| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 07175725000160 | Weg Equipamentos Elétricos S/A | 1900-01-01 | R$ 381,0 mil |
| 81632093000179 | Agricopel Com. de Derivados de Petróleo Ltda | 1900-01-01 | R$ 110,0 mil |
| 83270397000169 | Auto Elite Ltda | 1900-01-01 | R$ 100,0 mil |
| 02831172000132 | KOCH HIPERMERCADO S/A | 1900-01-01 | R$ 80,0 mil |
| ***494359** | LEONARDO FAUSTO ZIPF | 1900-01-01 | R$ 50,0 mil |
| 02279324000136 | GDC - Alimentos S.A | 1900-01-01 | R$ 50,0 mil |
| 82698085000198 | Elian Indústria Têxtil Ltda. | 1900-01-01 | R$ 45,0 mil |
| 84430149000109 | Duas Rodas Industrial ltda. | 1900-01-01 | R$ 40,0 mil |
| 03991286000102 | POSTO NAUTICO FAROL LTDA | 1900-01-01 | R$ 20,0 mil |
| 05108435000178 | LIVE ROUPAS ESPORTIVAS LTDA. - ME | 1900-01-01 | R$ 19,3 mil |
| ***079289** | Décio da Silva | 1900-01-01 | R$ 15,0 mil |
| 84431352000191 | Indústria de Máquinas Reis Ltda. | 1900-01-01 | R$ 10,1 mil |
| ***104659** | Sérgio Luiz Silva Shwartz | 1900-01-01 | R$ 10,0 mil |
| ***999309** | Monika Hufenüssler Conrads | 1900-01-01 | R$ 8,6 mil |
| ***640319** | Hilton José da Veiga Faria | 1900-01-01 | R$ 5,0 mil |
| ***552339** | Moacir Rogério Sens | 1900-01-01 | R$ 5,0 mil |
| ***594299** | PAULO LUIZ DA SILVA MATTOS | 1900-01-01 | R$ 5,0 mil |
| ***415729** | Reinhard Matthias Conrads | 1900-01-01 | R$ 3,7 mil |
| 30495300000150 | ENIO VALNEI MARTINS 09700382087 | 1900-01-01 | R$ 2,5 mil |
| 44069553000176 | Rodrigo Tranquilo - Rodrigo Zanini Cassanego 94650748020 | 1900-01-01 | R$ 2,2 mil |
| ***363500** | Hilton Siqueria Leonetti | 1900-01-01 | R$ 2,0 mil |
| ***401339** | JONAS GERMANO SCHMIDT | 1900-01-01 | R$ 1,5 mil |
| ***366129** | Wilson José Watzko | 1900-01-01 | R$ 1,0 mil |
| ***028709** | HELIO JOSE EFFTING | 1900-01-01 | R$ 600,00 |
| ***538849** | LUCAS EMANUEL RIBEIRO DA SILVA | 1900-01-01 | R$ 437,17 |
| ***288459** | DAIANE KEISER ROSCOCHE | 1900-01-01 | R$ 391,68 |
| ***138999** | LEDIR CLERI DREHER | 1900-01-01 | R$ 250,00 |
Este projeto visa garantir as atividades de ensaios e apresentações públicas (concertos) da Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul, para uma temporada com a formação completa e circulação, realizar a produção de conteúdo artístico nas plataformas digitais, e qualificar profissionalmente os músicos integrantes.
Não se aplica.
OBJETIVOS GERAIS Manter a Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul com atividades artísticas e profissionais com formação completa de músicos para uma temporada, com ensaios semanais e apresentações regulares; Promover atividade musical profissional para os diversos músicos que residem em Jaraguá do Sul e norte catarinense; Ofertar qualificação profissional para os músicos integrantes da Orquestra com Masterclasses; Proporcionar concertos com ingressos gratuitos, para fomentar a formação de público; Produzir conteúdo digital na forma de transmissão de concertos para plataformas digitais, a fim de garantir acesso ao público e produções digitais de alta qualidade; Continuar e ampliar o trabalho de formação de público para este tipo de apresentação musical realizado ao longo dos últimos anos nos municípios elencados; Manter viva ao longo do ano a tradição da música erudita com formação orquestral, trazida pelos colonizadores alemães e festejada anualmente na região norte-catarinense através do Festival de Música de Santa Catarina (Femusc); Este projeto atende as finalidades do Art. 2º do Decreto 10.755, nos seguintes incisos: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão - pois entre as músicas do repertório estão diversas obras de compositores brasileiros. II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira - pois os músicos integrantes da Orquestra trazem consigo uma identidade local e regional, são representativos do grupo que compõe a sociedade brasileira, na maioria dos casos, oriundas do Sul do Brasil e ainda mais especificamente do Estado de Santa Catarina. V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais - já que o acesso aos concertos se dá com a distribuição gratuita de ingressos e em atendimento às medidas de acessibilidade VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade - pois a fruição dos concertos, no processo de formação de plateia, tem reflexos na cidadania e diversidade cultural e artística, além da difusão de valores culturais diversos. VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura - pois os músicos profissionais contratados e outros membros da equipe do projeto integram a classe artística no sentido mais puro pois são músicos e professores de música, produtores culturais, iluminadores e técnicos de som e luz, maestro e arquivistas, ou seja, profissionais com residência na região de realização do projeto (local) e compõem o arranjo produtivo da cultura. VIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural - pois durante os ensaios regulares, há o esforço individual mas também uma troca de conhecimento e experiência entre os músicos, aperfeiçoando o fazer artístico, e ainda na Masterclasses de qualificação para músicos busca-se um olhar de fora para impulsionar ainda mais o conhecimento e o incremento da produção cultural. XII - apoiar as atividades culturais de caráter sacro, clássico e de preservação e restauro de patrimônio histórico material, tombados ou não - pois este projeto tem foco especificamente em atividades culturais de caráter clássico no que tange à música instrumental. XIV - apoiar as atividades culturais de Belas Artes - pois este projeto tem foco especificamente em atividades culturais no que tange à música. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Realizar 10 concertos da Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul: - uma temporada local com 03 apresentações em Jaraguá do Sul e 01 na cidade vizinha Guaramirim; - uma temporada de circulação, com a formação completa, com 06 apresentações, sendo: 01 em Joinville, 01 em Florianópolis, 01 em Pomerode, 01 em Itajaí, 01 em São Bento do Sul, 01 em Blumenau; Publicar nas plataformas digitais ao menos 5 concertos, com recursos de acessibilidade; Proporcionar à comunidade de Jaraguá do Sul e região, e a outras comunidades de Santa Catarina (Itajaí, Pomerode e São Bento do Sul) a oportunidade de assistirem ao concerto de uma orquestra sinfônica; Difundir o trabalho realizado pela Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul em cidades catarinenses de médio e grande porte (Florianópolis, Joinville e Blumenau) Alcançar um público estimado de aproximadamente 4.000 espectadores para os eventos presenciais e 2.000 visualizações nos conteúdos em plataformas digitais para o produto Apresentação/Concertos; Realizar duas Masterclasses com professores convidados para os músicos integrantes da orquestra e atuantes na região, afim de qualificar e melhorar a performance profissional do grupo e elevar a qualidade da produção cultural musical de modo geral, com público estimado em 50 pessoas; COMPROVAÇÃO E AVALIAÇÃO OS RESULTADOS: Os ensaios semanais da orquestra e as Masterclasses poderão ser verificados pelas listas de presenças e fotos de registro feitas nos dias de ensaios. O resultado dos ensaios pode ser verificado pela qualidade técnica dos músicos integrantes da orquestra nas apresentações realizadas e pela crescente dificuldade representada por repertórios mais complexos de serem executados. Os concertos e apresentações em eventos diversos podem ser comprovados pelas listas de presenças e fotos, além dos links das transmissões online, constantes dos relatórios fotográficos e videográficos. Para a comprovação do público espectador das apresentações presenciais, pode-se verificar as fotos dos eventos realizados e os borderôs de público emitidos pela bilheteria dos teatros com o quantitativo de público do evento. Para transmissões online, haverá prints dos vídeos nas plataformas digitais, que indicam a quantidade de visualização dos conteúdos.
