizagem e as novas demandas profissionais e tecnológicas oriundas do período de pandemia, a Escola de Música do Estado de São Paulo - EMESP Tom Jobim oferece os cursos livres em dois modelos, a saber: 1 – Anuais, constituídos por aulas semanais distribuídas ao longo do ano letivo. 2 – Modulares, com carga horária entre 12h e 54h por módulo, de no máximo três meses. Os cursos livres anuais ou modulares são divididos em quatro eixos, a saber: 1 – Cursos Preparatórios. Têm o objetivo de auxiliar os(as) alunos(as) que desejam ingressar na escola a se prepararem para participar do Processo Seletivo dos Cursos de Formação da Escola de Música do Estado de São Paulo - EMESP Tom Jobim. 2 – Cursos de Capacitação. Visam oferecer aprofundamento em assuntos musicais específicos para estudantes que tenham formação musical e desejam ampliar esse conhecimento. 3 – Cursos voltados à Comunidade. Proporcionam uma iniciação ao universo musical para o público interessado em aprofundar sua experiência musical e/ou o conhecimento prático/teórico musical. 4 – Cursos correlatos à música. Trazem ao estudante de música, e profissionais da área, a possibilidade de expansão de atuação no mercado de trabalho. 2.2 Cursos Livres Modulares2.2.1 Ateliê de Regência A Santa Marcelina Cultura desde que assumiu a gestão da Escola de Música do Estado de São Paulo - EMESP Tom Jobim fortaleceu e aprimorou o trabalho desenvolvido pelos Grupos Artísticos de Bolsistas, colocando-os, ao longo dos anos, como uma das mais importantes referências musicais neste tipo de trabalho. Para tal, em suas respectivas programações, cada um dos grupos tem como responsável um regente e/ou diretor musical, que trazem através de suas experiências o desenvolvimento pedagógico e aprimoramento artístico de cada uma das formações. A fim de criar um espaço de formação mais amplo no espectro dos grupos artísticos, a Santa Marcelina Cultura cria um programa de formação de regentes e arranjadores(as), vinculados aos grupos artísticos da Escola de Música do Estado de São Paulo - EMESP Tom Jobim. Todos os anos são selecionados alunos(as) para estes cursos que contemplarão atividades em sala de aula, participação nos ensaios de preparação e concertos, além da possibilidade de reger os grupos artísticos. Todo o programa é desenvolvido sob a orientação dos(as) regentes e diretores(as) musicais. Complementarmente, procurando criar ações afirmativas frente a problemas históricos relacionados a equidade de gêneros, serão asseguradas vagas para candidatas mulheres. O programa é organizado a partir de três frentes, a saber: · Ateliê de Regência Orquestral, realizado prioritariamente com a Orquestra Jovem do Estado de São Paulo, podendo acontecer também com as Orquestras do Theatro São Pedro (Jovem ou Profissional); · Ateliê de Regência de Banda Sinfônica com a Banda Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo; · Ateliê de Regência e Arranjo de Orquestra Popular com a Orquestra Jovem Tom Jobim. Vale destacar o ineditismo deste tipo de ação no Brasil, principalmente por conta das atividades práticas desenvolvidas frente a Grupos Artísticos de alta performance, proporcionando assim, uma importante contribuição para desafios relativos à formação dos(as) regentes no Brasil. Além disso, é um projeto pioneiro quando tratamos da formação de arranjadores(as) e regentes de música popular. Os(as) alunos(as) têm a oportunidade de convívio com regentes durante o preparo do repertório, a possibilidade de ouvir suas respectivas recriações, assim como um importante intercâmbio artístico com os integrantes dos grupos. Metas: Para os cursos do Ateliê de Regência em 2024 serão oferecidas 9 vagas distribuídas entre as seguintes modalidades: Ateliê de Regência de Orquestra Sinfônica; Ateliê de Regência de Banda Sinfônica; Ateliê de Regência e Arranjo de Orquestra Popular. 2.2.2 Cursos Correlatos à MúsicaO universo musical tem se transformado constante e rapidamente, ato contínuo, as conquistas tecnológicas têm impactado diretamente o meio e, ao mesmo tempo, vêm criando oportunidades. Na esteira destes fenômenos, o setor musical tem se desdobrado e estendido demandas a outros segmentos que, apesar de não se referirem diretamente à performance, à docência ou à musicologia, tangenciam diversos temas correlatos à música. Tratam de assuntos e operações que contribuem e dão suporte ao fazer musical. Envolvem, portanto, saberes específicos que possibilitam a concretização dos variados aspectos da performance, do estudo, da criação, do registro e da difusão de materiais artísticos e pedagógicos. É o caso, por exemplo, de editoração de partituras, das atividades atinentes à produção, gravação e veiculação da música. Portanto, estes Cursos Livres visam a justamente contemplar o ambiente que orbita o fazer musical em seus múltiplos aspectos. Cabe mencionar que há grande carência de capacitações destas naturezas e que, ao promovê-las, contribui-se diretamente com o mercado de trabalho, com a economia criativa e a manutenção de todo um setor. Para tanto a Escola de Música do Estado de São Paulo - EMESP Tom Jobim oferece diversos cursos livres modulares correlatos à música, ampliando e qualificando o atendimento aos alunos, alunas e comunidade em geral. Por fim, com o intuito de ampliar as oportunidades de aprendizado musical para a