| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 07037123000146 | Ecourbis Ambiental SA | 1900-01-01 | R$ 963,0 mil |
| 24542953000140 | DUAL DUARTE ALBUQUERQUE COMERCIO E INDUSTRIA LTDA | 1900-01-01 | R$ 600,0 mil |
| 03128979000176 | Distribuidora Equador de Produtos de Petróleo Ltda. | 1900-01-01 | R$ 450,0 mil |
| 11253257000171 | Queiroz Galvão Exploração e Produção S.A. | 1900-01-01 | R$ 450,0 mil |
| 07234453000121 | Toyolex Autos Ltda | 1900-01-01 | R$ 370,0 mil |
| 33541368000116 | Companhia Hidro - Elétrica do São Francisco CHESF | 1900-01-01 | R$ 350,0 mil |
| 63411623000177 | MARDISA VEICULOS S/A | 1900-01-01 | R$ 225,0 mil |
| 35715234000108 | Fiori Veicolo Ltda. | 1900-01-01 | R$ 216,0 mil |
| 01537271000143 | TOYOLEX VEICULOS S.A | 1900-01-01 | R$ 124,0 mil |
| 07784006000227 | PATEO COMERCIO DE VEICULOS LTDA | 1900-01-01 | R$ 123,0 mil |
| 20300157000140 | NOVO ATACADO COMERCIO DE ALIMENTOS LTDA | 1900-01-01 | R$ 119,3 mil |
| 04471564000163 | Tecon Suape S/A | 1900-01-01 | R$ 89,7 mil |
| 05054878000123 | América Veículos Ltda. | 1900-01-01 | R$ 80,0 mil |
| 14989426000124 | DISNOVE COMERCIO AUTOMOTIVO LTDA | 1900-01-01 | R$ 63,2 mil |
| 16355380000117 | Bremen Veículos Ltda | 1900-01-01 | R$ 58,0 mil |
| 09924937000128 | CAXANGA VEICULOS S.A. | 1900-01-01 | R$ 51,6 mil |
| 09326514000106 | BOX COMERCIO DE VEICULOS LTDA | 1900-01-01 | R$ 50,0 mil |
| 40889222000121 | Autonuns Ltda. | 1900-01-01 | R$ 38,7 mil |
| 01369424000190 | EBMA EMPRESA BRASILEIRA DE MEIO AMBIENTE S/A | 1900-01-01 | R$ 36,0 mil |
| 09043453000170 | MARDISA AUTOMOVEIS LTDA | 1900-01-01 | R$ 20,0 mil |
| 04066581000115 | Toyolex Caruaru Veículos Ltda. | 1900-01-01 | R$ 17,0 mil |
| ***272224** | ANTONIO JORGE BARROS LIMA OLIVEIRA DE ANDRADE | 1900-01-01 | R$ 1,8 mil |
| ***834384** | DEBORA FARIAS BATISTA LEITE | 1900-01-01 | R$ 1,5 mil |
| ***090184** | ADRIANO RODRIGUES DE LIMA | 1900-01-01 | R$ 650,00 |
| ***413944** | MARIA DORGIVANIA ARRAES BARBARA | 1900-01-01 | R$ 300,00 |
Este Plano Anual visa manter as atividades do projeto Orquestra Criança Cidadã - Núcleo do Coque, ao longo do ano de 2021, que atende, gratuitamente, crianças, adolescentes e jovens de baixa renda na cidade de Recife no estado de Pernambuco. O Projeto visa promover a cidadania dessas crianças, adolescentes e jovens através do ensino da música clássica, de instrumentos de cordas, de sopros, de lutheria, de archeteria, inclusão digital, línguas estrangeiras e orientação psicossocial. O caráter formativo do projeto se dá através dos cursos/oficinas oferecidos a esse público, para tanto se faz necessária a aquisição de instrumentos, bem como sua devida manutenção. Publicam-se revistas (que aqui nomeamos como periódicos) que contam com assuntos pertinentes aos serviços realizados pela Orquestra com distribuição completamente gratuita, além da realização de um trabalho que se estende para formação de plateia.
Não se aplica.
Objetivo geral: - Realizar a manutenção do Núcleo do Coque, em Recife/PE, ao longo do ano de 2021, que atende a 250 crianças, adolescentes e jovens de ambos os sexos, com idades entre 07 e 24 anos, pertencentes a famílias de baixa renda e que estejam necessariamente matriculadas em escolas da rede pública de ensino fundamental e médio. Objetivos específicos: - Oferecer para as 250 crianças, adolescentes e jovens participantes da Orquestra, aulas de instrumentos musicais de corda, sopro e percussão, incluindo o aprendizado teórico e prático, com aulas sobre o uso, a conservação e manutenção dos instrumentos e arcos (lutheria e archeteria); - Adquirir novos e modernos instrumentos musicais para uso dos alunos, proporcionando maior qualidade de ensino e aprendizagem; - Comprar 330 novos fardamentos de uso diário para os alunos e novos trajes de gala para as apresentações musicais da Orquestra em espaços públicos; - Ofertar aulas de reforço escolar e das disciplinas de inglês e informática; - Proporcionar atendimento pedagógico e psicossocial aos 250 jovens atendidos pelo projeto da Orquestra; - Fornecer alimentação nas instalações do projeto aos 250 jovens que participam das ações complementares ao turno escolar oficial e que estejam integrando as ações da Orquestra; - Organizar e realizar no mínimo 06 concertos oficiais da Orquestra em espaços públicos de forma gratuita para promover as boas práticas de cidadania, divulgar a música instrumental e difundir as vantagens das ações de responsabilidade sociocultural; - Produzir e imprimir 3.000 exemplares da Revista Criança Cidadã (periódico) que englobará as atividades da Orquestra Criança Cidadã como um todo, divulgando as ações dos seus núcleos; - Publicar 03 edições da Revista Criança Cidadã em 2021, com 3.000 exemplares em cada tiragem; - Possibilitar o funcionamento de uma escola de lutheria e archeteria visando a formação desses alunos para esse ofício e que a médio prazo pretende produzir também instrumentos que sirvam para uso do projeto. A intenção é de que futuramente a escola de lutheria e archeteria seja uma ação sustentável, mas nesse primeiro momento precisaremos que haja o incentivo para que seja possível implantar e colocar a escola para funcionar nos primeiros anos de constituída.