Este projeto visa o crescimento da Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul e dos músicos, em paralelo ao das comunidades onde pretende se apresentar. A temporada da Orquestra dará continuidade à inovação no formato de apresentação e na ampliação da formação orquestral. Para tanto, a temporada busca manter repertórios com visão ao mesmo tempo rebuscado e popular, clássico e autoral, mesclando obras representativas da produção instrumental internacional e do Brasil. A remodelagem vem depois dos desafios enfrentados pela pandemia de COVID-19 e dos rearranjos internos da própria Orquestra Filarmônica quanto à sua formação musical. Com as dificuldades de execução das atividades presenciais em 2020 e 2021 devido à ameaça do Covid-19, a Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul se reinventou para garantir uma rotina de ensaios e a excelência na execução de obras. Foram testados alguns formatos de transmissão online para Concertos de Câmara, cuja aceitação por parte do público trouxe imensa alegria e motivação aos profissionais. Mantemos o elemento digital - e o público de casa - no modo de pensar e fazer os espetáculos, ampliando o acesso e incrementando o trabalho de formação de plateia, porém não para a totalidade dos concertos. No entanto, tendo em vista que o retorno dos músicos aos palcos com a presença da plateia seja o ideal para a fruição de concertos, o projeto privilegia a circulação do grupo, tanto para divulgar o trabalho da Orquestra Filarmônica, quanto para reforçar a difusão da arte orquestral e da música instrumental e ampliar a formação de plateia para conteúdos desta natureza. A Orquestra Filarmônica alcançou uma maturidade maior com o projeto "Orquestra Filarmônica em turnê" e o concerto "Brasil: 100 anos de Semana da Arte Moderna", voltados especialmente a obras de compositores brasileiros e obras menos eruditas. O grupo traz na bagagem projetos como o "Orquestra Filarmônica da SCAR _ Circulação 2020", com elementos mais sóbrios e eruditos, além de uma pitada de ópera, e um repertório de grande sucesso de público obtido desde os concertos "POP", em 2014/2015, e "Memórias", em 2016/2017. Pela sequência dos projetos e grandes desafios pela busca por investimentos, a Orquestra se mantém firme nas diretrizes implementadas há alguns anos para alavancar a qualidade técnica e sua visibilidade, tanto na cidade de Jaraguá do Sul como fora dela. O projeto - o Como Com este projeto, além dos ensaios semanais com 50 músicos de Jaraguá do Sul e região, será realizada uma turnê de apresentações da Orquestra com a formação completa. A circulação tem dois objetivos principais: difundir o trabalho da orquestra e dos músicos em outras regiões; e ofertar às cidades um produto cultural orquestral raramente disponível para seus moradores. As cidades catarinenses de Joinville, Itajaí, Florianópolis, e Blumenau, e sua cidade-sede Jaraguá do Sul, foram escolhidas por se tratarem de cidades de médio e grande porte e com uma maturidade maior para o cenário orquestral, importante como bagagem para os músicos integrantes e para a Orquestra Filarmônica como grupo artístico. Já a circulação por cidades de menor porte, como Pomerode, São Bento do Sul e Guaramirim proporciona capilaridade para a música orquestral e traz um produto cultural diferenciado para municípios catarinenses com pouca oferta, reforçando a missão de difundir a música orquestral como um produto cultural para todos os púbicos. Durante a realização do projeto, buscaremos na comunidade artística nacional pessoas de destaque que possam ser convidadas a se apresentar com a orquestra, como músico chefe de naipe ou como músico solista. O convite será direcionado a músicos experientes de alta performance que, em sua maioria, tiveram acesso a técnicas, escolas e professores renomados, que não são de fácil acesso a todo músico brasileiro. Ao participar das ações da orquestra, como ensaios e concertos, esses músicos convidados influenciam o aperfeiçoamento dos profissionais da orquestra com seus métodos, técnicas e conhecimentos, e trazem um olhar diferente para o fazer musical e servindo de inspiração para os músicos integrantes da formação orquestral. Essas apresentações com convidados, aliados às Masterclasses previstas no projeto, tem o objetivo de aperfeiçoamento profissional. O reflexo direto deste intercâmbio com outros músicos visa a gerar melhoria na performance dos integrantes da Orquestra, estimular os profissionais a buscarem outras qualificações e os incentivar a permanecerem no grupo. As obras e a oportunidade de dividir o palco com um grande músico é sempre um marco no portfólio da orquestra e resulta num produto cultural de maior qualidade e com maior público. Em uma pesquisa aplicada com os músicos integrantes da orquestra, de todos os naipes, em meados de 2022, constatou-se que a vinda de músicos convidados influencia o desenvolvimento da performance do grupo e individual. Este projeto justifica seu enquadramento na Lei de Incentivo a Cultura por entender que dialoga e incrementa a política pública cultural do Brasil nos objetivos de promover e fomentar a arte e a música na produção e na difusão dos valores artísticos que a identidade brasileira carrega consigo e que ajudam a construir o sentimento de pertencimento e cidadania. Este projeto se justifica especialmente pelo seu caráter de facilitar e democratizar o acesso à população em geral a fruição de produtos culturais, tendo em vista a gratuidade dos ingressos e a apresentação da Orquestra em cidades de pequeno e médio porte, além dos conteúdos digitais que podem ser visitados sem as fronteiras do tempo e do lugar. O projeto se enquadra e atende às seguintes medidas do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Objetivos do Art. 3º da referida norma que serão alcançados: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; No mercado da música e da cultura, a Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul busca como metas: 1. Em curto prazo, recuperar nas diversas camadas da sociedade uma opção de entretenimento na música erudita, atraindo um novo público e mantendo o público existente, desmistificando um pensamento pseudo-elitizado da música orquestral e retornando ao convívios casas de espetáculo após o período de isolamento. 2. Em médio prazo, a manutenção de um corpo de músicos da região norte de Santa Catarina, possibilitando que eles vivam de seu trabalho artístico sem precisarem migrar para centros maiores e se aperfeiçoando no fazer musical. 3. Em longo prazo, encantar novos músicos entre os espectadores, trazendo-os ao estudo da música e desenvolvendo assim novos talentos artísticos e formando novos cidadãos através da arte e da cultura.