população, a Escola de Música do Estado de São Paulo - EMESP Tom Jobim continua a oferecer cursos livres na área instrumental, vocal e teórica e desde 2023 passou a ter cursos nas aéreas de tecnologia e assuntos correlatos a música. Os Cursos Livres Introdutórios disponibilizados são divulgados no site Escola de Música do Estado de São Paulo - EMESP Tom Jobim (www.emesp.org.br). No espírito de inclusão ampla e atendimento às pessoas PCD que a Escola de Música do Estado de São Paulo - EMESP Tom Jobim oferece encontra-se, por exemplo, o curso de Musicografia Braille direcionado a aluno(as)s com deficiência visual, cujo objetivo é fornecer ferramentas necessárias para o aprendizado da leitura de partitura (decifração) bem como interpretação musical. Os(as) alunos(as) nessa condição podem também cursar disciplinas do Curso de Formação ou os Cursos Livres, conforme sua faixa etária e conhecimento musical.
As medidas de acessibilidade serão implementadas em 100% das atividades do Plano Anual, conforme previsto no item orçamentário “Custos de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis”. PRODUTO: PLANO ANUALAcessibilidade Física: Adequação dos espaços com rampas, corrimãos, banheiros adaptados e poltronas reservadas. Item da planilha orçamentária: Custos de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis.Acessibilidade para Deficientes Visuais: Disponibilização de audiodescrição e materiais digitais acessíveis. Item da planilha orçamentária: Custos de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis.Acessibilidade para Deficientes Auditivos: Serviço de legendagem em tempo real e interpretação em Libras em concertos e atividades formativas. Item da planilha orçamentária: Custos de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis.Acessibilidade para Pessoas com Espectros, Síndromes ou Limitações Cognitivas/Linguísticas: Materiais pedagógicos e de comunicação adaptados, com linguagem simples, fontes ampliadas e infográficos. Item da planilha orçamentária: Custos de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis. PRODUTO: APRESENTAÇÃO MUSICALAcessibilidade Física: Acesso garantido a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida nos locais de apresentação. Item da planilha orçamentária: Custos de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis.Acessibilidade para Deficientes Visuais: Audiodescrição e sinalização tátil nas áreas de circulação. Item da planilha orçamentária: Custos de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis.Acessibilidade para Deficientes Auditivos: Interpretação em Libras e legendas nos concertos transmitidos digitalmente. Item da planilha orçamentária: Custos de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis.Acessibilidade para Pessoas com Espectros, Síndromes ou Limitações Cognitivas/Linguísticas: Materiais de mediação adaptados e conteúdos digitais com linguagem acessível. Item da planilha orçamentária: Custos de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis. PRODUTO: INTERCÂMBIO / RESIDÊNCIA ARTÍSTICAAcessibilidade Física: Adequação dos espaços de ensaio e apresentação, com rampas e sinalização. Item da planilha orçamentária: Custos de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis.Acessibilidade para Deficientes Visuais: Partituras adaptadas e materiais de estudo em formato digital acessível. Item da planilha orçamentária: Custos de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis.Acessibilidade para Deficientes Auditivos: Disponibilização de intérprete de Libras em workshops e masterclasses sempre que necessário. Item da planilha orçamentária: Custos de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis.Acessibilidade para Pessoas com Espectros, Síndromes ou Limitações Cognitivas/Linguísticas: Adaptação metodológica nas atividades formativas, com apoio de equipe especializada. Item da planilha orçamentária: Custos de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis. PRODUTO: CURSO / OFICINA / CAPACITAÇÃO – MÚSICAAcessibilidade Física: Ambientes de aula acessíveis e adaptados às necessidades dos participantes. Item da planilha orçamentária: Custos de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis.Acessibilidade para Deficientes Visuais: Materiais pedagógicos acessíveis e disponibilização de partituras em Braile, sempre que necessário. Item da planilha orçamentária: Custos de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis.Acessibilidade para Deficientes Auditivos: Aulas com apoio de intérprete de Libras, quando necessário. Item da planilha orçamentária: Custos de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis.Acessibilidade para Pessoas com Espectros, Síndromes ou Limitações Cognitivas/Linguísticas: Atividades conduzidas com linguagem simples e suporte técnico especializado. Item da planilha orçamentária: Custos de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis. PRODUTO: CONTRAPARTIDAS SOCIAISAcessibilidade Física: Ambientes de gravação e exibição com acesso universal. Item da planilha orçamentária: Custos de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis.Acessibilidade para Deficientes Visuais: Vídeos com audiodescrição. Item da planilha orçamentária: Custos de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis.Acessibilidade para Deficientes Auditivos: Vídeos com interpretação