O Projeto Orquestra Criança Cidadã é uma iniciativa da sociedade civil, idealizado no intuito de enfrentar as condições de vulnerabilidade e risco social aos quais as crianças e os jovens de famílias de baixa renda estão expostos diariamente. Para isso, utiliza a música instrumental, clássica e popular, como forma de disseminar a arte, a cultura e a cidadania. Implementado inicialmente na Comunidade do Coque, uma região com elevados indicadores de violência, dentro de um bairro que não possui equipamentos culturais que possibilite a ocupação do tempo ocioso de forma produtiva, o projeto já atendeu a mais de 500 jovens desde a sua criação, em 2006, e mantém as suas atividades regularmente durante todo o ano. Contando com o apoio de pessoas físicas e o patrocínio de empresas públicas e privadas, a Orquestra Criança Cidadã se dedica a oferecer, às crianças e aos jovens, uma oportunidade para que ultrapassem as fronteiras da pobreza e tenham contato com as possibilidades transformadoras da arte e da cultura. Além disso, proporciona reconhecimento aos participantes da Orquestra como protagonistas de suas histórias e sujeitos de direito à medida em que são alertados e instruídos sobre seus direitos e deveres instituídos pelo marco legal do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e outros dispositivos constitucionais. O apelo social indiscutível que a Orquestra Criança Cidadã suscita nos brasileiros é reconhecido e reforçado pela imprensa pernambucana e brasileira. Uma breve verificada no Google exibe mais de 200 mil resultados de inserções nas mais variadas mídias. A gama de prêmios já arrebatados — cerca de 20 até a presente data — corrobora o fator "sucesso", que já faz parte da nossa história. Abaixo, os mais representativos: 1. Prêmio Gere de Responsabilidade Social _ Grupo de Executivos do Recife _ 2007; 2. Medalha Conselheiro João Alfredo Corrêa de Oliveira _ TRT/6ª Região _ 2007; 3. Agente da Paz _ TV Globo _ 2008; 4. Orgulho de Pernambuco _ Diário de Pernambuco _ 2008; 5. Mérito Sapiens de Educação _ VIII Congresso Internacional de Educação _ 2009; 6. Prêmio Brasil Social em Resgate de Cidadania em Área de Risco _ Projeto Casa da Criança _ 2009; 7. Os Melhores da Música de Pernambuco _ Troféu Acinpe (Associação dos Cantores e Intérpretes de Pernambuco) _ 2009; 8. Prêmio Caixa Melhores Práticas em Gestão Local _ Caixa Econômica Federal _ 2009; 9. Prêmio Darcy Ribeiro de Educação _ 2009; 10. Prêmio Marketing Best Sustentabilidade _ Associação Latino Americana de Agências de Publicidade _ 2010; 11. Medalha da Ordem do Mérito Judiciário do Trabalho _ Tribunal Superior do Trabalho _ 2010; 12. Prêmio Internacional de Melhores Práticas de Dubai _ Emirados Árabes Unidos (Boa Prática de Inclusão Social) _ 2010; 13. Menção Honrosa na Categoria Judiciário Cidadão do Prêmio de Direitos Humanos da Associação Nacional dos Magistrados do Trabalho _ 2010; 14. Medalha do Mérito Democrático e Popular Frei Caneca _ Assembleia Legislativa de Pernambuco _ 2011; 15. Prêmio Zilda Arns _ Pastoral da Criança _ 2011; 16. Selo de Escola Associada à UNESCO - 2015; 17. Diploma da Academia Pernambucana de Música pela contribuição à cultura e ao patrimônio artístico - 2015; 18. Medalha do Mérito Nilo Coelho _ Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco - 2015; 19. Prêmio Amigos da Juventude _ Secretaria Especial de Juventude e Esportes da Prefeitura do Ipojuca - 2016; 20. Prêmio Revelação Jovem (concedido ao spalla Ivo Gomes da Silva) _ Secretaria Especial de Juventude e Esportes da Prefeitura do Ipojuca - 2016; 21. Medalha de Mérito José Mariano - Câmara Municipal do Recife - 2017; 22. Certificado de Homenagem e Agradecimento da Comissão de Direitos Humanos do Tribunal de Justiça de Pernambuco - 2018. Com ampla atuação a Orquestra Criança Cidadã, a cada ano, tem consolidado um histórico de realizações admiráveis, dentre eles: • Apresentação para o Papa Francisco, em Outubro de 2014; • Visita do tenor José Carreiras _ setembro de 2011; • Apresentação para o Primeiro-Ministro de Portugal, Passos Coelho, em novembro de 2014; • Apresentação no aniversário de 110 anos da Cidade de Kassel na Alemanha, em junho de 2013; • Gravação do álbum (CD/DVD) CONCERTOS DE BACH PARA VIOLINO E ORQUESTRA, por Orquestra Criança Cidadã e Yoko Kubo _ Cidade de Roma - Itália, em novembro de 2015. Todas essas ações só foram possíveis porque ao longo dos últimos anos a Orquestra Criança Cidadã, contou com o incentivo do Ministério da Cultura, através da Lei Rouanet para os seus Planos Anuais de Atividades, o que garantiu a cobertura de custos de manutenção de