Não haverá auto-remuneração para o proponente. Nenhum dos itens da planilha orçamentária será utilizado para própria remuneração. A Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul é uma entidade sem fins lucrativos e, portanto, não remunera nenhum de seus membros de diretoria, conselho fiscal e conselho consultivo. Sua função, como proponente é administração geral do projeto, gerenciar os profissionais contratados e supervisioná-los nas atividades designadas.
O projeto prevê ensaios semanais da formação completa, para estudo e aprofundamento do repertório escolhido O repertório será escolhido pelo maestro, em concordância com a direção da Orquestra Filarmônica, e respeitando as capacidades técnicas dos membros integrantes do corpo musical e sempre propondo desafios e novas leituras. A escolha do repertório para a temporada sempre contempla obras nacionais, para difusão da produção musical e artística brasileira, e obras clássicas internacionais, afim de atender a função orquestral e as características inerentes desta formação, e em todos os concertos, o maestro busca contextualizar o público sobre a composição, o autor e os reflexos da obra para a música de modo geral. Ainda não é possível definir o repertório, tendo em vista que as obras levam em conta o fator humano, e a seleção de músicos é uma das etapas de execução do projeto. Quando houver oportunidades e o maestro julgar oportuno para o momento do trabalho coletivo, a Orquestra Filarmônica poderá convidar músicos de fora da orquestra para que participem de concertos e professores para que haja espaço de interação e aprendizado através de Masterclasses. Essa opção é considerada uma importante ferramenta de qualificação profissional e atualização para os integrantes da orquestra e nutre um sentimento de engajamento e comprometimento com a equipe e o fazer coletivo. A escolha das cidades onde serão realizadas os concertos busca mesclar grandes e pequenos municípios, com e sem estrutura formal de teatro e casa de espetáculos. Escolhemos a capital (Florianópolis) e as cidades de Joinville e Blumenau pela importância geográfica, econômica e cultural que representam para o Estado e a macrorregião onde estão inseridas, conferindo um desafio e uma bagagem significativa para o percurso artístico dos músicos da Orquestra Filarmônica. Já as cidades de Guaramirim, Pomerode, Itajaí e São Bento do Sul entraram no roteiro de apresentações em atendimento à nossa função primordial de formação de plateia e uma forma de proporcionar um produto cultural diferenciado para um público que normalmente tem pouco acesso e conhecimento sobre orquestras sinfônicas. Geral de beneficiários Músicos – 50 pessoas (com cachê e aulas/ Masterclasses) Público estimado – 4.500 pessoas presencial (ingressos gratuitos) e 2.000 pessoas online Detalhado: Masterclasses Músicos – 50 pessoas Concerto / Apresentação musical gratuitos, distribuição para patrocinador e divulgação, e população em geral 1. Jaraguá do Sul: 03 concertos * 900 lugares * 90% de lotação = 2.430 pessoas; 2. Florianópolis: 01 concerto * 500 lugares * 90% de lotação = 450 pessoas; 3. Joinville: 01 concerto * 400 lugares * 90% de lotação = 360 pessoas 4. Pomerode: 01 concerto * 300 lugares * 90% de lotação = 270 pessoas 5. Itajaí: 01 concerto * 300 lugares * 90% de lotação = 270 pessoas; 6. Guaramirim: 01 concerto * 200 lugares * 90% de lotação = 180 pessoas; 7. São Bento do Sul: 01 concerto * 400 lugares * 90% de lotação = 360 pessoas; 8. Blumenau: 01 concerto * 200 lugares * 90% de lotação = 180 pessoas; Total de 4.500 pessoas de público estimado nos concertos presenciais. Conteúdo digital 5 vídeos * 400 média de visualizações = 2.000 pessoas Total de 2.000 pessoas de público estimado nas plataformas digitais.