em Libras e legendagem descritiva. Item da planilha orçamentária: Custos de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis.Acessibilidade para Pessoas com Espectros, Síndromes ou Limitações Cognitivas/Linguísticas: Conteúdos audiovisuais com linguagem clara, ritmo pausado e uso de recursos visuais de apoio. Item da planilha orçamentária: Custos de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis.Outras ações já desenvolvidas pela Santa Marcelina Cultura que possibilitarão acesso aos eventos e atividades: 1) Sites da SMC: possuem recursos de acessibilidade com ícone para letras maiores e letras menores na barra de compartilhamento de redes sociais, para dar acesso e conhecimento as programações e informações da Instituição a. www.santamarcelinacultura.org.br b. www.emesp.org.br c. www.souguri.art.br d. www.theatrosaopedro.org.br 2) Acessibilidade em Espaços Físicos: nos mais de 500 Polos de ensino do Guri, na sede da EMESP Tom Jobim e no Theatro São Pedro. 3) Curso de Musicografia Braile – para alunos deficientes visuais da EMESP Tom Jobim. 4) Capacitação de Professores e Equipe do Guri e EMESP para desenvolvimento de atividades artístico-pedagógicas para alunos com deficiências físicas e intelectuais.
Plano de Democratização do Acesso – Plano Anual de Atividades da Santa Marcelina Cultura 2026A Santa Marcelina Cultura compreende a democratização do acesso como parte essencial de sua missão: oferecer formação musical e difusão artística gratuitas e de qualidade para a população.Atualmente, a Instituição atende mais de 100 mil alunos e alunas, em mais de 500 polos de ensino musical espalhados pelo Estado de São Paulo, reafirmando o compromisso com a ampliação de oportunidades de aprendizado e fruição cultural.Em 2026, 100% das atividades previstas no Plano Anual de Atividades serão gratuitas, contemplando tanto a formação quanto a programação artística.Público Beneficiário PrioritárioAlunos(as) da rede pública de ensinoProfessores(as) da rede pública de ensinoEstudantes de música de projetos sociais, conservatórios e universidades públicasPúblico em geral Ações por Produto CulturalProduto: PLANO ANUAL, APRESENTAÇÃO MUSICALTodos as atividades serão gratuitas, com foco na formação de público para a música.30 transmissões ao vivo de concertos e apresentações, ampliando o acesso ao público em diferentes localidades. Produto: INTERCÂMBIO/RESIDÊNCIA ARTÍSTICAParticipação gratuita de estudantes selecionados.Programação aberta ao público (ensaios abertos, concertos finais e masterclasses).Transmissões online e registros audiovisuais para alcançar estudantes e interessados de outras localidades. Produto: CONCURSO/PREMIAÇÃOInscrições gratuitas e acessíveis.Divulgação ampla em redes sociais, escolas públicas, universidades e conservatórios.Premiação aberta ao público, com convites especiais a estudantes de música e professores da rede pública. Produto: CURSO/OFICINA/CAPACITAÇÃO – MÚSICATodos os cursos, oficinas e capacitações gratuitos, com vagas amplamente divulgadas.Produção de materiais digitais abertos, ampliando o alcance para além dos participantes presenciais. Produto: CONTRAPARTIDAS SOCIAISProdução de 20 vídeos de formação de público (sobre repertórios, grupos e história da música), com recursos de acessibilidade.
Santa Marcelina Cultura A Santa Marcelina Cultura, associação sem fins lucrativos, proponente do projeto é a responsável integral pela gestão do processo decisório, incluindo atividade técnico-financeira na execução do Plano Anual de Atividades da Santa Marcelina Cultura 2026. Essa responsabilidade inclui desde o planejamento do projeto, sua curadoria, captação de recursos, produção e execução das atividades artístico-pedagógicas até sua prestação de contas. Os serviços apresentados na planilha orçamentária são contratados, geridos e realizados pela Instituição. Em seu quadro profissional a Santa Marcelina Cultura conta com mais de 1900 colaboradores na área técnica (musical, educacional e social) e cerca de 90 colaboradores na área administrativa que engloba Gestão de Pessoas, Orçamento, Financeiro, Contabilidade, Prestação de Contas, Contratos, Compras, Desenvolvimento Institucional (Captação de Recursos e Comunicação), Tecnologia da Informação, Serviços de Apoio, entre outros. Toda a cadeida de profissionais atuará na execução das atividades do Plano Anual 2026, buscando garantir efeciência e transparência na gestão de recursos, bem como, o melhor desempenho das atividades artístico-pedagógicas. Ressaltamos que nenhum membro de sua equipe institucional abaixo relacionada, será remunerado pelo projeto. Ir. Rosane Ghedin Diretora-Presidente Responsável Legal do Plano Anual de Atividades da Santa Marcelina Cultura Irmã Rosane Ghedin possui mestrado interdisciplinar em Administração, Comunicação e Educação pela Universidade de São Marcos (2012), Especialização em Administração Hospitalar pela Fundação Getúlio Vargas (1997) e Graduação em Enfermagem e Obstetrícia pela Universidade da Cidade de São Paulo (1996). Realizou diversos cursos em Instituições como HSM de 2011 a 2017, tais como Expomanagement, Fórum HSM Gestão e Liderança, Seminário HSM - Estratégia de Redes Sociais; Fundação Getúlio Vargas: Debate Gestão da Mudança em Organizações de Saúde (2010); e Seminários internacionais como o “12º World Sterilization Congress 2011”, Symposium Of Sterilization - WHFSS – Estoril Portugal; “Conferência Lean Seis Sigma” – 3.