sua sede, como quadro de pessoal, de professores e custos associados ao fardamento e alimentação desses alunos. Por mais uma vez, vimos pleitear a renovação desse incentivo para o ano de 2021, objetivando possibilitar a manutenção, especificamente, do Núcleo do Coque, em Recife/PE. Os alunos permanecem no projeto por um período de cinco horas por dia, no contraturno escolar. Entre atividades extracurriculares oferecidas, estão, além de cursos em parceria com universidades, intercâmbios para a Europa, direcionados aos alunos de destaque. A Orquestra já enviou alunos para estudar música na Polônia, Áustria, Alemanha e México. A Orquestra Criança Cidadã vem, a cada ano, se projetando cada vez mais como um programa social exemplar. Em seus 12 anos de existência, recebeu mais de 30 prêmios, incluindo o Prêmio Caixa Melhores Práticas em Gestão Local, de âmbito nacional. Na esfera internacional, a Organização das Nações Unidas escolheu a Orquestra como uma boa prática de inclusão social, em dezembro de 2010. E, em 2015, a Orquestra Criança Cidadã tornou-se a primeira escola de música das Américas e a segunda do mundo a fazer parte do Programa de Escolas Associadas da Unesco. O projeto se enquadra no Inciso I do Art. 1º da Lei 8313/91, que preconiza: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. Além disso, se enquadra no que propõe o Art. 3º, Inciso I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos.
A revista Criança Cidadã – edição 2021 Tiragem de 3.000 exemplares Especificações técnicas: Capa: 275x415mm, 4x4 cores, Tinta Escala em Reciclado 180g. Saída Em CTP Inclusa. Miolo: 40 págs, 205x275mm, 4 cores, Tinta Escala em Reciclado 120g. Saída Em CTP Inclusa. Grampeado, Uv Localizado=1 Lados (Capa), Dobrado(Miolo), Laminação Fosca=1 Lados (Capa). Obs.: A ABCC, instituição proponente, é uma entidade sem fins lucrativos e tanto o a instituição, como seus membros da diretoria, não obterão remuneração alguma, prestando serviços de gerenciamento de forma completamente voluntária.
Projeto Pedagógico - ORQUESTRA CRIANÇA CIDADÃ [O arquivo completo com o projeto pedagógico, devido ao tamanho do arquivo com o detalhamento, o que ultrapassa o número de caracteres permitidos nesse campo, segue nos documentos anexados da proposta como <informações adicionais>]. Junto com esse documento está o número de carga horária por instrumentos, embasando o valor mensal destinado aos professores. COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA. PRINCIPAIS OBJETIVOS: - Vivenciar as datas comemorativas de acordo com o calendário anual; - Reunir mensalmente os professores com o objetivo de discutir medidas para melhorar o desempenho dos alunos; - Estimular atividades que viabilizem a prática da leitura e pesquisas; - Promover um processo de avaliação contínuo e permanente através de audições musicais; - Realizar palestras com o intuito de conscientizar sobre cidadania, sustentabilidade, saúde e outros temas pertinentes; - Frisar a importância da realização de reuniões de pais e mestres nas escolas. Todos os nossos alunos estudam matérias teóricas e práticas (instrumentos), além disso existem as práticas coletivas (orquestras) que são os grupos de cordas com percussão em três níveis: Infantil; infanto/juvenil e jovem. Os alunos ingressam em cada um desses grupos de acordo com a idade e o nível de técnica musical. A OCC hj possui 05 turmas pela manhã e 06 a tarde que são nomeadas pela sigla M de musicalização e P de preparatório e A de avançado sendo: manhã M1 , P1, P2, P3 e P4, e tarde M1, P1, P2, P3, P4 e A1, todas estas turmas estudam as disciplinas teóricas – Teoria musical, Solfejo, canto coral, flauta doce e percepção musical o “tamanho” da Turma pode variar, tendo no mínimo 05 e no máximo 30 alunos com aulas semanais de cada uma destas disciplinas, exceto de teoria que são duas aulas por semana. Sobre as aulas práticas, a OCC oferece 14 tipos de instrumentos, a saber: violino, viola, violoncelo, contrabaixo, percussão, flauta doce, flauta transversal, oboé, fagote, trompete, trombone, tuba, clarineta e trompa. As aulas de instrumentos em sua grande maioria são individuais, mas isso depende do nível, para alunos inicitantes podem se formar turmas de 05 alunos por hora aula. Elas acontecem duas vezes por semana. Além do encontro com os professores, os alunos de instrumentos também são acompanhados por monitores que reforçam os conteúdos abordados durante a semana, em que colocam em prática os seus ensinamentos nas orquestras e que fazem parte, os alunos de sopros e tem um grupo específico para eles que segue o mesmo raciocínio das cordas.