PRODUTO: MASTERCLASSES Acessibilidade física: Para as masterclasses e ensaios, caso tenhamos músicos que necessitem de condições específicas de acompanhamento relacionadas à acessibilidade física, os ensaios serão alocados nas salas frontais da SCAR, onde existe acesso por elevadores, rampa, entradas alargadas por portas de dupla aba e banheiros adaptados próximos. O Centro Cultural SCAR, prédio onde se realizam os ensaios, são acessíveis a pessoas portadoras de deficiência e atendem à Lei da Acessibilidade, Decreto Federal n.º 163/2006, possuindo rampas de acesso, elevadores e locais adaptados (banheiros, poltronas especiais, locais para cadeiras de rodas, portas alargadas, entre outras características pensadas para o bem-estar da comunidade em geral). E disponibilizamos os assistentes de produção, que podem atender os músicos em outras demandas específicas de acessibilidade física. Item da planilha orçamentária: Assistentes de produção - Produto: Concertos/Apresentação - Produção / Execução. Acessibilidade ao conteúdo para deficientes visuais: Para músicos com deficiência visual, existem hoje softwares gratuitos de escrita de partituras capazes de gerar arquivos em áudio em mp3 ou midi, como o Musescore. O assistente de produção transcreve partituras neste software e salva os áudios nas diferentes velocidades para que o músico possa ouvir a música e tocar junto. O maestro e o grupo auxiliam o músico e ajustam os tempos de execução para um bom andamento das obras nos ensaios e concertos. Item da planilha orçamentária: Assistentes de produção - Produto: Concertos/Apresentação - Produção / Execução. Acessibilidade ao conteúdo para deficientes auditivos: disponibilização de intérprete de LIBRAS, que auxilia os músicos que necessitem de tradução durante os momentos de fala dos ensaios, masterclasses e concertos. Item da planilha orçamentária: Intérprete de LIBRAS - Produto: Concertos/Apresentação - Produção / Execução. Acessibilidade ao conteúdo para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Em caso de necessidade, os assistentes de produção serão contratados com requisitos e qualificação específicas para acolhimento e assistência de músicos que registrem tal necessidade no momento da inscrição / audição de seleção. Item da planilha orçamentária: Assistentes de produção - Produto: Concertos/Apresentação - Produção / Execução. PRODUTO: CONCERTOS / APRESENTAÇÕES Acessibilidade física: Os concertos da Orquestra ocorrem em salas de espetáculo que atendem à Lei da Acessibilidade (Decreto Federal 163/2006) nas questões de infraestrutura e o Art. 46 do Decreto n.º 3.298 de 20/12/1999, com requisito mínimo de rampas, elevadores, poltronas especiais, locais para cadeirantes, compreendendo as características de cada estabelecimento. Aos idosos, o acesso aos respectivos locais é preferencial nas apresentações, conforme estabelece o Art. 23 da Lei n.º 10.741 de 01/10/2003. Disponibilizamos ainda os assistentes de produção, que podem atender os espectadores em outras demandas específicas de acessibilidade física. Item da planilha orçamentária: Assistentes de produção - Produto: Concertos/Apresentação Acessibilidade ao conteúdo para deficientes visuais: Para os concertos, será oferecido o serviço de audiodescrição para os vídeos / conteúdo online. Item da planilha orçamentária: Narrador de Audiodescrição - Produto: Concertos/Apresentação - Produção / Execução. Acessibilidade ao conteúdo para deficientes auditivos: Para todos os concertos, será contratado um Intérprete de LIBRAS para os momentos de fala. Item da planilha orçamentária: Intérprete de LIBRAS - Produto: Concertos/Apresentação - Produção / Execução. Acessibilidade ao conteúdo para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Os assistentes de produção do projeto vão atuar também no acolhimento do público com esta necessidade, para o produto Concertos/ Apresentações. Em caso de agendamento de instituições que acolhem este público e que desejam formar grupos maiores para assistir as apresentações, contamos também com os profissionais das escolas que já estão habituados com as características pessoais destes alunos. Item da planilha orçamentária: Assistentes de produção - Produto: Concertos/Apresentação - Produção / Execução.
Atendemos as medidas de democratização do acesso conforme Art. 23 da IN nº 1/2022, tendo em vista que para todos produtos culturais do projeto, os ingressos serão gratuitos, bastando retirar os bilhetes no local dos concertos; o repertório que pretendemos trabalhar possibilita que todos os tipos de público possam apreciar o concerto. Convidaremos também os alunos das escolas públicas de cada cidade através das Secretarias de Educação. Distribuição do produto cultural: Geral de beneficiários Músicos – 50 pessoas (com cachê e aulas/ Masterclasses) Público estimado – 4.500 pessoas presencial (ingressos gratuitos) e 2.000 pessoas online Detalhado: Masterclasses Músicos – 50 pessoas Concerto / Apresentação musical gratuitos, distribuição para patrocinador e divulgação, e população em geral 1. Jaraguá do Sul: 03 concertos * 900 lugares * 90% de lotação = 2.430 pessoas; 2. Florianópolis: 01 concerto * 500 lugares * 90% de lotação = 450 pessoas; 3. Joinville: 01 concerto * 400 lugares * 90% de lotação = 360 pessoas 4. Pomerode: 01 concerto * 300 lugares * 90% de lotação = 270 pessoas 5. Itajaí: 01 concerto * 300 lugares * 90% de lotação = 270 pessoas; 6. Guaramirim: 01 concerto * 200 lugares * 90% de lotação = 180 pessoas; 7. São Bento do Sul: 01 concerto * 400 lugares * 90% de lotação = 360 pessoas; 8. Blumenau: 01 concerto * 200 lugares * 90% de lotação = 180 pessoas; Total de 4.500 pessoas de público estimado nos concertos presenciais. Conteúdo digital 5 vídeos * 400 média de visualizações = 2.000 pessoas Total de 2.000 pessoas de público estimado nas plataformas digitais. O projeto atende ao Art. 23 da IN nº 01/2022 pois 100% dos ingressos serão gratuitos e não há previsão de receitas. O projeto atende os seguintes incisos do Art. 24 da IN nº 01/2022 : II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas;
Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul: Administração Geral do Projeto, sem remuneração. São funções como proponente: contratar equipe de trabalho (produtor executivo, assistente de produção, assistente financeiro, e maestro e músicos) e supervisioná‐los, com a gestão do processo decisório e buscando a manutenção da qualidade técnica e artística, escolher e contratar salas de ensaio e apresentações, aprovação do material gráfico, gerenciamento do calendário geral, coordenação de pagamentos e da gestão financeira, coordenação da equipe técnica e administrativa (produção, assistentes e maestros assistentes) em relação a documentação necessária, escrever e inscrever o projeto, e organizar a prestação de contas do projeto. Jorge Augusto Scheffer (maestro) : Doutor em Música (2019) e Mestre em Educação Musical/Cognição (2012) pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), Bacharel em Trompete (1998) e Especializado em Educação Musical (2010) na Escola de música e Belas Artes do Paraná. Foi diretor artístico/maestro da Orquestra Sinfônica Cidade de Ponta Grossa (2014 a 2016) e Filarmônica de Jaraguá do Sul (2017/2018), e atuou como trompetista da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (2006/2008), com a qual participou de duas turnês sul-americanas e três europeias. Assumiu como Maestro da Filarmônica do FEMUSC Jovem em Jaraguá do Sul em 2018, quando também trabalhou como professor dos instrumentistas do naipe dos Metais. Atuou como Consultor Técnico Pedagógico do Projeto GURI pela Secretaria de Estado da Cultura – SP (2007), para o qual escreveu 06 livros/suplementos didáticos na área da Educação Musical (Metais). Foi finalista do Segundo e do Terceiro Prêmio Weril para Solistas de Instrumentos de Sopro e segundo colocado do Concurso Nacional para Jovens Talentos da Orquestra Sinfônica do Paraná. É Sócio Fundador da Associação Brasileira de Trompetistas – ABT, onde atuou como Vice-Presidente de 2013 a 2016. Atualmente é professor de Ensino Superior na Universidade Estadual do Paraná (Escola de Música e Belas Artes do Paraná), Coordenador do Curso Bacharelado em Instrumento (Embap), membro do Bachiana Brass Quintet, Artista da marca alemã de trompetes B&S, representada no país pela Buffet Group e Roriz Instrumentos Musicais. Maycon de Souza Carneiro (spalla, chefe de naipe de 1º violino): Iniciou seus estudos em violino de 2004 a 2013, na Igreja CCB, ingressando em sua orquestra de 2005 a 2013. Fez aulas de violino e violoncelo pelo projeto Música Para Todos na SCAR, além de aulas particulares de violino com o professor Maicon Rocha. Participou do Coral do 10o FEMUSC (2015) como barítono. De 2013 a 2014 foi professor na Igreja Assembleia de Deus. De 2010 a 2013, participou do Grupo de Câmara e Camerata como violinista, tornando-se Spalla a partir de 2012. Em 2008, ainda participou do 3o FEMUSC. Atua na Orquestra do IFSC-Jaraguá desde 2015 e na Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul desde 2017. Arthur Bencke (chefe de naipe – violoncelo): Bacharel em Violoncelo pela Universidade do Estado de Santa Catarina em 2015, com o Professor Dr. Hans Twichell. Em 2018 concluiu Mestrado em Musicologia também pela UDESC orientado pelo Dr. Luiz Henrique Fiamminghi, recebendo bolsa de pesquisa focada nas Suítes de J. S. Bach. Também como bolsista concluiu em 2019 o mestrado em Performance pela Central Michigan University em Michigan – EUA com Dr. James Fiste. Participou de grupos como a Orquestra Acadêmica UDESC; Orquestra Sinfônica de Santa Catarina; Orquestra de Cordas da Ilha; Orquestra Sinfônica de Lages; Orquestra Prelúdio; CMU Symphony; Alma Symphony; CMU New Music Ensemble; Quinteto de Cordas Catarinense e CMU Graduate String Quartet. Atualmente é professor de violoncelo no projeto Instituto Porta do Sol em São Francisco do Sul - SC, chefe de naipe da Orquestra Filarmônica SCAR e faz participações com a Orquestra Sinfônica do Paraná. Marcelo de Paula (chefe de naipe – contrabaixo): Licenciado em Música pela FURB. Contrabaixista da Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul e da Orquestra da Universidade Regional de Blumenau. Professor de contrabaixo na SCAR e no Teatro Carlos Gomes em Blumenau/SC. Heitor Gamaiel Elias Rosa (chefe de naipe 2º violino): Professor e violinista há dezesseis anos, cursando atualmente a última fase de bacharelado em violino pela Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC, tendo já concluído a disciplina de instrumento – VIOLINO, na turma do mestre em violino e professor titular da modalidade, João Eduardo Dias Titton. Participa desde 2016 da Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul (2016), é segundo violino da Orquestra UNISUL em Florianópolis, primeiro Violino da Orquestra Acadêmica UDESC em Florianópolis e concertino da Orquestra de Câmara da SCAR de Jaraguá do Sul. Atuou como instrumentista no naipe dos segundos violinos da Camerata Florianópolis nos anos de 2015 e 2016, integrou como segundo violino o quarteto UDESC no ano de 2014. Integrou o quadro de instrumentistas dos NÍVEIS AVANÇADO PROMUSC (FEMUSC) e fez três turnês Alemanha – Holanda com o Grupo de Câmara da SCAR. Luana Moína Gum (chefe de naipe - viola): começou a estudar violino aos cinco anos e flauta doce aos oito anos. É licenciada em Música pela UDESC (2015), e mestre em Música – Educação Musical (2017, sob orientação da Prof. Dr. Regina Finck Schambeck). Foi bolsista de Iniciação Científica pesquisando sobre educação musical especial, e durante o Mestrado, foi bolsista da CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). Entre 2013 e 2017 fez parte do Grupo de pesquisa MusE – Música e Educação, participando da organização de eventos e de programas de extensão envolvendo educação musical e o ensino de flauta doce em escolas públicas. Em 2018 iniciou os estudos com a viola, sendo orientada pela professora Dra. Alicia Valoti (professora titular de viola da Central Michigan University em Michigan - EUA). Também durante os anos de 2018 e 2019 foi parte da Central Michigan University Symphony Orchestra como violista. Trabalhou como professora de teoria musical e musicalização no projeto social “Instituto Porta do Sol”, em São Francisco do Sul, SC (2013-2017), como professora de música na rede municipal de Florianópolis, SC (2017). Atualmente é integrante do naipe dos violinos da Orquestra Filarmônica SCAR – Jaraguá do