ª Edição - QPC/ International Quality & Productivity Center Brasil (2009).É Diretora-Presidente da Santa Marcelina Cultura desde 2008. Paulo Roberto Ferraz von Zuben Direção Artístico-Pedagógica da Santa Marcelina Cultura Curador e Responsável Técnico do Plano Anual de Atividades da Santa Marcelina Cultura Paulo Zuben é compositor e administrador de empresas. Tem doutorado em Musicologia (2009) pela ECA-USP e mestrado em Comunicação e Semiótica (2003) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Possui graduação em Música (2000), com bacharelado em Composição pela Faculdade Santa Marcelina (FASM), onde foi aluno de Silvio Ferraz e Flo Menezes, e graduação em Administração de Empresas (1991) pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo. Foi bolsista da FAPESP entre 1997 e 2002. Foi bolsista do Chief Executive Program, organizado pela instituição norte-americana National Arts Strategies (NAS) durante os anos de 2011 a 2013, quando teve oportunidade de estudar na Harvard Business School, na Ross School of Business da Michigan University e na Texas University. Atualmente, é o diretor artístico-pedagógico da Santa Marcelina Cultura, Organização Social responsável pela gestão da Escola de Música do Estado de São Paulo – EMESP Tom Jobim, do Theatro São Pedro e do Guri Santa Marcelina. Foi diretor do Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão dos anos de 2009 a 2011. Foi coordenador do curso de Música da Faculdade Santa Marcelina (FASM) e também professor da instituição de 2002 a 2007. Trabalhou também como professor de Composição, Análise Musical e Harmonia nas Faculdades Cantareira, Mozarteum e FAAM. Tem dois livros publicados: Ouvir o som (2005) e Música e tecnologia (2004). Escreveu obras instrumentais e eletroacústicas gravadas em CDs, tocadas em importantes festivais de música do Brasil e Exterior e que receberam diversos prêmios. Em 2004, foi selecionado para estágio em composição e informática musical do IRCAM de Paris, onde trabalhou durante seu período de mestrado. Foi condecorado com a ordem de Chevalier des Arts em 2013. É presidente da Associação Brasileira das Organizações Sociais de Cultura. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/2866052155650717 Odair Toniato Fiuza Administrador-geral da Santa Marcelina Cultura Diretor Administrativo-Financeiro do Plano Anual de Atividades da Santa Marcelina Cultura 2026. Odair Fiuza é graduado em Administração de Empresas (1988) pela Faculdade Senador Flaquer, pós-graduado em Administração Financeira (1995) pelo Instituto Metodista e pós-graduado em Gestão Empresarial (2003) pelo Centro Universitário FEI. Atualmente, é o administrador-geral da Santa Marcelina Cultura, Organização Social responsável pela gestão da Escola de Música do Estado de São Paulo – Emesp e do Programa Guri Santa Marcelina. Foi diretor financeiro durante os anos de 1988 até 2011 do Hospital e Maternidade Assunção S/A. Possui experiência em rede hospitalar, é especialista em planejamento estratégico (foco BSC), gestão de custos e orçamento, análise de negócio e reestruturação de operações e implementação de modelo de gestão e controle. Em 1996 foi palestrante no I Congresso Brasileiro de Custos Hospitalares. Contribuiu para o desenvolvimento do manual de acreditação hospitalar, utilizado nacionalmente, da ONA – Organização Nacional de Acreditação, entidade que desde a sua fundação, em 1999, coordena o Sistema Brasileiro de Acreditação – SBA, cuja metodologia é reconhecida pela ISQua (International Society for Quality in Health Care). Em 2007 contribuiu com o grupo nacional de serviços em saúde para a construção de indicadores comparativos de desempenho e excelência em serviços de saúde promovido pela ONA. Giuliana Frozoni Gestora Pedagógica do GURI Gestora pedagógica das atividades do GURI no Plano Anual de Atividades da Santa Marcelina Cultura Giuliana Frozoni é mestre em Ciências da Religião na área de concentração Religião e Campo Simbólico pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Possui bacharelado em Música, com habilitação em Regência pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp). Nos últimos 20 anos tem se dedicado ao estudo, execução e pesquisa da música coral a cappella, tendo atuado junto a diversos corais e grupos vocais – atuou como cantora no Grupo Bocca e no Coro de Câmara da UNESP. Desde 2004 é diretora musical e cantora do Voz Moscada, grupo vocal que se dedica à música a cappella. Já no Guri Santa Marcelina, dirigiu o Coral de Familiares e o Coral Juvenil do Guri, com o qual gravou o CD “Cantos Novos”, dedicado a composições e arranjos especialmente encomendados para o grupo. Como docente, ministrou aulas de teoria e percepção musical na Faculdade Santa Marcelina e, juntamente com a professora Dra. Yara Caznok, ministrou oficinas de capacitação para professores e assistentes técnico-pedagógicos da Secretaria de Estado da Educação, entre outras atividades. Como pesquisadora, tem se dedicado ao estudo das relações da música com outras áreas do conhecimento, sobretudo a antropologia, sociologia, teologia e ciências da religião, trabalhando especialmente com os benditos e canções cantados pelos romeiros em peregrinação ao Santuário do Bom