Cursos/Oficinas - As ações de acessibilidade do projeto incluem: banheiros acessíveis e rampas de acesso às salas de aula para aqueles com dificuldade de mobilidade. Além disso, a Orquestra estimula a convivência com as diferenças, inclusive de gênero, etnia e religião, como forma de promover a integração entre os alunos e o compartilhamento de experiências. Oferecemos nas dependências da sede de produção placas em acetato com o sistema de sinalização em Braile para que o espaço seja acessível para quem possui dificuldades de visão ou cegueira. Realização de um mapa de acessibilidade em braile que identifique os setores das dependências da Orquestra. O projeto Orquestra Criança Cidadã foi criado dentro de uma perspectiva de inclusão social e cultural das populações menos favorecidas econômica e afetivamente, atendendo prioritariamente às crianças e aos jovens em situação de vulnerabilidade e/ou em condições de risco social, com o propósito de proporcionar oportunidades do aprendizado da música como componente libertador e transformador. Não há previsão para deficientes auditivos por se tratar de música instrumental/erudita. Manutenção da Orquestra - As ações de acessibilidade do projeto incluem: banheiros acessíveis e rampas de acesso às salas de aula para aqueles com dificuldade de mobilidade. Além disso, a Orquestra estimula a convivência com as diferenças, inclusive de gênero, etnia e religião, como forma de promover a integração entre os alunos e o compartilhamento de experiências. Oferecemos nas dependências da sede de produção placas em acetato com o sistema de sinalização em Braile para que o espaço seja acessível para quem possui dificuldades de visão ou cegueira. Realização de um mapa de acessibilidade em braile que identifique os setores das dependências da Orquestra. Periódico - A quantidade de 50 exemplares da revista contarão com um encarte em braile com 6 laudas para que pessoas com deficiência visual tenham acesso a parte do conteúdo da mesma. Distribuição completamente gratuita.
O projeto Orquestra Criança Cidadã está aberto gratuitamente para crianças e jovens que residem na comunidade do Coque, no bairro do Cabanga, no Recife/PE e no Distrito de Camela, no Ipojuca/PE. Para participar das atividades da Orquestra, inicialmente os alunos devem ser aprovados em testes escritos e de vocação musical e, manter-se matriculados na escola pública, frequentar as aulas e demonstrar interesse pelos estudos. Esses aspectos são monitorados pela equipe de professores e pedagogos que registram o rendimento das crianças e jovens, dentro e fora do projeto, para identificar e orientar os casos de desvio. À medida em que surgem vagas para atendimento de novas demandas os critérios são os supracitados. As apresentações musicais dos jovens alunos são normalmente realizadas em espaços públicos, como igrejas e teatros, onde os espetáculos podem ser apreciados sem a cobrança de ingressos, ou seja, gratuitamente. Todos os concertos oficiais da Orquestra são oferecidos ao público de forma gratuita. A ação de formação de platéia terá como foco realizar um trabalho específico com as escolas públicas do entorno de forma que seja oportunizado o acesso aos concertos oficiais, propiciando assim que os professores e alunos dessas instituições possam ter acesso e conhecer esse tipo de ação cultural. Será realizado também um convite para que seja feita a visita guiada no ambiente do projeto de 4 grupos dessas mesmas escolas, com uma quantidade máxima de 15 integrantes por grupo, para que conheçam o projeto e assim possam ver o seu funcionamento e despertem para o interesse pela música erudita, propiciando desta forma uma sensibilização desse grupo. Serão oportunizadas duas visitas por semestre contando com grupos diferentes para aumentar a abrangência. A ação citada acima, acreditamos enquadrar-se no "inciso VII - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 57", do artigo 56. Serão realizados registros desses encontros e os mesmos serão veiculados em nosso site para que assim, possibilite como desdobramento a abrangência de acesso a novos grupos que não tiveram a oportunidade de ir à visita presencial.