Sul, SC e professora de música da Rede Municipal de Jaraguá do Sul. Pedro Henrique Dell'Agnelo Micheluzzi (pianista): Formado na escola de música da SCAR, com a professora Vera Possari, participou de festivais como o FEMUSC (2020 e 2022) em piano popular e piano erudito, e Oficina de Música de Curitiba (2019). Integrou a Orquestra Jovem da SCAR em 2018 e 2019, a Orquestra do IFSC de Jaraguá do Sul (2019 até 2022), e a Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul, desde 2021, como pianista titular. Recebeu premiações como pianista no Concurso Latino-americano Rosa Mística, nas edições de 2017, 2018 e 2019, e no Concurso de Jovens Solistas da SCAR, em 2019. Também atuou como músico correpetidor e instrumentistas de Música de Câmara, além de performances como solista. Jonathan Felipe Debacher (chefe de naipe – trompa): iniciou seus estudos de música aos 10 anos na Associação Corpo de Bombeiros Voluntários de Joinville, tendo como seu professor Jonatas Rafael da Costa. Participou do encontro de bandas de Corupá em 2013. A partir de 2014 teve participação no Festival de Música de Santa Catarina, inicialmente dois anos Femusc Jovem e dois no Intermediário e um como monitor musical. Em 2015 inicio o curso de prática de orquestra pelo Instituto Federal de Santa Catarina Campus Jaraguá do Sul onde se integrou até o fim de 2017 como primeira trompa. Prestou serviços pela Orquestra de Filarmônica da SCAR em 2017 e também atuou junto ã Orquestra Villa Lobos em Joinville. Teve atuação em diversos grupos de câmara, como quinteto de metais da escola de música Villa Lobos e entre outros. Atualmente está cursando faculdade de Licenciatura em Música em Curitiba, é professor de trompa na Banda do Corpo de Bombeiros Voluntários de Joinville, atua como primeira trompa na Orquestra Filarmônica da SCAR bem como na Orquestra do IFSC Jaraguá do Sul, possui conhecimentos em metais em geral e musicalização infantil, e atua como preparador musical de grupos de câmara bem como grupo de metais, quarteto de sopros e demais grupos menores. Carlos Roberto Eggert Jr. (chefe de naipe – trompete): Possui graduação Superior de Instrumento Trompete pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná (2011), sob orientação do Me. Marcos Cesar Xavier. Atualmente é Primeiro trompete na Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul, professor de trompete da Prefeitura Municipal de Guaramirim e músico regente da Prefeitura Municipal de Schroeder. À frente da Orquestra de Metais e Percussão de Schroeder (Link Produção Artística) realizou vários concertos, gravação de CD, conquistando 4 títulos em concursos estaduais. Teve seu primeiro contato com a música aos 9 anos na Banda Marcial Colégio Marista (Jaraguá do Sul). Aos 14 anos iniciou sua carreira profissional como professor do instrumento na banda marcial EEB Miguel Couto. Tomou classes com Carlos Domingues, trompetista da Orquestra Sinfônica do Paraná (1999), e Fernando Dissenha (2000). Participou de diversos festivais de música, fazendo aulas com professores internacionais: Fred Mills (Canadian Brass), Fernando Ciancio (Argentina), Charles Schlueter (Boston), Paul Merkelo (Montreal), Ole Edvard Antonsen (Noruega), Martin Angerer (Alemanha), Fernando Dissenha (OSESP), Flávio Gabriel (Brasil), Naílson Simões (Brasil), Dietmar Wiedmann (Alemanha). Em 2014 foi destaque no FEMUSC Festival Internacional de Música de Santa Catarina entre os trompetistas, além de ser o único catarinense a fazer parte do grupo, conquistou o melhor desempenho durante a audição feita para ingresso no festival-escola e sob a regência da inglesa Catherine Larsen Maguire, cumpriu um dos solos mais importantes para quem se dedica ao estudo do trompete. Alessandra Wanzeler Moreira (chefe de naipe - oboé): Técnica de Nível Médio em Música – Habilitação Oboé, pelo Instituto Estadual Carlos Gomes, onde atualmente cursa o Bacharelado em Música com habilitação em Oboé, na classe do Professor José Medeiros. Foi Professora de Musicalização de crianças e adolescentes da Escola de Música Manancial de Sons EMMUS de 2018 a 2019, Professora de Teoria Musical de Crianças Especiais no IECG de 2017 a 2019, tendo desenvolvido atividades práticas musicais e material didático específico para cada criança, além de oboísta do Quinteto Carlos Gomes (desde 2015) e primeira instante da Orquestra Sinfônica Jovem Sesc Pará. Desde 2020, é oboísta da Orquestra Filarmônica SCAR e professora de oboé e musicalização infantil na Escola de Música da SCAR (Jaraguá do Sul). Jonathan Augusto Coelho (chefe de naipe - clarinete): clarinetista, bacharel em clarinete pela Universidade Estadual do Paraná/ Escola de Música e Belas Artes do Paraná, sob a orientação do Professor Jairo Wilkens. Foi bolsista da Fundação Araucária no "Programa de Iniciação Científica" sob orientação do professor Me. Maurício Carneiro (2013/2014). Como clarinetista, participou como músico convidado da Orquestra Filarmônica da Universidade Federal do Paraná (2013) e músico convidado da Orquestra Filarmônica da Cidade de Joinville (2014). Em 2015 obteve aulas com a clarinetista Mariam Adam (EUA) pela 36 Oficina de Música de Curitiba. Participou do 1° e 2° Festival Orquestra Jovem Alegro em Curitiba-PR (2018-2019), sob a regência do maestro Thiago Santos e obteve aulas de música de câmara com a flautista Claudia Nascimento (OSESP) e o oboísta Joel Gisiger (OSESP). Atualmente é clarinetista da Orquestra Filarmônica Scar; Orquestra Sinfônica Cidade de Ponta Grossa (OSPG); clarinetista da Orquestra Latino-Americana (OLA); clarinetista do grupo de choro Folha Solta; e clarinetista do Duo Tercina, voltado à pesquisa do repertório musical brasileiro. É professor de clarinete na Escola de Música da Scar (Jaraguá do Sul-SC) e Escola de Música Ritmo e Som (Curitiba-PR). Luiz Fernando Campelo (flautista): Bacharel em Música e pós-graduado em Performance musical, ambas pela Universidade Estadual do Paraná (Unespar), atua há 15 anos como instrumentista. Graduado em flauta pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná (EMBAP), participou de formações como o Festival Internacional de Flautas da ABRAF, Festival de Música de Santa Catarina (FEMUSC), e Oficina de música de Curitiba. Integrou orquestras como