Jesus da Lapa, na Bahia. Desde 2008 é gestora artístico-pedagógica do Guri Santa Marcelina, programa de educação musical e inclusão sociocultural gerido pela Santa Marcelina Cultura, Organização Social que também é responsável pela gestão da EMESP Tom Jobim. Ao longo destes dez anos de trabalho junto ao Programa Guri, tem sido responsável, entre outras coisas, pelo planejamento e coordenação das Jornadas de Formação e Encontros Sociopedagógicos destinado aos professores de música, assistentes sociais e demais membros da equipe. Da mesma forma, tem colaborado com a concepção e execução de projetos de cooperação internacional com importantes escolas de música e instituições culturais tais como Conservatório de Paris, na França, Sage Gateshead, no Reino Unido, Juilliard School, nos Estados Unidos, Conservatório de Amsterdã e Leerorkest, na Holanda, entre outros. Tem representado o Programa Guri Santa Marcelina em Congressos, Simpósios e Conferências no Brasil e no exterior, em países como Noruega, África do Sul, Palestina, Colômbia, Venezuela, Uruguai, Holanda e Reino Unido. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/8990385058020935 Ana Beatriz Valente Zaghi Gestora Pedagógica da Emesp Tom Jobim Gestora das atividades pedagógicas da EMESP no Plano Anual de Atividades da Santa Marcelina Cultura 2026. Ana Beatriz Valente é regente e pianista. Tem graduação em música (1996), com bacharelado em Piano Erudito pela UNICAMP, pós-graduação em Musicoterapia Organizacional e Hospitalar (Ciências Médicas) pela FMU (2004), e licenciatura plena em Educação Artística, habilitação em música (2004) pela FPA. Foi bolsista da UNICAMP (1995) em projeto de pesquisa em pedagogia e didática musical. Foi bolsista do 27o Festival de Inverno de Campos do Jordão (1996) na classe de piano. Foi bolsista da Asociación Orff Espana (2007), no Curso Internacional de Verano – España - “Música y Danza em la Educación” – Madrid España. Foi bolsista do Ayuntamiento da Las Palmas de Gran Canaria (2008) na “III Academia Internacional de Verano de Dirección Coral y Pedagogía Musical” – Islas Canarias – España. Foi selecionada para o Curso de Música Clássica em Moscou (1997), Rússia: participante ativo nas aulas de piano com Natalia Trulle no Conservatório Tchaikovsky. Foi selecionada como regente para o Laboratório de Regência Orquestral com Fabio Mechetti (2015): participante ativo junto à Filarmônica de Minas Gerais em concerto na Sala Minas Gerais. Teve aulas de regência orquestral com Frank Shipway (2011 a 2013). Foi selecionada para as masters classes com o Maestro Claudio Cruz junto a Orquestra Jovem do Estado de São Paulo (2014 a 2017). Foi selecionada para a master class de regência coral com Claus Bantzer, Alemanha (2014): participante ativo junto ao Coro de Câmara Harvestehude de Hamburgo. Foi selecionada para a masters classes de regência coral com Fernando Malvar-Ruiz, EUA (2008): participante ativo junto ao Coro Infanto-Juvenil de La Orquestra Filarmônica de Gran Canária. Participou de masters classes de piano com Yara Bernette (1996 e 2001), Caio Pagano (1998), Mirtha Herrera (1997) e Arnaldo Cohen (1996). Foi premiada nos concursos de piano: Concurso Artlivre, Jovens Instrumentistas Rotary Clube, Concurso dos Conservatórios Carlos Gomes e Souza Lima, Interpretação de Músicas Brasileiras, “Cidade de Araçatuba” e Concurso da Universidade São Judas Tadeu. Foi selecionada para o "I Concurso Prêmio Promon de Piano - Rádio Cultura FM" (1996). Como pianista solista apresentou-se com a Orquestra Sinfônica de Campinas sob regência do maestro Carlos Rosa (1996), executando o Concerto no1 de F. Mendelssohn. Foi pianista nos musicais “A Noviça Rebelde” (2018) e “Os Produtores” (2018). Foi regente assistente da Orquestra Jovem do Estado de São Paulo (2021), orquestra com a qual se apresentou por diversas vezes no Theatro São Pedro (2021) de Sala São Paulo (2021). Foi regente do Coro Adulto da Emesp Tom Jobim (2009 a 2022) tendo se apresentado com esse grupo no Festival de Campos de Jordão (2019); MASP (2018); Sala São Paulo (2013, 2014 e 2015); Auditório Ibirapuera (2014), Teatro Polytheama de Jundiaí (2014), Memorial da América Latina (2010 e 2014), entre diversos outras salas. Foi regente do Coro do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (2014 -2020). Como regente convidada, fez a direção musical e regência de “Pedro e Lobo”, com a Orquestra do Theatro São Pedro (2020); regeu a Orquestra Jovem do Estado de SP, na Sala São Paulo, em concerto didáticos ( 2015, 2016, 2017, 2018 e 2021) e no Sesc Santos (2014); regeu o Coro Juvenil e Coro Infantil da Osesp em Concertos Didáticos (2014 e 2015); fez a direção musical e regeu a Banda Sinfônica de Professores do Guri, Theatro São Pedro (2020); regeu a Orquestra Sinfônica do Guri (2018 e 2021); regeu a Banda Sinfônica do Guri (2019) e regeu a Orquestra de Cordas do Guri (2022). Fez a preparação dos Coros da Santa Marcelina Cultura, somando mais de 200 vozes, em “Carmina Burana”, de C. Orff, com a OJESP, regência de Claudio Cruz na Sala São Paulo (2015) e na Abertura “1812”, de P. Tchaikovsky, com a OJESP, regência do Maestro Claudio Cruz (2014). Fez a preparação do Coro Adulto da Emesp Tom Jobim nas obras ”Rei Arthur e os Cavaleiros da Távola Redonda", de Rick Wakeman, com a