Orquestra Criança Cidadã Atual Presidente da ABCC [Proponente]: Myrna Salsa da Nóbrega Targino [Atividade voluntária] Graduada em Arquitetura e Urbanismo na Faculdade de Ciências Humanas, Myrna Targino, sempre exerceu voluntáriamente a função de coordenadora financeira da Orquestra Criança Cidadã dos Meninos do Coque. Esteve ligada ao projeto desde a sua fundação e paralelo a isso, exerceu trabalhos também na AACD, foi conselheira do Projeto Anjos, vive-presidente da ACMEPE (Associação dos Cônjuges dos Magistrados de Pernambuco e também na Sociedade Musical 25 de setembro, em Limoeiro/PE, o que lhe proporcionou uma ampla experiência e a possibilidade de assumir a Presidência da Associação Beneficente Orquestra Cidadã, que agrupa projetos de cunho social, cultural e esportivo. A presidente realiza serviços à frente da administração da instituição e faz a gestão cuidadosa do setor administrativo/financeiro de todos os núcleos. Essa função é desempenhada de forma voluntária, pois a mesma não é remunerada para exercê-la; Idealizador e coordenador geral: Juiz João Targino [Atividade voluntária] O juiz João José Rocha Targino é reconhecido como uma das personalidades mais atuantes na área social. Através da Orquestra Criança Cidadã, por ele idealizada, vem ajudando centenas de crianças. Targino nasceu na cidade de Pombal (PB). Ele se orgulha de ser o coordenador geral da Orquestra Criança Cidadã. Com a responsabilidade de gerir o destino de centenas de meninos e meninas carentes, Targino não esconde sua satisfação em trabalhar para a Orquestra. “É um projeto que está principalmente preocupado com a formação do caráter e, em seguida, com o aspecto musical. Ele também oferece suporte nutricional, psicológico e pedagógico. Estamos 100% profissionais e temos objetivos claros e específicos “, explica o juiz. Muito antes da criação da Orquestra Criança Cidadã, João Targino já vinha acumulando prêmios pelo comprometimento com a cidadania. Em 1995, ele recebeu o troféu em Direitos Humanos pelo Departamento de Cultura e Esportes do Município de Abreu e Lima - PE. Posteriormente, dezenas de outros prêmios foram recebidos, dividido entre sua competência profissional como juiz e a habilidade para gerenciar a Orquestra Cidadã. Outros prêmios recebidos: Companheiro Paul Harris, título da Fundação Rotária (2001); Cidadão de Pernambuco (2004); Medalha do Pacificador, pelos serviços prestados ao Exército Brasileiro (2009); Insígnia Musical pianista Josefina Aguiar, por serviços prestados à música brasileira (2009); Prêmio Cultural Mestre Vitalino, pelo trabalho sobre a cultura e a cidadania no Estado de Pernambuco (2009); Prêmio Pacificador, do Grupo de Executivos do Recife, devido ao exemplo de solidariedade, espírito humanitário e de amor à causa dos necessitados (2009). João Targino é graduado pela Universidade Federal da Paraíba. Ele já atuou como juiz da Assistência Judiciária, Civil, Fazenda Pública, Família, Registro Civil e de Juizados Especiais. Em 2012, foi indicado pelo Presidente do Fonaje, Juiz de Direito Guilherme Ribeiro Baldan, para figurar como integrante da Comissão Institucional do Fórum Nacional de Juizados Especiais. No mesmo ano, foi convocado pela ministra Eliana Calmon, então Corregedora Nacional de Justiça, para auxiliar este órgão do CNJ nas revisões de inspeções feitas em vários tribunais do Brasil, bem como em sindicâncias patrimoniais. Ele realiza toda a coordenação geral de forma totalmente voluntária. É o idealizador do projeto e assumiu a causa desde o início. Coordenador de comunicação: Carlos Eduardo Amaral A ligação de Carlos Eduardo Amaral (Olinda, 1980) com a música clássica deu-se primeiro na adolescência, quando encantou-se pelas múltiplas sonoridades do universo sinfônico e começou a estudar música em João Pessoa, em 1996, dois anos antes de voltar a viver em Pernambuco e ingressar na universidade. Daí, seu envolvimento com a arte dos sons tomou uma nova forma: Carlos tornou-se jornalista, com especialização em Jornalismo e Crítica Cultural e mestrado em Comunicação (como bolsista Facepe), sempre pela UFPE. Após a aceitação do programa de web rádio "Audições Brasileiras - A música clássica nacional em seu rádio", em 2006, Carlos Eduardo começou sua trajetória de crítico musical na revista Continente, com a qual colaborou por uma década, até o presente ano, e onde atuou interinamente como editor assistente e revisor em 2012, tendo também preparado matérias para outras revistas da área cultural, como a Concerto (única publicação do país dedicada exclusivamente à música clássica), a Trópico (portal UOL) e a Cartaz (SC). Em assessorias de imprensa, participou das equipes de comunicação dos festivais Virtuosi (2010) e Mimo (2007 a 2014), e divulgou o CD "Mateus Alves - Música de câmara e orquestral". Como pesquisador, atuou tanto dentro quanto fora da Academia. Foi agraciado com bolsa da Funarte para produzir o ensaio monográfico "Ativismo sinfônico - O protesto político nas obras orquestrais de Jorge Antunes" (2009), e sua dissertação de mestrado, "A música clássica em festivais de Olinda e Recife - uma discussão sobre construções valorativas e processos comunicacionais na Mimo e no Virtuosi", foi premiada pelo Ministério da Cultura em 2012, instituição para a qual prestou serviços como parecerista nas áreas de música clássica e música instrumental. Na área editorial, Carlos organizou a "Coletânea de crítica musical – Alunos da UFPE" (produção independente, 2010), colaborou com o livro "O ofício