a Filarmônica da UFPR, Camerata Dona Francisca de Joinville, Orquestra de Câmara da SCAR e Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul. Atualmente, é bolsista pelo programa de Bolsas de Estudo Dieuwert Meijer - EMBAP. Lucas Sabel (chefe de naipe - percussão): Formado em Música pela Universidade Estadual do Paraná (Escola de Música e Belas Artes do Paraná), onde concentrou seus estudos na área da performance de instrumentos de percussão sinfônica, sob a orientação do professor Me. Paulo Demarchi. Participou de diversos grupos como orquestra sinfônica, banda sinfônica, big band, grupos de percussão e trabalhos solo, com repertórios que vão desde a música contemporânea, até o popular. Atualmente trabalha como professor de percussão na Sociedade Artística de Jaraguá do Sul (SCAR) e como percussionista da Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul. Além disso, realiza trabalhos em outras escolas privadas de música e projetos culturais e como percussionista e baterista em grupos musicais de Jaraguá do Sul, Curitiba, Joinville e Itajaí. Joel Henquemaier (chefe de naipe - Fagote): Formação musical pela SCAR em 2000 a 2004. Estudou Teoria e Harmonização Musical com Maestro Sebastião de São Paulo de 2000 a 2004. Recebeu orientação do Fagotista José Élson dos Santos de Curitiba de 2002 a 2006. Recebeu orientação do Fagotista Afonso Venturelli do conservatório de Genebra, Suíça, de 2006 á 2007. Recebeu orientação do Fagotista Jamil Bark da Orquestra Sinfônica Paraná em 2008. Atualmente cursa o último ano do curso modulo avançado de Fagote na EMBAP (Escola de Música Belas Artes do Paraná) sobre orientação do Professor Jamil Bark. Atua como fagotista da Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul (desde 2002) e na Orquestra de São Bento do Sul. É membro fundador e fagotista do Quinteto de Sopro de Jaraguá do Sul. É professor de música na Casa da Música em Jaraguá do Sul e na Banda Jonas Alves e professor de fagote no teatro CESCB em Brusque. Martina Laís Kienen (musicista - viola): Iniciou seus estudos de viola com o prof.Ricardo Feldens no ano de 1996, com o qual manteve aulas até o ano de 2004. Neste período frequentou também as aulas em grupo de viola da classe do mesmo professor. Ingressou na orquestra de cordas da SCAR no ano de 1998, no ano de 1999 ingressou também na Camerata de Jaraguá do Sul, e no Grupo de Câmara no ano de 2005. No ano de 2001 iniciou como violista na Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul onde obteve aulas com o prof.spalla do naipe das violas José Maria Magalhães da Silva, Danielle Girardello (spalla da filarmônica) e posteriormente fez aulas com o violinista prof. Maicon Rocha. Participou de Seminários de Música, Encontros Suzuki (1997,1998,2000) e no Femusc (2006). Ihael Lessman de Araújo (musicista - violoncelo): Iniciou seus estudos em violoncelo e fez parte do Projeto Camarata Júnior da SCAR de 2011 a 2015. Em 2015 passou a ter aulas pelo projeto Música Para Todos/SCAR com o professor Augusto Gruetzmacher, onde permaneceu até 2017. Atualmente, faz aulas particulares com o professor Raphael Buratto em Florianópolis. Participou de duas edições do FEMUSC em 2015 e 2016, workshops em Blumenau e Jaraguá do Sul e diversos concertos. Esteve em uma turnê na Alemanha/Holanda com o Grupo de Câmara de Jaraguá do Sul e fez parte do Grupo Orquestral do MPT e da Orquestra Jovem da SCAR. Atualmente, é violoncelista da Orquestra Filarmônica da SCAR, da Orquestra do IFSC Jaraguá e do Grupo de Câmara da SCAR. Maria Heloiza Soares Cavalheiro (musicista - contrabaixo): contrabaixista desde 2011, iniciou seus estudados na SCAR, sob a supervisão do professor Marcelo de Paula, no projeto Camerata Junior. Profissionalmente, atua como contrabaixista em quatro grupos orquestrais da SCAR, a Orquestra de Cordas, Camerata, Orquestra Jovem e Grupo de Câmara, nas duas últimas, como chefe de naipe e excursionando na turnê 2017 Alemanha - Holanda. Atuou ainda na orquestra do IFSC de Jaraguá do Sul, participou das três últimas edições do FEMUSC e atualmente é contrabaixista da Orquestra filarmônica de Jaraguá do Sul. Paulo Henrique de Souza C. Wolodozelik (musicista - flauta): Flautista, Regente e Professor. Formado em Música pela Fundação Universidade Regional de Blumenau – FURB, atua como Funcionário efetivo do quadro de professores da Escola Municipal de Educação Complementar de Música Jazz Band Elite, ministrando as disciplinas de Flauta Transversal e Flauta Doce Musicalização Infantil e Canto Coral Infantojuvenil. Fez 3 anos de estudos em Flauta Transversal com o professor Jorge Pires de Araújo. Foi aluno Masterclass do professor Tiago Meira, Primeiro Flautista da Orquestra Sinfônica Brasileira e atualmente é aluno do professor Fabrício Ribeiro, Primeiro Flautista da Orquestra Sinfônica de Curitiba. Profissionalmente, atua também como Primeiro Flautista da Banda Municipal de Corupá, Primeiro Flautista/Piccolo da Orquestra do Instituto Federal de Santa Catarina – IFSC – Campus Jaraguá do Sul. Foi Primeiro Flautista solista na Orquestra da Fundação Universidade Regional de Blumenau– FURB. É professor efetivo e Primeiro Flautista da orquestra do Centro Empresarial Sociocultural de Brusque. É Regente titular do grupo de canto Senhor do Vale, pertencente a Igreja Luterana e desde março de 2018, atua como Segundo Flautista/Piccolo na Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul. Ricardo de Espíndula (chefe de naipe – trombone): Graduou-se pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná (Empab) no curso de Licenciatura em Música e pela mesma instituição, cursou a grade de “Superior de Instrumento” (trombone), sob a coordenação do prof. Silvio Spolaore. Sagrou-se especialista em Metodologia do Ensino das Artes pelo Centro Universitário Internacional (UNINTER). Participou de diversos cursos de aperfeiçoamento profissional, tais como oficinas de música, máster-classes, simpósios, entre outros. Dentre eles pode-se destacar: a 1ª e a 3ª terceira edição do Festival de Música de Santa Catarina (FEMUSC); a 27ª, 28ª e 31ª Oficina de Música de Curitiba; a 1ª e a 2ª edição do Encontro de Bandas de Corupá, entre outros. Na área performática, como trombonista, participou como integrante regular de