Banda Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo, regência de Mônica Giardini, em concertos no Auditório Ibirapuera e Teatro Polytheama (2014); ópera “Treemonisha”, de Scott Joplin, com a Banda Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo, regência de Mônica Giardini, em concertos na Sala São Paulo 2013) e no musical “Tommy”, com a Banda Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo, regência de Mônica Giardini, em concertos no Memorial da América Latina (2013). Foi regente do coro da Associação Comunitária Despertar (2000 a 2007); regente da Faculdade Montessori (2006-2007); regente do coro da Escola Marina Saddi Haidar (2002-2010); regente do coro do Instituto Dona Ana Rosa (1999 a 2008) e regente voluntária do coro do Instituto Meninos de São Judas Tadeu (1996 a 2006). Como regente era responsável contato direto com instituições parceiras e patrocinadores, como Coca-Cola, Ofner, BrasilPrev, Shoppings Ibirapuera, Villa-Lobos e Iguatemi, GM, CDHU, entre outros. Foi sócia-fundadora e vice-presidente da ONG Cuca Wooz Arte e Cultura (2001 e 2002), onde era proponente e produtora de projetos na área de música e educação. Participou como voluntária na produção do evento “Fé no Voluntariado”, sendo responsável pela organização e realização de um coral de 1000 vozes que apresentou-se no Ginásio da Portuguesa por ocasião do encerramento do Ano Internacional do Voluntariado (2001). Como regente, ministrou capacitações no Conservatório Mozart (2013 a 2016) e no Guri Santa Marcelina (2013). Foi professora de música no Instituto Fukuda (2014 a 2017); no Colégio Visconde de Porto Seguro (2006 a 2009); no Programa “Descubra a Orquestra” da Fundação OSESP (2010 a 2017) e na Escola de Música do Estado de São Paulo, EMESP Tom Jobim (2009 – presente). Na EMESP foi coordenadora de área das disciplinas teóricas, canto erudito e popular e regência coral (2014 a 2018). Foi professora das matérias regência coral, canto coral e música de câmara (2009 a 2022) e atualmente é professora de regência coral e gestora pedagógica da EMESP Tom Jobim. Ricardo Appezzato Gestor Artístico da Santa Marcelina Cultura Gestor das Atividades Artísticas do Plano Anual de Atividades da Santa Marcelina Cultura 2026. Ricardo Appezzato, percussionista e regente, é mestre em música pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), desenvolvendo sua pesquisa na área de performance musical. Cursou especialização lato sensu na área de Administração de Empresas pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP). É bacharel em música com especialização em instrumento – Percussão pelo Instituto de Artes da UNESP. Atuou como solista frente a diversos grupos artísticos brasileiros e foi vencedor de importantes concursos de jovens solistas, a saber: Concurso de Jovens Solistas da Orquestra Experimental de Repertório e Concurso de Jovens Solistas da Banda Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo. Foi membro fundador do Grupo Durum Percussão Brasil, apresentando-se em alguns dos principais festivais de percussão no Brasil e Exterior. Além disso, participou também da estreia mundial do espetáculo A Linha Curva, do coreógrafo Itzik Galili, junto ao Balé da Cidade de São Paulo. Em 2008 iniciou como coordenador artístico-pedagógico do Programa Guri Santa Marcelina, onde se manteve até 2017, sendo um dos responsáveis pela estruturação pedagógica dos diferentes cursos, pela criação dos Grupos Infantis e Juvenis do Guri, e pelos planos de capacitação de professores e equipes, além da implementação dos 44 polos de ensino do Programa. Foi também responsável pela curadoria dos Horizontes Musicais – série de concertos didáticos que apresentava espetáculos nos territórios onde os polos do GURI Santa Marcelina estão inseridos. Colaborou, igualmente, com a concepção e organização de diversos projetos de cooperação internacional entre a Santa Marcelina Cultura e diferentes parceiros, tais como intercâmbios com a Juilliard School de Nova York, programa de intercâmbio de professores em parceria com o Sage Gateshead de Newcastle, projeto de parceria com o Conservatório de Paris e o projeto de criação da Orquestra da América Latina, que integrou alunos e alunas de programas de educação musical e inclusão sociocultural de três países: Colômbia (Fundación Batuta), Brasil (GURI Santa Marcelina) e Peru (Sinfonia por El Peru). No ano de 2014, foi convidado pelo British Council, por meio do programa Transform, para integrar a comitiva brasileira na Conferência da ABO (Association of British Orchestras) em Londres. Em 2016, fez parte do programa de desenvolvimento em Negócios Sociais Yunus Corporate Action Tank, promovido pelo Bank of America Merry Lynch em parceria com Yunus Brasil. No mesmo ano, foi um dos selecionados para o Today’s Leaders, programa de desenvolvimento de jovens líderes e gestores promovido pelo British Council, durante a Conferência MultiOrquestra, realizada em São Paulo. Entre 2016 e 2020, foi membro do conselho administrativo da Santa Marcelina Cultura, sendo eleito pelos colaboradores da instituição. Em 2017, fez parte da equipe que foi responsável pela transição da gestão do Theatro São Pedro para a Santa Marcelina Cultura, por meio da qual se buscou um modelo de gerenciamento participativo, com a contribuição dos músicos na definição da programação artística e demais ações