do compositor" (Editora Perspectiva, 2012) e lançou o livro "Clóvis Pereira - No Reino da Pedra Verde" (Cepe, 2015), que catalogou as obras do mais importante compositor vivo de música clássica residente em Pernambuco. Desde 2014, Carlos reassumiu seu elo mais direto com a música e passou a aventurar-se pela seara da composição musical, tendo escrito desde então cerca de 20 obras. Luthier: Carlos Alberto Gomes Natural do estado do Espírito Santo, Carlos Alberto Gomes atua na Orquestra Criança cidadã como luthier. Junto com o Sr. João Batista, confecciona e repara instrumentos musicais. Antes de ingressar no projeto social, Carlos trabalhou como auxiliar administrativo em um instituto de música na cidade de João Neiva, no Espírito Santo. Na mesma instituição, realizou o curso de Lutheria, através de que adquiriu a experiência na produção de instrumentos musicais. Professor de violino: Ademar Rocha O primeiro contato com a música do professor de violino da Orquestra Criança Cidadã Ademar Rocha foi a trompa – ele fazia parte de uma banda de música de sopro. Perto de completar 15 anos, Rocha começou a estudar violino com o professor Albert Jaffé, no Serviço Social da Indústria (Sesi) de Fortaleza. Na Universidade Federal da Paraíba (UFPB), tornou-se bacharel no instrumento. A pedido do professor e pianista Geraldo Parente, em 1988 Rocha veio ao Recife participar de um curso sobre o Método Suzuki. Assim começa a nascer um vinculo forte entre o violinista e a capital pernambucana. “No mesmo ano, apliquei a metodologia Suzuki no Conservatório Pernambucano de Música (CPM). Foi muito esforço. Eram 10 instrumentos para ensinar cerca de 70 alunos”, lembra o professor. Em 1989, o violinista teve a oportunidade de ir ao Japão assistir aulas do Shinichi Suzuki, idealizador do método que leva seu sobrenome, no Talent Education Institute / Suzuki Method Music School. Com essa experiência, Rocha conheceu grandes profissionais do cenário musical de todo o Brasil, passando a fazer parte deste círculo. A correria é o ritmo de vida que o professor leva. No início da semana, ele se dedica ao CPM e, recentemente, à Orquestra dos meninos do Coque. Durante a outra metade, volta para a família na Paraíba, onde ele dirige e ensina no Centro Musical Suzuki e é membro da Orquestra Sinfônica da cidade. “Só Deus sabe como eu consigo conciliar os trabalhos. Hoje mesmo, tenho ensaio às 19h30 com a Sinfônica na Paraíba”, disse durante o primeiro dia de aula na Orquestra Criança Cidadã. Professora de teoria musical: Amilca Aniceto Gomes de Lima “O foco é o ensino da música para crianças, jovens e adultos”. Com essa frase, Amilca Aniceto resume seu objetivo profissional. Formada em licenciatura em música pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e especialista em Metodologia do Ensino de Música pela IBPEX, a professora de teoria musical da Orquestra Criança Cidadã possui experiência em diversas organizações não governamentais no Recife - entre elas, a ONG Vencedores com Cristo, que trabalha a educação musical com crianças também do bairro do Coque. Além disso, Amilca também atuou no Conservatório Pernambucano de Música, na Escola Municipal de Arte João Pernambuco, no Centro Escolar Carochinha e na ONG Em Cena Arte e Cidadania. Professora de violoncelo: Angélica Freitas Desde os sete anos de idade, a professora Angélica de Freitas Silva já se interessava pela música. Ela aprendeu a tocar violoncelo no projeto Alto do Céu, do Conservatório Pernambucano de Música (CPM), em que o maestro Cussy de Almeida aplicou a metodologia Suzuki. Como sempre se dedicou à arte, a professora Angélica logo fez parte da formação da Orquestra Suzuki, onde também gravou CD com o grupo. Em 2002, participou do Festival Eleazar de Carvalho, em Fortaleza. Além da música clássica, a jovem gosta de ouvir canções da tradição nordestina, como o forró pé-de-serra. Formada como violoncelista pelo CPM, a instrumentista atualmente faz parte da Orquestra Sinfônica Jovem do Conservatório, cursa bacharelado em instrumento na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e ensina no projeto Orquestra Criança Cidadã. Professora de flauta transversa: Eneyda Rodrigues Formanda do Bacharelado em Flauta Transversa na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) sob a orientação do professor Nilton Moreira, começou seus estudos no Centro Profissionalizante de Criatividade Musical do Recife (CPCMR), em 2000. Em 2008, concluiu o curso de flauta no Conservatório Pernambucano de Música. Nesse mesmo ano, concluiu a Licenciatura em Música pela UFPE com láurea e deu continuidade aos estudos da Flauta com a professora Conceição Benck. Eneyda acumula experiência em vários festivais de música. Entre eles: Festival Eleazar de Carvalho (2005); 10º Festival Internacional de Flautistas, realizado pela Associação Brasileira de Flautistas e Unicamp; ela foi flautista e flautinista na Orquestra Sinfônica Jovem de Pernambuco e na Orquestra Sinfônica Jovem do Conservatório Pernambucano; participou, como musicista convidada, da Orquestra Sinfônica do Recife e da Banda Sinfônica do Recife, em 2009; e da Mostra UFPE de Música Erudita do Recife, com a Orquestra de Câmara da UFPE (Sonoro Ofício). Desde 2011, participa como musicista convidada do Festival Virtuosi. Além de ser professora de flauta transversa do projeto Orquestra Criança Cidadã, Eneyda leciona na Escola Técnica Estadual de Criatividade Musical, antigo CPCMR. Professor de percussão: Enoque Souza Enoque Souza iniciou