diversos grupos musicais, dos quais pode-se destacar: a Orquestra de Câmara de São Bento do Sul; o Coral de Trombones e a Banda Sinfônica da Escola de Música e Belas Artes do Paraná; e a Banda Concerto de Rio Negrinho. Como convidado atuou junto a grupos como a Orquestra Filarmônica da Scar de Jaraguá do Sul e a Camerata Florianópolis e a da Orquestra para o balé “Gralha Azul do Paraná”, realizado no teatro Guaíra em Curitiba/PR, em 2008. Na área docente, é professor efetivo de trombone na Escola de Música Professor Valdeci Maia. Em 2017, esteve ministrando o curso de trombone no 1º Encontro de Bandas e Master Class de Férias da ABAFAVI. Atualmente é regente e coordenador da “Banda Concerto” de Rio Negrinho (maior banda de sopros da região); coordenador e trombonista do “Grupo de Metais” da Escola de Música (grupo destinado à prática em conjunto de alunos e professores); e 1º trombone na Orquestra Filarmônica SCAR Jaraguá do Sul. Matheus Renan Salido dos Santos (chefe de naipoe - tuba) Especializado em Educação Musical (Claretiano - Maringá/PR, 2021), com Licenciatura em Música - Educação musical (Unicesumar, 2017). Como professor, atuou na Escola Pequeno Aprendiz, de Maringá (PR), como Educador Musical de 2016 a 2019. Como instrumentista, atua na Orquestra Filarmônica Unicesumar como tubista desde 2011. Também participou da Orquestra Jovem do Estado de São Paulo em 2020 e 2021, em temporadas de circulação de concertos por espaços culturais, em especial a Sala São Paulo e o Teatro São Pedro. Diana Todorova (musicista - harpa) nasceu na Bulgária e começou os estudos de harpa em 1999 na Escola National de Música de Sófia - Liubomir Pipkov e se graduou em música na New Bulgarian University. Integrou a Sofia Youth Philharmonic Orchestra (Bulgária) - com turnê pela República Tcheca, da Vidin State Philharmonic Orchestra - com apresentações na Bulgária, Sérvia, Itália, Suíça e França. Como solista, tocou à frente das orquestras Symphonietta (2007), Orpheus (2008), Vidin State Philharmonic Orchestra (2010), Orquestra de Câmara do Amazonas (2013), Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (2014), Orquestra de Câmara do Amazonas (2014), Amazonas Filarmônica (2016) e Orquestra Sinfônica do Teatro da Paz (2018). Em 2018 deu início ao projeto “Encanto de harpa” voltado a mostras as possibilidades do instrumento, aliadas à música e poesia autorais. Foi convidada e integrou a formação para concertos das grandes orquestras brasileiras, tais como Orquestra de Câmara de Amazonas - Manaus/AM, Orquestra Experimental de Amazonas Filarmônica - Manaus/AM, Orquestra Sinfônica do Teatro da Paz - Belém/PA, Orquestra Sinfônica Brasileira - Rio de Janeiro/RJ, Filarmônica de Minas Gerais - Belo Horizonte/MG e Filarmônica da SCAR - Jaraguá do Sul/SC. Em 2012 assumiu a vaga de harpista principal da Orquestra Amazonas Filarmônica - Manaus, Brasil. Gilberto do Nascimento Amaro (iluminador): Iniciou na área de iluminação em 1992 com a Tamanduá Iluminação, onde participou de vários projetos como responsável técnico, entre eles o Projeto e execução de Iluminação do Museu Paranaense, as turnês de Deborah Colker (Velox, Casa, Rota e Quatro Por Quatro), Jota Quest (Oxigênio), Ballet MOMIX, Ballet Kirov. Com a Empresa Companhia Da Luz, entre 2002 e 2003 participou como técnico de iluminação das turnês Gilberto Gil (Kaya’n’Gandaya), Ney Matogrosso (Ney Canta Cartola). Foi ministrante da Oficina de Iluminação e Vestimenta no Sesc Pantanal e responsável pelo Projeto e Execução do sistema de iluminação das Galerias de Artes dos SESC’s Jaraguá do Sul, Joinville e Chapecó, entre outros. Atualmente é o responsável técnico pelos teatros da SCAR (Sociedade Cultura Artística). Entre os cursos que participou destaca o Curso de Projeto, Instalação e Manutenção em Equipamentos de Iluminação Arquitetural (Philips Vari-Lite, Dallas, EUA, 2014) e Programação dos Consoles de iluminação cênica ETC EOS (Fábrica da ETC – Electronic Theatre Control em Madison WI, EUA, 2016) Michael Frederico Paiva da Silva (produtor executivo): Graduado em Engenharia de Produção Mecânica pela Universidade Federal de Santa Catarina (Florianópolis), com pós-graduação em Lean Manufacturing pelo Instituto Superior Tupy (Joinville) e especialista em Ergonomia aplicada ao trabalho pela Ergo Ltda. (Belo Horizonte). Atua na área cultural como ator, diretor teatral, escritor e produtor de eventos de cunho cultural, com diversos projetos financiados pelo Fundo Municipal de Cultura da Prefeitura Municipal de Jaraguá do Sul. De 2012 a 2014, produziu duas temporadas do espetáculo teatral Valsa n.6 que círculos por algumas cidades catarinenses. Trabalhou como produtor executivo do Dueto Staccato de 2013 a 2016. Ainda é produtor executivo dos projetos Escola Vai ao Teatro (2011 até o momento) e Festival de Formas Animadas (2011 a 2014), ambos da SCAR, e da Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul (2014 até o momento). Em 2014, foi produtor financeiro do Festival Catarinense de Teatro, festival promovido pela Federação Catarinense de Teatro, onde foi Diretor de Projetos na gestão 2016-2018. Desde 2012 trabalha na organização do FEMUSC e a partir de 2016 tornou-se o coordenador de produção artística de ópera neste festival, liderando a equipe de produção cenográfica, pianistas correpetidores e de traduções, trabalhando sob a direção de Alex Klein (Brasil), Gino Quilico (Canadá), Carlos Harmuch (Brasil/Suiça) e Catherine Larsen-Maguire (Reino Unido). Além disso, produziu localmente diversos espetáculos e oficinas cujas temporadas passaram por Jaraguá do Sul. Edilma Lemanhê (coordenação geral): formada pela UNIVILLE no curso de Bacharelado em Sistemas de Informação, possui MBA em Gerenciamento de Projetos pela Fundação Getúlio Vargas e atualmente é Pós‐Graduanda em Gestão Cultural Contemporânea pelo Instituto Singularidades / Itau Cultural. Atuou como Tesoureira de Cooperativa de Crédito, Chefe de Suporte Legislativo na Câmara de Vereadores de Joinville. É Diretora Executiva da Sociedade Cultura Artística desde 2009, Conselheira de Cultura da Cidade de Jaraguá do Sul de 2011 a 2012 e Presidente do Conselho Municipal de Cultura de Jaraguá do Sul de 2013 a 2014.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.