do Theatro. Em 2018, assumiu a posição de gestor artístico da Santa Marcelina Cultura, sendo responsável por toda a equipe artística e de produção. Entre os principais projetos pelos quais é responsável, destacam-se: as temporadas de Ópera do Theatro São Pedro, de Concertos Sinfônicos, de Música de Câmara e projetos de Dança em parceria com a São Paulo Companhia de Dança. Nesta função, atuou na concepção e acompanhamento das óperas Sonho de uma noite de verão, de Benjamin Britten; L'Italiana in Algeri, de Gioachino Rossini, O caso Makropulos, de Leoš JanáÄ?ek, entre outros e dos balés Schumann ou Os amores do poeta, Aparições e Raymonda..Também são de sua responsabilidade a temporada da Orquestra Jovem do Estado, da Orquestra Jovem Tom Jobim, do Coral Jovem do Estado, da Academia de Ópera e Orquestra Jovem do Theatro São Pedro, além da Programação dos Grupos Infantis e Juvenis do Guri. Durante este período, foi também responsável por projetos de cooperação com importantes equipamentos culturais tais como São Paulo Companhia de Dança, Juilliard School, Fundação OSESP, entre outros, tendo como foco a criação artística, o desenvolvimento pedagógico e a produção de espetáculos inéditos. Em 2020, por conta da pandemia de Covid-19, atuou na concepção e implementação da programação artística online dos diferentes programas da Santa Marcelina Cultura, apresentando espetáculos como: Nossos outros hinos, da Orquestra Tom Jobim com os os cantores Renato Braz, Fabiana Cozza e Mônica Salmaso; Matrizes e Imaginária Serenata, em parceria com a São Paulo Companhia de Dança; A História do Soldado, de Igor Stravinsky, com a participação de Arrigo Barnabé; O Pedro e o Lobo, Sergei Prokofiev, com a participação de Wellington Nogueira; entre outros. Além disso, apresentou o programa de entrevistas Falando de Ópera, no canal do Theatro São Pedro, conversando com alguns dos mais significativos artistas brasileiros ligados ao universo da ópera. Foi membro da equipe responsável pela transição da gestão do Complexo Theatro Municipal de São Paulo para a Santa Marcelina Cultura durante a vigência do Termo de Colaboração, de caráter emergencial, firmado com a Fundação Theatro Municipal de São Paulo, sendo responsável pela gestão das áreas artística e de produção, atuando na concepção e implementação da temporada artística presencial e online. Sob sua responsabilidade destacaram-se projetos como A Casa e Transe, espetáculo inédito do Balé da Cidade de São Paulo, Coral Paulistano 85 anos, espetáculo comemorativo ao aniversário do grupo, a Temporada de Concertos da Orquestra Sinfônica Municipal, entre outros. Atualmente é membro da Direção Executiva do Fórum Brasileiro de Ópera, Dança e Música de Concerto e Gestor Artístico da Santa Marcelina Cultura. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/7821504369101711 Monica Hiromi Toyota Gestão de Desenvolvimento Institucional Santa Marcelina Cultura Gestora de Comunicação, Transmissões ao vivo, Democratização do Acesso, Formação de Público, Captação de Recursos e Parcerias Nacionais e Internacionais do Plano Anual de Atividades 2026. Monica Toyota possui MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (2021) e graduação em Comunicação Social com Habilitação em Relações Públicas (2003) pela PUC-Campinas. Em 2015, foi selecionada para participar do Programa International Visitor Leadership Program pelo Consulado Geral dos Estados Unidos em São Paulo, onde pode conhecer a gestão cultural de importantes Instituições Americanas nas cidades de Washington, Nova York, Seattle, New Orleans e Los Angeles. Participou de Seminários, Congressos e Cursos na área de Captação de Recursos, Marketing e Gestão Cultural promovidos pela HSM, Diálogo Social, Itaú Cultural, ABCR – Associação Brasileira de Captação de Recursos, ISME – International Society for Music Education, Ministério da Cultura, Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, SESC, entre outros. Foi gerente de Relações Institucionais no Grupo Primavera de 2004 a 2006, Organização da Sociedade Civil que atua com a missão de formar as mulheres de amanhã. Trabalhou como Relações Institucionais na Direção Cultura Produções e Eventos de 2007 a 2008, coordenando as equipes de captação de recursos, comunicação, produção de eventos e prestação de contas. Atua na Santa Marcelina Cultura, Organização Social responsável pela gestão da Escola de Música do Estado de São Paulo - EMESP Tom Jobim, do Projeto Guri, do Theatro São Pedro e do Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão (2009 a 2011), sendo Gestora da área de Desenvolvimento Institucional desde 2018 e Supervisora de Relacionamento Institucional entre 2008 a 2018, áreas responsáveis pela realização de parcerias nacionais, internacionais e a comunicação e divulgação de todas as atividades da Instituição. Sob sua supervisão e coordenação a área captou e executou mais de R$ 70 milhões de reais em recursos de projetos incentivados, grants e subvenções internacionais, programa de doações, assinaturas, permutas e em recursos operacionais, para complementar e aprimorar as atividades dos Contratos de Gestão do Governo do Estado de São Paulo, além de parcerias internacionais com instituições como Conservatório Nacional Superior de Música e Dança de Paris, The Juilliard School de Nova York, Conservatório