seus estudos aos 15 anos com o baterista e professor Adelson Silva. Em 2003, fez curso de extensão em percussão erudita com professor Antônio Barreto. Teve aulas com Chuck Silverman, Chris Adams e Pete Magadini. Foi Integrante da Big Band, do Centro profissionalizante de Criatividade Musical do Recife (CPCMR); da Orquestra Salsa Brasil; e da Orquestra Brasileira de Forró. Lecionou em cursos de capacitação para bandas de músicas no CPCMR. Entre 1996 e 2002, foi o percussionista titular e chefe do naipe de percussão da Banda sinfônica da cidade de Recife. Tocou com grandes nomes da música instrumental, como: Nelson Ayres, Sivuca, Mike Loverman e Pablo Aryeta, entre outros. Tem gravado e tocado com vários artistas da música Pernambucana e da música gospel. Atualmente, cursa licenciatura em música na UFPE, toca na Contrabanda (quarteto de Jazz), é percussionista da Orquestra Sinfônica da Cidade do Recife e professor de percussão da Orquestra Criança Cidadã. Professora de teoria musical: Janayna Mendes Mota da Silva Uma das mais queridas professoras entre os alunos, Janayna está com a Orquestra Criança Cidadã desde o início do projeto. Dessa forma, a profissional já introduziu mais de 200 alunos ao mundo teórico-musical. No projeto, a professora ensina às crianças e adolescentes Teoria Musical – solfejo (a ler as notas musicais) e percepção rítmica, além de flauta doce. Formada em Bacharelado em Música Sacra pelo Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil (STBNB) no Recife e cursando Licenciatura em Música na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Janayna só deseja evoluir para poder sempre transmitir mais conhecimento para os seus alunos. “Eu sou apaixonada pelos meus alunos. Não me vejo mais longe daqui. É muito bom ver a transformação para melhor. Temos meninos que, hoje, são outras pessoas”, afirma, feliz, a professora Janayna. Sobre o método Suzuki, ela diz: “Usamos ele de forma adaptada para a nossa realidade. Só assim, ele funciona bem.” Professor de contrabaixo: João Pimenta Carneiro Campelo Por influência do pai, que gostava de ouvir música clássica e o incentivava a escutá-la, João Pimenta Carneiro Campelo, professor de contrabaixo da Orquestra Criança Cidadã, ingressou no mundo da ciência dos sons. “Era um bom motivo para que passássemos um tempo juntos”, conta. Ele começou a estudar aos 16 anos. O passo seguinte foi prestar o vestibular para música, se formando, mais tarde, em Licenciatura em Música pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). No término da faculdade, fez um curso de extensão em contrabaixo na Universidade Federal da Paraíba, tendo aulas com o conceituado professor Luciano Carneiro. Trabalhou na Orquestra Sinfônica de Pernambuco e atuou no grupo instrumental Sagrama. João Pimenta já fez algumas gravações e tem experiência em apresentações em eventos, como casamentos. Pimenta afirma adorar fazer parte do grupo de professores do projeto. Ele acha bastante gratificante ensinar os Meninos do Coque tudo o que sabe, dando o máximo de si para ajudá-los a crescerem como músicos. “É um trabalho que traz muita satisfação no meu interior”, diz o professor Pimenta. Professor de fagote: Josias Felipe Bezerra Josias Felipe Bezerra iniciou os estudos musicais na Escola Técnica Estadual de Criatividade Musical, onde concluiu o curso técnico em música com habilitação em saxofone e instrumento auxiliar – piano. É licenciado em Música pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Em 2006, começou a estudar fagote com o professor Manoel Nascimento (Conservatório Superior de Paris). Participou de vários masterclasses com professores renomados, como Elione Medeiros (UNI-RIO), Fabio Cury (USP) e Aloysio Fagerlande (UFRJ). Participou, como fagotista, de várias orquestras: Orquestra do Festival Virtuosi Brasil, 17º Festival de Inverno de Garanhuns, Orquestra Sinfônica Jovem do Conservatório Pernambucano de Música, Orquestra Jovem de Pernambuco, Orquestra Sinfônica de Sergipe, Orquestra Sinfônica de Natal e Orquestra Sinfônica do Recife, entre outras. Josias estudou canto lírico com o professor Lindenberg Pires, na Universidade Católica de Pernambuco. Como tenor, participou da Orquestra Sinfônica do Recife e do Coral Contracantos da UFPE. Atualmente, além de atuar na Orquestra Criança Cidadã, é professor de fagote, editoração musical e harmonia tradicional na Escola Técnica Estadual de Criatividade Musical e professor de fagote do Conservatório Pernambucano de Música. É também fagotista do Quinteto de Sopro Arrecife, do CPM. Professora de teoria musical e flauta doce: Lídia Morais Oliveira A professora de musicalização da Orquestra Criança Cidadã sonhava em desenvolver seu trabalho em um projeto social, agora concretizado. “Trabalhar aqui na Orquestra Criança Cidadã foi um presente de Deus.” É assim que Lídia define o que tem feito ao longo dos quatro anos de existência do projeto. Seu gosto pela música surgiu ainda quando criança, quando decidiu usar essa arte como um meio de vida. Primeiro, se formou no curso de Bacharelado em Música Sacra, no Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil. Nesse período, já ensinava música para alguns alunos em particular. Em 2001, se formou no curso de Licenciatura em Música na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Antes de entrar na Orquestra, deu aulas em escolas de músicas e coros de igreja. Além de contribuir com os Meninos do Coque, ela também atua no outro projeto da ABCC, o Espaço Criança Cidadã Dom Helder Camara. “Sou bastante realizada profissionalmente por partilhar com crianças e adolescentes carentes todo o meu conhecimento”, conclui. Professor de teoria musical: Manassés Bispo da Silva Manassés Bispo iniciou os estudos musicais em curso oferecido pela Igreja Assembleia de Deus, aos 13 anos. Aos 15, ingressou no Conservatório Pernambucano de Música, onde estudou violão popular, saxofone e violoncelo. Foi aluno de Eli-Eri Moura, no Laboratório de Composição Musical da Universidade Federal da Paraíba (Compomus/UFPB). É arranjador e produtor cultural. Participa ativamente de vários eventos e congressos na área de educação e no campo da música, inclusive com trabalhos publicados. Em 2009, foi laureado no curso de Licenciatura em Música pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), onde é autor de vários projetos institucionais e de extensão universitária, tendo ministrado cursos de harmonia, estética e apreciação musical. Em 2011, tornou-se especialista em Metodologia do Ensino da Música pelo Instituto Brasileiro de Pós-Graduação e Extensão (IBPEX). Atualmente, cursa o mestrado no Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (UFPE), tendo como orientador o Dr. Alex Sandro Gomes, na área de tecnologias educacionais. Seu interesse permeia o ensino da música com tecnologias computacionais, incluindo redes sociais educacionais. Além de pesquisador, é também assistente em Administração no Departamento de Música da UFPE. Professora de violino: Rafaela Fonseca dos Santos A jovem professora iniciou os estudos de música bem cedo, com professores particulares. Aos 12 anos, entrou para o Conservatório Pernambucano de Música (CPM), inspirada no irmão mais velho, que estava aprendendo a tocar violino. Aos 19, começou o curso de Bacharelado em Violino, na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). A conclusão será no segundo semestre de 2010. Além de Professora de Violino na Orquestra Criança Cidadã, também é monitora no Curso de Extensão da UFPE. Já tocou na Orquestra do CPM, e atualmente toca na Orquestra Experimental de Câmara, na Camarata de Olinda e na Orquestra Jovem de Pernambuco. Futuramente, pensa em se especializar com um Mestrado. Rafaela foi aluna do Método Suzuki e garante que a metodologia do ensino é válida para toda vida, e não só para estudar música. Vê o trabalho na Orquestra Cidadã como uma oportunidade de mudar a realidade das crianças do Coque. “Eu adoro esses meninos. É um trabalho muito bonito, não só pelo lado musical, mais também pelo social”, ela afirma. Professora de violino: Susan Hagar Apolinário Susan Hagar Apolinário, professora de violino da Orquestra Criança Cidadã, começou sua relação com o instrumento aos sete anos, por influência do pai. Mesmo sem ser músico, ele fez questão que a filha aprendesse a arte. Susan escolheu o violino e nunca mudou de instrumento. A violinista iniciou os estudos no Conservatório Pernambucano de Música e estendeu a preparação musical até a época de prestar vestibular. Obteve êxito e foi aprovada na Universidade Federal de Pernambuco, no entanto, não chegou a cursar, pois resolveu romper os limites nacionais e estudar no exterior. Susan, então, graduou-se na University of North Texas, nos Estados Unidos. Com o término do curso, foi selecionada para fazer mestrado em Performance, na Universidade Baylor, uma instituição universitária particular, localizada em Waco, no estado do Texas. Como ela havia aprendido a tocar violino a partir do método Suzuki, essa técnica despertou-lhe o interesse pela pesquisa. Foi assim que Susan se lançou ao segundo mestrado; dessa vez, na área de Pedagogia Suzuki, pela University of Hartford, em West Hartford. A violinista ainda trabalhou com crianças nos EUA, utilizando-se do método. Após 11 anos no exterior, Susan voltou ao Brasil em 2014, quando recebeu o convite da Orquestra Criança Cidadã para assumir as turmas iniciantes de violino do programa. Professora de teoria musical e canto coral: Valdiene Pereira Crescida entre familiares que sempre reservaram parte do dia para ouvir música, a professora de educação musical e canto e coral da Orquestra Criança Cidadã Valdiene Carneiro Pereira optou pelo canto clássico e sacro como futuro profissional. A professora, que também toca flauta doce, começou os estudos musicais no Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil aos 18 anos, se tornando bacharel em música sacra. Dedicando sua vida à música, Valdiene Pereira também se formou em canto erudito no Conservatório Pernambucano de Música (CPM) e fez licenciatura em música pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Um dos momentos mais marcantes para Valdiene foi se apresentar com a Orquestra Sinfônica do Recife. Ela lembra a emoção de se apresentar na Cantata de Natal, quando tinha 19 anos e cantava ao lado do grupo pela primeira vez. Atualmente, paralelo ao trabalho na Orquestra, a musicista coordena a área de educação musical do Seminário Teológico e é regente do coro de adolescentes da Igreja Evangélica Batista de Casa Amarela. A professora também fez a preparação vocal e regência do coral do CD “Criança Canta Para Criança”, do grupo Cantinho da Boca, em parceria com o departamento de música da UFPE. Além da música, a professora é especialista em formação de recursos humanos para educação pela Faculdade Frassinetti do Recife (FAFIRE) e trabalha como técnica administrativa em educação, na Universidade Federal de Pernambuco.
DILIGÊNCIA RESPONDIDA PELO PROPONENTE, ESPERANDO DECISÃO.