de Amsterdam. Linkedin https://br.linkedin.com/in/monica-toyota-56435711 Walter Gentil Gestor de Produção e Operações da Santa Marcelina Cultura Gestor de Produção dos Eventos e Operações do Plano Anual de Atividades 2026. Walter Gentil é produtor, graduado em Direito pela Faculdade Paulista de Direito - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e em Artes Cênicas pelo Teatro Escola Macunaíma, em 1984. Iniciou sua carreira em 1999 como assistente de produção em Artes Cênicas. Com o grupo Teatro da Vertigem foi Diretor de Produção na remontagem da Trilogia Bíblica: Paraíso Perdido, Livro de Jó e Apocalipse 1.11, no FIT – Festival Internacional de Teatro de Belo Horizonte, em 2005, e no processo de pesquisa e montagem do espetáculo BR3, de 2004 a 2006. Na área da dança foi Diretor de Produção dos espetáculos Mar de Gente, com as participações de Fernanda Montenegro (Rio de Janeiro), Denise Del Vecchio (São Paulo) e Yara de Novaes (Belo Horizonte) e Kashmir Bouquet, do coreógrafo Ivaldo Bertazzo em 2007 e 2008. No Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão, atuou como Coordenador de Intercâmbio Artístico em 2008, como Coordenador de Produção em 2009 e Diretor de Produção em 2010 e 2011. De setembro de 2008 a dezembro de 2017, foi Gestor de Produção da Santa Marcelina Cultura Organização Social, responsável pelos programas Guri Capital e Grande São Paulo e pela EMESP Escola de Música do Estado de São Paulo Tom Jobim e Theatro São Pedro (2017). Produziu junto ao British Council a turnê brasileira da Royal Northern Sinfonia (UK) – Cidade das Artes – Rio de Janeiro e Teatro do MASP – São Paulo – SP – abril 2016. Em 2018 produziu uma série de 04 concertos da Orquestra Sinfônica da USP – OSUSP – no SESC Pinheiros e o novo CD da Camerata Aberta Sobreluz lançado em agosto de 2019. De fevereiro de 2019 a abril de 2021, atuou como Assessor da Diretoria Executiva no Complexo Theatro Municipal – Gestão: Instituto Odeon e Santa Marcelina Cultura.Em março de 2022 até o momento, assumiu a geestão de produção e de operações de todas as atividades geridas pela Santa Marcelina Cultura. Foi palestrante no 1º Seminário – O Agente Artístico, o Profissional Necessário, em 2005, promovido pelo Consulado Geral dos Estados Unidos em São Paulo e SENAC, junto com o Maestro Amilson Godoy, Olivia Hime, Nelson Kunze e Monica Mion.Foi integrante da ISPA – International Society for the Performing Arts, participando dos congressos em: Gateshead/Inglaterra, em 2005, Nova Iorque/EUA, em 2006, 2007 e 2010, e São Paulo, em 2009. Foi indicado para o Prêmio Shell 2006, na categoria especial de Logística de Apoio à Cena, e vencedor da Triga de Ouro Quadrienal de Praga, em 2011, com o Teatro da Vertigem, como a melhor produção teatral com o espetáculo BR3.Em 2012, participou de intercâmbio, junto a The Juilliard School e BAM Brooklin Academy of Music, em Nova Iorque, nos departamentos de Produção (música, dança, teatro, figurinos e adereços, cenário) e Administração de Espaços Cênicos.Participou do Seminário de Planejamento Estratégico para Administradores Culturais, em novembro de 2014, promovido pelo Centro de Pesquisa e Formação do SESC-SP em parceria com o NAS – National Arts Strategies. Foi um dos cinco selecionados pelo programa Transformer Orchestra Leadership, promovido pelo British Council, para realizar residência na London Philarmonic Orchestra, com duração de 3 semanas, em fevereiro 2015, nas áreas Administrativa, Artística e Financeira. Participou como palestrante da Conferência Internacional MultiOquestra 2015, na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro.Fez parte da delegação brasileira a Conferência 2015 ABO (Association of British Orchestras) -Gateshead – fevereiro 2015. Rodrigo Ronald Henrique da Silva Coordenador Contábil Corporativo Coordenador Contábil do Plano Anual de Atividades da Santa Marcelina Cultura 2026. Rodrigo Ronald Henrique da Silva é Contador inscrito no Conselho Regional de Contabilidade São Paulo – CRC/SP sob o nº 290.165/O-2 e Advogado inscrito na Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo – OAB/SP sob o nº 462.480. Graduado em direito (2020) pela Universidade Paulista - UNIP, pós-graduado em direito tributário (2014) pela Universidade São Judas e graduado em ciências contábeis (2011) pela Universidade Paulista UNIP. Atualmente é coordenador contábil da Rede Santa Marcelina, possui sólida experiência Contábil atuando em empresa de grande porte, coordenando equipe, criando e aprimorando processos e políticas corporativas, desenvolvendo estudos de planejamento tributário, realizando análises e relatórios de cunho gerencial, exercendo atividades na área fiscal com retenções tributo, apuração do lucro, preenchimento e envio das mais diversas declarações fiscais, elaborando demonstrações financeiras e notas explicativas, controlando o imobilizado, supervisionando inventários, atendendo a auditoria do TCE, fiscal e externa. Atuou também como gestor regional responsável pela área administrativa-financeira do Instituto Toca de Assis, participou da implementação do setor de crédito e cobrança, desenvolveu atividades financeiras nos setores de contas a pagar, tesouraria e caixa geral quando trabalhou no grupo CAOA.
Projeto paralisado porque o proponente está INADIMPLENTE junto ao Ministério da Cultura.